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Veículo de imprensa britânico afirmou que o STF tem ‘autoridade imensa sobre a vida dos brasileiros’

Elon Musk tem marcado o ministro Alexandre de Moraes em publicações no Twitter/X | Foto: Steve Jurvetson/Wikimedia/Jane de Araújo/Agência Senado/Montagem/Thiago Vieira/Revista Oeste
Elon Musk tem marcado o ministro Alexandre de Moraes em publicações no Twitter/X | Foto: Steve Jurvetson/Wikimedia/Jane de Araújo/Agência Senado/Montagem/Thiago Vieira/Revista Oeste

A revista britânica The Economist criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Alexandre de Moraes, no caso que envolve o dono do Twitter/X, Elon Musk. No título da reportagem, publicada neste domingo, 14, o periódico refere-se à Corte como “poderosa”.

No início do texto, The Economist relembra o início do imbróglio. Na semana passada, Elon Musk anunciou que o ministro do STF havia ordenado a retirada de contas brasileiras populares do Twitter/X. Caso a medida não fosse seguida, a rede social teria de pagar multas pesadas.

“Alexandre de Moraes abriu então um inquérito contra Elon Musk por obstrução à Justiça”, informa a revista. “Isso levou Musk a criticar que a censura no Brasil é pior do que em ‘qualquer país do mundo onde esta plataforma opera’ e a chamar Moraes de ‘ditador’, que deveria sofrer impeachment e ser levado ‘a julgamento pelos seus crimes’.”

Em sua crítica, a revista afirma que, apesar de considerar toda a polêmica “exagerada”, a situação revela duas questões. “Um deles é o poder da Suprema Corte do Brasil, que goza de autoridade imensa sobre a vida dos brasileiros”, escreve. “O outro é o debate em torno da regulamentação das redes sociais sem ferir a liberdade de expressão, no qual o Brasil é um importante campo de batalha.”

The Economist lembrou decisões de Alexandre de Moraes

the economist
Reportagem do The Economist: Elon Musk está em conflito com o poderoso Supremo Tribunal do Brasil | Foto: Reprodução/The Economist

A revista ainda lembra a decisão de Moraes que ordenou a prisão do deputado federal Daniel Silveira por um “discurso carregado de palavrões contra os membros do tribunal”. O periódico ainda destaca que é “quase impossível recorrer contra essas decisões”.

The Economist citou também a decisão de Alexandre de Moraes de autorizar busca e apreensão em casas de oito empresários, assim como o congelamento de suas contas bancárias e a suspensão de suas redes sociais.

O periódico entrevistou o advogado criminalista Davi Tangerino. O especialista disse que um “inquérito interminável e sem âmbito definido” não é compatível com o Estado de Direito.

The Economist ainda afirmou que os críticos de Alexandre de Moraes argumentam que as táticas são pesadas e carecem de transparência. A revista ouviu o filósofo e professor Pablo Ortellado, da Universidade de São Paulo (USP), que concordou com as críticas.

“Não está claro quantas contas foram suspensas”, afirmou o docente, ao The Economist. “Por que e por quanto tempo.” 

Informações Revista Oeste


Parlamentar pelo PL de Santa Catarina também solicita que a Câmara convide a ministra do Povos Indígenas a explicar a situação

Do total de R$ 76,2 mil gastos com diárias e passagens, o Portal da Transparência revelou somente a devolução de R$ 300,90 de uma viagem a Ilhéus (BA), realizada em janeiro deste ano, e que custou R$ 451,35 | Foto: Montagem Revista Oeste/Câmara dos Deputados/Valter Campanato/Agência Brasil
Do total de R$ 76 mil gastos com diárias e passagens, o Portal da Transparência revelou somente a devolução de R$ 300,90 de uma viagem a Ilhéus (BA), realizada em janeiro deste ano, e que custou R$ 451,35 | Foto: Montagem Revista Oeste/Câmara dos Deputados/Valter Campanato/Agência Brasil

A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) a respeito da verba que o governo federal desembolsou para bancar viagens de um amigo da ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara. 

