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Próxima aeronave a regressar ao país será o VC-2 (Embraer 190), da Presidência da República, que aguarda autorização no Cairo (Egito)

Foto: Divulgação/FAB

O oitavo voo da Força Aérea Brasileira (FAB) que buscou repatriados em Tel Aviv (Israel) pousou às 4h (horário de Brasília) desta segunda -feira (23), no Rio de Janeiro (RJ).

A bordo da aeronave KC-30 (Airbus A330 200) estavam 209 pessoas e nove animais de estimação, retirados de áreas de conflitos próximas à Faixa de Gaza. Ao todo, 1.410 brasileiros, três bolivianas e 50 animais pets já foram trazidos de volta ao Brasil desde 10 de outubro, três dias após o Hamas dar início à guerra.

A próxima aeronave a regressar ao país será o VC-2 (Embraer 190), da Presidência da República, que está no Cairo, Egito, aguardando autorização para resgatar brasileiros.

No domingo (22), o Ministério das Relações Exteriores (MRE) informou, em nota, que, “tendo em conta as condições locais atuais e a operação regular do aeroporto de Ben Gurion, não se preveem voos adicionais para brasileiros em Israel”.

Segundo o MRE, há um grupo de 30 brasileiros e familiares diretos que aguardam retirada da Faixa de Gaza abrigado nas localidades de Khan Younis e Rafah, nas proximidades da fronteira com o Egito. O governo brasileiro, por meio do Escritório de Representação do Brasil em Ramala, mantém permanente contato com eles.

Informações Bahia.ba


Em São Paulo, extrema esquerda queima bandeira de Israel, pede fim do país judeu e parabeniza terroristas do Hamas

Foto: Reprodução/Instagram/@pstu_oficial.

Militantes da extrema esquerda resolveram protestar neste domingo, 22. Em pauta, a guerra que ocorre no Oriente Médio. 

Na Avenida Paulista, em São Paulo, integrantes do PSTU externaram posição contra Israel, país que desde 7 de outubro virou alvo dos terroristas do Hamas. Na ocasião, lançou-se mísseis contra o território israelense. Além disso, centenas de civis foram sequestrados, estuprados e assassinados. Nem bebês escaparam. 

Apesar disso — e de terroristas do Hamas terem matado, inclusive, três brasileiros —, membros da extrema esquerda marcaram posição contra a nação agredida. E com direito a registros nas redes sociais. 

Pelo Instagram, membros do PSTU mostraram o momento em que as bandeiras de Israel e do “imperialismo” dos Estados Unidos foram queimadas. 

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No Instagram, PSTU mostra bandeiras de Israel e dos Estados Unidos pegando fogo | Foto: Reprodução/Instagram/@pstu_oficial

Fundador e presidente nacional do PSTU, José Maria de Almeida, o Zé Maria, demonstrou que a ideia do nanico partido esquerdista vai além do sentido figurativo de queimar a bandeira israelense. Ele declarou o desejo de riscar do mapa o país judeu. Em contrapartida, o dirigente partidário defendeu a criação de um país árabe, a Palestina, no local em que existe a nação judaica. 

“Vamos derrotar o Estado sionista de Israel”, disse Zé Maria, ao discursar em cima de trio elétrico posicionado na Praça Oswaldo Cruz, entre as avenidas Paulista e Bernardino de Campos, na região central da cidade de São Paulo. “Não podemos aceitar que classifiquem qualquer ato de resistência do povo palestino como terrorismo.” 

Na sequência, o presidente do PSTU fez questão de enfatizar: está ao lado dos terroristas. “Neste momento, estamos na trincheira militar do Hamas”, disse Zé Maria. “Todo ato de força, todo ato de violência do povo palestino contra o sionismo é legítimo.” 

Ao declarar apoio ao Hamas, esquerdista chama Israel, país invadido, de “terrorista” 

Assim como outros militantes do partido da extrema esquerda, Zé Maria criticou diretamente Israel, país invadido e atacado por membros do Hamas. “Terrorista é o Estado sionista e colonialista de Israel”, afirmou. “É preciso colocar uma vez por todas um ponto final no Estado sionista de Israel, para que possa florescer o Estado palestino, laico, democrático, do Rio Jordão ao mar.” 

