
Em levantamento de opinião pública realizado pela Paraná Pesquisas e analisado pelo jornalista e cientista social Carlos Augusto, diretor do Jornal Grande Bahia (JGB), são revelados aspectos das nuances das Eleições Municipais de 2024 em Salvador. A pesquisa — realizada entre os dias 18 e 23 de janeiro de 2024 e divulgado na quarta-feira (24/01), com registo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA 04282/2024 — busca decifrar as intenções de voto e avaliar as administrações em esferas municipal, estadual e federal. Com uma amostra representativa de 802 entrevistados, a pesquisa atinge um grau de confiança de 95%, apresentando margem de erro estimada em aproximadamente 3,5% para os resultados gerais.
Ao examinar a situação eleitoral para o prefeito de Salvador com citação espontânea, observa-se uma significativa parcela de 59,9% dos entrevistados que não souberam ou não responderam. Bruno Reis (UB) lidera as intenções de voto com 19,6%, em uma lista que inclui nomes como ACM Neto (UB) e Geraldo Júnior (MDB). A situação eleitoral com citação estimulada destaca Bruno Reis como líder incontestável, atingindo 59,9% de intenção de voto, enquanto a pesquisa sobre rejeição ao pré-candidato coloca João Roma (PL) como líder nesse quesito, com 30,7%.
Além das perspectivas eleitorais, a pesquisa aprofunda as avaliações das gestões de Bruno Reis (UB), Jerônimo Rodrigues (PT) e Lula (PT). A administração de Bruno Reis obtém 49,4% de avaliação entre ótima e boa, contrastando com 15,3% de avaliação ruim ou péssima. A aprovação da administração de Reis é notável, alcançando 72,8%, enquanto a desaprovação fica em 22,4%.
Jerônimo Rodrigues, governador do estado, apresenta uma avaliação entre ótima e boa de 40,3%, enquanto 25,4% a consideram ruim ou péssima. A aprovação de sua administração atinge 59,1%, destacando um sólido suporte, enquanto a desaprovação mantém-se em 35,3%.
O ex-presidente Lula, por sua vez, recebe uma avaliação entre ótima e boa de 52,2%, com 20,7% de avaliação ruim ou péssima. A aprovação de sua administração alcança 67,0%, enquanto a desaprovação se mantém em 29,3%.
Em síntese, a pesquisa da Paraná Pesquisas não apenas esclarece as intenções de voto em Salvador, mas oferece uma análise abrangente das avaliações das gestões, revelando a complexidade do cenário político e eleitoral na cidade.
Observa-se que entre ótima e boa a avaliação da gestão do prefeito Bruno Reis atinge 49,4%, enquanto outros 15,3% qualificam a administração como ruim e péssima.
Observa-se que entre ótima e boa a avaliação da gestão do governador Jerônimo Rodrigues atinge 40,3%, enquanto outros 25,4% qualificam a administração como ruim e péssima.
Observa-se que entre ótima e boa a avaliação da gestão do presidente Lula atinge 52,2%, enquanto outros 20,7% qualificam a administração como ruim e péssima.
*A Paraná Pesquisas conduziu um levantamento sobre a opinião pública no município de Salvador entre os dias 18 e 23 de janeiro de 2024, cujos resultados foram divulgados na quarta-feira (24/01). O propósito dessa pesquisa foi consultar a população não apenas sobre a intenção de votos para as Eleições Municipais de 2024, mas também para avaliar as administrações Municipal, Estadual e Federal. O estudo recebeu o devido registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA 04282/2024, sendo especificamente destinado a analisar a intenção de voto para prefeito de Salvador nas Eleições 2024. A amostra representativa do município contou com 802 entrevistados, garantindo um grau de confiança de 95%, com uma margem estimada de erro de aproximadamente 3,5% para os resultados gerais.
Jornal Grande Bahia

Fonte: Tiago Caldas / EC Bahia
O time principal do Bahia estreou em 2024 com goleada. Pela terceira rodada do Estadual, a equipe tricolor venceu o Jacobina por 5 a 0.
Com quatro pontos em três jogos, o Tricolor entra no G-4 do Baianão e enfrentará o Bahia de Feira às 16h de sábado (16), fora de casa.
