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O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, publicou na manhã desta sexta-feira (27), uma foto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e afirmou que os dois farão “história juntos”. Flávio está em São Paulo, onde se reúne com Tarcísio e outros aliados.

Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas Foto: Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, publicou na manhã desta sexta-feira (27), uma foto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e afirmou que os dois farão “história juntos”. Flávio está em São Paulo, onde se reúne com Tarcísio e outros aliados.

– Vamos fazer história juntos, construindo o “Projeto Brasil” para recolocar o país no caminho da prosperidade. Meu amigo Tarcísio, vamos estar juntos não apenas em São Paulo, mas devolvendo a esperança a todos os brasileiros – escreveu Flávio, nas redes sociais.

Na imagem, os dois aparecem lado a lado, com um aperto de mãos.

O senador ainda citou áreas de possível cooperação, como a transição energética e a biotecnologia.

– É necessário resgatar a capacidade de estabelecer consenso em torno de uma visão de futuro, refletir sobre nossas experiências de sucesso, aproveitar nossas vocações como a segurança alimentar, a transição energética, a economia do conhecimento e biotecnologia Garantir a ordem e promover o progresso! – escreveu.

Flávio tem se concentrado na construção de seus palanques estaduais e tem dito que caberá a Tarcísio escolher um nome para a eleição ao Senado por São Paulo.

*AE
Foto: Reprodução/Instagram


Ministro Mendonça autorizou a quebra de sigilos bancário e fiscal do filho de Lula com base em relatórios que indicam menções e deslocamentos considerados atípicos

Careca do INSS citava Lulinha ao tratar com parceiros comerciais, diz testemunha
Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, é um dos filhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva | Foto: Reprodução/YouTube/Metrópoles

Investigações da Polícia Federal alcançaram Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, depois de seu nome surgir em conversas e documentos ligados a possíveis irregularidades. O Supremo Tribunal Federal (STF), por decisão do ministro André Mendonça, autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com informações divulgadas pela CNN, a apuração teve início no fim do ano anterior. Na ocasião, a Polícia Federal comunicou ao STF sobre diligências feitas depois de encontrar menções a Lulinha em celulares, mensagens, depoimentos e outros documentos.

Envolvimento de intermediários entre Lulinha e o “Careca do INSS” e aprofundamento das investigações

O nome de Lulinha apareceu em um diálogo entre Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS“, e Roberta Luchsinger, empresária apontada como possível intermediária entre Antunes e o filho do presidente. Embora o relatório da PF não aponte provas de sociedade entre Lulinha e Antunes, os investigadores decidiram aprofundar as apurações.

A corporação também destacou o depoimento do empresário Edson Claro, que teria citado Lulinha como potencial parceiro do “Careca do INSS”. Outro fator que chamou atenção foi a identificação de passagens aéreas adquiridas com o mesmo localizador para Lulinha e Luchsinger, sugerindo compras feitas ao mesmo tempo.

Informações Revista Oeste


André Fidelis e Virgílio de Oliveira Filho, antigos dirigentes da Previdência, mencionaram o ex-ministro em delações premiadas

Fraude no INSS provocou a demissão do então ministro da Previdência | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Fraude no INSS provocou a demissão do então ministro da Previdência, Carlos Lupi | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Delações de ex-dirigentes do INSS trouxeram à tona o envolvimento do ex-ministro da Previdência Carlos Lupi (PDT) no esquema de descontos irregulares sobre benefícios de aposentados e pensionistas durante sua gestão no governo Lula(PT), conforme informou o portal Metrópoles.

André Fidelis e Virgílio de Oliveira Filho, antigos dirigentes do INSS, mencionaram Lupi em delações premiadas. Um dos documentos detalha como o ex-ministro teria agido no comando da pasta para facilitar práticas ilícitas que prejudicaram milhares de beneficiários.

Gestão de Lupi e impactos políticos

Lupi assumiu o ministério em janeiro de 2023, quando Lula iniciou o atual mandato, permanecendo até maio de 2025, pouco depois da primeira fase da Operação Sem Desconto, que levou à prisão de integrantes da alta administração do INSS. Segundo as investigações, Lupi tentou proteger aliados, o que gerou desgaste para o governo.

Durante sua gestão, Lupi defendeu publicamente Alessandro Stefanutto, então presidente do INSS. Conforme a Polícia Federal, Stefanutto teria recebido R$ 250 mil mensais entre junho de 2023 e setembro de 2024. “A indicação do Stefanutto é de minha inteira responsabilidade”, afirmou Lupi à época. “Doutor Stefanutto é um servidor que — até o presente momento — tem me dado todas as demonstrações de ser exemplar.”

