
Desde que o príncipe Harry e Meghan Markle anunciaram sua saída da família real britânica, suas vidas passaram por uma série de transformações significativas. A decisão, amplamente conhecida como “Megxit”, foi anunciada em 2020 e trouxe mudanças tanto em suas vidas pessoais quanto profissionais. O casal, que até então desempenhava papéis definidos dentro da monarquia, optou por uma vida mais independente, o que gerou inúmeras especulações e debates sobre suas reais intenções e circunstâncias.
A decisão de renunciar a seus deveres reais, formalizada em 2020, foi um marco que surpreendeu o público e, aparentemente, outros membros da família real. Essa escolha indicou não apenas o desejo de afastar-se dos compromissos e responsabilidades inerentes aos seus títulos, mas também a busca por uma vida mais livre e alinhada aos seus novos objetivos pessoais e profissionais. Harry e Meghan passaram a investir em novas carreiras e projetos paralelos, destacando-se em atividades filantrópicas e no setor de mídia.
Após afastarem-se da realeza, Harry e Meghan mudaram-se para a Califórnia, onde iniciaram novos empreendimentos, focando em independência financeira e impacto social. Entre suas iniciativas, destaca-se a criação da organização Archewell, comprometida com a caridade, cultura e causas sociais. Ademais, assinaram parcerias com empresas de mídia para a produção de conteúdo, o que lhes permitiu explorar novas avenidas de influência e comunicação com o público.
Além de sua atuação com a Archewell, o casal tem se destacado por seu envolvimento em questões sociais e ambientais, participando de eventos e fazendo discursos que refletem suas crenças e valores. Essa transição para novos ambientes de trabalho representa tanto uma oportunidade quanto um desafio, uma vez que o equilíbrio entre visibilidade pública e vida privada se tornou uma questão central em suas vidas.
A vida de Harry e Meghan fora da família real britânica não está isenta de desafios. A imprensa, especialmente no Reino Unido, continua a acompanhar de perto cada passo do casal, muitas vezes especulando sobre crises conjugais e tensões familiares. Notícias sobre possíveis desentendimentos entre Meghan e Harry são constantemente manchete, alimentando a curiosidade pública sobre o destino de sua relação.
Outro desafio significativo tem sido manter uma relação saudável com a família real. O casal se esforça para equilibrar suas vontades pessoais com a necessidade de manter relações cordiais com seus parentes reais, o que nem sempre é fácil. Esta dinâmica complexa demanda um esforço contínuo para permanecerem leais às suas decisões enquanto cultivam um ambiente de respeito mútuo.
O futuro de Harry e Meghan continua a ser objeto de intensa especulação e análise. Sua trajetória, que já é vasta e variada, deverá ser moldada pela flexibilidade e capacidade de adaptação ao cenário social e cultural contemporâneo. Embora enfrentem o olhar atento da mídia, o foco em filantropia e impacto social parece nortear suas escolhas e ações.
Em última análise, a história de Harry e Meghan, ainda em construção, revela um casal determinado a criar um legado que transcenda as normas tradicionais da monarquia. Com resiliência, eles buscam se desenvolver em um contexto que muitas vezes se mostra desafiador, mas repleto de possibilidades. Enquanto navegam por esta nova fase de suas vidas, sua influência continua a inspirar debates sobre tradição, modernidade e a busca pela autenticidade.
Informações TBN
Com Frei Jorge Rocha
Tema: Expressão antibactericida
Confira:

O ex-presidente Jair Bolsonaro se manifestou nesta quinta-feira (21) após ter sido indiciado pela Polícia Federal por três crimes: tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa.
Bolsonaro conversou com o repórter do portal “Metrópoles” e depois postou a entrevista em seu perfil na rede social X.
Bolsonaro optou por atacar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, relator do caso.
“O ministro Alexandre de Moraes conduz todo o inquérito, ajusta depoimentos, prende sem denúncia, faz pesca probatória e tem uma assessoria bastante criativa. Faz tudo o que não diz a lei”, disse o ex-presidente.
Mais adiante, na entrevista, Bolsonaro afirmou que vai esperar orientações do seu advogado para fazer mais comentários sobre o indiciamento. O conteúdo do indiciamento ainda está sob sigilo.
“Tem que ver o que tem nesse indiciamento da PF. Vou esperar o advogado. Isso, obviamente, vai para a Procuradoria-Geral da República. É na PGR que começa a luta. Não posso esperar nada de uma equipe que usa a criatividade para me denunciar”, completou o ex-presidente.
Após indiciamento da PF, Bolsonaro poderá se tornar réu; entenda as etapas da investigação
O relatório da PF foi entregue ao STF nesta quinta.
Também foram indiciados o general Braga Netto, ex-ministro de Bolsonaro; Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro; Alexandre Ramagem, chefe da Agência Brasileira de Inteligência no governo Bolsonaro e mais 33 pessoas.
Agora. o relator, ministro Moraes, vai analisar o material e enviá-lo para a Procuradoria-Geral da República, que vai decidir se apresentará denúncias contra os envolvidos. Se o STF acatar as denúncias, os investigados viram réus.
O indiciamento ocorre no inquérito que investiga a tentativa de golpe de estado para manter Bolsonaro no poder mesmo após a derrota para Lula (PT) nas eleições de 2022.
Desde o ano passado, a PF investiga a tentativa de golpe de Estado e iniciativas nesse sentido que ameaçaram o país entre 2022 e 2023, após Lula ter sido eleito — vencendo Bolsonaro nas urnas — e até pouco depois de ele ter tomado posse.
Informações G1

A administração do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), é aprovada por 68,8% dos paulistas, segundo levantamentopublicado pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta quinta-feira, 21.
Os índices são mais elevados entre homens (75%) e eleitores das regiões do interior do Estado (76%). Em contrapartida, as mulheres demonstraram maior ceticismo, com aprovação de 63,3%.
O governo Tarcísio é considerado ótimo ou bom por 51,6% dos entrevistados. Já 18,1% avaliaram como ruim ou péssimo, enquanto 28% classificaram como regular e 2,3% não souberam ou não opinaram.
Realizada entre os dias 15 e 19 de novembro de 2024, com 1.684 eleitores de 88 municípios paulistas, a amostra apresenta um nível de confiança de 95%, com margem de erro de 2,4 pontos porcentuais.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, enfrenta um cenário desfavorável. Apenas 42,4% dos entrevistados aprovam sua administração, enquanto 54,2% a desaprovam. A desaprovação é mais intensa entre eleitores do interior (61,4%) e com ensino superior (60,5%).
O governador de São Paulo aparece como o favorito em simulações da disputa pelo governo estadual em 2026. No primeiro cenário, que incluiu candidatos como Pablo Marçal e Márcio França, Tarcísio obteve 40,5% das intenções de voto. Marçal obteve 20,5%, seguido por Márcio França (12,6%), Alexandre Padilha (7,7%) e Filipe Sabará (1,4%). A porcentagem de brancos, nulos e indecisos somou 17,2%.
No segundo cenário, com Ricardo Nunes como um dos nomes apresentados, a corrida ficou mais acirrada: Pablo Marçal alcançou 28,3% contra 27,2% de Nunes, enquanto Tarcísio não participa.
Já no terceiro cenário, com Guilherme Derrite como candidato, Pablo Marçal também lidera com 32,5%, seguido por Márcio França (17%) e Derrite (9,4%). Padilha (8,8%) e Sabará (1,7%) completam o levantamento.
A pesquisa destacou a diversidade dos eleitores paulistas, com um equilíbrio entre homens (47%) e mulheres (53%). A maior parcela de entrevistados tinha ensino médio (72,6%) e integrava a População Economicamente Ativa (67,2%).
Informações Revista Oeste
Relatório de mais de 800 páginas cita ainda abolição violenta do Estado Democrático de Direito e organização criminosa