O JOGO
A primeira etapa foi marcada por uma alta intensidade do Bahia, que abriu o placar com apenas oito minutos de bola rolando. Rezende aproveitou cruzamento feito por Gilberto para marcar um belo gol.
Com amplo controle da posse de bola, o Esquadrão dominou o território e criou inúmeras chances de gol, em algumas delas Ratão e Everaldo desperdiçaram.
Aos 30 minutos, o próprio Everaldo ainda perdeu uma cobrança de pênalti, defendida pelo goleiro Matheus Cabral.
Pouco tempo depois, a torcida pôde comemorar um gol que teve participação direta dos estreantes. Caio Alexandre fez lançamento para Everton Ribeiro, que usou sua categoria para marcar o segundo da partida.
Antes do intervalo, Everaldo ainda deixou o seu! O camisa 9 aproveitou um novo cruzamento na medida feito por Gilberto para cabecear na pequena área.
SEGUNDO TEMPO
O segundo tempo veio e a intensidade foi reduzida, mas as chances continuaram a aparecer.
Aos 16 minutos, Cauly cobrou escanteio e Kanu subiu sozinho para cabecear e marcar o quarto gol.
Outro estreante a comemorar um gol foi Jean Lucas, que recebeu uma assistência de Yago Felipe, aos 19, para chutar forte e balançar as redes.
A goleada ainda poderia ser maior, mas Juba, Cauly e Gilberto perderam grandes chances de gol na metade final da segunda etapa. Ao fim da partida, o placar de 5 a 0 se confirmou.
Informações EC Bahia

Salvador, Fernando de Noronha e Rio de Janeiro são os destinos nacionais com maior interesse de visitação pelos brasileiros, segundo pesquisa do Ministério do Turismo, divulgada pelo jornal Folha de S. Paulo nesta segunda-feira (21). Praias e natureza, aliadas com bons preços e a possibilidade de encontrar amigos e familiares, estão entre os principais fatores considerados na escolha.
Segundo a publicação, o levantamento “Tendências de Turismo”, que entrevistou 2.029 pessoas em todos os estados e no Distrito Federal, também aponta que um a cada três cidadãos planeja viajar a lazer durante a alta temporada do verão, que se estende até março deste ano. Em média, a maior parte dos viajantes fica até dez dias fora de casa, com gastos de R$ 1,9 mil.
Para 95% dos entrevistados, o destino escolhido será no Brasil: as regiões nordeste e sudeste são as campeãs dos itinerários no próximo trimestre.
De acordo com a pesquisa, 69% dos brasileiros viajam ao menos uma vez por ano. Essa viagem acontece em família em 70% das vezes. Carros próprios e ônibus são os meios de transporte mais utilizados, enquanto o avião é mencionado por cerca de um quarto das pessoas.
O levantamento do Ministério do Turismo foi produzido pelo Instituto de Pesquisa de Reputação e Imagem (IPRI). As entrevistas foram realizadas entre 7 e 11 de dezembro de 2023 e contaram com a participação de cidadãos a partir de 16 anos. A margem de erro no total da amostra é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.
Veja os dez destinos mais desejados:
Salvador (BA)
Fernando de Noronha (PE)
Rio de Janeiro (RJ)
Lençóis Maranhenses (MA)
Florianópolis (SC)
Foz do Iguaçu (PR)
Maragogi (AL)
Bonito (MS)
Chapada dos Veadeiros (GO)
Ilha de Marajó (PA)
Informações Bahia.ba

foto: reprodução
A apresentadora e atriz Cissa Guimarães receberá R$ 840 mil do governo Lula para apresentar o programa “Sem Censura’, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), por 12 meses. O valor equivale a um salário mensal de R$ 70 mil. A escolha de Cissa Guimarães para comandar a atração, que reestreia na TV Brasil em 26 de fevereiro, ocorreu sem concorrência, via inexigibilidade de licitação.
Procurada pela coluna, a EBC disse que a contratação ocorreu em conformidade com o previsto na Lei das Estatais e no Regulamento Interno de Licitações e Contratos. Na eleição de 2022, Cissa Guimarães foi uma das artistas a gravar um jingle para a campanha do então candidato Lula à Presidência.