Diante da insistência de Lupi em manter Stefanutto, coube ao presidente Lula exonerá-lo. Lupi também foi responsável pela nomeação de Adroaldo Portal, jornalista e ex-assessor da bancada do PDT na Câmara dos Deputados. Portal assumiu o cargo de secretário-executivo da Previdência depois da saída de Lupi e permaneceu até dezembro de 2025, quando passou a cumprir prisão domiciliar por causa da mesma operação policial.

Relações com entidades sindicais e denúncias de favorecimento

Lupi mantinha relação próxima com Tônia Galleti, ex-coordenadora jurídica do Sindicato dos Aposentados e Pensionistas (Sindnapi), entidade ligada à Força Sindical. Parentes de dirigentes do sindicato, incluindo Tônia, teriam recebido ao menos R$ 8,2 milhões da organização. Apesar de alertas sobre o crescimento das deduções irregulares nos benefícios, Lupi demorou cerca de um ano para agir.

No período, o valor dos descontos indevidos saltou de R$ 80,6 milhões para R$ 248,1 milhões. Além de Lupi, as delações mencionaram Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula, apontando possíveis ligações com o esquema, o que foi negado por sua defesa, que solicitou acesso aos autos.

Quebras de sigilo e tensão política

Por decisão do ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), os sigilos fiscal, bancário e telefônico de Lulinha foram quebrados em janeiro. Edson Claro, ex-funcionário, também relatou à PF detalhes sobre sua relação com Lulinha, mas não é investigado nem acusado.

As suspeitas sobre Lulinha provocaram tumulto entre parlamentares da CPMI do INSS nesta quinta-feira, 26, depois de a oposição conseguir aprovar a quebra de seus sigilos. As discussões levaram a agressões físicas entre os deputados presentes.

Investigações sobre ex-dirigentes do INSS

Virgílio Filho era procurador do INSS e atuava como consultor jurídico do órgão. Em novembro de 2025, ele se entregou à Polícia Federal em Curitiba, depois de um mandado expedido na quarta fase da Operação Sem Desconto. Sua mulher, Thaisa Hoffmann Jonasson, também médica, foi presa na mesma ocasião.

Em outubro de 2023, enquanto ainda ocupava a função, Virgílio Filho apoiou descontos nos benefícios de 34,4 mil aposentados em favor da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). Segundo a PF, Virgílio teria recebido R$ 11,9 milhões de empresas ligadas às entidades sob investigação, sendo R$ 7,5 milhões provenientes de negócios com o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Ele e a mulher ainda adquiriram um apartamento de R$ 5,3 milhões em Curitiba, e ela chegou a reservar um imóvel de R$ 28 milhões em Balneário Camboriú.

André Fidelis ocupou a diretoria de Benefícios do INSS em 2023 e 2024, sendo acusado de aceitar pagamentos para permitir descontos automáticos nos vencimentos dos aposentados.

Informações Revista Oeste


Bahia e Vitória tiveram seus jogos adiados por conta da Libertadores

Fotos: Letícia Martins/EC Bahia e Victor Ferreira/EC Vitória

A quarta rodada do Campeonato Brasileiro foi parcialmente encerrada na noite desta quinta-feira (26), com a vitória do Santos sobre o Vasco por 2 a 1, na Vila Belmiro. Bahia e Vitória não entraram em campo neste meio de semana, por conta do adiamento das suas partidas devido a Libertadores. O Tricolor enfrentaria a Chapecoense, em casa, enquanto que o Leão visitaria o Botafogo.

Eliminado da Liberta na segunda fase ao perder nos pênaltis para o O’Higgins por 4 a 3, em plena Arena Fonte Nova, na quarta (25), o Esquadrão de Aço manteve o quarto lugar na tabela de classificação fechando o G-4 com sete pontos, mesma pontuação do Fluminense, que é o quinto. No mesmo dia da decisão da competição continental, o Tricolor carioca foi derrotado para o líder Palmeiras por 2 a 1, na Arena Barueri. O time baiano ficou à frente por ter um gol a mais de saldo.

De folga na quarta enquanto o Fogão vencia o Nacional Potossí e avançava para a terceira fase da competição continental, o Colossal não entrou na zona de rebaixamento. O Leão caiu para a 15ª colocação com três pontos, um a mais do Z-4 que é aberto pelo Atlético-MG. O Galo foi batido pelo Grêmio por 2 a 1, em Porto Alegre.

