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Imagem de arquivo – Sala das Velas na basílica de Aparecida. — Foto: Carlos Santos/G1
A Sexta-feira Santa é o único dia do ano em que a Igreja Católica não celebra nenhuma missa. Em todos os outros dias, inclusive da própria Semana Santa, as celebrações acontecem normalmente.
De acordo com a tradição cristã, para os católicos, o dia é marcado pelo silêncio da morte de Cristo, sendo um dia reservado para a reflexão a Deus, pois a data religiosa relembra a crucificação de Jesus.
Segundo o Santuário Nacional de Aparecida, o dia é reservado para a reflexão dos católicos, que aproveitam a oportunidade para agradecer a Jesus Cristo enquanto se aguarda a celebração da ressureição na Páscoa.
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Imagem de arquivo – Novena no Santuário Nacional de Aparecida — Foto: Gustavo Marcelino
O padre Edinei Evaldo Batista, porta-voz da Diocese de São José dos Campos e Reitor do Seminário Teológico Santa Teresinha, confirma que a data religiosa deve ser marcada pelo silêncio dos fiéis devido o sacrifício de Jesus Cristo na cruz.
“A cruz como tal é só um objeto, mas um objeto transformado em instrumento de amor, de salvação, ao ser assumida por Jesus na sua paixão, no seu sofrimento, na sua morte. Por isso nós adoramos a cruz, na verdade, adorando o crucificado, aquele que está nela por nós”, conta o padre.
Porém, apesar de não celebrar missas, a igreja faz a Solene Ação Litúrgica da Paixão do Senhor, onde são lidos textos e passagens bíblicas e adoração de Jesus, na cruz, onde deu sua vida pelos fiéis, segundo a fé católica.
Imagem de arquivo – Missa no Santuário Nacional de Aparecida. — Foto: Gustavo Marcelino
Ainda segundo o padre Edinei, a Igreja Católica segue uma antiga tradição de não celebrar a Eucaristia neste dia e isso remonta ao quarto século da era do cristianismo.
“Antes disso não temos notícia do que se fazia na Sexta-feira Santa, porque, na verdade nos inícios do cristianismo se celebrava com ênfase, na Páscoa, a ressurreição de Jesus no domingo de Páscoa, desde já a noite anterior, com a Vigília Pascal”, finaliza o padre.
Sem missas, a Sexta Santa em Aparecida, que abriga o Santuário Nacional, é celebrada com a tradicional Via-Sacra no Morro do Cruzeiro ainda durante a madrugada. Nela, os fiéis peregrinam pelas 14 estações da Paixão de Cristo.
Às 7h, o Santuário realiza a primeira celebração com uma oração no início da manhã. Em seguida, às 9h, será celebrada a “Meditação da Via-Sacra” ao redor do Altar Central.
No início da tarde, às 12h, será realizado o ‘Sermão das Sete Palavras’ e depois, às 15h, a celebração da ‘Paixão do Senhor Morto’, com a processão do Senhor Morto às 18h.
Imagem de arquivo – Missa solene no Santuário Nacional de Aparecida. — Foto: Gustavo Marcelino
Sexta-feira da Paixão do Senhor (29 de março)
Sábado Santo (30 de março)
Domingo de Páscoa na Ressurreição do Senhor (31 de março)
Informações G1

Em 13 Estados brasileiros, há mais pessoas recebendo o Bolsa Família do que trabalhadores com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e do Ministério de Desenvolvimento Social (MDS). As estatísticas foram divulgadas pelo portal Poder360 nesta sexta-feira, 29.
Antes da pandemia, eram oito Estados com mais benefícios que empregos formais. O número subiu para dez em 2020, 12 em 2022, com o Auxílio Brasil, e 13 em 2023 — número que se manteve em 2024. Todos os Estados do Nordeste e quatro Estados do Norte se encontram nesta situação.
O Estado do Maranhão é onde a dependência do benefício é mais forte. Há 641 mil empregos com carteira assinada e cerca de 1 milhão de famílias maranhenses recebendo Bolsa Família. Ou seja: para cada empregado com carteira de trabalho, há dois habitantes recebendo o Bolsa Família.
O Estado onde essa proporção é menor é Santa Catarina, onde há 10 trabalhadores no mercado formal para cada beneficiário.
