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Time - Bahia 2024 - 25
Foto: Letícia Martins / EC Bahia

Conforme publicado no início do dia, Everaldo está fora da partida contra o Criciúma, nesta quinta-feira (23), e desfalcará o Bahia também em outros jogos.

A assessoria de comunicação tricolor confirmou que a ausência do jogador se dá por questões médicas, devido a uma fratura na costela contra o Red Bull Bragantino.

“O centroavante sofreu uma fratura na costela, na última partida, e foi vetado pelo DM. O jogador já iniciou o processo de recuperação dentro do CT Evaristo de Macedo”, explica o clube.

Entretanto, ainda não há um prazo estimado para o retorno do camisa 9 aos gramados. O que se sabe é que ele não participou de da preparação tática ao longo dos últimos dias no CT Evaristo de Macedo.

Quem pode entrar substituir Everaldo no time titular do Bahia?

O substituto “natural” da posição de centroavante no elenco tricolor é o colombiano Oscar Estupiñán.

Outra opção de centroavante, porém com mais mobilidade, é Rafael Ratão.

Esses dois jogadores podem teoricamente manter o padrão de jogo do time que vinha atuando nas últimas quatro rodadas com a mesma escalação.

Já caso o técnico Rogério Ceni opte por mudar a forma de jogar no setor ofensivo, Biel e Ademirsão as opções no elenco.

Confira a lista de relacionados do Bahia para enfrentar o Criciúma:

  • Goleiros: Marcos Felipe, Adriel e Danilo Fernandes;
  • Laterais: Cicinho, Arias, Luciano Juba e Gilberto;
  • Zagueiros: David Duarte, Kanu, Victor Cuesta e Gabriel Xavier;
  • Meio-campistas: Rezende, Cauly, Thaciano, Jean Lucas, Caio Alexandre, Yago Felipe, Carlos de Pena, Everton Ribeiro;
  • Atacantes: Ademir, Biel, Oscar Estupiñan, Rafael Ratão.

Informações EC Bahia


Bueiro transborda em Porto Alegre

A chuva que retornou com força a Porto Alegredesde a madrugada desta quinta-feira (23) voltou a deixar ruas e avenidas alagadas, preocupando a população de diversos bairros. Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o volume de chuva em 15 horas ultrapassou os 100 milímetros na Zona Sul da capital. 

Apesar dos impactos em boa parte da cidade, o prefeito Sebastião Melo (MDB) afirmou que a chuva não pegou o município de surpresa. 

“A prefeitura não foi pega de surpresa, nós sabíamos que ia chover. Mas, agora, a quantidade de chuva foi excessivamente forte”, disse.

  • Jardim Botânico (Leste): 108,8 milímetros
  • Bairro Cristal (Sul): 108 milímetros
  • Bairro Partenon (Leste): 95,1 milímetros
  • Bairro Belém Velho (Sul): 75 milímetros
  • Bairro Serraria (Sul): 68,9 milímetros

Em alguns bairros, a água subiu pelos bueiros, alagando regiões que ainda não tinham sido afetadas. O diretor do Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE), Maurício Loss, negou que tenha ocorrido um “colapso” no sistema de drenagem na cidade. 

Segundo Loss, o barro levado pelas cheias das últimas semanas secou, trancando as galerias pluviais, que funcionam no escoamento da água da chuva. 

“Há um grande acumulo de areia e de lodo depositados sobre essa rede, diminuindo ainda mais a eficiência dessa rede”, justifica Loss.

O órgão ainda afirma que o o elevado volume de chuva, o acúmulo de lixo nas ruas e redes pluvuais e restrições no funcionamento de casas de bombeamento – apenas 10 das 23 estações estão funcionando, segundo Loss – prejudicaram a saída da água, provocando o transborde. 

Ruas voltam a alagar em Porto Alegre

Foram registrados problemas nas zonas central, Norte e Sul, em bairros como Centro Histórico, Menino Deus, Cidade Baixa, Praia de Belas, Ipanema, Cavalhada, São Geraldo, Moradas da Hípica, Santa Fé, Restinga, entre outros. Não há um levantamento oficial de quantos bairros foram afetados. 

“Aquilo que era um problema das áreas alagadas estendeu-se, praticamente, a toda cidade com essa chuvarada”, disse Sebastião Melo.

