ÚLTIMAS NOTÍCIAS


Mundo

EUA: Agentes do FBI são mortos a tiros durante operação na Flórida

Operação cumpria mandado relacionado a um caso de pornografia infantil Agentes do FBI morreram durante operação na Flórida Foto: EFE/EPA/Cristobal Herrera-Ulashkevich...
LEIA MAIS

Política & Economia
Contrato de R$ 129 milhões era ponte para Moraes, admite Vorcaro
Brasil Notícias Polícia

Contrato de R$ 129 milhões era ponte para Moraes, admite Vorcaro

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 36 milhões nesta quinta-feira
Economia

Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 36 milhões nesta quinta-feira

Desenrola 2.0: bancos têm 30 dias para limpar nome de quem deve até R$ 100
Economia

Desenrola 2.0: bancos têm 30 dias para limpar nome de quem deve até R$ 100

Cantor “Zau O Pássaro” morre após acidente na BR-116
Bahia Notícias Polícia

Cantor “Zau O Pássaro” morre após acidente na BR-116

Mercado projeta alta da inflação em 2026 e queda do PIB em 2027
Economia

Mercado projeta alta da inflação em 2026 e queda do PIB em 2027

Mega-Sena sorteia R$ 115 milhões nesta terça
Economia

Mega-Sena sorteia R$ 115 milhões nesta terça

Prévia da inflação em abril é a maior para o mês em 4 anos
Economia

Prévia da inflação em abril é a maior para o mês em 4 anos

Emprego feminino aumenta 11%, mas desigualdade salarial persiste
Economia

Emprego feminino aumenta 11%, mas desigualdade salarial persiste

Pagamento de novo lote do PIS/Pasep começa nesta segunda
Brasil Economia Notícias

Pagamento de novo lote do PIS/Pasep começa nesta segunda

Placo apresenta projeto de expansão com investimento e nova estrutura industrial
Economia Feira de Santana Notícias

Placo apresenta projeto de expansão com investimento e nova estrutura industrial


Ninguém acertou o sorteio do concurso 2.529 da Mega-Sena ocorreu às 20h desse sábado (15), em São Paulo. Com isso, o prêmio acumulou e foi a R$ 77 milhões.

Veja as dezenas sorteadas: 03 – 05 – 32 – 56 – 57- 59. O prêmio estimado era de R$ 23 milhões para quem acertasse as seis dezenas.

A quina teve 84 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 43.914,37. A quadra teve 5.632 apostas vencedoras; cada uma levará R$ 935,67.

O próximo concurso será realizado na terça-feira (18).

*Metro1


Pesquisa feita pelo instituto Veritá entre os dias 10 e 15 de Outubro aponta virada de Jair Bolsonaro (PL) contra Luís Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pela presidência da República. Os números divulgados neste domingo mostram o atual mandatário com 51,2% dos votos válidos contra 48,8% do ex-presidente. A Veritá foi a empresa de pesquisa que mais acertou vitórias de candidatos no primeiro turno.

A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o que indica empate técnico. Foram entrevistadas 5.528 pessoas e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-04850/2022.

https://www.instagram.com/p/Cjx5FVwOFxh/?utm_source=ig_embed&ig_rid=c19b2126-b04c-44ef-92a0-8efc44bd9acd&ig_mid=9962B688-AECC-41B8-8CA8-9DD7F158745A

Informações Informe Baiano


O ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, publicou um video neste domingo (16) em apoio ao candidato a governador da Bahia, ACM Neto (UB).

Ronaldo ressaltou a preparação de Neto para o cargo. Já o candidato, disse que o ex-prefeito de Feira o ajudaria a governar o estado.

