O ator Marco Pigossi agradeceu ao carinho que recebeu dos fãs após assumir um relacionamento com Marco Calvani. O ator se pronunciou sobre o assunto neste sábado, 27.
Marco publicou na sexta-feira, 26, uma foto segurando a mão do cineasta italiano com a legenda: “Chocando zero pessoas”. Esta é a primeira vez que o artista revela estar em um relacionamento homoafetivo.
No Instagram, ele agradeceu a repercussão. “Sobre existir e resistir. Sobre as últimas notícias, quero agradecer a todas as mensagens de carinho e respeito”, iniciou.
“Que a discussão se faça cada vez mais presente e natural. Que o amor seja cada vez mais forte. Afinal, sabemos que o ódio vem do medo”, afirmou.
“Medo do diferente e do novo. Que não tenhamos mais medo de existir! Um beijo a todxs”, finalizou.
Nos comentários, Pigossi recebeu carinho de personalidades do meio artístico. “Te amo”, disse Giovanna Lancellotti. “Seu lindo”, elogiou Alessandra Negrini. “Um grande viva pra você, antes de tudo, querido. Vc é um grande homem, um grande colega, um grande amigo e um grande artista e merece só o melhor. Que seja lindo”, declarou Alexandre Nero.
Os jornalistas Francisco José e Renato Machado foram demitidos pela Globo nesta segunda-feira (29). A mudança se deve pela nova política da empresa, que tem renovado seu quadro de funcionários e dispensado repórteres mais experientes. Celetistas, Machado e José tinham mais de 40 anos de emissora e atuavam nos últimos tempos no jornalístico Globo Repórter.
Diretor de Jornalismo da Globo, Ali Kamel enviou e-mail para se despedir dos antigos colegas. Ele elogiou o profissionalismo de ambos e contou que os dois ainda têm trabalhos para serem exibidos, principalmente no Globo Repórter, no qual atuavam prioritariamente. Francisco José havia acabado de voltar de férias.
Eles se juntam a nomes como Alberto Gaspar, Ari Peixoto,José Hamilton Ribeiro, Eduardo Faustini, Isabela Assumpção e Linhares Júnior, que também saíram neste movimento recente da emissora. A notícia chocou colegas e tocou admiradores internamente, principalmente no Recife, onde Francisco José é considerado uma lenda viva.
A carreira de Renato Machado
Renato Machado tem 78 anos e estava na Globo desde 1982. Antes, trabalhou no extinto Jornal do Brasil durante 12 anos. Uma de suas primeiras aparições foi na cobertura de um ano da Guerra das Malvinas, entre Reino Unido e Argentina, para o Jornal da Globo.
Em 1983, foi enviado para o escritório da capital britânica. De lá, produziu reportagens especiais e partiu para cobrir momentos marcantes, como atentados terroristas em Paris (1986) e o acidente nuclear de Chernobyl (1986).
De volta ao Brasil em 1995, Machado causou uma revolução nas manhãs. Passou a ser editor-chefe e apresentador do Bom Dia Brasil, função que ocupou entre 1996 e 2010. Foi nas mãos de Machado que o jornalístico passou a ser um jornal factual e mais relevante. Antes, era produzido em Brasília, Com ele, passou a ser feito no Rio de Janeiro.
Saiu do noticiário diário em 2011, quando iniciou mais uma temporada em Londres. Cobriu eventos importantes e acompanhou a escalada do terror na Europa. Voltou novamente ao Brasil em 2016, onde produzia reportagens especiais para o Globo Repórter desde então.
Francisco José: a voz do Nordeste
Francisco José tem 77 anos, 46 deles dedicados ao trabalho na Globo. Ele é uma lenda do Jornalismo no Nordeste. Estava desde 1975 na emissora e foi um dos primeiros rostos com sotaque de fora do eixo Rio-São Paulo a aparecer no Jornal Nacional. Com o tempo, passou a ganhar mais espaço em rede nacional e cobriu grandes eventos fora da região.
Entre eles, estão a Guerra das Malvinas, em 1982; quatro Copas do Mundo (Argentina 1978, Espanha 1982, México 1986 e Estados Unidos 1994); e a ECO-92, conferência sobre o clima realizada no Rio de Janeiro.
