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Após a derrota por 2 a 1 para o Grêmio, marcada por um lance controverso do gol de Gilberto anulado pelo árbitro de vídeo, o Bahia publicou uma nota nas redes sociais com uma dura reclamação contra a arbitragem brasileira. No comunicado, o Tricolor afirmou que a comissão “vai saindo da vergonha para o escândalo”.


“Em outubro, a Comissão de Arbitragem admitiu erro na utilização do VAR em um lance de impedimento. Hoje, mais uma vez, gol anulado com frame errado, linhas horizontais sobrepostas e linhas verticais equivocadas. A arbitragem brasileira vai saindo da vergonha para o escândalo”, escreveu.

Logo depois, o clube publicou um vídeo com um histórico de lances em que se sentiu prejudicado e que foi apresentado para a Confederação Brasileira de Futebol em outubro. 
“O tempo passou e continuamos a ser prejudicados, como no já famoso lance em que não marcaram pênalti do goleiro são-paulino Tiago Volpi no zagueiro Ernando”, completou.


O revés diante do tricolor gaúcho foi o sétimo seguido do Esquadrão de Aço na competição nacional. Na briga contra o rebaixamento, a equipe volta a entrar em campo no próximo domingo (10), contra o Atlético Goianiense, em Goiânia. 

Informações Bahia Notícias


O cantor estava internado há mais de um mês com COVID-19

Foto: Danilo Abravanel

O cantor e compositor paraibano Genival Lacerda morreu aos 89 anos. A informação foi confirmada pelo herdeiro do artista, Genival Lacerda Filho, na manhã desta terça-feira (7), em suas redes sociais. “Painho faleceu”, escreveu. 

Foto: Reprodução

Genival deu entrada no Hospital Unimed I, no Recife (PE), no dia 30 de novembro de 2020, com o diagnóstico de Covid-19. De acordo com os últimos boletins médicos, o artista encontrava-se na Unidade de Terapia Intensiva em estado grave, “sem perspectiva de alta” 

Segundo o filho de Genival, João Lacerda, antes de ser internado com a COVID-19, Genival estava se recuperando de um AVC sofrido em maio. “Ele estava bem de saúde, porém com várias limitações e restrições, em virtude do AVC sofrido, bem como a diabetes, constatada no ano de 2018. E mesmo com as limitações e restrições após a descoberta da diabetes, ele passou a realizar exercícios físicos e dieta menos calórica”, acredita ele

Nascido em Campina Grande, na Paraíba, no dia 15 de abril de 1931, Genival Lacerda lançou 70 discos ao longo de sua vasta carreira. São dele sucessos como “Severina Xique Xique”, “De quem é esse jegue?” e “Radinho de Pilha”.

Em 2016, o artista recebeu o título de Cidadão Baiano. “Eu já recebi em Recife, Pernambuco, mas um título como esse que eu recebi em Salvador, foi a coisa mais linda da minha vida. Muito bom, uma honra pra mim, sabe? Bem feito, fiquei satisfeitíssimo, eu não tinha recebido um título daquele jeito antes. E agora já podem dizer, Genival Lacerda baiano! (risos). Eu fiquei entusiasmado para cada vez mais vir a Salvador e à Bahia”, disse o artista ao Bahia Notícias.

Informações Bahia Notícias


Pablo Roberto Gonçalves e Jairo Alfredo Carneiro Filho são nomeados secretários de desenvolvimento social e de Cultura. 

Foto: Reprodução

O prefeito Colbert Filho nomeou, nesta quinta-feira (07) mais dois integrandes do governo para ocupar o primeiro escalão. 

Jairo Carneiro Filho foi reconduzido ao cargo de secretário de Cultura, Esporte e Lazer, e na Superintendência Municipal de Manutenção e Operações, o novo titular é o engenheiro João Vianey Marval Silva. 

As nomeações foram publicadas na edição do Diário Oficial Eletrônico do Município. Na publicação também consta a nomeação de alguns diretores e chefes de departamentos. 

A publicação traz as nomeações para os cargos de diretor administrativo do Hospital Inácia Pinto dos Santos (Hospital da Mulher) e de Diretora do Departamento de Publicidade, que serão assumidos, respectivamente, por  Agostinho Froes da Motta Oliveira e pela jornalista Renata Cardozo Maia, ex-TV Subaé.