Apesar das estatísticas, houve uma redução geral na proporção no último ano. Em 25 estados, o número de beneficiários em relação aos trabalhadores com carteira assinada diminuiu. As únicas exceções foram o Distrito Federal e Santa Catarina, locais onde a proporção já era baixa.
Em janeiro de 2020, o Brasil tinha 39,6 milhões de trabalhadores com carteira e 13,2 milhões de beneficiários do Bolsa Família. O número de beneficiários subiu para 14,5 milhões em dezembro de 2021, quando o mercado de trabalho já havia se recuperado parcialmente do baque da pandemia de Covid-19.
No ano eleitoral de 2022, esse número foi ampliado para 21,6 milhões. Ao menos 3 milhões dos 7 milhões de novos beneficiários foram incluídos no programa nos 3 meses que antecederam o pleito.
A rápida expansão de 49% no número de famílias beneficiárias gerou preocupações entre os economistas, que temiam que o cadastro acelerado pudesse comprometer a eficácia do programa.
Além disso, houve um aumento temporário no valor do benefício em 2022, chegando a R$ 600. O valor tornou-se tornou permanente depois de um tempo. Em 2023, uma nova expansão elevou o valor médio para R$ 680.
O rápido aumento do Bolsa Família coincidiu com uma fragilização do trabalho em carteira assinada, com muitos trabalhadores migrando para o mercado informal. Com isso, em janeiro de 2023, para cada 2 empregos com carteira assinada, havia 1 beneficiário do Bolsa Família.
Informações Revista Oeste

Jogo contra o Novorizontino: “Jogo difícil. As paradas de seleção tem coisas boas e outras não estão boas. Quebraram o ritmo que tínhamos, 15 dias sem jogar. O Novorizontino é uma equipe bem treinada, jogou sem responsabilidade nenhuma. Os jogadores jogaram em sua máxima força, jogo bastante físico. Eles eliminaram outro adversário também forte, mas dar os parabéns, se manteve muito bem e fez uma campanha muito boa, mas o Palmeiras foi mais forte. Tínhamos tudo a perder e eles tudo a ganhar. Sentimos um nervosismo de fora, nossos torcedores eu peço paciência, porque temos que ganhar de 2, 3 e 4, mas os jogos são diferentes. Os jogadores sentiram o nervosismo de fora. Primeira vez que temos uma interrupção grande jogando fora. Espero que eles venham para apoiar a equipe, mais uma final, parece fácil, mas a gente chega, disputa. Se ganhar é normal, se não ganhar é um fracasso. Não vejo as coisas assim. É isso que eu peço a meus jogadores”.
Situação de Rômulo, negociado com o Palmeiras: “A seleção brasileira tem o treinador certo e sabe quando olhar pro Palmeiras pode escolher onde quiser. Tem um leque de opções. Tenho dois sentimentos: quando vão paraseleção fico feliz por valorização deles, e triste por ficar sem treinar com eles. O Veiga acreditoque mais cedo ou mais tarde, o Dorival vai chamar também. O Mayke está aí, trabalha muito”.
Gramado do Allianz Parque: “Vocês sabem que nem no CT treinamos no sintético. Foi a primeira vez depois de tanto tempo, foi a primeira vez com 40 mil e estávamos todos nervosos, é normal. Queria ter um bom desempenho para o nosso público, queríamos entrar no jogo e fazer 2 ou 3. Sentimos o nervosismo de fora e estar mais uma vez ao final. Calma, passamos um pouco na ansiedade. Vamos puxar eles. Depois de marcar o gol voltamos ao normal, nós precisamos dos nossos torcedores nesse momento. Se eles querem ajudar, puxem por nós, cantem, porque no final podem descontar, mas durante o jogo nos ajudem. O adversário nos criou dificuldade, teve chances para fazer gol e precisamos do 13º do jogador e eles estavam lá. Estamos aí. Sempre bom ver o estádio jogo, entre jogar em gramado ruim, sempre prefiro jogar em um sintético top. Como sou velho fui rapidamente fazer gelo porque meus joelhos não aguentam”.
Adaptação de Aníbal Moreno: “Rapidamente se adaptou. Eu não dou qualidade aos jogadores, consigo ajudar nas movimentações, consigo com um trabalho detalhado. Mas o Aníbal já jogava em uma equipe top, não nos custou 15 milhões de euros, nem 10, falei que o Palmeiras não tinha, mas felizmente o clube fez um esforço, agradecer à presidente e o Barros. Acho que se encaixa ao nosso time, veio um ano mais tarde, mas antes isso do que nunca”.