Por fim, o presidente do PSTU pediu para o governo brasileiro romper relações diplomáticas e econômicas com Israel. 

Revista Oeste


Javier Milei e Sergio Massa disputarão 2º turno na Argentina

Javier Milei e Sergio Massa disputarão 2º turno na Argentina

Foto: Fotos: Foto de Tomas Cuesta/Agustín Marcarian/Pool/Getty Images.

A eleição presidencial na Argentina está oficialmente marcada para um segundo turno, que ocorrerá no dia 19 de novembro. Com mais de 88% das urnas apuradas até o momento, Sergio Massa, o candidato peronista da coalizão Unión por la Patria, lidera a corrida presidencial com 36.26% dos votos. Ele competirá pelo cargo de presidente contra Javier Milei, que representa a ala ultraliberal de direita conhecida como Libertad Avanza, somando 30.20%. 

Patricia Bullrich, candidata de centro-direita da coalizão Juntos por el Cambio, encontra-se em terceiro lugar, com 23,8% dos votos, enquanto Juan Schiaretti, da coligação Hacemos por Nuestro País, está na quarta posição com 7% dos votos. 

Para evitar um segundo turno, um dos candidatos precisaria obter mais de 45% dos votos válidos ou mais de 40% com uma diferença de 10 pontos percentuais em relação ao segundo colocado. 

As eleições realizadas neste domingo (22) registraram a maior taxa de abstenção em eleições presidenciais desde 198. 

De acordo com a Direção Nacional Eleitoral, apenas 74% dos eleitores aptos compareceram às urnas. Em contraste, nas eleições de 2019, 80% dos eleitores exerceram seu direito de voto para escolher o presidente do país. 

Conexão Política


Votação na Argentina é encerrada com quase 75% de comparecimento

Foto: El Caminante/Pixabay.

A Câmara Eleitoral da Argentina informou há pouco que 74% dos eleitores aptos do país compareceram às urnas para registrar os votos na eleições gerais do país. 

O acesso aos locais de votação foi fechado às 18h. A partir de agora, será iniciada a contagem de votos. 

Os primeiros resultados parciais devem sair por volta das 22h. A expectativa é saber se haverá ou não segundo turno. 

Fonte: O Antagonista.

Artigo: O veneno antissemita
22 de Outubro de 2023

A esquerda mundial, como o PT, se uniu para acusar Israel de ter reagido aos atos de barbárie que sofreu

Manifestantes fazem ato pró-Palestina, na Cinelândia, no Rio de Janeiro (19/10/2023) | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Os judeus são “o câncer da humanidade”, escreveu um militante do movimento de apoio à “Palestina” e à eliminação do Estado de Israel. “Já foi tarde”, comentou a palestrante de uma “aula pública” na Universidade de São Paulo ao dar sua opinião sobre o assassinato da jovem brasileira Bruna Valeanu, de origem judaica, na chacina terrorista contra Israel. “Nenhum judeu, em nenhum lugar do mundo, vai estar seguro a partir de agora”, ameaçou um comentarista de noticiário sobre o ataque terrorista que matou 1,4 mil civis israelenses até agora — incluindo a decapitação de bebês, o sequestro de inocentes, estupros em massa e tortura pública. Fazendo sua análise sobre esses fatos, um blogue da extrema esquerda lulista escreveu: “Não importa a cor dos gatos, o que importa é que cacem os ratos”. Eis aí, sem nenhum disfarce e sem nenhuma preocupação com as leis que proíbem o ódio racial no Brasil, os judeus sendo chamados de “câncer”, de “ratos” e de inimigos públicos a serem exterminados — o quanto antes melhor, como diz a palestrante da USP. Há uma palavra que descreve com exatidão isso tudo: “antissemitismo”, ou o ódio aos judeus pelo fato de serem judeus. Antes da atual “causa palestina”, foi a marca mais perversa da ditadura nazista na Alemanha.

https://twitter.com/IDF/status/1711491075016159304?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1711491075016159304%7Ctwgr%5E6ce7c0ae65fa3654f6790753e55b077a6a471468%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Frevista%2Fedicao-187%2Fo-veneno-antissemita%2F