Outras nomeações:

  • Leonir Barros Souza Cerqueira, para o cargo de Diretor do Departamento de Gestão de Patrimônio;
  • Vitor Carneiro Dourado, para o cargo de Chefe da Divisão de Execução Contábil;
  • Emerson Tavares Ribeiro, para o cargo de Chefe da Divisão de Juventude.
     

Informações PMFS


Brasil perdeu 4,6 milhões de leitores entre 2015 e 2019

Foto: Divulgação/Cultura RJ

O Brasil conta com 100,1 milhões de leitores, em um universo de mais de 200 milhões de habitantes, e esse grupo vem diminuindo com o passar do tempo. De acordo com a última edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita com dados de 2019, registrou-se uma diferença de 4,6 milhões de pessoas em relação a 2015.

Os resultados da pesquisa, elaborada pelo Instituto Pró Livro e o Itaú Cultural, lembram alguns dos entraves para se manter o hábito de leitura no país, que voltam à tona em datas como a comemorada hoje (7), Dia do Leitor. A celebração é uma homenagem à fundação do jornal cearense O Povo, que foi criado em 7 de janeiro de 1928, pelo poeta e jornalista Demócrito Rocha.

Além do valor dos livros, que os tornam artigo de luxo para os mais pobres, e da correria do dia a dia, que acaba dificultando o hábito da leitura, ainda faltam recursos de acessibilidade. Tal lacuna também é percebida em um dos formatos mais queridos dos brasileiros: os gibis ou as histórias em quadrinhos. Juntos, eles representam uma parcela significativa de material de leitura com que o brasileiro tem contato todos os dias ou pelo menos uma vez por semana, conforme revela a pesquisa Retratos da leitura no Brasil.

A pesquisa mais recente do Instituto Pró-Livro e Itaú Cultural também mostrou que 2% dos entrevistados classificados como não leitores de livros informaram que a razão pela qual não leram nos últimos três meses foi porque têm problemas de saúde/visão. Entre os entrevistados qualificados como leitores, a pergunta não foi aplicada.

Pesquisa

Os obstáculos de se traduzir histórias em quadrinhos para pessoas com deficiência visual foi o enfoque dado pelo pesquisador Victor Caparica à sua tese de doutorado, desenvolvida na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp). O trabalho venceu o Prêmio Unesp de Teses na categoria Sociedades Plurais.

Caparica perdeu, primeiro, a visão de um olho apenas, tornando-se o que se chama de monocular, até que, uma década depois, acabou ficando sem enxergar de modo absoluto. Ele integra a parcela de 3,6% da população brasileira que tem deficiência visual. Conforme menciona o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na Pesquisa Nacional de Saúde, 16% das pessoas com esse tipo de deficiência apresentam um grau muito severo, que os impede de realizar atividades habituais, como ir à escola, trabalhar e brincar.

Segundo Caparica, a audiodescrição não é algo semelhante à tradução, mas consiste, “categoricamente”, em traduzir. Isso significa que implica o mesmo grau de percalços e questionamentos de outros tipos de tradução, como a literária. O processo que se configura é “a transposição de um enunciado de uma perspectiva visual (que uma pessoa com deficiência  visual não pode avaliar) para uma perspectiva não-visual”.

“Não há nenhuma diferença qualitativa ou quantitativa observável entre a tradução de uma pessoa que traduz um poema de um idioma para outro e uma audiodescrição, são os mesmos desafios, a mesma atividade, são as mesmas competências que se espera do profissional”, diz.

“Inclusive, na área de letras, é relativamente conhecido o termo da tradução intersemiótica e eu uso bastante essa expressão na pesquisa, que é justamente quando você está traduzindo um enunciado de uma forma de construção de sentido, que a gente chama de semiose, de uma semiose pra outra. Então, é de uma forma de construir significados pra outra forma de construir significado.”

Em seu trabalho acadêmico, Caparica pontua que aproveitar a simples sucessão de quadros não seria o suficiente para uma narração, reflexão que fez a partir de sua dupla experiência, como leitor de histórias em quadrinhos visual e como consumidor do produto audiodescrito. E foi nesse sentido que desejou contribuir.

