
Foto: Jorge William/Agência O Globo.
O ex-presidente José Sarney, de 93 anos, sofreu uma queda em casa depois de um tropeço e foi internado em uma unidade hospitalar do Maranhão neste domingo. A informação foi divulgada pela filha do político, a ex-governadora maranhense Roseana Sarney, em uma rede social. Na publicação, ela informa que o pai passa bem:
“Levamos um susto muito grande. Meu pai tropeçou e caiu. Nós o levamos para um hospital, mas graças a Deus, os exames já concluíram e ele tá muito bem. Se deus quiser, vai ficar bom logo, logo”, afirmou a filha, em uma postagem.
Nascido na cidade de Pinheiro, no interior do Maranhão, Sarney começou na vida pública há mais de 50 anos como suplente de deputado federal pelo PSD, entre 1956 e 1957. Desde então, teve uma extensa trajetória política, elegendo-se governador e senador pelo Maranhão, durante a ditadura militar. A influência no meio o lançou como vice-presidente da República na chapa de Tancredo Neves, do então PMDB. No entanto, após a morte de Tancredo, Sarney foi nomeado presidente da República, o primeiro da redemocratização, em 1985.
O período que ocupou a presidência, entre 1985 e 1990, foi marcado pela reconstrução da democracia e contenção da crise inflacionária. Durante sua gestão, foi instalada a Assembleia Nacional Constituinte, responsável por elaborar a Constituição de 1988. Já no plano econômico, foram implementados o Plano Cruzado, o Plano Bresser e o Plano Verão, como forma de conter a hiperinflação.
Na política externa, o governo Sarney foi marcado pela retomada das relações diplomáticas com Cuba e pela assinatura do protocolo do Mercosul, em conjunto com a Argentina e o Uruguai. O órgão de integração regional, porém, foi criado apenas durante a presidência de Fernando Collor, seu sucessor, em 1991.
Créditos: O Globo.

Se você gosta de assistir à séries e filmes de ação que trazem embates fervorosos entre mocinhos e vilões, já deve ter reparado que os vilões nunca usam aparelhos da Apple em cena. Os caras “maus” não aparecem na telona fazendo ligações em um iPhone (iOS), segurando um iPad ou planejando qual será o seu próximo plano maligno no MacBook. E existe uma explicação bastante lógica para isso: é uma estratégia de marketing da Apple.
Em 2023, entusiastas dos gadgets da maçã que estavam ávidos pelo desfecho da série de Succession, da HBO, notaram um detalhe no trailer da última temporada que foi encarado como um “spoiler” por alguns. Tom, genro de Logan Roy, diferentemente dos filhos do patriarca, usava um celular Android na telinha, enquanto Kendall, Roman e Shiv usavam um iPhone (iOS). Mas, o que isso tem a ver com o posicionamento de marca da companhia? A seguir, entenda como funciona a publicidade indireta da Apple e veja curiosidades sobre o uso de iPhones em produções cinematográficas.
Não é difícil ver a famosa logo da maçã estampada nos eletrônicos usados pelos personagens em filmes e séries, mas o que pouca gente sabe é que a Apple raramente paga para aparecer em cena nas produções. Segundo informações do site Bloomberg, a gigante da tecnologia não paga pela publicidade indireta e, inclusive, é comum que ela ofereça seus produtos sem cobrar nada por isso – no entanto, isso implica em algumas condições. A primeira delas é que os gadgets da maçã, como o iPhone, iPad, Macbook ou iMac, por exemplo, não podem ser usados pelos vilões das produções.
A notícia veio à público depois que o diretor de cinema Rian Johnson comentou sobre o uso dos celulares da maçã na revista “Vanity Fair”, quando falava sobre sua nova produção da época, “Knives Out” (ou “Entre Facas e Segredos”, na adaptação para o Brasil). “A Apple permite que você use iPhones em filmes, mas – e isso é muito importante – se você estiver assistindo a um filme de mistério, os vilões não podem usar iPhones em frente à câmera”, comentou o cineasta.
Os vilões não podem usar um iPhone no cinema porque a Apple não quer que seus produtos sejam associados a características negativas. Portanto, apenas os mocinhos estão aptos a segurar um iPhone nas telinhas, enquanto os “bad boys” (meninos maus, em tradução do inglês para o português), precisam se contentar com outras marcas.
Além de Tom, de “Succession”, e Ransom, de “Entre Facas e Segredos”, não puderem usar um iPhone (iOS), outros vilões bem conhecidos das telonas também estão proibidos de ter um celular da Apple. Um exemplo é Lúcifer, personagem da série da Netflix, que usa um smartphone Huawei Honor 5X em vez de um smartphone com a logo da maçã.
Além disso, segundo informações do site HowToGeek, a Apple exige que os dispositivos sejam exibidos na telona apenas quando a luz estiver favorável, e ainda estabelece que eles sejam usados em cena de maneira natural, evitando que uma atmosfera de propaganda seja criada durante a atração.
Créditos: Tech Tudo.