A Polícia Federal (PF) indiciou, nesta quinta-feira, 21, Jair Bolsonaro, o candidato a vice na chapa do ex-presidente na eleição de 2022, general Braga Netto, e outras 35 pessoas, por suposta tentativa de golpe de Estado.
De acordo com o relatório, que tem mais de 800 páginas, Bolsonaro, Braga Netto e demais aliados cometeram também abolição violenta do Estado Democrático de Direito e montaram uma organização criminosa.
O processo foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que pedirá manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). Se a PGR entender que há indícios de crime e apresentar uma denúncia, caberá, então, ao STF determinar se os investigados vão virar réus.
Conforme a PF, os indiciados atuaram em seis grupos:

“A PF encerrou, nesta quinta-feira, 21, a investigação que apurou a existência de uma organização criminosa que atuou de forma coordenada, em 2022, na tentativa de manutenção do então presidente da República no poder.
O relatório final foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal com o indiciamento de 37 pessoas pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa.
As provas foram obtidas por meio de diversas diligências policiais realizadas ao longo de quase dois anos, com base em quebra de sigilos telemático, telefônico, bancário, fiscal, colaboração premiada, buscas e apreensões, entre outras medidas devidamente autorizadas pelo poder Judiciário”.
Informações Revista Oeste

A Prefeitura de Feira de Santana publicou a licitação para contratar pessoa jurídica para implantação da iluminação e decoração provisória de Natal e festas de final de ano (Natal Encantado 2024), atendendo as necessidades do Departamento de Iluminação Pública. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial Eletrônico nesta terça-feira (19).
O critério da seleção é menor preço global e a licitação ocorre no dia 6 de dezembro, às 8h30, por pregão eletrônico – uma modalidade de licitação que ocorre na internet, em tempo real.
Informações podem ser obtidas no Departamento de Gestão de Compras e Contratações (Av. Sampaio, nº 344, Centro), nos dias úteis, das 8h30 às 12h e 14h às 17h30. Contato: (75) 3617-0682/0683.

Nesta quinta-feira (21), a Polícia Militar da Bahia (PMBA) participa da 9ª edição da Operação Força Total Nacional, somando esforços com as Polícias Militares de todo o Brasil em um grande movimento coordenado de combate à criminalidade. Com este marco, a Bahia realiza sua 36ª edição da Operação Força Total, reafirmando o compromisso da corporação com a segurança pública e a proteção do cidadão.
Em suas edições anteriores no estado, a operação apresentou resultados expressivos, como a apreensão de armas e drogas, prisões de indivíduos envolvidos em atividades criminosas e a recuperação de bens subtraídos. Esses números reforçam a importância do esforço conjunto e do uso estratégico de recursos no combate ao crime, impactando diretamente na redução de delitos e no fortalecimento da sensação de segurança da população baiana.
Ao lado das demais Polícias Militares do país, a PMBA atua de forma planejada e integrada, com estratégias direcionadas para atender às especificidades de cada região do estado. A Operação Força Total Nacional é mais uma demonstração do compromisso da corporação em promover um ambiente mais seguro, unindo forças em prol da ordem e da proteção da sociedade.

Nesta quinta-feira (21), em frente ao Paço Municipal Maria Quitéria, a Prefeitura de Feira de Santana apresentou a nova Linha Expresso Universitário, equipada com ônibus articulados. A iniciativa promete trazer mais comodidade para a mobilidade urbana para estudantes e trabalhadores que trafegam entre a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e o Terminal Central, além de outras instituições na Avenida José Falcão.
Durante o evento, o secretário de Mobilidade Urbana, Sérgio Carneiro, destacou a funcionalidade do novo sistema e a infraestrutura dos veículos.

“Hoje entregamos três ônibus de um total de 13. Essa linha fará o trajeto da UEFS ao Terminal Central em 30 minutos, atendendo também as faculdades na Avenida José Falcão. Esses ônibus foram pensados para estudantes e trabalhadores que precisam de eficiência no deslocamento. Eles contam com ar-condicionado, GPS, assentos prioritários e muito mais conforto e segurança para os usuários”, explicou.

O secretário também ressaltou a continuidade do projeto. “Ainda entregaremos mais 10 veículos. Não sei se será possível concluir até o final do governo do prefeito Colbert, mas, caso contrário, o próximo prefeito, José Ronaldo, dará sequência ao processo de renovação da frota que iniciamos.”
O diretor do SEST SENAT, Daniel Correia, enalteceu a parceria da instituição na capacitação dos motoristas para operar os novos ônibus articulados.

