
Na próxima terça-feira (8), a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) realizará a solenidade de abertura da 8ª Feira de Graduação 2024 – Conectando Futuros. O evento, promovido pela Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (Prograd), acontecerá das 14h às 17h, no anfiteatro do Módulo 2.
A Feira, que ocorrerá nos dias 16 e 17 de outubro, contará com uma programação diversificada, com o objetivo de divulgar os cursos de graduação da instituição e proporcionar uma aproximação entre os estudantes da educação básica e a comunidade em geral com a universidade.

Em entrevista ao Portal Acorda Cidade, a coordenadora pedagógica da Prograd e presidente da comissão organizadora do evento, Carla Borges de Andrade, falou sobre o surgimento e a importância da feira para o desenvolvimento futuro da Uefs.
“Estamos na 8ª edição, é um evento que surgiu de uma iniciativa da Prograd e que tem por objetivo abrir as portas da Uefs para a sociedade feirense e circunvizinha. Queremos apresentar tudo o que fazemos na graduação, pós-graduação, mas nosso foco principal é a graduação, por isso nosso principal público-alvo são os estudantes do terceiro ano do ensino médio, porque temos por objetivo, além de apresentar a universidade – porque muitas coisas acontecem aqui e a sociedade não sabe, pois às vezes são eventos internos ou pesquisas que não alcançam Feira de Santana – também captar alunos.Queremos seduzir, conquistar os estudantes de ensino médio para que eles escolham a Uefs quando fizerem o Enem e, sendo aprovados, se inscrevam no Sisu”, explicou.
Com mais de 12 mil participantes inscritos de 132 escolas, o evento já é um grande sucesso para quem está pensando em ingressar no mundo acadêmico. Das escolas inscritas, 90 pertencem ao Núcleo Territorial de Educação (NTE-19).
“Tem mais 40 escolas de NTEs externos, fora do NTE 19, ou seja, de cidades mais distantes. Temos do Recôncavo, do Sisal e de outras cidades do nosso território. Temos 40 escolas de outros municípios, como Coração de Maria, Antônio Cardoso, Serrinha, Capim Grosso, Itaquara, Lençóis, Pintadas, Santa Luz, Nova Fátima, Ouriçangas, enfim, 40 outras localidades”, destacou a coordenadora.
Com informações e produção da jornalista Jaqueline Ferreira do Acorda Cidade

O candidato a prefeito de Feira de Santana pela coligação “O amor sempre vence”, José Ronaldo (União Brasil), convida apoiadores e eleitores para participarem da grande carreata do Mobiliza Feira 44, que ocorre na manhã deste sábado (05), véspera das eleições.
A concentração será realizada na avenida Nóide Cerqueira, às 8h44min, de onde os apoiadores seguem em carreata por diversos bairros da cidade. Com este gesto, José Ronaldo agradece aos feirenses pelo apoio recebido durante a campanha eleitoral confiante na vitória nas urnas durante as eleições deste domingo (06).
Durante a carreata, José Ronaldo estará acompanhado do candidato a vice-prefeito Pablo Roberto (PSDB) e de diversos candidatos a vereador que integram a coligação. O candidato a prefeito destaca a importância de contar com uma bancada forte na Câmara Municipal elegendo vereadores que façam parte de partidos que o apoiam.
ASCOM/JOSÉ RONALDO

O Instituto Economic Consultoria divulgou na tarde desta sexta-feira (4), mais uma pesquisa contratada pelo programa e site Rotativo News, mostrando o cenário para prefeito de Feira de Santana. Segundo o instituto, nos votos válidos o candidato do União Brasil, José Ronaldo de Carvalho, tem a preferência do eleitorado, com 50,43%. Já o candidato do Partido dos Trabalhadores, Zé Neto, aparece com 42,87%. Caros Medeiros, do Partido Novo, pontuou 6,70%.
No cenário estimulado, José
Ronaldo surge com 41,40%. Zé Neto 35,20% e Carlos Medeiros 5,50%. Brancos e nulos somam 9,40%. Não sabe ou não opinou, 8,50%.