As polêmicas de arbitragem não ficam só nas quatro linhas no Brasil. Agora, um caso envolvendo o presidente do Cruzeiro e a esposa de um árbitro, que já apitou a derrota da raposa em uma final de estadual, vem dando o que falar. Sérgio Santos Rodrigues foi flagrado aos beijos com a mulher de um juiz de futebol, em vídeo publicado com exclusividade pelo perfil do Leo Dias no Instagram.
Casado, Sérgio curtiu uma festa em 15 de junho, em uma boate de Uberlândia (MG), na companhia bem íntima de Tassiana Valim, também comprometida. Como se não bastassem as duas traições, a ficada polêmica também tem um contexto digno de chamar o VAR e abrir o livro de regras do futebol.
O marido de Tassiana é Felipe Fernandes de Lima, árbitro que apitou a final do Campeonato Mineiro de 2022, quando o Atlético Mineiro derrotou o Cruzeiro por 3×1. O último gol marcado pelo galo veio após um pênalti marcado por Felipe, em um lance que gerou reclamação dos torcedores da raposa. Haja vontade de vingança, hein?
Créditos: Metrópoles.

O homem que disse que queimaria a Torá e a Bíblia, em Estocolmo, na Suécia, neste sábado (15), desistiu de seu plano. O ativista, que, na última sexta-feira (14), havia recebido autorização para o protesto, acabou fazendo uma manifestação contra a queima de livros sagrados. As informações são do Estadão.
O manifestante, que tem cerca de 30 anos e reside na Suécia, chegou em frente à Embaixada de Israel segurando uma cópia do Alcorão. Ele se apresentou como muçulmano e jogou no chão um isqueiro que tinha na mão, dizendo que nunca teve a intenção de queimar livros sagrados. O homem falou ao público que tal ação seria contra o Alcorão, o livro sagrado muçulmano e ainda disse que “ninguém deveria fazer isso”.
– Sou muçulmano, não queimamos [livros]. Quero mostrar que temos que respeitar uns aos outros – disse o homem, segundo a emissora pública sueca SVT.
Fonte: Pleno News.
Suspeito de agredir filho de Moraes tenta minimizar situação e diz “não foi nada de tão extraordinário”