Você não ouviu nenhuma observação, de crítica ou de simples registro, sobre a erupção de antissemitismo explícito no Brasil que acompanhou desde o primeiro momento a agressão terrorista do Hamas, a organização criminosa que controla o território de Gaza, na fronteira com Israel. É claro que não: é proibido utilizar a palavra “antissemitismo” na mídia, na vida pública e na esfera intelectual brasileiras de hoje. Desde que o ódio aos judeus emigrou da extrema direita para a esquerda, os antissemitas e os seus simpatizantes passaram a praticar o antissemitismo nazista de sempre dizendo que defendem a “causa palestina” — ou que são apenas “antissionistas”. Sustentam que o Estado de Israel não tem o direito de existir. Dizem que o seu governo pratica o “apartheid” racista, embora todos os muçulmanos israelenses sejam cidadãos plenos e tenham os mesmos direitos dos judeus. Israel é “terrorista”, “colonialista” e comete “crimes contra a humanidade” nos territórios “ocupados” — e por aí afora. É um alvará universal que autoriza o antissemita brasileiro, dos pontos de vista social, político e moral, a cometer o delito de discriminação racial antijudaica sem correr nenhum risco.

O sonho proibido da esquerda

O antissemitismo é o sonho proibido da esquerda brasileira. Querem odiar os judeus, mas não podem dizer que odeiam, e nem podem odiar em público — comportam-se, na vida prática, como nazistas, mas querem ficar no “campo progressista”. A “causa palestina”, aí, é o disfarce ideal. Permite que o sujeito chame os judeus de “câncer” e de “ratos”, ao mesmo tempo em que se exibe como combatente de esquerda, intelectual civilizado e devoto do presidente Lula. Permite que se escandalize com a “morte de civis” em Gaza, nos bombardeios de Israel para reagir aos terroristas que acabam de cometer o pior massacre em seu território desde os grupos de extermínio de judeus na Alemanha de Hitler. Mas o horror, para ele, fica limitado à Gaza. Para o antissemita brasileiro não há civis em Israel; só na “Palestina”. Permite que se acusem os judeus de “crimes de guerra”, de “crise humanitária” e de “genocídio”, ao agirem em legítima defesa de suas vidas e do seu país. Permite dizerem, com teores extremos de indignação, que Israel não poderia reagir ao ataque selvagem que sofreu do Hamas; tem de “negociar”, ou algo assim, e ficar esperando o próximo massacre.

Quer ser antissemita e escrever em jornal, fazer conferência na Fundação Getulio Vargas e falar na Rede Globo? Diga que você é “antissionista” — e estará liberado para praticar o seu racismo em público e com toda a segurança

Como em outros comportamentos politicamente patológicos, o racismo antissemita no Brasil de 2023 usa as ferramentas clássicas da falsificação dos fatos e dos argumentos sem base racional para se exibir sob a máscara da ação política legítima. Uma das acusações mais repetidas nas redes sociais, na mídia e na militância de esquerda, por exemplo, é que Israel pratica o “genocídio” contra o “povo palestino” — o assassinato de bebês, por esse entendimento, seria a reação natural dos “oprimidos” contra os “opressores”. O problema, aí, não é só a demência da justificativa. Além disso, existe a ofensa à realidade — como Israel poderia estar cometendo genocídio se a população palestina era de 750 mil pessoas quando o Estado israelita foi fundado, e hoje é de 4 milhões? Se há genocídio, por que estão todos vivos? É o único caso na história humana em que a população exterminada aumenta, em vez de sumir. Virou uma palavra de ordem, também, dizer que a Faixa de Gaza é uma “prisão aberta”, porque Israel não permite que os moradores locais entrem livremente no seu território. Existe algum país de fronteira aberta — sobretudo para terroristas que têm como objetivo oficial a destruição física desse mesmo país?