Um dos episódios mais impactantes na trajetória de Francisco José aconteceu mesmo no Recife (PE), na cobertura de um assalto a banco em 1987. Uma mulher grávida estava sendo ameaçada com um revólver na cabeça. O repórter se propôs a ficar como refém no lugar dela.
Desde seu começo na Globo, Chico José, como é carinhosamente chamado por colegas, fazia reportagens para o Globo Repórter. Começou a se dedicar mais à função nos últimos anos. Mergulhador, virou o rosto de reportagens sobre as belezas do Brasil.
Leia o e-mail de homenagem para Renato Machado:
“A primeira vez que conheci Renato Machado pessoalmente foi em Brasília, na cobertura do impeachment de Collor, eu pelo Globo e ele pela TV. Estávamos na casa de Eliane Cantanhêde com outros tantos jornalistas – e Renato encantando a todos com suas histórias bem humoradas.
Quando cheguei à Globo em 2001, ele já era apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil, programa cujo novo formato ele ajudou a criar, em 1996, com mais conversa, mais análise. Sucesso imediato, passou a pautar as redações sobre o que vinha pela frente. Tivemos, nesse período, um contato estreito –especialmente durante as coberturas eleitorais, quando preparávamos as entrevistas que seriam feitas com os candidatos. Atento, atencioso, certeiro.
Renato tem uma experiência invejável no jornalismo: BBC de Londres por dois anos, Jornal do Brasil por 14, e, na Globo, desde 1982 (com apenas um ano de afastamento, quando trabalhou para a TV Manchete). Aqui, foi repórter especial, correspondente em Londres por dois longos períodos e editor-chefe e apresentador do Bom Dia Brasil por 15 anos. Cobriu de tudo: guerras, atentados terroristas, revoluções, tragédias, escândalos políticos, acontecimentos culturais, entrevistas com grandes personalidades internacionais.
Poucos alcançaram tamanho êxito. Entre as coberturas marcantes da qual participou, eu destaco aquela do acidente nuclear de Chernobyl, em 1986. O stand up que fez, à beira de uma lagoa em Upsala, mostrou a qualidade do seu texto e a capacidade de explicar fenômenos complexos. Eu cito de memória, e peço desculpas pela inexatidão. Mas era algo assim: “A radioatividade fica presa nas águas paradas do lago, contaminando tudo, inclusive esse chão onde piso. E é exatamente por isso que devo sair daqui logo”. Virou-se de costas e partiu. Algumas palavras, um gesto, e o público entendeu a dimensão da tragédia.
Renato está há cinco anos no Globo Repórter. E não me surpreende que, logo o primeiro programa dele tenha sido indicado ao Emmy, na categoria “Atualidade”. Emprestou certamente ao programa sua experiência com o jornalismo internacional, que começou já na sua estreia na BBC em 1967. Mas também o traqueio no manejo de temas nacionais, culturais e de comportamento. A câmera gosta dele e o público mais ainda.
A maneira cordata que deixa transparecer no vídeo é a mesma com que trata colegas e amigos. Um profissional ímpar, um colega gentil e um amigo querido.
Também ele, como Zé Hamilton Ribeiro e Chico José, de quem já falei, combinou comigo a sua saída. Foi tão logo voltou de Londres. Um planejamento de longo prazo e por etapas. Segundo nosso acerto, sairia em 2020, mas adiamos para o fim desse ano por conta da pandemia.
Renato deixa um legado de bom jornalismo. É um exemplo do profissional de excelência. Em meu nome, em nome da Globo e de seus colegas, muito obrigado.”
Leia o e-mail para Francisco José:
“Chico José, cearense de Crato, começou a trabalhar como jornalista em 1966 no Jornal do Commercio do Recife, antes mesmo de a profissão ser regulamentada, como ele gosta de frisar. Pelo jornal, Chico cobriu duas Copas do Mundo e chamou atenção de Armando Nogueira, que o convidou para ser repórter e apresentador do Globo Esporte. O programa começaria a ser exibido na capital pernambucana. Depois de estrear em frente às câmeras, em 1975, achou que a TV não era para ele.
