Presidente do Senado deu declarações nesta quarta-feira

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, definiu como um “equívoco grave” a possibilidade de descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O julgamento nesse sentido foi retomado, nesta quarta-feira (2), pelo tribunal e suspenso depois de quatro votos a favor da descriminalização. Segundo Pacheco, cabe exclusivamente ao Congresso Nacional discutir a questão, e uma decisão do STF não pode ser contrária à lei vigente.
— Houve, a partir da concepção da Lei Antidrogas, também uma opção política de se prever o crime de tráfico de drogas com a pena a ele cominada, e de prever também a criminalização do porte para uso de drogas — afirmou Pacheco em Plenário, nesta quarta.
O presidente do Senado classificou a descriminalização, sem discussão no Congresso e sem criação de programas de saúde pública, como “invasão de competência do Poder Legislativo”.
— Ao se permitir ou ao se legalizar o porte de drogas para uso pessoal, de quem se irá comprar a droga? De um traficante de drogas, que pratica um crime gravíssimo equiparado a hediondo – pontuou.
Ele ainda cobrou dos ministros do STF a compreensão do papel da arena política e afirmou que o Congresso está “trabalhando duramente” pelo bem do país.
*Agência Senado

O autor da Lei, é o vereador Flávio Arruda (Galeguinho SPA)
A Câmara Municipal de Feira de Santana aprovou nesta semana a Lei 4162/23, de autoria do vereador Flávio Arruda (Galeguinho SPA/ PSD), que altera o artigo 11 da Lei 3.736/17, sobre sons automotivos urbanos. Ou seja, os equipamentos sonoros apreendidos por órgãos de fiscalização serão encaminhados para a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, e poderão ser devolvidos aos respectivos donos mediante pagamento de multa no prazo máximo de até 60 dias, caso contrário o infrator deverá se apresentar à Polícia Judiciária que abrirá boletim de ocorrência para oitiva do autuado e encaminhamento à justiça.
“Antes não existia essa possibilidade de ter o material devolvido. Esta Lei é uma grande vitória para a categoria, e será bastante útil para a comunidade. Quando o material era apreendido, passava anos no galpão, ninguém conseguia retirar devido aos trâmites burocráticos. Se o material for apreendido, vai ser encaminhado à Secretaria de Meio Ambiente, você paga multa e retira”, explicou o vereador Galeguinho.
A Lei entra em vigor a partir da data de sua publicação.



Quando médicos dissidentes relatam o poder das grandes indústrias farmacêuticas, muitas pessoas acreditam se tratar de teorias de conspiração, afinal, sempre soa como exagero. Entretanto, a reportagem difamatória do Jornal O Estado de S. Paulo sobre nós: “Associação de médicos condenada por propaganda pró-cloroquina agora aposta em discurso antivacinas“, publicada dia 23 de julho, se torna um exemplo da onipresença e domínio da indústria farmacêutica, o que evidencia a corrupção sistêmica em toda a medicina e no jornalismo.
Além de mostrarmos as ligações de todos os envolvidos na reportagem com as grandes corporações do ramo, checamos as falsidades presentes na reportagem, a falta de ética jornalística e os métodos utilizados pelos jornalistas para que os leitores fossem distraídos do real debate.
O MPV – Médicos Pela Vida, é um grupo de médicos que resolveu estudar as melhores evidências disponíveis para tratamento da COVID-19 desde o início da pandemia. Os primeiros medicamentos com estudos positivos foram a hidroxicloroquina, ivermectina, vitaminas e minerais, entre outros.
Com isso, obtivemos uma redução de mais de 90% de mortalidade. Nossos dados são irrefutáveis. Enquanto no Brasil tivemos, em média, um óbito a cada 53 infectados, entre os médicos que tratam COVID-19, houve um óbito a cada cerca de 600 pacientes. Muitos médicos, no mundo todo, tiveram resultados semelhantes seguindo os mesmos princípios.
Com esses resultados, desde o começo, nossa mensagem foi: a doença tem tratamento eficaz, principalmente na fase inicial da doença – daí a importância do diagnóstico precoce – e, portanto, as vacinas experimentais eram desnecessárias. Havia tratamentos com medicamentos baratos, genéricos, sem patentes, seguros e eficazes para doenças com etiologia e fisiopatogenia semelhantes. Obviamente, isso incomodou os poderosos e um mercado de mais de US$ 1 trilhão de dólares pronto para ser explorado. Todos, no mundo todo, que transmitiam a mesma mensagem, passaram a ser atacados impiedosamente.
A repórter Fabiana Cambricoli, ao produzir a reportagem, nos enviou questionamentos. Nós respondemos de modo público no dia 29 de junho. A base principal de seu questionamento se tornaria o título da matéria no Estadão. Ela queria saber porque divulgamos conteúdos “contra as vacinas COVID-19”.
Nossa resposta foi óbvia. Afirmamos que não divulgamos conteúdos “contra as vacinas Covid-19”, mas sim que divulgamos estudos científicos, estatísticas e fatos sobre as vacinas COVID-19. E afirmamos que diante disso, caberia a cada leitor interpretar os dados e fatos.
São fatos e estudos rigorosos. As respostas aos questionamentos do Estadão podem ser lidas aqui: “Resposta pública ao Estadão“.
A seguir, apresentaremos uma lista completa dos interlocutores e entidades citadas na matéria do Estadão. São eles que endossam as críticas à MPV.
A reportagem ouviu Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). No canal do Youtube da SBIm, podemos ver o logo da Pfizer. (Link para o vídeo: 5m24).

