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A Comissão em Defesa dos Direitos da Mulher e da Advogada tem realizado, há algum tempo, um projeto intitulado “OAB nas escolas”. Nesta terça-feira (24), por exemplo, membros da Comissão visitaram a Escola Antônio Antunes, situada no distrito de Humildes, para palestrar sobre violência contra a mulher, as medidas protetivas e as formas de denunciar.

Conforme a presidente da Comissão em Defesa dos Direitos das Mulheres e Advogadas da OAB Subseção Feira de Santana, Esmeralda Halana, o projeto busca levar a esses ambientes escolares a discussão sobre legislações e direitos “a fim de informar essa nova geração de cidadãs e cidadãos que farão parte dessa sociedade para que eles possam promover, então, essa diferença e tenham conhecimento dos seus direitos e deveres”.

“Através da Comissão, a gente leva palestras, sobretudo, dos direitos das mulheres, abordando temas como relacionamentos tóxicos, abusivos, violência doméstica e familiar, Lei Maria da Penha, e rede de apoio e proteção em Feira de Santana. Visitamos não só escolas públicas e particulares, mas também várias faculdades”, afirma.

O projeto, realizado desde a época em que a atual vice-presidente da OAB Subseção Feira de Santana, Lorena Peixoto, ficava à frente da Comissão da Mulher, também já visitou empresas da cidade como a Klabin e um escritório de contabilidade. Ele também é realizado em cidades que compõem a subseção, e sempre são feitas após convite ou parceria com escolas, a exemplo do Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho, em Feira de Santana, e de cidades como Conceição do Jacuípe e Santo Estêvão.


Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia

Em confronto direto contra o rebaixamento, o Bahia perdeu para o Cruzeiro no Mineirão por 3 x 0. Na noite desta quarta-feira (25), Kanu, contra, Marlon e Bruno Rodrigues marcaram para dar a vitória à Raposa. O time baiano segue na 14ª posição, com 34 pontos.

O Bahia volta a secar os times que estão atrás para não colar no Z-4 novamente. O Esquadrão está a quatro pontos da degola, mas a vantagem pode diminuir para um caso Vasco e Santos vençam suas partidas pela 29ª rodada da Série A. 

No próximo desafio, o Bahia jogará fora de casa mais uma vez. No sábado (28), o Tricolor vai até o Allianz Parque (SP) encarar o Palmeiras, às 19h, pela 30ª rodada do Brasileirão.

Metro1


“Neste primeiro ano, o governador Jerônimo Rodrigues só fez de concreto aumentar imposto na Bahia”, afirma o presidente estadual do PL, João Roma. “Na área cultural, vários eventos tradicionais foram cancelados. Agora o setor rural é prejudicado com a não realização da Fenagro”.

O ex-ministro da Cidadania critica a suspensão do maior evento agropecuário do Norte e Nordeste. “A expectativa era de que a Fenagro movimentasse mais de R$ 150 milhões em negócios. Em vez de incentivar o setor produtivo que representa 30% do PIB baiano, o governo do PT joga um balde de água fria”.

Para Roma, dessa forma o governador Jerônimo Rodrigues só empobrece a Bahia, que hoje já tem mais habitantes dependentes do Bolsa Família do que com carteira assinada. Na avaliação do líder do PL, o cancelamento da Fenagro atesta que não há uma política para dinamizar a economia e estimular a livre iniciativa do cidadão baiano.

“O governador Jerônimo iniciou sua gestão com aumento de imposto e agora já pensa em elevar ainda mais o ICMS, variando a alíquota para 19%. Será que ele nunca ouviu falar na curva de Laffer. Ela indica que o exagero na cobrança de tributos reduz em vez de aumentar a receita”, observa João Roma. “O PT quer condenar a Bahia ao atraso”.


