
Em programa eleitoral exibido na noite desta segunda-feira (5), o candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), voltou a criticar a insegurança no estado. Na peça publicitária, o ex-prefeito de Salvador destacou que a violência invadiu os pequenos e médios municípios da Bahia, além de ter piorado nas grandes cidades ao longo da gestão do Partido dos Trabalhadores.
“Vamos devolver a paz e a tranquilidade aos cidadãos baianos e às famílias que vivem no nosso estado. Contratando novos profissionais, tanto para a Polícia Militar como para as diversas carreiras da Polícia Civil. Vamos valorizar os policiais e dar condição de trabalho a eles. Vamos investir em tecnologia e trabalhar em parceria com o Ministério Público, com a Defensoria Pública e com o Poder Judiciário, porque não adianta prender o criminoso e a Justiça soltar”, afirmou ACM Neto.
O programa apresentou a história do comerciante Jonas de Oliveira Cardeal, que tem uma pequena mercearia em Santo Estêvão. O homem contou que já foi assaltado 17 vezes, sendo quatro delas com um revólver apontado ao seu peito. Ele declarou que sente medo toda vez que vê alguém sobre uma moto, pois pensa que é um assaltante, e tem receio de sair de sua residência.
“Quando a gente vai a muitas cidades da Bahia, encontra as viaturas paradas porque não têm combustível. Muitas delegacias fechadas e outras abertas em péssimo estado de funcionamento. Muitos municípios estão sem delegado. Infelizmente, a violência não está apenas concentrada nas grandes cidades. Hoje, infelizmente, está presente também nas médias e pequenas cidades de todo o estado da Bahia”, disse ACM Neto no programa.
Na peça, o ex-prefeito afirmou, ainda, que a Bahia é campeã nacional no número de homicídios desde 2011 e que, apesar disso, segundo ele, Rui Costa (PT) sempre procura culpados e desculpas quando é questionado sobre o problema, dizendo que se trata de um problema nacional. No entanto, como mostrou o programa eleitoral, estados como Goiás e o Distrito Federal conseguiram reduzir os índices de criminalidade.
“A Bahia também vai conseguir reduzir a sua violência. Porque, a partir de 1º de janeiro do ano que vem, nós vamos ter uma grande novidade na segurança pública: o envolvimento do governador. Caso tenha a oportunidade de ser eleito e governar o estado, vou chamar para mim a responsabilidade e vou me envolver diretamente na construção da solução”, comprometeu-se ACM Neto.
Informações Bahia.ba

A servidora pública e comunicadora Ana Bacovis sentiu os primeiros sintomas da distimia — ou transtorno depressivo persistente — ainda na pré-adolescência. Aos 13 anos de idade, sofria com autoestima baixa, tinha problemas para se relacionar e começou a ter uma visão sempre ruim em relação à vida.
“Eu me via muito como uma pessoa realista, mas na verdade eu era pessimista. A gente acaba ficando numa situação que acha que é normal”, diz ela.
Demorou algum tempo até que seus pais percebessem que o comportamento da filha estava atípico. Momentos de raiva e irritabilidade foram os indicativos para que eles levassem Ana a procurar ajuda.
“Temos uma visão distorcida da depressão, mas eu tinha pontos de alegria, picos muito grandes de euforia, depois terminava e vinha a tristeza”, relembra.
Mesmo tendo os sintomas iniciais do transtorno, ela só recebeu um diagnóstico quando já estava com sinais mais avançados de depressão. Ao receber atendimento médico, a jovem soube que sofria com distimia e que tinha um grau moderado de ansiedade.
Assim como Ana, é muito comum diversos pacientes receberem o diagnóstico desse tipo de depressão após décadas convivendo com os sintomas. Muitas vezes, os sinais mais evidentes são confundidos com a personalidade, “jeito” do indivíduo e podem ser subdiagnosticados até por médicos.

