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Líder do governo Lula no Senado, o petista deve relatar PEC apresentada por senadores da oposição para aumentar orçamento dos militares

Foto: Ascom/Senado

Líder do governo Lula no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA) deve fazer uma nova dobradinha com a oposição na Casa, nas próximas semanas, dia após  ter contrariado orientação de petistas e ministros de Lula ao votar favoravelmente à PEC que restringe decisões monocráticas do STF, pauta encampada por bolsonaristas no Senado.

Contudo, Wagner, que já foi ministro da Defesa no governo de Dilma Rousseff (PT), é o favorito para relatar uma PEC apresentada por senadores bolsonaristas criando um piso de 2% do PIB para o orçamento da pasta da Defesa.

O nome de Wagner como relator, conforme o Metrópoles, agrada o ministro da Defesa, José Múcio, que almoçou com o líder do Partido Liberal no Senado, Carlos Portinho, nesta quinta-feira (23), para tratar da proposta.

Para tentar tirar a pecha de que a PEC é da oposição, o combinado é que o relator será indicado pelo Planalto. Assim, o governo apoiaria a proposta, mesmo tendo sido protocolada pelo líder do PL.

Wagner é conhecido por ter um bom trânsito na oposição. Além disso, tem proximidade com a pauta.

Hoje, o orçamento da Defesa representa cerca de 1,1% do PIB. O texto da PEC apresentada por Portinho prevê que o percentual de 2% seja alcançado gradativamente, aumentando 0,1 ponto percentual ao ano.

Como mostrou o jornal Folha de S. Paulo, a Marinha já manifestou apoio público à proposta de Portinho. O senador espera ter o apoio dos comandantes do Exército e da Aeronáutica.

Informações Bahia.ba


Horas antes da pausa no conflito, as FDI também destruíram uma rede de túneis no Hospital Al-Shifa

Lançamento de míssil das FDI
O comandante do Hamas foi morto junto com outro terrorista do grupo durante um ataque aéreo noturno, em Khan Younis, na Faixa de Gaza | Foto: Reprodução/Rede Social/Força Aérea de Israel

As Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram, nesta quinta-feira, 23, que mataram o comandante das forças navais do Hamas, Amar Abu Jalalah. A eliminação do terrorista aconteceu horas antes do início da pausa temporária na guerra, em meio ao acordo de libertação dos reféns.

O exército israelense informou que o comandante do Hamas foi morto junto com outro membro das forças navais do grupo terrorista, durante um ataque aéreo noturno, em Khan Younis, na Faixa de Gaza.

De acordo com as Forças de Israel, Jalalah era “um operativo sênior nas forças navais do Hamas e estava envolvido na direção de vários ataques terroristas por mar que foram frustrados (por Israel).”

Operação terrestre em Jabalya

Na mesma noite, as tropas da Brigada Nahal, em ação terrestre, descobriram um túnel do Hamas dentro de uma mesquita e lançadores de foguetes próximos a residências. A ação aconteceu durante operações no campo de Jabaliya, no norte da Faixa de Gaza. Segundo as FDI, os soldados israelenses entraram em confronto com os membros do Hamas nos arredores da cidade palestina.

Túneis do Hamas destruídos antes do cessar-fogo

Também nesta sexta-feira, 24, as FDI divulgaram a destruição de uma rede de túneis do Hamas na área do hospital Al-Shifa, horas antes da pausa temporária no combate para a libertação dos primeiros reféns.

“Durante o último dia e a noite, as tropas das FDI no solo, no ar e no mar continuaram a atacar alvos terroristas, a operar diferentes áreas para localizar estruturas suspeitas”, disseram. 

Os preparativos operacionais para a condução do cessar-fogo com o Hamas começaram às 7h no horário local (2h em Brasília). A trégua nos confrontos será de 4 dias. O primeiro grupo de reféns envolvidos nas negociações desse acordo de libertação serão entregues às 16h no horário local (12h em Brasília).

Informações Revista Oeste


Com Frei Jorge Rocha

Tema: prosódia

Confira:


Zanin autoriza envio de dados do Coaf à polícia sem decisão judicial

Foto: Mateus Bonomi/Agif – Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo.

Em decisão proferida na quinta-feira, 23, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), cassou um acórdão da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e validou o envio de informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para a polícia, sem necessidade de autorização judicial. 

Esse já era o entendimento do STF desde 2019, quando a corte julgou um recurso com repercussão geral (validade para todos os casos) reconhecida. 

