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Saiba quem comprou a mansão de Xuxa e veja valor impressionante da venda

Foto: Reprodução/Instagram.

   

A apresentadora Xuxa Meneghel acaba de vender mais um de seus bens. Desta vez, uma mansão internacional, localizada em Miami, tradicional reduto de brasileiros na Flórida, nos Estados Unidos. 

De acordo com informações do site RapMais, o rapper Rick Ross comprou o imóvel por US$ 35 milhões (aproximadamente R$ 175 milhões). A casa pertencia a Xuxa desde 1999, quando a artista adquiriu a residência por US$ 1 milhão. 

Quem é Rick Ross?

Um dos principais nomes do rap nos Estados Unidos, Rick Ross é um ex-agente penitenciário que se lançou como cantor e compositor em 2006. Na época, ele logo estourou com o primeiro disco, Port of Miami, que estreou como número 1 no Top Albums Chart da Billboard. O rapper ganhou popularidade com canções sobre temas controversos como o tráfico de drogas. 

Ross acaba de adquirir da brasileira uma mansão com seis quartos, nove banheiros e diversas comodidades, como piscina aquecida, sala de entretenimento, cozinha de verão, terraços no deck da praça, beira-mar e uma doca. 

Agora, ele passa a ter várias celebridades de alto nível como vizinhos, incluindo Jennifer Lopez, Shaquille O’Neal, e um de seus melhores amigos, Diddy. 

Outros bens

Essa não é a primeira vez que a mãe de Sasha Meneghel se desfaz de um bem. Recentemente, ela vendeu a famosa mansão rosa, em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O imóvel ocupa um quarteirão inteiro e tem cerca de 72 mil m². Xuxa viveu no local por cerca de 15 anos. 

Em 2022, por R$ 45 milhões, a apresentadora vendeu uma mansão de quase 2.800 metros no Condomínio Malibu, na Barra da Tijuca, para a cantora Karinah. 

Fonte: Metrópoles.


Testes de farmácia podem revolucionar diagnóstico no Brasil? Entenda

Desde o início de agosto, as farmácias brasileiras foram autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a oferecer uma série de exames diagnósticos simples. 

Depois da experiência com os testes de Covid-19 durante a pandemia, o paciente que quer fazer um exame rápido de dengue, Beta-hCG, colesterol, glicemia, teste de tolerância alimentar, hepatite ou sífilis, por exemplo, não precisa mais procurar um laboratório — hoje, basta procurar uma farmácia habilitada. 

A ideia é facilitar o acesso a exames simples, principalmente para a população de baixa renda. Porém, a Anvisa alerta que o teste não é definitivo, e deve servir apenas como uma primeira avaliação, uma espécie de guia para um exame mais completo feito em laboratório e interpretado por profissional de saúde especializado. 

A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai) chegou a emitir um alerta explicando que os exames de alergia oferecidos nas farmácias constatam apenas a sensibilização alérgica, e não exatamente a alergia, o que pode causar confusão no paciente que não conta com um especialista para interpretar os resultados. 

“O cidadão, aquele que deveria ter a integridade de sua saúde preservada pelas leis, acaba sendo a vítima da popularização de testes diagnósticos interpretados por profissionais sem o conhecimento adequado para sua correta avaliação”, diz a nota. 

Projeto “corajoso” e revolucionário

O presidente executivo da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), Carlos Eduardo Gouvêa, é a favor do novo modelo e explica que a ideia de oferecer os exames começou a partir do sucesso dos testes rápidos de Covid-19 nas farmácias. 

“Das 93 mil farmácias existentes no Brasil, cerca de 10 mil são ligadas à Abrafarma, que é a associação de farmácias no Brasil. Dessas, cinco mil fizeram testes com regularidade durante dois anos da pandemia. Só elas foram responsáveis por 20 milhões de testes”, conta o especialista. 

Estima-se que, deste número, cerca de 3 milhões são pacientes que teriam condição de ir a um laboratório, mas escolheram a farmácia. “Conseguimos levar acesso à uma população que é invisível para o SUS. Esse modelo, que deu certo com a Covid-19, pode funcionar com muitas outras condições. O projeto pode não ser o ideal ainda, mas já é um grande avanço”, considera Gouvêa. 