No total, a EBC desembolsará R$ 5 milhões para contratar a Fábrica Entretenimento e Participações e pôr no ar o Sem Censura comandado por Cissa Guimarães. Esse valor é referente ao período de 13 meses, incluindo um mês de pré-produção do qual a apresentadora não participou.
Ao assinar com a empresa, o governo determinou que o serviço de apresentação do Sem Censura será “prestado exclusivamente por meio da profissional interveniente na relação contratual, artista e apresentadora Cissa Guimarães”.
Além do valor destinado a Cissa Guimarães, a EBC também definiu como o restante da verba deverá ser usado: R$ 956 mil na rubrica “serviços de conteúdo”; R$ 679 mil na de “serviços de criação; R$ 744 mil para “serviços de apresentação”; R$ 720 mil para “serviços de direção artística”; e R$ 1 milhão para taxas e imposto do projeto.
De acordo com o contrato, o governo repassará à produtora exatos R$ 4.991.570,25 para manter atração no ar até 22 de fevereiro de 2025.
Com longa carreira na TV Globo, na qual fez sucesso em atrações como Vídeo Show, Cissa Guimarães foi demitida em 2021, após 46 anos atuando na emissora.
Em vídeo divulgado pela nas redes da TV Brasil, da EBC e de Cissa, a apresentadora comemorou a nova etapa profissional.
“Gente, sou eu! Eu aqui sentadinha no meu cenário, do novo Sem Censura, que eu estou amando, estou apaixonada. Vocês viram que cenário mais lindo? Olha aqui a minha mesa, aqui são os convidados que virão, os comentaristas.
O estúdio está um espetáculo, vocês vão amar. Eu estou tão feliz, tão empolgada que eu não vou contar mais nada para vocês. Vocês vão ter que ver o programa. Um beijo! Olha a Cissinha totalmente sem censura.”
Procurada pela coluna, a Empresa Brasil de Comunicação se manifestou sobre o contrato envolvendo o Sem Censura.
“Em relação à Cissa Guimarães, destacamos que sua experiência para o programa Sem Censura da TV Brasil representa uma medida estratégica sólida, alinhada aos objetivos de audiência e relevância do programa, bem como ao cumprimento da missão institucional da EBC, com foco na relevância e no dever de disponibilizar ao cidadão um programa de qualidade.
Trazendo elementos como: carisma e reconhecimento público, experiência e competência técnica, identificação com a missão da EBC de fornecer conteúdo de alta qualidade e relevante, fidelização de audiência e credibilidade e reputação.”
Sobre os gastos com a produtora, a EBC informou:
“A contratação da empresa ‘A Fábrica Entretenimento e Participações’ pela EBC, no valor de R$ 4.991.570,25, ocorreu por meio de inexigibilidade de licitação, conforme previsto na Lei das Estatais e no Regulamento Interno de Licitações e Contratos da EBC.
O enquadramento legal específico relaciona-se a serviços conexos à produção de obras audiovisuais, especificamente Prestação de Serviços de Direção Artística, Serviços de Conteúdo e Serviços de Criação, de forma indissociável aos Serviços de Apresentação da atração pelo período de 13 meses, sendo que o primeiro mês foi destinado ao desenvolvimento e pré-produção, enquanto os demais 12 meses contemplaram as transmissões dos programas ao vivo e gravados. Este prazo totalizou 260 episódios inéditos do programa ‘Sem Censura’, apresentado por Cissa Guimarães.
O orçamento distribuído para os serviços contratados foi de R$ 4.991.570,25, refletindo o custo total do projeto de produção. Essa alocação de recursos abrange diversas etapas, desde o desenvolvimento até a realização dos episódios, assegurando a qualidade e continuidade do programa ao longo do período contratual.
Dessa forma, a contratação foi realizada em conformidade com as normativas legais aplicáveis e considerou as especificidades do projeto de produção do programa ‘Sem Censura’.”
Coluna Paulo Capelli – Metrópoles

Foto: Antonio Cruz/Agencia Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está persistindo em sua tentativa de emplacar o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, como CEO da Vale, iniciando uma nova fase da sucessão na mineradora que promete capítulos decisivos nos próximos dias.