Com a mesma qualidade de raciocínio acusa-se Israel de cortar a energia elétrica, a água corrente e a entrada de alimentos em Gaza, como medida de reação contra o Hamas. Se cortou é porque fornecia isso tudo até agora — e se fornecia, onde está o tratamento desumano em relação aos “palestinos”? Quem se dispõe, num conflito armado, a oferecer meios de subsistência ao inimigo e agressor? Alguém reclamou, entre os que denunciam Israel, dos bombardeios russos contra as centrais elétricas da Ucrânia? Em nenhum momento, na presente onda de antissemitismo humanitário no Brasil, foi observado que Israel só atacou a Faixa de Gaza porque foi atacado; nenhum “civil palestino” seria morto se o Hamas não tivesse cometido os assassinatos em massa que cometeu. Há indignação contra os mísseis que atingem escolas ou hospitais, mas não se diz que os terroristas montam ali as suas centrais de operação — justo para permitir que se acuse Israel, na sua resposta à agressão, de atingir escolas e hospitais. Denuncia-se que a maioria dos moradores de Gaza vive na miséria, por culpa dos judeus; não se diz que 80% da população local não trabalha, e não trabalha porque o Hamas impede que haja qualquer tipo de atividade econômica na região. Existe no mundo alguém disposto a investir na Faixa de Gaza?

A esquerda se refere ao Hamas como se o grupo fosse o governo legal da “Palestina”. É objetivamente falso. O Hamas só representa a si mesmo, ou a seus chefes — tomou o controle pela violência, em 2007, jamais permitiu uma eleição depois disso e usa o crime sistemático para mandar em Gaza, como se fosse uma quadrilha de favela. Não há oposição, nem direitos civis; os adversários políticos são presos e torturados. O Hamas fica com todas as verbas, em dólar, de ajuda internacional aos “palestinos”. Fica, também, com todo o material médico, os alimentos e demais recursos do apoio humanitário à região; vende em benefício direto dos chefes, ou então distribui à conta-gotas para os que obedecem às suas ordens. A corrupção em Gaza é considerada uma das piores do mundo subdesenvolvido — mas dizer isso, ou lembrar que Israel é a única democracia de toda a região, vale acusações automáticas de “sionismo”. Essa, por sinal, é outra palavra-chave nos sistemas de pensamento do antijudaísmo brasileiro. Quer ser antissemita e escrever em jornal, fazer conferência na Fundação Getulio Vargas e falar na Rede Globo? Diga que você é “antissionista” — e estará liberado para praticar o seu racismo em público e com toda a segurança.

Pichação de Estrela de Davi na entrada de um prédio em Berlim, na Alemanha | Foto: Reprodução/X
Boicote antissemita em Berlim, na Alemanha, em 1º de abril de 1933. Um soldado de choque nazista está ao lado de um cartaz, postado na loja judaica Tietz, que diz: “Alemães, defendam-se, não comprem dos judeus” | Foto: Everett Collection/Shutterstock.

A epidemia de antissemitismo que saiu agressivamente do armário com os ataques terroristas a Israel não pode ser descrita como uma expressão da vontade popular no Brasil. Não rende voto; não faz parte das preocupações normais da população brasileira, não é levada a sério por quem precisa trabalhar e não mobilizou mais do que 150 militantes do MST, ou coisas parecidas, na única manifestação de rua “pró-Palestina” que fizeram até agora. Trata-se, mais do que qualquer outra coisa, de uma doença privativa do baixo clero da elite nacional — professores de universidade, grêmios estudantis, jornalistas, simuladores de conhecimento, influencers e mais do mesmo. Há, é claro, o PT, que até hoje não conseguiu condenar as ações terroristas do Hamas; mas aí é coisa que está no DNA do partido, dos seus serviços de apoio e do presidente Lula, e não há como ser diferente. O foco principal de infecção está na universidade, e mais nos professores do que nos alunos. “O que acontece na região de Israel e Palestina é brutal”, escreve um comunicado do Diretório Central dos Estudantes da PUC do Rio de Janeiro. “A opressão do estado [assim mesmo, com “e” minúsculo] de Israel, apoiado pelo Bolsonaro, sobre o povo palestino acontece a anos [assim, mesmo, em vez de “há”], promovendo assassinatos, prisões, invasões de casas, roubos de terras e outros crimes de violação dos direitos humanos.” É esse o nível, e é esse o pensamento da maioria dos centros acadêmicos brasileiros; para eles, não houve os crimes do Hamas, e Israel é um país que não existe.