Prefeito Sebastião Melo (MDB), ao centro, fala sobre novos alagamentos em Porto Alegre — Foto: Duda Fortes/Agência RBS

Prefeito Sebastião Melo (MDB), ao centro, fala sobre novos alagamentos em Porto Alegre — Foto: Duda Fortes/Agência RBS 

Diante desse cenário, o governo suspendeu as aulas nas redes pública e privada nesta sexta-feira (24). A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informou 86 ocorrências de alagamento, sendo 55 ruas e avenidas bloqueadas totalmente e 23 parcialmente. 

O Guaíba chegou a sofrer uma elevação 14 centímetros apenas durante esta quinta, conforme a Agência Nacional de Águas (ANA). 

Ruas de Porto Alegre alagam mais uma vez

Ruas de Porto Alegre alagam mais uma vez 

O Rio Grande do Sul registra 163 mortes em razão dos temporais e cheias que atingem o estado desde 29 de abril. Em boletim divulgado às 9h desta quinta-feira (23), a Defesa Civil ainda informou que 72 pessoas estão desaparecidas. 

Além disso, o estado registra 806 pessoas feridas e 647,4 mil pessoas fora de casa, somando quem está em abrigos e quem está desalojado, ou seja, está na casa de parentes ou amigos.

Informações G1


Antonio Molina/Folhapress

Presidente da Caixa alerta sobre limites de financiamento imobiliário e sugere emissão de títulos verdes

O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, expressou preocupação com a possibilidade de escassez de recursos para financiamento imobiliário a partir do próximo ano. Em uma coletiva de imprensa realizada na semana passada, Vieira afirmou que “os recursos estão no limite da capacidade de financiamento da habitação” e pediu ao governo federal alternativas para evitar uma crise no setor.

Uma possível solução seria a emissão de títulos verdes, com o banco preparando sua primeira emissão no exterior, ainda sem um valor definido. Paulo Rodrigo, vice-presidente de sustentabilidade e cidadania digital da Caixa, mencionou que a instituição realizará um road show nos Estados Unidos para atrair investidores, com o valor da emissão dependendo do interesse dos mesmos.

A carteira de crédito da Caixa atingiu R$ 1,144 trilhão, com 65,9% desse montante correspondendo à carteira imobiliária, que encerrou o trimestre com um saldo de R$ 754,3 bilhões. Este resultado representa um crescimento de 14,4% em 12 meses. Desse total, R$ 438 bilhões vieram de recursos do FGTS e R$ 316,3 bilhões do SPBE.

A Caixa detém quase 70% do mercado de crédito imobiliário do país. Segundo Inês Magalhães, vice-presidente de habitação da Caixa, são liberados em média 2.800 novos financiamentos por dia.

Com a alta da Selic nos últimos anos e os resgates recordes na caderneta de poupança, que é a principal fonte de recursos para habitação, o banco estatal preencheu o espaço deixado pelos bancos privados, aumentando sua captação por meio de LCIs, que têm um custo mais elevado.

De acordo com as regras do Banco Central, os bancos devem destinar 65% dos valores coletados nas contas-poupança dos clientes à linha de financiamento de imóveis do SPBE, que financia até 80% do valor do imóvel, com juros limitados a 12% ao ano e prazo de pagamento de até 35 anos.

A Caixa afirma que suas linhas de crédito estão ativas e as contratações seguem dentro da normalidade, obedecendo os critérios internos de governança, baseados no contexto de mercado e nas estratégias do banco. A demanda aumentada por essa linha de crédito resulta da retração na oferta de crédito imobiliário de outros agentes financeiros, trazendo mais clientes para a Caixa.

A Caixa também destacou medidas aprovadas pelo Conselho Curador do FGTS, como o aumento do orçamento das linhas Pró-Cotista e a elevação do limite de valor do imóvel no Programa Minha Casa, Minha Vida, de R$ 264 mil para R$ 350 mil, para atender de forma complementar os clientes que anteriormente seriam atendidos exclusivamente com recursos do SPBE.

Informações TBN


foto: Divulgação 

Empresa na Grande BH adota semana de quatro dias, com aumento na produtividade e satisfação dos funcionários

Imagine trabalhar apenas quatro dias e folgar três. A redução da carga horária, sem alteração de salário, já é realidade em empresas europeias e tem sido testada com sucesso por empresas brasileiras. A ideia, surgida em 2019 na Nova Zelândia e fortalecida durante a pandemia de Covid-19, chegou ao Brasil no final do ano passado.