“A história mais comum que ocorre é alguém que tenha algum quadro de depressão leve ou de distimia, mas só quando os sintomas de depressão ficam mais graves o paciente procura ajuda e descobre que sofre com o transtorno”, destaca Marcelo Heyde, psiquiatra e professor da Escola de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).
O transtorno depressivo persistente é uma forma crônica de depressão e pode surgir na infância ou na adolescência, antes dos 21 anos de idade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a distimia atinge aproximadamente 6% da população mundial.
A principal diferença dela para o tipo clássico é que, nesta, a pessoa consegue ser funcional e realizar suas atividades normalmente. No entanto, trabalhar, estudar e outras ações do dia a dia são um pouco mais difíceis de serem feitas.
“Ela faz as atividades com um custo maior da rotina e com uma produtividade reduzida por causa dos sintomas. Ela é funcional, mas a custa de maior esforço”, explica Márcia Haag, psiquiatra e professora da Universidade Positivo, em Curitiba (PR).
Segundo os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil, ainda não há um consenso sobre o que provoca a distimia. Normalmente, o transtorno pode ser multifatorial e gerado por fatores estressores durante a infância, predisposição genética e biológica, traumas ou questões sociais.
“É possível perceber que na fase adulta, é muito comum o paciente chegar com choro fácil e quando vai investigar, ele era uma criança mais quieta e tinha dificuldade de relacionamento”, ressalta Bianca Breda, psicóloga e especialista em terapias cognitivas pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

No caso de Ana, ela só descobriu a doença devido ao seu trabalho em um centro de apoio a crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual. Por ter atendimento psicológico no local, a jovem pôde entender o que estava acontecendo com ela.
Diferentemente de outros episódios de depressão, que são mais fáceis de serem reconhecidos, a distimia tem caraterísticas “camufladas” e próprias.
Além do tempo de duração ser maior, os sinais mais comuns podem se manifestar por meio de cansaço, fadiga, autoestima baixa, indecisão e pessimismo exagerado.
Já na depressão comum e mais conhecida, a pessoa tende a mostrar sintomas exacerbados de tristeza, desânimo, falta de interesse nas coisas, perda de apetite e outros sinais que podem ser percebidos por pessoas ao redor e pelo próprio paciente.

“Na depressão há uma intensidade maior, o sofrimento de uma pessoa com depressão geralmente é maior e classificamos como leve, moderado ou grave. Geralmente está vinculada a algum evento”, afirma Breda.
Esse transtorno é considerado um dos tipos de depressão mais difíceis de diagnosticar e em muitos casos é confundido como sendo “da personalidade”.
Por causa desse erro comum, o diagnóstico se torna tardio e prejudica os pacientes na busca pelo tratamento correto, que pode ocorrer após décadas. É fundamental, de acordo com os especialistas, deixar de dizer que determinada pessoa é chata, “cricri”, que ela é e foi assim vida inteira e, por isso, não vai mudar mais.
“A distimia vem de forma devagar e arrastada, porém, com o passar dos anos, apesar de ser leve, o impacto funcional é grande, pois a pessoa ganha apelidos como ranzinza e mal-humorada. Isso culturalmente é aceito, mas vai atrasando o diagnóstico e também reforça o neuroticismo, que é um traço de personalidade de ver as coisas mais negativas”, explica o psiquiatra da PUC-PR.
A servidora pública, por exemplo, tinha dificuldades em se relacionar na escola e não sabia o motivo. “Eu sempre tive uma insegurança muito maior, principalmente amorosa e me bloqueava muito”, diz.
Ela também acreditou que todos esses sentimentos faziam parte do seu comportamento, e que, com o tempo, poderiam passar. Mas isso não ocorreu e a oscilação do humor acontecia com frequência.
“Quem tem distimia tem uma vida muito conturbada consigo mesma. A gente acaba se irritando uma hora”, conta Ana.
É fundamental que o paciente procure atendimento precoce para evitar subdiagnósticos. Muitas vezes, quando há uma queixa pontual em relação a uma outra doença, ele pode não procurar um serviço psiquiátrico e, de forma generalista, receber um diagnóstico de outra enfermidade e a distimia passa despercebida.

