
Foto: Reprodução/Redes Sociais; P Photo/Adel Hana.
A israelense Celeste Fishbein, de 18 anos, está entre as pessoas sequestradas pelo Hamas, segundo informado pelo Exército de Israel à família da jovem. Ela é parente da brasileira Flora Rosenbaum, vítima de um atentado a bomba que levou à morte do marido, na cidade de Jerusalém, em 2001.
Os familiares de Celeste estão à sua procura desde 7 de outubro, quando ela parou de dar notícias, após o atentado do grupo terrorista Hamas ao território israelense. Segundo o tio Mario Ricardo Fishbein, ela não está entre os corpos já identificados.
Oficiais disseram à família que a jovem estaria em Gaza, segundo a localização indicada por seu celular.
Celeste é filha de uma família de judeus brasileiros que vive em Israel. Ela era babá e trabalhava em um kibutz – pequena comunidade rural – perto da Faixa de Gaza.
A mãe e as avós da jovem, nascidas em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, viviam em outro kibutz na região de Gaza, depois de terem saído do Bom Retiro, na capital paulista, rumo ao Estado de Israel.
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Celeste Fishbein ao lado da mãe e da avó brasileiras, Sarah Fishbein – 94 anos – e Gladys Fishbein. — Foto: Acervo pessoal
A família Fishbein perdeu contato depois do início dos ataques terroristas, que obrigaram todos os moradores das comunidades rurais a se abrigar dentro de bunkers de proteção, uma espécie de abrigo antibombas.
“Celeste ficou com o namorado em Gaza. Eles deixaram de responder as mensagem de celular às 11 horas. E ninguém tem mais notícias”, contou o tio.
G1

