
Depois do alarde sobre “a volta” dos investimentos em ciência, educação e tecnologia, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou mais um bloqueio no orçamento de Educação que atinge pesquisadores bolsistas.
Desta vez, a medida atinge R$ 116 milhões no orçamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão responsável pelas bolsas de pós-graduação de mestrado e doutorado. Do total, R$ 66 milhões foram contingenciados e R$ 50 milhões, cortados.
Entidades científicas manifestaram preocupação com a decisão do governo petista e acham difícil acreditar que “a ciência voltou”.
De acordo com a presidente da Capes, Mercedes Bustamante, o contingenciamento foi de R$ 86 milhões apenas em agosto. A diretoria responsável pelas bolsas teve o bloqueio de R$ 50 milhões e o setor de formação de professores da educação básica, de R$ 36 milhões. Outros R$ 30 milhões foram bloqueados em outubro, na Diretoria de Relações Internacionais.

De acordo com a Folha de S.Paulo, a chefe da Capes informou que R$ 50 milhões do total contingenciado não retornarão ao orçamento em 2023 — trata-se, de fato, de um corte. “O que me preocupa é que o contingenciamento pode ser o primeiro passo para algo mais crítico”, disse Mercedes em um encontro com representantes de sociedades científicas em 9 de outubro.
Além disso, para 2024, o governo petista vai reduzir o orçamento da Capes em R$ 128 milhões, conforme consta do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA). Para 2023, o orçamento aprovado foi de R$ 5,5 milhões, o maior em sete anos. Do total, R$ 4,6 bilhões são direcionados ao pagamento de bolsas de estudo de mestrado, doutorado e de pesquisadores no exterior ou formação de professores da educação básica.
O Ministério da Educação ainda não se manifestou sobre os cortes.

Entidades como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) também divulgaram carta conjunta na qual relatam preocupação com as restrições orçamentárias.
“Com os recentes bloqueios, cortes e uma perspectiva muito desfavorável no Projeto de Lei Orçamentária 2024 para a Capes, fica difícil acreditar no lema ‘A Ciência voltou’, pois é justamente no sistema nacional de pós-graduação onde se encontra o esteio central do desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro”, diz trecho da carta das entidades.
O Fórum Nacional de Pró-reitores de Pesquisa e Pós-graduação das Instituições de Ensino Superior Brasileiras (Foprop) também manifestou preocupação com o corte no orçamento. “Ficamos muito surpresos com essas situações. Bloqueios são muito graves, mas eles ainda podem ser revertidos caso o governo alcance a meta estabelecida pelo Ministério da Fazenda. O problema é o corte previsto para o próximo ano”, disse à Folha Robério Rodrigues Silva, presidente do Foprop.
Informações Revista Oeste

