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Rogério Marinho dá puxão de orelhas em Flávio Dino: "está usando a máquina estatal para perseguir parlamentar"

Foto: Gabriela Biló-1º.jan.23/Folhapress.

O senador Rogério Marinho decidiu rebater as declarações do Ministro da Justiça, Flávio Dino, após o mesmo sugerir uma investigação da Polícia Federal (PF) contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro. O motivo da discussão foi uma declaração feita por Eduardo Bolsonaro, na qual ele comparou professores militantes a traficantes que levam drogas para seus filhos.

Rogério Marinho, em sua resposta, lamentou o uso de um órgão estatal, no caso o Ministério da Justiça, para cercear a livre manifestação de um parlamentar no exercício de suas prerrogativas. Ele ressaltou a importância do princípio da inviolabilidade do mandato, que não deve ser relativizado, assim como a democracia não deve ser relativizada, comparando essa atitude ao que chamou de relativização por parte do ex-presidente Lula.

O senador defendeu que a doutrinação nas escolas é uma prática prejudicial e fora do escopo das atividades pedagógicas, e que denunciar essa prática é legítimo. Ele expressou sua preocupação com o direcionamento ideológico nas escolas, afirmando que tal postura prejudica a pluralidade de ideias e a formação crítica dos estudantes.

É importante ressaltar que a divergência entre o Ministro da Justiça e o senador Rogério Marinho ocorre em relação à postura e às declarações de Eduardo Bolsonaro. Enquanto o ministro Flávio Dino sugere uma investigação por parte da Polícia Federal, Rogério Marinho defende a liberdade de expressão do parlamentar, mesmo que suas palavras sejam controversas.

O embate entre políticos de diferentes correntes ideológicas é comum no cenário político atual e reflete as divergências existentes em relação a diversas questões, incluindo a educação e a liberdade de expressão.

Informações TBN



De Novo: PF faz intimação e Bolsonaro irá depor pela quarta vez neste ano

Foto: Adriano Machado/Reuters.

Jair Bolsonaro vai depor à Polícia Federal pela quarta vez neste ano. O ex-presidente será ouvido na próxima quarta-feira (12), no âmbito da ação que apura a suposta trama de golpe articulada pelo senador Marcos do Val (Podemos-ES), registra O Globo.

Do Val disse ter discutido um golpe de Estado com Bolsonaro e o ex-deputado Daniel Silveira; depois, mudou sua versão mais de uma vez. Em fevereiro, Alexandre de Moraes mandou instaurar inquérito sobre o caso; no mês passado, o ministro do STF ordenou busca e apreensão da PF em endereços do senador.

Desde janeiro, o ex-presidente já foi intimado a prestar esclarecimentos sobre os atos do 8 de janeiro, o caso das joias da Arábia Saudita e as fraudes no cartão de vacinação dele e dos seus familiares.

Créditos: O Antagonista.



A bovina vale R$ 21 milhões

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A vaca mais valiosa do Brasil e do mundo se chama Viatina-19 | Foto: asa Branca Agropastoril/Divulgação

A vaca mais valiosa do mundo é brasileira, tem segurança 24 horas por dia e faz até skincare(cuidado diário com a pele). A informação foi divulgada pelo site G1 no sábado 8.

A preciosa Viatina-19 FIV Mara Móveis tem 4 anos de idade e vale R$ 21 milhões. Nascida no dia 17 de janeiro de 2019, seus responsáveis divulgam até que a vaca tem signo: o de aquário. Seus criadores são a Casa Branca Agropastoril e a Agropecuária Napemo e Nelore HRO. Os sócios se dividem nas responsabilidades de cuidado com a Viatina-19.publicidade

Os criadores também divulgam que a vaca mais valiosa do mundo tem até hobbies: comer e tomar sol. A personalidade dela é descrita como “mansa, mas geniosa, e sabe que é uma celebridade”, de acordo com a criadora, Lorrany Martins Pereira de Morais, da Agropecuária Napemo de Minas Gerais.