Neste momento, a dupla baiana volta a jogar no Brasileirão justamente no clássico Ba-Vi, marcado para o próximo dia 11, na outra quarta, às 20h, na Fonte Nova, pela quinta rodada. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) ainda vai definir as datas e horários dos jogos adiados.

Antes de virarem a chave para a competição nacional, Bahia e Vitória focam na semifinal do Campeonato Baiano. Neste sábado (28), às 17h, o Tricolor encara a Juazeirense, na Fonte Nova. No mesmo horário do domingo (1º), o Leão enfrenta o Jacuipense, no Barradão. Vale lembrar que os confrontos serão definidos jogo único e quem vencer avança para a final, enquanto que o empate leva as decisões para os pênaltis.

Confira a tabela de classificação:

Foto: Reprodução/CBF

Informações Bahia.ba


Eleitores devem ter 16 anos completos até o dia 4 de outubro

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quinta-feira (26) sete resoluções normativas que vão orientar as condutas de eleitores, candidatos e partidos que vão disputar as eleições de outubro, quando serão escolhidos o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais.

As regras aprovadas tratam sobre divulgação de pesquisas eleitorais, transporte de eleitores, arrecadação de recursos, prestação de contas, além de alterações no cadastro de eleitores.

A principal resolução trata dos atos preparatórios para a eleição. Para votar, os eleitores devem ter completado 16 anos até 4 de outubro de 2026, dia do primeiro turno.

Os indígenas e quilombolas deverão ser consultados previamente pela Justiça Eleitoral sobre mudanças de seções eleitorais localizadas em seus territórios.

Violência contra candidatas

Com a aprovação das novas regras, o TSE vai permitir a realização de gastos para contratação de segurança para candidatas que sofrerem ameaças durante a campanha. A medida visa combater a violência política de gênero.

Pessoas negras

O TSE manteve as regras para distribuição de recursos para candidaturas de pessoas negras. Os partidos deverão aplicar 30% dos recursos, sem acrescentar outros gastos que não estão previstos.

Pessoas com deficiência

O TSE implantará o Programa Seu Voto Importa para garantir que pessoas com deficiência possam votar.

O transporte especial poderá ser solicitado com até 20 dias de antecedência aos tribunais regionais eleitorais (TREs). O serviço prevê o deslocamento gratuito de ida e volta entre a casa do eleitor e o local de votação.

Novas resoluções 

Na próxima segunda-feira (2), o TSE pretende aprovar mais sete resoluções, que também foram debatidas em audiências públicas antes de serem levadas à votação.

As regras aprovadas serão publicadas até o dia 5 de março, quando passarão a ter validade e deverão ser aplicadas pela Justiça Eleitoral em todo o país.

Informações Bahia.ba


com Frei Jorge Rocha
tema: Tributo à etimologia


A eliminação do Esporte Clube Bahia na Copa Libertadores da América ainda repercute entre jogadores e torcedores. Após a derrota nos pênaltis para o O’Higgins, na Arena Fonte Nova, o goleiro Ronaldo lamentou o resultado e destacou a necessidade de reação rápida na sequência da temporada.

O Bahia chegou a abrir 2 a 0 no placar e ficou perto da classificação, mas sofreu um gol na etapa final, que levou a decisão para as penalidades. Nas cobranças, o time chileno venceu por 4 a 3 e garantiu a vaga.

Na zona mista, o camisa 1 reconheceu a frustração pela eliminação e avaliou o desempenho da equipe nos dois jogos.

“É um momento muito chato, muito ruim. A gente praticamente jogou esses 180 minutos, muito boa parte deles, muito melhor. E acabamos sendo eliminados de uma forma precoce na competição. Claro que tem questão do orçamento, de tudo. Mas, infelizmente, no futebol, o dinheiro não entra em jogo. Hoje, mais uma eliminação”, afirmou.

Ronaldo também pediu desculpas à torcida tricolor, que compareceu em grande número à Arena Fonte Nova, e reforçou a importância de uma resposta imediata dentro de campo.

“E o que a gente tem a falar para o torcedor é que não tem nem tanta palavra para pedir desculpa. A torcida veio, compareceu, fez a parte dela. Mas a gente sabe também que, se a gente sentir muito, o calendário é longo. Então a gente está no mês dois, tem várias competições ainda importantes. A gente precisa dar uma resposta já no próximo jogo. Já no Baiano”, disse.

Por fim, o goleiro destacou o impacto emocional da derrota e a necessidade de união do elenco neste momento.

“A gente fica muito chateado também, estava todo mundo ali cabisbaixo, mas não tem outra coisa a se fazer que é juntar os cacos dessa eliminação e tem que estar todo mundo junto nesse momento para poder reverter o mais rápido possível.”