O pacote de ajuda emergencial americano está em elaboração pelo Congresso dos EUA em coordenação com a Casa Branca. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, irá visitar Israel na quarta-feira (18).
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, pediu aos Estados Unidos US$ 10 bilhões em ajuda militar. A solicitação foi revelada pelo jornal The New York Times. O pacote incluirá também fundos para a Ucrânia, Taiwan e a fronteira EUA-México.
O líder no Senado, Chuck Schumer, disse durante visita a Tel Aviv, no domingo, que os EUA estavam analisando o fornecimento de munição de reposição para o sistema de defesa antimísseis Domo de Ferro, bombas guiadas de precisão, kits JDAM para transformar bombas padrão em munições de precisão, além de munição de 155 milímetros.
Washington mandou o segundo grupo de porta-aviões nuclear liderado pelo USS Dwight Eisenhower para a costa de Israel em meio à guerra do aliado contra o grupo extremista Hamas, conflagrada após o ataque no último dia 7. A medida é vista como mais um aceno de solidariedade do presidente Joe Biden a Israel.
A medida é para “dissuadir ações hostis contra Israel ou qualquer esforço direcionado a ampliar a guerra após os ataques do Hamas”, segundo o secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin. Embora não tenha citado, nominalmente, o aviso é um recado direto a países simpatizantes do grupo extremista, notadamente o Irã.
Os Estados Unidos mantêm o compromisso inabalável com a segurança de Israel e nossa resolução de dissuadir qualquer ato estatal ou não estatal que busque escalar esta guerra.”
O USS Dwight Eisenhower deve demorar cerca de três semanas para aportar em Haifa, no norte israelense.
O governo de Biden enviou o USS Gerald R. Ford, maior navio de guerra do mundo, para auxiliar Israel. A ação foi criticada pelos governos da Rússia e da Turquia, que acusaram os EUA de intensificarem os conflitos no Oriente Médio.Continua após a publicidade
Após extremistas do Hamas atacarem Israel na semana passada, os Estados Unidos se posicionaram em defesa do Estado israelense e prometeram dar suporte ao governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
Além dos porta-aviões de guerra, os EUA também enviaram armas e munições para Israel. Também será reforçada sua presença militar naquele país, embora a Casa Branca tenha afirmado que não pretende enviar seus soldados para o combate.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, irá visitar Israel na quarta-feira (18), confirmou hoje o secretário de Estado norte-americano Antony Blinken. A viagem de Biden ocorre como parte do apoio dos EUA ao governo de Israel frente ao Hamas, afirmou Blinken, que se reuniu com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, com quem precisou se abrigar em um bunker.
O presidente Biden vai deixar claro, como ele já fez desde o massacre de mais de 1.400 pessoas, incluindo cerca de 30 americanos, que Israel tem o direito e o dever de defender o seu povo do Hamas.
Antony Blinken
A ida de Biden também é um recado para “qualquer ator, estado ou não-estado, que tente levar vantagem com esse ataque. Não o façam”, declarou Blinken, em uma referência implícita a grupos como o Hezbollah e países como o Irã e a Síria.
Além disso, os EUA acordaram com Israel um plano de escoar doações para Gaza, que está sem infraestrutura hospitalar, sem água e sem insumos para a população civil, afirmou o secretário. “Vamos fazer todo o possível para que o Hamas não tenha acesso a esse fluxo. Recebemos positivamente o apoio de Israel ao plano”, declarou Blinken.
Em Israel, Joe Biden também irá verificar quais são as estratégias de guerra de Israel para minimizar as baixas de civis, afirmou Blinken.
O presidente dos EUA viajará para a Jordânia depois da visita a Israel, disse o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby.
Enquanto estiver em Amã, Biden se reunirá com o rei Abdullah da Jordânia, com o presidente do Egito, Abdel-Fattah el-Sissi, e com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, para discutir a situação humanitária em Gaza, explicou Kirby.
Uma viagem do tipo seria tanto rara quanto arriscada, mostrando apoio dos EUA a Netanyahu em um momento no qual os EUA tentam impedir a ocorrência de uma guerra mais ampla envolvendo o Irã, seu aliado libanês, o Hezbollah, e a Síria, e quando os suprimentos de comida e combustível estão baixos na Faixa de Gaza, onde autoridades dizem que mais de 2.800 pessoas morreram em ataques israelenses.
Uma viagem, contudo, poderia aumentar o poder de Biden de influenciar nos acontecimentos da região, além de melhorar a sua imagem dentro dos EUA.
Biden e Netanyahu, aliados não tão próximos assim, juntaram forças apesar de terem desacordos sobre o futuro do Oriente Médio, com Biden frequentemente realçando seu apoio a um Estado israelense e um Estado palestino independentes.
Uma reunião presencial permitiria a Biden discutir em privado as preocupações e as possíveis linhas vermelhas de uma iminente invasão terrestre de Gaza por parte de Israel.
Informações UOL
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Arsenal de Guerra de São Paulo em Barueri, Grande São Paulo — Foto: Reprodução/Exército brasileiro
Cerca de 480 militares de todas as patentes completam nesta terça-feira (16) uma semana impedidos de deixar o quartel onde trabalham depois que 21 metralhadoras de guerra foram furtadas de dentro do Exército em Barueri, Grande São Paulo. A corporação alega que está ouvindo toda a tropa para tentar descobrir onde as armas foram parar. Trinta e cinco dos militares já prestaram depoimentos.
O desparecimento do armamento só foi notado na última terça-feira (10), quando a corporação realizou uma vistoria interna no Arsenal de Guerra em Barueri e detectou uma discrepância no número de metralhadoras.
Desde então, soldados, cabos, sargentos, tenentes, capitães, majores e coronéis estão “aquartelados” por determinação dos superiores hierárquicos. Seus celulares foram confiscados para não se comunicarem com parentes. O contato com eles está sendo feito por meio de um representante do Exército.