Vaca mais valiosa do mundo tem um quarto privativo, limpeza 24 horas por dia e usa xampu especial

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Viatina-19, a vaca mais valiosa do mundo usa óleo de girassol nas orelhas | Foto: Lorrany Martins Pereira de Morais

O nome Viatina é uma homenagem à sua mãe, Viatina 03 FIV Mara Móveis. O “19” vem do ano em que ela nasceu. “FIV é o método por onde foi feita, a fertilização in vitro. Mara Móveis faz referência à Nelore Mara Móveis, empresa responsável pela fertilização e que tem base em Nova Iguaçu de Goiás.

Como vaca mais valiosa do mundo, a Viatina-19 tem um “quarto privativo”. Ela passa as noites e faz suas necessidades fisiológicas numa baia só sua, que conta com limpeza 24 horas por dia. “Sempre tem alguém para tirar as fezes e limpar a palha de onde ela fica”, diz Lorrany.

A Viatina-19 toma banho com um xampu especial hipoalergênico “para não gerar irritação” e não alterar o PH de sua pele. Em dia de eventos, a vaca mais valiosa do mundo faz um tratamento especial na pele, inclusive nas orelhas, que são hidratadas com óleo de girassol para ganharem brilho e terem a beleza evidenciada.

Seu quarto privativo também não significa que ela viva na solidão: ele tem um acesso para a área externa cercada, onde a Viatina-19 toma sol, se movimenta e socializa com outras bovinas. Segundo sua criadora, ela gosta de roubar comida das colegas.

“A porteira da baia, inclusive, tem uma proteção por sensor”, diz Lorrany. “Quando a gente tranca ela à noite, qualquer movimentação que abre a porteira, ativa o alarme da fazenda.”

A Viatina-19 é a vaca mais valiosa do Brasil e do mundo porque é um banco genético que permite diferentes produções. “Se você quiser produzir animais de pista, ela vai oferecer toda essa beleza racial”, explica o médico veterinário Cleiton Acelves Borges. “Se quiser produzir carne ao consumidor, ela vai oferecer toda a qualidade de carne nobre.”

Informações Revista Oeste


Ex-secretário da Receita Federal denuncia desrespeito às regras parlamentares na tramitação do texto e riscos para a economia brasileira

Ex-secretário da Receita Federal, Marcos Cintra
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

O ex-secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, tem uma opinião cristalina sobre a reforma tributária. “Ela é ruim”, esclareceu o economista em entrevista exclusiva à Oeste

O doutor em Economia, professor titular na Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), ex-deputado federal e idealizador do “Imposto Único“, Cintra é fortemente crítico a forma e a substância da reforma tributária.publicidade

“A tramitação desse texto está sendo uma violação das regras parlamentares. E uma enorme falta de respeito com a população. Sequer temos estudos de impacto sobre algo que vai mudar radicalmente a economia brasileira. É um absurdo”, explica. 

economista prevê uma série de problemas provocados pela reforma, alta dos preços e até uma desorganização da economia brasileira

Mas o ponto que mais o preocupa é a progressiva centralização de poder levada adiante por essa reforma. “É um claro projeto de controle da sociedade típico do Partido dos Trabalhadores (PT)“, explicou o Cintra. 

Confira os melhores trechos da entrevista exclusiva de Marcos Cintra à Oeste sobre a reforma tributária.

Qual a opinião do Sr. sobre essa reforma tributária?

A única certeza que todos nós temos é que não há certeza alguma. Ninguém tem a mais ligeira ideia do que esse projeto pode de fato significar para a economia brasileira ao longo dos próximos anos. É um projeto com uma enorme profundidade. Mexe com o sistema tributário. Altera o pacto federativo brasileiro na sua raiz, que é a autonomia financeira. Muda a organização da sociedade brasileira, principalmente deslocando a carga tributária em favor de alguns setores e em detrimento de outros. Mas o maior problema é outro.

Qual?

O total desrespeito como esse processo está sendo conduzido. Esse é um dos episódios mais vergonhosos da história parlamentar brasileira. Estão tratorando a sociedade. Uma reforma tributária com a profundidade como essa teve um texto apresentado há apenas uma semana. Pior, o documento definitivo foi colocado no sistema da Câmara apenas poucos minutos antes de ser apreciado pelos deputados. Inadmissível. 

Isso é uma coisa não apenas anti-regimental mas absolutamente sem qualquer resquício de ética parlamentar. 

O projeto está sendo mal conduzido. Não apresentando números. Causa surpresa que alguns setores estejam apoiando a reforma. Quem sabe por desinformação. Não fornecer dados públicos talvez seja uma estratégia do governo. Possivelmente para evitar problemas políticos. 