A decisão de Zanin foi proferida em uma reclamação do Ministério Público do Pará contra o entendimento do STJ. O relator, ministro Antonio Saldanha Palheiro, entendeu que o compartilhamento de relatórios do Coaf pode ocorrer sem autorização judicial, mas apenas se a iniciativa for do conselho, ao se deparar com alguma movimentação atípica, e não a pedido da polícia. 

Para Zanin, no entanto, o entendimento pretérito do STF não fez essa distinção ao julgar o caso em 2019. “Percebe-se claramente que este Supremo Tribunal Federal declarou constitucional o compartilhamento de dados entre o Coaf e as autoridades de persecução penal, sem necessidade de prévia autorização judicial, também em casos em que o relatório tenha sido solicitado pela autoridade.” 

No voto, ele afirmou que recebeu em seu gabinete autoridades da Polícia Federal, do Banco Central e do próprio Coaf que “externaram preocupação com o efeito multiplicador do acórdão da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça”. “Isso porque existe, em termos de inteligência financeira, um padrão internacional de combate à lavagem de dinheiro, evasão de divisas, terrorismo e tráfico de drogas que, com todas as vênias, foi desconsiderado pela decisão da Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça”, afirmou. 

Zanin não observou prática ilegal no envio de dados pelo Coaf

O caso sob análise de Zanin se referia a uma empresa de bebidas do Pará, que havia recorrido ao STJ para afirmar que o envio dos dados do Coaf à polícia, por iniciativa da polícia e sem autorização judicial, afrontava seu direito ao sigilo fiscal e financeiro. 

Sobre este argumento, o ministro disse que não há evidências de que a requisição de dados tenha ocorrido de forma ilegal no caso em investigação. “Não existe na decisão reclamada nenhuma informação a respeito. Em nenhum momento, nos autos, foi demonstrada a existência de abuso por parte das autoridades policiais ou dos órgãos de inteligência, o que configuraria o “fishing expedition“, afirmou, referindo-se à busca especulativa de informações, que é vedada pela legislação brasileira. 

Revista Oeste


Estadão reclama do STF e apoia PEC aprovada pelo Senado

Foto: Carlos Moura/SCO/STF.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada pelo plenário do Senado Federal nesta semana, e que limita decisões monocráticas no Supremo Tribunal Federal (STF), passou a ter apoio para além dos bastidores do Congresso Nacional. Nesta sexta-feira, 24, o jornal O Estado de S. Paulo (Estadão) registrou torcer pelo avanço do texto. 

Em editorial, texto que representa a opinião de forma institucional de uma empresa de comunicação, o Estadão reclama da postura adotada pelo STF nos últimos tempos. De acordo com a publicação, a Corte passou a ser responsável por decisões que afetam diretamente o funcionamento do Poder Legislativo. Como exemplo, o jornal lista três fatos que ocorreram nos últimos anos — e que fez o Judiciário abordar questões que haviam sido analisadas pelo Senado e/ou pela Câmara dos Deputados: 

“Se há algo controvertido no tema, trata-se do comportamento do Supremo”, afirma o Estadão, no editorial desta sexta-feira. Conforme análise do impresso, o STF “passou a entender que seus ministros poderiam individualmente, à revelia da Lei 9.868/99, sustar atos do Poder Legislativo.” 

Estadão critica o STF e elogia Pacheco por avançar com PEC no Senado

Dessa forma, o jornal mantido pela família Mesquita foi além de tecer críticas ao STF. Consequentemente, a publicação usou o espaço do editorial para elogiar a postura do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). De acordo com o veículo de comunicação, o senador acertou ao avançar com a PEC, que foi encaminhada à Câmara. 

“Tem razão, portanto, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, quando diz que a PEC 8/2021 é ‘a busca de um equilíbrio entre os Poderes’”, afirma o jornal. “Reconhecendo que uma lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente da República pode ser declarada inconstitucional, mas que isso deve ser feito colegialmente, e não por apenas um ministro.” 

O Estadão lembra, por fim, que a PEC aprovada pelos senadores não limita ações monocráticas do STF como um todo. A restrição se dá, a saber, apenas a decisões relacionadas ao Poder Legislativo. Dessa forma, o jornal paulista reforça que a Corte seguirá com “plenitude e independência” para seguir com suas atividades. 

Revista Oeste


Presidente do STF ressaltou que o Senado ‘merece toda consideração institucional’, mas citou que o tribunal não vê motivos para mudanças em seu mecanismo. Ministro Gilmar Mendes disse que ‘não se pode brincar de fazer PEC’.

'Tribunais independentes atuam com coragem', diz ministro Barroso após aprovação de PEC

‘Tribunais independentes atuam com coragem’, diz ministro Barroso após aprovação de PEC 

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, comentou na abertura da sessão desta quinta-feira (23) a aprovação, pelo Senado, de uma proposta para limitar as decisões individuais dos ministros da Corte. 