Polícias farão buscas por armas do Exército
Nos últimos dias, familiares têm ido até a frente da base pedir informações sobre os militares retidos. Apesar de o Exército informar que nenhum deles está detido ou preso, ninguém pode ir para casa. A corporação informou que a medida é necessária para tentar localizar e recuperar o armamento.
O sumiço das 13 metralhadoras calibre .50, que podem derrubar até aeronaves, e das oito metralhadoras calibre 7,62 está sendo investigado exclusivamente pelo Exército. O Comando Militar do Sudeste (CMSE), na capital de São Paulo, e o Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT), em Brasília, enviaram comitivas para apurar o extravio do arsenal.
Fontes do g1 avaliam se o furto das metralhadoras ocorreu por alguma falha da segurança do Arsenal de Guerra ou se algum militar pode estar envolvido no crime. E se elas saíram da base dentro de caminhões do Exército, entre setembro e esse mês de outubro.
Até a última atualização desta reportagem, no entanto, nenhum suspeito foi identificado ou preso. E nenhuma das metralhadoras havia sido recuperada. Ainda não há confirmação se criminosos entraram na base e se alguma câmera gravou o desaparecimento das armas.
Segundo o Instituto Sou da Paz, este foi o maior desvio de armas de uma base do Exército brasileiro desde 2009, quando sete fuzis foram roubados por criminosos de um batalhão em Caçapava, interior de São Paulo. Naquela ocasião, a polícia paulista recuperou todas as armas e prendeu suspeitos pelo crime, entre eles um militar.
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Metralhadora .50, de uso restrito das Forças Armadas — Foto: Arte g1
No caso de furto das armas em Barueri, o Exército não registrou boletim de ocorrência na polícia. Apesar de não investigar o crime, a Polícia Civil tenta encontrar as metralhadoras que sumiram. A Polícia Militar (PM) também está realizando operações nas ruas para buscar o armamento.
Agentes das forças de segurança do estado analisam ainda câmeras de monitoramento de Barueri para saber se elas gravaram alguma pessoa ou algum veículo suspeito de transportar as armas do quartel.
Neste final de semana, o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, disse que o furto das metralhadoras pode ter “consequências catastróficas” se as armas forem para o crime organizado, podendo colocar em risco a população.
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Publicação do secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, sobre furto de armas no Exército — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Por meio de nota, o Exército informou que o arsenal levado é “inservível”, ou seja, não estaria funcionando e passaria por manutenção. Militares ouvidos pelo g1 disseram que as metralhadoras teriam sido retiradas aos poucos do quartel para não chamar a atenção.