Veja o vídeo:


Foto: Frederic Batier/Netflix

Se vocês dissessem aos jovens Reed Hastings e Marc Randolph, fundadores da Netflix, que eles revolucionariam o mercado cinematográfico, talvez eles não imaginassem a magnitude e impacto que causariam. Claro que a empresa já nasceu vanguardista, porque propunha entregar os DVDs alugados na casa do cliente, sem necessidade de fazê-lo se locomover até uma locadora de vídeos. No entanto, duvido que os dois empreendedores sabiam aonde chegariam 25 anos depois. Hoje, a Netflix não só tirou os estúdios de sua zona de conforto como modificou a maneira de se consumir cinema. Como produtora, já são 439 filmes feitos em 7 anos, com base em dados do Movie Insider. Para 2022, a previsão é de mais de 70 títulos originais. A Revista Bula traz uma lista com alguns dos melhores filmes lançados neste ano, até o momento. Destaques para “Mães Paralelas”, de 2022, de Pedro Almodóvar; “Arremessando Alto”, de 2022, de Jeremiah Zagar; e “Apollo Dez e Meio: Aventura na Era Espacial”, de 2022, de Richard Linklater.

Mães Paralelas (2022), Pedro Almodóvar

Após a fotógrafa profissional Janis conhecer Arturo, um arqueólogo forense, em um ensaio para uma revista, eles voltam a trabalhar juntos na escavação de uma vala comum em uma aldeia. Logo os dois embarcam em um caso apaixonado, embora Arturo seja casado. Janis engravida. Na sala de parto, ela conhece Ana, uma adolescente problemática, cuja gravidez é igualmente acidental. A amizade entre elas continua para além das paredes do hospital e se torna íntima. Tudo muda quando Janis descobre que suas filhas foram trocadas na maternidade.

Arremessando Alto (2022), Jeremiah Zagar

Stanley Beren é um olheiro de basquete que descobre por acaso o jogador amador espanhol, Bo Cruz, jogando em um parque nos arredores de Madri. Vendo no rapaz um talento como há muito tempo não encontrava, Stanley se vê renovado de esperanças e decide levar o fenômeno para os Estados Unidos, sem a aprovação da equipe. Os dois terão de provar, contra todas as probabilidades, que têm o que é preciso para chegar à NBA.

Apollo 10 e Meio: Aventura na Era Espacial (2022), Richard Linklater

Nos dias que antecedem a missão de pouso na lua Apollo 11, Stan, um menino de 10 anos e meio, estudante da quarta série e morador do subúrbio de Houston, é recrutado por dois agentes do governo enquanto brinca no playground. Ele é convidado para ser um proto-astronauta. O filme é livremente inspirado na infância e imaginação do diretor Richard Linklater, durante o verão de 1969, quando ele morava próximo da Nasa, e em suas lembranças da primeira chegada do homem à Lua.

O Soldado que não Existiu (2022), John Madden

Em meio à Segunda Guerra Mundial, as forças aliadas preparam uma tomada da Sicília pela costa sul. No entanto, os nazistas descobrem os planos. Os oficiais da inteligência, Ewe Montagu e Charles Cholmondelcy são convocados para elaborar uma estratégia para embaraçar os soldados de Hitler e fazê-los acreditar que o alvo das forças aliadas é, na realidade, a Grécia. Inspirado em uma história real.

RRR — Rise Roar Revolt (2022), S.S. Rajamouli

Ambientado em 1920, em Delhi, Ramaraju e Bheem se tornam amigos íntimos sem saber a verdade um do outro ou a intenção por trás de suas ações a favor ou contra o reino britânico. Enquanto Ramaraju é um jovem policial feroz de sangue quente, Bheem é inocente e calmo. Ramaraju trabalha para os britânicos, mas já foi submetido a muitas humilhações pela cor de sua pele. Por outro lado, Bheem é da tribo de Gond e veio a Delhi para resgatar Malli, sequestrada pelos britânicos. A amizade entre eles poderá se transformar quando a verdade vier à tona.

Athena (2022), Romain Gavras

Um jovem de origem árabe do gueto de Athena, na França, morre em circunstâncias desconhecidas. Acreditando que ele tenha sido morto por policiais, três irmãos lideram uma revolta de sua comunidade contra as autoridades em busca de vingança. Conforme o irmão mais velho, Abdel, que é militar, luta para acalmar as tensões crescentes, a situação se agrava e Athena é sitiada. Uma guerra de civis contra policiais se inicia e os irmãos estão no centro dela.