Em documento, a deputada pede ao tribunal que abra uma auditoria sobre o número de viagens custeadas pelo Ministério dos Povos Indígenas. O gasto resultou em R$ 76 mil com diárias e passagens para Hone Riquison Pereira Sobrinho, conhecido como Hony Sobrinho.

Conforme o ofício encaminhado ao TCU, Júlia Zapatta cita a notícia. Nesse sentido, informa que o ministério de Sônia Guajajara incluiu Hone nas viagens como “colaborador eventual”. 

Entretanto, “sua participação nas agendas do ministério não são nada eventuais, mas corriqueiras”, afirma o texto. “Já que Hone passou cerca de 66 dias viajando, às custas do governo federal.” 

A deputada também afirma que Hone já se apresentou como assessor do Ministério dos Povos Indígenas, mesmo sem possuir qualquer vínculo com a pasta. “Ele já participou de ao menos oito reuniões oficiais do governo federal, entre os meses de março de 2023 e fevereiro de 2024.” 

Júlia Zanatta pede que Sônia Guajajara explique gastos de R$ 76 mil em viagens

Além do ofício ao TCU, responsável por acompanhar a execução orçamentária e financeira do país, Júlia Zanatta também solicitou à Câmara dos Deputados que Sônia Guajajara explicasse os R$ 76 mil retirados dos cofres públicos para custear 24 viagens (um total de 66 dias), a Hony Sobrinho.

No documento, a deputada pede esclarecimento da ministra à Câmara. Ela também monta uma lista de perguntas que considera relevantes a serem respondidas pela aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Uma delas aborda a inclusão de Hony Sobrinho em viagens oficiais e reuniões do Ministério dos Povos Indígenas, “considerando que ele não é um servidor público concursado ou temporário”. 

Sobre isso, a deputada alega que, embora a legislação preveja o uso de “colaborador eventual”, a Constituição Federal define a função como daquele que, “sem remuneração e sem qualquer vínculo estatuário, empregatício ou temporário com a administração pública federal, (…) recebe a incumbência de executar determinada atividade específica de forma eventual e temporária”. 

Despesas com o amigo

Do total de R$ 76 mil gastos com diárias e passagens, o Portal da Transparência revelou somente a devolução de R$ 300,90 de uma viagem a Ilhéus (BA), realizada em janeiro deste ano, e que custou R$ 451,35.

A plataforma do governo não informa quem foi o responsável pela devolução do valor, somente que parte dos recursos foi devolvida “pelo servidor ou por outra entidade que tenha financiado parte da viagem”.

O objetivo da viagem, segundo alegação oficial, foi acompanhar a investigação do ataque a pessoas da terra indígena Caramuru-Catarina Paraguassu, no sul da Bahia. Hony foi nomeado para integrar o grupo técnico de Povos Originários, durante a transição de governo, em 2022.

Além disso, o amigo da ministra atuou como chefe de comunicação da Articulação dos Povos Indígenas do Brasi. Guajajara já foi coordenadora da entidade.

Hony Sobrinho e Sonia Guajajara
Hony Sobrinho (à esquerda do leitor) ocupou um cargo que não recebe remuneração | Foto: Reprodução/Instagram

As despesas começaram em fevereiro do ano passado. Na ocasião, Hony participou da reunião do comitê do Fundo Amazônia, no Rio de Janeiro. Ele acompanhou Sônia Guajajara. Na época, foram desembolsados R$ 5 mil com diárias e passagens. O gasto mais recente foi de R$ 167,50, no mês passado, para uma viagem ao Pará.

Guajajara foi convidada, em março, para a Assembleia-Geral da Associação Tato’a, mas designou o amigo como “colaborador eventual”, por seu “profundo conhecimento da região” do povo indígena parakanã.