O ministro Gilmar Mendes, mais antigo da Casa, afirmou que a PEC é uma “ameaça” ao Judiciário. O ministro do STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, também criticou o texto (veja mais abaixo). 

O texto proíbe decisões individuais de ministros que suspendam a eficácia de leis ou atos dos presidentes da República, da Câmara, do Senado e do Congresso. 

A PEC é vista no meio político como uma resposta do Congresso a julgamentos recentes do STF. Segundo deputados e senadores, muitos dos temas discutidos pela corte cabem, na verdade, ao parlamento. 

“Nesse momento em que o Supremo Tribunal Federal é alvo de propostas de mudanças legislativas que, na visão da Corte, não são necessárias e não contribuem para a institucionalidade do país”, afirmou o ministro. 

Barroso ressaltou que o “Senado merece toda a consideração institucional, merece respeito deliberações, a vida democrática é feita do diálogo constante, em busca de soluções para o país”. 

Mas pontuou que o “STF não vê razão para mudanças constitucionais que visem alterar as regras de seu funcionamento”. 

“Não se sacrificam instituições no altar das conveniências políticas”, completou.

Barroso lembrou decisões do STF em crises recentes pelas quais o país passou e defendeu as condições de os ministros continuarem com sua atuação. 

“O STF, nos últimos anos, enfrentou negacionismo, funcionou como dique de resistência. Por esse papel, recebeu ataques verbais. Após esses ataques, o STF vê com preocupação avanços legislativos sobre sua atuação”, declarou o ministro. 

Barroso disse ainda que “todos os países que viveram retrocesso democrático a mudança começou pelas supremas cortes”. 

Para virar lei, a PEC ainda precisa ser aprovada pela Câmara dos Deputados

‘Esta Casa não é composta de medrosos’

'STF não admite intimidações', diz Gilmar Mendes após Senado aprovar PEC

‘STF não admite intimidações’, diz Gilmar Mendes após Senado aprovar PEC 

Em seu discurso, Gilmar Mendes afirmou que é preciso “altivez” para enfrentar tentativas de interferências no Judiciário. 

“É preciso altivez para rechaçar esse tipo de ameaça de maneira muito clara. Esta Casa não é composta por covardes. Esta Casa não é composta por medrosos”, afirmou Gilmar. 

O ministro argumentou que ameaças contra a democracia não recebem a devida atenção do Legislativo, que preferiu limitar o STF. Ele chamou isso de “estranha prioridade”. 

“Nenhuma resposta para temas que são urgentes para a democracia! O problema são o STF e suas liminares. Estranha prioridade!”, completou. 

Mendes disse ainda que “não se pode brincar de fazer PEC” e que o STF “não admite intimidações”. 

“Chega a ser curioso, quiçá irônico, que após os bons serviços prestados pela Suprema Corte, no decorrer dos últimos anos, especialmente no curso da pandemia, esta instituição do Estado de Direito seja o primeiro alvo de alterações casuísticas engendrado no seio do poder legislativo, sem qualquer reflexão mais vagarosa e apurada que poderia ter tido a participação da Corte e que conte com a participação do principal ator institucional afetado”, concluiu o ministro.

'Insinuações, intimidações e ataques à independência', diz Moraes após aprovação de PEC

‘Insinuações, intimidações e ataques à independência’, diz Moraes após aprovação de PEC 

Quem também rebateu a PEC foi o ministro do STF e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes. Ele afirmou que a Constituição assegurou independência ao Judiciário. 

“Essa Corte não se compõe de covardes e nem de medrosos. A constituição garantiu a independência do poder judiciário proibindo qualquer alteração constitucional que desrespeite essa independência e desrespeite a separação de poderes”, discursou Moraes. 

O ministro afirmou que o direito do Senado a legislar não pode se converter em “intimidações” ao STF. 

“A discussão de ideias, o aprimoramento das instituições são discussões importantes instrumentos da democracia, mas não quando escondem insinuações, intimidações e ataques à independência do poder judiciário, principalmente, a independência deste Supremo Tribunal Federal”, adicionou. 

Moraes também citou, como exemplo, as ações monocráticas do STF durante o auge da pandemia de Covid. 

“Durante a pandemia, a defesa da vida, a defesa da saúde, a defesa da vacinação, várias decisões urgentes durante a pandemia foram dadas por medidas liminares dos relatores. A necessidade urgente de medidas liminares, depois referendadas imediatamente pelo colegiado, salvou inúmeras vidas durante a pandemia”, finalizou o ministro.