“A investigação segue em curso e está sob sigilo. Temos total interesse em informar e enviaremos as atualizações do caso quando for oportuno”, informou o CMSE na segunda-feira (16).
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Imagem aérea mostra estrutura do Arsenal de Guerra de São Paulo em Barueri — Foto: Reprodução/Exército brasileiro
Informações G1
A vacinação antirrábica para cães e gatos continua nesta semana em 10 localidades de Feira de Santana. A ação tem o objetivo de proteger os animais contra a raiva.
A aplicação da vacina será das 9h às 12h no distrito de Jaíba e nos bairros Santo Antônio dos Prazeres, Jardim Brasil, Mantiba, Jardim Cruzeiro, Lagoa Salgada e Feira X. (Confira o cronograma no final da matéria)
O mutirão de vacinação é direcionado a cães e gatos a partir de três meses de idade. Os donos dos pets devem levar os animais transportados de maneira segura. Gatos em caixas apropriadas, enquanto os cães devem estar em coleiras e correntes. Caso possua, é necessário apresentar a caderneta de vacinação.
“Precisamos aumentar a quantidade de animais vacinados e contamos com o apoio das pessoas para que levem seus pets. A vacina é a melhor prevenção contra a raiva e contribui para a proteção dos animais e humanos”, alerta Mirza Cordeiro, coordenadora do CCZ.
Confira os locais de vacinação:
16/10Jaíba – Posto de Saúde e equipes volantesSanto Antônio dos Prazeres – Praça
17/10Jaíba – equipe volanteJardim Brasil, das 9h às 14hMantiba – ponto fixo e equipe volante Jardim Cruzeiro – Observatório AntaresLagoa Salgada – Condomínio
18/10Jardim Cruzeiro – Observatório AntaresMantiba – equipes volantes
19/10Mantiba – equipes volantesJardim Cruzeiro – Observatório Antares
20/10Feira X – Todos os Postos de Saúde, das 9h às 14h

A campanha de multivacinação segue até o dia 27 deste mês, em Feira de Santana. A estratégia tem como objetivo aumentar a cobertura vacinal de crianças e adolescentes até os 14 anos. Durante esse período, pais ou responsáveis dos menores devem procurar a unidade de saúde mais próxima para checar se existe alguma dose pendente.
Feira dispõe de 104 salas de vacina. Desse total, seis são vinculadas ao Programa Saúde na Hora e tem funcionamento ampliado até as 20h30. São elas George Américo 1 e 2; Campo Limpo 1, 5 e 6; Baraúnas; Gabriela 3 e 4; Campo do Gado; Feira VI; Parque Ipê 1,2 e 3; Cassa; Videiras e Dispensário Santana.
Segundo a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Carlita Correia, a programação diferenciada oportuniza os trabalhadores que não podem ir até os postos no horário comercial.
“Temos observado em todo o país uma queda da cobertura de vacinação e isso afeta, principalmente, as crianças que fazem parte de um grupo mais vulnerável, pois o sistema imunológico ainda está em formação. É importante que os pais levem seus filhos para receber as doses destinadas a faixa etária dessa turma”, ressaltou Carlita.
Para ser vacinado, é necessário apresentar certidão de nascimento ou documento de identidade, cartão SUS e caderneta de imunização. É válido destacar que a aplicação em menores de 18 anos é feita somente com a presença dos pais ou responsável legal.

A Guarda Municipal de Feira de Santana apreendeu quatro cigarros eletrônicos em duas escolas municipais da cidade, na última semana. A ação foi realizada pela Ronda Escolar, após denúncia de funcionários das instituições de ensino.
De acordo com a Guarda Municipal, os adolescentes foram encontrados usando os cigarros eletrônicos tanto na parte externa quanto nas dependências das escolas. Eles foram encaminhados à diretoria das instituições para que as medidas cabíveis fossem tomadas.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proíbe a comercialização, a importação e a propaganda de cigarros eletrônicos no Brasil. A entidade afirma que os dispositivos não são seguros e podem causar danos à saúde.
A Ronda Escolar tem realizado ações de conscientização sobre os riscos do uso de cigarros eletrônicos em escolas municipais. A Guarda Municipal orienta os pais e responsáveis a conversar com os filhos sobre os perigos do tabagismo.
Riscos do cigarro eletrônico
Os cigarros eletrônicos são dispositivos que vaporizam um líquido que contém nicotina, aromatizantes e outras substâncias. A nicotina é uma substância altamente viciante e prejudicial à saúde. Ela pode causar câncer, doenças cardíacas e pulmonares.
Os cigarros eletrônicos também podem conter substâncias tóxicas, como metais pesados e solventes. Essas substâncias podem causar danos aos pulmões, ao coração e ao cérebro.
Orientações para pais e responsáveis
A Anvisa orienta os pais e responsáveis a conversar com os filhos sobre os riscos do uso de cigarros eletrônicos. Os pais devem explicar aos filhos que os cigarros eletrônicos não são seguros e que podem causar danos à saúde.
Os pais também devem estar atentos aos sinais de que o filho pode estar usando cigarros eletrônicos. Esses sinais incluem:
Se o pai ou responsável suspeitar que o filho está usando cigarros eletrônicos, deve conversar com ele sobre o assunto. É importante explicar os riscos do tabagismo e oferecer apoio para que o filho pare de usar cigarros eletrônicos.