Estão querendo criar a narrativa que fizeram uma reforma tributária. Só que essa é uma reforma feita de qualquer jeito. E somente depois vão ajustar o feito com lei complementar. Que basicamente é um cheque em branco recebido pelo Executivo. 

Um processo açodado, apressado, truculento, que só pode ter uma justificativa: há algo a esconder por parte do governo. Em alternativa, eles não têm a mínima noção do que estão fazendo. As duas são igualmente graves. 

O Sr. está dizendo que a Câmara aprovou um texto sem saber o que prevê?

Exatamente. Ninguém sabe o que há nesse documento. Se alguém estiver fazendo previsões econômicas ou louvando o texto ou está mentindo ou não tem ideia do que está falando. Primeiro por não ter tido tempo material para elaborar avaliações. Segundo, e mais grave, o governo não apresentou qualquer cálculo de impacto desse projeto. 

A sociedade, os pagadores de impostos, as empresas, todos têm direito de saber exatamente o que está se passando. Eles devem participar desse debate. A tramitação legislativa da reforma tributária eliminou o diálogo. Criou um regime de opacidade. 

Mas a PEC 45 foi apresentada em 2019. Havia tempo de sobra para analisar o texto.

Não foi bem assim. É preciso contextualizar do ponto de vista histórico o que houve. A PEC 45 foi sim apresentada em 2019, mas era um projeto radicalmente diferente daquele que foi divulgado pelo relator, o deputado Aguinaldo Ribeiro, na Câmara dos Deputados

Os formuladores da PEC 45 original tinham um projeto muito bem concebido, embora muito centralizador. Ele previa um Imposto sobre o Valor Agregado (IVA) centralizado, com alíquota única. 

Não seria a melhor solução, pois o IVA é um imposto apropriado para países unitários, e não para as federações, como é o caso do Brasil. Em países muito grandes não se usa um IVA centralizado. Os próprios Estados Unidos não tem um imposto federal sobre o valor agregado. Por lá, cada estado decide autonomamente sua alíquota. 

A PEC 45 de 2019 previa uma estimativa de uma alíquota do IVA, juntando todos os cinco impostos, de 25%. Uma alíquota dessa proporção causaria deslocamentos setoriais muito fortes na economia brasileira. 

Alguns setores seriam muito prejudicados, outros favorecidos. A indústria ganharia, enquanto o setor de serviços e o agronegócio teriam uma tributação aumentada. 

Todos, por sinal, objetivos declarados da PEC 45, que seus mentores justificavam abertamente dizendo que a indústria era excessivamente tributada no Brasil, e que essa seria uma das razões pela deindustrialização precoce do país. 

Por outro lado, segundo eles, o agronegócio seria subtributado, assim como o serviços. Por isso, era necessária uma mudança. 

A indústria mergulhou de cabeça nesse projeto, achando que ela seria favorecida de forma justa, plena, com uma redução considerável da carga tributária. 

Só que a PEC 45 nunca apresentou alíquotas. E desde então não tivemos mais nenhuma previsão ou estimativa. 

Como se não bastasse, o projeto recém aprovado na Câmara virou uma árvore de Natal. Aquele radicalismo, teoricamente até justificável, da PEC 45 foi totalmente desfeito pelas concessões que o relator veio fazendo a todo e qualquer setor que apresentasse suas reivindicações. Tudo, claro, em troca de votos. 

Quais os efeitos o Sr. prevê dessa reforma? 

O risco é que a reforma gere uma selva de disputas, litígios, e contestação. Os mesmos que deixam hoje o Brasil um dos países mais ineficientes do ponto de vista tributário do mundo. O que seria para melhorar, na verdade, vai acabar piorando. 

governo teria a obrigação de apresentar estudos, mas não o fez. Então os universidades estão suprindo a essa deficiência. Alguns acham que esse será um caminho para o progresso daqui 20 anos. Outras acreditam que o impacto imediato vai ser trágico. Eu estou na linha desses últimos. 