O pesquisador argumenta, ainda, que “a audiodescrição exige a cooperação entre um audiodescritor que enxerga e um consultor que não enxerga”. Por isso, para desenvolver sua tese, a companheira de Caparica, Letícia Mazzoncini Ferreira, formou-se como audiodescritora para colaborar com o projeto.

“Quem consome a audiodescrição não pode produzi-la, quem precisa, seu público-alvo. E quem a produz não é seu público-alvo. Isso cria uma lacuna, um abismo comunicacional que precisa ser suplantado. É necessário que se construa uma ponte por cima desse precipício que separa o público da produção”, diz.

“Eu ainda consigo cumprir, como profissional, uma série de papéis da audiodescrição, por uma coincidência de elementos da minha formação pessoal e profissional, acabei acumulando algumas competências múltiplas na área de audiodescrição. Além de ser consultor e produtor de conteúdo audiodescrito, sou também locutor profissional e também faço a parte de edição e mixagem de áudio. Então, três quartos do trabalho com a produção de audiodescrição eu, como público-alvo, consigo estar lá e fazer, mas esse um quarto que falta é o papel mais importante de todos, que é o de audiodescritor, que faz efetivamente a tradução”, emenda.

Audiodescrição pelo mundo

Caparica destaca, em sua tese, três localidades que considera avançadas, em termos de audiodescrição: os  Estados  Unidos, o  Reino  Unido e a Espanha. No território estadunidense, por exemplo, o rádio foi fundamental para a difusão desse tipo de técnica, que começou pelo teatro, com peças sendo transmitidas por diversas estações.

“Costumo dizer que a audiodescrição começou com o rádio. Aí, você vai dizer: radionovela. A radionovela não é o caso, porque já foi concebida para ser áudio, mas as locuções esportivas no rádio, não. O primeiro caso de audiodescrição profissional que você vai encontrar são os locutores futebolísticos, que faziam audiodescrição em tempo real do que estava acontecendo no estádio. Sem dúvida, o rádio teve, em muitos lugares, uma relação muito próxima com a audiodescrição e é ainda subutilizado nesse sentido. Se considerar a estrutura de pessoas que tem um radinho FM em casa e, mesmo quem não tem, quanto custa um hoje? Tem uma facilidade de estrutura e de se transmitir esse conteúdo de forma acessível e com tanta facilidade por essa mídia, acho que é muito subutilizada pelo que poderia ser, hoje, no século 21”, pontua Caparica.

Enquanto nos Estados Unidos há uma lei federal que fortalece a consolidação do recurso, no Brasil, avalia ele, “a prática é incipiente”.

O que falta, afirma, é a robustez e a estabilidade de políticas públicas. Caparica afirma que a audiodescrição no país ainda precisa ser aprimorada, embora não esteja “estagnada” e que a capacitação profissional deve, necessariamente, contemplar demandas específicas do idioma.

“Não existe, nunca existiu no Brasil uma política nacional para pessoa com deficiência. Política nacional não é projeto de governo, porque isso, esse partido faz e o próximo desfaz. Política nacional é como se teve, por exemplo, a de alfabetização no Brasil. Foi um projeto que foi abraçado e nenhum governo que veio depois achou que fazia sentido desfazer. “

Por isso, toda iniciativa é sempre individual, pontual, é sempre quem consegue fazer alguma coisa e, dentro dessas possibilidades, dessa limitação, o que o Brasil conseguiu fazer foi produzir audiodescrição no começo desse século só, colocando a gente com certo atraso na coisa. A gente demorou muito para regulamentar a profissão de audiodescritor. Um curso de audiodescritor ainda não tem nenhuma regulamentação, então é feito de maneira muito informal. Os melhores, inevitavelmente, vão replicar o modelo de cursos do exterior já consagrados”, finaliza.

Retrato da leitura e o gosto por quadrinhos

Para obter os dados apresentados no levantamento do Instituto Pró Livro e do Itaú Cultural, equipes percorreram 208 municípios, entre outubro de 2019 a janeiro de 2020. Ao todo, 8.076 pessoas foram consultadas, sendo divididas entre leitores, que são aqueles que leram um livro integral ou parcialmente nos últimos três meses, e não leitores, classificação que designa aqueles que declararam não ter lido nenhum livro nos últimos 3 meses, mesmo que tenha lido nos últimos 12 meses.

