
Repetindo o movimento visto no primeiro turno da eleição presidencial, quando o jogador de futebol Neymar e outros atletas declararam apoio a Jair Bolsonaro, a campanha do presidente vai começar a bombardear as redes nos próximos dias com novas gravações de celebridades da música e dos esportes.
De acordo com a publicação, Neymar deve entrar novamente em campo a favor de Jair Bolsonaro.
*Bahia.ba
Foto: Reprodução / Twitter

Oscar Schmidt, 64, desistiu de seguir com as sessões de quimioterapia para tratar de um câncer no cérebro, diagnosticado em 2011. O ex-atleta, um dos maiores jogadores da história do basquete mundial, contou em entrevista à Rede TV que suspender o tratamento foi uma decisão pessoal.
“Parei [com o tratamento] este ano. Eu mesmo decidi parar. Morria de medo de morrer. Fechar o olho e não acordar mais. Isso para mim era um terror. E, graças ao tumor, perdi esse medo”, afirmou.
Nomeado em 2013 para integrar o Hall da Fama da NBA, a Liga de Basquete dos Estados Unidos, Oscar recebeu naquele ano a maior honraria de sua carreira. Ele já estava em tratamento contra o tumor e, por conta disso, seus cabelos caíram -este foi o motivo pelo qual ele foi de boina preta à cerimônia que o incluiu oficialmente no rol dos melhores do mundo.
Na entrevista à TV, Oscar explicou que agora pretende se dedicar mais à família. Ele é casado com Maria Cristina, com quem tem dois filhos: Filipe, 36, e Stephanie, 33. O ex-jogador é irmão do apresentador do “Big Brother Brasil”, Tadeu Schmidt e tio do atleta do vôlei de praia Bruno Schmidt, medalha de ouro na Olimpíada do Rio, em 2016.
Créditos: Folha de S. Paulo.

O Concurso 2.529 da Mega-Sena sorteia hoje (15) o prêmio de R$ 23 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será feito às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.
O último concurso (2.528), realizado quinta-feira (13), não teve ganhadores e o prêmio ficou acumulado para este sábado. Foram sorteadas as dezenas 04 – 15 – 22 – 53 – 56 e 60.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.
Informações Agência Brasil

A nova leva de doações de campanha divulgadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) traz a família Beira, controladora da marca de produtos de limpeza Ypê, como uma das grandes doadoras de Bolsonaro (PL).
Juntos, três membros da família que pertencem ao conselho de sócios da Ypê doaram R$ 1 milhão para a campanha de reeleição do presidente.
Jorge Eduardo Beira, vice-presidente de operações da empresa, fez uma contribuição de R$ 500 mil. O valor fica na lista das 15 maiores doações feitas por empresários na campanha de Bolsonaro.
Waldir Beira Júnior, presidente do conselho, e Ana Maria Beira, integrante dos conselhos de sócios e administração, destinaram R$ 250 mil cada um.
Créditos: Estado de Minas.

Em sua terceira visita a Belo Horizonte (MG) em menos de duas semanas, o presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniu, nesta sexta-feira (14/10), com integrantes da Associação Mineira dos Municípios (AMM). Estiveram presentes no evento deputados, prefeitos e vereadores, que listaram uma série de demandas da região ao candidato à reeleição.
A campanha do atual titular do Palácio do Planalto tem investido na articulação com prefeitos para conquistar votos “fora da bolha”. Segundo a AMM, 682 prefeitos participaram do evento desta sexta.
Ao discursar Bolsonaro voltou a defender pautas conservadoras, se posicionando de forma contrária ao aborto e à liberação das drogas. Ele reiterou não acreditar em levantamentos de intenção de voto.
“Elas [pesquisas] apontam empate técnico, mas a verdade é que já viramos”, disse o presidente.
Bolsonaro também afirmou que o governo do PT “é uma caixa preta” e, que se Lula ganhar as eleições presidenciais, “o Brasil vai mergulhar em corrupção”.
Créditos: Metrópoles