A Vale, privatizada há quase três décadas, é alvo da interferência direta de Lula, que busca influenciar os rumos da empresa. O atual presidente, Eduardo Bartolomeo, tem seu mandato expirando apenas em maio, mas, conforme o estatuto da companhia, o conselho de administração deve anunciar com pelo menos quatro meses de antecedência se o CEO será mantido ou se será iniciado um processo para escolher um novo executivo. Em 31 de janeiro, o colegiado tomará essa decisão crucial.
O governo, há mais de um ano, vem pressionando pela indicação de Guido Mantega para o posto. Em 2023, na primeira tentativa, a reação do mercado foi negativa, resultando em uma queda nas ações da Vale na Bolsa de Valores (B3). Agora, com o fim iminente do mandato de Bartolomeo, a pressão do Planalto para emplacar Mantega se intensificou.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, teria, segundo o jornalista Lauro Jardim, entrado em contato com acionistas da Vale, afirmando que Lula está firme em sua decisão de ter Mantega no comando da mineradora. No entanto, Silveira afirmou publicamente que o governo não tentará impor o nome do ex-ministro, respeitando a governança da empresa.
Durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, Silveira destacou que o governo quer participar da discussão sobre o futuro da maior mineradora do país, buscando reconquistar sua posição como a maior do mundo.
Eduardo Bartolomeo assumiu a presidência em 2019, sucedendo Fabio Schvartsman, afastado após o colapso da barragem de rejeitos de Brumadinho (MG). O conselho, atualmente, encontra-se dividido sobre a continuidade de Bartolomeo. Críticas em relação à sua postura discreta e distante do governo, que está focado na gestão profissional, têm surgido tanto no governo federal quanto no PT. O executivo foi reeleito em 2021, mas o futuro da liderança da Vale permanece incerto diante das pressões políticas e dos interesses no conselho da mineradora.
Gazeta Brasil

Os ministros que compõem a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) se reuniram recentemente a portas fechadas para definir a competência do Ministério Público Federal (MPF) na apreciação de eventual termo de colaboração premiada com o ex-policial militar Ronnie Lessa, que é acusado de ter assassinado a vereadora Marielle Franco, em 2018.
Dois membros do grupo afirmaram reservadamente à reportagem que a suposta delação firmada pela Polícia Federal (PF) com Lessa não foi submetida ao STJ. A Corte Especial debateu apenas se a eventual colaboração do ex-PM deveria tramitar sob os cuidados do MPF ou do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro (MPRJ).

No último domingo, 21, o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, publicou que Lessa fez um acordo de delação premiada com a PF para apontar quem seria o mandante do crime que tirou a vida de Marielle. A corporação, por sua vez, afirmou em nota que apenas uma delação foi firmada até o momento, com o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz. Ele dirigiu o carro utilizado na campana que terminou com o assassinato da vereadora.
A PF afirmou em nota que “a divulgação e repercussão de informação que não condizem com a realidade comprometem o trabalho investigativo e expõem cidadãos”.
Na delação premiada realizada em julho de 2023, Élcio apontou a participação do grupo liderado pelo contraventor Bernardo Bello no assassinato da vereadora. Élcio também deu o nome de um suposto responsável por contratar Lessa. O delator citou o policial militar Edimilson Oliveira da Silva, conhecido como “Macalé”, assassinado em novembro de 2021.
As investigação do assassinato de Marielle e do motorista Anderson Gomes são sigilosas. Esse foi o motivo de os ministros do STJ terem debatido em sessão secreta a competência para realização de eventual delação premiada. O relator do caso no Tribunal Superior é o ministro Raul Araújo.
O ministro da Justiça, Flávio Dino, disse nesta quarta-feira, 24, que não há previsão para a conclusão do caso. Ele também evitou comentar sobre a suposta delação de Ronnie Lessa. “Juridicamente, só há delação quando há homologação.”
“Não posso nem confirmar nem negar”, disse Dino, que também informou que somente os delegados escalados para a investigação têm detalhes sobre o caso. “É algo que todos nós, juntos, saberemos no momento processualmente adequado.”