Em outro documento publicado no site da SBIm, eles informam que foram apoiados por GSK, MSD, Pfizer e Sanofi Pasteur.
Em outro website, de 2021, a SBIm agrega seu logotipo em uma campanha de comunicação da Pfizer. É a campanha “Crie mais proteção“.

Outra pessoa ouvida pela reportagem é Natália Pasternak, personagem sempre presente nas reportagens de televisão. Ela é colunista de O Globo e presidente de um instituto fundado por ela mesma: o Instituto Questão de Ciência, onde seu marido é editor chefe.

Natália faz parte do Conselho Consultivo da gigante farmacêutica Janssen, produtora de vacinas contra a COVID-19. Ainda em fevereiro de 2022, a vacina da Janssen foi retirada do mercado em diversos países, como na França, conforme noticiado pelo site RFI, devido os riscos superarem os benefícios.
O “Instituto Questão de Ciência” afirma que tem como objetivo orientar políticas públicas no Brasil. Ao que consta, a informação que a França baniu a Janssen não foi divulgada nem pelo Instituto nem por Natália em sua coluna em O Globo, um dos maiores jornais do país. Deste modo, a Janssen continuou sendo oferecida pelas autoridades brasileiras.
Ou seja, no Brasil, os lucros da Janssen não foram ameaçados, mesmo sendo uma vacina que os riscos superam os benefícios para a maior parte da população.

Além de ser vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Kfouri declara, em documento disponibilizado no site do Ministério da Saúde, vínculos com grandes corporações farmacêuticas. Na lista, entram fabricantes de vacinas como Pfizer, Astrazeneca e o Butantan.
Na mídia, Kfouri defendeu os passaportes sanitários, que serviu apenas para aumentar os lucros da big pharma com coerção da população para que tomassem os produtos.

A checagem de fatos do Estadão, usada pelas plataformas de mídia social como referência para censurar matérias, é patrocinada pela Johnson & Johnson, que fabrica as vacinas COVID-19 Janssen. Ou seja, a checagem de fatos sobre vacinas é patrocinada pela fabricante de vacinas.
No fim da matéria há a explicação de quem financiou a reportagem: “Esta reportagem foi produzida com o apoio do programa Disarming Disinformation, do International Center for Journalists (ICFJ), e financiada pelo Instituto Serrapilheira. O Disarming Disinformation é um esforço global de três anos com financiamento principal do Scripps Howard Fund“.
Conforme reportagem de 2021 na Businesswire, a Muck Rack, empresa de relações públicas, fez parceria com a International Center for Journalists (ICFJ). A Muck Rack possui, entre seus clientes, a Pfizer.
O objetivo das empresas de relações públicas é o de moldar a opinião pública conforme os desejos das corporações dominantes. A Muck Rack explica sua missão: “permite que as equipes de relações públicas trabalhem juntas para encontrar os jornalistas certos para suas histórias”.

