A embaixada da China no Cazaquistão alertou seus cidadãos a tomar precauções contra um surto de pneumonia no país que, segundo o órgão, é “mais letal que a Covid-19”.
A entidade afirmou em comunicado na sua conta oficial do WeChat na noite de quinta-feira que houve um “aumento significativo” de casos nas cidades de Atyrau, Aktobe e Shymkent desde meados de junho.
A pneumonia no Cazaquistão matou 1.772 pessoas na primeira metade do ano, com 628 mortes somente em junho, incluindo cidadãos chineses, informou a embaixada.
Ainda não está claro se é causado por um vírus relacionado ao novo coronavírus ou por uma cepa diferente. A embaixada disse que o Ministério da Saúde do Cazaquistão e outras instituições de saúde estão agora realizando um “estudo comparativo”, mas ainda não há conclusões.
De acordo com um relatório divulgado na terça-feira pela Kazinform, a agência de notícias estatal do Cazaquistão, o número de casos de pneumonia “aumentou 2,2 vezes em junho, em comparação com o mesmo período de 2019”.
Segundo o jornal chinês Global Times, o Ministério das Relações Exteriores do Cazaquistão “não respondeu a perguntas sobre o aviso da embaixada chinesa”.
O Cazaquistão registrou mais de 50.000 casos confirmados da Covid-19, incluindo 264 mortes. O número de novos casos aumentou para um recorde diário de 1.962 na quinta-feira, informou a Kazinform.
Uma professora da rede municipal de ensino de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, será indenizada em R$ 30 mil por ter sido assaltada em sala de aula. A professora conta que, no dia 3 de abril de 2017, por volta das 20h30, enquanto ministrava aula no Colégio Municipal São Tomáz de Cantuário, três pessoas invadiram a sala, a ameaçaram com uma arma de fogo e roubaram bolsa e outros pertences pessoais, incluindo um aparelho celular.
Por conta do assalto, a professora desenvolveu um quadro de depressão, tendo que ser afastada das funções do magistério para fazer um tratamento psicológico. O assalto foi registrado na18ª Delegacia de Polícia Civil. Ela entrou com uma ação para ser indenizada em R$ 500 mil pela municipalidade. O caso foi julgado pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que manteve a decisão de 1º grau.
Em sua defesa, o Município alegou que não houve “negligência ou descaso do poder público municipal” e, por isso, pediu a improcedência dos pedidos. Outro argumento apresentado é pela responsabilidade civil subjetiva do Estado por omissão e vedação ao enriquecimento sem causa, “tratando-se de responsabilidade pelo fato de terceiro”.
Uma testemunha, que trabalhava como auxiliar de disciplina, confirmou o assalto na escola, tendo comunicado a presença das pessoas estranhas na unidade de ensino, que, por sua vez, comunicou os fatos à Polícia Militar. O policiamento, entretanto, só chegou ao local uma hora depois, quando os assaltantes já haviam saído do local. Para o juiz César Augusto Borges de Andrade, da 1ª Vara da Fazenda Pública, houve omissão do poder público municipal em “fornecer segurança no referido estabelecimento de ensino público, para alunos e professores”, resultando em um roubo de uma servidora “no momento em que exercia as suas funções públicas do magistério”.
O juiz ainda assinalou que, durante a audiência, diversos alunos estiveram presentes e contaram que foram roubados e ameaçados com armas de fogo, mas que não chegaram a registrar queixa na polícia. Desta forma, o juiz acatou parcialmente o pedido da autora para ser indenizada em R$ 30 mil pela municipalidade, com as devidas correções na forma da lei até o efetivo pagamento.
O Município e a professora recorreram da decisão. O Município, para ser absolvido, a autora, por sua vez, para elevar a indenização. O recurso foi relatado pelo juiz substituto Manuel Carneiro Bahia de Araújo. O Município alegou que “não há pertinência da Administração para atribuir o dever de indenizar”. Entretanto, para o colegiado, ficou configurado a “responsabilização na omissão do Município apelante em adotar as providências necessárias para evitar a ocorrência de evento o relatado, uma vez que não pode o ente público se distanciar do seu dever de zelar pela segurança dos seus servidores e das pessoas que frequentam suas repartições”.
O ex-secretário de Saúde da gestão de Wilson Witzel no governo do Rio de Janeiro, Edmar Santos, foi preso na manhã desta sexta-feira (10) durante uma operação realizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Santos é investigado por suspeita de irregularidades nos contratos de Saúde, entre elas a compra de respiradores durante a pandemia de Covid-19.
A prisão do ex-gestor da Saúde aconteceu em Itaipava, distrito da cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio. Além da prisão, os agentes do MP também cumprem mandados no endereço da residência de Santos, em Botafogo, na Zona Sul da capital fluminense.
Na última semana, a Justiça determinou a quebra do sigilo bancário e bloqueio dos bens do ex-secretário. Também na última semana, ele se recusou a responder as perguntas feitas pelas Comissões de Fiscalização dos Gastos do Estado, da Assembleia Legislativa do RJ (Alerj), contra a Covid-19 e de Saúde durante uma sessão virtual virtual.
Santos foi exonerado no dia 17 de maio. A decisão do governador Wilson Witzel foi motivada por conta dos atrasos e problemas nas entregas dos hospitais de campanha, incluindo o desgaste provocado por denúncias de fraudes na licitação para a compra de respiradores.
Agência Brasil – O presidente Jair Bolsonaro editou medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 3 bilhões a estados, municípios e ao Distrito Federal para o pagamento do auxílio financeiro ao setor cultural. A MP nº 990/2020 foi publicada hoje (10) no Diário Oficial da União.