Munique: No Limite da Guerra (2022), Christian Schwochow

Em 1938, durante a Conferência de Munique, líderes europeus realizam uma tentativa de impedir Adolf Hitler de invadir a Tchecoslováquia e dar início a outro conflito global. O funcionário público britânico Hugh Legat e o diplomata alemão Paul von Hartmann viajam para Munique para participar da reunião. Logo eles são encarregados de uma missão diferente, que tem o intuito de revelar aos líderes mundiais, incluindo Neville Chamberlain, primeiro-ministro do Reino Unido, um documento confidencial que comprova os planos de Hitler em expandir o território alemão. A esperança é de que Chamberlain não leve adiante o plano de dar os Sudetos ao chefe de Estado alemão.

O Resgate de Ruby (2022), Katt Shea

Daniel O’Neil adota a cadelinha Ruby, a salvando de ser sacrificada. Ele é um soldado hiperativo e disléxico, que sonha em entrar na Rhode Island K9, uma academia de polícia de elite. Ruby, que também é hiperativa e precisa de treinamento, acaba por inspirá-lo a persistir em seu objetivo. A dupla enfrenta contratempos em sua jornada, mas com ajuda da família e de membros de sua comunidade, que apoiam e torcem por seu sucesso, eles superam seus desafios juntos.

Agente Oculto (2022), Anthony Russo e Joe Russo

O Agente Oculto é o agente da CIA Courtland Gentry, codinome Sierra Seis. Ele foi retirado de uma penitenciária federal e recrutado por Donald Fitzroy. No passado, Gentry foi um habilidoso ‘negociante da morte’, mas agora ele é o alvo. Lloyd Hansen, um antigo colega da CIA, inicia uma perseguição global para destruí-lo. Gentry vai precisar de ajuda, e a agente Dani já está pronta para defendê-lo.

Big Bug (2022), Jean-Pierre Jeunet

Em um futuro distópico, Alice fica presa dentro de sua própria casa controlada por robôs que trabalham como empregados domésticos. Com ela, estão o filho, o namorado, o ex-marido e sua esposa e filha adolescente. Do lado de fora, máquinas tentam tomar o controle do mundo e dominar os humanos. Enquanto isso, a família faz o possível para tentar escapar de casa, onde os robôs os mantêm encarcerados.

Informações Revista Bula


Episódio ocorreu neste sábado

Record sofre 2º ataque hacker, e sites da emissora saem do ar Foto: Reprodução

A Record sofreu um novo ataque hacker, e sites da emissora foram retirados do ar na tarde deste sábado (15). Este foi o segundo ataque em menos de sete dias. As informações são do site Notícias da TV.

O ataque teria partido do grupo Cynosure Team, que já fez isso com outras empresas. No início do ano, o grupo invadiu e tirou do ar o site da RedeTV!.

Por meio de grupos de Telegram e em suas redes sociais, o Cynosure Team teria assumido a autoria do ataque deste sábado.

O primeiro ataque contra a emissora ocorreu no último dia 7.

Ao longo do ano, o grupo também teria atacado sites de partidos políticos, como PSL (Partido Social Liberal) e PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira). Recentemente, os hackers teriam conseguido invadir o sistema da Polícia Civil de São Paulo.

Informações Pleno News


“Janones e petistas espalham fake news, confessam, mas TSE não faz nada”, denuncia Fábio Faria

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse na noite deste sábado (15), no Twitter, que o deputado André Janones e petistas disseminam fake news contra o presidente Jair Bolsonaro todos os dias e confessam mentem. Apesar disso, Farias disse que o Tribunal Superior Eleitoral não faz nada.

@tsejus até qdo um parlamentar em exercício fica por aí fazendo montagens, editando vídeos de forma criminosa, propagando Fakenews e ainda rindo disso… A Lei tem que servir para todos!!!

O Janones e outras pessoas próximas da campanha petista espalham centenas de fake news todos os dias. Eles próprios confessam que estão mentindo. Já fizeram até montagem pornográfica com opositores políticos. O PT pode tudo? O @TSEjusbr  e o@TwitterBrasil  vão ficar só assistindo?

Créditos: Gazeta Brasil.