Após o arquivamento dos inquéritos na Operação Lava Jato e a poucos meses do fim do primeiro ano de mandato de seu pai, Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, começou a preparar terreno para sua volta ao mundo dos negócios.
Para tanto, tirou da gaveta uma das empresas que usou para prestar serviços à Oi e para receber pagamentos do Instituto Lula. O novo endereço de sua sede fica em uma sala que está há anos bloqueada na Justiça por ter pertencido a um chefão do tráfico internacional de drogas. As informações são do Metrópoles.
A empresa em questão é a G4 Entretenimento Digital, em sociedade com Fernando Bittar, filho do ex-prefeito de Campinas Jacó Bittar (PT) – falecido em maio de 2022 – e ex-proprietário do Sítio Santa Bárbara, em Atibaia, que era frequentado pelo petista. Irmão de Fernando, Kalil Bittar deixou a sociedade na G4. Ele transferiu as suas cotas de R$ 25 mil, meio a meio, para Lulinha e Fernando.
Segundo fontes próximas, o modelo do negócio ainda não está fechado, e Lulinha ainda não firmou parceria com outros empresários. A interlocutores o filho de Lula tem dito que mantém o interesse na área de games, que era parte da programação da PlayTV.
O canal pertencia ao Grupo Bandeirantes e mantinha um contrato com a Gamecorp, da qual Lulinha era sócio, para exibição de videoclipes e programas sobre jogos eletrônicos. A participação de Lulinha na Gamecorp foi vendida ao filho do locutor esportivo Walter Abrahão, que depois a repassou a um advogado que já era seu parceiro no negócio. Até hoje, o filho de Lula tem recebido créditos dessa venda.
Recentemente, Lulinha passou a buscar um CEO e funcionários. O filho do presidente tem amigos na área técnica de operação de TV e mantém conversas com eles, daquelas mais informais e pessoais àquelas sobre o mercado. Uma dessas amizades é com Wanderley Abreu Jr, dono do Grupo Storm, que presta serviços na área de TI para a plataforma GloboPlay, da Rede Globo.
“Eu não fui cogitado para CEO da empresa, sou amigo dele, mas só muito amigo. Até por isso, ele não me escolheria para CEO. Talvez, se fosse sócio, se chamasse, eu aceitaria, mas também não me cogitou. Normalmente, ele só me procura para tomar chopp e olhe lá”, diz Wanderley.
Ele ficou conhecido aos 19 anos, quando invadiu um computador da Nasa. À época, seu codinome de hacker era “Storm”. Depois, deu palestra na própria agência espacial e chegou a ajudar o Ministério Público brasileiro em uma operação contra pedofilia on-line. Walderley também é dono de empresas de games e criptomoedas.
A G4 é uma das quatro empresas de Lulinha. Era sócia da Br4 Paticipações, que, por sua vez, estava nos quadros de controladoras da Gamecorp. Essas empresas foram todas devassadas pela Operação Lava Jato, que investigou repasses da Oi para a Gamecorp. O caso acabou transferido para São Paulo, e o Ministério Público Federal (MPF) pediu seu arquivamento.
Os inquéritos não resultaram no indiciamento ou em denúncia contra Lulinha. Entre 2004 e 2014, na condição de sócio, o filho do presidente recebeu R$ 3,4 milhões em lucros provenientes da G4. Somente em 2011, o Instituto Lula pagou R$ 1,3 milhão à empresa.
Depois da Lava Jato, Lulinha submergiu e deixou suas empresas fora de operação. No ano passado, reativou apenas uma delas, de consultoria, sediada no apartamento em que mora, em Moema, zona sul de São Paulo.
Até meados deste ano, a G4 tinha apenas um endereço: o escritório do seu contador, João Muniz Leite. Homem de confiança de Roberto Teixeira, compadre de Lula, João Muniz era o guardião da contabilidade do presidente e chegou a depor na Lava Jato.
No dia 10 de agosto, Lulinha registrou o novo endereço da G4 em uma sala de 34 metros quadrados de um edifício comercial na região da Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, no Brooklin, polo empresarial na zona sul de São Paulo. O pagamento dos aluguéis e a ocupação da sala começam neste mês.
A sala tem uma história enrolada e está bloqueada pela Justiça. No registro público de imóveis, pertence à empresa Marysol, ligada a Gustavo Bautista, um conhecido chefão do tráfico internacional de drogas que está preso no Uruguai e foi investigado por atuar também no Brasil.
Bautista foi preso em 2001, no Brasil, quando uma inspeção do Ministério Público do Trabalho apurou a suposta exploração de trabalho escravo em uma de suas fazendas na Bahia.
Na diligência, que era acompanhada pela Polícia Federal (PF), acabaram sendo encontradas caixas de frutas com fundo falso recheadas de cocaína. Uma juíza mandou soltar Bautista e acabou aposentada compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça por ter amizade e familiares fazendo negócios com ele.
Anos depois, Bautista foi preso novamente, no Uruguai, sob acusação de ser um megatraficante de cocaína, proprietário de fazendas e aviões. Ele era ligado ao traficante Juan Carlos Abadia, que chegou a ser o segundo mais procurado na lista da Interpool, atrás apenas de Osama Bin Laden.
Da Marysol são sócias a empresa do hangar dos aviões de Bautista e a esposa dele, que também foi denunciada por envolvimento com o tráfico. Bloqueada judicialmente, a sala não pode ter sua venda registrada em cartório, mas a família de Bautista firmou um contrato privado há 13 anos com o empresário José Roberto Barbour, segundo afirmam a defesa de Bautista e o filho de José Roberto.
Dono de uma revendedora de veículos de luxo, Barbour também tem problemas com a Justiça. Foi acusado pelo MP de estelionato após denúncias de clientes que se disseram enganados por ele na compra e venda dos carros. A ação ainda não foi julgada. De outra denúncia semelhante, ele foi absolvido.
Barbour locou a sala para uma consultoria empresarial de nome Best In Class. O filho de Wladimir Palermo, dono da Best In Class, é amigo de Lulinha e ofereceu a sublocação da sala ao filho do presidente, segundo afirmam os proprietários da sala.
O Metrópoles foi ao local e não encontrou ninguém. Apenas a porta fechada da empresa e um interfone antigo em sua lateral. Na portaria do prédio, recepcionistas ainda reconhecem o endereço como sendo da Best In Class.
Palermo afirmou ao Metrópoles que a Best In Class está lá desde 2021, mas, como os projetos da empresa são fora de São Paulo, a sala ficou em desuso. Segundo ele, seu filho, que é amigo há mais de 20 anos de Lulinha, foi quem combinou para que a sala fosse locada à G4.
Fontes próximas a Lulinha afirmam que ele estava prestes a pagar a primeira mensalidade do aluguel neste mês. Depois do contato da reportagem do Metrópoles, contudo, a história do proprietário da sala o teria assustado. Ele pode, agora, procurar outro lugar para ser endereço da sua empresa, segundo afirmam as mesmas fontes.
Metrópoles
Nesta madrugada, agência de notícias Reuters havia informado que país havia concordado em suspender os ataques para permitir saída via Egito.
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Militares israelenses ao lado de tanque de guerra em foto do dia 16 de outubro de 2023 — Foto: Lisi Niesner/REUTERS
O gabinete do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, negou a existência de um acordo para trégua temporária em Gaza para permitir a retirada de estrangeiros da região.
A agência Reuters havia informado, com base em duas fontes de segurança egípcias, que Egito, Israel e Estados Unidos tinham concordado com o cessar-fogo e a reabertura da fronteira em Rafah.
“Atualmente, não há trégua e ajuda humanitária em Gaza em troca da retirada de estrangeiros”, disse um comunicado do gabinete de Netanyahu.
O chefe do gabinete de comunicação do Hamas, Salama Marouf, afirmou não ter recebido nenhuma informação do Egito sobre o plano de abrir a fronteira.
Segundo a Reuters, o acordo estava previsto para valer a partir das 9h no horário local (3h, no horário de Brasília) desta segunda-feira (16). Mas fontes da agência em Al-Arish afirmaram que a fronteira permanecia fechada após este horário.
A Reuters informou que o cessar-fogo coincidiria com a reabertura da passagem na fronteira de Rafah, no sul de Gaza, com a Península do Sinai, no Egito. E que os três países tinham concordado em manter a fronteira egípcia com Rafah aberta até as 17h no horário local (11h, de Brasília).

