
O segundo suspeito de envolvimento na morte da cantora gospel Sara Mariano foi preso na noite de terça-feira (14). A informação foi confirmada no início desta quarta (15) pelo delegado Euvaldo Costa, responsável pela investigação do caso. A Polícia Civil ainda não detalhou quem é a pessoa, nem as circunstâncias da prisão.
O primeiro suspeito preso foi o marido da cantora gospel, Ederlan Santos Mariano, que é o principal investigado pelo assassinato. A prisão dele ocorreu no dia 28 de outubro, quatro dias após o desaparecimento da vítima.
Os delegados que atuam no caso afirmam que ele admitiu o crime. No entanto, a defesa de Ederlan nega a confissão. O caso é investigado pela 25ª delegacia de Dias D’Ávila, na região metropolitana de Salvador.
Ao chegar para audiência de custódia no dia 31 de outubro, no fórum de Dias D’Ávila, estava algemado. Ele foi escoltado por um policial e seguido por equipes de imprensa. Várias pessoas aguardavam nas dependências da comarca. Na saída, um volume ainda maior de moradores aguardava do lado de fora.
Além de ter sido hostilizado, ele teve o cabelo puxado por uma manifestante. Várias pessoas tentaram agredi-lo, mas a polícia conteve a multidão. Depois da audiência, Ederlan foi levado para a delegacia onde estava detido, antes de ser transferido para o Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador.
Quando foi detido temporariamente, a polícia constatou que houve clara intenção de Ederlan “em destruir as possíveis provas que estavam armazenadas no celular da vitima e prejudicar as investigações dos fatos, bem como impedir a aplicação da lei pena”.
A polícia ainda não sabe de que forma Sara Mariano foi assassinada, porque o corpo dela foi encontrado parcialmente carbonizado. Somente laudos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) vão apontar se e como ela foi assassinada antes de ter o corpo carbonizado, ou se foi queimada viva.
G1

No mês de outubro o índice de preços dos combustíveis em Feira de Santana apresentou uma variação negativa de 2,3% em relação ao mês de setembro. Essa variação negativa do índice, após três meses consecutivos de alta, foi impactada pelos preços do diesel, da gasolina, do etanol e do GNV que caíram 1,31%, 2,01% e 4,71% e 6,19%, respectivamente. O preço do GLP, por outro lado, apresentou um aumento de 2,36%.
A relação entre os preços médios do etanol e da gasolina reduziu de 0,71 em setembro para 0,69 em outubro, o que faz com que os consumidores que possuem veículos flex sigam considerando substituir gasolina por etanol.
Segundo a equipe do Programa “Conhecendo a Economia Feirense: o custo da cesta básica e indicadores socioeconômicos” da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), os preços médios de cada combustível coletados no mês de outubro foram os seguintes: gasolina (R$ 5,84/l), diesel (R$ 6,04/l), etanol (R$ 4,05/l), GNV (R$ 3,94/m³) e botijão de 13 Kg de GLP (R$ 95,34).
Com a queda no índice de preços dos combustíveis verificada em outubro o acumulado do ano passa a apresentar ligeira queda de 0,36% na média dos preços. O arrefecimento dos preços dos combustíveis ao longo de 2023 tem ajudado no processo de desinflação da economia.
Confira aqui o boletim.
*UEFS.BR

O Centro de Abastecimento de Feira de Santana segue funcionando nesta quarta-feira (15), feriado da Proclamação da República, até às 14h.
A reportagem do Acorda Cidade esteve no entreposto comercial, e constatou forte movimento de clientes e comerciantes no local.
Andrea Silva, trabalha com venda de bananas. Ao Acorda Cidade, ela contou que chegou no Centro de Abastecimento por volta de 3h da manhã.
“Essas bananas são da cidade de Bonito, ali na região da Chapada Diamantina. Hoje o Centro funciona até 14h, o movimento está normal, inclusive já começou desde 3h da manhã, porque a gente não pode parar, somos nós que fornecemos as mercadorias para os outros comerciantes, para os mercados, então por isso que chegamos cedo aqui”, afirmou.
Nesta quinta-feira (16), o funcionamento segue de forma normal.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