Quando os entrevistados foram questionados em qual dos candidatos não votariam de jeito algum, o resultado foi este:
Zé Neto – 33,80%
Zé Ronaldo – 32,30%
Carlos Medeiros – 6,90%
Brancos e nulos – 17,40%
Não sabe ou não opinou – 9,60%
Os entrevistados também foram questionados sobre quem ele acha que vencerá a eleição independente do próprio voto.
45,80% citaram Zé Ronaldo, 36,10%, Zé Neto, 3,30%, Carlos Medeiros. Brancos e nulos, 3,10, não sabe ou não opinou, 11,70%.
Esta pesquisa foi realizada entre os dias 30 de setembro a 3 de outubro de 2024. Foram entrevistadas 1000 pessoas. A margem de erro é de 3,09%. O grau de confiança é de 95%.
A pesquisa está registrada no TSE, sob o número BA- 07226/24.

Na certeza que quando se partilha momentos mais difíceis, estes se tornam mais suaves, a Comissão em Defesa dos Direitos das Mulheres e a Comissão de Direito Médico e da Saúde da OAB Subseção Feira de Santana, lançam a campanha “doe um lenço, doe um sorriso”. Os(as) interessados(as) em doar um(s) lenço(s) têm até o dia 18 deste mês para comparecerem à sede da OAB Subseção Feira ou à sala da OAB na Justiça do Trabalho para entregarem suas doações.
“Através desta campanha, as mulheres que estão fazendo tratamento de quimioterapia vão adquirir consciência de que os procedimentos serão temporários: vão começar e vão, também, terminar”, afirma Esmeralda Halana, presidente da Comissão em Defesa dos Direitos das Mulheres e das Advogadas.
Ela e as outras advogadas que compõem as comissões supracitadas acreditam ainda que a luta ganha mais sentido quando são unidas forças. “Acreditamos neste propósito. Acreditamos que a simbologia do lenço trará um sorriso daquelas que ainda sofrem e temem. “Este é o lenço de Marília”, de Cecília, e de Maria, de Luana, de Rita e de Joaquina. Este é o lenço daquelas que tem propósitos e que buscam sentido em suas atitudes. Este é o lenço da esperança!
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“Outubro Rosa. 💕 A prevenção é o melhor caminho. Juntos somos mais fortes!”

O candidato a prefeito de Feira de Santana pela coligação “O Amor Sempre Vence”, José Ronaldo (União Brasil), demonstrou firmeza e segurança durante o debate promovido pela TV Subaé, na noite de ontem (3), enfrentando seu principal adversário, Zé Neto (PT). Ao longo do debate, o ex-prefeito de Feira desmentiu uma série de fake news divulgadas pela campanha de Zé Neto, reafirmando sua experiência e compromisso com o município.
Um dos momentos mais dramáticos da noite aconteceu quando Zé Neto afirmou que José Ronaldo teria participado de um encontro com secretários municipais no dia anterior ao debate, durante o evento Mobiliza Feira, realizado no Ária Hall. José Ronaldo, visivelmente emocionado, revelou que estava ausente por motivo de luto, devido ao falecimento de seu irmão, Antônio Reginaldo de Carvalho, ocorrido no mesmo dia. A resposta evidenciou o tom sensível do debate, enquanto Zé Neto mostrou o seu estilo impiedoso ao desconsiderar a situação pessoal de seu oponente.
Fake news – O debate foi estruturado em quatro blocos, nos quais José Ronaldo aproveitou cada oportunidade para desmentir as fake news divulgadas por Zé Neto. Desde o primeiro bloco, o ex-prefeito atacou de forma contundente, questionando a postura de Zé Neto em relação à ViaBahia e à manutenção da BR-324. Ronaldo lembrou que seu adversário se recusou a assinar uma CPI para investigar a concessionária, levantando dúvidas sobre as promessas de rompimento de contrato feitas pelo governo do PT.
