Rubro-negro precisava vencer e torcer pelas derrotas de Londrina e Remo
Foto: Divulgação/EC Vitória
O Vitória perdeu por 1 a 0 do Vila Nova-GO neste domingo (28) no Barradão. O resultado sacramentou o rebaixamento do rubro-negro para a Série C do Campeonato Brasileiro em 2022.
O Leão da Barra precisava vencer sua partida e torcer pelas derrotas de Londrina e Remo, contra Vasco e Confiança, respectivamente. No entanto, o Leão não fez sua parte e ainda contou com o triunfo do Londrina por 3 a 0 sobre o Vasco e um empate em 0 a 0 entre Remo e Confiança.
Remo, Vitória, Confiança e Brasil de Pelotas jogarão a Série C em 2022. O Vitória vai disputar a terceira divisão do futebol brasileiro pela segunda vez. A última participação foi em 2006.
Advogado de 28 anos morreu em agosto, três dias após tomar o imunizante da AstraZeneca
Bruno Graf morreu em agosto, aos 28 anos Foto: Reprodução/Redes Sociais
Após investigação de equipes de imunização estadual, regional e municipal, foi constatado que o advogado Bruno Graf, de 28 anos, morreu em razão de efeitos colaterais provocados pela vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca.
A informação consta no boletim epidemiológico da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde de Santa Catarina, pertencente à Secretaria Estadual da Saúde.
– Trata-se de um homem de 28 anos, residente em Blumenau, que iniciou sintomas (calafrios, sensação febril e cefaleia) no dia 23 de agosto, evoluindo a óbito em 26 de agosto, sendo este desfecho desencadeado por um quadro de trombose de sistema nervoso central com plaquetopenia associada – informa o documento.
O boletim também cita também a morte de uma mulher de 27 anos, com reações semelhantes às de Bruno, após receber o mesmo imunizante contra a Covid.
– Ambos os óbitos foram temporalmente associados à vacina da AstraZeneca, sendo esses dois casos confirmados tendo seus desfechos com relação à Síndrome de Trombose com Trombocitopenia (STT). A STT é definida pela presença de trombose/tromboembolismo, geralmente em locais incomuns, como o seio venoso cerebral ou as veias esplâncnicas com trombocitopenia acentuada após a vacinação com uma vacina de vetor de adenovírus não replicante contra a covid-19 – diz outro trecho.
Ainda assim a DIVE quis ressaltar que os dois casos que tiveram relação causal com a vacina representam uma taxa de incidência de 0,05 casos por 100 mil doses aplicadas.
– Estes EAPVs (Eventos Adversos Pós-Vacinação) são descritos na literatura médica como eventos raros e associados a vacinas de plataforma de vetor viral, das quais as vacinas dos laboratórios AstraZeneca e Janssen são as únicas distribuídas no Brasil pelo Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde – concluiu a DIVE.
O resultado põe fim à busca de Arlene Ferrari Graf, mãe de Bruno, pela verdade quanto à morte de seu filho. Desde agosto, Arlene tem compartilhado seu relato, tendo até mesmo escrito uma carta ao ministro da Saúde Marcelo Queiroga.
Marlene Mattos, Xuxa e Pedro Bial Foto: Blad Meneghel/Divulgação
Protagonistas de um dos rompimentos mais famosos e dramáticos da televisão brasileira, Xuxa Meneghel e Marlene Mattos se reencontraram neste sábado (27), após 19 anos. De acordo com a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo, o encontro foi para gravação de um documentário biográfico de Xuxa.
O local foi a Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. Ainda de acordo com a colunista, Xuxa concordou prontamente com a reunião assim que ela foi proposta, pois “não daria para contar sua história sem a presença de Marlene”, que também concordou imediatamente.
De acordo com quem acompanhou a gravação, havia tensão no início da conversa das duas, mas ao afinal, ambas acabaram se emocionando. A apresentadora e sua antiga parceira abriram o coração e falaram de mágoas e ressentimentos passados.
Pedro Bial também estava presente, pois a direção do documentário é por conta dele. A produção é da Endemol e o Globoplay.
Marlene Mattos é madrinha de Sasha, filha de Xuxa com Luciano Zafir. A dupla rompeu em 2002 por divergências profissionais. Xuxa queria continuar apresentando programa infantil na época e a empresária não concordava.
Ele foi colocado em isolamento e já cumpre quarentena residencial
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou hoje (28) que um brasileiro com passagem pela África do Sul testou positivo para covid-19 ao desembarcar no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Não foi confirmado se o passageiro está contaminado pela variante Ômicron.
De acordo com a Anvisa, o passageiro chegou ao país nesse sábado (27), em um voo da Ethiopian Airlines, apresentou um teste negativo feito na origem do voo, conforme determina uma portaria interministerial, e estava assintomático. No entanto, um novo teste PCR, realizado em um laboratório do aeroporto, deu positivo. O cidadão é vacinado contra a covid-19.
Após a identificação, autoridades de saúde foram notificadas pela Agência. “Após a identificação e testagem com resultado positivo para covid-19, o paciente foi colocado em isolamento e já cumpre quarentena residencial. Os órgãos de saúde estadual e municipal passam a fazer o monitoramento do caso. O Ministério da Saúde acompanha o caso”, informou o órgão.
As restrições a viajantes oriundos de países da África começam a valer somente amanhã (29), mas a Anvisa já está atuando diante do risco de transmissão da variante Ômicron.
Na semana passada, o surgimento de uma variante no novo coronavírus foi confirmado em regiões da África. Batizada de Ômicron – letra grega correspondente à letra “o” do alfabeto -, a cepa B.1.1.529 foi identificada em Botsuana, país vizinho à África do Sul, em meados de novembro. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a variante pode se tornar responsável pela maior parte de novos registros de infecção pelo novo coronavírus em províncias sul-africanas.
No Brasil, ainda não foi registrado nenhum caso da Ômicron. Por medida de precaução, a partir desta segunda, o governo federal decidiu restringir e entrada de passageiros oriundos da África do Sul, Botsuana, Lesoto, Namíbia, Zimbábue, Eswatini (ex-Suazilândia), Angola, Malawi, Moçambique e Zâmbia.
O ministro da Saúde Marcelo Queiroga estará em Salvador na manhã des segunda-feira (29). O titular da pasta visita o Hospital Martagão Gesteira, no Tororó, a partir das 10h, quando irá assinar um novo contrato com a Pfizer.
O novo acordo coma farmacêutica vai possibilitar a aquisição de novas doses da vacina Comirnaty, que deverão ser entregues no decorrer do próximo ano.
A visita de Queiroga contará com a presença do ministro da Cidadania e deputado federal licenciado pela Bahia, João Roma. O Martagão deverá receber recursos do governo federal.
Pela primeira vez desde o início da epidemia, em 6 de março de 2020, Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19 nos últimos 12 dias. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ressalta que a inclusão dos registros de óbito é feita quando a ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica. O informativo também indica que o município atingiu a marca de 48.684 curados da doença, índice que representa 94,6% dos casos confirmados. Enquanto isso, neste domingo (28), apenas 3 casos foram positivos e 50 negativos. Os resultados positivos de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 23 de outubro e 26 de novembro que estavam aguardando resultado do laboratório. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 10 pacientes internados no município.
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTE DOMINGO 28 de novembro de 2021
Casos confirmados no dia: 3 Pacientes recuperados no dia: 34 Resultados negativos no dia: 50 Total de pacientes hospitalizados no município: 10 Óbito comunicado no dia: 0
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 194 (Dados da Sesab) Total de casos confirmados no município: 51.428 (Período de 06 de março de 2020 a 28 de novembro 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.710 Total de recuperados no município: 48.684 Total de exames negativos: 81.540 (Período de 06 de março de 2020 a 28 de novembro de 2021) Aguardando resultado do exame: 327 Total de óbitos: 1.008
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 26.221 (Período de 06 de março de 2020 a 28 de novembro de 2021) Resultado positivo: 5.142 (Período de 06 de março de 2020 a 28 de novembro de 2021) Em isolamento domiciliar: 0 Resultado negativo: 21.079 (Período de 06 de março de 2020 a 28 de novembro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Ex-piloto, mecânico e fundador de equipe de Fórmula 1, Frank Williams morreu hoje (28) aos 79 anos. Ele foi dono e chefe da Williams Racing, uma das maiores equipes da categoria e nove vezes campeã do Mundial de Construtores, e virou uma lenda do automobilismo após tantas décadas no esporte.
O falecimento foi anunciado pela própria Williams, via redes sociais, mas a causa da morte foi mantida sob sigilo. “Sentimos a mais profunda tristeza pela morte de Sir Frank Williams. Sua vida foi movida pela paixão pelo automobilismo, seu legado é incomensurável e fará parte da F1 para sempre. Conhecê-lo foi uma inspiração e um privilégio. Ele deixará muita, muita saudade”, escreveu o perfil oficial.
Ainda de acordo com a equipe, Frank deu entrada em um hospital na última sexta-feira (26) e “faleceu em paz nesta manhã, cercado por sua família”.
Frank Williams nasceu na Inglaterra em 1942 e teve curta carreira como piloto e mecânico antes de fundar sua primeira equipe de automobilismo aos 24 anos, nos Anos 1960. A Frank Williams Racing Cars estreou na Fórmula 1 em 1969 e disputou sete temporadas sem nenhum resultado muito expressivo. Nos anos seguintes a equipe promoveu a estreia na F1 do piloto José Carlos Pace, brasileiro que hoje batiza o Circuito de Interlagos, em São Paulo.
A equipe sofreu várias mudanças a partir da entrada de um milionário canadense no negócio, em 1976, e por fim Frank Williams perderia o posto de chefe e sairia do projeto de uma vez por todas para recomeçar do zero —desta vez na Williams, que até hoje disputa a F1.
Com a nova equipe já consolidada e bicampeã da Fórmula 1, Frank sofreu um acidente que mudaria sua vida para sempre em março de 1986. A equipe vivia os preparativos para a temporada daquele ano e, após acompanhar os testes de um novo carro, ele se acidentou pouco depois de deixar o circuito de Paul Ricard, na França. O dono da Williams ficou paraplégico e passou a utilizar uma cadeira de rodas.
Foi correndo pela Williams Racing que Ayrton Senna sofreu acidente fatal em 1994. Ele chegou a ser acusado de homicídio culposo, mas foi inocentado pela Justiça italiana. Questionado sobre a tragédia, demonstrava carregar algum peso pela morte do piloto brasileiro. “O funeral de Senna foi a maior demonstração de amor, simpatia e respeito que já vi”, dizia Frank Williams.
Frank Williams teve sucesso que extrapolou o nicho do automobilismo e foi nomeado cavaleiro pela Rainha Elizabeth, em 1999. Ele seguiu como chefe da Williams até 2012, quando passou o bastão para a filha Claire, mas a família viria a vender sua participação na equipe para um grupo de investidores em 2020.
Nas pistas, a Williams e as demais equipes da Fórmula 1 voltam a correr nesta sexta-feira (3), nos primeiros treinos livres do GP da Arábia Saudita, o penúltimo do ano. A semana deve ser recheada de homenagens a Frank Williams, uma lenda do automobilismo.
Entre os sul-africanos, a cepa ômicron do coronavírus parece assustar menos que suas possíveis consequências: isolamento, discriminação e crise econômica.
A praça Greenmarket, no centro da Cidade do Cabo, é um termômetro para o setor de turismo desde o início da pandemia. Antes da covid-19, costumava estar lotada de turistas e barracas de souvenir. Depois, ficou vazia durante quase um ano. Agora, está bem cheia novamente. Tambores, entalhes em madeira, quadros coloridos. Mas o humor dos comerciantes está de volta ao chão.
“Na semana passada os alemães ainda estavam aqui”, diz uma congolesa vendendo bolsas, colares e camisetas. “Agora eles estão voltando para casa porque têm medo de ficar retidos aqui. A economia está em baixa. Sem clientes, não há negócios”.
“O que meus filhos vão comer?”
As notícias sobre a nova variante ômicron se espalharam rapidamente. Mas aqui a nova cepa em si parece não assustar ninguém, mas, sim, as suas consequências. “Vivo deste negócio – sem isso, não posso alimentar minha família”, diz um vendedor do Malauí. “Estou preocupado – o que meus filhos e minha família vão comer”?
Em questão de dias após a detecção da variante na África do Sul, parte do mundo se fechou: UE, EUA, Israel, Brasil, Cingapura, Ilhas Maurício e dezenas de países impuseram restrições a viajantes provenientes do sul da África.
A variante é a primeira desde a detecção da delta, há cerca de um ano, a ganhar da Organização Mundial da Saúde (OMS) o rótulo de “variante de preocupação”, sua categoria mais elevada.
A designação significa que a variante tem mutações que podem torná-la mais contagiosa ou mais virulenta, ou tornar as vacinas e outras medidas preventivas menos eficazes. Vários países da Europa já detectaram casos.
“No momento, não temos evidências de pacientes ou de estudos de laboratório sobre o que estas mutações fazem”, diz Wolfgang Preiser, virologista da Universidade de Stellenbosch. “Mas como conhecemos algumas mutações de outras variantes, podemos prever algo: há uma preocupação de que este vírus possa escapar do sistema imunológico. Isso significa que pode infectar pessoas que já foram infectadas antes. Possivelmente até mesmo pessoas vacinadas. E parece altamente transmissível”.
Artefatos de arte à venda na praça GreenMarket, Cidade do CaboFoto: DW/A. Kriesch
Repique de casos
A vida na África do Sul quase voltou ao normal nas últimas semanas. Com baixos índices de infecção, muitos turistas retornaram ao país. Mas nos últimos dias, o número de infecções aumentou – de cerca de 100 por dia, no início de novembro, para mais de 2.500 novas infecções. É o início da quarta onda na África do Sul.
Se o aumento é devido à nova variante ainda não está claro. Preiser pensa que é provável. Especialmente na região de Gauteng, ao redor das cidades de Joanesburgo e Pretória, o número de casos está aumentando, adverte o ministro da Saúde da África do Sul, Joseph Phaahla.
“Se as pessoas viajarem mais nas próximas semanas, a variante estará em todos os lugares”, diz Phaahla. Ele considera os bloqueios de outros países à África do Sul injustificados e afirma que tais medidas são contra as recomendações da Organização Mundial da Saúde.
Discriminação e isolamento
O Ministro do Exterior da África do Sul criticou a decisão como “precipitada”. E também há críticas por parte da especialistas. “O mundo deveria apoiar a África do Sul e a África em vez de discriminá-la e isolá-la”, escreveu Tulio de Oliveira no Twitter, diretor do Centro de Resposta à Epidemia e Inovação sul-africano.
O pesquisador de vacinas Shabir Madhi diz que é ingênuo pensar que restrições de viagem em alguns países podem impedir a propagação de uma variante. “Os últimos dois anos nos ensinaram: este vírus pode se espalhar por todo o mundo – apesar das restrições”.
Na África do Sul, a atual situação traz de volta lembranças da variante beta. Há um ano, ela foi descoberta por cientistas sul-africanos. Houve restrições maciças à entrada de sul-africanos no mundo, o turismo entrou em colapso, e a moeda local perdeu valor em tempo curto. A mesma coisa está acontecendo novamente agora.
Durante a pandemia, o Estado sul-africano acumulou enormes dívidas. O peso da dívida agora é quase tão alto quanto o PIB. Desta vez, portanto, não se espera grandes injeções financeiras para a economia em dificuldades.
Especialmente para a maioria dos comerciantes da Praça Greenmarket. Apenas alguns poucos aqui são elegíveis para subsídios governamentais, na condição de imigrantes. “Já sofri tanto nos últimos dois anos”, diz o vendedor do Malauí. “E agora eu não sei como continuar”.
Após viver um passado glamuroso e uma carreira artística muito bem sucedida, a atriz Regina Poltergeist, de 50 anos, está vivendo um drama pessoal e hoje está tendo que dormir em um posto de gasolina.
Em entrevista concedida ao portal UOL, a atriz conhecida popularmente pelo nome de Regininha Poltergeist disse que atualmente está tendo que dormir em um posto de gasolina, na cidade do Rio de Janeiro, e que essa dura realidade a assolou há duas semanas após não ter mais condições financeiras de pagar aluguel.
Regininha Poltergeist disse que tem ajuda de pessoas para se alimentar
A atriz que já fez trabalhos no humorístico Zorra Total afirmou que está tendo que contar com ajuda de amigos para se alimentar. Ela também disse que só toma banho quando é possível, já que para que isso aconteça, ela necessita ir a um clube que fica próximo ao posto de gasolina.
Ao UOL ela disse que precisa de ajuda para se reestabelecer e que não consegue dormir direito, pois o único local que consegue descansar é no banheiro do posto e que às vezes, nem isso é possível, porque às pessoas a acabam expulsando do local.
Regininha Poltergeist já namorou com Eri Johnson, Rubinho Barrichello e Paulo Ricardo
Por fazer trabalhos como modelo na década de 90, a atriz teve uma vida repleta de romances onde acabou se envolvendo com três pessoas conhecidas do grande público, o ator Eri Johnson, o piloto Rubinho Barrichello e o cantor Paulo Ricardo.
Com formação em balé clássico, ela também fez trabalhos como bailarina em sua carreira artística. Além dos trabalhos na TV e no teatro, ela também participou de filmes adultos.
O Brasil alcançou neste sábado (27) a marca de 62,15% da população com as duas doses de vacina contra Covid-19. Entre os mais de 158 milhões de vacinados, 132.586.608 milhões estão com a imunização completa contra o coronavírus. Nas últimas 24 horas, mais de 200 mil milhões de pessoas receberam a segunda dose e outras 649 receberam um imunizante de aplicação única.
Já entre os que receberam ao menos uma dose o número sobe para 74,4% da população total. Nas últimas 24 horas, 61 mil pessoas receberam a primeira aplicação da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados.
Neste sábado, outras 130,3 mil pessoas também receberam a dose de reforço. Ao todo, 15,76 milhões de brasileiros já foram “revacinados”. Somando todas as vacinas aplicadas, o Brasil administrou 454 mil doses nas últimas 24 horas.