O problema é que o nível dos textos que os professores escreveram a respeito da questão, ou expuseram nas salas de aula, não é muito melhor do que isso. “Tecnicamente, Israel viola todas as normas possíveis do direito humanitário”, escreveu um professor que dá aulas numa faculdade tida como top de linha em São Paulo — num manifesto que poderia servir de síntese para o que a maior parte da universidade brasileira está pensando neste momento. “Os governantes e militares israelenses são criminosos de guerra e culpados de crimes contra a humanidade inclusive aquele de apartheid.” O professor diz que o “conceito técnico” de terrorismo “não existe”. Argumenta que, se o Hamas é chamado de organização terrorista, a definição correta para Israel seria “estado terrorista”; seus governantes também deveriam ser descritos como “terroristas”. Fala na “motivação” do Hamas para seus ataques contra bebês, crianças, mulheres e gente indefesa em Israel. Afirma que “é verdade” o que o Hamas diz. “A verdade pode não justificar o ataque”, escreveu, “mas não deixa de ser verdade”. Alunos da faculdade pediram que a sua direção, pelo menos, comunicasse ao público que o artigo do professor não representa a opinião da escola. Não receberam resposta. O surto de antissemitismo que se espalhou com a agressão terrorista a Israel, obviamente, está longe de se limitar ao Brasil; em outros países, aliás, é muito mais perverso do que aqui. Na Alemanha foram colocadas estrelas de David na porta de lojas operadas por judeus — uma repetição das sinistras estrelas amarelas que a Gestapo colava nas fachadas da Alemanha nazista, para indicar que aquele estabelecimento podia ser depredado sem riscos. A Universidade de Harvard e suas congêneres viraram quartéis-generais do Hamas — estão, agora, ameaçadas de perder parte das doações que recebem, por prática de antissemitismo declarado. A esquerda mundial, como o PT, se uniu para acusar Israel de ter reagido aos atos de barbárie que sofreu. Mas o Brasil, que sempre esteve distante do ódio ao povo israelita, se vê empurrado cada vez mais para a fogueira antissemita. É de graça, e tem a benção silenciosa do governo, suas polícias e seus tribunais. Da mesma forma como não houve, em mais de quatro anos de inquérito sobre as “fake news”, nenhum indiciado de esquerda, não há, em 15 dias de manifestações públicas de antissemitismo, nenhum gesto de reação, por mínimo que seja, por parte de qualquer autoridade. Não há surpresa, assim, que uma militante do “Partido Comunista Operário” tenha escrito nas redes sociais, sem nenhuma restrição: “Toda a violência perpetrada pelo Hamas é justificada”. São os argumentos que a esquerda, com o apoio ativo ou passivo do centro-democrático-liberal-civilizado-equilibrado-etc. tem para apresentar. Não é uma novidade. O doutor Goebbels também tinha argumentos.

Judeus húngaros depois de desembarcarem dos trens em Auschwitz II, na Polônia ocupada, em maio de 1944. Os que eram enviados para a direita iam para os campos de trabalho forçado; os que iam para a esquerda eram assassinados nas câmaras de gás. Os prisioneiros do campo são visíveis em seus uniformes listrados | Foto: Wikimedia Commons

Informações Revista Oeste


O Internacional atropelou o Santos. O Colorado teve uma atuação impecável, fez 7 a 1, no Beira-Rio, pela 28ª rodada do Brasileirão, e segurou o time paulista na zona de rebaixamento. Foi a maior goleada desta edição campeonato.

Os gols foram marcados por Kevyson, contra, Alan Patrick, Enner Valencia, duas vezes, Wanderson, Luiz Adriano e Bustos para o Inter. Maxi Silvera descontou para o Santos. 

Com o resultado, a equipe de Porto Alegre se distanciou da linha de queda, está em 12º e soma agora 35 pontos.

Já o Alvinegro estacionou em 18º, com 30. O placar igualou a pior derrota da história do Santos em sua história no Brasileirão. O clube perdeu em 2005 para o Corinthians pelo mesmo placar.