Informações G1


Uso de Viagra pode reduzir em até 60% o risco de Alzheimer

As conhecidas pílulas ‘azulzinhas’, oViagra, são parceiras importantes em momentos íntimos de muitos usuários, mas também pode ter outras funções, entre elas o combate contra oAlzheimer, doença neurodegenerativa progressiva. Segundo uma pesquisa do Centro Médico Monte Sinai, em Nova York (EUA), o princípio ativo do Viagra, chamado sildenafil, pode reduzir em até 60% o risco detero quadro. 

O estudofoi feito com mais de 27 mil pessoas acima dos 65 anos — 50% dos participantes não fazem uso do medicamento para disfunção erétil e outros 50% o faziam.A pesquisa concluiu que o sildenafil, consegue bloquear a enzima que é comumente encontrada em altas taxas em cérebros com Alzheimer, a PDE5. 

Quem faz o uso do sildenafil na terceira idade também pode obter outras vantagens: como o medicamento faz com que o suprimento de sangue no corpo aumente, a vascularização do cérebro também cresce e provoca uma melhora na saúde do órgão, o que reduzos efeitos da demência. 

Sildenafil é mais eficaz do que outros medicamentos conhecidos por ajudar a reduzir riscos de Alzheimer

Uma outra análise, feita pelo Instituto de Medicina Genômica da Cleveland Clinic, dos Estados Unidos, com um banco de dados de mais de 7 milhões de pacientes, relacionou o uso do Viagra a uma redução de 69% na incidência de Alzheimer. 

Os pesquisadores utilizaram uma metodologia computacional para rastrear drogas aprovadas pela Food and Drugs Administration (FDA), a agência de saúde dos EUA, como terapias potenciais para a doença de Alzheimer. 

O estudo usou uma rede de mapeamento de genes e integrou dados genéticos e dados biológicos para determinar quais dos mais de 1,6 mil medicamentos aprovados pela FDA poderiam servir como tratamento eficaz para o mal de Alzheimer. 

Os pesquisadores descobriram que os usuários de sildenafil tinham 69% menos probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer do que aqueles que não usavam o remédio. 

Comparado com outros medicamentos que já tinham uma eficácia contra a doença comprovada, o princípio ativo do Viagra apresentou uma redução de risco de desenvolvimento da doença superior. Se comparado com losartan, a eficácia 55% maior; em relação à metformina, 63%. Entre os outros medicamentos até então não relacionados ao tratamento do Alzheimer, o sildenafil apresentou redução de risco de 65% em comparação com o diltiazem e 64% com a glimepirida. 

Os pesquisadores do Instituto de Medicina Genômica da Cleveland Clinic indica ainda a possibilidade de o medicamento também oferecer soluções para outras doenças neurodegenerativas, incluindo Parkinson e esclerose lateral amiotrófica (ELA). 

OAlzheimer afeta o cérebroe lentamente causa a morte dos neurônios — causando perda de memória e deterioração cognitiva. De acordo com oAlzheimer’s Disease International, a projeção global é de que 74,7 milhões de pessoas até 2030 sejam diagnosticadas com mal de Alzheimer.

Informações TBN


OMS pede explicações à China sobre surto de doenças respiratórias

Foto: Reprodução/YouTube

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta quinta-feira, 23, que solicitou mais informações ao governo da China sobre um crescimento nos casos de doenças respiratórias e de agrupamentos de casos pneumonia entre crianças do país. 

“Desde meados de outubro, o norte da China relatou um aumento de doenças semelhantes à gripe em comparação com o mesmo período dos três anos anteriores”, disse a organização. 

A Comissão Nacional de Saúde da China relatou no dia 13 de novembro um aumento na incidência de doenças respiratórias no país. 

Já na terça-feira 21, veículos da mídia local e o Programa de Monitoramento de Doenças Emergentes da Sociedade Internacional de Doenças Infecciosas “relataram aglomerados de pneumonia não diagnosticada em crianças no norte da China”. 

Segundo a OMS, ainda “não está claro” se os dois eventos estão relacionados e solicitou informações epidemiológicas e clínicas adicionais e resultados laboratoriais das crianças que apresentaram doenças respiratórias. 

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O governo chinês atribui o crescimento de casos de doenças respiratórias ao fim das restrições impostas para conter a covid-19 no país | Foto: Reprodução/YouTube

OMS solicitou dados sobre doenças respiratórias

A organização solicitou ao governo chinês mais informações sobre as tendências recentes na circulação de agentes patogênicos conhecidos, incluindo gripe, Sars-CoV-2 (vírus causador da covid-19), vírus sincicial respiratório eMycoplasma pneumoniae(infecção bacteriana comum que normalmente afeta crianças). 