“A violência é a pandemia do Lula 3”, dispara Ciro Nogueira

Foto: Pedro França/Agência Senado

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) usou suas redes sociais, nesta quarta-feira (25), para criticar o governo Lula por uma questão que assola todo o país: a falta de segurança pública. 

Apesar de seu partido compor a base do governo, o presidente nacional da legenda não poupou o chefe do Executivo e, por consequência, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.

Ciro declarou que a crescente onda de violência que acomete o Brasil “é a pandemia do Lula 3”, em referência ao terceiro mandato de Lula como presidente, que vigora desde janeiro deste ano. 

– As pessoas sendo mortas e assaltadas em todas as cidades brasileiras em um caos causado pela falta de ação do governo federal, que ainda tenta despistar falando em 8 de janeiro. A Violência é a pandemia do Lula 3 – disparou o senador na rede social X, antigo Twitter. 

Pleno News 


Cadê as feministas ? Lula já exonerou 3 mulheres para trocá-las por homens do Centrão

Foto: Ricardo Stuckert / PR

Eleito defendendo as bandeiras da igualdade e diversidade, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já demitiu três mulheres do alto comando a fim de substitui-las por homens indicados pelo Centrão. A mais recente troca ocorreu nesta quarta-feira (25), quando o petista retirou Rita Serrano da liderança da Caixa Econômica para nomear Carlos Antônio Vieira Fernandes, apoiado pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). 

Rita Serrano se junta às ex-ministras Daniela Carneiro, do Turismo, e Ana Moser, do Esporte. Carneiro deixou seu posto em julho para que o deputado federal Celso Sabino (União-PA) o ocupasse. Sabino também é contato próximo de Lira.

Já Ana Moser foi exonerada em setembro a fim de abrir espaço para o deputado federal André Fufuca (PP-MA), mais um dos pupilos de chefe da Câmara. A ideia da gestão Lula é fortalecer seu apoio Congresso. 

Em nota oficial sobre a troca na presidência da Caixa, o governo disse que “Serrano cumpriu na sua gestão uma missão importante de recuperação da gestão e cultura interna” da instituição, e que Fernandes dará “continuidade” ao trabalho “na oferta de crédito na nossa economia e na execução de políticas públicas em diversas áreas sociais, culturais e esportivas”. 

Pleno News 


GM demite mais de 1.000 funcionários no Brasil, dizem sindicatos

Foto: LUCAS LACAZ RUIZ/ESTADÃO CONTEÚDO – 23.10.2023

A General Motors do Brasil demitiu mais de mil funcionários de suas fábricas em São José dos Campos e São Caetano do Sul, no estado de São Paulo, informaram sindicatos de trabalhadores, após a queda nas vendas e nas exportações da montadora americana. 

Foram confirmados 800 cortes na fábrica de São José dos Campos, segundo o sindicato de metalúrgicos da região nesta quarta-feira (25). Na véspera, o diretor-executivo do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano, Agamenon Alves, havia dito à Reuters que mais de 200 pessoas tinham sido demitidas na planta de São Caetano do Sul. 

Nesta terça-feira (24), a GM disse que a queda nas vendas e nas exportações levou a montadora a “adequar seu quadro de empregados” nas fábricas de São Caetano do Sul, São José dos Campos e Mogi das Cruzes, todas em São Paulo. 

“Essa medida foi tomada após várias tentativas atendendo às necessidades de cada fábrica, como lay off, férias coletivas, day off e proposta de um programa de desligamento voluntário”, disse a GM em nota. 

A unidade de São Caetano do Sul emprega aproximadamente 7.200 funcionários, e a de São José dos Campos, cerca de 4.000 trabalhadores diretos, de acordo com os sindicatos. 

Funcionários de ambas as fábricas da GM no Brasil entraram em greve por tempo indeterminado no início da semana, após o anúncio, por meio de telegrama, da demissão em massa no fim de semana passado. 

Nesta quarta-feira, metalúrgicos da unidade de São José dos Campos realizaram um ato em frente à fábrica contra as demissões feitas pela montadora. 