O presidente da CBDL explica que as farmácias foram escolhidas por serem ambientes de saúde reconhecidos pela legislação. O farmacêutico é o profissional de saúde que deve fazer o exame e dar o primeiro acolhimento ao paciente, indicando onde ele pode encontrar um centro de saúde para garantir o tratamento. 

Um dos exemplos positivos é a hepatite C. A doença é silenciosa e, se o paciente não faz o teste, o problema vai se agravando até que se desenvolve uma cirrose hepática. Nem sempre há tratamento e o indivíduo pode acabar morrendo. Se o quadro é descoberto no começo, a terapia é aplicada antes que o quadro piore. Gouvêa explica que a pessoa pode apenas passar na farmácia, sem exame médico, e fazer o teste. 

“O indivíduo sai já referendado para começar a sua jornada como paciente mais cedo, o que promove acesso a uma terapia mais eficaz, assertiva, muitas vezes menos invasiva e com resultados melhores. É uma grande oportunidade de pulverizar o acesso aos exames de forma ampla para a população enquanto diminuímos a sobrecarga do sistema público, inclusive financeira. São muitos benefícios”, aponta Gouvêa. 

Desafios

Apesar de representar uma mudança no cenário de análises diagnósticas, os testes rápidos nas farmácias não são unanimidade. 

Em nota publicada no site da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), o presidente do Conselho de Administração da entidade, Wilson Shcolnik, lembra que o ambiente mais apropriado para realização de exames ainda é o laboratório clínico, que é controlado e conta com pessoal qualificado e treinado. 

“Nós, profissionais de laboratório, conhecemos muito bem os benefícios e os riscos dos testes rápidos. Os benefícios são os resultados obtidos praticamente em minutos, mas o problema é que o funcionamento e o desempenho desses testes varia muito”, ressalta. Shcolnik lembra que todos os resultados precisam ser confirmados por exames feitos em laboratório. 

O presidente da Abramed também aponta que é essencial a comunicação do resultado de alguns exames ao Ministério da Saúde e demais autoridades sanitárias para o controle epidemiológico de algumas doenças. 

Em nota, a Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (Sbac) também afirma que “lugar de exame é em laboratório”. “A Sbac enfatiza o posicionamento claro e assertivo de que o lugar de realização de exames é no ambiente laboratorial, com avançados equipamentos de medição, laudos assinados por profissionais especializados, sem nenhuma orientação de comércio de fármacos”, diz o texto. 

O projeto ainda está no início, e precisa de ajustes: os especialistas reforçam que a população deve entender que é apenas um resultado primário e não deixar de procurar um médico depois do resultado positivo para confirmar o diagnóstico e dar início ao tratamento. Os farmacêuticos também precisam de treinamento e orientação. 

Gouvêa explica que, para garantir a segurança do paciente e o padrão do teste rápido, a CBDL tem discutido com as entidades médicas e a Anvisa sobre maneiras de implementar regras de qualidade para os exames, inclusive criando formas de verificar a calibração dos testes. 

Fonte: Metrópoles.


Flopou: Lives de Lula decepcionam e perdem de lavada para as de Bolsonaro

Foto: Ricardo Stuckert.

É por enquanto decepcionante o resultado da estratégia criada pela Secom (Secretaria de Comunicação), chefiada pelo ministro Paulo Pimenta, de colocar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para fazer transmissões ao vivo nas redes sociais. Depois de 10 semanas, os números de audiência são tímidos. 

Lula realizou sua 10ª live semanal na última 2ª feira (14.ago.2023). Teve cerca de 5.500 pessoas assistindo à transmissão em tempo real. O resultado é baixo quando se considera que o presidente tem 1,33 milhão de inscritos em seu canal no YouTube e 5,6 milhões de seguidores em sua página no Facebook. 

Até as 14h de 6ª feira (18.ago), todas as 10 edições da live “Conversa com o presidente” acumulavam 2,5 milhões de visualizações nas redes sociais oficiais do chefe do Executivo e do governo. As transmissões são ao vivo nas páginas oficias de Lula no YouTube, Facebook e Twitter e também nos canais no YouTube do CanalGov e do Palácio do Planalto. O endereço que sempre tem mais audiência é o canal oficial do presidente no YouTube. 

Foto: Reprodução/Poder 360. 

Além das transmissões oficias, o governo tenta emplacar o programa com a divulgação de cortes separados e a adição de perguntas de eleitores durante as transmissões. Apesar do esforço para ampliar a presença de Lula na internet, a audiência do petista é baixa, principalmente se comparada ao alcance obtido por Jair Bolsonaro (PL) quando era presidente. 