Ronaldo também rebateu outra fake news ao ser acusado de querer acabar com os aplicativos de transporte. Ele foi firme ao dizer: “Ele me acusou que eu disse que ia acabar os aplicativos, isso é um absurdo, é um crime isso. Eu nunca disse isso, muito pelo contrário, eu sempre disse que vou apoiar e sempre apoiei o aplicativo”, reafirmando seu apoio à categoria e lembrando que o sindicato até gravou um vídeo e divulgou nas redes sociais confirmando seu posicionamento.
Gestões e investimentos – Zé Neto tentou criticar as gestões de José Ronaldo, alegando que a cidade havia ficado estagnada durante seu mandato. No entanto, ao garantir que é sempre 100% Feira de Santana, o ex-prefeito rebateu, apresentando um balanço de suas realizações, como a expansão da rede de saúde de 18 para mais de 160 unidades. Ele também aproveitou para criticar Zé Neto, afirmando que o deputado federal destinou apenas 1% de suas emendas parlamentares para Feira de Santana. “O senhor, 1% do orçamento, onde é que estão essas emendas do senhor que ninguém vê?”, questionou Ronaldo, destacando a falta de investimento do adversário e orientando os telespectadores a verificarem a informação diretamente no Portal da Transparência. Ele ainda ironizou a dependência de Zé Neto da publicidade: “Não está em nenhum google publicado pelo assessor dele, não, que fica colcoando matérias pagas e mandando ler no google”.
Ronaldo também criticou os altos gastos do governo estadual com propaganda, afirmando que “o governo do Estado da Bahia, de julho para cá, gastou em Feira de Santana mais de R$ 70 milhões em propaganda, que poderiam ter sido aplicados em benefício do povo”.
Segurança pública e BRT – José Ronaldo também questionou sobre os dados estatísticos que colocam Feira de Santana em destaque como a cidade mais violenta do país, assim como o estado da Bahia, na gestão do PT. Ele criticou o que chamou de falta de comprometimento de Zé Neto com a cidade, afirmando que o deputado federal “tira o braço da seringa” ao não se responsabilizar pelas falhas da administração estadual, como a precariedade das viaturas policiais. Ronaldo reforçou que o número de policiais mal remunerados é um problema crônico e que as viaturas que vêm para Feira, festejadas por Zé Neto, são apenas substituições de veículos que já estão quebrados. “O senhor fica dizendo que colocou 10 viaturas para substituir aquelas que já estavam quebradas, não aumentou o número de viaturas, não”, afirmou Ronaldo, completando que isso “é conversa de candidato”.
Outro ponto de confronto foi o projeto do BRT (Bus Rapid Transit), que Zé Neto criticou por supostos gastos exorbitantes. Ronaldo defendeu o projeto, detalhando que os recursos também foram destinados à construção de túneis e melhorias na infraestrutura viária da cidade, nos cruzamentos entre as avenidas Maria Quitéria-Getúlio Vargas e João Durval-Presidente Dutra, além da rede de drenagem e pavimentação de corredores de tráfego, investimentos que evitam congestionamento no centro da cidade.
Fila da regulação e saúde pública – O último tema abordado foi a saúde pública, com José Ronaldo trazendo à tona a crítica à chamada fila da regulação, mantida pelo governo estadual. Segundo ele, essa fila, conhecida como ‘fila da morte’, resulta em cerca de 300 óbitos anuais em Feira de Santana, devido à demora na obtenção de vagas em hospitais da rede pública estadual. Ele criticou Zé Neto por comemorar um anexo no Hospital Geral Clériston Andrade no valor de R$ 48 milhões, enquanto o governo do estado investiu R$ 300 milhões em Lauro de Freitas e milhões em outras cidades como Ilhéus.
“O senhor comemorou R$ 48 milhões, um anexo”, disse Ronaldo, questionando as prioridades de Zé Neto. Ele ressaltou ainda que a ampliação do Hospital da Criança, que foi de 70 para 170 leitos, não resolve os problemas da regulação na cidade. “São mais de 300 mortes que estão acontecendo nessa cidade por falta de leito nos hospitais do estado, que é obrigação do Estado resolver”, afirmou Ronaldo, deixando claro que essa responsabilidade é do governo estadual, não da prefeitura.