O ministro Paulo de Tarso Sanseverino, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou neste sábado, 15, a suspensão da propaganda eleitoral intitulada “Quem é mineiro tem obrigação de saber”, do presidente Jair Bolsonaro (PL). Na peça, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), faz críticas ao Partido dos Trabalhadores e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com Sanseverino, a propaganda contrariou o artigo 54 da Lei das Eleições. O dispositivo estabelece que, na propaganda eleitoral gratuita, os apoiadores só poderão aparecer em limite de até 25% do tempo total de cada programa ou inserção em rádio ou TV. No entanto, 29 dos 30 segundos da propaganda do atual presidente da República foram dedicados a Zema.

O TSE acatou o pedido da Coligação Brasil da Esperança, da chapa Lula-Alckmin. Os petistas alegam que, além de aparecer na propaganda em tempo superior ao permitido, o governador de Minas Gerais “apresentou fatos sabidamente inverídicos para ofender a honra e a imagem de Lula, assim como para manipular a vontade do eleitor”. A propaganda foi veiculada mais de 40 vezes, entre 12 e 13 de outubro.

Sanseverino afirmou, em sua decisão, que a propaganda eleitoral impugnada é ilícita, “pois o programa publicitário é formado quase que, na sua integralidade, com a imagem e áudio” de Zema.

Créditos: Revista Oeste.


O 1º debate presidencial para o 2º turno das eleições de 2022 será realizado neste domingo (16.out.2022) às 20h. O encontro com os candidatos ao Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), será realizado em conjunto pelas emissoras Band e TV Cultura, o portal de notícias Uol e o jornal Folha de S. Paulo.

Os 4 veículos fizeram uma parceria com o Google. O formato que reúne diversas emissoras é conhecido no jargão jornalístico como “pool” e já foi usado no debate de presidenciáveis do 1º turno de 2022. Antes disso, no Brasil, também ocorreram durante a campanha presidencial de 1989.

A CNN Brasil, apesar de não fazer parte do “pool” de organizadores, também irá transmitir o debate em seu canal.

O encontro será mediado pelos jornalistas Adriana Araújo e Eduardo Oinegue, do Grupo Bandeirantes de Comunicação, nos 2 primeiros blocos. O 3º e último bloco será mediado pelo diretor de jornalismo da TV Cultura Leão Serva e pela jornalista Fabíola Cidral, do portal de notícias UOL.

O debate será realizado no estúdio principal da TV Bandeirantes, em São Paulo. Lula e Bolsonaro já confirmaram que estarão presentes.

No modelo proposto pelos integrantes do “pool” para o debate no 2º turno, os candidatos terão liberdade para administrar o tempo durante os confrontos e poderão movimentar-se pelo estúdio.

ORGANIZAÇÃO E REGRAS DO DEBATE

  • 1º bloco

No início do debate, um dos mediadores fará uma pergunta que deve ser respondida pelos 2 candidatos. Cada candidato terá 1 minuto e meio para resposta. Por ordem de sorteio pré-realizado, Jair Bolsonaro será o 1º a responder.

Em seguida, haverá um confronto direto entre os candidatos. Cada um terá 15 minutos para administrar entre perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. Lula abre o confronto.

  • 2º bloco

Neste bloco, 4 jornalistas que representam os veículos que integram o “pool” farão uma pergunta, que deve ser respondida pelos 2 candidatos. Cada candidato terá 1 minuto e meio para responder. Os 2 responderão as mesmas perguntas por ordem definida em sorteio, e assim se alternam até o fim. Lula será o 1º a responder.

  • 3º bloco

No último bloco, os candidatos responderão a uma pergunta programática feita por um jornalista representante de algum veículo integrante do “pool”. Os candidatos terão 1 minuto e meio para resposta. Lula será o 1º a responder.

Em seguida, novo confronto direto entre os candidatos. Lula e Bolsonaro terão 15 minutos para administrar entre perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. Bolsonaro abre o confronto.

Depois, cada candidato terá 1 minuto e meio para suas considerações finais. Bolsonaro é o 1º a finalizar.

Créditos: Poder 360.