O ‘4 Day Week Brasil’, o piloto pioneiro da semana de quatro dias no país, é conduzido pela ONG britânica 4 Day Week Global e pela brasileira Reconnect Happiness at Work. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) é responsável pela avaliação qualitativa do processo no Brasil, que conta com 21 empresas participantes, incluindo a MOL Impacto. Outras empresas também decidiram testar a estratégia fora do programa, como a AngloGold Ashanti, na Grande BH.

Em entrevista à Itatiaia, a CEO e cofundadora da editora MOL, Roberta Faria, detalhou a experiência, iniciada há cinco meses.

“Sempre tive o sonho de garantir o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal para mim e para os funcionários. Temos trabalhado internamente na MOL para isso acontecer e testar uma nova proposta para este equilíbrio. Aumentando as horas investidas em nós, investimos em nosso bem-estar,” afirmou a CEO. A entrega dos funcionários não foi comprometida com a redução de um dia trabalhado por semana, e a companhia registrou várias impressões positivas.

A semana de quatro dias foi adotada no setor de operações da MOL, que tem mais contato com clientes, parceiros e fornecedores externos.

“Ainda temos um mês para a avaliação final, mas conforme o projeto evoluiu, não colhemos nenhum dado que mostre impacto negativo em relação à semana de quatro dias na nossa empresa e na comunidade de clientes e fornecedores.”

No relatório divulgado pelo ‘4 Day Week Brasil’, o aumento significativo do tempo de qualidade com a família é mencionado como um dos principais benefícios, contribuindo para uma melhor qualidade de vida global.

Novo modelo testado na Grande BH

Além do projeto da 4 Day Week Global, outras empresas resolveram experimentar o modelo de quatro dias de trabalho, de segunda a quinta-feira. Para quem acha que a iniciativa só daria certo em empresas pequenas, uma companhia na Grande BH desafia essa ideia. Sem cortes de salários ou benefícios, a mineradora AngloGold Ashanti reduziu a jornada de cinco para quatro dias, diminuindo a carga horária de 44 para 40 horas semanais.

Em outubro do ano passado, a empresa começou a planejar a redução de jornada no escritório administrativo de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte. Cerca de 300 funcionários participam do piloto, abrangendo os setores financeiro, de suprimentos, RH, sustentabilidade, projetos e outros administrativos da mineradora.

Em entrevista à Itatiaia, o vice-presidente de Recursos Humanos da AngloGold, Felipe Fagundes, explicou que o modelo já vinha sendo estudado desde a pandemia.

“Desde a pandemia, a empresa adotou o sistema híbrido, com dois dias de trabalho presenciais e três remotos. A primeira fase, da redução da jornada, ocorreu entre janeiro e fevereiro, quando tiramos as reuniões que aconteciam às sextas-feiras,” explicou Fagundes.

Em março e abril, a empresa adotou o trabalho remoto às sextas-feiras para todos os funcionários. Desde o final de abril, a AngloGold Ashanti implementou a redução de jornada para quatro dias.

Resultado positivo

Os resultados da redução de jornada mostram efeitos positivos tanto para a empresa, em termos de produtividade e entrega, quanto para os funcionários, que destacam o incentivo para se dedicar ao trabalho e o bem-estar por ter mais tempo para a família e para resolver compromissos particulares.

O vice-presidente de RH afirma que a produtividade não caiu e o engajamento dos funcionários cresceu significativamente. “Tudo que os funcionários entregavam em cinco dias, eles continuam fazendo na semana de quatro dias,” comparou o executivo. “O piloto tem duração de 90 dias, e até julho teremos uma resposta se ele deu certo para podermos implementar definitivamente,” apontou.

Um dos desafios para a AngloGold é ajustar a jornada menor no relacionamento com fornecedores. “Quando havia um prazo para entrega até o final da semana, para o fornecedor esse prazo é sexta, mas para nós vence na quinta.” Reavaliando critérios e ajustando expectativas, a empresa avança no desafio de engajar os funcionários com benefícios reais.

Informações TBN


O município de Santa Bárbara se uniu à Prefeitura Municipal e a Arquidiocese de Feira de Santana na corrente de solidariedade pelas vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Na manhã desta quinta-feira (23) foram entregues garrafas de água mineral, itens de limpeza e de higiene pessoal, e mais rações para pets.