A guerra equivocada do jornalismo contra as Notas da Comunidade é ruim para a imprensa e prova a necessidade de mecanismos como esse criado pelo Twitter.
O mecanismo foi lançado oficialmente em 2021 —portanto, antes da era Elon Musk— e implementado gradualmente seguindo o plano original. Hoje, ele funciona como uma nota que adiciona contexto ou corrige informações de postagens.
Desde o último final de semana, há uma verdadeira guerra de jornalistas contra o tal sistema. Obviamente é passível de críticas, mas não se trata disso: o problema foi inventar coisas que não existem.
A primeira delas é que seria obra de Elon Musk. Não é. A segunda é que seria uma checagem de fatos substituindo moderadores. Também não é.
Para além das discordâncias com os fatos, há uma evidente dificuldade de raciocínio lógico. Se imagina que o sistema poderia funcionar à semelhança das redes de fake news. Ocorre que ele exige inscrição e tem um algoritmo para usar a polarização como equilíbrio de opiniões. O código desse algoritmo estava aberto na internet para escrutínio antes mesmo do lançamento da ferramenta.
A lógica de funcionamento é na mentalidade cripto. Se trata de algo na mesma lógica de produção coletiva de conhecimento utilizada pela Wikipedia.
Há aqui uma disputa de poder, a de quem teria o condão de determinar a verdade. Vivemos tempos em que as pessoas não têm vergonha de demonstrar o quanto são infantilizadas. Há os que chegam ao absurdo de defender publicamente a criminalização da mentira. Seria cômico se não fosse trágico.
Nessa lógica, jornalistas e agências de checagem deveriam, como especialistas, ter o condão de determinar o que é verdade. Há uma lógica muito próxima dessa e muito famosa por aí no mundo, a de que o governo determina o que é a verdade e o jornalista repete. No mundo adulto, tudo isso é delírio.
Uma reportagem no final de semana elencou quatro notas da comunidade que aparentemente teriam problemas de checagem ou mostrariam uso político da ferramenta. As quatro estavam corretas. Custava achar uma com problema e usar?
Além disso, o jornal coloca no título que as Notas da Comunidade são um desafio para o TSE nas eleições de 2024. O Tribunal Superior Eleitoral jamais se pronunciou sobre o tema. Ninguém entendeu por que não foram problema nas eleições de 2022, muito mais acirradas, mas serão agora. Também não há explicações.
Existe um raciocínio tão imbecil quanto popular de que seres humanos avaliam o conteúdo e aceitam desmentidos apenas pela análise de fatos. Não funciona assim, o interlocutor é importantíssimo para gerar abertura para ouvir ou fechar nossos ouvidos.
Por isso agências de checagem não são aceitas por pessoas que já desconfiam do jornalismo: o emissor não muda. O Notas da Comunidade vence essa barreira porque as pessoas não conhecem o emissor, mas se identificam com ele, como se fizessem parte do grupo. Isso significa que estão abertas a dar atenção ao conteúdo.
Já há duas experiências antigas e que precedem agências de checagem com muito sucesso. São os sites Boatos.org e E-farsas, famosíssimos naquelas épocas de correntes de e-mail. Eles são atualizados nas principais conversas dos usuários e falam de tudo, não apenas de política ou temas nacionais. O que estiver bombando nas redes irá parar ali, inclusive golpes famosos no momento. Nunca tiveram rejeição por isso, são “gente como a gente” para a maioria do público.
Atualmente, 200 mil pessoas de 44 países foram aprovadas para fazer parte do sistema Notas da Comunidade. Não basta criar um perfil. É preciso ter pelo menos seis meses ativo, jamais ter infringido as regras do Twitter e fornecer à empresa um telefone válido, pelo qual sua identidade real será confirmada.
Essa identidade não é revelada para o grupo; cada um tem um pseudônimo. Primeiramente, a pessoa avalia as notas de acordo com parâmetros de acuidade, boas fontes e adequação da linguagem, que não pode ser ofensiva nem tendenciosa. Dependendo de como se sair nessa atividade, a pessoa passa a poder escrever suas próprias notas, submetidas ao grupo.
Eu conheço pessoas que fazem parte do sistema e têm críticas, veem formas de torná-lo mais transparente e impedir a gamificação de opiniões. Até elas consideram que as manifestações da imprensa nos últimos dias estão mais para galhofa do que para crítica.
Eu estou rezando para que seja simplesmente má-fé, que não seja um engano honesto. Prefiro conviver com isso. Se realmente a imprensa está tão desconectada da realidade e dá lugar a raciocínios com tamanha precariedade lógica e cognitiva, o gato subiu no telhado.
O Antagonista/Madeleine Lacsko
Banco Safra lista dívidas cobradas por diferentes credores para pedir bloqueio de bens da apresentadora Ana Hickmann e de Alexandre Corrêa