Mais uma final com o Palmeiras: “Estar presentes nas finais, mais uma, parece muito fácil. Nos últimos anos há um denominador comum: o Palmeiras chega! Se vai ganhar, não sei. Se ganhar é normal. Se não ganhar é fracasso… Mas eu não vejo as coisas assim. É isso que eu prometo, ter uma equipe competitiva para chegar nas finais”.
Informações UOL

O PSDB irá às urnas em 2024 com um número menor de candidaturas próprias nas capitais em relação ao pleito anterior, depois da crise que levou à saída de lideranças. Em alguns casos, os tucanos migraram para partidos que fazem parte da base do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Partido deve ser cabeça de chapa em “oito a dez” das 26 capitais, disse o presidente Marconi Perillo ao UOL. O ex-governador de Goiás já visitou 19 estados para filiar políticos e estimular o lançamento de candidaturas em cidades consideradas estratégicas. “Nós estamos cuidando de reestruturar o partido e de buscar candidaturas que possam garantir um número razoável de prefeituras nessas eleições”, afirmou o ex-governador de Goiás. O objetivo é pavimentar o caminho para que o partido construa uma candidatura à Presidência em 2026.
Nas eleições de 2020, a legenda lançou candidatos em doze capitais e ganhou em quatro: São Paulo, Natal, Palmas e Porto Velho. Em 2016 foram 13 candidaturas e sete vitórias, contra 17 lançamentos e quatro triunfos em 2012.
Hoje, no entanto, só duas destas prefeituras seguem sob o controle do partido. Em Palmas e Porto Velho, Cinthia Ribeiro e Hildon Chaves, respectivamente, foram reeleitos em 2020 e deixam o cargo neste ano. Em Natal, Álvaro Dias migrou para o Republicanos em 2022. Já em São Paulo, o partido perdeu o comando depois da morte de Bruno Covas em 2021, em decorrência de um câncer.
Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Vitória, Belo Horizonte, São Paulo, Goiânia, Campo Grande e Palmas devem ter candidatos. Em Campo Grande, o deputado Beto Pereira terá a seu favor a máquina do governador Eduardo Riedel (PSDB) na disputa contra a prefeita Adriana Lopes (PP). Em Pernambuco, rachado após o rompimento entre a governadora Raquel Lyra (PSDB) e o presidente da Assembleia Legislativa, Álvaro Porto (PSDB), o secretário de Turismo Daniel Coelho deve enfrentar o popular João Campos (PSB).

Legenda vai atuar em prol de uma candidatura própria na disputa pelo comando de São Paulo. Na capital paulista, a executiva municipal decidiu na semana passada que o partido não vai embarcar no projeto de reeleição de Ricardo Nunes (MDB), que foi vice de Covas. Caso os tucanos não consigam um nome eleitoralmente viável para a cabeça de chapa, existe a possibilidade de composição com outro candidato. O apoio à deputada Tabata Amaral (PSB) é tido como mais provável neste cenário.
Reservadamente, tucanos reconhecem que o partido deve enfrentar uma das eleições mais difíceis de sua história. O ex-presidente da sigla e governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, disse em novembro do ano passado que é “natural que o PSDB não venha eleger o mesmo número de prefeitos que elegeu em 2020”.
O partido tem conversas em andamento para federar com outras legendas, como PDT, Solidariedade e Podemos. O objetivo dessas conversas, segundo Perillo, é ter “robustez” na Câmara, onde atualmente há apenas 13 deputados, e no Senado, com apenas um representante e ganhar “corpo” para 2026. Hoje, o PSDB faz parte da federação com o Cidadania.
PSDB perdeu musculatura e tem 345 prefeitos em todo o país. A legenda elegeu 520 prefeitos na última eleição, mas 175 deixaram o ninho tucano desde então. Nas eleições de 2012 foram 686 prefeitos eleitos e 803 em 2016. “A onda azul está tomando conta do país”, afirmou Aécio Neves, então presidente nacional do PSDB, na ocasião. Naquela época, o partido era protagonista na oposição ao PT. No seu auge, em 2000, eram 991 prefeituras comandadas por tucanos.