Colaborador eventual é uma categoria prevista na administração pública. Destina-se a pessoas sem vínculo com o governo, mas com “capacidade técnica específica” para a “execução de determinada atividade sob permanente fiscalização”. Não há remuneração para esse posto.

Ministério dos Povos Indígenas explicou ao Metrópoles que “adota essa forma de colaboração com respeito aos critérios normativos, selecionando cada colaborador com atenção a sua expertise e de acordo com a natureza da demanda”.

Informações Revista Oeste


foto: Sérgio Lima 

A equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou ao Congresso o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) nesta segunda-feira, 15 de abril de 2024. O governo ajustou a meta fiscal para 2025, passando de um superávit primário de 0,5% do PIB para um déficit zero, alinhando-se com a meta de 2024.

Aqui estão as metas revisadas de resultado primário para os próximos anos, juntamente com as primeiras estimativas do governo:

  • Para 2025, a meta é um equilíbrio fiscal de 0% do PIB, ajustada de um superávit de 0,5%.
  • Em 2026, a meta é um superávit de 0,25% do PIB, reduzida de 1%.
  • Para 2027, a expectativa é de um superávit de 0,5% do PIB, sem estimativa anterior.
  • E para 2028, a meta é alcançar um superávit de 1% do PIB, também sem estimativa anterior.

O governo estabeleceu uma margem de tolerância de ±0,25 pontos percentuais para essas metas. O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, havia indicado desde o início de 2023 que o governo visava um superávit de 0,5% do PIB em 2025. No entanto, a meta foi adiada para permitir uma abordagem fiscal neutra.

A mudança ocorre após mais de sete meses da aprovação do marco fiscal, com o mercado financeiro mantendo um ceticismo sobre o cumprimento das metas fiscais desde então. Analistas apontam que o esforço tem se concentrado apenas no aumento da arrecadação, e algumas das medidas para elevar as receitas não serão repetidas em 2025, o que pode dificultar o alcance da meta.

O PLDO é crucial para definir as prioridades orçamentárias do governo para o ano seguinte, e uma das principais metas de Haddad como Ministro da Fazenda é o equilíbrio fiscal.

Resultados Nominais:

O governo prevê as seguintes receitas primárias líquidas:

  • R$ 2,3 trilhões em 2025 (18,7% do PIB);
  • R$ 2,5 trilhões em 2026 (18,7% do PIB);
  • R$ 2,6 trilhões em 2027 (18,7% do PIB);
  • R$ 2,8 trilhões em 2028 (18,9% do PIB).

As despesas projetadas são:

  • R$ 2,3 trilhões em 2025 (18,9% do PIB);
  • R$ 2,5 trilhões em 2026 (18,8% do PIB);
  • R$ 2,6 trilhões em 2027 (18,2% do PIB);
  • R$ 2,7 trilhões em 2028 (17,9% do PIB).

Essas projeções refletem o compromisso do governo com a responsabilidade fiscal e a gestão prudente das finanças públicas.

Informações TBN


Reprodução/Instagram/@theroyalfamily

Um recente escândalo abalou as fundações do Palácio de Buckingham, segundo informações divulgadas pelo portal Flash! de Portugal. Um membro da realeza britânica teria se aproveitado da condição vulnerável do rei Charles, que está em tratamento contra o câncer, para tentar fazer com que ele assinasse um documento nomeando um amigo para um cargo.

De acordo com o relato, o membro da realeza, David White, teria arquitetado um plano para que seu amigo Peter O’Donoghue fosse nomeado Secretário da Ordem da Jarreteira, sem seguir os protocolos necessários, que incluem a aprovação dos conselheiros do rei.

A fonte do portal alega que, no momento do incidente, o rei Charles III estava exausto e particularmente suscetível, enfatizando a importância dos procedimentos estabelecidos para proteger o monarca em tais condições.

Apesar de estar ciente dos protocolos, David White teria desobedecido às regras e tentado enganar o rei. O incidente teria causado uma atmosfera de tensão nos bastidores do palácio. O rei Charles, aos 75 anos, revelou seu diagnóstico de câncer no início de fevereiro e está atualmente em tratamento.