O Internacional e Santos voltam a campo na próxima quinta-feira (26). O Colorado visita o Vasco, enquanto o Peixe recebe o Coritiba.

Como foi o jogo

O Inter esteve perto da perfeição. Com um minuto de jogo, Wanderson já fez boa jogada pela esquerda e cruzou. A bola bateu em Kevyson e entrou. Depois, o Colorado seguiu pressionando e não demorou a marcar o segundo, contando com uma ‘ajuda’ da defesa santista.

Dodô falhou feio numa saída de bola e Alan Patrick fez um golaço. Um passe que parecia simples acabou no meia-atacante do Inter, que driblou um defensor e encobriu Vladimir. Foi a confirmação do que o campo apresentava: um Inter esmagador e o Santos que errava muito.

O esquema de três zagueiros, desmontado no segundo tempo, não foi suficiente conter o ataque do Inter, até então o pior do Brasileirão. Mesmo com jogadores a mais no sistema de retaguarda, o Alvinegro deu espaços e viu o Colorado fazer o terceiro e o quarto ainda na etapa inicial, além de seguir muito superior no segundo tempo, quando marcou ainda mais gols, construindo a maior goleada desta edição do Brasileirão. Continua após a publicidade

Homenagem a Pelé no uniforme. O Santos usou camisas com uma homenagem a Pelé, que faria 83 anos amanhã. O símbolo do infinito com uma coroa simbolizou ‘eterno e infinito’, em alusão ao Rei do Futebol, que morreu no ano passado.

https://twitter.com/SantosFC/status/1716167424645489112?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1716167424645489112%7Ctwgr%5E72bf2bed2cb9db2d9349e0f7790356e8438b7fba%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.uol.com.br%2Fesporte%2Ffutebol%2Fultimas-noticias%2F2023%2F10%2F22%2Finter-x-santos—campeonato-brasileiro.htm

Gols e melhores momentos

1 a 0 para o Inter. Com menos de um minuto de jogo, Wanderson fez jogada pela esquerda e cruzou. Kevyson marcou na própria meta o gol contra que abriu o placar.

2 a 0 para o Inter. Alan Patrick marcou um golaço! Dodô errou um passe simples, o meia-atacante do Inter interceptou, dirblou um defensor e encobriu Vladimir.Continua após a publicidade

Enner perdeu! Mauricio enfiou para Enner Valencia entrar livre aos 16 minutos da primeira etapa. O equatoriano tentou colocar por cima do goleiro, mas exagerou na força e a bola foi para fora.

Rochet salvou! Aos 18 minutos, Rincón finalizou de cabeça uma cobrança de escanteio e o goleiro espalmou no ângulo.

3 a 0 Inter. Triangulação no meio-campo acabou em Enner Valencia dentro da área. O equatoriano bateu firme, rasteiro, e marcou o terceiro.

4 a 0 Inter. Wanderson recebeu pela esquerda e bateu cruzado para fazer o quarto ainda no primeiro tempo.

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Imagem: Maxi Franzoi/AGIF

5 a 0 Inter! Bustos bateu forte de fora da área e marca o quinto gol, aos oito minutos do segundo tempo.Continua após a publicidade

Na trave! Marcos Leonardo ficou cara a cara com Rochet, aos 13 minutos do segundo tempo, encheu o pé e acertou a trave.

6 a 0 Inter! Enner Valencia recebeu pela esquerda e soltou uma pancada para o gol.

7 a 0 Inter! Luiz Adriano, que tinha acabado de entrar, recebeu de Pedro Henrique e bateu firme para marcar o sétimo. 

7 a 1, desconta o Santos. Maxi Silvera, após escanteio, desconta para o Santos. 