Chico estava enganado.
Há 46 anos, vem fazendo uma carreira brilhante na Globo. Ao longo de sua trajetória, pelo Esporte, Chico participou de quatro Copas do Mundo e duas Olimpíadas. No Jornalismo, coleciona histórias inesquecíveis: foi o primeiro repórter do Nordeste a aparecer no JN, mergulhou ao vivo na Baía de Guanabara durante a Rio-92 (um feito inédito e antológico), cobriu a Guerra das Malvinas (quando chegou a ser expulso pelo militares), acompanhou dezenas de apresentações do Galo da Madrugada, mostrou ao Brasil a importância das festas de São João, acompanhou o Papa João Paulo II na Coreia, revelou ao país as primeiras imagens do naufrágio do Bateau Mouche, e alcançou a impressionante marca de 103 edições do Globo Repórter… Sim, não é erro de digitação: são 103 programas com reportagens dele, um feito. Esses são apenas alguns dos muitos momentos em que Chico deixou sua marca.
Aliás, foi no Globo Repórter que ele mostrou seu lado aventureiro. Pulou de bungee jump, mergulhou com tubarões, seguiu onças na Amazônia, mostrou a vida selvagem na África do Sul e os tesouros do Caribe, encarou elefantes marinhos na Patagônia e muito mais. Foi ao Polo Norte e ao Polo Sul. Em 2013, Chico foi finalista do Emmy com um Globo Repórter sobre a rotina e os rituais dos índios Enawenê-Nawê, na Amazônia.
Mas nada representa mais Chico José do que sua identificação com o Nordeste. É um apaixonado. Durante 10 anos, fez coberturas da seca e da miséria que assolavam o sertão nordestino. Em 2008, percorreu seis capitais para mostrar, ao vivo, o São João no Jornal Nacional. Por 15 anos, ao lado de Beatriz Castro, apresentou e fez reportagens no programa local de meio ambiente Nordeste Viver e Preservar.
Recebeu vários prêmios, inúmeras homenagens e títulos – entre eles o de Cidadão Pernambucano. Convidado para ser correspondente internacional, nunca quis. Costuma dizer que não troca o Nordeste por nenhum outro lugar do mundo. Mas tem no currículo reportagens feitas em todos os continentes. Tem um jeito único de fazer reportagem: envolvente, cativante, leva o espectador para onde ele está. Com palavras precisas, com cenas que marcam.
Eu o conheci pessoalmente ao chegar à Globo, numa visita que fiz ao Recife. Depois dos afazeres na redação, aceitei o convite dele para almoçar. Andando pelas ruas, pude comprovar o quanto é querido, tratado como família pelos pernambucanos, carinho puro, que ele retribui. Uma conversa com ele nunca é curta e é sempre prazerosa. Num de nossos encontros mais recentes, tínhamos uma agenda breve, mas quando nos despedimos já havia se passado uma hora. Conversamos sobre a profissão, o fazer jornalístico, a vida. Chico é um baú de boas histórias e um observador agudo. Jo Mazarollo me disse dele: “Adora contar histórias. As histórias das reportagens e as histórias que surgem enquanto está fazendo as reportagens”. É verdade.
Há três anos, começamos a conversar mais detidamente sobre este movimento que se conclui hoje. Primeiramente, deixou o dia a dia para se dedicar aos projetos que tinha no Globo Repórter. Para a nossa alegria e satisfação do público, fez o que planejou. Em outubro, partiu para o Atol das Rocas, período mais propício para realizar a reportagem há muito sonhada. O resultado, como sempre, superou todas as melhores expectativas. Ao dar o ponto final no texto, ao pronunciar as últimas palavras do programa, encerrou com chave de ouro esses 46 anos de Globo. O resultado vai ao ar em 25 de março do ano que vem. Como planejado.
Eu agradeço ao Chico José, cearense do Crato, cidadão de Pernambuco, jornalista do Brasil, por todo o legado que nos deixa e por tudo o que fez pelo nosso jornalismo. Em meu nome, no nome da Globo e no de seus colegas”.
Presidente Jair Bolsonaro vai filiar-se ao Partido Liberal Foto: PR/Isac Nóbrega
O PL (Partido Liberal) realizará o evento de filiação do presidente Jair Bolsonaro ao partido nesta terça-feira (30), em Brasília. O “casamento” do chefe do Executivo com o PL foi acertado após negociações com o presidente da sigla, Valdemar da Costa Neto.
O dia 30 de novembro foi escolhido especialmente por ser o Dia do Evangélico, feriado no Distrito Federal. Inicialmente, a filiação seria em 22 de novembro.
A cerimônia será simples, conforme desejo do presidente Jair Bolsonaro, às 10h, no auditório do Complexo Brasil 21, em Brasília, espaço para público entre 250 e 300 pessoas.
Os detalhes do evento ainda não foram divulgados, mas, de acordo com o UOL, grupos de fiéis de igrejas evangélicas do Distrito Federal teriam sido chamados para participar do evento e os contatos teriam sido feitos a partir de pessoas próximas da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.
Além de fiéis, a solenidade também poderá contar com a presença de pastores e bispos. O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), primogênito do presidente, também deverá filiar-se ao PL na mesma ocasião.
Nesta quarta-feira, 1º, a Caravana da Vacinação chega ao bairro Tomba. A ação será das 8h às 12h, na Praça Macário Barreto, com aplicação da vacina contra Covid-19. O projeto da Secretaria Municipal de Saúde, que aproxima o acesso à vacinação, já percorreu toda a zona rural de Feira de Santana e agora vai contemplar os bairros do município.
Na oportunidade, serão vacinados com a primeira dose adolescentes de 12 a 17 anos, maiores de 18 anos, gestantes e puérperas. A aplicação da segunda dose é para aqueles que estão no período recomendado.
Já a dose de reforço é para pessoas acima de 18 anos, que receberam a segunda dose há mais de 5 meses e em pacientes imunossuprimidos (transplantados, em quimioterapia, hemodiálise, HIV e outros) que tenham recebido a segunda dose há mais de 28 dias.
Uma equipe da SMS vai percorrer o bairro e seu entorno convocando a comunidade. Além disso, os moradores terão a oportunidade de realizar o exame RT-PCR para diagnóstico da Covid-19 e receber orientações de cuidados e prevenção da doença.
Em busca do apoio de evangélicos para as eleições de 2022, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou de um evento religioso no fim de semana onde afirmou que assistiu a cultos durante o tempo em que passou preso. A iniciativa do petista, no entanto, foi criticada pelo pastor Silas Malafaia, que afirmou que Lula “não vai enganar o povo evangélico”.
A declaração foi dada pelo pastor à coluna Radar, da Revista Veja.
– A esquerda não engana mais a gente. Esse negócio de querer abrir Bíblia, levantar mãozinha, não funciona mais. Meu irmão, nós não somos mais trouxas. A esquerda é contrária a todos os nossos princípios ideológicos. O PT votou contra tudo aquilo que temos como princípio básico e não abrimos mão. Lula não vai enganar o povo evangélico – apontou.
No evento, Lula chegou a dizer que a “religião pode ser feita com muita verdade e ninguém precisa utilizar da boa-fé dos outros”.
Renato Gaúcho não é mais o técnico do Flamengo. A decisão foi tomada pela diretoria nesta segunda-feira, após conversa com o treinador. A saída acontece depois da perda do título da Libertadores para o Palmeiras, no sábado, em Montevidéu, no Uruguai.
Mauricio Souza, ex-sub-20 e que vinha sendo auxiliar na comissão de Renato, comandará o time até o fim do Campeonato Brasileiro.
“O Clube de Regatas do Flamengo informa que, após conversa entre as partes, o técnico Renato Gaúcho não comanda mais o time principal” – publicou o clube nas redes sociais.
Com contrato até o fim do ano, Renato já não seguiria no clube em 2022 por opção da diretoria e do próprio treinador. As duas partes consideravam não haver mais clima diante do trabalho e dos resultados. Restava a decisão da ruptura imediata ou ao término do Brasileirão. Pela questão da logística de voltar no mesmo voo e do luto pela derrota, a diretoria do Flamengo evitou bater o martelo na capital uruguaia.
Independentemente do resultado na decisão, a permanência do treinador para 2022 já estava em xeque, fosse pelo trabalho, que não era bem avaliado internamente, fosse por atitudes no dia a dia que irritavam jogadores. Na última terça-feira, dia do empate com o Grêmio, por exemplo, Renato não foi ao CT do próprio clube gaúcho dar treino para os titulares, o que causou irritação.
Sob o comando de Renato Gaúcho, o Flamengo foi eliminado para o Athletico-PR na semifinal da Copa do Brasil e perdeu o título da Libertadores para o Palmeiras. O treinador deixa o time na vice-liderança do Brasileirão, com remotas chances de título.
No vestiário do estádio Centenário, no sábado, o clima já era de despedida. Renato assumiu a palavra na roda de oração no vestiário e não conseguiu segurar as lágrimas. Em discurso ao elenco, o técnico disse que foi um prazer trabalhar com este grupo de jogadores. Ao chegar ao vestiário, o treinador deu apoio a Andreas Pereira, que falhou no gol do título do Palmeiras.
Ao todo, Renato comandou o Flamengo em 38 jogos, com 25 vitórias, 8 empates e 5 derrotas, um aproveitamento de 72,8%.
A Unicred do Nordeste vai ampliar a sua representatividade, no primeiro semestre de 2022, chegando a mais um estado do Nordeste, o Maranhão, e, muito provavelmente, ao Norte do país. A informação é do presidente do Conselho de Administração da cooperativa de crédito, o médico feirense João Batista de Cerqueira. Ele deu a notícia durante uma sessão solene realizada pela Câmara Municipal na sexta-feira, em homenagem à instituição, que completa 25 anos de atividades, neste 2021. O reconhecimento foi uma iniciativa do vereador Fernando Torres (PSD), presidente da Casa Legislativa, aprovado por unanimidade dos seus pares.
A cooperativa nasceu em Feira de Santana em 15 de agosto de 1996 idealizada por um grupo de 20 médicos ligados à Unimed e aqui mantém a sua sede administrativa. Iniciou a sua expansão pelo Nordeste através da Paraiba. Desde então, “não para de crescer”, diz o presidente do Conselho de Administração. Está presente em várias cidades da Bahia e nos estados do Pernambuco, Ceará, Paraiba e Alagoas.
Formaram a Mesa de Honra da sessão solene – além de Fernando Torres e do próprio presidente do Conselho de Administração da Unicred do Nordeste – o médico Francisco Mota, representando o prefeito Colbert Martins Filho; o deputado estadual Carlos Geilson; o vice-presidente da cooperativa de crédito, médico Paulo Andrade e a presidente da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana, professora e escritora Lélia Vitor Fernandes. A Câmara entregou um diploma comemorativo pelos 25 anos da instituição, ao seu representante João Batista de Cerqueira.
CREDIBILIDADE SE DEVE “A QUEM ESTÁ À FRENTE”
“Administrada por homens de bem, referência em nossa cidade, a Unicred do Nordeste, com toda a certeza, é uma instituição séria”, diz o presidente da Câmara. Segundo o dirigente, o reconhecimento é “ato de dever” da Casa da Cidadania, que ele diz estar à disposição para “ajudar no que for necessário e possível”. O deputado estadual Carlos Geilson compartilha deste entendimento. Ele observa que a cooperativa chegou a outros estados e se desenvolveu pela credibilidade de quem está à frente.
“Pessoas que precisam ser valorizadas, pelo seu comprometimento com o desenvolvimento e o empreendedorismo do nosso município, do Estado e do Nordeste”, disse o parlamentar e radialista, dirigindo-se ao presidente e o vice do Conselho de Administração da instituição, os médicos João Batista de Cerqueira e Paulo Andrade, respectivamente.
João Batista é um ex-vereador da Câmara de Feira de Santana, de quem Fernando foi colega no primeiro mandato de ambos no Legislativo, no início da década de 90. “Deveria retornar (à Câmara). Homens de bem aqui são sempre muito bem vindos”, incentiva o dirigente do Poder Legislativo. Ao agradecer à Câmara, em nome dos milhares de cooperados, o presidente do Conselho de Administração da Unicred do Nordeste disse que o cooperativismo moderno deve muito às entidades médicas, especialmente à Unimed, que surgiu em Santos no ano de 1967 e criou o sistema Unicred no país.
No caso da Unicred do Nordeste, iniciou as atividades atendendo exclusivamente aos profissionais de saúde. Em um segundo momento, incluiu os servidores públicos e, por último, passou a operar seus financiamentos também, junto às empresas de todos os segmentos. Segundo João Batista de Cerqueira, o cooperativismo é “moeda mais valiosa deste milênio, modelo que busca o bem comum, onde não existem perdedores”. Suas taxas são menores que as praticadas pelo mercado financeiro tradicional em razão de não ter fins lucrativos. Patrimônio deste Município, ele acredita, vai “continuar elevando o nome de Feira de Santana para todo o Brasil”.
Em visita a Salvador nesta segunda-feira (29), o ministro da Cidadania, João Roma, exaltou obras realizadas na Bahia pelo governo federal. “Quem quiser comer o melhor requeijão do Brasil, pode ir para Santa Bárbara, com pista duplicada de Salvador até Santa Bárbara. Essa obra impedia pessoas de chegar em Salvador para ter um momento com sua família. Engarguelava tudo em Feira de Santana, que o presidente Bolsonaro também vai colocar as máquinas na pista para fazer o rodoanel de Feira, coisa que foi prometida por governos anteriores, mas que nunca chegou para a população”, afirmou.
Na ocasião, ele também comentou sobre outras obras, como a ferrovia Oeste-Leste. “Já era para ter sido inaugurada, agora que está chegando os trilhos. O trilho chegou por Salvador, que também recebe investimentos na sua rede portuária. Um porto que andava virado de costas para cidade, e hoje é um porto que abraça a cidade, e vem recebendo investimentos, como inclusive a restauração do estaleiro enseada, lá no Paraguaçu”, disse.
Roma também pregou a união no país, em ato do governo federal realizado no Hospital Martagão Gesteira: “São muitas ações, mas sem dúvida nenhuma, para que a gente possa andar de cabeça erguida, e comemorar essas obras de pedra e cal, o Brasil precisa cada vez mais de união. O Brasil não pode ser um Brasil de contrastes”.
E discursou sobre a fome. “Nós temos sim que comemorar os nossos vetores de desenvolvimento, como o agronegócio, mas não é admissível que um país, que alimente mais de um bilhão de pessoas, que um em cada cinco pratos de comida seja produzido para o Brasil, que se desperdice mais de 30% do que se produz aqui, e ainda tenha gente passando fome nesse Brasil. O que nós precisamos é diminuir esses hiatos. Juntar a realidade do povo brasileiro para que a gente consiga cada vez mais exercer nossa capacidade de solidariedade, unindo a nossa nação, pois o Brasil é um só. Nossa pátria é única e ninguém vai dividir essa pátria”.
O participante que apresentou sintomas de alguma das doenças infectocontagiosas como covid-19 e não compareceu às provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já pode pedir a reaplicação por meio da Página do Participante. O prazo começa nesta segunda-feira (29) e vai até 3 de dezembro.
O pedido vale tanto para quem perdeu o primeiro, o segundo ou os dois dias de prova. A reaplicação será confirmada por meio da página do participante.
Conforme o edital do exame, são consideradas doenças infectocontagiosas para pedir a reaplicação: coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela e covid-19.
Documentos Para solicitar a reaplicação o estudante deve inserir documento legível que comprove a doença com o nome completo do participante, o diagnóstico com a descrição da condição de saúde e o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10), além da assinatura e da identificação do profissional competente, com o respectivo registro do Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente, assim como a data do atendimento.
O documento deve ser anexado em formato PDF, PNG ou JPG, no tamanho máximo de dois megabytes (MB).
Reaplicação O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) reaplicará as provas em 9 e 16 de janeiro de 2022. Na ocasião, também será feita a aplicação das provas para Pessoas Privadas de Liberdade ou sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Enem PPL) 2021.
Os participantes isentos da taxa de inscrição que faltaram ao Enem 2020 que se inscreveram entre 14 e 26 de setembro também vão fazer a prova em 9 e 16 de janeiro de 2022.