Foto: Antônio Augusto/Secom/TSE.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi hostilizado na sexta-feira, 14, por um grupo de brasileiros no aeroporto internacional de Roma, na Itália. A Polícia Federal abriu inquérito sobre o caso.
O magistrado foi atacado por três brasileiros por volta das 18h45 no horário local. Uma mulher identificada como Andréia xingou o ministro de “bandido, comunista e comprado”. Os termos costumam ser usados por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra integrantes da Suprema Corte.
Na sequência, um homem identificado pela Polícia Federal (PF) como Roberto Mantovani Filho reforçou os xingamentos e teria chegado a agredir fisicamente o filho do ministro, que é advogado e tem 27 anos. Um outro homem identificado como Alex Zanatta Bignotto se juntou aos dois agressores, disparando palavras de baixo calão.
As informações foram confirmadas por interlocutores da PF e do Ministério da Justiça. A segurança pessoal de Alexandre de Moraes, no Brasil e no exterior, em razão do cargo que ocupa, é feita por policiais federais a serviço do STF.
Alex Bignotto é casado com a filha do empresário Roberto Mantovani Filho. A família mora em Santa Bárbara D’Oeste, interior de São Paulo, e controla empresas na região. Bignotto é dono de uma corretora de imóveis. Seu sogro atua com administração de bens imobiliários, consultoria empresarial e equipamentos hidráulicos.
Em 2020, Mantovani destinou R$ 19 mil a campanhas eleitorais e ao PSD de Santa Bárbara D’Oeste. O empresário doou R$ 4 mil para a campanha eleitoral de José Antonio Ferreira, que foi candidato à prefeitura de Santa Bárbara D’Oeste pelo PSD. O “Dr. José” não foi eleito. Mantovani ainda transferiu R$ 11 mil à direção do PSD na cidade.
No mesmo ano, o empresário contribuiu com a campanha de Josué Ricardo Lopes, do PTB, à prefeitura de Socorro, município do interior do Estado. Mantovani cedeu um imóvel para ser usado como comitê. Ricardo Lopes foi eleito.
Procurado pelo Estadão, Mantovani disse que não gostaria de comentar o episódio antes de prestar depoimento à PF para não comprometer a sua situação diante das investigações. Afirmou também querer evitar o que chamou de “revanchismo”.
Apesar de ter sido apontado como agressor do filho do ministro do STF, ele disse considerar que o ocorrido “não foi nada extraordinário” e que prefere aguardar o pronunciamento das autoridades sobre os possíveis crimes que possa ter cometido. “Na minha opinião não foi nada de tão extraordinário. Não gostaria de comentar nada para evitar, sabe, ódio, um revanchismo. Não gostaria disso nesse momento. Não gostaria de fazer nenhum comentário até que possa saber aquilo que eles possam dizer que eu fiz”, afirmou.
Moraes estava acompanhado de seus familiares no aeroporto. O ministro retornava da Universidade de Siena, onde realizou uma palestra no Fórum Internacional de Direito.
“Eu só vi o ministro. Ele estava para entrar numa sala VIP. Eu passei por ali. Houve ali uma pequena confusão de alguns brasileiros, alguns foram embora e quem pagou o pato fomos nós, mas tudo bem, a gente tem que aguardar”, completou Roberto Mantovani.
Os três brasileiros se tornaram alvos de um inquérito da PF, mas não chegaram a ser presos. Segundo o empresário Roberto Mantovani, eles foram abordados e identificados na chegada ao aeroporto de Guarulhos (SP).
O ministro da Justiça, Flávio Dino (PSB), ligou para Moraes e se solidarizou com a violência sofrida pelo magistrado. Nas redes sociais, Flávio Dino repudiou a agressão ao ministro do STF.
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), também usou as redes sociais para manifestar solidariedade a Moraes. “A defesa do Estado de Direito e a segurança de nossas instituições, incluindo de seus agentes públicos, são pilares essenciais da democracia”, escreveu Padilha, no Twitter.
Fonte: Terra