Em 2018, o então deputado Bolsonaro, com pouco tempo de TV, conseguiu uma mobilização sem precedentes usando as redes sociais. Depois, usou plataformas digitais como sua arena eleitoral. Durante seu governo, o então presidente falava ao vivo quase todas às quintas-feiras, às 19h, e o seu principal canal de transmissão era a sua página no Facebook. 

As 10 primeiras lives de Bolsonaro acumulavam 12,5 milhões de views no Facebook até 14h de 6ª feira (18.ago). A mais vista é justamente a 1ª (assista aqui), realizada em 7 de março de 2019. Apenas essa transmissão já teve 2,4 milhões de visualizações. Ao todo, as 10 edições de lives de Lula, somadas, só registravam 850 mil views na mesma rede social. 

Foto: Reprodução/Poder 360. 

A pesquisadora Yasmin Curzi, do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV, explica que não é possível saber se os dados de audiência são orgânicos, uma vez que é comum o uso de robôs e perfis fakes. Ainda assim, a especialista vê maior tração da direita nas redes sociais. 

“É possível que haja engajamento artificial. Sabemos da contratação de empresas de marketing digital e talvez os números possam ser artificialmente aumentados. Por outro lado, os dados também expressam a comunicação mais forte da direita, o que já é sabido. A direita consegue se comunicar melhor e engajar mais gente”. 

Ao Poder360, o presidente da EBC, Hélio Doyle, disse que a empresa não é responsável pela estratégia de comunicação da “Conversa com o presidente”, mas analisou que as lives do Bolsonaro tinham um sentido “mais mobilizador de bases”. 

“As lives do Bolsonaro eram para mobilizar as bases bolsonaristas. Tinha um formato bem diferente dessa. Essa é mais uma conversa mais coloquial. Acho que são coisas diferentes, produtos diferentes. E acho que produtos diferentes não podem ser comparados”, disse. 

Fonte: Poder 360. 



Serial killer que matou 193 crianças e adolescentes pode deixar a prisão antes de cumprir toda a pena

O colombiano Luis Alfredo Garavito, serial killer que matou 193 pessoas, entre crianças e adolescentes, poderia sair da prisão em meses por bom comportamento. Ele confessou ter matado cerca de 190 crianças, com idades entre 8 e 16 anos. As informações são do tabloide The Daily Star. 

Garavito recebeu mais de 50 longas sentenças, mas a Colômbia limita as penas de prisão a 40 anos e permite a soltura antecipada por bom comportamento, uma vez que metade da pena tenha sido cumprida. Este ano marca metade da sentença do assassino, e autoridades afirmam que a soltura do assassino é uma possibilidade “muito real”. 

Garavito foi preso em 1999, inicialmente por tentativa de estupro. Sob custódia, ele confessou a autoria de 114 assassinatos. Em outras oportunidades, confessou ter feito mais vítimas, chegando ao número de 193 conhecidas atualmente. 

“Peço-lhe que me perdoe por tudo o que fiz e tudo o que vou confessar. Sim, eu os matei, e muitos outros”, afirmou Garavito. Ele teria dito ao juiz que foi repetidamente estuprado por seus dois vizinhos e espancado por seu pai quando era mais novo. 

Garavito mostrou ao juiz sua contagem de assassinatos que mantinha dentro de um caderno. O assassino havia desenhado 140 linhas nas páginas, uma para cada uma de suas vítimas. 

Fonte: R7


Foto: Letícia Martins/EC Bahia

Em busca de uma volta por cima na Série A, o Bahia abre o returno contra o Bragantino neste domingo (20). As equipes entram em campo às 16h, na Arena Fonte Nova, pela 20ª rodada do campeonato.

Relacionado pela primeira vez depois de 12 partidas, Biel recebeu o terceiro cartão amarelo no duelo contra o Atlético-MG – quando estava no banco de reservas. O atacante cumpre suspensão e desfalca o elenco.

Com 18 pontos em 19 rodadas, o Bahia terminou o primeiro turno fora da zona de rebaixamento, na 16ª colocação, mas com a mesma pontuação do Santos – que abre o Z-4. Já o Bragantino aparece na parte de cima da tabela: está em 5º lugar e tem 32 pontos somados até agora.