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Imagem: Maxi Franzoi/AGIF

FICHA TÉCNICA

Inter 7 x 1 Santos
Competição
: 28ª rodada do Campeonato Brasileiro
Data e horário: 22/10/2023 (Domingo), às 16h (de Brasília)
Local: estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Árbitro: Paulo Cesar Zanovelli da Silva (Fifa/MG)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (Fifa/GO) e Felipe Alan Costa de Oliveira (MG)
VAR: Rodolpho Toski Marques (VAR-Fifa/PR)
Cartões amarelos: Renê (INT); Nonato (SAN)
Gols: Kevyson, do Santos, contra, com 1 minuto do primeiro tempo; Alan Patrick, do Inter, aos 14 minutos do primeiro tempo; Enner Valencia, do Inter, aos 27 minutos do primeiro tempo e aos 16 minutos do segundo tempo; Wanderson, do Inter, aos 39 minutos do primeiro tempo; Bustos, do Inter, aos 8 minutos do segundo tempo; Luiz Adriano, do Inter, aos 29 minutos do segundo tempo; Maxi Silvera, do Santos, aos 35 minutos do segundo tempo;Continua após a publicidade

Inter: Rochet; Bustos, Vitão, Mercado e Renê; Johnny (Rômulo), Aránguiz (Bruno Henrique), Wanderson (De Pena) e Mauricio; Alan Patrick (Luiz Adriano) e Enner Valencia (Pedro Henrique). Técnico: Eduardo Coudet.

Santos: Vladimir; Joaquim, João Basso e Dodô; Lucas Braga, Tomás Rincón, Dodi (Rodrigo Fernández), Lucas Lima (Nonato) e Kevyson (Júnior Caiçara); Julio Furch (Maxi Silvera) e Marcos Leonardo. Técnico: Marcelo Fernandes.

Informações UOL


Ato obsceno: casal é flagrado fazendo sexo em carro de portas abertas em plena luz do dia; VEJA VÍDEO

Um casal, não identificado, foi flagrado fazendo sexo dentro de um carro, no início da manhã desta terça-feira (17), no bairro Jardim Imá, em Campo Grande. 

O registro foi feito por uma moradora da região que passava pelo local para levar sua filha para uma cuidadora. 

Nas imagens, é possível ver o carro de portas abertas e o casal sem parecer se preocupar com a situação, que é considerada crime e pode levar à prisão. Nenhum boletim de ocorrência foi registrado. 

https://twitter.com/juniormelorn_/status/1716189203816427976?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1716189203816427976%7Ctwgr%5E485f38aebc8b4f6b5c9b8f2ce795bb5e4291ead0%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2023%2F10%2Fato-obsceno-casal-e-flagrado-fazendo-sexo-em-carro-de-portas-abertas-em-plena-luz-do-dia-veja-video

Ato obsceno

Ter relações sexuais na rua ou locais públicos pode levar os envolvidos a responderem a um processo penal. Ao g1, o delegado Wellington de Oliveira esclareceu que, de acordo com o artigo 233 do Código Penal, “praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público” pode ser motivo de detenção. 

A pena a ser aplicada por ofensa ao pudor é a detenção, que pode ser de três meses a um ano, ou o pagamento de multa. 

“O crime de ato obsceno visa proteger o pudor público, para que ninguém precise presenciar algo desrespeitoso, pois configura um ataque moral à sociedade. Esse tipo de situação acontece com muito mais frequência do que se imagina”, pontuou. 

Denúncia

Para denunciar esse tipo de ato, é recomendado ir até uma delegacia e fazer boletim de ocorrência com as provas, como vídeos e fotos, ou depoimentos. 

Fonte: G1.


Eleição presidencial na Argentina vira disputa entre governo e oposição do Brasil; Entenda

Foto: Juan Ignácio Roncoroni/EFE.

Como a Argentina é um parceiro histórico do Brasil, é natural que a eleição no país vizinho atraia tanta atenção. Porém, neste ano, os ânimos ficaram aflorados com a provável vitória de Javier Milei, o candidato ultraliberal que já foi chamado de Jair Bolsonaro argentino. O candidato de A Liberdade Avança promete romper com o establishment e promete romper com governos comandados por esquerdistas, entre eles o de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O Palácio do Planalto já evidenciou a preferência por Sergio Massa, apoiado pelo atual presidente Alberto Fernández, e não esconde a preocupação com a ascensão de Milei, como ficou claro em uma entrevista do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Já a oposição surfa na onda mileísta e mostra simpatia pelo líder das pesquisas. 