Os itens foram recebidos pelo prefeito Colbert Filho, no Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo, que reconheceu o gesto de união e solidariedade dos moradores do município vizinho.

“Agradecemos a solidariedade do povo de Santa Bárbara que também está mobilizado, assim como nós feirenses, em ajudar as famílias que foram vítimas das fortes enchentes no Rio Grande do Sul”, afirmou o chefe do Executivo Municipal. Ele reconheceu também o apoio do prefeito Edfrancio Oliveira.

O ato de entrega contou com a presença pároco de Santa Bárbara, Anderson Barreto. Ainda pelo diretor-presidente interino da Fundação Egberto Tavares Costa, Agostinho Fróes da Motta.

Vale lembrar que as doações podem ser feitas também na sede do Governo Municipal (Prefeitura de Feira), na avenida Senhor dos Passos, das 8h às 18h.

Os itens serão levados para a sede dos Correios que encaminhará até o Rio Grande do Sul. Nesta quinta-feira (23) foi encaminhada a terceira remessa de doações.

*Secom/PMFS


Após um mês de greve, os professores da Universidade Federal da Bahia (UFBA) se reúnem em mais uma Assembleia Geral para debater os próximos passos do movimento. Nesta sexta-feira (23), no Salão Nobre da Reitoria da UFBA, os docentes vão avaliar as propostas apresentadas pelo governo federal nos dias 13 e 15 de maio, além de discutir o orçamento dos Institutos Federais de Ensino Superior (IFES) e a política nacional de assistência estudantil. A tendência, no entanto, é que seja decidida a permanência da greve.

Segundo o Metro1, Lucas Trentin Rech, professor da Faculdade de Economia e do Programa de Pós-Graduação em Economia da UFBA e membro do Comando Legal de Greve (CLG), avaliou que os professores devem se posicionar pela permanência da greve, já que, segundo avaliação dele, a última proposta apresentada pelo governo não apresentou grandes mudanças e nem contemplou aspectos importantes reivindicados pela categoria.

“Desde a primeira Assembleia, quando deflagramos a greve no dia 25 de abril, a categoria tem se mostrado disposta à luta. Acredito que essa disposição continua firme, já que na Assembleia que tivemos no dia 15 de maio, 154 professores votaram pela manutenção da greve, enquanto menos de dez docentes votaram contrariamente ou se abstiveram”, disse.

Apesar da tendência de manutenção da greve, há a possibilidade do retorno das atividades caso a maioria dos professores da UFBA votem a favor na Assembleia desta sexta, ainda assim a Greve Docente Federal continuará. “Nesta semana, o Comando Nacional de Greve do Andes, que representa 90% das seções sindicais de Ensino Superior do País, recomendou a todas as suas bases que rejeitem a proposta do Governo. Isso significa que, independente de nossa posição na Assembleia de amanhã, a Greve Docente Federal continuará”, explicou.

Reivindicações da categoria

Os principais pontos requeridos pela categoria são reajuste salarial a partir de 2024, aumento nos valores dos benefícios, reajuste para docentes aposentados, mas principalmente a recomposição orçamentária das Universidades e Institutos Federais.

“É importante que a sociedade saiba que nossa luta não é apenas por salários, mas também pela recomposição orçamentária das Universidades. A estrutura física da UFBA deteriorou muito nos últimos 10 anos. Não temos climatização adequada, há prédios que caíram e não foram repostos,além disso há uma série de prédios com parte inviabilizada por risco de queda”, ressaltou.

Os principais pontos da última proposta apresentada pelo governo contempla reajuste de 9% em janeiro de 2025 e 3,5% em maio de 2026, mas 0% em 2024. Além disso, está prevista reestruturação da carreira, criação de uma “classe de entrada”, aglutinando as duas atuais classes iniciais em uma “classe de entrada”, e seus quatro níveis iniciais em um único percurso de três anos, coincidente com o período do estágio probatório, ganho de 6% na passagem da classe de entrada para a Classe C (adjunto) e aumento do ganho na passagem dos degraus dentro das classes C e D de 4% para 4,5% em janeiro de 2025 e para 5% em maio de 2026.