“A própria depressão tem até 50% dos casos que não são diagnosticados por médicos de atenção primária. Imagina a distimia que a pessoa pode se queixar de cansaço, fadiga e autoestima baixa. É bem comum associar com outras doenças psiquiátricas, transtornos de ansiedade e uso de substâncias”, diz Haag.
O diagnóstico tardio, reforça a médica, pode ainda interferir no surgimento de outras doenças ou piorar cada uma delas.
“A distimia e depressão atingem o organismo de uma forma sistêmica e podem agravar condições clínicas crônicas como diabetes, hipertensão e doenças reumatológicas, fazendo com que o paciente precise de doses maiores de medicamentos ou uma associação superior de remédios para estabilizar aquela condição”, diz ela.
Como ainda há um tabu em relação à saúde mental, identificar o transtorno pode ser ainda mais complicado. O recomendado é procurar atendimento com psicólogos e psiquiatras, que avaliarão o caso e poderão determinar a linha terapêutica correta, que pode ser feita com medicamentos ou somente psicoterapia.
Na época em que Ana descobriu a distimia, ela seguiu com psicoterapia e terapias “alternativas”, já que, devido a sua idade, sua psicóloga preferiu não receitar medicamentos.
Por alguns anos, a servidora pública interrompeu as sessões de terapia, mas desde o início da pandemia de covid-19, em 2020, voltou com o tratamento. Desde que retornou com o acompanhamento psicológico, percebeu uma melhora significativa.
Os especialistas reforçam a importância de não interromper o tratamento sem autorização de um profissional de saúde e que a evolução do transtorno precisa ser observada de forma contínua.
O acompanhamento médico pode durar meses ou anos, mas é indispensável para melhora dos sintomas e qualidade de vida do paciente.
– Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/geral-62752634
CAPS e Unidades Básicas de Saúde (saúde da família, postos e centros de saúde)
188 (ligação gratuita a partir de qualquer linha telefônica fixa ou celular)
www.cvv.org.br (Chat, Skype ou e-mail)
Informações BBC Brasil

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para a próxima sexta-feira (9) o início do julgamento sobre o piso nacional da enfermagem. Os demais integrantes do plenário vão avaliar se mantém ou não a decisão dele que suspendeu a lei que consolidou o piso salarial.
Em decisão tomada no domingo (4), o ministro atendeu a pedido da Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde), que questionou a constitucionalidade da lei 14.434/2022 e alega que há risco de demissões em massa, pois o setor privado não teria condições de arcar com os novos salários.
Além disso, a entidade afirma que poderia haver risco de fechamento de leitos pelo país, por falta de profissionais e prejuízos às finanças dos municípios. Já o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) informa que o impacto econômico da lei do piso da categoria foi discutido com diversas entidades no Congresso e que um relatório sobre as fontes de custeio e detalhes sobre o planejamento para realizar os pagamentos sem gerar danos foi apresentado durante a tramitação da proposta.
Informações TBN

Em entrevista à Jovem Pan, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, comentou na manhã desta segunda-feira (05) sobre o veto do TSE ao voto ao cidadão que não entregar o celular e outros equipamentos eletrônicos antes de votar.
Mello afirmou que seguirá a determinação, ainda que discorde de tal normatização.
De acordo com ele, a Corte Eleitoral não pode forçar o cidadão a seguir tal regra sem que haja uma lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente que determine a questão.
“Nós temos um princípio básico em um estado democrático de direito, que é o princípio da legalidade, ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa, senão em virtude de lei. Enquanto o cidadão pode praticar os atos que não estão proibidos em lei, o administrador público só pode atuar segundo as normas. O Tribunal Superior Eleitoral tem atribuição, pelo código eleitoral, de regulamentar, baixar instruções presente à lei, mas não pode simplesmente normatizar sobre certos fatos. Cumpre ao Congresso Nacional editar leis com a sanção ou veto do presidente da República”, afirmou o ex-ministro na entrevista.
O ex-ministro ainda comentou sobre a proibição do porte de arma no pleito e reforçou que seguirá as determinações do TSE:
“Se o cidadão tem o porte de arma, ele, evidentemente, não pode ser proibido de portar essa arma. Não me refiro ao simples registro da arma, mas ao porte. A problemática do celular: qual o objetivo de vedar que alguém se dirija à urna eletrônica com o celular? Evitar que tire uma fotografia do voto para prestar conta a certo candidato? Seria esse o objetivo? Mas nós não temos como chegar a essa proibição. Eu vou comparecer com o meu celular, porque junto a ele eu tenho os meus documentos, e depositarei, porque estarei comparecendo como simples cidadão, onde estiver apontado para depositar o celular. Mas não há dispositivo aprovado pelo Congresso Nacional que obstaculize a pessoa a portar no bolso o celular quando se dirige para exercer esse direito inerente à cidadania, que é o de escolher os respectivos representantes. Não se pode confundir a função do TSE de regulamentar lei existente, com a possibilidade de inovar no cenário normativo”.
Gazeta Brasil
O núcleo do IBDFAM – Instituto Brasileiro de Direito das Famílias – situado em Feira de Santana, na Bahia, organiza, pela segunda vez, o evento “Café das Famílias”. Este será realizado na sede da OAB Subseção Feira no próximo dia 14, a partir das 17:00.
Trata-se de um café filosófico, que tem como objetivo conscientizar, divulgar e debater com a comunidade sobre diversos temas relativos ao direito de família, sucessões, bioética, para que haja uma melhor compreensão destes conteúdos e suas consequências processuais práticas para a advocacia.
Os palestrantes desta edição serão Camilo Colani e Sergio Barradas, os quais farão uma exposição sobre o tema: “Aspectos morais das normas do direito de família”. Após as explanações haverá debate entre os presentes. Interessados em participar devem acessar o link do Sympla: https://www.sympla.com.br/cafe-das-familias-nucleo-feira-de-santanabahia__1704076.
Candidato a governador retoma eventos em Salvador após realizar agenda mais intensa desde o início da sua pré-campanha