A simpatia pela Turma da Mônica fica evidente nas respostas. Os gibis foram uma das 37 obras mais citadas. Além disso, Maurício de Sousa, criador dos personagens do gibi, também figura entre os autores mais lembrados e adorados.

Também se observa que, entre estudantes, a proporção de gibis e histórias em quadrinhos é maior (16%) do que a registrada entre não estudantes (8%). A média nacional é de 8%.

Pode-se imaginar também que, ao estar na universidade, os jovens acabem abandonando os gibis e quadrinhos, mas acontece exatamente o oposto. Ao todo, 14% dos entrevistados com esse nível de escolaridade declararam que os leem, contra 13% das crianças que cursam o fundamental I (1º a 4º série ou 1º ao 5º ano), 12% dos que estão no ensino fundamental II (5º a 8º série ou 6º ao 9º ano) e 8% dos alunos do ensino médio.

Em relação à faixa etária, observa-se que os grupos que mais folheiam gibis e histórias em quadrinhos são pessoas com 5 a 10 anos de idade (22%) e de 11 a 13 anos (21%). As que manifestam menos interesse são idosos com 60 anos ou mais (1%), com 50 a 59 (7%) e 30 a 39 (8%).

Informaçõés Agência Brasil


Em pronunciamento na TV, ministro da Saúde afirmou que país já tem o suficiente iniciar a campanha em janeiro

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Na noite desta quarta-feira (6), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, realizou um pronunciamento em rede nacional de televisão em que disse que o Brasil já tem vacinas, agulhas e seringas o suficiente para começar a vacinação contra a Covid-19 “ainda neste mês de janeiro”. De acordo com ele, o país também já “está preparado e estruturado em termos financeiros, organizacionais e logísticos para executar o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação”.

Pazuello informou que “todos os estados e municípios receberão a vacina de forma simultânea, igualitária e proporcional à sua população” e ressaltou que “seremos também exportadores de vacina para a nossa região muito em breve”.

O ministro ainda explicou que o presidente Jair Bolsonaro “assinou e enviou para publicação uma Medida Provisória que trata de medidas excepcionais para aquisição de vacinas, insumos, bens e serviços de logística, até a aquisição de serviços nas áreas de tecnologia da informação e publicidade”.

Informações Pleno News


Sessão foi marcada por muita confusão e invasões do Capitólio; resultado saiu apenas na madrugada

Foto: Reprodução

Após momentos caóticos, com invasão do Capitólio e quatro mortos em confrontos violentos, a sessão do Congresso americano de certificação do resultado das eleições foi finalizada na madrugada desta quinta-feira (7) e declarou o democrata Joe Biden como presidente eleito dos Estados Unidos.

Após uma longa paralisação em razão dos confrontos, o vice-presidente Mike Pence retomou a sessão durante o fim da noite de quarta-feira (6) e disse que as pessoas que causaram estragos ao Capitólio “não ganharam”.

– Para aqueles que causaram estragos em nosso Capitólio hoje: vocês não ganharam. A violência nunca vence. A liberdade vence – declarou.

Ao longo da sessão, Senado e Câmara rejeitaram as objeções de rejeitar os votos eleitorais da Geórgia e da Pensilvânia para Biden. Os republicanos também se opuseram aos votos eleitorais do Arizona, Nevada e Michigan, mas as moções falharam antes de chegarem ao debate.

Informações Pleno News


Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 72 recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 18.164 pacientes livres da doença, índice que representa 87,5% dos casos confirmados. Além disso, foram registrados 397 exames negativos para o vírus e 282 casos positivos.
Os resultados positivos de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 22/12 e 28/12 e que estavam aguardando resultado do laboratório.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 60 pacientes internados no município e 2.213 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais quatro mortes (os óbitos mencionados não são referentes a data de hoje e sim de dias anteriores). A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (06).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA QUARTA-FEIRA
06 de janeiro de 2021

Casos confirmados no dia: 282
Pacientes recuperados no dia: 72
Resultados negativos no dia: 397
Alta hospitalar no dia: 0
Óbitos comunicados no dia: 4
Datas dos óbitos: 21/12, 23/12, 01/01 e 04/01