Além disso, é preciso sempre lembrar que as empresas quebram no curto prazo, não no longo. Se tiverem dificuldades econômicas vão quebrar. Normalmente por um problema de liquidez

Existem estimativas de que em dez anos a produtividade aumente com a reforma tributária. Oxalá que isso aconteça. Tenho sérios questionamentos sobre a metodologia desses cálculos. Minha percepção é que para chegar nesse nirvana, nesse paraíso, podemos passar por um inferno, uma utopia não realizada. 

O Sr. acredita que os impostos vão aumentar por causa da reforma?

O governo não apresentou alíquotas. O meio acadêmico está tentando suprir. Eu mesmo fiz alguns cálculos e simulações. E o resultado é sempre o mesmo: aumento da carga tributária

Pelo que calculei, a alíquota padrão do IVA, ou IBS, como será chamado por aqui, deveria superar 33%, tendo que chegar muito próximo aos 34%. 

Se considerarmos a famosa “alíquota zero” para a cesta básica ela chega a 35%. Com um nível como esse, o projeto se torna inviável. O setor produtivo vai sofrer. 

E os efeitos macroeconômicos?

Economistas que querem demostrar que a reforma tributária vai dar certo partem com premissas de longuíssimo prazo. Economistas não são bem sucessivos em análises de longo prazo. Lembrando que todo o mundo, no longo prazo, vai estar morto, como dizia John Maynard Keynes.

Pelos meus cálculos, o efeito nos preços vai ser trágico. Além da inflação, a reforma, assim como está, vai provocar uma desorganização da economia brasileira. O desemprego vai aumentar. Vai ser um caos econômico. 

Quem vai se beneficiar com essa reforma? 

agronegócio conseguiu isenção da cesta básica. Conseguiu aumento de isenção de R$ dois milhões para R$ 3,6 milhões. O setor de saúde terá redução na metade da alíquota. Transporteeventos artísticoseducação, setor farmacêutico, entre outros. Muita gente vai ganhar. 

Mas todas essas concessões implicam um aumento gigantesco da alíquota padrão, para que a carga tributária permaneça a mesma. 

Ou seja, se eles vão pagar menos impostos. Mas o restante da sociedade vai pagar mais. 

Sabendo disso tudo, por qual razão o governo quis levar adiante essa reforma?

Estão estão preparando o terreno para um projeto típico do PT: a centralização do poder. 

É evidente que com essa reforma o projeto de federalismo no Brasil será enfraquecido. Com a centralização, os recursos ficarão nas mãos das instituições federais, e permanecerão lá. E ai vai ser Brasília que decidirá onde alocar esse dinheiro. Querem evitar que surjam posições contrárias ao poder central. 

O principio da reforma tributária poderia ser até positivo, tendo como objetivo reduzir o número de impostos e alíquotas hoje existentes. Mas agredir o pacto federativo dessa forma e acabar com a autonomia dos prefeitos é algo profundamente errado. Poderiam muito bem modificar só o ICMS dos estados, onde está o verdadeiro problema da chamada “guerra fiscal“. Não era necessário mexer no pacto federativo. 

Qual o sentimento do Sr. nesse momento?

Estou profundamente decepcionado. Principalmente pela forma em que o projeto está sendo discutido. 

Uma vergonha para o Congresso. Um prejuízo gigantesco para a sociedade. O país vai dar um salto no escuro com essa reforma tributária. Ou o governo tem muita má fé ou está demonstrando uma profunda ignorância. Em ambos os casos, será um desastre. O que estamos vendo é simplesmente surreal.

Informações Revista Oeste


Foto: Danielly Freitas

Pacientes que sofrem com dores crônicas têm a oportunidade de aliviar os sintomas por meio da acupuntura – recurso terapêutico que utiliza agulhas em determinados pontos do corpo.

Na rede municipal de saúde, o atendimento gratuito, antes ofertado apenas no Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), às segundas, foi ampliado para a unidade CAPS 3 toda quarta-feira.

O serviço é destinado aos pacientes cadastrados na rede CAPS, que sofrem transtornos psicológicos e que possuem fibromialgia, artrite e outras doenças reumatológicas. Além disso, também é estendido para funcionários da Secretaria Municipal de Saúde que necessitem do acompanhamento.

A auxiliar farmacêutica, Viviane Farias, que sofre com dores crônicas generalizadas, tem aproveitado o recurso há cinco meses e destaca que os benefícios já podem ser observados.