Revista Oeste, com informações da Agência Estado

Com o período de altas temperaturas e a temporada de chuvas, na maior parte do Brasil, aumenta a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, gerando uma grande preocupação, especialmente após o recorde histórico de 1.017 mortes em 2022 e um continuado aumento de casos em 2023. Além disso, as mudanças climáticas, incluindo fenômenos como o El Niño, têm contribuído para a expansão do vetor em regiões antes consideradas menos propensas à disseminação da dengue, como Centro-Oeste e Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
A Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) destaca a gravidade do risco de uma epidemia de dengue, a importância da conscientização da população sobre as medidas preventivas e a relevância dos serviços de diagnóstico médico na identificação e tratamento da doença. “Caso esse cenário se concretize, os laboratórios clínicos terão papel fundamental na avaliação do risco de hemorragias, o que é fundamental para evitar mortes”, declara Wilson Shcolnik, presidente do Conselho de Administração da entidade.
De acordo com dados preliminares fornecidos pelas associadas à Abramed, observou-se um aumento de mais de 77% no número de exames de dengue realizados na rede privada em um período de quatro semanas, compreendido entre 16 de dezembro de 2023 e 13 de janeiro de 2024.
Na semana de 16 a 22 de dezembro de 2023, foram realizados 8.606 exames de dengue, sendo 18% positivos, enquanto de 7 a 13 de janeiro de 2024 foram 15.246 exames, com 22% positivos. Em relação à positividade, a porcentagem variou entre 18% e 24% nas quatro semanas em questão, atingindo o maior valor na semana de 31 de dezembro de 2023 a 6 de janeiro de 2024 (24%).
Os números mostram que as pessoas estão buscando a confirmação do diagnóstico ao sentirem sintomas associados à doença, como febre alta, dores musculares, dor ao movimentar os olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo.
A associação reitera seu compromisso em colaborar com as autoridades de saúde, profissionais do setor e a sociedade em geral, visando a implementação de estratégias eficazes para enfrentar essa questão de saúde pública e minimizar os impactos sobre a população brasileira.
Comparação anual
Comparando as duas primeiras semanas epidemiológicas de 2023 e 2024, o número de exames registrou crescimento, mas o número de infectados se manteve praticamente constante. Na primeira semana epidemiológica de 2023, foram realizados 9.744 exames, com 2.583 positivos, enquanto na primeira semana epidemiológica de 2024 foram 10.916 exames, com 2.666 positivos. A variação em exames realizados foi de 12%, enquanto na positividade foi de 3%.
Na segunda semana epidemiológica de 2023, foram realizados 11.002 exames, com 3.418 positivos, enquanto na segunda semana epidemiológica de 2024 foram 15.246 exames, com 3.365 positivos. A variação em exames realizados foi de 39%, enquanto na positividade foi de -2%.
Vale ressaltar que os laboratórios clínicos associados à Abramed enviam os resultados dos exames diretamente à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS/DATASUS), contribuindo para o monitoramento epidemiológico pelo Ministério da Saúde. Essas informações são essenciais para avaliar a situação da doença e orientar as medidas de saúde pública.
Informações Medicina S/A

foto: divulgação
Em meio aos rumores de que a empresa deve recorrer ao pedido de proteção contra credores, a Gol perdeu o crédito junto a distribuidores de combustível em alguns dos aeroportos mais importantes do país.
Segundo fontes ouvidas pela coluna Capital, a empresa agora tem que pagar à vista para abastecer as aeronaves. Oficialmente, a Gol diz que “não tem problema com abastecimento de combustível e que não houve nenhuma mudança nas condições de pagamento”.
O governo se reúne com empresas aéreas nesta quinta-feira para discutir estímulos ao setor de aviação. A situação da Gol é a mais grave.
Projeto foi ideia de instrutor de aviação americano; ele desejava construir um lugar em que seus alunos pudessem ficar
A companhia aérea enfrenta sérios problemas de fluxo de caixa e está há seis meses tentando uma reestruturação de dívida com arrendadores de avião e credores financeiros. Do total da dívida, R$ 3 bilhões tem vencimento de curto prazo.
O combustível representa cerca de 40% dos custos de uma companhia aérea no Brasil. As distribuidoras de combustível ganham dinheiro oferecendo crédito para as companhias aéreas pagarem pelo consumo do querosene de aviação em 30, 60, 90 ou até 120 dias. As taxas complementam as margens da distribuição.