Tucanos citam resultado da perda de eleitorado em 2018 e crises internas como fatores. Eles avaliam que o eleitorado mais ligado à direita foi arrastado para o PSL de Jair Bolsonaro (hoje PL) naquele ano, quando Geraldo Alckmin (hoje PSB) amargou o quarto lugar na corrida presidencial. O processo de prévias, em novembro de 2021, opôs o então governador de São Paulo João Doria (hoje sem partido) e Leite. Doria venceu, mas desistiu da candidatura diante da falta de apoio do próprio partido e abandonou a política.
Com a ascensão do bolsonarismo, prefeitos migraram para partidos que compõem a base do ex-presidente. Em São Paulo, por exemplo, depois de ficar fora do poder pela primeira vez em 28 anos, o PSDB perdeu cerca de 1/4 dos prefeitos no estado. Os principais destinos foram o PSD, de Gilberto Kassab, secretário do governo paulista, e o PL, de Bolsonaro, em busca de uma relação mais próxima com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) para liberação de convênios e emendas. Perillo classificou como “natural” esse movimento, uma vez que os prefeitos buscam proximidade com partidos que estão no poder.
Na mais recente dessas articulações, o ex-governador e deputado Beto Richa quis trocar o PSDB pelo PL. O PSDB, no entanto, se recusou a liberar o parlamentar, que poderia perder o mandato se insistisse na troca de partido. Ele é pré-candidato à prefeitura de Curitiba. Arthur Virgílio, ex-prefeito de Manaus, deixou o partido, apoiou Bolsonaro na campanha à reeleição e foi um dos presentes na manifestação convocada pelo ex-presidente na avenida Paulista em fevereiro. O mesmo movimento foi feito recentemente pelo ex-governador de São Paulo Rodrigo Garcia.
Informações UOL
Paraná Pesquisas mostra candidato à reeleição com 62,3% dos votos; o vice-governador Geraldo Júnior (MDB) aparece em 2º

Levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta 5ª feira (28.mar.2024) mostra que o atual prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), lidera com folga a disputa eleitoral na capital baiana. Com 62,3% das intenções de voto, ele seria reeleito no 1º turno. As eleições municipais serão realizadas em outubro de 2024.
O candidato à reeleição tem ampla vantagem, de 48,5 p.p (pontos percentuais), do 2º colocado, o vice-governador da Bahia, Geraldo Júnior (MDB) –que soma 13,8% das intenções de voto.
A pesquisa foi realizada de 22 a 27 de março de 2024. Foram ouvidos 800 eleitores por meio entrevistas realizadas pessoalmente. A margem de erro do levantamento é de 3,5 p.p. e o grau de confiança é de 95%. O registro no TSE(Tribunal Superior Eleitoral) é BA-02254/2024. Eis a íntegra do estudo (PDF – 487 kB).
O pré-candidato à Prefeitura de Salvador pelo Psol, Kleber Rosa, aparece na sequência, com 2,8% dos votos. Já Luciana Buck (Novo) tem 2,4% das intenções de voto. Outros 5,3% não responderam ou disseram não saber.
Leia abaixo o 1º cenário estimulado (quando os nomes dos candidatos são apresentados):
Segundo o levantamento, a administração de Bruno Reis é aprovada por 72,1% dos eleitores e desaprovada por 24,1%. Outros 3,8% disseram não saber ou não responderam.
Em relação à avaliação do comando da prefeitura soteropolitana, metade (50,2%) dos entrevistados pela Paraná Pesquisas consideram “ótima/boa”, enquanto 16,9% avaliam como “ruim/péssima”.
Leia abaixo a avaliação da administração do prefeito de Salvador:
Bruno Reis é alinhado com pautas da direita.
Em 21 de março, João Roma, presidente estadual do PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, disse que o partido deve apoiar a sua candidatura. A declaração foi dada em entrevista ao programa “Linha de Frente”, da TV Aratu.
Já Geraldo Júnior, que é vice do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), deve receber o apoio do PT –do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O Poder360 mantém a plataforma Agregador de Pesquisas, a mais completa da internet brasileira, com estudos eleitorais para Presidência da República, governos estaduais, prefeituras e Senado desde 2000.
Os dados agora estão disponíveis para acesso no Poder Monitor, uma ferramenta inédita que se propõe a integrar informações de diferentes fontes dos Três Poderes em uma única plataforma, com a possibilidade de relacionamentos sofisticados e insights usando diferentes conteúdos. O 1º mês de acesso é grátis e é possível testar a ferramenta clicando aqui.
