A decisão do presidente do Senado causará um impacto de R$ 2,5 bilhões no Orçamento de 2023

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), autorizou nesta segunda-feira, 26, o aumento dos salários dos deputados e dos senadores, ministros de Estado, presidente e vice-presidente da República. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).
A valorização dos salários ocorrerá a partir de janeiro e será escalonada da seguinte forma:
I – R$ 39.293,32 a partir de 1º de janeiro de 2023;II – R$ 41.650,92 a partir de 1º de abril de 2023; III – R$ 44.008,52 a partir de 1º de fevereiro de 2024;
IV – R$ 46.366,19 a partir de 1º de fevereiro de 2025.
Os aumentos terão um impacto de R$ 2,5 bilhões no Orçamento de 2023. O montante já estava previsto no projeto do Orçamento do próximo ano.
Na terça-feira 20, Oeste informou que o Congresso decidiu aumentar o próprio salário. Todos os partidos orientaram a favor, com exceção do Novo e do Psol.
O reajuste beneficiou todos os servidores federais: Congresso Nacional, Ministério Público Federal e Tribunais Superiores, por exemplo. Foram 11 projetos de aumento de remunerações em sequência.
Dois dias depois, o Senado aprovou o reajuste salarial dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), garantindo ao Judiciário um aumento de 18%. A medida eleva o valor mensal de R$ 39,3 mil para R$ 46,4 mil. O acréscimo também será progressivo, dividido em três parcelas até fevereiro de 2025.
A estimativa feita pela Corte para o impacto orçamentário em 2023 é de quase R$ 911 mil, em relação aos ministros, e de quase R$ 256 milhões, em relação aos demais membros do Poder Judiciário da União, pois o subsídio é referência para outros ministros de Tribunais Superiores, juízes federais e magistrados.
Informações Revista Oeste

A CBF anunciou mudanças para a Copa do Brasil de 2024, priorizando as vagas adquiridas pelos estaduais espalhados pelo país já no ano que vem.
Informações UOL

Vídeo que roda na Internet vai de encontro ao que se tem dito pela imprensa, o sr George Washington acusado de plantar uma bomba em uma carro tanque para causar um atentado no aeroporto de Brasília, nega que seja contra Lula, como mostra parte do suposto vídeo aparentemente da audiência de custódia.
Entretanto o vídeo está cortado e não traz o contexto completo da fala que pode ser interpretada de várias formas.
Informações TBN
Atendimentos de novos pedidos seguem sem alterações em todo o país

A Polícia Federal (PF) informou hoje (26) que a emissão de passaportes está sendo normalizada. De acordo com a corporação, a distribuição dos documentos cuja demanda estava represada desde o início do mês já foi iniciada. Na semana passada, a PF chegou a informar que 108.701 pessoas aguardavam para receber o passaporte.
A entrega será gradual. Os requerentes precisam consultar o status da solicitação no portal eletrônico da PF e deverão se dirigir ao posto quando estiver constando que o passaporte está disponível.
De acordo com nota divulgada pela PF, os atendimentos de novos pedidos seguem sem alterações em todo o país. “Os prazos de entrega serão normalizados tão logo as solicitações anteriores tenham sido processadas”, informa o texto.
A confecção dos passaportes foi suspensa pela primeira vez no dia 19 de novembro por falta de recursos. Na semana seguinte, o governo federal remanejou R$ 37,36 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico para a reativação do serviço. Mas esse montante só foi suficiente para atender a produção dos documentos solicitados até o dia 30 de novembro, culminando em uma nova suspensão em 1º de dezembro.
O passaporte é um documento que comprova a identidade do viajante. Nele, são registradas as entradas e saídas do país, além de vistos e autorizações. Para obter o documento, é preciso pagar uma taxa de R$ 257,25. O valor arrecadado, no entanto, não é administrado pela PF, pois os recursos são encaminhados para a conta do Tesouro Nacional.
Informações Agência Brasil