Artigo: DITADURA EM CONSTRUÇÃO
16 de Outubro de 2022

Por J. R. Guzzo para a Revista Oeste

O Brasil caminha para o segundo turno das eleições, aquele que vai decidir quem será o presidente do país nos próximos quatro anos, sob o controle de uma ditadura. É algo inédito na história nacional — uma ditadura exercida não por um ditador com o apoio do Exército, mas pelo Supremo Tribunal Federal, o TSE, sua principal ferramenta nesta eleição, e os fungos que se espalham à sua volta nos palácios de paxá onde se hospedam os “tribunais superiores” de Brasília. O fato de não ter existido uma coisa dessas até agora, naturalmente, não muda em nada sua essência de tumor maligno; é ditadura nova, mas destrói a democracia como qualquer ditadura velha. STF e TSE fazem hoje o que bem entendem com o cidadão brasileiro, sem controle de ninguém — e isso inclui acima de tudo, neste momento, colocar Lula de novo na presidência da República. Está valendo qualquer coisa, aí. Os atuais proprietários da cúpula do Poder Judiciário decidiram que Lula tem de ser declarado vencedor da eleição do dia 30 de outubro, de qualquer jeito. É a única conclusão que aceitam para as atividades de militância política que têm exercido nos últimos anos. Os ministros e as forças que giram em volta deles, na verdade, vêm dando o seu golpe de estado desde 2018 — quando decidiram não aceitar a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais e passaram a destruir as leis para expulsar o seu inimigo da política brasileira. Chegaram, agora, ao momento decisivo do seu projeto.

O último surto de violência da ditadura STF-TSE foi rasgar da forma mais primitiva que se possa imaginar a Constituição Federal do Brasil: censuraram, sem a mínima tentativa de disfarçar o que estavam fazendo, e sem o mínimo apoio em qualquer tipo de lei, o diário Gazeta do Povo, que circula há mais de 100 anos e comete o crime, hoje, de ser um veículo independente, afastado da esquerda, do “consórcio nacional de veículos” e dos seus sonhos de impor ao Brasil a imprensa de um jornal só. A Gazeta publicou no Twitter, como haviam feito outras postagens, notícias sobre a expulsão da rede CNN da Nicarágua, e registrou as maciças ações de repressão feitas pela ditadura local contra a religião e os religiosos. Lula não gostou: vive há anos uma paixão tórrida com o ditador Daniel Ortega, e ficou com medo de que a tirania do companheiro pudesse lhe tirar algum voto no segundo turno, este mesmo que ele diz que já ganhou. Não gostou e correu ao TSE para pedir censura contra a Gazeta do Povo — alguém poderia achar que ele, sendo um admirador tão declarado do ditador, seja também um admirador dos atos da sua ditadura. Foi atendido na hora, é claro, como em tudo o que exige dos ministros do alto judiciário. Tem sido assim desde o primeiro dia da campanha eleitoral; Lula manda, o TSE obedece. Vai ser assim até o último. Isso é democracia ou é ditadura?

Uma coisa é certa: depois que começa um processo de destruição das liberdades, as tiranias nunca devolvem o que tiraram

É da essência das ditaduras fazer coisas exatamente como essa; ao mesmo tempo em que agridem grosseiramente as leis, colocam de pé, peça por peça, um absurdo em estado puro: proibiram a Gazeta do Povo de divulgar fatos absolutamente públicos, no mundo inteiro, e já apresentados em toda a mídia mundial. Como transformar em coisa secreta algo que milhões de pessoas já estão sabendo? É como Dilma com a sua pasta de dente — depois que saiu do tubo, não há como pôr de novo para dentro. Nada mais natural, nesta mesma falsificação desesperada das realidades, do que o delírio judicial de negar o encanto mútuo Lula-Ortega. O ministro que obedeceu à ordem de Lula, neste caso da Nicarágua, sustentou que a publicação das informações e opiniões censuradas podia dar a impressão — imaginem só, “dar a impressão” — que Lula apoiaria o ditador; isso seria “inverídico”. Como assim — “inverídico”? Há vídeos gravados com os elogios de Lula a Ortega. O PT soltou, até mesmo, uma nota oficial de apoio ao tirano e à sua tirania. O que mais o TSE e os seus ministros querem? O fato é que Lula dá as ordens, com uma arrogância que o regime militar nunca chegou a ter, e o TSE obedece — o resto é pura invenção.