*Metro1
Foto: Divulgação/Ufba


Tornou-se lei na Bahia a proibição da concessão de homenagens a pessoas que tenham sido condenadas por ato de improbidade ou crime de corrupção. O Projeto de Lei nº 21.885/2016 foi apresentado pelo deputado estadual Euclides Fernandes (PT) e aprovado na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) em dezembro de 2023. A medida foi publicada na edição desta quinta-feira (23) do Diário Oficial da casa legislativa.

Agora, com a nova legislação, é vetada também a denominação de prédios e logradouros públicos em homenagem a condenados por corrupção. Com o decreto, o poder público terá o prazo de um ano para fazer o levantamento de vias que se enquadrem na medida para serem renomeadas

O parlamentar, autor do projeto, argumenta que “não faz sentido o Poder Público ser mais severo no momento da escolha das pessoas a serem homenageadas, seja com honrarias, títulos, ou mesmo com a denominação de escolas, estradas, viadutos”.

“O mesmo fez a Itália com referência aos fascistas ligados a Mussolini. E mais recentemente, na própria América do Sul, temos o exemplo da Argentina, que tem buscado renomear todos prédios e logradouros públicos que fazem referência a baluartes da ditadura portenha”, acrescentou.

*Bahia.ba
Foto: AscomALBA/AgênciaALBA


com Frei Jorge Rocha

Tema: Língua Portuguesa- Trás e Traz


A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) informou que pedirá a suspeição dos ministros Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pelo uso das expressões “desinteligência natural” e “burrice natural” durante a sessão da última terça-feira (21), que tornou a parlamentar ré pelos crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica.

– A postura relatada não corresponde àquilo que se espera de julgadores imparciais, de modo que entende estar caracterizada a suspeição dos ministros – disse Carla Zambelli, em nota.

Na última segunda (20), a Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, colocar a deputada federal e o hacker Walter Delgatti no banco dos réus. Eles responderão pela invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ao proferir seu voto, Cármen Lúcia fez uso da expressão “desinteligência natural” para se referir ao caso, e Alexandre de Moraes complementou o raciocínio da magistrada.

– Começo a não me preocupar mais só com a inteligência artificial, mas com a desinteligência natural de alguns que atuam criminosamente, além de tudo sem qualquer tracinho de inteligência – disse Cármen Lúcia.

– Vossa Excelência, sempre muito educada, disse “desinteligência natural”. Eu diria burrice mesmo, natural – afirmou Moraes.

Se for aceita a alegação de Zambelli de que Cármen Lúcia e Moraes são suspeitos, os ministros serão impedidos de julgar o processo criminal contra a deputada federal.

A PGR denunciou Carla Zambelli e Walter Delgatti após a conclusão do inquérito da Polícia Federal (PF) sobre a invasão ao sistema do CNJ. O objetivo do ataque hacker, segundo os investigadores, era descredibilizar o Poder Judiciário. Um dos documentos apreendidos pela PF foi um mandado falso em que Moraes determina e assina a própria prisão.

As diligências apreenderam com a deputada federal documentos que correspondem aos arquivos inseridos por Delgatti no sistema do CNJ, o que comprova, segundo a PF, o envolvimento da parlamentar na conduta criminosa.

*AE
Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados


As mulheres que integram as chapas proporcionais de partidos da base política do ex-prefeito José Ronaldo receberam importantes orientações sobre a legislação eleitoral, em uma palestra ministrada pela advogada Lilian Reis, especialista na área.
Na palestra, com foco sobre as novas regras da legislação eleitoral, Dra. Lilian Reis entregou uma cartilha contendo orientações sobre direitos e deveres das pré-candidatas na pré-campanha.
Quem também marcou prresença foi Zé Chico (PDT), suplente de deputado federal. Na oportunidade, ele reforçou a importância das orientações que as mulheres candidatas precisam ter para evitar sanções nesse período da pré-campanha. “É importante estudar a legislação para evitar dor de cabeça coom a lei”, destacou Zé Chico.
Outra presença destacada foi de Michele Pantoja, presidente da União de Mulheres Brasileiras da Bahia (UMB), que apresentou seu mais novo projeto voltado: “Juntas para Feira crescer”, que tem como objetivo encorajar mulheres que decidiram encarar novos desafios, a exemplo da política.
O evento aconteceu na quarta-feira (22), no auditório do Feira Palace Hotel. Marcaram presença os presidentes de partidos, Clóvis Pedreira (DC), Pedro Paulo (PRD) e Silvano Alves (PDT).

*O Protagonista FSA