João Pedro, de 30 anos, e sua esposa foram duas das centenas de trabalhadores demitidas da GM no fim de semana. 

“Eu iria completar três anos na fábrica, minha esposa iria completar cinco… Nós estávamos de lay off, exatamente porque nosso filho estava com 6 meses, estava com complicações”, disse, e acrescentou que o período afastado das funções seria para que eles pudessem cuidar do filho. 

“Estava assegurado para nós, coletivamente, em acordo com o sindicato, a nossa estabilidade e a nossa volta em dezembro, possivelmente, mas a gente foi surpreendido agora neste fim de semana com esse telegrama.” 

Em um gesto simbólico, os trabalhadores penduraram cerca de cem uniformes de trabalho com mensagens de luta na portaria da fábrica da GM. 

“Nós vamos fazer protesto, manifestações, e vamos continuar com essa greve até que esse quadro se reverta e cancelem as demissões”, disse Renato Almeida, trabalhador da GM e diretor do sindicato de metalúrgicos da região. 

A GM disse que suas fábricas em Gravatai (RS), Joinville (SC) e Sorocaba (SP) permanecem operando normalmente. 

Informações TBN


Investigações do furto de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra de Barueri, na Grande São Paulo, apontam um cabo como suspeito de transportar as armas furtadas, informa a Rede Globo.

A emissora apurou que o Exército investiga se o militar usou um carro oficial do então diretor do quartel para levar as metralhadoras do local; depois, elas seriam negociadas com facções criminosas.

O cabo era motorista do tenente-coronel Rivelino Barata de Sousa Batista, que foi exonerado da chefia do Arsenal de Guerra após o episódio —ele não é investigado no caso.

Também é investigada a suspeita de que o crime tenha ocorrido no7 de Setembro. Naquele dia,houve um“apagão”que desligou as câmeras de segurança do quartel, e a energia foi religada logo depois do furto. Um dos cadeados que trancava a porta foi rompido e trocado por outro.

Segundo o G1, a última inspeção na sala de armas havia sido em 6 de setembro. Mais de um mês depois, em 10 de outubro, os militares foram conferir se a porta continuava lacrada, e um subtenente percebeu sinais de arrombamento; só nesse dia o Exército deu pelo sumiço das metralhadoras.

O IPM (inquérito policial militar) sobre o furto das armas é conduzido por um oficial do Comando Militar do Sudeste. Além do cabo, mais seis militares —com patentes que incluem soldado, sargento e tenente— são investigados como suspeitos de participar diretamente do que é considerado o maior desvio de armas da história do Exército brasileiro.

Informações TBN


Janja quer criminalizar postagens de ódio em redes sociais

A primeira-dama, Janja Lula da Silva, participou nesta 4ª feira. (25.out.2023) da cerimônia de lançamento da iniciativa Brasil sem Misoginia, do Ministério das Mulheres. Disse ter ficado contente ao ver que empresas como Google e Facebook assinaram a proposta. Segundo ela, é no ambiente digital que ocorrem “as maiores violências”, quando se fala de ataque às mulheres. Por isso, afirmou que as empresas serão cobradas para que tais ataques sejam criminalizados e as contas sejam excluídas. 

“Eu sei muito bem o que eu tenho sofrido nesses meses de governo, com os ataques nas redes sociais, com a exposição do meu corpo, com fotos falsas, com agressões. Então fico muito feliz que são duas mulheres que estão representando aqui o Google e o Facebook. E a gente vai cobrar vocês. A gente vai cobrar vocês para que esse ataques nas redes sociais sejam criminalizados e essas contas sejam excluídas”, disse. 

Em discurso, Janja disse ainda que “queria estar fazendo outras coisas” em vez de estar incessantemente pedindo o fim da misoginia. Fez um apelo para que homens estejam ao lado das mulheres na luta contra a violência de gênero. 