Metro1


Foto: Reprodução

Uma aposta feita em São Francisco do Conde (BA) acertou os seis números da Mega-Sena sorteados neste sábado (19), em São Paulo. O prêmio é de R$ 4.645.727,40.

Os números são 24, 22, 50, 19, 60, 09.

Fonte: Acorda Cidade


Roberto de Jesus Dias, de 38 anos, morreu na noite de sábado (19), por volta das 22h, vítima de disparos de arma de fogo. O homem foi baleado no bairro Subaé, em Feira de Santana, e socorrido para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com o médico, ao chegar no centro cirúrgico, Roberto sofreu uma parada cardíaca, houve tentativa de reanimação, mas ele veio a óbito.

O levantamento cadavérico foi realizado pelo delegado André Luiz Gomes Ribeiro.

Até o momento não há mais informações sobre a motivação do crime.

*Acorda Cidade


Após liberação do MEC, hospitais planejam vagas de cursos de medicina; Entenda

Foto: Imagem ilustrativa/Reprodução.

Atentos a um mercado que movimentou R$ 21 bilhões no ano passado, grandes hospitais particulares — como Sírio-Libanês (SP), BP (Beneficência Portuguesa de São Paulo) e Rede D’Or São Luiz (RJ) — planejam abrir suas próprias graduações em medicina entre 2024 e 2027. 

📈Contexto: Os grupos aguardam apenas a diretrizes do Ministério da Educação (MEC) para darem continuidade aos processos burocráticos, que estarão inicialmente condicionados ao que a pasta determinar como regra para o fim do veto a novas faculdades de medicina no Brasil, decidido após 5 anos de “congelamento” de vagas. 

⤴️Tendência: Essa prática de empresas entrarem no ramo de educação para formar profissionais também é observada no mercado de finanças e tecnologia — a corretora XP e o banco BTG, por exemplo, abriram recentemente faculdades e passaram a capacitar mão de obra. 

Na área da saúde, a iniciativa de grandes grupos hospitalares oferecerem graduações não é nova: o Hospital São Camilo (SP), por exemplo, abriu seu curso em 2007. Mas o grande marco aconteceu em 2016, quando o Hospital Israelita Albert Einstein, um dos maiores do país, inaugurou a própria faculdade de medicina. 

Apesar do fim do veto, mercado ainda limitado 

🧐Perspectivas: O MEC deve publicar, até 6 de setembro, um edital com tudo o que será exigido de qualquer nova faculdade de medicina no Brasil, levando em conta as necessidades do sistema público de saúde. 

Só poderão ser abertas vagas em instituições de ensino nos municípios que, segundo o governo federal, tiverem estrutura adequada para aulas práticas (como leitos disponíveis) e carência de médicos. 

Este último aspecto, que associa as vagas às necessidades do Mais Médicos e do SUS, é alvo de questionamentos jurídicos: a Justiça tem 220 pedidos de empresas que querem abrir cursos independentemente deste critério. O tema deve ser decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

✏️Mais faculdades surgindo: boa ou má notícia? 

Na área da saúde, com a baixa evasão de alunos nos cursos de medicina e as mensalidades elevadas (que chegam a R$ 12 mil), há um interesse crescente do setor privado em abrir novas vagas. 

Diante desse aumento significativo de faculdades, há três desafios: 

garantir a qualidade de ensino aos estudantes de medicina; 

abrir cursos em regiões com leitos disponíveis para alunos fazerem as aulas práticas e a residência; 

tornar a distribuição de profissionais mais igualitária entre os municípios. 

O fato de grandes hospitais quererem abrir ainda mais cursos é algo negativo, dado esse “boom” de faculdades privadas? Ou, com a estrutura moderna, a tradição na área da saúde e a experiência prática, pode ser um alívio em um setor que sofre com a formação inadequada de médicos? 

Segundo Donizetti Giamberardino, membro do Conselho Federal de Medicina (CFM), não é possível generalizar. 

“O importante é que seja uma escola sustentável, de qualidade, e que forme bons médicos nas regiões corretas. Precisa haver um interesse social. Vemos hoje um mercado selvagem de empresas que buscam abrir cursos apenas como fonte de receita financeira. Um médico com formação ruim pode ser perigoso para a sociedade”, diz. 

Na visão de representantes dos grandes hospitais ouvidos pelo g1, os grupos buscam a abertura de vagas em busca de inovação e de cumprir uma missão social, e não para formação de mão de obra direta, embora afirmem haver carência de profissionais bem-preparados no mercado. 