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 2.213
Total de casos confirmados no município: 20.741 (Período de 06 de março a 06 de janeiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.153
Total de pacientes hospitalizados no município: 60
Total de recuperados no município: 18.164
Total de exames negativos: 27.475 (Período de 06 de março a 06 de janeiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 958
Total de óbitos: 364

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 19.987 (Período de 06 de março a 06 de janeiro de 2021)
Resultado positivo: 3. 594 (Período de 06 de março a 06 de janeiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 14
Resultado negativo: 16. 393 (Período de 06 de março a 06 de janeiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Camex também suspende sobretaxa contra China

Foto: Reuters

Até o meio do ano, as seringas e agulhas de outros países entrarão no Brasil sem pagar tarifas. O Comitê-Executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu zerar o imposto de importação até 30 de junho. A medida ajudará a reforçar o combate à pandemia de covid-19.

Até agora, esses produtos pagavam 16% de alíquota para entrar no país. A Camex também suspendeu, até o fim de junho, uma sobretaxa aplicada para as seringas descartáveis importadas da China.

Desde 2009, o Brasil aplica uma medida antidumping – punição autorizada pelas normas internacionais quando um país julga haver concorrência desleal à indústria nacional – às seringas descartáveis chinesas. Desde 2015, a sobretaxa estava fixada em US$ 4,55 a cada quilograma de mercadoria importada.

Tarifa zerada

Com as duas medidas, a lista de produtos com tarifa zerada para o combate à pandemia de covid-19 aumentou para 303 produtos. Desde março do ano passado, o Comitê-Executivo da Camex avalia o abastecimento brasileiro de produtos de saúde e promove ajustes na lista com base na avaliação do Ministério da Saúde da situação da pandemia no país. Até agora, foram emitidas 16 resoluções de reduções tarifárias.

Na segunda-feira (4), o Ministério da Saúde havia requisitado a fabricantes instalados no país seringas e agulhas de estoques excedentes para a futura campanha de vacinação contra a covid-19.

Informações Agência Brasil


Foto: Divulgação

Usuários do WhatsApp começaram a receber notificações de uma atualização nos termos de privacidade da plataforma de mensagens. Agora, qualquer pessoa que usa o aplicativo deve consentir com o compartilhamento de seus dados com o Facebook, empresa que é dona do WhatsApp. A mudança é obrigatória e não é possível optar por não compartilhar os dados pessoais.

A partir do dia 8 de fevereiro de 2021, os novos termos do aplicativo de mensagens tornam obrigatório o compartilhamento de informações como número de telefone, dados de transações, endereço IP, dados de dispositivo, dados sobre as interações com outros contatos (pessoas ou empresas), entre outros.

Até os grupos que o usuário ingressou ou seus status (em estilo de stories) podem ser coletados e compartilhados com o Facebook. As informações podem ser compartilhadas também com outras empresas do Facebook.

Para o WhatsApp, a coleta de dados serve para “melhorar, personalizar, apoiar e comercializar” suas funções, de acordo com nota publicada em seu site. “Precisamos de certas informações para fornecer nossos serviços”, disse a empresa em nota.

Informações Exame


Foto: Reprodução

O ano de 2020 acabou, 2021 mal começou, mas a situação econômica do Grupo Globo parece dar sinais de que segue com problemas. Ao menos é isso que indica uma medida tomada pela emissora logo nos primeiros dias do novo ano, por meio de um comunicado em que o grupo afirma que o café da manhã dos colaboradores passará a ser cobrado.

A mensagem, espalhada pelos corredores da empresa, aponta que o funcionário terá que desembolsar R$ 5 se quiser um sanduíche e uma bebida quente. Já se quiser incluir uma fruta e um bolo ou biscoito, o funcionário precisará acrescentar mais R$ 3 à conta. Caso queira mais um sanduíche na refeição, terá que desembolsar R$ 10.

Para os profissionais que possuem altos salários na emissora, o impacto não deve ser dos maiores. Já para os com menores rendimentos, na faixa de R$ 1.000, o impacto deve ser bastante sentido, levando-se em conta um gasto de, no mínimo, R$ 100 ao mês apenas com a primeira refeição.

Ainda segundo o comunicado repassado pela emissora aos funcionários, a “mudança” aconteceu porque a Globo fechou parcerias com novos fornecedores, para poder oferecer mais opções e variedades nas refeições dos funcionários.

Informações Pleno News