“Há uma discussão sobre um fenômeno do que seria uma tolerância imunológica, no qual muitas doses da vacina poderiam ter resposta menor do que a esperada, mas jamais foi demonstrado em nenhum estudo que isso aumenta o risco de infecção”, afirmou Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, para a reportagem.
Entretanto, isso foi, sim, demonstrado em um estudo robusto feito pela Cleveland Clinic, dos EUA. A Cleveland Clinic é considerada a segunda instituição hospitalar mais prestigiada do mundo pela Newsweek. “Quanto maior o número de vacinas recebidas anteriormente, maior o risco de contrair COVID-19”, concluíram os cientistas no estudo.
A Cleveland Clinic fez a pesquisa envolvendo mais de 50 mil funcionários. O controle de quem tomou as vacinas, quantas doses e se, posteriormente, teve infecções, foi rigoroso. Além disso, o estudo confirma estudos anteriores, como o da Islândia, que encontrou dados semelhantes.
Este estudo segue sem nenhuma crítica que o desqualifique. Portanto, Kfouri, ao afirmar isso ao jornal, gera duas opções:
Leia matéria completa sobre o estudo da Cleveland Clinic aqui: “Quanto mais doses você toma, maior sua chance de contrair COVID-19, revela estudo“
A reportagem fala sobre o manifesto publicado pelo MPV: “Em 2021, chegou a publicar na imprensa informe publicitário defendendo a prescrição do chamado ‘kit covid’, conjunto de drogas que, segundo diversos estudos científicos internacionais e autoridades sanitárias, não têm eficácia contra a doença”.
Neste manifesto de 2021 elencamos diversos medicamentos, como hidroxicloroquina e ivermectina, entre outros. Vamos aos mais polêmicos:
Hoje existem 402 estudos da hidroxicloroquina contra a COVID-19. Desses, 37 pertencem a uma condição específica: o tratamento precoce. Ou seja, o início das medicações com até 5 dias de sintomas. Entre esses 37 estudos em tratamento precoce, 16 medem mortalidade como desfecho. Mortalidade é algo que não dá para ter viés de interpretação. E todos os 16 estudos evidenciam redução da mortalidade. Todos. Por unanimidade.

Link para todos os estudos aqui.
Leia matéria completa no site do MPV aqui: “Quais são as evidências atuais da hidroxicloroquina contra a COVID-19?“.
Na conclusão desta matéria, escrevemos: “É impossível, diante dos dados científicos, dizer que hidroxicloroquina ‘não funciona’ contra a COVID-19. Conclusões assim só podem partir de pessoas que não entendem nada de ciência ou possuem interesses escusos”.
Hoje existem 99 estudos sobre o uso da ivermectina contra a COVID-19. Desses, 17 são em duas condições específicas: profilaxia pré-exposição e profilaxia pós-exposição. E todos os 17 estudos de profilaxia, por unanimidade, são positivos.