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) retoma a sua caminhada em Salvador nesta segunda-feira (5) após realizar, nos últimos seis dias, a agenda mais intensa pelo interior da Bahia desde o início da sua pré-campanha, em janeiro de 2021. Ao todo, foram percorridos 22 municípios de sete regiões diferentes, realizadas 20 carreatas, 17 comícios e seis grandes eventos ao lado de lideranças locais.
A distância percorrida por terra pela comitiva da coligação Pra Mudar a Bahia chegou aos 4,4 mil quilômetros, o suficiente para ir de Salvador a São Paulo e retornar para a capital baiana. A agenda começou na terça-feira (30), quando Neto realizou comício em Pojuca, na Região Metropolitana, ao lado do prefeito Duda Leite (PSDB).
Na quarta-feira, visitou cidades da Chapada Diamantina e do Sudoeste; na quinta-feira, o foco foi na região de Irecê; na sexta-feira, cruzou o estado para percorrer localidades do Sertão Produtivo; no sábado, concentrou-se em municípios do Vale do Jiquiriçá; e no domingo, retornou para o Sertão Produtivo e estendeu a agenda até a Bacia do Paramirim.
Com isso, o deslocamento do último compromisso da noite para o primeiro evento do dia seguinte foi, em média, de 500 km, tamanha era a distância entre as regiões visitadas.
Ao todo, ACM Neto e os candidatos a vice-governadora Ana Coelho (Republicanos) e a senador Cacá Leão (PP) percorreram mais de 46 quilômetros em carreatas e ficaram por quase 23 horas em pé, seja nos palcos ou nas caçambas de picapes, durante os comícios e grandes eventos da agenda.
Na penúltima cidade visitada, Botuporã, no domingo (4), ACM Neto discursou e brincou com a intensa agenda: “Estamos num domingo, às 14h, e tenham certeza que ninguém almoçou. Essa já virou a minha rotina, também de Cacá e de Ana. Desde quarta-feira que a gente não almoça. Ontem, também não jantamos. O que nos alimenta de verdade é chegarmos nessa cidade, e em tantos cantos da Bahia, e sermos recebidos com tanta energia, tanta confiança e tanto carinho”, disse.
Neto lembrou que, em breve, deve alcançar a marca de 300 cidades visitadas desde o começo da sua pré-campanha, em janeiro do ano passado, quando entregou a Prefeitura de Salvador para Bruno Reis (UB): “É assim que tenho caminhado há mais de um ano e meio, comendo poeira, botando o pé na estrada. Estamos passando dos 270 municípios desde que comecei o movimento Pela Bahia, ouvindo as pessoas, vendo os problemas de perto, para, sobretudo, compreender os sonhos e as aspirações do povo da Bahia”.
O sábado (3) foi o dia mais intenso: foram percorridas oito localidades do Vale do Jiquiriçá, numa agenda que começou às 10h em Jaguaquara, com uma carreata, e só terminou às 23h20, num grande evento em Milagres ao lado do prefeito Cézar de Adério (PP). Foram realizadas carreatas em todas as cidades, com destaque também para a ocorrida em Maracás, onde o prefeito Soya Novaes (PDT) anunciou apoio à candidatura de ACM Neto.
Na região do Sertão Produtivo, visitada na sexta-feira (2), a agenda começou às 10h com carreata e um comício em Caetité, em frente à Feira Livre. Só acabou às 22h40, após um grande evento em Caculé, quando ACM Neto e o ex-prefeito Luciano Ribeiro (UB) reuniram uma multidão na Praça Manoel Vitorino.
Mobilização semelhante ocorreu na quinta-feira (1º), quando a agenda começou às 12h em Gentio do Ouro, com carreata e comício. A comitiva passou por Jussara, onde participou de grande evento na praça ao lado do prefeito Tacinho Mendes (PP) e terminou apenas às 22h50 após um grande evento em Xique-Xique, ao lado do prefeito Reinaldinho (MDB).
Em seus discursos, ACM Neto destaca a importância da eleição deste ano. “Nós podemos escolher um governador que trabalhe olhando para cada um dos 417 municípios, que encare com coragem todos os problemas de educação, segurança, desemprego e saúde da Bahia e que tenha experiência e preparo para enfrentar o desafio de governar um estado com o tamanho e com a diversidade que temos no estado. E eu estou preparado para ser esse governador, oferecendo aos baianos o melhor governo de todo o país”, diz.
Agenda
Nesta segunda-feira (5), ACM Neto, Ana Coelho e Cacá Leão realizaram uma carreata na Liberdade pela manhã. À noite, a partir das 18h, os candidatos participarão do evento Mobiliza Salvador, no bairro de Itapuã.

Candidato do PDT à presidência da República, Ciro Gomes criticou a proposta de mudança de Constituição no Chile no que se refere a pecularidades. O ex-ministro chamou de “baboseiras da esquerdismo”. Para Ciro, a maioria dos chilenos disse “não” à nova Constituição porque o presidente daquele país, Gabriel Boric, propôs uma nova Constituição “cheia de peculiaridades identitárias”, que, segundo ele, não resolvem os problemas das desigualdades socioeconômicas.
“Há três anos o povo foi em massa às ruas [do Chile] pedindo uma nova Constituição contra o legado de Pinochet. Aí fizeram a Constituição cheia de peculiaridades identitárias, uma série de baboseiras desse esquerdismo que vem dos Estados Unidos para substituir a falta de compromisso popular verdadeiro das esquerdas, tipo o PT no Brasil, aí o povo não quer essa Constituição em dois terços”, declarou.
Ciro criticou o que chamou de “hiperfragmentação” de pautas sociais durante participação no programa “Pânico”, da Jovem Pan, ao comentar o resultado do plebiscito ocorrido ontem no Chile, quando mais de 60% dos chilenos rejeitaram a proposta de substituir a Constituição herdada do ditador Augusto Pinochet.
Ciro Gomes também disse que o PT implantou no Brasil esse “esquerdismo à moda americana”, sem defesa do socialismo, e pega essas pautas identitárias, que “hiperfragmentam os interesses da sociedade”, como questões referentes aos direitos dos negros e das mulheres, e às pautas ambientais, “como se fossem assuntos separados”.
Ao fazer isso, ele prosseguiu dizendo que não se fala mais em “superação das desigualdades na proporção justa dos negros, das mulheres, que de fato sofrem dobrado numa sociedade machista e racista como a nossa”.
Por fim, o pedetista afirmou ser solidário aos grupos socialmente minoritários e que tem “compromisso real em empoderar as mulheres” em um eventual governo, mas ponderou que essa luta tem que ser feita de forma ampla para superar as desigualdades, e não por grupos fragmentados.
“Transformar a questão ambiental, que é grande, em uma pauta identitária, é errado”, concluiu.
Informações UOL

Um fim de semana com campanha na rua e bem perto do povo. Foi assim a agenda de Carlos Geilson (77077), candidato a deputado estadual. E teve de tudo: caminhada, carreata e visita à feira livre do Tomba.
Logo na sexta-feira à noite, apesar da chuva, Carlos Geilson e sua turma percorreram as ruas do bairro Caseb. O candidato levou uma mensagem de fé aos moradores e sugeriu uma parceria. “Quero meus amigos e minhas amigas do Caseb participando ativamente do nosso mandato, com sugestões. Este canal de comunicação vai existir”, diz Geilson.
Já no sábado, à tarde, foi a vez do conjunto Morada das Árvores e bairros Pampalona e George Américo receberem a caravana da elegria. Com seu carisma, Carlos Geilson atraiu a atenção por onde passou. “Eu acompanho Geilson desde o programa Viva Feliz. Com certeza eu e minha família vamos votar nele”, disse a aposentada Nélia Cordeiro Silva.
No domingo, pela manhã, Carlos Geilson fez uma visita aos feirantes e comerciantes da feira livre do Tomba. O então deputado teve participação decisiva para o projeto de revitalização da praça do Tomba, um pedido seu atendido pelo prefeito Colbert Filho. Gente como o feirante José Soares. “Vi na imprensa que Carlos Geilson brigou por nós para essa obra acontecer. É disso que a gente precisa”, destacou.
Ao final das atividades, Geilson agradeceu a cada uma das lideranças que participaram dos eventos. “É com esta força e vibração que alcançaremos a vitória”, acentuou.
(Assessoria de Carlos Geilson)

Jair Bolsonaro está numericamente a frente de Lula na pesquisa eleitoral para presidente do instituto Gerp, divulgada nesta segunda-feira.
De acordo com o levantamento, o quinto do instituto para o cargo, Bolsonaro tem 39% das intenções de voto do eleitorado, contra 38% de Lula.
Considerando a margem de erro de 2,18 pontos, os dois estão tecnicamente empatados. É a primeira vez, contudo, que o presidente aparece na frente do petista na série do instituto iniciada em março deste ano.
Bolsonaro já teve 31% em março, foi para 35% em abril, passou a 37% em junho e 38% em agosto agosto. Em setembro, foi a 39%. Já Lula tinha 38% em março e variou de um a dois pontos para cima no período e voltou para os 38% em setembro.
Apesar de Lula ter sido superado numericamente na preferência do eleitor, Bolsonaro ainda é mais rejeitado do que o seu rival, segundo o levantamento. O petista tem 46% de rejeição enquanto seu adversário tem 53%.
O levantamento ouviu 2.095 pessoas entre 29 de agosto e 1º de setembro. A pesquisa foi registrada no TSE sob o protocolo BR – 09102/2022.
Informações TBN

Em Feira de Santana, 48 pacientes estão em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e policlínicas municipais esperando a transferência para uma unidade hospitalar até esta segunda-feira, 5.
Somente na UPA Queimadinha são 13 pacientes. Um deles é um homem de 59 anos, que aguarda há nove dias para receber o tratamento adequado para pneumonia. Na mesma unidade, uma idosa de 81 anos, está há uma semana esperando transferência para tratar uma infecção aguda nas vias aéreas superiores.
Na policlínica da Rua Nova, 4 pacientes estão aguardando regulação. Entre eles, uma mulher, 55 anos, há 18 dias aguardando regulação para tratar Miocardiopatia – uma doença do músculo cardíaco (miocárdio) que compromete o bombeamento correto de sangue para todo o organismo, sendo uma das causas mais comuns de insuficiência cardíaca.
Além dessas unidades, 11 pacientes estão na UPA Mangabeira. Outros 20 pacientes estão distribuídos nas policlínicas municipais: (4) Feira X, (3) Tomba, (2) George Américo, (9) Parque Ipê e (2) Humildes.
A demora para a transferência sobrecarrega o sistema de saúde municipal fazendo com que as unidades fiquem lotadas. Ainda expõe os pacientes a uma espera exaustiva por tratamento adequado.
REGULAÇÃO ESTADUAL
O Sistema de Regulação Estadual é uma ferramenta do Governo do Estado que disponibiliza vagas em unidades públicas hospitalares conforme critério de gravidade e não proximidade, visando a democratização do acesso.
Para isso, o paciente atendido em uma unidade de urgência e emergência é avaliado e submetido a exames laboratoriais ou de imagem, de acordo com as condições clínicas.
Se comprovada a necessidade de assistência hospitalar, os profissionais da unidade solicitam a regulação no sistema, para que o paciente tenha a assistência adequada.
*Secom