“Temos muitas outras coisas para fazer pelo governo, mas isso é importante e é por isso que a gente está aqui”, disse. “A gente quer que os homens estejam com a gente nessa caminhada, eles também precisam falar sobre isso. É impossível que hoje, no século 21, a gente ainda tenha que ficar falando sobre isso, tenha que olhar no rosto de um homem e dizer ‘cara, se toque. Não faça violência, não agrida. Não vai na rede social compartilhar foto que não é verdadeira de uma mulher’”

Brasil sem Misoginia

Segundo o Ministério das Mulheres, Brasil Sem Misoginia é um projeto de mobilização com o objetivo de enfrentar todas as formas de violência e discriminação contra as mulheres. 

Órgãos, instituições, empresas públicas e privadas e organizações sociais podem aderir formalmente à iniciativa. Para este ano, a mobilização incentiva a produção de campanhas de informação e ações próprias durante os 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher, que começa em 20 de novembro.

Informações TBN


O presidente estadual do PL, Joao Roma, diz que não passa de especulação o divulgado de que a oficialização do apoio ao prefeito Bruno Reis dependa da cessão de cargos titulares na secretarias municipais da Educação ou da Fazenda.

“Nos reunimos com o prefeito esta semana, apresentamos um estudo com propostas para dinamizar a economia de Salvador, que foi bem recebido. Admitimos até a sinalização de uma possível aliança no ano que vem. Mas nenhum martelo foi batido. Muito menos fazer barganha por secretarias”, ressalta Roma.

O ex-ministro da Cidadania estranha a prática da ficção na imprensa. “Sempre soube que o jornalismo trabalha com fatos, busca a verdade. Vale o que se vê e se comprova. Não o que se imagina. Querer influenciar a opinião pública com elocubrações não é uma boa prática de jornalismo”, assinala.


O líder da juventude no portal do sertão e presidente do conselho municipal da juventude em Feira de Santana, Matheus Pinheiro, reclama da falta compromisso da Coordenação Estadual de Juventude, órgão vinculado à Secretaria Estadual de Relações Institucionais do Governo do Estado da Bahia em relação a IV Conferência Estadual da Juventude, é extremamente preocupante e reflete uma falta de prioridade na promoção e no apoio aos direitos e às demandas dos jovens do estado.

É inadmissível, pois a data anterior seria 20 e 22 de outubro, mudaram para 30, 31 de outubro e 1 de novembro, porém faltando apenas alguns dias para o evento, ainda não tenha sido definido o local onde a conferência será realizada. Essa falta de planejamento e organização demonstra uma negligência por parte do governo estadual em relação à importância desse tipo de evento para a juventude baiana. A conferência é uma oportunidade crucial para os jovens se reunirem, discutirem temas relevantes, compartilharem experiências e contribuírem para a formulação de políticas públicas voltadas para essa faixa etária.

Além disso, a ausência de definição sobre hospedagem e transporte também é bastante preocupante. Isso coloca em risco a participação de muitos jovens que residem em regiões distantes e que dependem desses recursos para comparecer ao evento. A falta de suporte logístico por parte do governo estadual evidencia uma falta de comprometimento com a inclusão e a participação efetiva de todos os jovens baianos.

A IV Conferência Estadual da Juventude é uma oportunidade para fortalecer a voz dos jovens, incentivar seu engajamento cívico e promover a construção de políticas públicas voltadas para suas necessidades e demandas. No entanto, diante da atual situação, esses objetivos estão sendo comprometidos pela falta de ação e pelo descaso dos órgãos responsáveis.

É fundamental que o Governo do Estado da Bahia assuma a responsabilidade pela realização adequada da conferência, garantindo um local adequado, definindo as questões logísticas e fornecendo o suporte necessário para que os jovens possam participar de forma plena e significativa. Os jovens representam o futuro do estado e merecem ser ouvidos, respeitados e apoiados em suas iniciativas.