É preciso um esforço sobrenatural para se ter confiança na limpeza de uma eleição feita desse jeito — e, de qualquer modo, como se podem esperar eleições democráticas numa ditadura? O STF, a esquerda e o vasto consórcio que vai da mídia aos empreiteiros de obras e aos banqueiros socialistas montaram um embuste para retomar o poder que haviam perdido. Começaram, desde a eleição de 2018, a dizer que Bolsonaro iria “destruir a democracia”; para salvar o Brasil deste horror, então, os ministros do STF passaram a violar de forma sistemática as leis, para perseguir o governo e seus adeptos, e a dar cada vez mais poderes a si próprios. Disso resultou a ditadura que temos hoje aí. Ainda não tem tudo aquilo que uma ditadura precisa, como nas Nicaráguas e Cubas que as supremas cortes colocaram sob sua proteção por determinação de Lula. Mas uma coisa é certa: depois que começa um processo de destruição das liberdades, as tiranias nunca devolvem o que tiraram — ao contrário, vão tirando cada vez mais. Lula, mesmo sem ter o seu precioso “controle social sobre os meios de comunicação”, já pratica a censura agora; proíbe notícias sobre a Nicarágua e é obedecido no ato. E depois que for presidente — por acaso vai de parar de censurar? Vai ouvir democraticamente as críticas e as informações que o desagradam? E os seus parceiros dos tribunais superiores? Eles violam a lei e a Constituição agora. Vão parar de fazer isso depois do dia 30 de outubro? Todos aí — Lula, STF e quem mais está do seu lado — se convenceram, da maneira mais conveniente para eles todos, que para salvar a democracia é preciso destruir a democracia todos os dias. É uma fraude, mas está dando certo — parar por que, então?

A ditadura pode não estar completa, mas já tem o seu currículo de obras. Fazem censura, como no caso da Gazeta do Povo. Pressionam, exatamente pelos mesmos motivos, o programa Os Pingos nos Is, da Rádio Jovem Pan. Mandam a polícia às 6 horas da manhã invadir residências e escritórios de cidadãos cujo delito foi conversar entre si num grupo particular de WhatsApp.

“Desmonetizam” quem apoia o governo nas redes sociais, ou fala mal do complexo Lula-PT. Prendem pessoas que não têm ninguém a quem recorrer — só ao próprio STF, o que transforma os seus direitos numa piada. Bloqueiam contas no banco para punir gente de “direita” — ser de “direita” passou, na prática do STF, a configurar infração penal. Prendeu durante nove meses um deputado federal em pleno exercício do mandato — por delito de opinião, o que é proibido de forma absoluta na lei, sem que ele tivesse cometido crime inafiançável e sem que fosse preso em flagrante na prática deste crime. Foi um triplo zero em matéria de legalidade. A ditadura do judiciário, a propósito, ignora até hoje o perdão legal que o deputado recebeu do presidente da República — proibiu a sua candidatura nessas eleições, é claro, e o impede de exercer os seus direitos de cidadão. Por que não poderia acontecer de novo, no minuto que Alexandre Moraes ou outro resolva? Ele tem a polícia debaixo das suas ordens diretas; num país em que as forças armadas têm armas, mas não têm autoridade para fazer nada, é mais do que suficiente para qualquer violência.