Saiba como usar o agregador assistindo ao vídeo abaixo (1min12s):
As empresas de pesquisas não usam necessariamente os mesmos enunciados das perguntas nem as mesmas opções de respostas quando avaliam o desempenho dos governos e dos governantes.
É impreciso afirmar que o eleitor aprova ou desaprova o trabalho de um governante ou da administração pública se a questão dá como opções de respostas estas 6 opções: “ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim”, “péssimo” ou “não sabe ou não respondeu”.
É comum entender que a soma das respostas “ótimo” e “bom” seria sinônimo de “aprova o governo”. E que a soma de respostas “ruim” e “péssimo” seria equivalente a “desaprovação do governo”. Esse entendimento está incorreto porque desconsidera a parcela dos eleitores que respondeu “regular”. Os entrevistados que escolhem a categoria “regular” podem tanto aprovar como desaprovar a administração ou o governante.
As opções de respostas citadas acima (“ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim” ou “péssimo”) são uma idiossincrasia em pesquisas brasileiras. No país onde mais se faz estudos de opinião pública no planeta, os Estados Unidos, o mais comum é a pergunta ser sempre direta e binária, com apenas duas opções de resposta: aprova ou desaprova.
O PoderData, empresa de pesquisas do Grupo Poder360, faz uma pergunta direta sobre o governo federal em suas pesquisas, indagando se o eleitor aprova ou desaprova. No caso da avaliação do trabalho pessoal do presidente da República, questiona-se se o entrevistado considera que é “ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim” ou “péssimo”.
Informações Poder 360

O número de mortos por dengue subiu para 22 na Bahia, após a confirmação de mais uma morte ser confirmada no município de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. A cidade lidera o número de vítimas pela doença no estado. A informação foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab).
Na Bahia, 285 cidades estão em epidemia, outras 45 estão em risco e 12 em alerta. Os óbtos por dengue aconteceram em: Vitória da Conquista (5), Jacaraci (4), Piripá (3), Santo Antônio de Jesus (2), Barra do Choça (1), Caetité (1), Campo Formoso (1), Feira de Santana (1), Ibiassucê (1), Irecê (1), Juazeiro (1), Santo Estêvão (1).
Segundo a Sesab, Vitória da Conquista, Salvador e Feira de Santana lideram o ranking de cidades com maior número de casos prováveis de dengue. Em Conquista, foram notificados 11.627 casos, na segunda posição está a capital com 4.962 seguido por Feira de Santana com 2.888 casos prováveis.
Os dados são da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), que informou também que, apesar do número de mortes, a Bahia possui uma taxa de letalidade de 1,47 menor do que a média nacional. Ao todo, na Bahia, foram notificados 81.428 casos prováveis da doença até o dia 23 de março de 2024, registrando um Coeficiente de Incidência (CI) de 575,8 de casos/100.000 habitantes.
*Metro1
Foto: Arquivo/Agência Brasil

O general Tomás Paiva, comandante do Exército, buscou a orientação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes antes de oficializar a nomeação do general Richard Nunes como chefe do Estado-Maior da Força.
A designação de Nunes para uma posição de grande importância no Exército, especialmente após seu envolvimento no caso Marielle, levantou preocupações dentro do governo e foi divulgada inicialmente pela apresentadora da CNN, Tainá Falcão.
Conforme apurado pela CNN, a decisão de movimentar Nunes já estava tomada, mas Tomás Paiva entrou em contato com Moraes para esclarecer se havia algum impedimento pendente relacionado a Nunes nas investigações sobre Marielle, que pudesse requerer sua permanência no Rio de Janeiro para prestar esclarecimentos. O ministro teria confirmado que não havia impedimentos.
Nunes, que ocupava o cargo de secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro durante o período do assassinato de Marielle, assinou a nomeação do delegado Rivaldo Barbosa como chefe da polícia civil do Rio um dia após o crime.
Naquele momento, a Secretaria de Segurança Pública do estado do Rio estava sob intervenção federal.
Rivaldo é acusado de estar envolvido no planejamento do assassinato da vereadora e de encobrir os responsáveis pelo crime.
Após a operação da Polícia Federal que elucidou o caso, Nunes se pronunciou publicamente e assumiu a responsabilidade pela nomeação de Rivaldo.
O general argumentou que Rivaldo era uma escolha lógica, pois liderava a delegacia de homicídios e havia resolvido casos importantes. Ele negou ter recebido indicações de grupos políticos e afirmou que não havia evidências de corrupção naquela época.
