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Foto: Jorge Magalhães

O Centro de Atenção Psicossocial João Carlos Lopes Cavalcante (CAPS III) está funcionando em sede própria. Agora, os pacientes podem ser atendidos na rua Alameda das Pedras, S/N, bairro Olhos D’água. O órgão é vinculado à Secretaria Municipal de Saúde.

A nova estrutura é ainda mais adequada para o atendimento à comunidade e possui consultórios, leitos de observação e internação, tanto para o período diurno quanto noturno, com funcionamento 24 horas por dia, incluindo feriados e finais de semana.

Na unidade são disponibilizados atendimentos gratuitos à saúde mental especializada, no tratamento e inclusão social de pessoas com transtornos mentais graves e persistentes. No local também são disponibilizados atendimentos individuais, oficinas, grupos terapêuticos e a dispensação de medicamentos.

Atualmente são 9.409 pacientes cadastrados na unidade e recebem assistência por uma equipe multiprofissional, composta por médicos psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais, enfermeiros e terapeutas ocupacionais. Os profissionais avaliam o quadro do paciente e indicam o tratamento adequado para cada caso.

*Secom


Estudantes da Escola Cívico-Militar Municipal Quinze de Novembro vão participar do desfile cívico da Independência do Brasil, nesta quarta-feira, 7 de setembro. A programação vai começar às 8h30, na avenida Presidente Dutra.

Pela primeira vez, desde que a Escola Quinze de Novembro se tornou cívico-militar, os estudantes vão participar da solenidade. O pelotão de marcha, composto por 130 alunos, do 6º ao 9º ano, desfilará ao som da banda militar da unidade vestidos com traje de gala para a ocasião.

Por conta da pandemia de Covid-19, este será o retorno presencial do desfile cívico após dois anos longe da tradicional avenida da cidade. A programação terá início às 7h50 com o dispositivo de parada seguido do hasteamento das bandeiras, às 8h.

Além da presença do 35º Batalhão de Infantaria, o desfile contará com os pelotões de Comando de Policiamento Regional Leste (PMBA) Feira de Santana, Polícia Penal, bombeiros civis e militares, e membros da sociedade civil, como Associação dos Motociclistas de Feira de Santana e a Santa Casa de Misericórdia.

Autoridades no desfile

O palanque com as autoridades estará localizado à altura da rua Barão do Rio Branco. O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins Filho, o comandante do 35ª Batalhão de Infantaria, tenente coronel Vando Azevedo Silva, o Comandante de Policiamento Regional Leste (CPRL) e o Coronel PM Adalberto Oliveira Piton da Silva, vão ser algumas das autoridades presentes.

*Secom


Devido a baixa procura, a campanha de vacinação contra paralisia infantil foi prorrogada até o dia 30 de setembro. Em Feira de Santana, apenas 6.334 crianças foram imunizadas, o que corresponde a 17% do público-alvo – a meta é 39 mil. A informação é da Secretaria Municipal de Saúde.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Carlita Correia, alerta que a falta de casos confirmados para a doença traz comodidade aos pais e deixam de vacinar os filhos.

“Isso não significa que a paralisia infantil não pode voltar a acontecer. Há locais que já voltaram a registrar casos. Não podemos deixar que as crianças sofram por algo que tem prevenção. Pedimos aos pais ou responsáveis que levem os pequenos para receber a vacina”, enfatiza.

Para receber a dose, a criança deve estar acompanhada dos pais ou de um adulto responsável. É preciso apresentar o documentos de identidade e cartão SUS, além da caderneta de vacinação.

A vacina é aplicada em todas as Unidades de Saúde da Família (USFs) e Básicas de Saúde (UBSs) de segunda a sexta-feira.

Nas USFs Campo Limpo I, V e VI, Liberdade I, II e III, Queimadinha I, II e III, Parque Ipê I, II e III, Videiras I, II e III e Rua Nova II, III e Barroquinha –vinculadas ao Programa Saúde na Hora – o funcionamento é ampliado das 8h às 21h.

*Secom


Um helicóptero que transportava os candidatos a deputados estadual e federal, Marcinho Oliveira (UB) e João Bacelar (PL), caiu na manhã desta terca (06), na cidade de Monte Santo, onde participariam de uma carreata.

Segundo informações, todos os ocupantes da aeronave tiveram apenas ferimentos leves.