Quinhentos e noventa fuzis calibre 5.56 e 1.075 pistolas glocks foram entregues para unidades ostensivas e especializadas, na tarde desta segunda-feira (16), durante solenidade realizada no Quartel Geral da PM, no Largo dos Aflitos. O Governo do Estado investiu mais de R$ 11,4 milhões na aquisição dos armamentos.
Os fuzis da marca Iwi Arad de última geração possuem diferentes tipos de mira. Já as 1.075 pistolas Glock são do modelo 22, geração 5, calibre.40.
Os armamentos serão distribuídos em unidades dos Comandos de Policiamento Especializado (CPE), em Missões Especiais (CPME), de Apoio Operacional (CPAp), de Policiamento Rodoviário (CEPR), Comandos de Policiamento Regionais da Capital (CPR BTS, Atlântico, Central e RMS) e nos CPRs de Feira de Santana, Ilhéus, Juazeiro, Barreiras, Bom Jesus da Lapa, Paulo Afonso, Vitória da Conquista, Itaberaba, Santo Antônio de Jesus e Teixeira de Freitas.
“Equipamentos de última geração e com excelente qualidade, os fuzis e pistolas representam um investimento na segurança dos nossos profissionais que realizam o enfrentamento e combate diário ao crime organizado”, enfatizou Marcelo Werner, Secretário da Segurança Pública da Bahia.
Cerca de R$ 500 mil também foi empregado na aquisição de uma Base Móvel e uma Ambulância, direcionadas para o Departamento de Promoção Social da PM.

Polícia Civil
Unidades da Polícia Civil da Bahia também receberão equipamentos, entregue em solenidade na manhã desta terça-feira (17), em solenidade na Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core).