Fontes militares confirmaram à CNN que a nomeação de Nunes, que atualmente ocupa o sétimo posto na hierarquia do Exército, suscitou dúvidas no presidente Lula, que, por lei, assina todas as movimentações de generais na Força.
*Terra Brasil Notícias
Foto: CNN

Caso as eleições presidenciais fossem realizadas hoje (embora estejam marcadas para 2026), um nome da ala centro e centro-direita surge como o mais competitivo em uma confrontação direta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de 78 anos: Michelle Bolsonaro (PL), ex-primeira-dama, com 42 anos. Embora não tenha histórico de candidaturas, Michelle foi incluída em uma pesquisa de intenção de votos conduzida pelo Paraná Pesquisas, na qual alcançou 43,4%, em comparação aos 44,5% do petista.
Esses dados foram amplamente divulgados nas redes sociais pelo presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, do Piauí, partido responsável pela encomenda do levantamento.
Atualmente, Michelle Bolsonaro lidera o PL Mulher e é considerada uma possível sucessora de Jair Bolsonaro (PL) em uma eventual corrida presidencial, especialmente porque o marido permanece, até então, inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Na pesquisa realizada entre os dias 18 e 22 de março de 2024, outros candidatos foram avaliados, todos com pontuações numericamente inferiores à de Michelle, algumas vezes dentro da margem de erro. Entre eles estavam os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos) de São Paulo, Romeu Zema (Novo) de Minas Gerais, Ratinho Junior (PSD) do Paraná e Ronaldo Caiado (União Brasil) de Goiás, juntamente com a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e o próprio Ciro Nogueira.
A pesquisa entrevistou 2.2024 eleitores de 162 cidades distribuídas nas 27 Unidades Federativas. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, com um grau de confiança de 95%.
Com informações de Poder 360
Homem confessou o crime e foi preso

O homem de 39 anos suspeito de matar a própria filha e esconder o corpo da vítima em um buraco em uma via do centro de São Paulo confessou que cometeu o crime depois de se desentender com a jovem e esganá-la até a morte, segundo a polícia. O crime aconteceu no último domingo (24), na casa do pai da menina, identificado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) como Wellington da Silva Rosas.
De acordo com a polícia, o suspeito contou em depoimento que ele e a filha, Rayssa Santos da Silva, teriam começado uma briga após o homem entender que a jovem estava incentivando a mãe, separada de Wellington, a namorar outras pessoas. Segundo as investigações, o homem não aceitava a separação, que teria acontecido há menos de um ano.
Wellington também teria confessado que foi ao trabalho na última segunda-feira (25) e manteve o corpo da filha no seu apartamento, na Rua Santo Amaro, na Bela Vista, centro da capital, até o período da noite.
Por volta das 20h, ele diz ter colocado o corpo da filha em uma caixa de papelão e transportado o cadáver com o auxílio de um carrinho até a alça que dá acesso à Avenida 23 de Maio. A ação também foi registrada por câmeras de monitoramento do prédio.
O corpo foi encontrado horas depois, na manhã de terça (26). O cadáver estava carbonizado e a suspeita é de que o pai de Rayssa teria ateado fogo no corpo da filha ou pagado para um homem em situação de rua fazer o serviço.
Segundo a diretora do DHPP, Ivalda Aleixo, Wellington teria mandado mensagem para a ex-esposa dizendo que “tinha feito uma besteira”, e que ela sofreria “na pele a dor de perder alguém muito querido”.
O suspeito ainda teria dito que a filha estava perto da Avenida 23 de Maio, e que a mãe, ao se deparar com o corpo, reconhecera Rayssa por causa da presença do brinco.
– A versão que temos da mãe é que ele (Wellington) achava que a separação tinha acontecido porque a Rayssa tinha influenciado a esposa a largar dele – diz Ivalda.
– E a motivação que ele nos deu é que ele não aceitava o término da relação com a mulher com quem ele ficou por 18 anos, e matou a filha para se vingar por ela não querer mais ficar com ele – completou.
Segundo a diretora, a polícia fez buscas na casa e no trabalho de Wellington, mas o suspeito não foi localizado.
– Ele já tinha sumido. Mas enquanto procurávamos por ele, tivemos acesso às imagens do prédio e vimos ele saindo com uma caixa grande de papelão – conta.