Pesquisa Datafolha publicada pela “Folha de S.Paulo” aponta que 31% dos entrevistados aprovam e outros 31% reprovam a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os que consideram o trabalho da Corte como regular somam 34% e 4% não souberam avaliar.
A avaliação do STF melhorou em relação à última pesquisa, realizada em 27 e 27 de julho, quando a aprovação era de 23% e a reprovação, de 33%.
A pesquisa Datafolha ouviu 2.026 pessoas em 126 municípios de todo o Brasil e tem índice de confiança de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Segundo a Folha, o índice de aprovação é mais alto entre os que reprovam o desempenho da gestão do presidente Jair Bolsonaro (42%). A taxa de reprovação, por sua vez, é mais alta entre os homens (36%) do que entre as mulheres (26%), entre os mais instruídos (40%), entre os mais ricos (61%) e entre aqueles que aprovam o atual governo (50%).
Fonte: G1

Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 50 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,00%), 860 recuperados (+0,05%) e 17 óbitos. Dos 1.764.021 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.727.805 já são considerados recuperados, 5.038 encontram-se ativos e 31.178 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações.
O boletim epidemiológico desta segunda-feira (26) contabiliza, ainda, 2.072.052 casos descartados e 370.921 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até às 17 horas desta segunda-feira. Na Bahia, 71.189 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
Vacinação
Até o momento a Bahia contabiliza 11.714.099 pessoas vacinadas com a primeira dose, 10.891.836 com a segunda dose ou dose única, 7.736.270 com a dose de reforço e 2.982.801 com o segundo reforço. Do público de 5 a 11 anos, 1.081.617 crianças já foram imunizadas com a primeira dose e 738.405 já tomaram também a segunda dose. Do grupo de 3 a 4 anos, 75.166 tomaram a primeira dose e 32.255 já tomaram a segunda dose. Do grupo de 6 meses a 2 anos, 5.672 tomaram a primeira dose.
Fonte: Ascom/Sesab

O nome da ex-jogadora de vôlei Ana Moser está sendo cotado para assumir o Ministério dos Esportes no governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo aliados do petista.
Durante o período de campanha eleitoral, a ex-jogadora foi uma das figuras do meio esportivo que mais demonstrou apoio para Lula. Além disso, a atleta também participou da equipe de transição.
Moser possui um perfil que agrada aliados do presidente eleito, já que é apoiadora de longa data de Lula e tem forte presença em causas sociais, sendo fundadora do Instituto Esporte & Educação (IEE).
Informações: Metro1

1. É bastante calórico: 1 g de álcool tem 7 calorias, enquanto 1 g de carboidrato tem 4 calorias. Para ter ideia, em uma lata (350 ml) de cerveja há cerca de 140 calorias, e algumas pessoas bebem facilmente 5, 6, 7 latinhas, ultrapassando as calorias de uma ou duas refeições (sem oferecer nutrientes ao corpo).
2. Aumenta o apetite: segundo Paola Machado, colunista de VivaBem, o álcool desregula a produção de hormônios que controlam a fome e a saciedade, fazendo você comer mais. Além disso, devido ao mal-estar gerado pela bebedeira, no dia seguinte você tende a preferir comidas calóricas e que geram conforto, como doces e fast-food.
3. Favorece o estoque de gordura corporal: como o álcool é bastante tóxico, nosso fígado fica focado em metabolizar a substância (para se livrar logo dela) e diminui a metabolização de nutrientes, como os carboidratos (açúcares). Por não ser usado como combustível, esse açúcar que está no organismo é estocado como gordura, especialmente na região da barriga.
Nessa época de festas, férias e verão, em que o consumo de álcool tende a ser mais comum, lembre-se que ele é vilão da saúde e da dieta. Se for beber, não exagere.
Informações UOL