Nas considerações finais, José Ronaldo reforçou seu compromisso com a cidade e destacou sua experiência como trunfo para resolver os problemas que afligem Feira de Santana. Declarou-se ainda mais preparado para administrar a cidade e pediu o apoio dos eleitores no pleito de 6 de outubro. “O prefeito vai ser José Ronaldo, porque o povo conhece José Ronaldo e sabe que quando a gente assume uma palavra a gente cumpre”, finalizou o candidato.
Foto: Ascom/José Ronaldo

Artigo: Como confiar em um candidato que não tem se quer os votos dos seu próprios padrinhos do PT? Zé Neto, que tenta se vender como representante de Feira de Santana, não conta nem com os votos dos seus companheiros.
O governador Jerônimo, que tem residência em Feira, vota no bairro de Brotas, no Colégio Estadual Luiz Viana, seção 14, em Salvador. O deputado estadual Robson Almeida, que teve muito mais votos aqui em Feira do que em Salvador, vota na UFBA, no bairro da Federação, seção 465, também em Salvador. Elisângela, suplente de deputado federal, que diz morar em Feira, vota no município de São Domingos, na creche municipal Elza Rios Costa, na seção 192. Até Igor Kannario, candidato a vereador em Salvador, não vota em Zé Neto.
Feira de Santana merece um representante que esteja ao lado da cidade e da sua população, e não alguém que usa Feira como “curral eleitoral”, para retirar votos importantes de candidatos que são efetivamente feirenses, para interesses de fora. Afinal, se nem o time do próprio partido vota em Zé Neto, você vai arriscar seu voto?
Com mais de 200 páginas, documento reúne dezenas de casos de magnatas da música americana acusados de cometer crimes sexuais e de assumir posturas controversas.
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Sean ‘Diddy’ Combs — Foto: Chris Pizzello/Invision/AP
O caso Diddy ainda parece distante de uma conclusão, mas, sem dúvidas, já é um marco na indústria da música. Há, inclusive, expectativas de que se torne o próximo MeToo, movimento que chacoalhou Hollywood em 2017 com uma onda de denúncias de crimes sexuais.
Preso em 16 de setembro, Diddy se diz inocente e aguarda julgamento. Mas ele não foi o único músico a entrar na mira da Justiça nessas últimas semanas. Quem também foi processado é o astro country Garth Brooks, acusado de estupro, o que é negado por ele.
Dominado por homens, o setor musical tem uma extensa lista de denúncias e condenações por assédio e abuso. Isso é tão frequente que há uma naturalização do problema, o que acaba levando à chamada cultura do estupro.
“Por décadas, a indústria da música tem tolerado, perpetuado e, muitas vezes, comercializado uma cultura de abuso sexual contra mulheres e meninas menores de idade. Milhares de artistas, executivos e acionistas lucraram bilhões de dólares, enquanto se envolviam e/ou encobriam comportamentos sexuais criminosos”, diz o texto introdutório do relatório “Sound Off: Make the Music Industry Safe” (ou “Som desligado: Torne a Indústria da Música segura”, em português), publicado em fevereiro deste ano.
Com mais de 200 páginas, o documento reúne dezenas de casos de magnatas da música americana acusados de cometer crimes sexuais e de assumir posturas controversas. São histórias que vão dos anos 1950 a 2024.
A constante negligência de denúncias, investigações e até sentenças judiciais estimula crimes sexuais no mercado musical. É o que aponta o relatório, elaborado por uma coalizão entre os grupos feministas Lift Our Voices, Female Composer Safety League e Punk Rock Therapist.
Caso Diddy: entenda o que é fato sobre o caso
“Para desenvolver uma marca estética de alguns artistas, a indústria usa essa cultura a seu favor”, diz Nomi Abadi, pianista e fundadora da Female Composer Safety League, rede de suporte a compositoras vítimas de abuso sexual e assédio. Ela conversou com o g1 por videochamada. “É por isso que tem tanto músico acusado impune.”