“Eu tenho fibromialgia. A acupuntura melhorou bastante as dores. Eu tinha muita dificuldade de locomoção e enxaquecas. O tratamento tem proporcionado muitas coisas boas. A firmeza das mãos está voltando e até os incômodos na mandíbula estão diminuindo”, relatou.

De acordo com o médico, Rodson Tartari, o procedimento dura de 15 a 30 minutos. No caso de pacientes com transtornos depressivos ou ansiosos, é utilizado como ferramenta que busca contribuir na redução do uso dos remédios.

“Os pacientes de dor crônica são pessoas que sofrem há muito tempo e possuem dificuldade até para fazer caminhada. A partir do momento que a gente reduz esse nível de dor, a pessoa consegue voltar a fazer atividade física que é um instrumento importante para quem sofre com depressão e ansiedade”,  informa o especialista.

A coordenadora-geral da rede de saúde mental, Regicelia Silva, relata que a técnica passou a ser disponibilizada pela Prefeitura de Feira de Santana no ano passado com objetivo de promover o bem-estar. 

“Percebemos uma melhora significativa dos pacientes, na autoestima e nas dores. Hoje, em média, cerca de 45 pessoas são atendidas por semana. O encaminhamento é feito dentro da própria rede”, relatou.


Em Feira de Santana, pessoas infectadas por hepatite têm assistência garantida no Programa Municipal de Hepatites Virais – localizado no Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Lêda, com funcionamento de segunda a sexta-feira.

Conforme a hepatologista do programa, Karina Maia, os tipos mais comuns da doença entre os pacientes atendidos são causados pelos vírus B e C. “Os adultos são os mais acometidos devido à forma de contágio que ocorre, principalmente, via sexual e parental.

A médica também explica que por ser um doença silenciosa, a maioria dos pacientes pode viver anos sem apresentar sintomas. Desse modo, a recomendação é que todas as pessoas, na fase adulta, façam o exame para diagnóstico. Na rede pública, os testes rápidos para detecção da hepatite são realizados em qualquer unidade de saúde.

“Todos os indivíduos devem ser testados na fase adulta, principalmente os maiores de 40 anos, aqueles que apresentam olho amarelo, alteração nos exames do fígado ou pertencem a grupos com maior risco de contaminação, a exemplo dos usuários de drogas endovenosas ou inaladas, pessoas que usam seringas e fazem tatuagens”, orienta.

Além do não compartilhamento de itens de uso pessoal, a vacina é a maneira mais eficaz de assegurar a proteção contra a doença. A coordenadora do programa, Vanessa Sampaio, destaca que os imunizantes contra os vírus A e B são ofertados, gratuitamente, em todas as Unidades Básicas (UBSs) e de Saúde da Família (USFs).

“O trabalho de prevenção à hepatite começa ainda na infância, conscientizando os pais a atualizarem a caderneta de vacinação das crianças. Inclusive, aqui no CSE, nós temos uma sala de vacina, onde fazemos essa aplicação de doses”, frisou Vanessa.

Pamela Gonçalves, é mãe da pequena Melissa, que tem somente um ano, mas já recebeu os imunos contra a hepatite A e B que devem ser aplicados para a faixa etária. “O cartão de vacina dela sempre está atualizado porque a prioridade é que minha filha cresça sadia e sem o risco de doenças que podem ser prevenidas“, afirma.

De acordo com a orientação do Ministério da Saúde, a vacina contra a hepatite B deve ser tomada logo após o nascimento e no período de dois e quatro meses de vida. Na fase adulta, a aplicação pode ser feita, caso haja necessidade, a exemplo de profissionais que atuam na área da saúde ou no manuseio de materiais biológicos, pessoas sem comprovação de esquema vacinal, com taxa de imunidade baixa, e para gestantes. Já a vacina contra hepatite A é destinada aos bebês com um ano e três meses.


O PL baiano começa a veicular em rádio e tevê, a partir desta segunda-feira (10), peças partidárias em que defende o legado do governo do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, e a ampliação da atuação feminina na política. As inserções comerciais de 30 segundos trazem a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro e também os deputados federais Jonga Bacelar, Roberta Roma e Capitão Alden, além do presidente estadual do PL, João Roma.