Com base na proposta de Reforma Tributária aprovada na Câmara, a alíquota efetiva do novo tributo brasileiro para taxar o consumo de bens e serviços ficaria em 28,4%, aponta nota técnica do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Seria a maior do mundo para um IVA (Imposto sobre Valor Agregado). Hoje, a maior do gênero é a da Hungria, de 27%.
A alíquota brasileira vai ser definida em lei complementar. A expectativa inicial era que ficasse em 25%, mas efeitos de regimes favorecidos, alíquotas reduzidas e isenções incluídas no texto antes da votação pela Câmara devem pressionar por uma alíquota maior.
O estudo do Ipea é o primeiro a medir os possíveis efeitos da reforma, a partir do cruzamento de dados da Receita Federal para a arrecadação setorial e as exceções negociadas pelos deputados, tomando o cuidado de manter a carga tributária.
Os detalhes da simulação constam na Carta de Conjuntura intitulada “Propostas de Reforma Tributária e seus impactos: Uma avaliação comparativa”, do pesquisador João Maria Oliveira, que acompanha de perto o andamento do texto no Congresso.
Oliveira trabalha com modelos de projeção e usou a técnica para mostrar os impactos da revisão tributária na economia nacional, avaliando efeitos sobre crescimento, emprego e produtividade, por exemplo.
Os parâmetros de dois cenários tiveram como base as reformas apresentadas em duas PECs (Propostas de Emenda à Constituição): a PEC 45, com IVA único e nenhuma exceção, que entrou pela Câmara e previa alíquota de 25%, e a PEC 110, com dois tipos de IVA, apresentada no Senado, com alíquota de 26,9%.
Para o terceiro cenário, Oliveira projetou a alíquota a partir da proposta negociada na Câmara. A estimativa mantém a carga tributária atual e considera os efeitos de regimes favorecidos, alíquotas reduzidas e isenções que foram incluídas no texto até uma semana antes da votação pela Câmara —o que elevou a alíquota para 28,4%. As exceções inseridas de última hora não entraram nessa conta.
“A conclusão óbvia é que, quanto mais exceções forem oferecidas, maior será a alíquota efetiva para quem fica fora da exceção”, afirma Oliveira.
Manter os benefícios da Zona Franca de Manaus e Simples foi o que mais pesou para elevar a alíquota, explica Oliveira, mas também fazem diferença exceções para setores muito demandados, como transporte.
Mesmo que fosse mantida em 25%, a alíquota ainda seria elevada para a média mundial. Esse é o percentual na Dinamarca, Noruega e Suécia, considerados Estados de bem-estar social, que oferecem serviços públicos de primeira linha. Em países com reformas mais recentes, a alíquota costuma ser bem menor, caso de Austrália, com 10%, e Nova Zelândia, com 15%.
Oliveira pondera que, ainda assim, as projeções confirmam que a reforma vai mudar radicalmente, para melhor, o ambiente de negócios no Brasil.
Em todos os cenários, por exemplo, há crescimento do PIB (Produto Interno Bruto). O melhor resultado ocorreria com a PEC 45, que teve entre os autores o economista Bernard Appy, hoje secretário extraordinário de Reforma Tributária do Ministério da Fazenda.
Considerando o cenário em que a proposta da PEC 45 começasse a valer em 2027, o PIB teria um crescimento adicional de 5,7% até 2036, gerado pelo impacto das mudanças nos tributos.
“Essa era a reforma ideal, mas não foi politicamente viável “, diz Oliveira.
No caso da PEC 110, o crescimento seria de 4,48% até 2032, quando o estímulo perderia fôlego. O texto que saiu da Câmara aponta que o crescimento nesse mesmo período seria de 2,39%.
Conceitualmente, o Imposto de Valor Agregado costuma ser um só e valer para todos os setores, com poucas exceções. A versão brasileira será dual —haverá um para a União, e outro para estados e municípios — e o número de exceções extrapolou o usual.
O IVA brasileiro não chega a ser uma jabuticaba, mas tem particularidades, explica a portuguesa Rita De La Feria, professora de Direito Tributário na Universidade de Leeds, na Inglaterra. La Feria acompanha reformas no mundo todo, incluindo o Brasil. Já participou de audiência no Congresso sobre o tema. Em alguns países, como Portugal, Timor Leste, Angola e Uzbequistão, atuou na elaboração da legislação tributária.
“O IVA vai ser uma revolução para o sistema do Brasil, pois adota as melhores práticas em vigor, vai permitir que o brasileiro saiba o que paga e foi adaptado às condições federativas locais, o que não era uma coisa fácil de resolver, pois o país tem três níveis de governo, algo incomum”, explica La Feria.
“No entanto, não há muitas experiências no mundo com o IVA dual. A mais notória é a do Canadá. Mesmo Alemanha e Espanha, que têm sistemas federativos, adotam o IVA único. O Brasil vai sentir o efeito disso ao longo dos anos”, pondera.
Ela explica que trabalhar com duas legislações sempre abre margem para interpretações, dificultando a aplicação da norma no dia a dia e abrindo espaço para questionamentos entre fisco e contribuintes. A proposta que foi para o Senado tenta reduzir o ruído ao determinar que algumas regras serão idênticas para os dois IVAs.
A maior diferença, no entanto, é o número de exceções. O Brasil já tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, e ninguém esperava uma alíquota muito baixa na largada da reforma, mas as exceções pioraram o cenário.
“Incluíram muitos regimes especiais, e um número grande de produtos terá alíquota reduzida”, afirma. “Ainda não se sabe o desenho jurídico exato dessas exceções, mas já podemos afirmar que o resultado ficou descolado dos IVAs mais avançados.”
As exceções nos novos IVAs, explica, são concentradas em poucos itens considerados de difícil tributação. Caso do spread (diferença entre a taxa de captação e dos empréstimos) de bancos, algumas transações imobiliárias e serviços públicos de saúde e educação.
Entre os segmentos que levam isenções costumam estar serviços postais, transporte de doentes e projetos culturais.
La Feria conta que, no aspecto das exceções, o IVA do Brasil fica mais parecido com os modelos antigos.
“É o caso dos IVAs europeus, que têm muitas exceções, isenções e taxas reduzidas que foram sendo criadas ao longo dos anos e que, por isso, agora têm alíquotas maiores”, afirma. “Mas entendo que essa foi a reforma politicamente possível no Brasil e espero que o Senado não aumente as exceções, pois é automático: quanto menor a base da tributação, maior a alíquota”, diz.
O Ministério da Fazenda já esta mapeando itens para debater no Senado na tentativa de reduzir a pressão sobre a alíquota, mas mantém o discurso com valores menores.
Appy evita falar em números, e quando lhe perguntam do risco de a alíquota ir a 30%, ele responde que não acredita nesse cenário. A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, estimou que, por causa das exceções, a alíquota poderia ficar entre 26% e 27%. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse acreditar que “no tempo” a alíquota pode ser menor do que 25%.
O advogado Luiz Gustavo Bichara resume o pensamento dos tributaristas ao afirmar que o governo precisa dar mais clareza sobre como as negociações estão impactando a alíquota.
“A reforma é boa, não há dúvidas, todos queremos, mas tem uma incerteza muito grande sobre o valor final, e, do jeito que estamos indo, vamos ter, na comparação mundial, a maior alíquota do mundo”, diz.
Bichara considera positiva a proposta do relator no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), de definir uma trava para a alíquota dos novos tributos. Seria uma salvaguarda ao aumento da carga tributária.
Para ter um IVA menor, o governo precisaria olhar a reforma como um todo, avalia o advogado Bruno Santos, pesquisador do NEF FGV-SP (Núcleo de Estudos Fiscais da Fundação Getulio Vargas de São Paulo), criado para avaliar a relação entre tributação e desenvolvimento.
“Canadá e Suíça, por exemplo, têm IVAs menores, porque tributam menos o consumo e mais a renda”, afirma Santos. “O Brasil tem uma tributação muito baixa sobre a renda e, se o governo mantiver a carga tributária, terá a oportunidade de fazer o mesmo quando a reforma chegar à renda.”
A reforma do Imposto de Renda, cita Santos, seria uma alternativa. No cronograma do Ministério da Fazenda, ela ocorrerá ainda no segundo semestre deste ano.
Reforma permite que um número significativo de segmentos adote regime diferenciado à regra geral
Regimes aduaneiros especiais e ZPEs (Zonas de Processamento de Exportação)
O texto aprovado na Câmara também adota descontos para número expressivo de segmentos
Fonte: Folha de São Paulo.