A situação resultou em uma crise de confiança dentro do Palácio de Buckingham, em um momento delicado em que tanto o rei Charles quanto a princesa de Gales, Kate Middleton, solicitaram privacidade durante o tratamento da doença.

Informações TBN


Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Foi lançada na tarde desta segunda-feira (15), pelo Sistema CNA/Senar e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb), a pedra fundamental da construção do Centro de Excelência em Zootecnia no Parque de Exposições João Martins da Silva Ferreira, em Feira de Santana.

O centro pretende promover o desenvolvimento econômico e social da região, com geração de emprego e renda, a partir da formação de novos profissionais com ênfase na produção de equinos.

Senar
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Em entrevista ao Acorda Cidade, o diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara, explicou o motivo de Feira de Santana ser escolhida como um polo.

“É um centro de excelência, e que tem a função de capacitar pessoas jovens, com mais idade para trabalhar no futuro agropecuário nacional. Eles são vocacionados por cadeia produtiva. Então, fruta em Juazeiro, pecuária de corte em Campo Grande, cana vai ser em São Paulo e Feira de Santana é um hub de Zootecnia, em que aqui se encontra não só a excelência em agropecuária, mas também suíno, também agropecuária. Tem uma localização privilegiada para daqui irradiar, seja da forma profissional, seja o desenvolvimento de materiais que vai servir para o país como um todo. É um mercado muito forte em termos de comercialização, empresários de excelência, uma concentração de pessoas grande, quase um milhão de pessoas aqui na região. Então, por todo o diagnóstico, nós escolhemos Feira de Santana porque é um lugar de excelência para um centro de excelência”, declarou.

Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, durante discurso, também explicou o que motivou escolher o Parque de Exposições.

Senar
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade | João Martins ao lado de Colbert Martins

“Por que eu queria que fosse aqui nesse parque? Porque eu me chamo João Martins. Eu tenho aqui, eu mais meus irmãos, 700 mil metros quadrados nessa avenida que é a mais bonita de Feira Santana, a Noide Cerqueira. Se eu fosse outro, eu iria fazer isso que eu vou fazer aqui, lá no meu terreno. Eu iria doar esse terreno. Já pensou a valorização que eu iria ter, jogar um negócio desse, dessa magnitude, dentro do meu terreno? Mas eu tenho herança de família. Acima de tudo, herança de entender que, primeiro, a coletividade, e, lá depois, a individualidade”, afirmou.

Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade


A grade completa de atrações da Micareta 2024, que será iniciada oficialmente na próxima quinta-feira (18) e segue até domingo (21) – além do arrastão com Thiago Aquino na segunda (22) – foi anunciada pelo prefeito Colbert Filho nesta segunda-feira (15). São mais de 150 atrações no total que vão animar o folião no circuito Maneca Ferreira (avenida Presidente Dutra, circuito Charles Albert (Praça da Kalilândia), Palco Reggae Vibes Jota Morbeck (rua Felinto Marques) e no Pranchão (avenida Maria Quitéria). 


O anúncio da grade aconteceu no Museu Parque do Saber e contou com a presença de profissionais de imprensa, artistas e membros da equipe de governo envolvidos na realização da festa. 


Dentre as atrações, na quinta-feira (18) estarão no circuito Maneca Ferreira: Bell Marques; Solange Almeida; Daniela Mercury; Filhos de Jorge; Armandinho, Dodô e Osmar; Pagode do Segredo; Silvano Salles; Thiago Aquino (bloco A Loja); dentre outras. 


Na sexta-feira (19) a animação no circuito principal será comandada por: Tuca Fernandes; La Fúria, Alinne Rosa; Psirico; O Kannalha; Roberto Kuelho; Xanddy Harmonia; Luiz Caldas; Devinho Novaes; e muitos outros. 