A Embaixada dos Estados Unidos de Israel não se manifestaram, de acordo com a agência. O acordo permitiria a saída de cidadãos estrangeiros de Gaza e a chegada de ajuda humanitária ao território palestino.
O chanceler egípcio, Sameh Shoukry, disse nesta segunda que o governo de Israel não tomou nenhuma posição desde que a guerra começou para que a fronteira de Gaza fosse reaberta.
Infográfico mostra limites entre Faixa de Gaza, Rafah, Israel e Egito. — Foto: Editoria de arte/g1
Um grupo de 19 brasileiros que está na cidade palestina de Rafah, ao sul da Faixa de Gaza, foi alocado no sábado (14) pela Embaixada do Brasil na Palestina em uma casa alugada na região.
Outros 12 brasileiros estão em um prédio na cidade de Khan Younes, mais distante da fronteira com o Egito. Eles devem ser deslocados em direção a Rafah, posteriormente, quando houver sinalização de que poderão atravessar a fronteira com o Egito.
O governo brasileiro planeja buscar as pessoas de avião no território egípcio. O avião, de uso da Presidência da República, foi enviado de Brasília para Roma e, na capital italiana, aguarda autorização para ir para o Egito.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com o presidente egípcio Abdel Fattah al-Sissi. Lula pediu a abertura da fronteira e ajuda para a retirada dos brasileiros.
De acordo com a Embaixada do Brasil na Palestina, a casa onde estão os brasileiros, que foi alugada em Rafah, fica a uma “caminhada” da fronteira com o Egito.
Antes de chegar a Rafah, esse grupo estava em uma escola católica em Gaza, que era utilizada como um abrigo. Com o agravamento das tensões entre Israel o grupo terrorista Hamas, o abrigo em Gaza deixou de ser um local seguro.
A operação Voltando em Paz já resgatou centenas de brasileiros que estavam em Israel e pediram ajuda para deixar o país que está em conflito com o grupo terrorista Hamas.

Palestinos e estrangeiros lotam sul de Gaza esperando abertura da fronteira com o Egito
Informações G1

Foto: Reprodução/Twitter.
Em vídeo que circula nas redes sociais, um repórter da GloboNews chamou a emissora de “GloboLixo” durante programa ao vivo e viralizou entre internautas. Após ter se atrapalhado, o homem corrigiu. Veja:

Foto: Reprodução/Twitter.
Com quase 91% das urnas apuradas, o empresário de centro-direita Daniel Noboa, de 35 anos, foi eleito neste domingo (15.out.2023) presidente do Equador. Ele venceu a disputa no 2º turno contra a candidata de esquerda Luisa González, herdeira do movimento político do ex-presidente Rafael Correa (2007-2017).
Até às 22h54 deste domingo, o Conselho Nacional Eleitoral equatoriano registrava 52,2% dos votos válidos para Noboa e 47,8% para González. A disputa presidencial ficou marcada por assassinatos políticos às vésperas da eleição (leia mais abaixo). Com o temor por sua segurança, os candidatos votaram usando coletes à prova de balas.
O pleito deveria ser realizado somente em 2025, mas foi antecipado depois que o atual presidente do Equador, Guillermo Lasso, usou a cláusula constitucional conhecida como “morte cruzada” para dissolver a Assembleia Nacional depois de passar por um processo de impeachment. Lasso não disputou as eleições.
Com isso, o “mandato tampão” de Noboa deve durar só 1 ano e meio, até o final da presidência de Lasso. Ele deve assumir o cargo em dezembro.
No 1º turno, González terminou à frente com 33,61% dos votos, enquanto Daniel Noboa teve 23,47%.
Daniel Roy-Gilchrist Noboa Azin, de 35 anos, é filho do magnata Álvaro Noboa, dono da Noboa Trading, uma das principais exportadoras de banana do Equador. Aos 18 anos, fundou a sua própria empresa, a DNA Entertainment Group. Em 2010, começou a trabalhar na empresa do pai, que também disputou a presidência equatoriana em 2006.
A carreira política de Daniel Noboa teve início em 2021, quando foi eleito para a Assembleia Nacional. No Legislativo, foi presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Produtivo e da Microempresa.
O empresário é do partido Ação Democrática Nacional (Acción Democrática Nacional). Leia os princípios da legenda aqui.
Sua plataforma política têm como foco principal a reforma do sistema prisional e judicial do Equador. Ele defende a formação de policiais em técnicas de resolução pacífica de conflitos e o desenvolvimento de programas de reabilitação para presos a fim de reduzir as taxas de reincidência.
Noboa também propõe acelerar procedimentos judiciais em prol do direito a um julgamento rápido e justo. Defende ainda a revisão das políticas de prisão preventiva e a melhora no treinamento de funcionários penitenciários.
Faltando 11 dias para o 1º turno, o candidato à Presidência equatoriana, Fernando Villavicencio, do Movimiento Construye, foi assassinado com 3 tiros no momento em que saía de um comício rumo a seu carro.
Houve ainda a morte de Pedro Briones, líder do movimento político fundado pelo ex-presidente Rafael Correa, e um atentado contra Estefany Puente –candidata à Assembleia Nacional do Equador, que teve seu carro baleado e foi atingida de raspão no braço esquerdo.
Em 17 de agosto, tiros foram ouvidos durante um comício da campanha de Noboa na cidade de Durán, região oeste do país. No X (antigo Twitter), o candidato informou o ataque e disse que não houve feridos. “Intimidação e medo não têm lugar no país que amamos e pelo qual estamos empenhados em mudar de vez”, escreveu.
Especialistas afirmaram que a crise na segurança do Equador é causada pelo fortalecimento de facções criminosas e do narcotráfico no país. Leia a reportagem completa aqui.
Poder 360

Foto: Reprodução/Valor Econômico.
A novela A Viagem, de 1994, da Globo, é uma das mais marcantes da emissora, e também é muito lembrada pelos atores devido aos eventos sobrenaturais que eles afirmam ter presenciado durante as gravações. Lucinha Lins relatou que presenciou alguns acontecimentos inexplicáveis nos bastidores da novela, que ela diz ter uma “energia forte”.

Foto: Reprodução/Wikipédia.
A atriz lembra que, no estúdio fechado, chegou a ver uma borboleta amarela na cena da cremação de Alexandre, interpretado por Guilherme Fontes. A cena foi especialmente difícil porque lembrava muito o velório do filho de Christiane Torloni, Guilherme que morreu em 1991 após sofrer um acidente de carro. Na cena, Diná precisava chorar sobre o corpo de Alexandre.