O mercado acompanha a situação de perto. Em dezembro passado, a Fitch Ratings, agência de classificação de risco, rebaixou a nota de crédito da Gol de “CCC+” para “CCC-”, em meio a preocupações com a reestruturação de sua dívida, riscos de refinanciamento e pressão no fluxo de caixa operacional.
As ações da empresa têm apresentado forte queda.
O Globo

Foto: Redes sociais)
Grupo questionava nas redes sociais a conduta do magistrado durante o julgamento do caso Mari Ferrer
O juiz Rudson Marcos, que atua em Florianópolis, está processando mais de 100 pessoas por conta de uma hashtag que fazia referência ao julgamento da influenciadora digital Mariana Ferrer. Responsável pelo caso, ele foi condenado em novembro do ano passado a uma advertência pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por conta da atuação dele em uma audiência a respeito da situação que apurava um suposto caso de estupro sofrido pela jovem. Atrizes, apresentadores, influenciadores e até políticos integram a lista.
As informações foram publicadas em primeira mão pela jornalista Patrícia Campos de Mello da Folha de S. Paulonesta terça-feira (23). Segundo a publicação, mais de 160 pessoas integram a lista. Elas teriam utilizado nas redes sociais a hashtag #estuproculposo ou citado a expressão.
Entre os nomes estão Angélica, Ana Hickmann, Marcos Mion, Astrid Fontenelle, Ivete Sangalo, Camila Pitanga, Mika Lins, Tatá Werneck, Patrícia Pilar, e as deputadas Maria do Rosário (PT-RS) e Luciana Genro (PSOL-RS). Ainda conforme apuração da folha, plataformas como Google, Uol, O Estado de São Paulo e Organizações Globo também aparecem no processo, que é sigiloso.
Ao NSC Total, o juiz Rudson Marcos, através da advogada Iolanda Nascimento Garay, informou que o processo tramita em segredo de Justiça e, por isso, não é possível mencionar os detalhes. No entanto, ele afirma que as ações não tem como foco “limitar a liberdade de expressão ou de imprensa”.
“A motivação para ajuizamento das ações vem a ser a inverdade na associação da expressão estupro culposo ao juiz Rudson Marcos, como se ele tivesse pronunciado ou escrito essa expressão no processo que julgou, o que não ocorreu jamais, tendo isso ficado comprovado judicialmente. Acrescento que o juiz sequer fez alguma referência a algo similar. Tal expediente não foi um mero engano, pelo contrário, foi uma fake news alavancada propositalmente para que empresas e usuários de mídias sociais lucrassem com a repercussão equivocada da referida vinculação. Por este motivo torpe, foram sacrificadas a honra, imagem, carreira e moral deste magistrado”, diz a nota.
“Temos que esclarecer que o vídeo da audiência, conforme narrado, está de acordo com a montagem manipulada e não ordem real dos fatos. Inclusive, na audiência real o juiz suspende a audiência por mais de 15 minutos e só retoma com anuência da testemunha. Quanto à motivação das ações indenizatórias, estas visam a responsabilização pela disseminação da mentira atrelada ao juiz Rudson Marcos e não são de forma alguma uma mera intolerância a uma critica ou a uma hashtag, como afirmado. Por fim, quanto ao sigilo dos processos, foi pedido em função da juntada de prova emprestada de peças sigilosas de outros processos criminais”, conclui.
O NSC Total também teve acesso a outro processo envolvendo o juiz Rudson Marcos e indenizações por dano moral em decorrência de uma publicação onde o termo “estupro culposo” é usado. A ação é contra uma influenciadora carioca e foi protocolada em outubro do ano passado. Ela tramita no 1º Juizado Especial Cível da Comarca da Capital.
Na justificativa, a advogada Iolanda Nascimento Garay, que representa o magistrado, cita que “a avalanche impiedosa da qual a Ré foi parte causou o decesso do nome, da imagem, da honra, declínio da carreira profissional e profundo e irrecuperável abalo nas estruturas subjetivas, familiares, sociais, aniquilando os direitos da personalidade e a dignidade deste profissional, atingido em pleno exercício do seu dever”.