No sábado (20) estarão no circuito Maneca Ferreira: Chiclete com Banana; Durval Lelys; Igor Kannário; Timbalada; Parangolé; Paulo Bindá; Paula Sanffer; Terra Samba; dentre outras atrações. 


No domingo (21), último dia oficial da folia, destaque para apresentações de: Léo Santana; Márcia Porto; Rafa e Pipo Marques; Quixabeira da Matinha; Ninha; Chicana; É o Tchan; Cheiro de Amor; Lá Fúria; Adelmário Coelho; e várias outras.

O protagonista fsa


Mais de 6300 processos tramitam na Comarca de Amélia Rodrigues, próxima à Feira de Santana, sendo que, dessa quantidade, cerca de 400 são apenas em cartório. O assunto foi tema de reunião ocorrida recentemente entre a diretoria da OAB Subseção Feira de Santana, nas pessoas do presidente Raphael Pitombo, e da vice-presidente, Lorena Peixoto, com o juiz substituto da comarca, Dr. Flavio Barbosa.

No encontro, foi dito pelo magistrado que “estão sendo implementadas medidas para dar vazão aos processos, de modo que dê prosseguimento ao feito”. Também tratou-se sobre atendimento prioritário, que ocorre às sextas-feiras, sem prejuízo de atendimento à advocacia, e em qualquer dia da semana nos casos de urgência e necessidade.

“O magistrado informou que já pediu a instalação do cejusc virtual, pois atualmente conta apenas com três servidores. “Mas, segundo ele, tem havido solicitações no sentido de que haja intervenção do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia nesse sentido”, declara Pitombo.

Sobre as audiências designadas para as quintas-feiras, há um canal de contato com a advocacia, qual seja o balcão virtual, que funciona das 9 às 14h com o servidor José, mas às segundas, quintas e sextas é com o próprio magistrado. “Também há um e-mail admistrado pelo servidor Wagner que pode ser usado pela advocacia para dirimir dúvidas ou obter informações: ameliarodrigues1vciv@tjba.jus.br”, informa Lorena Peixoto.


Filmagem mostra suposta assassina carregando os restos mortais de sua amiga em uma panela
Filmagem mostra suposta assassina carregando os restos mortais de sua amiga em uma panela Imagem: Reprodução

A assassina em série canibal russa Tamara Samsonova é suspeita de matar até 11 pessoas ao longo de duas décadas. Apelidada de “Vovó Estripadora”, ela foi presa em 2015.

Os crimes chocantes de Tamara Samsonova

A aposentada russa Tamara Samsonova foi presa em 28 de julho de 2015, sob suspeita de matar uma mulher de 79 anos, cortar seu corpo e jogá-lo em diferentes partes do bairro em que vivia em São Petersburgo, na Rússia. Na época da prisão, ela tinha 68 anos.

A última vítima. Segundo a CNN, a polícia disse que os sacos encontrados continham partes do corpo da também aposentada Valentina Ulanova, com quem Samsonova vivia temporariamente.

O corpo —já sem cabeça— de Ulanova foi encontrado perto de um lago em São Petersburgo. O pacote ficou lá por vários dias até que um transeunte decidisse investigar e alertar a polícia.

Uma busca de casa em casa com o auxílio de imagens de câmeras de segurança levou as autoridades à porta de Samsonova. Os policiais encontraram mais partes de corpos em sacos plásticos pretos e vestígios de sangue por todo o apartamento. As imagens mostravam a idosa tirando vários sacos plásticos grandes e suspeitos do prédio em que morava no meio da noite.

Samsonova amassou 50 comprimidos para dormir e colocou na salada da amiga, segundo a polícia russa. Fontes dizem que ela ferveu a cabeça e as mãos da vítima, na tentativa de dificultar a identificação dos restos mortais.

Na época, ela foi apelidada pela mídia de “Vovó Estripadora”. Ao investigar o caso, a polícia russa afirmou que a idosa era suspeita de matar até 11 pessoas —incluindo o marido— ao longo de duas décadas. Samsonova é suspeita até mesmo de comer algumas de suas vítimas.