No vídeo em que são defendidas as realizações do governo de Jair Bolsonaro, o primeiro a falar é Jonga Bacelar. “Com o PL no governo federal, o mercado de trabalho se recuperou e milhões de empregos foram gerados”. Em seguida, Roberta Roma comenta os excelentes índices sociais da gestão Bolsonaro. “Com o Auxílio Brasil de R$ 600, a desigualdade social no país caiu para o menor nível em 11 anos”.

Neste mesmo vídeo, o deputado federal Capitão Alden cita outro ponto de grande avanço no governo realizado pelo PL: a melhoria da segurança pública. “São os dados que dizem: o número de homicídios também caiu e o país melhorou no governo Bolsonaro”. A última intervenção neste vídeo é de João Roma: “É por isso que o povo transformou o PL no maior partido do Brasil”.

A participação da primeira-dama Michele Bolsonaro ocorreu em peça que destaca o PL Mulher. “Aqui no PL, vamos trabalhar todos os dias para aumentar a participação da mulher nas decisões políticas do nosso país”, diz Michele. Nesse ponto, ocorre uma bate-bola entre a primeira-dama e Roberta Roma, que responde: “O PL hoje é o maior partido do Brasil. E é também o lugar certo para tantas mulheres realizadoras e inspiradoras que querem ajudar a melhorar a vida de milhares de famílias”.

A ideia central desta peça é pontuar que a missão do PL Mulher é mostrar que a força e a sensibilidade femininas mudam a história política do nosso país. O publicitário Bruno Cartaxo, marqueteiro da campanha de João Roma no ano passado, foi o autor dos comerciais.


A fim de ajudar advogados e advogadas a aprimorarem suas habilidades no Tribunal do Júri, a ESA – Escola Superior da Advocacia – lança, de forma inédita, um curso de *Prática do Tribunal do Júri*, com a coordenação cientifica do professor Marcos Melo.O curso será realizado presencialmente em Feira de Santana, entre os dias 10 e 15 deste mês, com os professores: *Marcos Melo, Fabiano Pimentel, Isabel Adelaide, Gisela Baer, Marco Aurélio, Joari Wagner e Márcia Simões*.O/A participante do curso irá aprender, dentre outras coisas, “o papel da acusação no tribunal do júri”, com Isabel Adelaide; e “os desafios da defesa no tribunal do júri”, com Gisela Baer. “Procedimento especial do júri. Competência. Natureza jurídica. Princípios constitucionais. Primeira fase procedimentalmente. Recebimento da denúncia, instrução”, serão temas ensinados por Marco Aurélio e Joari Wagner; “Preparo e sessão de julgamento: instrução, debates, quesitos e sentença-pronúncia, impronúncia, absolvição sumária e desclassificado”, por Márcia Simões; e “Comportamento das partes no plenário do júri”, com Marcos Melo. O curso terá carga horária total de 18 horas e acontecerá no Auditório da OAB Subseção de Feira de Santana., situada na rua Cel. Álvaro Simões, 74, Centro. Os interessados devem investir R$ 40,00 para participar do curso. Mais informações podem ser obtidas e as inscrições podem ser feitas através do link https://bit.ly/tridojurifsa. As vagas são limitadas.


Quem controla o sistema? Parte da torcida do Flamengo atribuiu para si esse poder, cantando “somos o sistema” no Allianz Parque, por ocasião do jogo contra o Palmeiras. Mais um capítulo da provocação entre os principais times do país nos últimos anos.

Mas o Botafogo é quem parece ter “hackeado” e dominado o tal sistema. Um sistema próprio, que lhe rendeu a liderança, 36 pontos em 14 rodadas e dez pontos de diferença em relação aos concorrentes mais próximos.

O Botafogo está no caminho certo. Ainda faltam muitas rodadas, mas está no caminho certo. Se continuar dessa forma, se o grupo continuar fechado, do jeito que está, vamos começar a pensar em título. Já está dando esse cheirinho, sim”.

Cláudio Caçapa, técnico interino do Botafogo

Ritmo de campeão

Se Palmeiras e Flamengo frearam um ao outro nesta rodada, com o empate por 1 a 1, o Botafogo venceu de novo e igualou o Corinthians de 2017 na pontuação mais alta até essa altura do campeonato na era dos pontos corridos. Os corintianos ficaram com a taça naquele ano. Até agora, não há outra sinalização dada pelo Botafogo do que um domínio em termos de resultados, mesmo quando fica com as costas na parede — foi o que o Grêmio fez.