“Devemos oferecer ensino de qualidade e estimular para que os profissionais levem essa formação para os lugares onde existe demanda, não só para o Sírio. É o que vem acontecendo nos nossos programas de pós: alguns egressos voltam para as suas cidades de origem e desenvolvem lá suas carreiras”, afirma Fernando Ganem, diretor-geral médico da instituição. 

Ao investirem em educação, os representantes afirmam ainda que os hospitais conseguem se aproximar mais da área de inovação e do que é praticado no exterior. 

“As atividades vão se complementando. Você atende o paciente e busca o melhor para ele; nas pesquisas, descobre novos tratamentos; e no ensino, transmite todo o conhecimento. Instituições americanas e europeias também vêm tentando manter esse tripé”, diz Felipe Spinelli, diretor-executivo do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, da Rede D’Or São Luiz. 

👨‍⚕️Por que novas vagas agora? 

Em abril deste ano, terminou o período de vigência de uma portaria criada em 2018, pelo então presidente Michel Temer, que proibia a criação de novas vagas e cursos de medicina no país. Era uma tentativa de controlar a qualidade da formação de profissionais de saúde, depois de um aumento significativo de faculdades privadas. 

De 2018 a 2023, apenas instituições que entraram na Justiça e obtiveram liminares específicas conseguiram ampliar as vagas. 

Com o fim desse “congelamento”, criou-se a expectativa de qual seria a postura do MEC: voltar a permitir novos cursos ou prolongar a proibição deles? A pasta decidiu pela primeira alternativa, mas não como uma liberação total. 

A criação de cursos e vagas de medicina passou a ser condicionada a chamamentos públicos (ou seja, o próprio governo publica editais sinalizando em quais municípios as faculdades podem ser abertas, considerando as necessidades e a estrutura do Sistema Único de Saúde, e, a partir disso, as instituições de ensino podem se candidatar para preencher as vagas). 

O primeiro chamamento público deveria ter sido divulgado até 6 de agosto de 2023, mas o MEC prorrogou o prazo por mais 30 dias. 

Até o início de setembro, portanto, como ainda não é possível saber quais serão os critérios de exigência da pasta, os hospitais seguem tentando se preparar com base em editais antigos, de antes de 2018, para adiantar os processos de elaboração de programas pedagógicos e de construção do campus, por exemplo. 

“Estamos aguardando ansiosamente pelas determinações do MEC para abrirmos nosso curso de medicina. Está tudo pronto, só precisamos ver como vão descrever as exigências no edital”, afirma Spinelli, do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino. 

Batalhas na Justiça 

Mesmo diante da decisão de liberar as vagas de medicina apenas por chamamento público, há 220 pedidos na Justiça de mantenedoras de educação que alegam inconstitucionalidade – querem abrir cursos independentemente do Mais Médicos e das necessidades do SUS. Se todos forem aprovados, serão 35 mil novas vagas, afirma Guilherme Valdetaro, sócio do escritório Sergio Bermudes Advogados e representante da Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup). 

“São cursos que valem muito dinheiro”, afirma. 

Em 7 de agosto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes reforçou que limitar a criação de cursos de medicina apenas por chamamento público é uma prática constitucional, e que os juízes não devem conceder liminares a favor de universidades que lutam pela “liberdade de mercado”. 

A decisão será debatida no plenário do STF no fim de agosto. 

Créditos: G1. 


Jorge Jesus diz que Neymar está lesionado e critica convocação da seleção

Foto: Reprodução/GE.

O técnico português Jorge Jesus, do Al-Hilal, disse que Neymar chegou ao clube lesionado e, por isso, criticou a presença do camisa 10 na convocação da seleção brasileira (assista abaixo). 

Pequena lesão: “Neymar pode trazer tudo para a equipe do Al-Hilal. Ele é um dos melhores jogadores do mundo, não tenho dúvidas disso, em condições físicas normais. Ele chegou com uma pequena lesão, não vai conseguir treinar ainda com o time. Não sei quando vai estar em condições para poder jogar”. 

Nome na lista: “Não entendo muito bem porque Neymar está na convocação da seleção do Brasil, um jogador que está lesionado. Se calhar, vão obrigar o Neymar a ir ao Brasil. Não vai jogar, porque não está em condições de jogar. Nem de treinar, quanto mais de jogar. Mas sei que está na convocação”. 