Ela cita o famoso lema “sexo, drogas e rock n’ roll”. Para a artista, a ideia é menos sobre um espírito roqueiro e mais sobre uma dinâmica de poder que está presente em todos os gêneros musicais. É uma forma de relativizar histórias de mulheres que alegam terem sido drogadas e violadas sexualmente em festas com músicos, executivos, produtores e outros profissionais do setor.
De fato, não é raro encontrar esse tipo de queixa no meio musical. O próprio Diddy é acusado de drogar e estuprar mulheres durante seus festões luxuosos, chamados de “white parties” e “freak-off”. Inclusive, há relatos de que ele teria coagido algumas convidadas a usar fluidos intravenosos para recuperação física após submetê-las a longas e violentas performances eróticas.
O músico nega todas as acusações que levaram à sua prisão. Quanto ao caráter libertino de suas festas, ele sempre gostou de fazer menções, se gabando dos eventos.
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Sean ‘Diddy’ Combs em foto de 2017, em Nova York. — Foto: Lucas Jackson/Reuters
“Todos nós já sabíamos. Por muito tempo, ouvimos histórias sobre essas festas”, afirma Nomi. “Eu conheci uma vítima de P. Diddy. Minha amiga esteve em uma dessas festas… Ninguém a escutou. Ninguém se importou com ela.”
Os eventos, que rolavam desde os anos 2000, eram privados — a lista de convidados do rapper reunia atores, músicos, empresários e políticos. Jay-Z, Will Smith, Diana Ross, Leonardo DiCaprio, Owen Wilson, Vera Wang, Bruce Willis e Justin Bieber são algumas das celebridades que compareceram aos encontros.
“O que tinha nessas festas era coisa muito ruim. E mesmo envolvendo tantas pessoas, continuava acontecendo”, continua Nomi. É mais ou menos o que também afirmou a cantora Cassie, ex-namorada de Diddy, em 2023, quando ela abriu um processo contra ele, alegando ter sido estuprada e violentada por mais de uma década. Na ação, que já foi encerrada (sem os detalhes divulgados), a artista afirmou que os supostos crimes do rapper eram testemunhados por muita gente “tremendamente leal” que nunca fazia nada para impedi-lo.
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Sean ‘Diddy’ Combs — Foto: Richard Shotwell/Invision/AP
Desde que fundou a Female Composer Safety League, Nomi tem tido contato com várias denúncias de agressão sexual no setor da música. “Uma coisa que me surpreendeu quando comecei a frequentar esse meio [de dar suporte a vítimas] é que cada sobrevivente tem sua própria versão da mesma história. As circunstâncias são diferentes. O que aconteceu com cada pessoa é único. Mas todas elas querem ser validadas, compreendidas e terem seus empregos mantidos”, afirma ela. “São os mesmos medos e os mesmos desejos.”
Anos atrás, a artista moveu processos contra Danny Elfman, compositor de trilhas de blockbusters como “Batman” e “Beetlejuice”. Nas ações, ela alegou ter sido vítima de crimes sexuais. Ele nega. Os dois entraram em um acordo com termos não divulgados.
Também em entrevista ao g1, a pesquisadora de rap Nerie Bento analisa que, na indústria, a cultura do estupro é atrelada à desigualdade de gênero do mercado, além da própria influência de quem está de fora.
“É uma cultura que permeia toda a sociedade, então, obviamente vai estar aqui também”, diz ela. “E a própria música em si… A gente tem muita música misógina que contribui com isso.”
Neire menciona, então, a erotização de corpos femininos em videoclipes de cantores famosos como o próprio Sean Diddy, o que, segundo ela, também endossa a cultura do estupro, ao objetificar a figura da mulher.
O relatório “Sound Off” também faz menções à erotização feminina no setor. Além disso, critica as três maiores empresas do mercado fonográfico (Warner Music, Universal Music e Sony Music), propondo que adotem as seguintes demandas:
Demandas que surgem porque, segundo a coalizão do relatório, essas gravadoras “ignoraram acusações, silenciaram vítimas e até permitiram o abuso” por décadas.