No final da tarde de terça, Wellington Rosas foi localizado na Zona Norte de São Paulo e encaminhado ao DHPP, onde teria confessado o assassinato de Rayssa.
– Ele fala que a filha foi na casa dele no domingo, que estavam sentados, bebendo e conversando e que, em determinado momento, ele tinha entendido que a filha estava tentando arranjar um namorado para mãe, e isso o deixou com raiva – diz Ivalda.
– Ele então pulou em cima da filha, matou por esganadura, deixou o corpo lá, dormiu e foi trabalhar na segunda. À noite, ele voltou para casa, colocou o corpo na caixa, no carrinho, e foi para a 23 de Maio – descreveu a diretora do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa.
Questionada se ele demonstrou arrependimento durante a confissão, ela negou.
– Nenhum. Falou de forma fria – afirmou.
A polícia aguarda exames de DNA para ter a confirmação de que o corpo é de Rayssa, e ainda investiga para saber quem foi o responsável por colocar o fogo no na vítima.
Na versão de Wellington, ele teria dado R$ 10 a um homem em situação de rua para fazer o serviço, e que esse homem já teria o etanol em mãos para acender e intensificar as chamas.
O DHPP conseguiu localizar o morador de rua, que negou a versão do suspeito. O homem, que não foi identificado, disse aos policiais que fugiu depois de perceber que o conteúdo da caixa era o corpo de uma pessoa.
– Não temos imagem desse momento. Mas, de qualquer modo, o Wellington confessou que mata a filha por esganadura, que deixou o corpo no apartamento, que ele se livrou do corpo, e que deu R$ 10 para um morador de rua tacar o fogo – afirma Ivalda Aleixo.
Wellington foi autuado em flagrante pela destruição de cadáver, e a DHPP instaurou um inquérito e pediu à Justiça a prisão preventiva do suspeito pelo homicídio triplamente qualificado – por asfixia, por ser cometido por um meio em que a vítima não pode se defender e por feminicídio. Ele passou por audiência de custódia nesta quarta (27) e segue detido.
Wellington Rosas já tinha passagem pela polícia por roubo à mão armada, tentativa de homicídio e tráfico de drogas.
*AE

No último dia 14 de março, a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, visitou uma clínica de aborto da organização Planned Parenthood, em Minnesota, naquela que ficou marcada como a primeira vez na história em que um presidente norte-americano ou seu vice estiveram em uma instalação do tipo. A ida foi mais uma das agendas do governo do país em favor da prática.
Não é novidade nenhuma que o governo de Joe Biden tem uma postura de defesa da prática abortiva. Um retrato disso foi a postura do democrata no tradicional discurso sobre o Estado da União, feito no último dia 7 de março, no qual Biden reforçou que trabalhará para restabelecer o direito ao aborto no país caso seu partido recupere o controle do Congresso nas eleições de novembro.
Desde o início de 2024, Kamala realizou uma turnê pró-aborto pelos Estados Unidos. A série de viagens, denominada Luta pelas Liberdades Reprodutivas, começou no dia 22 de janeiro pelo estado do Wisconsin. A data em questão marcou os 51 anos do caso Roe vs. Wade, que liberava a prática nos Estados Unidos. Em 2022, a medida foi derrubada na Suprema Corte americana.
Ao visitar a clínica de aborto no último dia 14, Harris disse que a questão do aborto era “uma crise de saúde muito séria”.
– A crise está afetando muitas pessoas no nosso país, muitas das quais, francamente, sofrem em silêncio – declarou.
No ano passado, durante o 50° aniversário do caso Roe vs. Wade, Harris já tinha acusado a Suprema Corte de retirar o “direito constitucional fundamental” das mulheres de decidirem sobre os seus próprios corpos com a definição contra o aborto.
– Como você pode ser livre se uma mulher não pode decidir, se um médico não pode cuidar de seu paciente e se uma pessoa não pode dirigir o curso de sua própria vida? – afirmou a vice-presidente, na época.
A Planned Parenthood, entidade visitada por Kamala, gastou mais de 45 milhões de dólares (R$ 225 milhões) entre 2019 e 2020 com a eleição de candidatos que apoiassem os direitos reprodutivos. Já em 2022, nas eleições de meio de mandato, a organização quebrou o próprio recorde gastando 50 milhões de dólares (R$ 250 milhões).
Informações Pleno News