Diário com relatos dos crimes

Samsonova escreveu em um diário sobre como cortou partes dos corpos das vítimas e as comeu. Segundo o Daily Mail, os registros estavam escritos em alemão, inglês e russo.

Relatórios da época afirmam que, no diário, ela admitiu até dez assassinatos separados. No entanto, o Comitê de Investigação Russo não forneceu detalhes completos sobre o caso.

Um relato divulgado pela mídia russa na época trazia o seguinte trecho assustador: “Eu matei meu inquilino Volodya, cortei-o em pedaços no banheiro com uma faca, coloquei os pedaços de seu corpo em sacos plásticos e joguei-os fora em diferentes partes de Frunzensky.”

Tais relatos eram intercalados casualmente com ações cotidianas, como, por exemplo, “dormi mal” ou “bebi café”.

No entanto, ainda segundo as investigações, Samsanova confessou apenas dois assassinatos após sua prisão e disse ao juiz que suas ações foram “deliberadas”. Ela afirmou: “Há dezenas de anos eu estava me preparando para esta ação judicial. Tudo foi feito deliberadamente. Com este último assassinato fechei o capítulo.”

Ela se recusou a cooperar com a polícia nas outras suspeitas de assassinatos. “Talvez nunca saibamos a extensão dos assassinatos desta avó”, disse uma fonte próxima à investigação ao Daily Mail na época.

‘Assombrada por maníaco’

A russa Tamara Samsonova acenou para repórteres após julgamento
A russa Tamara Samsonova acenou para repórteres após julgamento Imagem: Reprodução

Após sua prisão, Samsonova foi fotografada mandando beijos para repórteres no tribunal. Ela também foi filmada comemorando quando o juiz a informou que ela seria mantida sob custódia.

Sou assombrada por um maníaco que vive no andar de cima e me forçou a matar. Não tenho outro lugar para morar. Sou uma pessoa muito idosa e deixei todo o assunto de lado deliberadamente. Pensei 77 vezes sobre isso e então decidi que deveria estar na prisão. Morrerei lá e o Estado provavelmente me enterrará.
Tamara Samsonova aos repórteres após audiência em 2015

Depois do julgamento, ela foi enviada a um hospital psiquiátrico onde permanece até hoje, de acordo com o Daily Star.

Informações UOL


Sergio Moro procurou assessor de Bolsonaro para cobrar explicações após PL decidir recorrer ao TSE pela cassação do senador

Brasília (DF), 03/10/19. Jair Messias Bolsonaro. Sérgio Moro. Lançamento do pacote anticrime do governo federal

O senador Sergio Moro (União-PR) não reagiu nada bem à notícia de que o PL pretende recorrer ao TSE no processo de cassação do ex-juiz, contrariando a promessa feita por Jair Bolsonaro de que a sigla não prosseguiria com a ação.

Na semana passada, Moro procurou Fábio Wajngarten, advogado e assessor de comunicação de Bolsonaro, para cobrar explicações. O senador ouviu de volta que o ex-presidente segue atuando para que o PL desista do recurso.

Nos bastidores, Moro também tem feito duras críticas a Bolsonaro por não cumprir a palavra. A aliados o ex-juiz avaliou que a decisão mostra que Bolsonaro não tem poder sobre o próprio partido, atualmente presidido por Valdemar Costa Neto.

Na terça-feira (9/4), o TRE do Paraná absolveu Moro em ação protocolada pelo PL e pelo PT. No processo, os dois partidos pedem a cassação do mandato dele no Senado por suposto abuso de poder econômico nas eleições de 2022.

A alegação é que o ex-juiz da Operação Lava Jato teria cometido o abuso por ter usado recursos do Podemos quando era pré-candidato da sigla à Presidência da República para alavancar sua candidatura ao Senado pelo Paraná.