A Lei nº 14.017/2020, que instituiu o auxílio, chamada de Lei Aldir Blanc, foi sancionada por Bolsonaro no final do mês passado. As atividades do setor – cinemas, museus, shows musicais e teatrais, entre outros – foram umas das primeiras a parar, como medida de prevenção à disseminação do novo coronavírus no país.
O texto da lei prevê o pagamento de três parcelas de um auxílio emergencial de R$ 600 mensais para os trabalhadores da área cultural, além de um subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas e organizações comunitárias. Os estados, municípios e o Distrito Federal serão os responsáveis pela distribuição dos recursos, de acordo com os critérios definidos na lei.
De acordo com a MP publicada hoje, os recursos serão liberados a partir da contratação de operação de crédito interna (contratos ou emissão de títulos da dívida pública). A MP tem força de lei a partir de sua publicação, mas ainda depende de aprovação do Congresso Nacional.
O infectologista e diretor médico do Hospital Espanhol, Roberto Badaró afirmou, hoje (10), em entrevista à Rádio Metrópole, que a Bahia já atingiu o ápice da pandemia de coronavírus e pode estar entrando em um momento de estabilidade, ou até mesmo redução do índice de infecções.
Badaró acrescentou que essa tendência se reflete na abertura de leitos no Hospital Espanhol, em Salvador, unidade voltada para pacientes com Covid-19.
Uma operação realizada pela Polícia Civil, Ministério Público de São Paulo e Receita Federal nas cidades de São Paulo e Bragança Paulista, ambas no estado paulista prendeu dois participantes do Movimento Brasil Livre (MBL) na manhã desta sexta-feira (10).
Alessander Mônaco Ferreira e Carlos Augusto de Moraes Afonso são investigados por suspeita de desviar mais de R$ 400 milhões de empresas, segundo a polícia. De acordo com o MP paulista, além da investigação por lavagem de dinheiro, os dois teriam cometido crime de ocultação de patrimônio.
Homem é preso após agredir e atear fogo na casa onde morava com a companheira, na cidade de Luís Eduardo Magalhães, oeste da Bahia, nesta última quinta-feira (09). A mulher fugiu do local.
De acordo com a Polícia Militar, o suspeito teria brigado com a mulher após ela pedir o fim do namoro. Durante a discussão, ele teria a agredido. No dia seguinte, retornou ao local e começou o incêndio.
Rotativo News Informações VN Foto: reprodução TV Bahia
A filha do prefeito de Maiquinique, Sudoeste baiano da cidade, Jesuíno Porto, estava cadastrada para receber auxílio emergencial e também sacou duas parcelas do benefício, pago cada uma por R$ 600. Segundo o G1, Hellen Lira Porto é estudante de medicina em uma faculdade particular de São Paulo.
Em resposta gestor, Jesuíno Porto alegou que o dinheiro foi doado para famílias carentes do município. Através de um áudio compartilhado em redes sociais, o gestor disse que a família dele não precisa do dinheiro e garantiu que a quantia sacada pela filha foi entregue a ele e depois usada para fazer doações. “Isso aí não é montagem, realmente é verdade. Hellen fez o cadastro emergencial, recebeu duas parcelas aí. Só que o que ninguém sabe é que, cada vez que ela recebe a parcela, ela me dá o dinheiro e eu doo para uma família carente”, declara o gestor.
O prefeito ainda afirmou que quando receber a terceira parcela do benefício fará uma publicação nas redes sociais e comprovará a destinação do dinheiro. O Tribunal de Contas da União (TCU) já identificou outras 904 pessoas com renda superior ao limite exigido pelos critérios do governo federal que foram contempladas pelo benefício.
Rotativo News/informações Bahia Notícias Foto: rede social
As dificuldades impostas pelas chuvas não impediram que 25 famílias da comunidade 2 é 1, recebessem cestas básicas doadas pela Prefeitura de Feira de Santana.
Os produtos, resultado de parceria entre as secretarias de Agricultura, Meio Ambiente e Relações Interinstitucionais, foram entregues na manhã desta quinta-feira, 9.
A comunidade, tida como uma das mais carentes da zona rural do município, descende de quilombolas e fica a poucos quilômetros da sede do distrito de Jaguara.
“O governo do prefeito Colbert Filho esta atento às situações daquelas famílias que enfrentam problemas financeiros neste período de pandemia”, afirmou o secretário de Relações Interinstitucionais, Joedilson Freitas.
A pandemia pode trazer consequências como angústias, frustrações e até depressão motivada pela falta de contato físico com outras pessoas, devido isolamento domiciliar. Para combater a solidão algumas pessoas estão recorrendo aos animais de estimação que podem proporcionar bem estar, porém em Feira de Santana a situação tem sido diferente. A busca por adoção de cães e gatos tem reduzido neste período de pandemia, informa a médica veterinária e coordenadora do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), Mirza Cordeiro.
Cerca de 50 animais entre cães e gatos se encontram disponíveis para adoção no CCZ, todos vacinados contra a raiva, vermifugados e avaliados para descartar a leishmaniose. “São animais saudáveis, dóceis, precisando de um lar, carinho e atenção”, ressaltou Mirza Cordeiro.
Para adotar é necessário ter 18 anos ou mais, apresentar documentos pessoais de identidade, comprovante de residência e se dirigir ao CCZ que funciona de segunda a sexta das 8h às 15h, localizado na avenida Eduardo Fróes da Mota, Jussara. Será avaliado também o perfil dos interessados.
Diversos desses animais são abandonados na frente da instituição e mesmo não sendo a função do CCZ abrigar animais abandonados, eles são acolhidos e tratados quando doentes para só depois serem disponibilizados para adoção. O CCZ possui animais grandes e pequenos, todos aptos para encontrar um lar com muito amor e zelo.