O presidente do PL na Bahia, João Roma, projetou, na manhã desta segunda-feira (16), que até o início do próximo ano deve haver clareza sobre as eleições em Salvador. No momento, o dirigente reafirmou a sua pré-candidatura a prefeito da capital, mas não descartou a possibilidade de uma composição com o atual prefeito Bruno Reis (União Brasil).
“Minha pré-candidatura está lançada, mas não descartamos uma possibilidade de somatório de forças. Até o início do próximo ano, teremos uma clareza de como vamos caminhar”, declarou o ex-ministro da Cidadania, em entrevista à Rádio Itapoan FM, de Salvador. Roma lembrou que há os limites legais que impõem um prazo – abril de 2024 para as filiações e agosto para as convenções – porém ressaltou que não será necessário esperar todo esse tempo. A definição em Salvador passará também pela escuta das lideranças soteropolitanas.
O partido tem, entretanto, uma definição para outra importante cidade da Região Metropolitana de Salvador. “O deputado Leandro de Jesus deve disputar a prefeitura de Lauro de Freitas”, disse Roma, que reiterou: “vamos buscar nos organizar e fazer enfrentamento em outras cidades”. Ele destacou as pré-candidaturas de Coronel França, em Teixeira de Freitas, de Chico França, em Itabuna, e de Antônio Tadeu, em Luís Eduardo Magalhães. Há ainda plano de lançar candidatura própria em Feira de Santana.
“Cada cidade tem sua realidade. A eleições municipais são pleitos que tratam mais de temas locais. Nesse momento, temos muitas filiações ao PL, muitas pessoas interessadas em se filiar, inclusive prefeitos já eleitos e que vão buscar reeleição”, descreveu Roma. O dirigente já conseguiu estruturar mais de 100 diretórios municipais em todo o estado, em um esforço para dar capilaridade ao PL em todo o território baiano.
O dirigente partidário, ao ser questionado, criticou a atuação do governador Jerônimo Rodrigues. “Ainda não mostrou a que veio. Está conversando muito, distribuindo seu sorriso, mas não está mostrando muito”, avaliou Roma. O ex-ministro da Cidadania entende que limitar propostas de desenvolvimento da Bahia à construção da Ponte Salvador-Itaparica demonstra a limitação de ideais da gestão petista. “A Bahia não pode ficar restrita a isso. Temos outras obras importantes como a duplicação do rodoanel de Feira de Santana, uma ponte entre Cabaceira do Paraguaçu e Santo Estêvão, e não estamos vendo essas coisas acontecendo”, disse o ex-ministro.
João Roma entende que a Bahia está “patinando, sem um sentido estratégico”. Ele demonstrou que há entraves para o crescimento econômico. “Temos um dos ICMS mais caros do Brasil. É preciso enxergar a Bahia de forma grandiosa para que possamos encarar os desafios”, enfatizou o dirigente do PL
Segundo o presidente estadual do PL, o governo Jerônimo segue a mesma linha de retrocesso do governo Lula. “Ele revogou mais de 200 medidas liberalizantes da economia, criando amarras burocráticas do estado, aumentando o custo Brasil. Nos programas sociais, Lula anulou todas as regras de emancipação e, além disso, excluiu dois milhões de pessoas somente para verificação de cadastro, quando essa verificação deve ser uma responsabilidade do governo”, apontou.

Com César Oliveira
Tema: Nosso Meio Ambiente
Ouça o Podcast completo:

O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) se recusou a definir o grupo Hamas como terrorista, em resolução aprovada nesta segunda-feira, 16.
O partido equiparou as ações de defesa de Israel às brutalidades dos extremistas, que invadiram o território israelense, assassinaram, sequestraram e estupraram milhares de vítimas.
A opinião geral no partido, divulgada no documento, é de que os ataques de Israel em resposta às atrocidades do Hamas configuram genocídio.
“Desde sua fundação, todo e qualquer ato de violência contra civis, venham de onde vierem”, afirma o PT. “Por isso, condenamos os ataques inaceitáveis, assassinatos e sequestro de civis, cometidos tanto pelo Hamas quanto pelo Estado de Israel, que realiza, neste exato momento, um genocídio contra a população de Gaza, por meio de um conjunto de crimes de guerra.”

Na nota, o partido ressalta que apoio desde os anos 1980 a luta do povo palestino por sua soberania nacional. Defendeu a constituição de dois Estados, o da Palestina e o de Israel.
E acrescentou que as relações partidárias que mantém com os palestinos são “unicamente com a Organização para a Libertação da Palestina e com a Autoridade Nacional Palestina, sediada em Ramallah”.
Ao elogiar a atuação do governo brasileiro, no comando rotativo do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e na repatriação dos brasileiros, alertou para os perigos de uma escalada nos conflitos.
“O PT parabeniza os esforços empreendidos pelo governo brasileiro, sob a condução do Presidente Lula, voltados à repatriação rápida de brasileiros na região do conflito e pelo acesso à ajuda humanitária na região da Faixa de Gaza”, dizia um trecho do texto.
Na visão do partido, isso deve ser feito “com a retirada dos bloqueios impostos por Israel que impactam diretamente a população civil, além do pronto restabelecimento do fornecimento de água, energia elétrica, alimentos, medicamentos e combustíveis na região, bem como a defesa da imediata libertação dos reféns civis israelenses.”
Informações Revista Oeste