“A OMS também está em contato com médicos e cientistas através das nossas parcerias e redes técnicas existentes na China”, declarou em comunicado. 

China atribui casos a fim de restrições anti-covid

Em declaração feita em 13 de novembro, as autoridades chinesas atribuíram o aumento dos casos de doenças respiratórias ao fim das restrições impostas para conter a covid-19 e à circulação de agentes patogênicos conhecidos. 

A China manteve a política conhecida como “covid zero”, que foi marcada porlockdownse quarentenas rigorosas, testes em massa e rastreamento de contatos rigoroso. 

As medidas anti-covid também limitam a propagação de germes mais comuns, o que, segundo especialistas, cria uma “lacuna de imunidade” que pode tornar as pessoas mais vulneráveis a infecções quando deixam de tomar tais precauções. 

Informações TBN


Principal dúvida está no comando de ataque


Fonte: Felipe Oliveira / EC Bahia

O Bahia está pronto para encarar o Corinthians nesta sexta-feira (24), às 21h, pela 35ª rodada do Brasileirão.

Em uma longa preparação iniciada na quarta da semana passada, o elenco tricolor realizou o último treinamento na tarde desta quinta (23), no CT da base do Palmeiras, em Guarulhos.

Sob o comando de Rogério Ceni, os jogadores participaram de um trabalho intenso de cruzamentos e finalizações, buscando aprimorar a pontaria e a qualidade do último passe – que vem sendo motivo de reclamações do treinador.

Depois, o técnico dividiu o grupo em três equipes e comandou um treino em campo reduzido, com foco na movimentação e na troca de passes rápidos. Alguns jogadores coringas atuavam nas laterais do campo para dar mais

Para encerrar, alguns atletas ainda treinaram cobranças de falta e pênalti.

Provável time titular

A ausência de Everaldo é a principal dúvida na escalação inicial, com Mingotti e Ratão disputando a vaga. Após cumprir suspensão, Camilo Cándido retorna à equipe.

Um provável Bahia tem: Marcos Felipe; Gilberto, Kanu, Vitor Hugo e Camilo Cándido; Acevedo, Rezende, Thaciano e Cauly; Biel e Ratão (Mingotti).

O Bahia ocupa a 17ª posição na tabela, com 38 pontos, e busca o triunfo para ter chance de sair do Z-4 nessa rodada.

A escalação oficial será divulgada uma hora de a bola rolar no confronto desta sexta, às 21h, na Neo Química Arena.

Informações EC Bahia


Fala ocorreu durante sessão no TSE

moraes oab
Ministro Alexandre de Moraes, durante sessão plenária do Tribunal Superior Eleitoral | Foto: Divulgação

Interpelado por um advogado sobre o indeferimento de uma sustentação oral, durante uma sessão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente da Corte, Alexandre de Moraes, respondeu: “Vou repetir novamente. A OAB vai lançar outra nota contra mim. Vão falar que eu não gosto do direito de defesa e vai dar mais uns quatro mil tuítes dos meus inimigos. Então vamos fazer, doutor, a festa do Twitter, das redes sociais”.

Na sequência, Moraes explicou que o regimento interno do TSE, acompanhando o do Supremo Tribunal Federal, não permite sustentação oral em agravos. O presidente do TSE fez ainda uma espécie de “nova votação” no plenário, sobre a questão. “Alguma divergência?”, interpelou. “Não. Então, reiteramos a jurisprudência, por unanimidade.” 

A audiência ocorreu nesta quinta-feira, 23, no TSE.

OAB emite nota com críticas a Moraes

Em nota divulgada em 9 de novembro, a OAB manifestou “preocupação com a flexibilização ou supressão do direito constitucional ao contraditório e à ampla defesa”, por parte de Moraes, nos casos envolvendo os presos do 8 de janeiro.

O documento afirmou que “a negativa de proferimento de sustentações orais previstas em lei representa violação da lei processual e da Constituição”. Na ocasião, o STF transferiu para o plenário virtual os casos dos réus. Nesse ambiente, os magistrados apenas depositam seus votos.

De acordo com o presidente da OAB, Roberto Simonetti, que assinou a nota, a sustentação oral está inserida no direito de defesa, ou seja, é uma garantia constitucional. Portanto, não se submete a regimentos internos, mesmo o do STF.

Tais regimentos regulamentam o funcionamento dos tribunais e não podem corrigir ou suprimir direitos constitucionais regulamentados por leis federais, como o da vida, defesa, entre outros.

Informações Revista Oeste