São Paulo — A apresentadora Ana Hickmann, o seu marido, Alexandre Correa, e a empresa do casal, Hickmann Serviços Ltda, acumulam R$ 14,6 milhões em dívidas, segundo levantamento feito pelo Banco Safra e usado pela instituição para pedir o bloqueio de bens deles — o pedido foi indeferido no início deste mês.
O valor, de acordo com o banco, deriva da soma de 46 processos de cobrança movidos contra o casal e a empresa deles no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Entre as ações judiciais, há dívidas por empréstimos bancários, de condomínio e de IPTU.
O casal está afastado desde o último sábado (11/11), quando Ana Hickmann registrou boletim de ocorrência contra o marido por lesão corporal e violência doméstica na casa onde moram, em Itu, no interior paulista. Nesta segunda-feira (13/11), Alexandre Correa confessou a agressão.
No último dia 25/10, o Banco Safra pediu o bloqueio de bens do casal em processo no qual cobra dívida de R$ 356 mil por empréstimo realizado em maio. O pagamento seria feito em 36 parcelas mensais, com início em julho. Segundo o banco, no entanto, Ana Hickmann e Alexandre Correa não honraram o compromisso.
O advogado que representa o banco afirmou na ação que as dívidas de R$ 14,6 milhões acumuladas pelo casal diminuem as chances de que o empréstimo contraído no Safra seja pago.
“Os fatos abaixo aduzidos demonstram a premente necessidade de concessão de tutela de urgência de natureza cautelar para que seja realizado o arresto liminar de bens e direitos dos Executados. É inegável que tal fato evidencia a fragilidade das chances de o Exequente satisfazer seu crédito, pelo que se exige adoção de medidas efetivas pelo Poder Judiciário”, diz o advogado no processo.
No último dia 8/11, o pedido foi negado pelo juiz Evandro Lambert de Faria. “O fato de existirem outras execuções em face dos devedores não tem o condão de, por si só, autorizar a constrição patrimonial, o que torna o seu deferimento prematuro nessa fase processual”, assinalou o magistrado.
Em outro processo, o Banco do Brasil (BB) exige o pagamento de uma dívida de R$ 1,2 milhão. O próprio Alexandre Correa foi quem acionou a Justiça para tentar acordo.
Ao jornal Folha de S.Paulo ele afirmou que a cobrança do BB é predatória e gananciosa. “Vida de empresário aqui no Brasil é dura. Temos vários negócios e, graças a Deus, alguns prosperam bem, mas outros, nem tanto. Tínhamos uma relação saudável com o banco, mas infelizmente eles endureceram numa negociação, e nós achamos a postura deles predatória e gananciosa.”
Em outubro, a Hickmann Serviços Ltda já havia sido notificada a respeito de outro processo judicial – ação com valor acima de R$ 2,4 milhões –, movido por uma cooperativa que alegou não ter recebido o pagamento de um empréstimo.
Procurada pelo Metrópoles, a defesa de Ana Hickmann e de Alexandre Correa disse que não iria se manifestar sobre os processos “por questões éticas”.
Informações Metrópoles
Luciane Barbosa Farias, mulher de líder do Comando Vermelho, veio à capital federal com a ajuda do Ministério dos Direitos Humanos

O governo Lula custeou as passagens de Luciane Barbosa Farias, conhecida como “Dama do Tráfico”, para uma viagem a Brasília.
A ajuda de custo partiu do Ministério dos Direitos Humanos, que realizou um evento entre 6 e 7 de novembro, do qual Luciane participou. A revelação foi feita por ela, nesta terça-feira, 14, durante uma entrevista coletiva.

Conforme a pasta, “o Comitê estadual do Amazonas indicou Luciane como representante a participar do evento”, acrescentando em seguida que “todos os convidados tiveram suas passagens e diárias custeadas”.
De acordo com o ministério, o comitê responsável pelo ato possui “autonomia orçamentária e administrativa”. Além disso, “o custeio de passagens e diárias foi realizado com recursos de rubrica orçamentária destinado pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania ao Comitê, que observou as indicações dos comitês estaduais para a participação no encontro”.
Mulher do chefe de uma facção criminosa amazonense, Luciane foi condenada em segunda instância a 10 anos de prisão pelos crimes de lavagem de dinheiro, associação para o tráfico e organização criminosa, mas recorreu e responde em liberdade.
Ela é esposa de Clemilson dos Santos Farias, o Tio Patinhas, chefe da facção amazonense, e, segundo o Ministério Público, desempenhou um papel essencial na ocultação de valores do tráfico movimentados pelo marido.
Informações Revista Oeste

Em meio a recordes impressionantes de calor, uma das áreas da vida que pode ser diretamente influenciada é o sexo. Fica o questionamento: esse calorão diminui a libido das pessoas? Ou, por outro lado, pode estimular ainda mais a vontade de transar?
De acordo com a psicóloga e sexóloga Alessandra Araújo, vai depender de pessoa para pessoa. Por mais que muita gente fique agoniada apenas em pensar sobre ter contato físico no calor, o fato é que, para outras, as altas temperaturas podem aumentar a vontade de transar.
“Quando o corpo fica excitado, um dos primeiros mecanismos consequentes é o aquecimento. Dá aquele calor que sobe e toma conta de tudo, e ele é muito semelhante ao calor que estamos sentindo. Para alguém com uma libido alta e uma maior frequência sexual, o calor pode acionar esse desejo libidinal”, explica.
Além disso, existe também o fato de que, com as altas temperaturas, as pessoas ficam com mais pele à mostra – na rua ou em casa. “Isso pode evidenciar uma parte do corpo do outro que deixa a pessoa com tesão, e uma coisa leva à outra”, defende.
Contudo, existem também os casos em que o calor é responsável por diminuir a libido. Às vezes, isso pode se dever até mesmo à pressão corporal, que fica mais baixa nessas condições. “Alguém que está mais cansado, sonolento e indisposto dificilmente vai pensar em fazer sexo”, pontua Alessandra.
A “aversão” à ideia do sexo pode se dever também, simplesmente, ao fato de que o calor ambiente já está demais para aumentar ainda mais a temperatura com o contato e fricção corporal, sem contar com o suor que está quase obrigatoriamente contido no sexo, ainda mais em dias quentes.
“Para essas pessoas, uma boa solução é levar o sexo para um local mais fresquinho, com um ventilador ou ar condicionado, e também apostar em ambientes com banheiras ou piscinas para que a transa seja mais refrescante”, indica a especialista.
Informações Metrópoles
Instituto presidido por Luciane Barbosa Farias, mulher de um dos líderes do Comando Vermelho, teve solicitações analisadas pela pasta da Justiça e Segurança Pública

Mais uma notícia que relaciona o Ministério da Justiça e Segurança Pública, do socialista Flávio Dino, e a organização não governamental (ONG) que tem como presidente a mulher de um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho — e conhecida pela alcunha “Dama do Tráfico”. A pasta deu prosseguimento a solicitações feitas pelo autointitulado Instituto Liberdade do Amazonas.
De acordo com reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo (Estadão), o ministério confirmou que “seguiu trâmites habituais” ao receber pedidos da ONG, que atua em favor de presidiários. A fundadora e presidente da entidade é Luciane Barbosa Farias. Conhecida como “Dama do Tráfico” no submundo da criminalidade, ela é casada há 11 anos com Clemilson dos Santos Farias, o “Tio Patinhas”.
Preso no ano passado, “Tio Patinhas” cumpre pena em presídio em Tefé (AM). Com condenação a 31 anos de prisão, ele é um dos líderes do Comando Vermelho no Amazonas. Desde a prisão dele, Luciane, por meio do Instituto Liberdade do Amazonas, propaga a ideia de defender os “direitos humanos” de presidiários. Com esse projeto, ela chegou a ter vez no Ministério da Justiça.

Num primeiro momento, depois da revelação de que recebeu de portas abertas a “Dama do Tráfico”, a pasta chegou a afirmar que “não houve qualquer outro andamento do tema” pleiteado pelo instituto. Agora, contudo, a pasta informa que consultou as demandas de Luciane junto à Comissão Nacional de Energia Nuclear.
Conforme o Estadão, o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) do Ministério da Justiça não fornece documentos. Contudo, a plataforma permite a consulta de pedidos feitos junto à pasta. Assim, o SEI divulga que registrou a “denúncia” por parte da entidade da “Dama do Tráfico”, de reclamações sobre o sistema penitenciário, em 2 de maio. Trata-se, a saber, do dia em que ela teve reunião, na sede do órgão, com Rafael Velasco, titular da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen).
Ao admitir que o pedido do instituto de Luciane seguiu os trâmites legais, a equipe do Ministério da Justiça afirma rejeitou o processo. “Um parecer da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), que descartou o risco. Com base nisso, o pleito foi indeferido.”
Além disso, o instituto da “Dama do Tráfico” pediu ao ministério inspeção nos presídios de Manaus. No caso, contudo, a Senappen rejeitou a demanda. Isso porque não caberia à secretaria “liberar acesso a presídios estaduais”.
“Quanto aos pleitos da Associação Instituto Liberdade do Amazonas, eles não foram entregues ou enviados ao secretário Rafael Velasco”, afirma, em nota o Ministério sob comando de Dino. “Ambos foram enviados à Ouvidoria da Senappen via e-mail, sendo gerado o processo que seguiu os trâmites habituais.”

Os pedidos que tiveram andamento no Ministério da Justiça não são, contudo, as únicas polêmicas envolvendo a “Dama do Tráfico” e órgãos — e integrantes — do governo Lula. Na terça-feira 14, revelou-se que membros da pasta de Dino receberam a mulher do “Tio Patinhas” em duas oportunidades. Além disso, em maio, Luciane visitou o Conselho Nacional de Justiça e conversou com os deputados André Janones (Avante-MG) e Guilherme Boulos (Psol-SP). No mesmo mês, a “Dama do Tráfico” passou pela sede do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, de Silvio Almeida.
Informações Revista Oeste
Candidatos negros e indígenas terão que obter nota mínima de 50%

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nesta terça-feira (14) a criação do Exame Nacional de Magistratura para selecionar candidatos aos cargos de juiz em todo o país. A aprovação no exame será pré-requisito para participação nos concursos para magistrados.
Conforme resolução aprovada pelo conselho, os candidatos terão que obter nota mínima de 70% de acertos nas provas objetivas de ampla concorrência para serem aprovados. Candidatos autodeclarados negros e indígenas terão que obter nota mínima de 50%.
O novo exame será composto por 50 questões objetivas de direito constitucional, direito administrativo, direitos humanos e formação humanística. As provas deverão ser realizadas uma vez por ano em todas as capitais de forma simultânea. A data da primeira prova ainda não definida.
Informações Bahia.ba

Este encontro está sendo organizado pelo advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Fábio Wajngarten, e pelo ex-presidente da Frente Parlamentar Evangélica, deputado Sóstenes Cavalcante. Vale ressaltar que essa não é a primeira vez que o advogado organiza esse tipo de evento. A primeira ocorreu em 2014, quando o Partido dos Trabalhadores (PT) – à época com Dilma Rousseff como presidente – negou o pedido de aceitação da carta do então embaixador de Israel, Dany Dayan. A ação visa reunir lideranças para expressar repúdio às declarações feitas por Lula.
O objetivo principal desse encontro é dar voz à comunidade evangélica e judaica, além de destacar a importância da relação diplomática entre Brasil e Israel. O repúdio às falas do ex-presidente Lula contra Israel é um ponto importante, reforçando a busca por relações harmoniosas entre os países, respeitando a história e cultura de cada um.
Esse tipo de ação articular com líderes religiosos tem como intuito reunir diferentes vozes dentro da sociedade e mostrar a união em questões de interesse comum. A participação de líderes evangélicos e judaicos destaca a relevância dessas comunidades na formação da opinião pública e no debate político.
Informações TBN