Foto: Reprodução / Instagram
O ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União), garantiu a permanência na coordenação da campanha ao governo de ACM Neto (União). Ao Bahia Notícias, Ronaldo apontou que está de “corpo e alma” na campanha no segundo turno, porém “trabalhando muito em Feira de Santana”.
“Disse que estava de corpo e alma, mas estou trabalhando muito em Feira de Santana. E que também estamos trabalhando de forma regional. Estou 100%, de corpo e alma. É uma campanha que tem muitos colaboradores e ajudam. Não citei nomes para não omitir o nome de alguém”, sinalizou.
Após o primeiro turno, Zé minimizou o balanço da eleição para governador em Feira de Santana, sobretudo à participação do MDB, partido do prefeito Colbert Martins Filho, opositor do PT (ver aqui), mas que neste ano está na coligação de Jerônimo Rodrigues (PT).
Informações Bahia Notícias

Abordar temas que não se conhece direito, mesmo sob o pretexto da curiosidade sociocientífica, é um grande perigo. O outro, o diferente, o estranho, nem sempre precisam de representantes para além de sua própria natureza, e se isso ocorre por alguma razão, o que se observa é arbítrio, truculência e violação de direitos fundamentais de qualquer indivíduo, esteja ou não sob a mesma bandeira que o lado dominante. Guerras têm resistido ao tempo e à razão fornidas de argumentos os mais disparatados, realidade que leva os mais judiciosos a concluir que, muito mais que a materialização de ideologias que se chocam, guerras são oportunidade de negócios, de autoafirmação diante da comunidade internacional, de afrontamento do estabelecido — o que inclui a paz, por óbvio, mas extravasa para a política, para a geopolítica e para a economia, como já se disse —, e ainda de mero exercício da ilimitada boçalidade humana, que imprime a toda aquela barbárie aura de brincadeira inocente. A guerra é divertida, alegou alguém certa feita. As consequências da piada é que compõem a hecatombe em si.
“Beirute” (2018), o thriller acelerado de Brad Anderson, sobressai por chamar atenção para o desentendimento — que se perpetua na história — entre os Estados Unidos e o Oriente Médio. A capital do Líbano de 1972 em pouco se parece com a cidade cosmopolita de hoje, frise-se, mas o diretor consegue fazer com que o público remonte àquele tempo, graças ao bom trabalho de direção de arte, e enxergue possíveis semelhanças entre o que acontecia no coração do país, um dos mais importantes elos entre a Ásia muçulmana e o Ocidente, talvez só menos prestigioso que a Turquia. Anderson abre seu filme mostrando o diplomata americano Mason Skiles, de Jon Hamm, dizendo o que pensa de Beirute, para ele uma “pensão sem dono”. O pano de fundo da crítica à condução da política internacional americana de, repita-se, meio século atrás vai adquirindo cada vez mais fibra, alimentando no espectador a sensação de que o roteiro de Tony Gilroy dedica-se a uma provocação friamente estudada. Não fica evidente de imediato se se quer corroborar o menoscabo às necessidades da população libanesa — e por extensão aos povos de todas as nações do Oriente Médio, à exceção de Israel, evidentemente — ou se o texto de Gilroy destina-se a uma autoironia nada singela. Em sendo este o caso, passam ao largo questões básicas como o posicionamento dos Estados Unidos diante da resistência cultural dos libaneses em 1972.
Passado um decênio, em 1982, no auge da Guerra Civil Libanesa (1975-1990) — agravada em razão de mudanças na composição demográfica do país, diretamente relacionada ao maior ingresso de refugiados muçulmanos palestinos desde 1948; dos consequentes ataques de muçulmanos contra cristãos maronitas; e da interferência de Síria, Israel e da Organização para a Libertação da Palestina, a OLP —, Skiles, considerado o único capaz de colaborar efetivamente para a dissolução das hostilidades, é forçado a lidar com os conflitos com a mulher Nadia, libanesa, vivida por Leïla Bekhti, e o afeto que dois desenvolveram por Karim, o órgão de guerra interpretado por Yoav Sadian.
É justamente na figura do menino que vai se depositar todo o seu ceticismo, o que diz respeito à humanidade e o que lhe toca particularmente: Karim, antes um seu aplicado pupilo, é agora um alvo fácil para o terrorismo, como o irmão mais velho, que organizara o atentado do Setembro Negro, dissidência da OLP, aos onze atletas israelenses durante as Olimpíadas de 1972, em Munique, na Alemanha. Os onze membros da delegação olímpica de Israel, além de um policial alemão, foram mortos. Seu temor quanto ao personagem de Sadian se confirma: Karim, agora na pele de Idir Chender, sequestrara seu amigo Cal, de Mark Pellegrino, também integrante do corpo diplomático dos Estados Unidos no Líbano. Tipos duvidosos como Donald, personagem de Dean Norris; Gary, papel de Shea Whigham; e Frank, vivido por Larry Pine, tornam qualquer chance de concertação ainda mais remota; todavia, a entrada em cena da agente da CIA Sandy Crowder, de Rosamund Pike — também ardilosa, mas menos desonesta —, aponta para um desfecho mais pragmático, da guerra e da agonia de Skiles.
Quiçá uma resposta a “Munique” (2005), o épico policial de Steven Spielberg, “Beirute” também se assemelha à produções contemporâneas não necessariamente simbólicas para a história da humanidade, mas que denotam igual desmantelo do status quo mediante a violência organizada, a exemplo do documentário “Reféns de Gladbeck” (2022), dirigido por Volker Heise. É curioso observar que, em maior ou menor medida, de um jeito ou de outro, a Alemanha era imbricada em eventos dessa natureza; no caso de Beirute, e, mais uma vez, de todo o subcontinente em que se situa, o tempo é em verdade um conceito tão subjetivo quanto pateticamente mórbido em que o passado eterno salta aos olhos.
Filme: Beirute
Direção: Brad Anderson
Ano: 2018
Gêneros: Thriller/Drama
Nota: 9/10