O ano de 2022 foi uma torrente de produções que aguçaram o senso crítico do espectador, primando por alargar as perspectivas e dar novo fôlego a opiniões as mais contraditórias, que se repelem entre si enquanto também se complementam, provando uma vez mais que a arte espelha a vida no que esta tem de densa, de bela, de única. A vida bem que poderia ser um eterno domingo, não? Não que nos outros dias devamos nos esquecer das pequenas alegrias que a vida nos proporciona, mas certamente tudo adquire um colorido a mais quando se dá esse curto respiro a cada cinco dias de trabalho duro. Aos fins de semana, como num passe de mágica, como numa ópera de Giuseppe Verdi (1813-1901), a gente se sente mais leve, mais animado, os pássaros cantam mais alto (até no inverno), as crianças brincam até tarde (tarde até demais), as manchetes de tragédias nos jornais são relegadas à lúgubre segunda-feira, quando o ramerrão volta à carga. Como em “La Traviata”, ópera de Verdi de 1853, como no grande cabaré em que a existência humana se transforma às vezes, aproveitamos o fim de semana para praticar os prazeres que nos nega a vida nos dias de peleja. É claro que, justo aqui na Bula, não iríamos esquecer dos filmes para aqueles que se decidiram a ficar em casa. Na nossa lista de hoje, temos cinco pérolas, ou ainda mais, cinco diamantes para você ter no seu descanso experiências preciosas. Os títulos, todos na Netflix, aparecem do mais novo para o mais antigo, em ordem alfabética, sem nenhum outro critério. Você descansa e a gente rala, para que você descanse ainda mais. Ah! Pensando bem, qual seria a graça se a vida fosse um eterno domingo, certo?
Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades, de Alejandro González Iñárritu
lejandro González Iñárritu parece continuar firme em seu propósito de não mais tolerar as delicadezas cínicas que sustentam o mundo. Em “Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”, Iñárritu personifica muitas das neuroses não apenas do gênero humano, mas das Américas, da história do continente americano, da glória e do desajuste de ser artista numa era de violências perpetradas das mais diversas maneiras, das mensagens que condenam, das palavras que matam. El Negro, como é conhecido em Hollywood, já conta cinco Oscars no currículo e este seu trabalho mais recente — pleno de toda a originalidade e de todos os maneirismos pelos quais a Academia costuma se enamorar — parece que vai juntar-se aos outros homenzinhos dourados do mexicano. Com seu 13° filme, o diretor inclina-se a escancarar um pouco mais seu choque frente à ignorância maciça que rege nossos dias, espraiada pelos campos mais insólitos e mais urgentes. Combinando o lirismo agridoce e niilista de “Biutiful” (2010) às iluminações acerca da pobreza da arte nas sociedades pós-modernas, como o exposto em “Birdman ou (A Inesperada Virtude Da Ignorância)” (2014), e sem deixar de lado as experimentações que bem o caracterizam, caso de “O Regresso” (2015), Iñárritu não tem pudor nenhum de escarafunchar as chagas nunca cicatrizadas dos Estados Unidos. Há em boa parte dos 160 minutos de projeção metáforas sobre o que é ser chicano para além dos domínios do Rio Grande, mas este é um relato pessoal também. Silverio Gacho, o bardo do título, é um alter ego muito bem pesado de El Negro — que incorporou o apelido até como um meio de autoafirmação —, e malgrado juntem-se ao roteiro, de Iñárritu e Nicolás Giacobone uma legião de personagens, Silverio, atuação irretocável de Daniel Giménez Cacho, resume tudo quanto se precisa saber a respeito de El Negro, da vida, de seu cinema. Do mundo e de sua feiura, indizível, mas ainda assim doce.
Enola Holmes 2, de Harry Bradbeer
O roteiro de Harry Bradbeer, escrito em parceria com Jack Thorne, se esmera por cristalizar a figura da mocinha, apresentada ao cinema por Bradbeer em 2020, com texto solo de Thorne, como uma personagem capaz de merecer uma franquia para chamar de sua depois dos sete livros de Springer (e contando). Já nas primeiras cenas, Millie Bobby Brown deixa muito claro quem é a estrela aqui, o que, convenhamos, não é tão difícil frente à atuação quase mecânica de Henry Cavill, o primogênito dos Holmes. Enola está numa quadra tensa de sua incipiente carreira: decidiu encampar a atividade detetivesca, para a qual tem, sim, alguma vocação — e o desempenho de Brown faz com que o espectador compre a ideia —, mas, por óbvio, esbarra em obstáculos de maior ou menor importância, e o gênero feminino, por estranho que pareça, está na segunda categoria.