Ida ao Brasil: “Esse é um tema que temos que discutir. Hoje não vejo justificativa nenhuma do Neymar ir ao Brasil, se está lesionado. Ele não treina, como pode [jogar]?”. 

Não pode jogar: “Ele não pode jogar na seleção brasileira. Está lesionado. Acho que nem devia ir ao Brasil, mas isso é um problema do Al-Hilal. Ele tem que se recuperar de um problema muscular para começar a jogar, que é o que ele sabe fazer bem”. 

Recuperar condição física: “Em situações normais físicas, não é só uma mais-valia para o Al-Hilal, é uma mais-valia para o futebol saudita. Espero que se recupere fisicamente. Ele também vem de uma operação e agora precisa ficar em condições para voltar a jogar pouco a pouco. Mas vai nos trazer muita coisa boa, tenho certeza.” 

O que aconteceu 

Jorge Jesus deu a declaração na entrevista coletiva após o empate por 1 a 1 com o Al-Fayah, pela segunda rodada do Campeonato Saudita. A informação foi publicada inicialmente pelo ge. 

O atacante brasileiro foi apresentado com festa à torcida antes da partida, mas não estreou. Ele não esteve entre os relacionados, e depois o treinador anunciou a lesão muscular.

Neymar foi convocado ontem (18) por Fernando Diniz para defender a seleção brasileira nas duas primeiras rodadas das Eliminatórias Sul-Americanas. O Brasil estreia contra a Bolívia em 8 de setembro, em Belém (PA), e depois visita o Peru no dia 12, em Lima. 

O camisa 10 participou da pré-temporada do PSG e voltou a jogar após cinco meses, balançando a rede duas vezes no confronto. Ele recuperou-se de uma grave lesão no tornozelo direito sofrida no final de fevereiro. 

Créditos: UOL. 


O Auto da Compadecida 2 ganha imagem com João e Chicó

Foto: Conspiração/H2O Films/Divulgação.

A inesperada sequência de O Auto da Compadecida já está a todo vapor! Nesta sexta-feira (18), a Conspiração e a H2O Films revelaram a primeira imagem do longa dirigido por Guel Arraes e Flávia Lacerda, que traz João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) de volta a Taperoá — confira: 

O Auto da Compadecida 2

A produção também anunciou os atores que se juntarão a Nachtergaele, Mello e Taís Araújo, que será Nossa Senhora. Eduardo Sterblitch, viverá Arlindo, um comerciante e radialista poderoso; Humberto Martins será o Coronel Ernani; Fabiula Nascimento viverá Clarabela; Luis Miranda interpretará Antônio do Amor; Juliano Cazarré será Omar; e Luellem de Castro viverá Iracema. Além deles, a sequência contará com os retornos de Virginia Cavendish, que volta como Rosinha, esposa de Chicó, e Enrique Diaz, que vestirá novamente o chapéu do cangaceiro Joaquim Brejeiro. 

Em declaração oficial divulgada pela assessoria de imprensa, Mello celebrou a volta ao mundo de Ariano Suassuna. “Fazer o Chicó de novo é uma emoção gigante, que nunca imaginei reviver. Nosso time é de craques, faremos O Auto 2 à altura da grandeza do nosso filme do peito e celebrando a memória de Ariano Suassuna. O Brasil esperava e merecia este presente.” 

“Há uma homenagem ao primeiro, muita coisa vai ser revisitada e o público quer isso, mas há novidades”, afirma Nachtergaele, que também refletiu sobre os momentos de vida dos personagens de O Auto da Compadecida 2.“Éramos trintões [no primeiro filme], jovens atores, agora somos cinquentões. No que isso vai atingir e transformar os personagens, não sei, mas alguma coisa deve acontecer. O novo roteiro é muito bonito.” 

Selton Mello e Matheus Nachtergaele estão confirmados para reprisar os papéis dos amigos Chicó e João Grilo. O Auto da Compadecida 2 se passará 25 anos após o filme original e mostrará como o tempo mudou a cidade de Taperoá. 

Com direção de Guel Arraes e Flávia Lacerda (Mister Brau), e roteiro assinado por Arraes, Adriana Falcão e João Falcão (mesmo trio do filme original), O Auto da Compadecida 2 tem estreia marcada para 2024. 

Créditos: Omelete.