Leia todos os estudos da ivermectina aqui.
Leia matéria no site do MPV sobre as evidências da ivermectina aqui: “COVID-19: estudo ‘padrão ouro’ comprova eficácia da ivermectina“.
A matéria diz que “autoridades sanitárias” não recomendam os medicamentos. Para continuar a explicação de como a indústria farmacêutica domina todo o estabelecimento médico, trazemos os dados disponibilizados em uma reportagem investigativa publicada na BMJ – British Medical Journal, um dos mais prestigiados periódicos médicos do mundo, em 2022.
A reportagem traz números de quanto dos orçamentos desses órgãos são derivados das indústrias farmacêuticas. Eis os números:
O nome disso é captura regulatória. Essas agências funcionam como departamento de marketing das grandes indústrias farmacêuticas. Um resumo simples? Quem paga a banda escolhe a música.
Leia a matéria completa no site do MPV: “Artigo da BMJ questiona se órgãos reguladores foram comprados pela indústria farmacêutica“
A matéria do Estadão não consegue atravessar as fronteiras do Brasil na hora de analisar o contexto geral, mesmo com a pandemia sendo no mundo todo. Devido a um determinado anunciante de um dos congressos MPV, a jornalista tenta vincular todo o MPV à movimentos de direita no espectro político. Deste modo, Cambricoli busca distrair o público do real debate.
Entretanto, ao atravessar nossas fronteiras, o que o MPV defende também pertence a outro espectro: a esquerda. Afinal, hidroxicloroquina está no protocolo oficial de Cuba contra a COVID-19, desde a primeira versão. Ou seja, a mensagem do MPV sempre foi: Cuba está certa e os EUA, errados.
O pior é saber que tudo que estamos passando é apenas uma repetição da história da AIDS. Havia tratamento eficaz desde o meio da década de 80, mas os médicos da linha de frente, mesmo com resultados incontestáveis, por contrariarem os interesses da big pharma, eram perseguidos. Centenas de milhares foram deixados à morte por lucro. Tudo isso foi bem retratado no filme “Clube de Compras Dallas”, vencedor de três estatuetas do Oscar. Mas ninguém aprende nada com a história.
A reportagem do Estadão é como a ponta de um iceberg. Além do próprio veículo, absolutamente todos os especialistas ouvidos na reportagem possuem ligações com a big pharma. Não sobrou um sequer. Isso não é jornalismo. É uma peça de propaganda das grandes indústrias farmacêuticas. Exatamente por isso precisaram fingir que os dados trazidos pela Cleveland Clinic não existem.
Percebam que não há qualquer reconhecimento pelo muito realizado e por tantas vidas salvas pelos médicos do tratamento precoce, nem há qualquer menção aos estudos científicos exitosos e independentes.
E para darmos a fotografia completa aos leitores, vamos a mais dados não explicitados na matéria: a big pharma possui o maior lobby do mundo. Eles dominam as revistas científicas. Eles dominam as pesquisas, dominam a academia e destroem as carreiras dos dissidentes. A big pharma domina as sociedades médicas. Nos EUA, a big pharma gasta mais com anúncios do que com pesquisa e desenvolvimento. E de todos os anúncios na TV dos EUA, a big pharma é responsável por 75% do total. Ou seja, eles compram a mídia. E além de tudo isso, a big pharma domina a big tech e censura quem ela achar que deve.
E toda questão é que ciência é a busca pela verdade, o que significa debate científico, exatamente o fundamento, o motor do progresso científico. Como debater quando nossos críticos centram ataques em nós e ignoram estudos sólidos? Os comitês políticos-científicos e a grande mídia vão aceitar o debate científico honesto ou vão continuar a intimidar, difamar, caluniar os médicos e cientistas que fazem ciência?
De qualquer modo, mesmo com o domínio de amplo espectro das indústrias, um fato desmonta qualquer narrativa: resultado. São os números trazidos por médicos da linha de frente (do MPV e assemelhados do mundo todo) que continuam incontestáveis e imbatíveis.
*Fonte: Médicos pela vida covids

A OAB Subseção Feira de Santana, em ação conjunta com a Caixa de Assistência aos Advogados da Bahia (CAAB) vai realizar, no próximo dia 25, uma campanha de vacinação contra a Influenza para toda a advocacia feirense, inclusive estagiários e seus dependentes. Para poder se vacinar, o(a) advogado(a) precisa se cadastrar no link https://v23.caab.org.br/.
A campanha faz parte das atividades referentes ao mês da Advocacia, visto que o dia da categoria é comemorado em 11 de agosto. Na capital também haverá imunização no dia 25. Mais informações podem ser obtidas através do Instagram @oab_feira_de_santana.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (3), uma operação policial visando reprimir fraudes bancárias em face da Caixa Econômica Federal, com uso de documentos falsos e pagamentos via PIX.
Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela 17ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia, sendo um na capital e outro no município de Feira de Santana/BA. Outras medidas cautelares foram deferidas e estão em fase de implementação.
O delito apurado na operação é estelionato, além de outros que porventura possam ser constatados no curso da investigação, sobretudo com o resultado obtido com a aplicação das medidas cautelares.

O coordenador pedagógico é uma peça muito importante para articulação, formação e transformação no cotidiano escolar, mediando os processos entre professores, estudantes e pais. Acrya dos Santos Souza, 34 anos, está entre coordenadores que atuam em escolas municipais de Feira de Santana. No próximo domingo (6) será celebrado o Dia dos Profissionais da Educação
Potencializar projetos, agregar novidades ao cotidiano escolar, viabilizar atividades de acordo com as diretrizes pedagógicas e socioculturais da escola e mediar o currículo e professores estão entre as atribuições do coordenador pedagógico; além de intermediar as relações da comunidade escolar.
Acrya formou-se em 2010 na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e logo na sua primeira tentativa como concurseira, em 2013, entrou para o quadro de docentes efetivos da Rede Municipal. Ainda como estudante da graduação, tornou-se estagiária da Escola Municipal Eurides Franco de Lacerda, na Conceição, onde atualmente está como coordenadora pedagógica da unidade.
“Quando comecei o estágio eu jamais imaginei um dia assumir a coordenação desta escola. Hoje sou muito grata a Deus por me permitir servir à minha comunidade”, disse.
Mesmo atuando por 10 anos como professora em sala de aula, afirma que está aprendendo aprende diariamente com todo esse universo que a função exige e leva algumas lições para a vida.
“As habilidades desenvolvidas no cargo tem me auxiliado em toda a minha vida. Consegui desenvolver e adquirir ainda mais ao longo dos últimos anos habilidades como autocontrole, senso de coletividade, inovação, criatividade e capacidade de resolver problemas”, pontuou.
Para finalizar, a professora deixou uma mensagem e parabenizou todos que se dedicam e se esforçam na tentativa de mudar o mundo através da educação com uma citação do educador Paulo Freire. “Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo”, parafraseou.