Além disso, a advogada descreve que a ré teria afirmado que o juiz tentou “mudar a justiça” ao se referir a sentença proferida, “ferindo assim a honra, dignidade e moral do Autor, mesmo sem ter tido acesso ao conjunto probatório de autos que tramitam acobertados pelo manto do segredo judicial”.
“É sabido que a internet tem potencial para propagação das informações nela veiculadas, sendo que o intuito da Ré foi tão somente caluniar o Autor, disseminando informações inverídicas que puderam chegar ao conhecimento de um número indeterminado de pessoas, causando prejuízos inestimáveis”, diz outro trecho da ação.
O NSC Total entrou em contato com a assessoria da influenciadora, que informou que não iria se manifestar sobre o caso.
A influenciadora digital Mariana Ferrer acusa André de Camargo Aranha de tê-la estuprado em dezembro de 2018, num camarim privado, de um beach club em Jurerê Internacional, em Florianópolis. Ela tinha 21 anos na época. O empresário foi acusado pelo crime, mas absolvido em setembro de 2021.
Imagens do dia do crime, recuperadas pela polícia, mostram Mariana na companhia do empresário. Ela suspeita que tenha sido drogada e, por isso, não sabe exatamente o que aconteceu. A perícia encontrou sêmen de Aranha e sangue dela nas roupas recolhidas. O exame toxicológico não constatou álcool ou drogas na influenciadora.
O inquérito policial concluiu que o empresário havia cometido estupro de vulnerável e o Ministério Público denunciou Aranha à Justiça. No julgamento em primeira instância, o juiz da 3ª Vara Criminal de Florianópolis, Rudson Marcos, absolveu o réu. Ele afirmou na sentença que “diante disso, não há provas contundentes nos autos a corroborar a versão acusatória, a não ser a palavra da vítima”.
O vídeo dessa audiência gerou revolta. O advogado de defesa, Cláudio Gastão da Rosa Filho, exibiu fotos sensuais feitas por Mariana Ferrer quando era modelo profissional, definindo-as como “ginecológicas”. Ele ainda disse que “jamais teria uma filha” do “nível” de Mariana e, quando ela começou a chorar, ele reagiu: “Não adianta vir com esse teu choro dissimulado, falso e essa lábia de crocodilo”.
Esse episódio motivou um projeto de lei, com o nome de Mariana Ferrer, que trata sobre a punição para quem constranger vítimas e testemunhas de crimes durante audiências e julgamentos.
NSC

O colunista do UOL Reinaldo Azevedo afirmou durante o programa Olha Aqui! que não vê vínculos entre a família Bolsonaro e a morte da ex-vereadora Marielle Franco.
Existe uma indisposição com a Marielle, mas eu realmente não vejo vínculos da família Bolsonaro com a morte de Marielle. Nunca vi e nunca sustentei isso, e nem por que faria.” Reinaldo Azevedo
Uma suposta delação do ex-policial Ronnie Lessa, apontado como executor de Marielle, teria apontado Domingos Brazão, conselheiro do TCE-RJ (Tribunal de Contas do estado do Rio) como mandante do assassinato da ex-vereadora.
Desde o crime que aconteceu no mês de março de 2018, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e seus familiares têm seus nomes ligados ao assassinato. Reinaldo, entretanto, diz que não há elementos que comprovem o vínculo.
Realmente não tenho nenhum elemento e não acho que do que apareceu até agora existam elementos, a não ser simpatizantes do Bolsonaro que comemoraram a morte da Marielle ou que não deram bola ou que achincalharam a memória dela e tentaram ligar o nome dela ao narcotráfico.” Reinaldo Azevedo
Mas, apesar de não ver relação de Bolsonaro com o crime, o colunista do UOL também destacou que não há como as milícias não estarem na biografia do ex-presidente, mesmo sem relações com o caso Marielle.
Bolsonaristas quererem usar isso para fazer de conta que nunca teve vínculos e proximidade com a milícia, aí não. Eu não conheço os detalhes da investigação e há coisas que estão em sigilo, mas não adianta o Bolsonaro negar que ele e a milícia andaram no mesmo sentido.”Reinaldo Azevedo
Informações UOL