Foto: Reprodução/Globo.
Na ocasião, Lucinha Lins lembra que a borboleta pousou na ponta do caixão, na frente de Christiane. “Tivemos que parar a cena. Ela rondou a Christiane várias vezes e pousou nela, que teve uma crise de choro atrás do cenário. Todos chorávamos pela cena em si, pelo que o nosso coração estava sentindo, pelo que a Christiane estava vivendo. Essa borboleta foi de uma delicadeza. Foi um alento para todos nós”, recordou Lucinha em entrevista à Quem.
Na trama, Lucinha interpretou Estela, irmã de Diná. As duas tinham uma conexão muito forte na novela, sendo que uma era capaz de sentir a presença e gestos da outra, mesmo depois que a protagonista morreu. Ao decorrer das gravações, uma cena em especial marcou muito Lucinha.
“Era uma cena de meia página [do roteiro]. Quando entrei, a Chris saiu do sofá, escorregou e se sentou no chão. Até aí tudo bem. Começamos a cena com as falas normais, mas do nada desenvolvemos um diálogo que não estava escrito. Uma cena de meia página se transformou em uma página e meia”, começou ela.
“Conversamos pertinente à cena, mas um texto que não estava escrito, e fechamos tomando chá, como previsto. Veio uma voz da direção: ‘Posso cortar?’. Olhamos uma para a outra sem entender nada. Fizemos uma cena que não sabíamos que tínhamos feito”, disse.
A conexão quase por telepatia entre as duas foi um desafio. “Tivemos cenas dificílimas de serem feitas porque tínhamos que nos perceber. Alguém lia o texto, já que nós não falávamos nestas cenas. A nossa interpretação era toda facial e física. A gente mostrava para a câmera que estávamos conversando mentalmente. Isso era muito difícil de fazer”, relembrou. Do trabalho, nasceu uma amizade entre as duas atrizes.
Na internet, rumores sobre um remake da novela costumam aparecer de tempos em tempos. Para Lucinha, a possibilidade é animadora, apesar de não haver nenhuma previsão. “Não estou sabendo, mas faria uma participação com todo o prazer. Mesmo que fosse para passar lá no fundo com uma bandejinha de café, ficarei muito feliz só de fazer parte”, disse a atriz.
Apesar de um remake não estar nos planos da emissora, um filme sobre os 30 anos da novela está entre os projetos da atriz. “Seria utilizando atores que fizeram parte da novela. Mostrar o que aconteceu com essas pessoas, trazendo uma turma nova para uma ideia. Topo fazer parte disso, já dei o meu ok. Vai ser muito emocionante. Acredito que vai ter fila na porta e vai ser uma das maiores bilheterias deste país”, apostou.
Fonte: Terra.

Foto: SERGIO LIMA/AFP/Getty Images.
O ex-presidente Jair Bolsonaro conversou com a mãe da influenciadora Karol Eller, que veio a óbito nesta semana. O registro foi feito pelo deputado estadual Paulo Mansur (PL-SP), de quem ela atuava como assessora.
Na publicação, é possível observar o registro imagético da conversa, que foi realizada por meio de uma videoconferência entre a mãe da influenciadora e Bolsonaro. Segundo Mansur, o ex-presidente prestou solidariedade à família.

Foto: Reprodução/Instagram.
Ele havia lamentado o ocorrido no mesmo dia da confirmação do óbito de Karol Eller. Na ocasião, Bolsonaro postou uma foto da influenciadora no Instagram, em preto e branco. E Michelle publicou um texto nos Stories: “Que Deus conforte a família e amigos da Karol Eller. Senhor, nos ajude”.
A influencer Karol Eller, apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), morreu na quinta-feira (12/10), em São Paulo. Antes, ela havia publicado, nas redes sociais, mensagens com afirmações como “perdi a guerra” e “lutei pela pátria”. Em setembro, a influenciadora, que era lésbica, iniciou um processo de renúncia à própria sexualidade, após retornar de um retiro religioso.
O falecimento foi confirmado por diversos parlamentares, como os deputados Paulo Mansur (PL-SP) e Nikolas Ferreira (PL-MG), e os membros da família Bolsonaro, o deputado Eduardo (PL-SP) e o senador Flávio (PL-RJ), que lamentaram o ocorrido nas redes sociais.
O caso foi registrado como “suicídio consumado”, no 27º Distrito Policial, por volta das 22h dessa quinta-feira.
O Metrópoles tem a política de publicar informações sobre casos de suicídio ou tentativas que ocorrem em locais públicos ou causam mobilização social. Isso porque é um tema debatido com muito cuidado pelas pessoas em geral. O silêncio, porém, camufla outro problema: a falta de conhecimento sobre o que, de fato, leva essas pessoas a se matarem.
Depressão, esquizofrenia e uso de drogas ilícitas são os principais males identificados pelos médicos em um potencial suicida. Há problemas que poderiam ser tratados e evitados em 90% dos casos, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria.
Está passando por um período difícil? O Centro de Valorização da Vida (CVV) pode te ajudar. A organização atua no apoio emocional e na prevenção do suicídio, atendendo, voluntária e gratuitamente, todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, e-mail, chat e Skype, 24 horas, todos os dias.
O Núcleo de Saúde Mental (Nusam) do Samu também é responsável por atender demandas relacionadas a transtornos psicológicos. O Núcleo atua tanto de forma presencial, em ambulância, como a distância, por telefone, na Central de Regulação Médica 192.
A cada mês, em média, mil pessoas procuram ajuda no Centro de Valorização da Vida (CVV). São 33 casos por dia, ou mais de um por hora. Se não for tratada, a depressão pode levar a atitudes extremas.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada dia, 32 pessoas cometem suicídio no Brasil. Hoje, o CVV é um dos poucos serviços em Brasília em que se pode encontrar ajuda de graça. Cerca de 50 voluntários atendem a quem precisa, 24 horas por dia.
Fonte: Metrópoles.
Elenco ganhou folga no sábado e se reapresentou neste domingo, pela manhã