Jair Bolsonaro já havia anunciado seu apoio em agosto, na véspera das eleições primárias, conhecidas como Paso (Primárias, Abertas, Simultâneas e Obrigatórias), que eliminam os candidatos nanicos e definem quem pode participar de fato do pleito. A família Bolsonaro, aliás, já era bem próxima de Milei. Tanto é que Eduardo Bolsonaro viajou a Buenos Aires para sinalizar que está com o outsider que se define como anarcocapitalista. Com ele está Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores do governo Bolsonaro, que por volta das 17h se dirigia ao “buker” da campanha do novo ‘queridinho” da direita brasileira. “A Argentina precisa enfrentar o crime organizado penetrado nas instituições, a insegurança, a violência urbana, a economia esfacelada por medidas da esquerda. A paixão que as pessoas estão botando no Milei vai muito além da economia. Há uma recuperação do sentimento de pátria e de fé”, disse Araújo. Também pegou um avião rumo à capital argentina o deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS), que foi convidado pelo Liberdade Avança para acompanhar as eleições como observador internacional. Na internet, o senador Sergio Moro disse que Milei e Paticia Bullrich, da coligação de centro-direita Juntos pela Mudança, representam “a oportunidade de ‘adiós’ ao kirchnerismo”. 

Já a base governista afirma que a eleição do ultraliberal teria consequências drásticas para a Argentina e também para o Brasil. “Propaganda na TV Argentina faz uma comparação do candidato da extrema-direita à presidência, Javier Milei, com o inelegível genocida do Brasil. Que o povo argentino tenha lucidez e não cometa o mesmo erro que os brasileiros em 2018”, escreveu em seu perfil no X (antigo Twitetr) a deputada federal Fernanda Melchhionna (Psol-RS). Jandira Feghali declarou que “Milei é feito do mesmo material que Bolsonaro: ódio, mentiras, retrocesso e submissão ao capital estrangeiro”. Já o senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), líder do governo no Congresso expressou apenas seu desejo de que a democracia prevaleça. Ainda que repudie Milei, o Planalto não deseja um rompimento total com o país vizinho. 

Fonte: Jovem Pan.


Homem leva bandeira LGBT para manifestação pró-Hamas em Londres e leva uma surra, VEJA VÍDEO

Foto: Freepik.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um homem levanta uma bandeira em defesa do movimento LGBT em meio a uma manifestação pró-Hamas que acontecia em Londres. Logo após, ele é agredido pelos manifestantes. 

Veja a seguir: 

https://www.instagram.com/reel/CytltxRRAab/?utm_source=ig_embed&ig_rid=8f8a7688-ac6f-4bcd-9979-5750933a3e74&ig_mid=0A7A79E4-5220-422E-9DF1-8872ADFB8E53

Informações TBN


A IV Conferência Municipal de Cultura de Feira de Santana, a ser realizada nos dias 24 e 25 deste mês, terá como tema a Construção de uma cultura democrática na Princesa do Sertão.

Seus objetivos, segundo a portaria publicada em edição do Diário Oficial Eletrônico neste sábado (21), são:

– Estimular a adesão aos Sistemas Estadual e Nacional de Cultura;

– Diagnosticar a situação do Sistema Municipal de Cultura;

– Elaborar um Plano de Ações Estratégicas para a Cultura no Município;

– Estimular a implantação/consolidação do Sistema Municipal de Cultura;

– Estimular a elaboração de Políticas Culturais a partir das dimensões simbólica, cidadã e econômica da cultura;

– Estimular o planejamento de políticas, projetos e ações municipais para a cultura com a participação e o controle da sociedade civil;

– Eleger um delegado da sociedade civil para a Conferência Estadual de Cultura, que acontecerá também aqui em Feira de Santana, entre os dias 6 e 8 de dezembro.

Essas duas conferências, bem como as demais conferências que estão sendo realizadas em todos os estados e em vários municípios do país, servirão de base para a Conferência Nacional de Cultura. O objetivo desta conferência é a formulação de uma política nacional de Cultura, a ser implementada pelo Governo Federal, com o apoio e participação de estados e municípios.