Agora, o Bahia volta as atenções para o Campeonato Baiano, próxima competição do clube na temporada.

Foto: Gleidson Santana/ Bahia Notícias


Edital prioriza áreas rurais e cobre trechos das rodovias BR-135 e BR-242

Foto: Divulgação/Ministério das Comunicações

Com ações estratégicas de inclusão digital, o Ministério das Comunicações e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), levarão internet de melhor sinal de celular para 93 localidades de 78 municípios da Bahia. Ao todo, cerca de 192 mil pessoas serão beneficiadas.

As melhorias fazem parte das metas do edital de licitação da faixa de 700 MHz, lançado em fevereiro deste ano para ampliar a cobertura móvel, com tecnologia 5G em diversas regiões do país. O leilão, previsto para abril, priorizará a expansão do serviço em áreas rurais e remotas.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, explicou que a medida vem para reduzir desigualdades no acesso das pessoas à internet. “Esse leilão é essencial para levar sinal de celular e conectividade a lugares com falhas de cobertura. Todos os brasileiros precisam ter acesso à comunicação, aos serviços digitais e às oportunidades que a internet oferece”, disse.

Além disso, está prevista a cobertura de 465,8 km de trechos desassistidos das rodovias federais BR-135 e BR-242, passando por 15 municípios do estado. Esses locais, hoje invisíveis para as operadoras tradicionais, terão prioridade na nova licitação.

Municípios da Bahia que serão atendidos: 

Água Fria, Angical, Barra do Choça, Barreiras, Belmonte, Bonito, Cachoeira, Camaçari, Campo Formoso, Candiba, Cândido Sales, Caravelas, Casa Nova, Catu, Conceição do Coité, Conde, Coribe, Cotegipe, Crisópolis, Cristópolis, Dias d’Ávila, Eunápolis, Feira de Santana, Guanambi, Guaratinga, Iaçu, Ibicoara, Ibipeba, Ibirataia, Ilhéus, Inhambupe, Itacaré, Itaju do Colônia, Itambé, Itapé, Itapitanga, Jacobina, Jaguaripe, Juazeiro, Laje, Lapão, Lençóis, Mairi, Manoel Vitorino, Mansidão, Mascote, Mirangaba, Morro do Chapéu, Mucuri, Mundo Novo, Nilo Peçanha, Palmeiras, Paramirim, Piritiba, Porto Seguro, Queimadas, Riachão do Jacuípe, Ribeira do Amparo, Ribeirão do Largo, Rio Real, Ruy Barbosa, Santa Cruz Cabrália, São Domingos, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Seabra, Senhor do Bonfim, Serra do Ramalho, Sítio do Mato, Sítio do Quinto, Teixeira de Freitas, Tucano, Ubaitaba, Unas, Vera Cruz,  Vereda,  Vitória da Conquista e  Xique-Xique.

Municípios da Bahia com trechos de rodovias que serão atendidos:

BR-135 e BR-242: Andaraí, Angical, Barreiras, Boa Vista do Tupim, Catolândia, Coribe, Correntina, Cristópolis, Ibitiara, Itaberaba, Luís Eduardo Magalhães, Muquém do São Francisco, Oliveira dos Brejinhos, Santo Antônio de Jesus e Seabra.

Novos serviços

No Brasil, a expectativa com o leilão é de 1,2 milhão de pessoas beneficiadas e 500 pequenas localidades sejam conectadas. Além de fortalecer o 4G, a faixa de 700 MHz vai ampliar o alcance do 5G, levando a tecnologia a locais que hoje ainda não contam com conexão de qualidade. A iniciativa também abre caminho para novos serviços, como equipamentos conectados à internet.

Diferente de outros leilões, este não tem como foco arrecadar recursos para o governo federal. A maior parte do valor pago pelas empresas será convertida em investimentos obrigatórios para ampliar a cobertura do serviço móvel, principalmente em regiões que hoje não são atendidas de forma adequada.

A liberação da faixa de 700 MHz foi possível após o avanço da TV digital, que permitiu reorganizar o uso das frequências e abrir espaço para a expansão dos serviços móveis.

O edital, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), está alinhado à política pública de ampliar a competição, acelerar a cobertura e evitar que o espectro permaneça ocioso caso não haja interesse nas etapas iniciais.

Como vai funcionar o leilão:

– A faixa será oferecida novamente para aumentar a concorrência entre as operadoras;

– O espectro será dividido em blocos regionais;

– Cada empresa poderá adquirir até duas regiões;

– O processo terá três etapas, começando por operadoras regionais e, ao final, aberto a qualquer empresa interessada;

– O foco é ampliar a cobertura, estimular investimentos e melhorar a qualidade do sinal.