Foto: EFE/ Miguel Gutierrez.
A pré-candidata presidencial venezuelana María Corina Machado, favorita nas pesquisas da oposição, denunciou neste sábado, 15, que pessoas ligadas ao presidente Nicolás Maduro tentaram impedir com paus e empurrões um evento de campanha em Petare, um importante bairro de Caracas. Segundo imagens divulgadas pela mídia local, partidários da ex-deputada, que pode ser a adversária de Maduro nas eleições presidenciais de 2024, chegaram cedo para preparar o evento, mas foram hostilizados por indivíduos, alguns de vermelho (cor tradicional do chavismo), portando paus. Quando Machado, uma radical da oposição, chegou, o assédio aumentou ao tentarem agredi-la enquanto seus seguidores a protegiam. De outro ponto de Petare, a opositora afirmou que o governo de seu país “se dedicou a semear o terror e a violência”.
“Todos vimos o que está acontecendo neste momento, nesta área de Petare, onde centenas de venezuelanos que se reuniam conosco hoje foram ameaçados, intimidados e violentados pelo regime”, disse a pré-candidata, conforme um vídeo publicado no Twitter pelo partido Vente Venezuela. Ela apontou que entre os agressores havia “pessoas armadas” e que o governo quer fazê-la “desistir” de sua intenção de chegar à presidência. Na sexta-feira, Machado passou por outro incidente, quando um grupo de pessoas tentou bloquear a passagem de seu veículo no município de Vargas, onde também fazia campanha. Vários candidatos disputam as primárias de 22 de outubro, incluindo Henrique Capriles, duas vezes candidato presidencial, e Freddy Superlano, que se inscreveu no lugar de Juan Guaidó quando ele fugiu para os Estados Unidos.
Créditos: Jovem Pan.

Uma estudante de medicina de 24 anos morreu em um acidente na BA-120, na região de Riachão do Jacuípe, a 200 km de Salvador, na noite de sábado (15). Segundo a Polícia Civil, o veículo que ela estava bateu em um animal que passava na pista. Não há informações sobre outros feridos.
A vítima foi identificada como Hilary Fátima Carneiro Silva. A baiana estava no quarto ano do curso de medicina na Universidad María Serrana, que fica no Paraguai.