O g1 entrou em contato com as assessorias da Warner, Universal e Sony, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.
Informações G1

O lateral-direito Santiago Arias, do Bahia, foi convocado pela Colômbia, nesta sexta-feira (4), para os jogos das eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. A seleção colombiana medirá forças com a Bolívia e o Chile, na próxima quinta (10) e na outra terça (15), respectivamente.
Arias viajará para integrar o selecionado após a partida entre Bahia e Flamengo, marcada para sábado (5), às 19h, na Arena Fonte Nova, pela 29ª rodada do Brasileirão.
O técnico Néstor Lorenzo convocou 29 jogadores para a seleção colombiana. Além de Arias, outros dois atletas que atuam no Brasil também foram chamados para integrar o elenco dos cafeteros. O volante Richard Ríos, do Palmeiras, e o meia Jhon Arias, do Fluminense.
A Colômbia visita a Bolívia, no Municipal de El Alto, a partir das 17h, pela nona rodada. O duelo com o Chile está marcado para começar às 17h30, no Metropolitano Barranquilla, pela 10ª jornada. Os colombianos ocupam a vice-liderança da tabela de classificação das eliminatórias com 16 pontos, dois a menos do que a Argentina, que é a primeira colocada.
Informações Bahia.ba

O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, ameaçou usar armas nucleares e destruir a Coreia do Sul em caso de provocação, informou a mídia estatal nesta sexta-feira (4). A declaração foi feita em resposta ao presidente sul-coreano, Yoon Suk-yeol, que disse na terça-feira (1°) que a Coreia do Norte entraria em colapso caso tentasse usar armas nucleares.
Trocas de farpas entre as duas Coreias não são incomuns, mas os comentários recentes refletem ânimos exaltados após a divulgação da existência de uma instalação nuclear na Coreia do Norte, que tem feito seguidos testes de mísseis.
Fontes informaram que o Parlamento da Coreia do Norte deverá declarar constitucionalmente, na semana que vem, um sistema hostil de “dois Estados” na Península Coreana para rejeitar formalmente a reconciliação com a Coreia do Sul.
Durante uma visita a uma unidade de forças de operação especial na quarta (2), Kim disse que seus militares “usariam sem hesitação todas as forças ofensivas que possuem, incluindo armas nucleares”, se a Coreia do Sul tentasse violar a soberania da Coreia do Norte.
– Se tal situação ocorrer, a existência permanente de Seul e da República da Coreia será impossível – disse Kim, usando o nome oficial da Coreia do Sul.
*AE

O candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), afirmou no debate da Rede Globo, nesta quinta-feira (3), que ele é o único que representa a direita política, expondo seus adversários.
– Todos os candidatos são de esquerda, exceto eu. Um deles é de extrema-esquerda e o marqueteiro está fazendo parecer que é de centro, que é o Guilherme [Boulos]. O Datena é de centro-esquerda pelo partido. O atual prefeito é de centro-esquerda e a Tabata é de esquerda – declarou ele ao questionar Datena sobre se um extremista pode ser prefeito da capital paulista.
Datena condenou todos os tipos de extremismo político e disse que uma pessoa extremista, quer seja de direita ou esquerda, não deve ocupar a vaga.
Boulos, que não participou dessa conversa, resolveu criticar Marçal chamando-o de extremista.
– Marçal tumultuou a eleição toda e agora quer posar de bonzinho, é o lobo em pele de cordeiro. O Marçal acusar alguém de extremista [como fizera com Boulos minutos antes] é igual a Suzane von Richthofen acusar alguém de assassinato – disse Boulos.
O deputado federal, porém, recebeu uma resposta em troca. O empresário disse que o psolista é “socialista de iPhone”. A expressão, comum nas redes sociais, indica a hipocrisia da esquerda política, que defende o socialismo, mas usa os celulares mais caros.
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Informações Pleno News