“Foi um susto grande, mas o evento político está mantido, inclusive, a carreata e o comício. Bacelar ficou um pouco ferido, mas tá bem também. O Samu de Monte Santo atendeu a gente”, disse Marcinho ao site Informe Baiano.


Foto: PR/Marcos Corrêa

O presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu, nesta terça-feira (6), seu ex-aliado e ex-ministro da Justiça, Sergio Moro (União Brasil), após ele ser alvo de um mandado de busca e apreensão por causa da formatação de seu material de campanha. Embora tenha reforçado suas divergências com o candidato ao Senado pelo Paraná, o chefe do Executivo classificou como “agressão” e “covardia” a operação realizada contra ele.

– Não tenho nada para defender Moro, tenho péssimas recordações enquanto ministro meu que poderia ter feito muita coisa, não fez, mas esse fato de ir na casa do Moro, que fosse outro local até comitê, escritório político dele, é uma agressão. Por causa de tamanho de letra? Faz por escrito. Uma covardia que fizeram com o ex-ministro Moro – ponderou.

A fala ocorreu durante entrevista de Bolsonaro à Jovem Pan. Na ocasião, ele voltou a destacar que Moro o decepcionou e atribuiu o caso à influência de “amizades”.

– Sérgio Moro tinha tudo para ser um excelente político, trazia uma bagagem muito grande lá atrás da Lava Jato, tinha tudo, talvez ser meu vice, em 2026 candidato a presidente. Algo subiu à cabeça dele, as amizades que ele cultivou ao longo desse tempo dele de ministro levou a isso – prosseguiu.

Na sequência, o presidente criticou a proximidade do ex-juiz e do ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que também é hoje um ex-aliado.

– Fiquei sabendo que era comum ele visitar o Dória em São Paulo, nunca reportou nada para mim, você não deve satisfação, não deve, mas por que não? A gente escolhe as pessoas bem-intencionado, depois cada um resolve seguir o seu ego. Aí acaba nisso daí – apontou.

ENTENDA
No último sábado (3), Moro teve o material apreendido após determinação da juíza auxiliar Melissa Olivas, do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná. Na decisão, ela atendeu a um pedido da Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV), que afirmava que o tamanho dos nomes dos suplentes de Moro descumpria a regra de ser, no mínimo, 30% do que é destinado ao titular da chapa.

Luiz Eduardo Peccinin, advogado do PT, reclamou à Justiça que as redes sociais de Moro também têm veiculado propaganda irregular.

Por causa disso, a Justiça determinou a exclusão de todos os vídeos do canal de Sérgio Moro no YouTube. Inclusive, os que mencionam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e contêm críticas ao petista. Mais de 300 links das redes sociais tiveram de ser removidos.

Na tarde em questão, Moro se manifestou nas redes sociais, não poupando críticas ao PT.

– Hoje, o PT mostrou a “democracia” que pretende instaurar no país, promovendo uma diligência abusiva em minha residência e sensacionalismo na divulgação da matéria. O crime? Imprimir santinhos com letras dos nomes dos suplentes supostamente menores do que o devido – escreveu.

*Pleno.News


Foto: Jorge Magalhães

O desfile cívico-militar em comemoração ao Dia da Independência do Brasil, 7 de setembro, vai começar às 8h30 na avenida Presidente Dutra. Antes disso, às 7h50 haverá o dispositivo de parada seguido do hasteamento das bandeiras, com participação do prefeito Colbert Martins Filho, às 8h. O palanque com as autoridades estará localizado a altura da rua Barão do Rio Branco.

As tropas militares abrem o desfile com a marcha dos veteranos do 35º Batalhão de Infantaria, Polícia Militar da Bahia, 2º Grupamento do Corpo de Bombeiros e Polícia Penal.

Representando os grupos civis, o Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC), Colégio Estadual Eraldo Tinoco de Melo, Escola Cívico-Militar Quinze de Novembro, Desbravadores e Aventureiros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Bombeiro Civil (Fireman) e a Santa Casa de Misericórdia.

Está previsto ainda uma marcha motorizada com o desfile da Associação dos Motociclistas de Feira de Santana, Clube do Fusca e Baixo 75 Clube. Finalizando o percurso, o Clube do Cavalo e demais entidades.

Para a realização do desfile, a avenida Presidente Dutra será totalmente interditada, das 6h às 13h30, pela Superintendência Municipal de Trânsito (SMT).

Confira:

https://www.feiradesantana.ba.gov.br/servicos.asp?titulo=Avenida-Presidente-Dura-interditada-para-o-desfile-de-7-de-Setembro.html&id=28&link=secom/noticias.asp&idn=31047#noticias

*Secom


Foto Jorge Magalhães

A avenida Presidente Dutra será totalmente interditada para o desfile cívico-militar em comemoração ao Dia da Independência do Brasil – 7 de Setembro. Todas as vias que dão acesso à avenida, trecho entre a rua Filinto Marques de Cerqueira e a praça Jackson do Amauri, também serão fechadas. A intervenção será das 6h às 13h30.

De acordo com a Superintendência Municipal de Trânsito (SMT), viaturas e agentes estarão em pontos estratégicos para orientar o fluxo de veículos. Todo o percurso será sinalizado.

As vias de escoamento do desfile também já foram definidas pela SMT. Após a apresentação, as tropas militares deverão seguir pela rua Castro Alves. Já os grupos a pé (escolas e entidades) pela rua Barão de Cotegipe. Enquanto os grupos motorizados pela rua J. J. Seabra e praça Jackson do Amauri. Após a passagem do último pelotão, a via será liberada para o tráfego de veículos.

*Secom


Levantamento foi divulgado na manhã desta terça-feira (06) pelo Bahia Notícias

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) mantém a liderança nas pesquisas para as eleições de 2022 na Bahia. Em levantamento realizado pela Paraná Pesquisas e divulgado na manhã desta terça-feira (06) pelo Bahia Notícias, o ex-prefeito de Salvador acumula 60,59% dos votos válidos. Com esse percentual, Neto mantém a liderança com folga e venceria no primeiro turno.

A vantagem do ex-prefeito de Salvador para o segundo colocado é de quase 40 pontos, levando em conta os votos válidos. O candidato que aparece posição aparece 23,39%, enquanto o terceiro acumula 13,30% das intenções de votos dos entrevistados.

Foram entrevistadas 1540 eleitores, pessoalmente, de 72 municípios baianos com 16 anos ou mais. A pesquisa foi realizada entre 1º e 5 de setembro, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º BA-09401/2022.


A decisão foi motivada pela falta de carregadores para os smartphones

A empresa foi multada em R$ 12,2 milhões pela Senacon

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, vinculado ao Ministério da Justiça, aplicou uma multa de R$ 12,2 milhões à Apple pela venda de smartphones da marca iPhone, desde outubro de 2020, sem carregadores de bateria.

O despacho, publicado nesta terça-feira, 6, no Diário Oficial da União, também determina a cassação de registro dos aparelhos introduzidos no mercado desde o modelo iPhone 12, “por serem comercializados sem componentes essenciais aos seus funcionamentos”.

O órgão também determinou a imediata suspensão do fornecimento de todos os smartphones da marca, independentemente do modelo ou geração, desacompanhados do carregador de bateria.

As sanções são resultado de processo administrativo sancionador aberto em dezembro de 2021 pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

Para os técnicos do órgão, a Apple é responsável pelo “fornecimento de produto incompleto ou despido de funcionalidade essencial”, pois sem carregador o aparelho não funciona, além de “prática discriminatória sobre os consumidores realizada de forma deliberada” e “transferência de responsabilidades exclusivas do fornecedor”.

Em sua defesa, a Apple argumentou que a supressão dos carregadores foi apenas uma dentre inúmeras iniciativas adotadas pela empresa com a finalidade de atingir a meta de zerar as emissões de carbono em todos os seus produtos e na cadeia de suprimentos até 2030.

Argumentou ainda que a remoção dos adaptadores dos iPhones impedirá a emissão de 2 milhões de toneladas de carbono por ano, equivalente a 450 mil carros a menos nas ruas por ano.

O processo concluiu, porém, que a empresa informou apenas que removeu os carregadores por conta de preocupações ambientais sem demonstrar, entretanto, uma estratégia mais ampla de atuação objetivando a promoção do consumo sustentável e a preservação do meio ambiente.

“Assim, permanecem dúvidas sobre as práticas adotadas pelas referidas empresas relacionadas a compartilhamento de obrigações com os consumidores para a preservação ambiental; transparência e fornecimento de informações adequadas aos consumidores; responsabilidade socioambiental; e segurança dos consumidores”.

Informações Revista Oeste


Um dos oito empresários acusados de ‘golpista’ por Alexandre de Moraes, José Koury conversou com exclusividade com Oeste sobre a ação de busca e apreensão da Polícia Federal em sua casa 

O empresário José Koury , dono do Barra World Shopping, no Rio | Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal

Hoje com 64 anos, José Koury passou as últimas quatro décadas na direção de grandes empresas do mercado imobiliário, com atuação em várias cidades do Brasil e de Portugal. Casado, pai de duas filhas, de 23 e 21 anos, e de um filho, de 13, foi surpreendido na sexta-feira 23 com uma visita inesperada: por ordem de Alexandre de Moraes, ministro do STF, a Polícia Federal (PF) bateu à porta de sua casa, na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, para uma ação de busca e apreensão. Acusação: articular uma conspiração via WhatsApp com outros empresários.

A informação só não pareceu esdrúxula a Moraes e ao jornalista que assinou a reportagem no site Metrópoles, na qual o ministro se baseou para determinar ação. “Somos todos empresários, homens de família com filhos, netos e até bisnetos, no qual o mais jovem tem 60 anos e o mais velho 82 anos”, afirma Koury. “Só isso já torna absurda a ideia de que estávamos conspirando para um golpe.” Atualmente, Koury se dedica ao Barra World Shopping, no Rio de Janeiro, que foi idealizado por ele, construído e incorporado por suas empresas.

Quando o senhor leu a reportagem no site Metrópoles, o que pensou?

Fiquei abismado ao ver uma simples conversa num grupo privado de WhatsApp com mais de 200 pessoas com todas as tendências políticas, de esquerda, direita e de centro, em que a maioria não se conhece pessoalmente — eu mesmo só conheço dois ou três —, transformada numa conspiração.

Em algum momento o senhor pensou que o ministro Alexandre de Moraes pudesse determinar a operação de busca e apreensão?

Naquele momento, não, mas, quando a matéria começou a ser replicada em toda imprensa, dizendo mentirosamente que éramos conspiradores, pensei na possibilidade.

Como o senhor soube da operação da PF?

Na hora que eles fizeram a busca e apreensão no meu apartamento, na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, às 6 horas da manhã. Não estava em casa e meu filho, de 13 anos, me ligou, e o delegado conversou comigo pelo telefone.

Depois da operação da PF, o senhor, o seu advogado ou o de qualquer outro empresário envolvido no caso tiveram acesso ao processo?

Somente alguns dias depois é que todos os advogados tiveram acesso ao processo.

O senhor acha que faltaram manifestações mais enfáticas contra a ação de Moraes por parte de corporações como a PF, os jornalistas, os advogados, etc.?

De uma maneira geral, os jornalistas, aparentemente, têm uma tendência mais à esquerda e, obviamente, dão mais ênfase ao que pode prejudicar o presidente. Várias instituições, como a Fiesp, e mais de cem outras, além de milhares de advogados, manifestaram apoio a nós.

O que o senhor acha de ser rotulado nos jornais como “empresário bolsonarista”?

Fico honrado em ser chamado de empresário bolsonarista, mas me pergunto por que os empresários que apoiam a esquerda não são chamados de empresários esquerdistas ou de empresários lulistas. Aliás, estou bolsonarista porque o presidente está fazendo um ótimo governo em prol do Brasil.

Em algum momento durante as trocas de mensagens naquele grupo de WhatsApp alguém sugeriu concretamente dar um golpe de Estado?

Em nenhum momento foi sugerido isso. O fato de eu ter escrito que preferiria um golpe militar do que a volta do PT, foi apenas um comentário, em que expressei uma opinião em forma de uma figura de linguagem, sem imaginar que seria mal interpretado, e que geraria toda essa confusão. Fomos acusados injustamente. Somos todos empresários sérios e idosos, que pagam impostos e geram milhares de empregos. Homens de família com filhos, netos e até bisnetos, no qual o mais jovem tem 60 anos e o mais velho, 82 anos, incapazes de levar esse absurdo adiante.

Existe censura no Brasil?

Alguns episódios recentes dão a impressão que sim. Mas, de fato, não existe censura. Na verdade, depois desse ataque aos oito empresários, muitas pessoas ficaram com medo de expressar sua opinião, mesmo em grupos privados de WhatsApp. Uma espécie de autocensura.

Como se sente um brasileiro impedido de se comunicar por redes sociais?

Isso é muito complicado, principalmente para o Luciano Hang, um patriota e ativista político, que falava para mais de 70 milhões de pessoas por semana em suas redes sociais. Para mim, não incomoda muito, e acredito que, para os outros, também não. Algumas vozes dizem que o objetivo desta operação foi calar o Luciano Hang, e que os outros foram de contra peso.

Informações Revista Oeste