No dia do acidente, a estudante postou um vídeo em que comemorava ter alcançado a metade do curso. Ela agradeceu a família por ser seu alicerce.
A estudante foi sepultada neste domingo (16), em Riachão do Jacuípe . A prefeitura da cidade emitiu uma nota de pesar, pois Hilary era filha de uma servidora municipal.
*G1

Uma guarnição da 66ª Companhia Independente da Polícia Militar (66ª CIPM), esqueceu uma submetralhadora calibre .40 no Conjunto Cordeirópolis, bairro Mangabeira em Feira de Santana.
O caso aconteceu na última sexta-feira (14), quando a guarnição realizada uma espécie de varredura no local.

Segundo informações apuradas pela reportagem do Acorda Cidade, em um determinado momento, um policial militar tirou a arma da bandoleira, acessório que permite o manuseio em posições de tiro e deixou o local.
Uma moradora entrou em contato informando o acontecido, e de imediato, os policiais retornaram na localidade.
Neste espaço de tempo, dois homens gravaram um vídeo segurando o armamento que já estava em cima de uma cama.
O comando da 66ª CIPM, através do major Lessa, ao tomar conhecimento da situação, passou a ocorrência para o Comando de Policiamento Regional Leste (CPRL), que comunicou ao Comando Geral da Polícia Militar da Bahia.
Em resposta ao Acorda Cidade, o Departamento de Comunicação Social do Comando Geral da PM, enviou a seguinte nota:
De acordo com informações do Comando de Policiamento da Região Leste (CPR-L), o armamento já foi recuperado e as circunstâncias do fato serão apuradas.
*Acorda Cidade

Um caminhoneiro foi preso em flagrante pela Polícia Militar por volta das 18h50 de sábado (15) no bairro Santo Antônio dos Prazeres em Feira de Santana.
O condutor do veículo foi flagrado conduzindo o caminhão em estado de embriaguez e portando um simulacro de pistola. O mesmo também desacatou as autoridades policiais.
Em entrevista ao Acorda Cidade, o tenente Cotias da 66ª Companhia Independente da Polícia Militar (66ª CIPM), explicou que a guarnição recebeu a informação de um morador do bairro, que um caminhoneiro estava realizando manobras perigosas pela região.
“Estávamos em patrulhamento ali no bairro Conceição, quando fomos abordados por um senhor, que segundo ele, um motorista de um caminhão aparentemente em estado de embriaguez alcoólica, fez uma manobra perigosa e danificou o passeio da sua residência. Quando este caminhoneiro foi advertido pelo morador, o mesmo já desceu do veículo com uma arma em punho e ameaçando este outro cidadão. Segundo as informações, era um modelo tipo pistola na cor preta, e que depois este caminhoneiro seguiu no sentido Avenida Sérgio Carneiro”, afirmou.
De acordo com o tenente, após colher todas as informações, a guarnição se deslocou no sentido de identificar o veículo.
“A guarnição policial se deslocou no sentindo de localizar este caminhão, e justamente na Avenida Sérgio Carneiro, visualizamos um caminhão com as mesmas características passadas pelo rapaz e ao proceder a abordagem, percebi que o condutor estava realmente em estado de embriaguez. Perguntei se ele estava portando alguma arma, ele confirmou que sim, porém não era uma arma de fogo, e sim, um simulacro, inclusive com as mesmas características que o senhor já tinha me passado. Convidei o condutor a fazer o teste de alcoolemia, mas ele se recusou. Convidei que nos acompanhasse até a Delegacia, e neste momento ele questionou quem éramos nós para conduzir ele, que não tinha motivo nenhum para aquela situação”, disse o tenente ao Acorda Cidade.
Solicitando mais uma vez que o condutor acompanhasse a guarnição até a Delegacia, o mesmo em um momento de fúria, chutou uma das viaturas, e a motocicleta caiu no chão.

“Eu voltei a repetir que seria melhor que ele nos acompanhasse, pois teríamos que levar na força. Diante disso, ele partiu para cima dos policiais e no momento de fúria e violência, ele deu um chute em uma das viaturas e a motocicleta veio a cair no chão. Conseguimos detê-lo, foi feito a apresentação na Delegacia, a própria delegada percebeu a situação que ele estava, inclusive o mesmo se comportou de forma inadequada, sendo necessário o recolhimento até o xadrez. Ele foi autuado em flagrante e está à disposição da Justiça. Mas imagine deixar um rapaz como aquele, do jeito que estava na condução de um caminhão, que é um veículo de grande porte, poderia ter uma tragédia maior”, concluiu.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade