
Nesta segunda-feira (4), o prefeito Colbert Martins Filho alertou sobre o aumento de casos e mortes por dengue e covid em Feira de Santana. O comunicado foi feito durante live transmitida nas redes sociais da Prefeitura.
Segundo o gestor municipal, há uma tendência nos agravamentos dos casos de dengue por conta da chegada do verão. “O tempo está muito quente, essas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti aumentam muito neste período. Além das ações que a gente faz, é preciso que a população esteja bem informada”, ressaltou.
Com o registro de quatro mortes por covid no último mês, o prefeito frisou a importância de completar o esquema vacinal contra a covid. “Temos que voltar a chamar atenção das pessoas. Não são apenas as crianças que precisam ser levadas para vacinar, os adultos precisam se convencer de que a vacinação é necessária”, enfatizou.
A secretária municipal de saúde, Cristiane Campos, destaca que o aumento dos casos é preocupante, principalmente de pessoas com dengue que estão se agravando mais facilmente.
“Dos 606 casos positivos de covid neste ano, 424 foram detectados em novembro. Já sobre a dengue, 2.754 casos foram confirmados entre janeiro e novembro, cinco óbitos até agora e mais dois em investigação. Nossos agentes estão intensificando os trabalhos, mas a população também deve contribuir, fiscalizando seu quintal, suas plantas. É uma luta de todos”, pontuou.
Na avaliação da coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Carlita Correia, a curva epidêmica teve uma descida, mas a predominância da variante da dengue, denominada cosmopolita, na cidade traz um cuidado redobrado.
“O verão é período de alta transmissão do mosquito. Tomba, Mangabeira e o Conjunto Feira X são os locais que mais contabilizaram casos de dengue e, por isso, além de atuar no próprio lugar identificado, nós faremos um trabalho focado na região vizinha para conseguir conter essa disseminação do mosquito”, argumentou.

Uma das santas mais populares da Igreja Católica, Santa Bárbara é festejada nesta segunda-feira (4). Uma missa na Paróquia Senhor dos Passos abriu a programação atraindo os fiéis que foram reforçar a sua devoção e agradecer por graças alcançadas. O prefeito Colbert Filho e secretários municipais participaram do ato litúrgico celebrado pelo padre Júlio Santa Bárbara.
Considerada pelos católicos como a padroeira dos bombeiros e feirantes, a santa que no sincretismo religioso é a divindade dos ventos, raios e tempestades teve uma vida marcada pela coragem e ousadia.
“Bárbara deu testemunho de Jesus com palavras e atitudes. Viveu no tempo que ser cristão era considerado crime”, disse o religioso destacando que há 54 anos a Paróquia Senhor dos Passos realiza a programação festiva que se estenderá para o Centro de Abastecimento, onde será servido o tradicional caruru. “Essa é uma festa bonita, religiosa e popular”, acrescentou o padre.
Moradora do distrito de Humildes, Maria Bárbara dos Santos, 67 anos, participou da missa onde comemorou por mais um ano de vida. “É uma grande bênção para mim nascer no dia de Santa Bárbara. Agradeço a intercessão dela em minha vida”.
Devota desde a adolescência, Maria Raimunda de Jesus, 68, contou que já teve muitos pedidos alcançados pela intercessão de Santa Bárbara. “É uma santa milagrosa. Tudo que eu peço eu consigo. Agora, rogo a ela para que reestabeleça a minha saúde”.
O prefeito Colbert Filho ressaltou a popularidade de Santa Bárbara e que pela fé está ao lado do povo a todo tempo. “Pedimos a ela que interceda para que nos dê chuva nesse momento importante de seca. E que no dia de hoje abençoe os feirantes e consumidores do Centro de Abastecimento e das feiras livres”.
Depois da cerimônia religiosa, o cortejo levando a imagem de Santa Bárbara seguiu para o Centro de Abastecimento, onde também haverá a apresentação de samba de roda com a Quixabeira da Matinha.
“Esse é um evento importante de testemunho de fé e valorização da cultura popular. A Prefeitura de Feira de Santana prestigia e incentiva essa festa”, pontuou o secretário municipal de Agricultura, Alexandre Monteiro.
Deputado federal André Janones sustentava que reunião na qual estipulou rachadinha em seu gabinete tinha ocorrido antes de assumir o mandato

Um áudio contradiz frontalmente um dos argumentos que André Janones apresentou ao se defender da acusação de rachadinha feita por ex-assessores. Ao tentar tirar a gravidade da reunião em que cobrou parte do salário dos servidores, o deputado alegou que ainda não havia assumido o mandato na Câmara. E que tampouco os funcionários haviam sido nomeados.
Escreveu Janones numa rede social:
“A história: eu (quando ainda não era deputado), disse para algumas pessoas (que ainda não eram meus assessores) que eles ganhariam um salário maior do que os outros, para que tivessem condições de arcar com dívidas assumidas por eles durante a eleição de 2016. Ao final, a minha sugestão foi vetada pela minha advogada e, por isso, não foi colocada em prática. Fim da história”.
Ocorre que, na íntegra do áudio revelado pela coluna, Janones deixa claro que já estava no exercício do mandato. E que, inclusive, participaria de uma sessão no plenário horas após a reunião, ocorrida dentro da própria Câmara dos Deputados, na qual estipulou a rachadinha.
Ouça, abaixo, o trecho da gravação.
“Não sei se vocês viram aí nas noticias do Facebook. Já tem uma p#rrada de deputado que apresentou projeto de lei ontem. Ontem tinha uma fila de 100 deputados apresentando projeto de lei. Eu sequer sabia de disso.
Por que eu não sabia? Por que não contratei nenhum especialista em técnico legislativo. Hoje tem plenário à tarde. Eu não sei o que que eu vou fazer lá. Vou chegar lá e vou ficar perdido. Não sei como que é, o que eu vou fazer, que horas que eu falo, que assunto que vai ser.
Por quê? Porque não contratei ninguém de plenário”, disse Janones na reunião.
O trecho do áudio corrobora a versão, de ex-assessores de Janones, de que a reunião ocorreu em 5 de fevereiro de 2019, uma terça-feira. A nomeação de Fabrício Ferreira, um dos que acusam o deputado de rachadinha, foi publicada no Diário Oficial quatro dias antes, em 1º de fevereiro.
Se a data do encontro poderá ter algum impacto na esfera judicial, só o tempo irá dizer. Por ora, fica demonstrado que Janones se mantém fiel ao “janonismo cultural” e está disposto a tudo, até mesmo a fake news, no campo da guerra de narrativas.
Informações Metrópoles

Naiara Azevedo, 34 anos, em entrevista ao Fantástico (Globo), sobre a denúncia de agressão contra o ex-marido, Rafael Cabral:
“Não queria ter chegado ao ponto de tá tendo essa entrevista, falando sobre esse assunto. Sempre fui muito discreta sobre minha vida pessoal”, começou.
A cantora disse ter sofrido violência patrimonial do ex-marido. “Estava saindo de viagem, os funcionários foram pegar os equipamentos e foi dado uma ordem que a gente não poderia levar os equipamentos caso eu não pagasse a eles o aluguel por aquilo. Por que eu teria que pagar aluguel por algo que é meu?”
Já tinha sofrido violência física, moral, psicológica. Mas a patrimonial foi meu gatilho, onde entendi que estava sendo impedida de trabalhar.” Naiara Azevedo
A reportagem exibiu imagens de hematomas, anexadas no processo.
“É uma coisa muito difícil. Não julgo quem passa por uma situação abusiva. Passei por uma campanha de abuso contra a mulher e não podia falar pra ninguém. Podia, mas não tinha coragem”, pontuou.
Ela diz que Rafael controlava todo o faturamento do casal.
Os dois primeiros anos de minha carreira, com maior faturamento, de 4, 5, 7 milhões, sabe quanto eu tirava por mês? 1000 reais. Ele dizia: ‘Para que você quer dinheiro, você tem tudo. 1000 reais não dá pra você viver?’. Eu não tinha acesso a nada”. Naiara Azevedo
“Não quero uma gota de suor do trabalho do meu ex-marido. Só quero o que é meu. Ele merece os 50% dele e eu do meu. Só quero o que é meu. Quero clareza diante do meu trabalho, do meu suor”, acrescentou.
Naiara deixou um conselho. “Uma frase que quero deixar: não entreguem a sua vida, por mais que você ame e confie, não entregue na mão de ninguém. Entreguei na mão do meu ex-marido e estou pagando por isso hoje”.
Também em entrevista ao Fantástico, Rafael Cabral negou todas as acusações de Naiara. “Não entendi a denúncia, não entendi a narrativa. Fui pego de surpresa. Estou decepcionado com o ocorrido, não tinha necessidade disso”.
Segundo o Bom Dia GO (TV Anhanguera), Naiara teria denunciado o ex-marido Rafael Cabral, com quem ela foi casada de 2016 a 2021, na madrugada da última quinta-feira (30). Cabral ainda é empresário dela.
Segundo o matutino, a cantora registrou boletim de ocorrência por constrangimento ilegal, que ocorre quando uma pessoa constrange alguém com violência ou grave ameaça.
A artista já teria feito um BO contra o ex por agressão física e verbal em julho deste ano,mas eles seguiram próximos, por serem sócios da mesma empresa.
Ainda conforme o jornal, Cabral teria levado alguns equipamentos de show do escritório sem autorização de Naiara. A sertaneja afirmou ter recebido uma mensagem do empresário, dizendo que, se quisesse usar os equipamentos, teria que alugá-los. Ele ainda ameaçado “acabar com a carreira dela”.
A assessoria de imprensa da artista também confirmou que ela esteve na delegacia.“Porém, não tem namorado. E o caso em questão está em segredo de justiça”, responderam sucintamente. Naiara ainda não se posicionou nas redes sociais.
A assessoria de Naiara afirmou “ainda não ter informação” sobre como ficará o vínculo profissional com o ex-marido da cantora.
Splash entrou em contato com a defesa de Rafael Cabral, que disse não ter conhecimento da íntegra dos fatos. “Estamos apurando e levantando todas as questões, razão pela qual, no momento, não temos nada a declarar quanto a tal ponto”.
Naiara Azevedo é famosa pelos hits “50 reais”, “Palhaça”, “Pegada que Desgrama”, entre outros. Ela também participou do BBB 22 (TV Globo), em que foi a terceira eliminada.
Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 180 e denuncie.
Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.
Também é possível realizar denúncias pelo número 180 — a Central de Atendimento à Mulher, que funciona em todo o país e no exterior, 24 horas por dia. A ligação é gratuita. O serviço recebe denúncias, dá orientação de especialistas e faz encaminhamento para serviços de proteção e auxílio psicológico. O contato também pode ser feito pelo WhatsApp no número (61) 99656-5008.
A denúncia também pode ser feita pelo Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.
Há ainda o aplicativo Direitos Humanos Brasil e a página da Ouvidoria Nacional de Diretos Humanos (ONDH) do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH). Vítimas de violência doméstica podem fazer a denúncia em até seis meses.
Caso esteja se sentindo em risco, a vítima pode solicitar uma medida protetiva de urgência.
Informações Splash UOL
Realizar ‘privatizações corajosas’ está entre os desafios a serem encarados pelo presidente eleito, afirma o colunista Ubiratan Jorge Iorio

Em artigo publicado na Edição 193 da Revista Oeste, o economista e professor Ubiratan Jorge Iorio afirma que, com a eleição de Javier Milei, o povo da Argentina fez sua “aposta na liberdade”.
No texto, Iorio afirma que o político libertário terá de seguir uma “receita” para voltar a colocar nos trilhos a economia do país sul-americano. De acordo com ele, essa tarefa conta com 11 “ingredientes”.

De acordo com Iorio, para recuperar a economia da Argentina, Milei terá de trabalhar em prol das seguintes ações:
“Com tal agenda, a economia argentina tem tudo para acordar de sua octogenária letargia, levantar-se e arrancar”, afirma o colunista de Oeste. “Por ser um país potencialmente rico e porque está demonstrado historicamente que esse é o único caminho possível para a prosperidade, o mesmo que foi percorrido no Brasil entre 2019 e 2022, com bons resultados, apesar dos estragos causados pela pandemia, mas que foi jogado fora pela administração desastrosa atual.”
Informações Revista Oeste
Jornal afirma que movimentos feministas e negros apenas ‘murmuram’ diante de decisões adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva

O jornal O Estado de S. Paulo (Estadão) inicia a semana com críticas diretas ao que chama de “esquerda identitária”. Em texto publicado nesta segunda-feira, 4, a publicação chama a atenção para a postura de movimentos feministas e negros diante de atitudes tomadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O veículo de comunicação avalia que tais movimentos apenas “murmuram” ao encararem decisões do petista — que já demitiu mulheres de postos de comando e não indicou uma figura feminina negra para o Supremo Tribunal Federal (STF). Antes, conforme o jornal, os militantes esquerdistas eram “geralmente barulhentos”.
“Lula da Silva causou considerável frustração entre os petistas, que não gostam de Dino”, afirma o Estadão, em editorial, texto que representa a opinião de uma empresa de comunicação. “E sobretudo, entre os militantes dos movimentos de esquerda que fazem das questões raciais e de gênero o centro de sua luta política — o chamado ‘identitarismo’.”
Ao sinalizar para a hipocrisia por parte desses grupos, que alegam lutar por direitos de mulheres e negros, por exemplo, o jornal paulista reforça que críticas a Lula foram aquém do de costume. “Da tal esquerda ‘identitária’ se esperava uma reação barulhenta e raivosa, como é habitual para essa turma”, observa a publicação. “Mas eis que dela só temos notícia de um obsequioso silêncio.”

Ainda no editorial deste segunda-feira, o Estadão vai além de abordar a falta de reação da “esquerda identitária” diante da indicação de um homem — que já se declarou como branco — ao cargo de ministro do STF. O jornal afirma que as ações de Lula em favor da igualdade ficou na posse, quando subiu a rampa do Palácio do Planalto na companhia de oito pessoas, incluindo, por exemplo, um indígena, uma mulher negra e um deficiente físico homossexual.
“Ou seja, para Lula, as demandas da esquerda identitária lhe servem na exata medida de seu potencial eleitoral, seja para conquistar votos, seja para constranger adversários”, afirma a equipe do Estadão. “No mais, Lula só tem uma causa: o poder.”
Informações Revista Oeste

O terceiro colocado na disputa pela cadeira da Presidência da República, Ciro Gomes (PDT) agrediu um homem com um tapa no rosto, quando participava de um show de samba na Beira Mar, em Fortaleza. Caso foi registrado no domingo (3).
Tudo aconteceu quando o homem se aproximou do pedetista, com a câmera na mão e o provocou, com a seguinte frase: “diz pra nós como é que rouba a população sem ser preso”, disse o homem, em vídeo que circula nas redes sociais. Em seguida, o ex-presidenciável reage e agride o rapaz.
“Quem deve saber isso é bandido, eu não sou, não”, responde Ciro. “Tu é bandido”, rebateu o homem, que logo em seguida recebe um tapa no rosto.
Veja:
Informações Bahia.ba

Foto: REUTERS/Adriano Machado.
A oposição no Senado tenta barrar a indicação do ministro da Justiça, Flávio Dino, para o Supremo Tribunal Federal.
Flávio Dino cancelou uma agenda como ministro da Justiça, com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso e foi pedir votos no Senado, na tentativa de se tornar um dos ministros da corte.
Dino não quer perder tempo, já que a oposição articula para conseguir fazer frente à maioria governista. Nas contas do líder do PL, os opositores precisam conquistar mais nove votos para barrar a indicação do presidente Lula.
Flávio Dino já protagonizou vários embates com opositores, em audiências no congresso. Agora em busca de votos, ele diz que vai conversar com os senadores, independentemente da corrente ideológica.
Lula decidiu esperar a definição no Senado para indicar o novo titular da Justiça. Mesmo se aprovado pelos senadores, Dino só deve deixar o ministério em janeiro, já que a posse só vai acontecer a partir de fevereiro, depois das férias da Justiça.
Fonte: Band.
Até novembro, 173 deputados federais realizaram 271 viagens internacionais marcadas como missões oficiais pela Câmara dos Deputados

De janeiro a novembro deste ano, 173 deputados federais gastaram R$ 4,7 milhões em viagens internacionais. Levantamento feito pelo Metrópoles mostra que, até o momento, foram 270 deslocamentos para fora do país marcados pela Câmara dos Deputados como missões oficiais.
Os gastos incluem passagens em classe econômica ou executiva e as diárias a que os parlamentares viajantes têm direito quando vão a trabalho. De acordo com a Câmara, cada parlamentar tem direito à diária de US$ 391 (cerca de R$ 2 mil) para viagens em países da América do Sul e de US$ 428 (cerca de R$ 2,2 mil) para outros países.
Os dez parlamentares que mais viajaram, com quatro viagens cada, são: Augusto Coutinho (Republicanos-PE), Carol Dartora (PT-PR), Iza Arruda (MDB-PE), Laura Carneiro (PSD-RJ), Luis Tibé (Avante-MG), Luizianne Lins (PT-CE), Pedro Campos (PSB-PE), Orlando Silva (PCdoB-SP) e João Carlos Bacelar (PL-BA) e Zeca Dirceu (PT-PR).
Observando o valor total gasto, o que mais utilizou recursos da Câmara para viagens oficiais foi Eros Biondini (PL-GO), que viajou duas vezes, para Roma e Xangai, e gastou R$ 113,4 mil. Na Itália, ele participou de uma reunião na embaixada do Brasil, no Ministério das Relações Exteriores, na Câmara dos Deputados e no Senado da República Italiana.
Já na China, o parlamentar do PL participou da missão internacional organizada pela Federação das Industrias do Estado de Minas Gerais-(FIEMG), com o governo de MG. Depois de Eros, a que mais gastou foi Laura Carneiro, do PSD, com R$ 105,5 mil.
Os destinos mais visitados pelos parlamentares brasileiros, por sua vez, coincidem com viagens oficiais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao longo do ano. São eles: Nova York (EUA), onde fica a sede da Organização das Nações Unidas (ONU), e a capital portuguesa Lisboa, para onde o presidente viajou em abril.
Veja a relação completa das viagens internacionais feitas por deputados até o momento:
Veja os deslocamentos feitos pelos deputados que mais fizeram viagens internacionais neste ano:
Em primeiro mandato, o deputado federal Pedro Campos (PSB-PE) foi duas vezes a Nova York, uma a Genebra e outra à China. O parlamentar é filho de Eduardo Campos, ex-candidato à Presidência da República que morreu em um acidente aéreo em 2014, e irmão de João Campos, prefeito de Recife (PE).
A primeira viagem foi no dia 21 de março, para participar do Dia Mundial da Síndrome de Down na sede da ONU em Genebra. Pedro discursou no evento, onde falou sobre a experiência de viver com um irmão que tem a síndrome, Miguel. Ele participou do encontro a convite da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down (FBASD).
Já em junho, Pedro também participou de evento das Nações Unidas sobre pessoas com deficiência, desta vez em Nova York. O deputado fez parte da comitiva brasileira que participou da Conferência das Partes da Pessoas com Deficiência (COSP16).
Em abril, o parlamentar integrou a comitiva do presidente Lula que visitou Xangai e Pequim. No relatório apresentado à Câmara, ele relatou ter visitado o Banco dos BRICS para a posse da nova presidente da instituição, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), além de visitar o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Huawei e participar das cerimônias de recepção da comitiva.
Por fim, Pedro também acompanhou a comitiva presidencial em setembro na Assembleia Geral da ONU em Nova York. O relatório desta viagem ainda não foi apresentado.
O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) foi a Buenos Aires, Lisboa, Zurique e Luanda. Em junho e setembro, o parlamentar participou de eventos em Portugal e na Suíça onde falou da responsabilização de plataformas digitais, como relator do projeto de lei (PL) das Fake News. Dentre outros pontos, a matéria traz diretrizes para as redes sociais e busca um maior controle em relação à divulgação de conteúdo falso.
Em março, participou na Argentina do III Fórum Mundial de Direitos Humanos. Por fim, em agosto, compôs a comitiva presidencial que visitou Angola.
Durante esta viagem, visitou a sede do partido Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) e se encontrou com parlamentares angolanos, além de visitar também o Museu da Escravatura e participar da Cerimônia de inauguração da Galeria Ovídio de Melo no Instituto Guimarães Rosa.
As viagens do deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA) envolveram visitas a Manama (capital do Bahrein), Viena e duas a Nova York.
Na primeira, em fevereiro, visitou a sede da ONU em Nova York para o evento Água para as pessoas e para o planeta: pare com o desperdício, mude o jogo, invista no futuro. O relatório da viagem não foi apresentado.
Em março, o parlamentar participou da comitiva do Congresso Nacional na 146ª Assembleia da União Interparlamentar (UIP), que ocorreu em Manama. O grupo era chefiado pelo deputado Átila Lins (PP-AM) e composto também pelos senadores Irajá (PSD-TO) e Nelsinho Trad (PSD-MS) e pelos deputados Claudio Cajado (PP-BA), Celso Sabino (União-PA) e Hugo Motta (Republicanos-PB).
Em junho, Bacelar passou uma semana na capital austríaca Viena em visitas técnicas organizadas pela Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa (Abragel), onde visitou espaços como o parlamento do país, a agência de energia e um laboratório hidráulico.
A última viagem registrada foi em julho, quando fez parte do Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (HLPF).
Augusto Coutinho, do Republicanos de Pernambuco, também faz parte da UIP assim como Bacelar. Dessa forma, foi a Nova York em fevereiro, durante a 77ª Assembleia Geral das Nações Unidas, onde participou da Audiência Parlamentar Anual da UIP com o tema “A metade do caminho em direção aos [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável] ODSs: fazer um balanço da ação parlamentar”.
Em março, foi à capital israelense Tel Aviv junto ao ministro das Comunicações Juscelino Filho representar o país na extensão das atividades do Mobile World Congress 2023. Também participaram os deputados Aliel Machado (PV-PR), Danilo Forte (União-CE), Domingos Neto (PSD-CE) e o senador Efraim Filho (União-PB).
O Mobile World Congress 2023 também levou o deputado a Barcelona entre 26 de fevereiro e 1º de março, onde participou de reuniões como parte da comitiva brasileira também liderada por Juscelino Filho, parlamentares e empresas como Anatel, Telebrasil, TelComp, Softex, Algar, Claro e Tim.
Por fim, Coutinho também participou do Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (HLPF) em julho, em Nova York.
A deputada viajou duas vezes para Luanda, uma vez para Buenos Aires e uma vez para Bogotá. Em uma das viagens para Luanda, ela participou da 147ª Assembleia da União Interparlamentar (UIP) e da Sessão Ordinária do Grupo de Parlamentares da América Latina e do Caribe (GRULAC).
Em Buenos Aires, ela participou da Primeira Assembleia Nacional de Mulheres e LBTI+ Afrodescendentes e em Bogotá ela participou do Encontro Internacional de Mulheres Afrodescendentes.
A parlamentar viajou para o Marrocos em setembro, ocasião em que participou da Cúpula Mulheres no Deserto. Em Luanda, ela foi como integrante da delegação do presidente Lula (PT).
Em Washington, ela participou de visita à Biblioteca Oliveira Lima da Universidade Católica de Washington, em reunião com a embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, em cerimônia de homenagem a Manoel de Oliveira Lima e Flora de Oliveira Lima, e em reunião com o Diretor da organização Pan-Americanan da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa.
Dentre as viagens para a parlamentar, está a ida para Luanda para participar da 147ª Assembleia da União Interparlamentar e na sessão Ordinária do Grupo de Parlamentares da américa Latina e do Caribe (GRULAC).
Em Medellín, na Colômbia, ela participou da reunião com a Secretaria de Inclusão Social, Família e Direitos Humanos e com a Subsecretaria de Grupos Populacionais e com a Subsecretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de Medellín.
Dentre as viagens feitas pelo parlamentar, está uma para a Índia para participar do Fórum Parlamentar do G20 e da 9.ª Cúpula Parlamentar do P20, em outubro. Ele também esteve em Xangai, na China, acompanhando uma agenda oficial do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).
A parlamentar viajou para Buenos Aires em março para participar no III Fórum Munida de Direitos Humanos. No mesmo mês, ela foi para Nova Iorque compondo a delegação brasileira que participou do 67º Período de Sessões da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW). Ela também viajou para Bruxelas e para Paris.
O parlamentar foi para Nova Iorque duas vezes, em fevereiro e em julho. Na primeira viagem, ele participou da União Interparlamentar nas Nações Unidas, cujo tema foi “Águas para as pessoas e para o planeta”. Já em julho, ele foi ao Fórum Político de Alto Nível das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (HLPF). O parlamentar também viajou para Viena e para o Bahrein.
Líder do PT na Câmara, o deputado viajou para Pequim em março junto com o presidente Lula. Em setembro, ele viajou com o presidente para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque. No mês seguinte, o parlamentar foi Nova Deli para participar do Fórum Parlamentar do G20 e da 9.ª Cúpula Parlamentar do P20; depois foi à Xangai e Pequim para acompanhar agenda do presidente da Câmara, Arthur Lira.
Informações Metrópoles
Neste domingo (3), o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que o país não pode ser responsabilizado em caso de fracasso nas negociações

O comissário do comércio da União Europeia, Valdis Dombrovskis, cancelou a viagem que faria ao Brasil nesta semana para finalizar o acordo comercial do bloco com o Mercosul, ao mesmo tempo que as perspectivas de concluir o acordo este ano diminuíram. Os negociadores enfrentaram uma série de reveses relacionados ao desejo da UE de adicionar mais compromissos ambientais desde um acordo provisório em 2019. Neste domingo (3), o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que o país não pode ser responsabilizado em caso de fracasso nas negociações.
O dirigente deveria viajar para o Rio de Janeiro para uma reunião das nações do Mercosul, que incluem Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, em 7 de dezembro. Mas o acordo ficou mais distante com a mudança de governo na Argentina e a declaração de oposição do presidente da França, Emmanuel Macron.
Neste sábado (2), o francês afirmou que o acordo é “antiquado” e disse que tinha preocupações com a falta de metas ambientais. “Sou contra o acordo do Mercosul com a União Europeia. É um acordo completamente contraditório com o que [Lula] está fazendo no Brasil e com o que estamos fazendo. É um acordo que foi negociado há 20 anos e que tentamos consertar, e que foi mal consertado”, disse.
A mudança de governo na Argentina também dificultou o acordo. O presidente eleito Javier Milei, que toma posse em 10 de dezembro, já criticou o bloco do Mercosul e prometeu, durante a campanha, que não aceitou a negociação com a União Europeia. Dois diplomatas da UE disseram que as chances de um acordo este ano estão diminuindo, enquanto um deles afirmou que as negociações para o acordo podem entrar em colapso até o verão europeu de 2024 (entre junho e setembro).
“Se não houver acordo, paciência. Não foi por falta de vontade. A única coisa que tem que ficar claro é que não digam mais que é por conta do Brasil e que não digam mais que é por conta da América do Sul”, disse Lula. Membros do alto escalão do governo brasileiro já dão como certo que a negociação com a União Europeia terminará sem acordo, já que o Brasil não cederá às novas condicionantes ambientais e é improvável que os europeus consigam articular posições de todos os países do bloco em uma semana.
Informações Bahia.ba