O Botafogo pela segunda vez se viu diante do segundo colocado, fora de casa, e venceu. Foi assim contra o Palmeiras e agora contra o time de Renato Gaúcho na Arena. Como se não bastasse, o Alvinegro já venceu o próprio Flamengo e também o Fluminense — para envolver o quarto elemento do atual G4 do Brasileirão. O tricolor, inclusive, subiu na tabela com a vitória sobre o Internacional, no primeiro jogo de Fernando Diniz desde que foi anunciado na seleção brasileira.

O Botafogo está sob a tutela de Cláudio Caçapa após o adeus de Luís Castro e nem parece sentir a transição até a chegada de mais um português, Bruno Lage. O alvinegro vence por ser cirúrgico e não se apavorar. O goleiro Lucas Perri faz seus milagres quando Adryelson e Victor Cuesta não são suficientes. E o time, por outro lado, dá um jeito de construir os gols. E nem precisa do artilheiro Tiquinho Soares para isso.

O Botafogo até agora não se envolveu na “trocação” recente sobre arbitragem. Até porque fica difícil ser acusado de “mão invisível” do sistema depois de passar anos penando entre brigas para não cair e rebaixamentos.

A reclamação muda de lado

Na troca de acusações e cobranças, o Palmeiras citou o tal “sistema” após o empate com o Athletico e, a partir da derrota para o São Paulo, na Copa do Brasil, estipulou a “lei da mordaça”. Ninguém dá entrevista. Nem jogadores, nem comissão técnica. “Eu sei que eu não posso brigar com o sistema”, foi o que disse a presidente Leila Pereira ao anunciar que a delegação não se pronunciaria por um tempo.

Durante a semana, o lado palmeirense viu o Flamengo pedir punição ao responsável original pela crítica à CBF — o auxiliar João Martins. Mas foram os rubro-negros que deixaram o jogo de sábado (8) reclamando da arbitragem. Um lance envolvendo Everton Ribeiro é a razão, com direito à promessa de contestação na CBF.

Com a bola rolando, viu-se o equilíbrio que impera entre Palmeiras e Flamengo nos últimos anos. Primeiro tempo de um e segundo tempo de outro. Com a ressalva de que Jorge Sampaoli optou por começar com Everton Ribeiro e Arrascaeta no banco. Quando entraram em ação, o enredo do jogo se transformou.

No Grêmio, Renato Gaúcho também resolveu falar sobre arbitragem ontem, citando situações do jogo contra o Botafogo e de partidas passadas.

“Seneme, você está cobrando a arbitragem? Quero saber o que se faz com o VAR, porque não está chamando”, disse o técnico gremista, dirigindo-se ao presidente da comissão de arbitragem.

Pênalti para o Santos?

Os protestos na rodada também são de Goiás e América-MG, por pênaltis assinalados a favor de Santos e Coritiba, respectivamente. Essa queda de braço, específica, envolve a parte de baixo da tabela.

Na penalidade santista, o árbitro Bruno Arleu viu infração em um encontrão dentro da área de Lucas Halter em Joaquim, já aos 44 minutos do segundo tempo. Mesmo chamado pelo VAR à área de revisão, Arleu manteve a marcação. O lance foi decisivo para a vitória por 4 a 3 — o time ganhou a primeira depois de 12 jogos.

Falando nisso, e o Vasco? Parece que houve uma pane no sistema que está difícil de ser corrigida.

Informações UOL


rawpixel.com/ Freepik
Imagem: rawpixel.com/ Freepik

O 5G puro completou um ano de existência no Brasil nesta semana. A velocidade mais alta da nova rede já tem feito alguns brasileiros cogitarem abrir mão da internet fixa dentro de casa. Mas será que a internet de quinta geração vai, de fato, colocar fim à conexão via cabos?

Uma pesquisa realizada pela OpenSignal em maio deste ano indicou que a velocidade de download em três cidades brasileiras em que o 5G está liberado passa de 400 Mbps, se aproximando do que hoje é oferecido em pacotes mensais de internet banda larga fixa. São elas: Porto Alegre, Teresina e Curitiba.