No Brasil fica na cadeia quem os ministros STF querem, e por quanto tempo quiserem

Fala-se muito, desde o dia da eleição, em crescimento do número de adeptos do presidente Bolsonaro no Senado — e a ”nova situação” que isso poderia trazer para o STF. Mas o que vale na vida real o mandato de um senador, ou de qualquer parlamentar eleito pela população brasileira? Não vale nada. Alexandre Moraes, ou algum barroso, fachin, etc. que anda por aí pode mandar a Polícia Federal prender qualquer senador, e na hora que lhe der na telha. A PF vai obedecer — hoje ela não cumpre mais as leis do país, cumpre apenas as ordens de Moraes, como numa capatazia de senzala. O presidente do Senado vai perguntar se o Supremo quer mais alguma coisa; querendo é só pedir, Excelência. O infeliz do senador pode ficar trancado numa cela por quanto tempo o STF quiser — até o resto da vida, em tese, pois a vítima não poderá recorrer à justiça para fazer valer seus direitos. Só pode recorrer a quem ordenou a sua prisão. Que tal? É verdade que prisão de senador é coisa que não aconteceu até hoje. Não aconteceu porque não foi preciso. O Senado, o único poder da República que pode tomar medidas para deter o STF, vive de quatro diante dos ministros, que julgam as causas dos escritórios de advocacia ligados aos senadores, sem falar dos enroscos de muitos deles com o Código Penal. Esperar o que disso aí? Nem um abaixo-assinado com 3 milhões de assinaturas pedindo o julgamento de ministros do STF por violação das leis foi aceito pelo presidente do Senado: o que mais seria preciso, para mostrar a vontade da população nesse caso? Quem decide se os pedidos são examinados ou não é o presidente do Senado, e o cidadão que está atualmente nesta cadeira é possivelmente o senador mais obediente do mundo; trata os membros do STF não como pares de um outro poder, mas como senhores a quem deve vassalagem. Ele é um beneficiário direto da ditadura do Judiciário. Por que iria mudar?

O centro da infecção está intacto, e, como em geral acontece nestes casos, a infecção se espalha pelo organismo todo; é difícil haver ditadura de um lado e democracia de outro. O ex-presidente de um partido político de direita, para acrescentar um último exemplo, está preso, em prisão domiciliar. Não existe a mais remota indicação de que possa sair de lá um dia, porque Moraes não quer que ele saia, os outros ministros vão atrás, e acabou a conversa. Em democracia de verdade cadeia é só para quem está condenado legalmente ou aguardando o julgamento, que tem de ser feito dentro de prazos fixados em lei; no Brasil fica na cadeia quem os ministros STF querem, e por quanto tempo quiserem. Dizem que “não é assim”. Mentira; é exatamente assim. Também dizem que estão salvando a democracia com censura à imprensa, polícia na casa das pessoas às 6 da manhã e a autoridade eleitoral posta a serviço de um dos candidatos. É golpe, apenas isso — um golpe que está a caminho de sua conclusão!


Os desembolsos da Caixa Econômica Federal para o programa Casa Verde Amarela somaram R$ 19,3 bilhões de julho a setembro, divulgou o banco hoje (14) à noite. O montante representa alta de 20,4% em relação ao trimestre anterior e de 36,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Em 2022, o banco liberou R$ 48,3 bilhões para o Casa Verde Amarela, atendendo a mais de 1 milhão de pessoas. A Caixa, responsável por 99% do crédito concedido para o programa habitacional, não informou a comparação com o mesmo período do ano passado.

Em nota, a Caixa informou que o aumento ocorre após as mudanças nas faixas de renda contempladas pelo Casa Verde Amarela. O programa, que atendia a mutuários com renda mensal de até R$ 7 mil, passou a incluir, no fim de julho, pessoas com renda de até R$ 8 mil. O subsídio para famílias que ganham até R$ 4,4 mil foi elevado.

O prazo máximo de financiamento subiu de 30 para 35 anos. Segundo a Caixa, o maior prazo de financiamento reduz o valor das parcelas, aumentando o acesso ao Casa Verde Amarela.

O volume de crédito concedido às construtoras, que é aplicado na construção dos projetos, somou R$ 3,8 bilhões no terceiro trimestre, alta de 19,6% em relação ao trimestre anterior e de 71,7% na comparação com o mesmo período de 2021.

“Os números reforçam o importante papel da Caixa na habitação popular, facilitando o acesso das famílias de baixa renda à casa própria e fomentando o setor da construção civil”, informou a Caixa, em nota enviada à imprensa.

*Bahia.ba
Foto: André Santos/Prefeitura de Uberaba-MG