Até esta sexta-feira (4) mais de 400 professores dos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, de 64 unidades escolares, estarão participando das formações continuadas para uso dos laboratórios de Ciências e Matemática. As atividades estão acontecendo nas escolas municipais Celso Ribeiro Daltro, Acioly Silva Araújo e Maria Antonia da Costa e no Centro Integrado de Educação Municipal Professor Joselito Falcão de Amorim.
Os laboratórios, que já foram instalados em 61 unidades escolares, são equipados com materiais de alta qualidade para promover a aprendizagem prática e experimental e possuem mais de 300 itens, entre microscópios, tubos de ensaio, esqueletos, substâncias químicas, jogos educativos, balanças, kit financeiro e outros. Ao todo, 164 escolas do ensino fundamental serão contempladas.
Os encontros formativos tem o objetivo de atualizar os profissionais da educação sobre a utilização dos recursos para dinamização das aulas, conforme explica a formadora Carol Rocha.
“Estamos trabalhando a parte prática do laboratório de Ciências, fazendo alguns experimentos, passando para os professores algumas sugestões e planos de aula e faremos o mesmo processo com a parte de Matemática, os jogos e todos os outros materiais”.

Mudar a letra do WhatsApp e deixar o app com uma fonte diferente é possível de diversas maneiras no mensageiro, disponível para celulares Android e iPhone (iOS), tablets e na versão Web para PC. O aplicativo disponibiliza recursos de formatação tradicionais – negrito, itálico e riscado – e a fonte FixedSys, com um estilo monoespaçado entre os caracteres. Além das ferramentas do próprio serviço, há sites e apps com uma variedade de estilo de texto e cor, por exemplo, o Ponto de Fusão. Esta é uma página online que permite usar diversas fontes no WhatsApp grátis e o diferencial está na praticidade, pois ela dispensa o download das tipografias.
Outra forma de personalizar o mensageiro é usar o Stylish Text. A plataforma se destaca pela possibilidade de compartilhar o resultado sem precisar sair do aplicativo. Confira a seguir uma lista com formas diferentes de mudar a letra e a fonte do WhatsApp. Aprenda também como aumentar a letra ou deixar a letra do WhatsApp colorida.
O TechTudo reuniu abaixo 10 dicas para você aprender como trocar a fonte ou aumentar a letra do WhatsApp, inclusive, mudar a cor da letra no app. No índice a seguir, confira os tópicos que serão abordados nesta lista.
Como mudar a letra para FixedSys (monoespaçado)
Como mudar a letra para Negrito
Como mudar a fonte para Itálico
Como mudar a letra para Riscado
Mudar a letra com várias formatações
Mudar a letra com o site Ponto de Fusão
Trocar a fonte com o app Stylish Text
Como trocar a fonte pelo site Fonts for WhatsApp
Como aumentar a letra do WhatsApp
Como deixar a letra do WhatsApp colorida
1. Como mudar a letra para FixedSys (monoespaçado)
A FixedSys é um tipo de fonte oferecida pelo próprio mensageiro. A principal característica visual está no formato mais espaçado entre os caracteres. Para utilizar a função, abra a tela do bate-papo e digite três acentos graves (“`) entre a palavra ou frase. Por exemplo: “`TechTudo“`. Vale destacar que a função tem visualização prévia no celular e no WhatsApp Web. Ou seja, o usuário pode ver o resultado antes do envio do conteúdo.
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Inicie o WhatsApp;
Escolha uma conversa ou acesse um grupo de mensagens;
Digite a mensagem desejada no campo de texto, mas coloque três acentos graves (“`) no início e outros três no final. Por exemplo, para escrever a frase “Oi, tudo bem?” com a fonte FixedSys, insira “`Oi, tudo bem?“`.
2. Como mudar a letra para Negrito
Negrito é uma formatação comumente usada para destacar determinadas palavras e assuntos. No WhatsApp, o usuário pode utilizar essa função para destacar o dia, horário e local de um evento, por exemplo. Para aplicar o recurso, insira um asterisco (*) no começo e fim do trecho selecionado. Por exemplo: *TechTudo*. Da mesma forma que a FixedSys, o texto em negrito tem prévia no app para smartphone e no WhatsApp Web.