Apesar desse bom desempenho, segundo especialistas ouvidos por Tilt, a chance do 5G substituir a internet fixa em grande escala é remota, pois os dois são tecnologias com propostas diferentes.

Dados importantes sobre 5G

Rede de conexão móvel desenvolvida para ser mais estável e mais rápida do que o 4G.

Permite que diferentes aparelhos acessem a internet ao mesmo tempo.

Não necessita de cabos ou fibra para funcionar.

Somente dispositivos (como celulares, tablets) compatíveis conseguem acessar o 5G.

Para o professor Ricardo Caranicola Caleffo, do curso de Engenharia Eletrônica do IMT (Instituto Mauá de Tecnologia), o 5G é mais apropriado na questão de desempenho de conexão, como usos na rua — através do celular. Já o wi-fi é insubstituível para questões domésticas.

“Para comunicação em ambientes fechados eu não vejo possibilidade de haver uma substituição de uma tecnologia para outra”, diz o docente, também pesquisador na USP (Universidade de São Paulo).

Ana Benso, professora do curso em Ciência da Computação da Escola Politécnica da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), acrescenta que, se essa substituição acontecer, isso será num futuro bem distante. A implantação do 5G ainda passará por grandes desafios nos próximos anos.

Wi-fi x 5G

O wi-fi já tem uma rede consolidada, o que levou anos para chegar a esse nível, destaca a professora. No caso da internet de quinta geração, a infraestrutura ainda está sendo montada. Pelo cronograma da Anatel, a sua instalação completa no Brasil deve acabar em 2028.

“Não é que o 5G não possa suprir a internet fixa, mas o problema é que existe um combinado de tecnologia e infraestrutura estabelecida. Isso tudo é uma questão de tempo e custo, de quanto tempo vai levar para se implantar [o 5G] nas cidades, quais os custos que isso representa”, afirma Benso.

“Num futuro distante a tendência vai ser a gente ter redes sem fio suprindo a internet domésticas. Mas aí todos os outros dispositivos vão ter que ter conectividade direto com 5G ou com um roteador 5G que receba esse sinal”, complementa.

A oferta de celulares compatíveis ainda é embrionária no Brasil.

5G e o consumo do pacote de dados

A troca da conexão fixa pelo 5G móvel naturalmente depende de como a pessoa usa a internet, acrescentam os entrevistados. Muitos a usam dentro de casa para conferir redes sociais, jogar, ver vídeos e séries, estudar, participar de reuniões online.

Pessoas dentro desse perfil gastariam mais com o pacote de dados a partir do 5G diante da limitação do serviço contratado. O wi-fi ainda é o melhor aliado para esse combo de usos.

“Por melhor que seja o pacote oferecido pela operadora e contratado pela pessoa, você ficar o dia inteiro com o celular conectado ao 5G, gastando teu pacote, uma hora ele acaba. A rede wi-fi não tem essa característica. Se você contrata uma rede fixa, você não contrata uma quantidade x de dados”, explica o professor de engenharia eletrônica.

Se você ficar o dia inteiro com seu dispositivo ligado à rede wi-fi, você tem o que foi acordado com a operadora com uma determinada taxa de transmissão de dados, acrescenta Caleffo.

5G e seus benefícios

O 5G é mais rápido do que qualquer conexão móvel já usada, mas os benefícios práticos envolvidos na rede ainda são poucos no Brasil. Tudo ainda é recente. Por isso, o professor Caleffo recomenda cautela entre as pessoas que estão mirando substituir a internet fixa.

“Houve uma grande expectativa por parte de todo mundo, mas na realidade, na prática, vai levar mais tempo do que as pessoas estão imaginando para elas sentirem os benefícios da rede 5G, afirma.

Sidney Azeredo Nince, assessor na Superintendência de Outorga e Recursos para a Prestação de Serviços de Telecomunicações na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), observa que a possibilidade de migração da internet fixa para a móvel já era vislumbrada quando a tecnologia 5G foi lançada. Porém, ele também reconhece diferenças entre os dois tipos de rede.

“A banda larga móvel é muito variável, você se desloca, mas pode ter prédios que interrompam o sinal. Tem uma série de variações, por exemplo, lugares que durante um período tem muitas pessoas usando, a internet pode oscilar. Já a banda larga fixa, o comportamento da rede é muito mais previsível”, conclui Nince.

Informações Tilt UOL