Glass Onion: Um Mistério Knives Out, de Rian Johnson
Aludindo a uma canção dos Beatles, o roteiro de Johnson ilumina as muitas camadas aparentemente translúcidas das relações humanas, hábeis em filtrar toda a luz que lhes possa atravessar e vertê-la numa energia pouco benfazeja. Como não poderia deixar de ser, o diretor segue reverenciando — de um modo bastante original, que se diga — Agatha Christie (1890-1976), sem prejuízo dos trechos cômicos que se prestam a um tempero bem dosado para uma narrativa saborosa, estilo de que a Dama do Crime decerto não se ressentiria. A exemplo do que se denota do filme que abre a franquia, Johnson perturba o seu tanto a ordem do estabelecido no gênero e vive transfigurando o enredo, sem importar muito quem fará o quê, mas a que altura da história se vai chegar ao assassino, que a propósito, ainda não existe.
O Desconhecido, de Thomas M. Wright
“O Desconhecido” é um filme singular. Evitando abusar da violência, Thomas M. Wright, o diretor-roteirista, escancara situações do expediente policial que o público leigo nem sonha serem possíveis. Tentando encontrar alguma resposta minimamente sensata que aponte uma justificativa para a degradação moral em que mergulhamos todos há algum tempo, Wright compõe uma narrativa ligeiramente farsesca, entre a sátira e o ensaio, sobre policiais que fazem o que lhes autoriza a lei — ou seja, muito pouco — na intenção de levar a cabo a investigação de um assassinato. Uma vez que se dão conta de que observar todos os ritos legais é, mais do que inútil, contraproducente, um deles em especial aposta a última ficha, numa manobra arriscada que pode redundar em derramamento de sangue, começando pelo seu. O texto de Wright prima pela sutileza, mas nunca se deixa levar pela ambiguidade fácil. Aqui, ninguém fica muito bem no papel de mocinho; entretanto, cada personagem desempenha o papel que dele se espera, sem muita margem para grandes tergiversações.
O Milagre, de Sebastián Lelio
Religião e fé são variações de um mesmo tema, que alcança ainda o misticismo e, refinando-se um pouco mais a perspectiva, as relações entre Deus e o homem. Se a natureza divina se faz presente em rigorosamente todos os seres, animados ou inanimados, racionais ou não, como pensou Spinoza, o Criador seria também capaz de apresentar-se sob uma forma curiosamente ambígua, juntando num único ser a constituição sem falhas que o difere de qualquer outra entidade e a matéria, perecível e dúbia, que conhecemos tão bem. O chileno Sebastián Lelio tem tarimba em descrever situações nos mais matizados graus de incômodo. Em “O Milagre” (2022), Lelio resolve encampar novos e indigestos pontos de vista, desta feita voltadas a uma das controvérsias mais frutíferas da civilização. O diretor mira Deus e de que maneira certos homens O veem, explicitando a confusão deliberada em torno da necessidade de se guardar a fé e de se estar sempre atento aos propósitos nada ingênuos que visam a manter aceso o interesse nas coisas do Altíssimo.
Informações Revista Bula

Nos últimos dias, cresceu nos bastidores da política a informação de que Bolsonaro pode dar uma canetada que promete dar muita dor de cabeça a Lula a partir de 1º de janeiro de 2023: editar uma medida provisória para manter, em 2023, a isenção de impostos federais sobre os combustíveis, que terminaria neste ano.
A medida teria um impacto de R$ 53 bilhões para os cofres da União. O valor equivale a cerca de 1/3 dos R$ 145 bilhões da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Rombo, que a equipe de Lula tenta ver aprovada no Congresso para cumprir promessas de campanha.
Bolsonaro foi aconselhado a assinar qualquer documento que atrapalhe a transição, de forma a criarproblemas para o futuro governo Lula.
A estratégia é batizada de “operação caneta Bic”.
Informações G1 – Andrea Sadi