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Negrito: digite um asterisco (*) no início e outro no fim da mensagem. Exemplo: *Oi, tudo bem?*.
3. Como mudar a fonte para Itálico
O Itálico também pode ser utilizado para personalizar o texto no WhatsApp. Os interessados podem, por exemplo, utilizar o recurso ao escrever em outro idioma ou quando quiser destacar um título. Para usar a ferramenta, digite underline (_) entre o trecho da mensagem. Por exemplo: _TechTudo_. A opção personalizada também pode ser vista previamente no mensageiro para celular e PC.
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Itálico: digite um sublinhado (_) no começo e outro no fim da mensagem. Exemplo: _Oi, tudo bem?_
4. Como mudar a letra para Riscado
Outra forma de formatação básica é o Riscado. Ele pode ser usado em tom de brincadeira ou piada no chat do WhatsApp, por exemplo. A ideia é parecer que aquele termo “escapou” sem querer e precisou ser “corrigido”. Para usar o recurso, basta digitar o ícone de til (~) no início e final da palavra ou frase. Por exemplo: ~TechTudo~.
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Texto riscado: digite um til (~) no início e outro no fim da mensagem. Exemplo: ~ ̶O̶i̶,̶ ̶t̶u̶d̶o̶ ̶b̶e̶m̶?̶~
5. Mudar a letra com várias formatações
É importante notar que é possível combinar diferentes formatações dentro da mesma frase, como adicionar texto em negrito e itálico. Para isso, basta utilizar os símbolos de formatação correspondentes, mas é interessante observar que a ordem dos sinais no início da frase deve ser inversa em relação aos sinais no final.
Por exemplo, para escrever “Oi, tudo bem?” em negrito e itálico, você pode utilizar *_Oi, tudo bem?_*.
Por outro lado, a fonte FixedSys não suporta qualquer tipo de combinação de formatação. Mesmo que você tente inserir outros símbolos, o texto permanecerá no formato padrão sem mostrar nenhum efeito visual diferente.
6. Mudar a letra com o site Ponto de Fusão
O site Ponto de Fusão reúne uma variedade de fontes para o aplicativo de mensagens instantâneas. São disponibilizadas 23 tipos de formatações diferentes. Basta acessar o site (www.pontodefusao.com/letras/) e digitar o texto no campo em branco. Em seguida, escolha uma das fontes, copie o conteúdo e depois cole-o no seu chat do mensageiro.
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Para mudar a fonte e usar letras personalizadas no WhatsApp, siga estes passos do tutorial:
Acesse o site Ponto de Fusão (www.pontodefusao.com/letras/) e insira o texto no local indicado;
Escolha uma das seis opções disponíveis para visualizar uma prévia do texto com a fonte selecionada;
Se você gostou de alguma das opções, clique em “Copiar”;
Abra uma conversa no WhatsApp, cole o texto copiado e envie-o para compartilhar a mensagem com a fonte personalizada.
7. Trocar a fonte com o app Stylish Text
Os interessados em investir ainda mais na troca de mensagens com os amigos e familiares pelo WhatsApp podem baixar o app Stylish Text. Grátis e disponível para celulares com Android ou iOS (iPhone), ele tem um acervo exclusivo e personalizado, com letras grandes e fontes espaçadas, por exemplo.
O diferencial da plataforma está na possibilidade de compartilhar o resultado sem o usuário precisar sair do app. Basta tocar no botão do WhatsApp e escolher um ou mais amigos para compartilhar o texto com a nova fonte. Além disso, é possível favoritar (no símbolo de estrela) uma letra para adicioná-la diretamente no mensageiro ao deixar o aplicativo em primeiro plano.
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Siga estes passos para utilizar uma fonte diferente no WhatsApp:
Faça o download do aplicativo Stylish Text para dispositivos Android e iOS (iPhone);
Digite a palavra ou frase que deseja ver com uma fonte personalizada e clique no ícone do WhatsApp;
Localize o WhatsApp na lista de programas disponíveis;
Escolha uma conversa ou grupo no WhatsApp e envie a mensagem com a fonte personalizada.
8. Como trocar a fonte pelo site Fonts for WhatsApp
Outra alternativa para mudar a letra do WhatsApp é usar o site Fonts for WhatsApp, que é gratuito para navegadores no celular ou PC. Para aprender como usá-lo, acompanhe o passo a passo abaixo:
Acesse “https://www.fontsforwhatsapp.com/” (sem aspas) e digite seu texto no campo indicado. Confira todas as opções de fontes disponibilizadas pelo site;
Escolha uma das opções e toque sobre ela – o texto será copiado automaticamente para a área de transferência do seu dispositivo. Por fim, cole o conteúdo em uma conversa do WhatsApp.
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9. Como aumentar a letra do WhatsApp
Aumentar ou diminuir o tamanho da fonte nas conversas do WhatsApp pode ser benéfico para aqueles que enfrentam dificuldades ao ler mensagens com o tamanho padrão. No aplicativo, há uma opção disponível para ampliar o tamanho dos textos, proporcionando maior conforto durante a leitura.
Além disso, caso prefira otimizar o espaço na tela e visualizar mais palavras de uma só vez, também é possível reduzir o tamanho da fonte. Confira o passo a passo a seguir.
No Android:
Abra o WhatsApp em seu celular Android;
Acesse o menu de configurações. Para isso, toque nos três pontos verticais no canto superior direito e selecione “Configurações”;
Dentro das configurações, procure e selecione “Conversas”.
Em seguida, procure a opção “Tamanho da fonte”;
Agora, você pode selecionar uma fonte Pequena, Média ou Grande;
Saia das configurações para que as alterações tenham efeito.
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No iPhone (iOS), opção 1:
Acesse os “Ajustes” do seu iPhone;
Clique em “Tela e Brilho”;
Toque em “Tamanho do Texto”;
Ajuste o tamanho da fonte arrastando o controle deslizante para a direita ou esquerda.
No iPhone (iOS), opção 2:
Abra os “Ajustes” do seu iPhone;
Clique em “Acessibilidade”;
Toque em “Tela e Tamanho do Texto”;
Ative a opção “Texto Maior”;
Ajuste o tamanho da fonte arrastando o controle deslizante conforme sua preferência.
Após seguir esses passos, o tamanho da letra nas conversas do WhatsApp será ampliado de acordo com a configuração escolhida. Caso queira reverter para o tamanho padrão, basta seguir o mesmo procedimento e ajustar a fonte novamente.
10. Como deixar a letra do WhatsApp colorida
Mudar a cor da letra no WhatsApp torna-se uma tarefa descomplicada graças ao Blue Text, um aplicativo grátis disponível para Android. O app permite que o usuário transforme suas mensagens em letras azuis. Basta inserir a frase desejada na ferramenta, copiar o texto gerado e colá-lo na conversa que deseja.
Além disso, aqueles que desejam facilitar ainda mais o processo de escrita personalizada podem configurar e utilizar um teclado que permita digitar diretamente em azul em qualquer aplicativo. Essa ferramenta é especialmente útil para aqueles que buscam uma forma criativa de aprimorar sua experiência na Internet. Confira o tutorial abaixo e aprenda como deixar a letra do WhatsApp colorida:
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Instale o aplicativo Blue Text pelo TechTudo. Ao abrir o app, você verá a tela principal onde pode inserir o texto que deseja converter para a cor azul;
Após inserir o texto, toque sobre ele e selecione a opção “Copy” (“Copiar”) para copiar o texto colorido;
No WhatsApp, toque no campo de texto da conversa onde deseja enviar a mensagem. Cole o conteúdo copiado do Blue Text no campo de texto;
Agora, você pode enviar a mensagem normalmente. Lembre-se de que as letras coloridas só serão exibidas corretamente no Android, pois o WhatsApp Web e o iPhone (iOS) não suportam essa funcionalidade;
Caso deseje utilizar o teclado do Blue Text, toque no botão de menu localizado no canto superior esquerdo da tela do aplicativo. Em seguida, selecione a opção “Keyboard” (“Teclado”);
Toque em “Setup keyboard” (“Configurar teclado”) para acessar as configurações de teclado do Android. Lá, habilite o teclado “Blue Text” e confirme as alterações necessárias;
Agora, em qualquer app, incluindo o WhatsApp, toque no ícone do teclado no canto inferior direito da tela. Selecione o teclado do Blue Text para ativá-lo e comece a digitar com cores em qualquer plataforma.
TechTudo
Nova regra está prevista em resolução publicada na quarta-feira 2