Foto: Letícia Martins/EC Bahia
Após a folga de sábado (14), o elenco do Bahia retornou aos treinos na manhã deste domingo (15), no CT Evaristo de Macedo, com foco total na partida contra o Internacional.
Os jogadores iniciaram as atividades de campo, com um aquecimento conduzido pelo preparador físico Danilo Augusto.
Já com bola rolando, o treinador Rogério Ceni dividiu o treinamento em três partes.
No campo2, a equipe trabalhou fundamentos como a troca de passes, cruzamentos e finalizações.
Em seguida, no Campo 1, o elenco foi dividido em três grupos para uma atividade tática.
Na parte final, o treinador comandou um treino recreativo.
Todos os jogadores do elenco participaram das atividades com bola, tendo em vista que Rogério Ceni tem o grupo completo para a rodada.
A próxima atividade está marcada para a manhã de segunda-feira (16), novamente no CT.
Informações EC Bahia

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, culpou o ex-presidente Jair Bolsonaro, pela fumaça que encobriu Manaus, por três dias, em virtude de queimadas na Amazônia, registradas no governo Lula. A chuva de ontem trouxe alívio, mas alguns bairros seguem com ar carregado.
De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o Amazonas alcançou o recorde de quase 3 mil focos de incêndio, entre 1º e 12 de outubro deste ano, o maior número já obtido para este mês.

“A situação é adversa porque nós não tínhamos esse planejamento no governo anterior”, justificou Marina, durante uma entrevista coletiva, na sexta-feira 13, ao ser interpelada sobre as providências tomadas pelo Poder Executivo. “Nós assumimos o governo agora, mas procuramos ser previdentes, contratando as pessoas no tempo certo.”
Conforme a ministra do Meio Ambiente, Lula tem promovido “ações de preservação” das riquezas naturais do país, apesar dos dados do Inpe. “Mesmo com uma redução de 64% no desmatamento no Estado do Amazonas, ainda temos uma situação bastante difícil”, observou Marina. “Imagine se tivéssemos mantido o padrão do ano passado.”
Em resposta ao ataque de Marina Silva, Bolsonaro chamou a ministra de “incompetente e propagadora de fake news”.
Informações Revista Oeste

Foto: Reprodução/Buda Mendes/Getty Images.
A CBF confirmou neste domingo, 15, que o zagueiro Nino, do Fluminense, sofreu uma entorse leve no joelho esquerdo. Apesar da lesão ser menos grave que o esperado — o que tranquiliza a torcida do time carioca, que disputará a final da Libertadores contra o Boca Juniors, em 4 de novembro —, o jogador foi desconvocado da seleção brasileira. Nino se machucou no treino de sábado, na preparação da equipe nacional para a partida contra o Uruguai, marcada para terça-feira, 17, pelas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo de 2026. Neste domingo, ele passou por uma série de exames e foi avaliado pelos médicos da seleção.

Foto: Vitor Silva/CBF.
A lesão causou preocupação no departamento médico, que detectou uma entorse leve, sem a necessidade de cirurgia no joelho esquerdo. “O atleta permanece em tratamento na concentração e retorna para o Fluminense nesta segunda, 16, para dar continuidade ao processo de recuperação em seu clube”, informou a CBF. Ainda na noite de sábado, o técnico Fernando Diniz convocou o zagueiro Adryelson, um dos destaques do Botafogo, líder disparado do Brasileirão. O treinador ainda tem à sua disposição os zagueiros Marquinhos, Gabriel Magalhães e Bremer para o duelo desta terça, na capital uruguaia. O corte de Nino é o sexto na seleção brasileira somente nesta Data Fifa, todos por motivos de lesão.
Fonte: Jovem Pan.