Informações Bahia.ba


Cláudia Soares alerta sobre desigualdade de salários e ausência de benefícios em tribunais estaduais

Reprodução/Youtube

A presidente da Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho (ABMT), a juíza do Trabalho aposentada Cláudia Márcia de Carvalho Soares, causou polêmica na última terça-feira (24), durante uma audiência no Supremo Tribunal Federal (STF) para tratar das decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes que suspenderam os “penduricalhos” do serviço público não previstos em lei.

Na oportunidade, a juíza aposentada questionou a falta de reajuste anual do salário de magistrados e reclamou dos gastos próprios “com lanche e café”. De acordo com Cláudia , desembargadores de tribunais estaduais não possuem boas condições de trabalho se comparados aos ministros em cargos superiores.

“Juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível. Não tem apartamento funcional, plano de saúde, refeitório. Não tem água e não tem café, ministro Dino. No primeiro grau não tem, nós pagamos”, disse Cláudia.

Segundo a presidente da ABMT, o salário bruto de R$ 46 mil cai para pouco mais de R$ 20 mil por conta dos descontos da Previdência Social e Imposto de Renda, o que torna a diferença para ministros ainda maior. 

“Esse valor nominal é completamente diferente para um ministro ou para um desembargador. Desembargador também não tem quase nada, a não ser um carro. Não tem mais nada também. Mal tem um lanche, pelo menos no Rio de Janeiro […] Então, quando se equaliza e quer moralizar, quando se fala de ética, tem que ver o conjunto da obra, e não apenas o valor de um subsídio”, disse.

A juíza disse ainda que a Justiça da União recebe determinados valores, enquanto a Justiça estadual recebe outros, o que “fragiliza” o ramo de atuação.

“Os juízes não têm segurança jurídica. Um mês não sabe o que vai receber, outro mês não sabe se vai cair. Esses 20 anos que passamos desde a fixação do subsídio, não foram tempos de tanta glória. O salário mínimo tem recomposição anual, por que o subsídio da magistratura não pode ter? Não é possível”, afirmou.

Informações Bahia.ba


No documento encaminhado, o subprocurador-geral Lucas Furtado afirma que haveria uma “interpretação equivocada” do regimento interno da Suprema Corte

TCU Sede do Tribunal de Contas da União
Sede do Tribunal de Contas da União | Foto: Evelynne Gubert/TCU

A  atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em investigações próprias volta a ser questionada, desta vez por uma representação do Ministério Público no Tribunal de Contas da União (MPTCU). O ministro Bruno Dantas, do TCU, será responsável por analisar o pedido de apuração sobre possíveis excessos cometidos pelo STF ao instaurar inquéritos de forma autônoma.

No documento encaminhado, o subprocurador-geral Lucas Furtado afirma que haveria uma “interpretação equivocada” do regimento interno do STF, especialmente no trecho que autoriza o presidente da Corte a instaurar inquéritos em caso de infração penal nas dependências do tribunal, que envolvem pessoas sob sua jurisdição, ou repassar a tarefa a outro ministro.

Críticas à condução dos inquéritos no STF e reação de entidades

Tal norma foi aplicada na abertura do chamado inquérito das fake news, que já se estende há sete anos. As críticas aumentaram depois de decisão do ministro Alexandre de Moraes, que determinou investigações sobre servidores da Receita Federal. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) chegou a pedir publicamente o encerramento do chamado “inquérito do fim do mundo”, expressão utilizada por setores da oposição.

Os funcionários da Receita Federal foram acusados de consultar ilegalmente dados de ministros do STF e seus familiares. Quando anunciou medidas cautelares, o Supremo divulgou os nomes dos investigados, prática incomum em situações similares. Depois de criticar Alexandre de Moraes, Kleber Cabral, presidente da Unafisco, foi chamado para prestar depoimento.

Questionamentos sobre separação de Poderes e próximos passos

O texto da representação também menciona uma possível violação ao princípio dos freios e contrapesos, que serve para evitar abusos entre os Poderes. Segundo o MPTCU, o STF poderia estar “usurpando competências do Ministério Público e de outras instituições”, conforme destacou o documento.

Como o caso tramita no TCU, o MPTCU também sugeriu uma auditoria sobre eventuais impactos administrativos e financeiros decorrentes da atuação do STF ao instaurar inquéritos por iniciativa própria. O pedido foi sorteado recentemente e aguarda avaliação inicial do relator, que decidirá sobre a realização ou não da auditoria.

Informações Revista Oeste