Uma resolução do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) permite que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) revise e corte benefícios por incapacidade, como a aposentadoria por invalidez, e assistenciais mesmo depois de 10 anos da concessão.
A norma, publicada no Diário Oficial da União da quarta-feira 2, atinge a aposentadoria por invalidez (por incapacidade permanente), o auxílio-doença (por incapacidade temporária), e o Benefício de Prestação Continuada (BCP).
O entendimento é de que esses benefícios podem ser retirados mesmo depois do prazo decadencial porque estão sujeitos à revisão periódica prevista na Lei da Previdência Social.
Além disso, mesmo antes da resolução, o Conselho de Recursos da Previdência Social já aplicava esse entendimento porque o beneficiário do INSS pode ter alta médica, mesmo depois de muitos anos, como na aposentadoria por invalidez e no auxílio-doença.
A resolução também determina que, nos casos em que houve má-fé na concessão, ou seja, em que pode haver irregularidades na liberação da renda previdenciária, o corte pode ser feito a qualquer momento.

Há, no entanto, casos em que o INSS não pode fazer o corte da renda. Um deles é quando o beneficiário completa 55 anos de idade e recebe aposentadoria por invalidez ou do auxílio-doença que veio antes há mais de 15 anos.
O segundo caso previsto na Lei da Previdência Social (Lei 8.213/1991) é o de quem recebe aposentadoria por invalidez do INSS por mais de cinco anos e é considerado apto para voltar ao trabalho depois de perícia. Não pode haver corte imediato do benefício. O segurado vai receber o valor integral da aposentadoria durante seis meses, metade do valor nos seis meses seguintes e 25% do benefício por mais seis meses.
Para não perder os benefícios sujeitos à revisão depois do prazo decadencial, o segurado deve atender às convocações do INSS e apresentar os documentos solicitados. Nos casos dos benefícios por incapacidade, é necessário agendar uma perícia médica.
Informações Revista Oeste

A China pretende reduzir a quantidade de tempo que crianças e adolescentes podem passar no celular. A justificativa do Partido Comunista é cultivar “boa moralidade” e “valores socialistas” entre os menores.
A proposta divulgada pela Administração do Ciberespaço, o principal regulador de internet da China, fala em exigir que todos os dispositivos móveis e aplicativos de celulares tenham um “modo secundário” para restringir o tempo diário de tela a no máximo duas horas por dia, dependendo da faixa etária.publicidade
As restrições, se aprovadas, marcariam uma expansão das medidas existentes implementadas nos últimos anos. Com isso, Pequim reduziria ainda mais a exposição de crianças e adolescentes ao que o Partido Comunista classifica como “informações indesejáveis”.
Conforme o projeto, que está aberto para discussão pública até 2 de setembro, os menores de idade receberiam conteúdos no celular “baseado na idade”. E quando o tempo máximo permitido terminasse, os aplicativos fechariam automaticamente. Além disso, a China quer proibir que menores de idade acessem os celulares entre 22h e 6h
Crianças menores de 8 anos poderiam usar os telefones por apenas 40 minutos por dia, enquanto aquelas dos 8 aos 16 anos teriam uma hora de tela. Os jovens entre 16 e 18 anos, o tempo permitido seria de duas horas.
Todas as faixas etárias receberiam um lembrete para descansar depois de usar o dispositivo por mais de 30 minutos.

Administração do Ciberespaço da China, controlada pelo Partido Comunista, também quer impor que os provedores de serviços de internet criem conteúdo que “divulgue os valores socialistas centrais” e “um senso de comunidade da nação chinesa”, segundo o documento revelado pela CNN.
A China tem uma das maiores bases de usuários de internet do mundo, com quase 1,1 bilhão de pessoas no país com acesso à internet. Um de cada cinco usuários tinha 19 anos ou menos, em dezembro do ano passado.
Informações Revista Oeste