“Nós submetemos cada colaborador a 8 horas de prática simulada em um equipamento de realidade virtual de última geração. Isso garante que eles estejam preparados para conduzir esses veículos diferenciados, transportando passageiros com mais segurança e profissionalismo”, afirmou.
O prefeito Colbert Martins enfatizou a importância da nova linha para a mobilidade na região norte da cidade, destacando o potencial de crescimento do local.

“A zona norte é o maior vetor de desenvolvimento da cidade. Essa linha atende importantes áreas, como o Novo Horizonte, Campo Limpo e parte da Cidade Nova. Além disso, vamos lançar incentivos fiscais para atrair empresas ao Centro Industrial Norte, ampliando ainda mais o impacto positivo dessa iniciativa”, disse.

*Com informações do repórter Rafael Marques do site De Olho Na Cidade
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Obra de arte com banana fixada na parede — Foto: Reprodução do https://www.sothebys.com/
Não é mais do que uma banana colada em uma parede, mas a obra do artista conceitual italiano Maurizio Cattelan causou outra sensação no mercado da arte nova-iorquino na noite de quarta-feira: foi comprada por US$ 6,2 milhões (R$ 35,8 milhões) por um empresário sino-americano.
Na casa de leilões da Sotheby’s, sete compradores ou seus representantes competiram para adquirir a peça intitulada “Comedian” (“Comediante”, em português), uma banana colada em uma parede com a ajuda de uma grande fita adesiva prateada.
Depois de vários minutos, o preço subiu de US$ 800.000 para US$ 5,2 milhões – ou US$ 6,2 milhões somando comissões -, quando o martelo foi batido.
Pouco depois, Justin Sun, fundador da plataforma de criptomoedas Tron, afirmou ser o comprador em um comunicado da Sotheby’s.
“Isso não é apenas arte. Ela representa um fenômeno cultural que une os mundos da arte, dos memes e da comunidade de criptomoedas”, disse o empresário de Xining, na China.
Ele prometeu “comer pessoalmente a banana como parte dessa experiência artística única, honrando seu lugar tanto na história da arte quanto na cultura popular”.
O executivo de 34 anos já havia chamado a atenção ao adquirir uma escultura de Alberto Giacometti, “The Nose”, por US$ 78,4 milhões (R$ 422 milhões em valores da época) em 2021.
A famosa banana prometia ser uma das estrelas da semana de leilões de outono (norte) de Nova York.
De acordo com sua descrição, a obra do iconoclasta e provocador Cattelan, da qual existem três cópias, questiona a noção de arte e seu valor. Ela tem sido o assunto da cidade desde sua primeira exposição em 2019 em Miami, onde outro artista a comeu para denunciar seu preço, que na época era de US$ 120.000 (R$ 472 mil).
A cópia restante foi doada ao Museu Guggenheim de Nova York.
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Página do leilão Sotheby’s — Foto: leilão Sotheby’s
A Sotheby’s havia fixado na quarta-feira sua estimativa para a peça entre 1 milhão e 1,5 milhão de dólares (entre 5,7 e 8,6 milhões de reais). Os termos da venda incluem um certificado de autenticidade e instruções sobre como substituir a fruta.
“Comedian” superou em valor outra obra notória leiloada, ‘Oval Office (Study)’, do ícone da Pop Art dos EUA, Roy Lichtenstein, que foi arrematada por 4,2 milhões de dólares (24 milhões de reais).
O leilão Sotheby’s não especificou o motivo exato pelo alto valor da peça, apenas afirmou em nota que o objetivo do artista italiano ao criar a obra – de criticar o conceito de arte e provocar pensamentos sobre o assunto – não tirou os holofotes do produto desde então.
“Sua aparição inicial, [em 2019], atraiu multidões recordes, dividiu espectadores e críticos e causou tanto pandemônio que teve que ser removido do local antes do fim da exposição. Amplamente venerado e fortemente contestado – e comido não apenas uma, mas duas vezes – o trabalho foi manchete em diversos locais ao redor do mundo”, escreveu o Sotheby’s.
O chefe de arte contemporânea da Sotheby’s, David Galperin, a chama de profunda e provocativa. “O que Cattelan realmente está fazendo é virar um espelho para o mundo da arte contemporânea e fazer perguntas, provocando pensamentos sobre como atribuímos valor às obras de arte, o que definimos como uma obra de arte.”
Ele ressaltou ainda que o artista italiano abalou as fundações do mundo da arte e a levou ao centro da cultura popular dominante.
“Se, em sua essência, ‘Comedian’ questiona a própria noção do valor da arte, então colocar a obra em leilão em novembro será a realização final de sua ideia conceitual essencial”, informou Galperin.
Informações G1
Procuradoria da Corte Internacional de Justiça pede prisão de Benjamin Netanyahu e líderes do Hamas