Como é um dos autores da ação contra Moro, o PT também tem a prerrogativa de recorrer ao TSE contra a decisão do TRE. O partido do presidente Lula, inclusive, já anunciou que deverá apresentar o recurso nas próximas semanas.

Informações Metrópoles


Após ataque do Irã por drones, comunidade internacional vê com preocupação novo conflito no Oriente Médio

imagem colorida mostra ataque de drones do irã em israel - Metrópoles

Sob a ameça de escalada na guerra do Oriente Médio, o Gabinete de Guerra de Israel se mostrou favorável a responder ao ataque do Irã, na noite do último sábado (13/4). No dia seguinte, Benny Gantz, um dos membros do Gabinete de Guerra, afirmou, em comunicado oficial, que os iranianos pagarão pela ofensiva militar.

“Construiremos uma coalizão regional e cobraremos o preço do Irã da maneira e no momento certos para nós”, ameaçou Gantz.

Israel, já em guerra contra o Hamas, foi atingido por mais de 300 projéteis disparados por Teerã, entre drones, mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos. Uma base da força aérea em Nevatim, no sul do país, também sofreu danos.

A tensão na região assusta a comunidade internacional, que pede “prudência”. Segundo a RFI, chefes de Estado e de governo de todo o mundo, a Otan e o G7 fizeram apelos em prol de uma desescalada de tensão. “É essencial que o conflito no Oriente Médio não se torne incontrolável”, defendeu a aliança atlântica.

O Conselho de Segurança fez reunião de emergência neste domingo (14/4). E o secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou no sábado “a grave escalada” e pediu “o fim imediato das hostilidades”.

Líderes do G7, grupo formado por Alemanha, França, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Japão e União Europeia, também se reúnem em videoconferência para discutir estratégias no sentido de evitar crise militar maior.

Entre os países árabes, Egito, Catar, Arábia Saudita e Jordânia alertaram para uma escalada de violência no Oriente Médio e pediram “contenção” a Israel e Irã. A China e a Rússia se uniram aos apelos, pedindo “calma” e resolução do conflito por meio de “vias políticas e diplomáticas”.

Os Estados Unidos fizeram reunião de emergência com a equipe encarregada de segurança nacional, mas reforçou o apoio a Israel. “O nosso compromisso com a segurança de Israel diante das ameaças do Irã é inabalável”, escreveu o presidente americano, Joe Biden, na rede social X.

“Caso encerrado”

De acordo com a RFI, após o ataque, o Irã considera o caso encerrado. Segundo Teerã, a investida foi uma resposta ao bombardeio israelense ao consulado iraniano em Damasco, na Síria, em 1° de abril, que deixou sete mortos, entre eles, um comandante sênior da Guarda Revolucionária do Irã.

O chefe das Forças Armadas iranianas, Mohammad Bagheri, indicou que o ataque contra Israel na noite de sábado “atingiu todos os seus objetivos” e que Teerã não tem “nenhuma intenção” de dar sequência à operação.

“O caso pode ser considerado encerrado”, anunciou a missão iraniana na ONU, em uma mensagem divulgada três horas após a investida.

No entanto, o presidente iraniano, Ebrahim Raïssi, preveniu que, em caso de “comportamento imprudente” de Israel, a próxima operação iraniana será ainda maior do que a de sábado. “A punição do agressor foi realizada”, afirmou.

Contra-ataque

O porta-voz das Forças Armadas Israelenses, Daniel Hagari, indicou que Israel “frustrou” o ataque iraniano interceptando 99% dos projéteis. O ministro israelense da Defesa, Yoav Gallant, pontuou que, com a ajuda dos Estados Unidos e de outros países parceiros, Israel conseguiu defender seu território.

O ministro israelense das Relações Exteriores, Israel Katz, disse que haverá resposta ao Irã. Na tarde desse domingo (14/4), o gabinete de segurança israelense se reuniu para debater sobre como será o contra-ataque.

Informações Metrópoles