O Tribunal Penal Internacional (TPI) emitiu nesta quinta-feira (21) um mandado de prisão internacional para o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu por crimes de guerra.
O TPI também expediu mandados para Mohammed Deif, líder do Hamas que Israel diz já ter matado, e para o ex-ministro da Defesa de Israel Yoav Gallant, demitido há duas semanas por Netanyahu.
O TPI disse ter evidências suficientes de que todos condenados cometeram crimes de guerra por deliberadamente atacarem alvos civis, de um lado e de outro. As condenações também incluem os crimes de “indução à fome como método de guerra”, pelo lado de Israel, e “exterminação de povo”, pelo lado do Hamas.
Os mandados de prisão foram emitdos para todos os 124 países signatários do TPI — inclusive o Brasil — e significa que os governos desses países se compromentem a cumprir a sentença e prender qualquer um dos condenados caso eles entrem em territórios nacionais.
A senteça acatou um pedido da Procuradoria do tribunal feito em maio, o primeiro trâmite da Justiça internacional contra Netanyahu.
O premiê israelense ainda não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem, mas o líder da oposição, Yair Lapid, chamou o mandado de prisão a Netanyahu de “uma recompensa ao terorrismo”. O ex-primeiro-ministro israelense Naftali Benett, também criticou a decisão.
Esta reportagem está em atualização.
O pedido original de prisão de Netanyahu, Gallant foi feito em maio deste ano pelo procurador do TPI, Karim Khan, que também pediu a prisão emitida contra o presidente russo, Vladimir Putin. Na ocasião, Khan também pediu a prisão dos então três principais chefes do Hamas. Israel diz já ter matado os três, mas o Hamas só confirmou a morte de dois deles:
Segundo o procurador, do lado do Hamas, os seguintes crimes foram cometidos:
Já do lado de Israel, Kham disse ter identificado os seguintes crimes:
“Agora, mais do que nunca, precisamos demonstrar coletivamente que o direito internacional humanitário, a base fundamental para a conduta humana durante o conflito, se aplica a todos os indivíduos e se aplica igualmente a todas as situações abordadas pelo meu escritório e pelo tribunal”, disse Khan.
As decisões feitas pelo TPI devem ser cumpridas por todos os 124 países signatários do acordo que criou a Corte — o Brasil é um deles.
No entanto, o tribunal não tem uma força policial que cumpra os mandados de prisão, e depende do comprometimento de cada Estado para prender um condenado que entre em seu território.
Tanto o governo de Israel quanto o Hamas criticaram a decisão do procurador do TPI.
Netanyahu criticou o pedido:
“Eu rejeito essa comparação nojenta do procurador em Haia entre a democracia de Israel e os assassinos em massa do Hamas. Que audácia você compara o Hamas, que matou, queimou, fatiou, decapitou, estuprou e sequestrou nossos irmãos e irmãs e os soldados das Forças de Defesa de Israel, que lutam uma guerra justa”.
Já o Hamas disse, em comunicado, que o pedido de Khan “iguala a vítima ao carrasco” e disseram querer que a Procuradoria anule a solicitação de prisão para seus líderes.
Outro desafio é que Israel e seu principal aliado, os Estados Unidos, não são membros do TPI, assim como a China e a Rússia.
Informações G1