A Apple foi condenada a pagar uma multa de R$ 100 milhões por vender iPhones sem carregador no Brasil. Com a decisão, a empresa terá de fornecer os adaptadores do tipo USB-C a todos os clientes que compraram celulares da marca depois de 13 de outubro de 2020, quando a empresa anunciou a venda do iPhone 12.
O juiz Caramuru Afonso Francisco, da 18ª Vara Cível de São Paulo, argumentou que a justificativa da marca para suspender o fornecimento do adaptador é uma “disfarçada iniciativa verde”.
“Ao se invocar a defesa do meio ambiente para tal medida, demonstra a requerida evidente má-fé, a ensejar quase que uma propaganda enganosa, o que se revela, também, uma prática abusiva, visto que até incentiva e estimula o consumidor a concordar com a lesão de que está a sofrer com a cessação do fornecimento dos carregadores e adaptadores”, diz o magistrado.
Francisco disse que a conduta da Apple configura nítida prática abusiva, “pois há o condicionamento da aquisição de um produto para que se possa ter o funcionamento de outro, o que não é permitido pelo artigo 39, inciso I do Código de Defesa do Consumidor”.
Em nota, a assessoria da Apple informou que “todos os modelos de iPhone vendidos no Brasil estão em conformidade com os regulamentos locais”. Os iPhones que não vêm com carregador são: iPhone 12, iPhone SE, iPhone 13, iPhone 13 mini, iPhone 14, iPhone 14 Plus, iPhone 14 Pro e iPhone 14 Pro Max.
Informações Revista Oeste
Animal se tornou o mais caro do mundo da raça nelore

A vaca Íris 8 FIV da Valônia passou a ser a mais cara do mundo da raça nelore. Seu valor disparou para o recorde de US$ 9,6 milhões, depois de um lance de R$ 4,8 milhões por 50% das cotas do animal. A oferta ocorreu no sábado 8, em um leilão em Trancoso (BA).
O comprador de 50% da vaca nelore mais cara do mundo foi Antônio Abílio Marques Cordeiro, das Fazendas Terras de Kubera, de Uberaba (MG). O valor da vaca poderá ser pago em até 30 prestações, de acordo com a Pecuária São Jorge (PSJ), responsável pelo leilão. A valorização recorde do animal pode ser explicada em razão das premiações que já recebeu.
Entre as titulações, o de Grande Campeã da Expozebu 2019 e da Expoinel Minas 2020, além das medalhas de ouro Fêmea Jovem Ranking ACNB 2017/2018 e Fêmea Adulta Ranking ACNB 2019/2020. “Sua beleza impressiona a cada detalhe, e suas premiações nas pistas já marcaram seu nome como uma das vacas mais premiadas da atualidade, e agora Íris 8 vem se destacando pela produção de campeãs e recordistas de preços”, informa a PSJ, em comunicado.
Informações Revista Oeste

O ex-presidente da República venceu com mais da metade dos votos no 1º turno nas comunidades cariocas do Complexo do Alemão e Rio das Pedras
Dados do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) mostram que Lula, foi o mais votado em Rio das Pedras e no Complexo do Alemão, áreas conhecidas pelo controle da milícia e do tráfico de drogas.
Segundo as informações da Corte Eleitoral, nas seções localizadas em Rio das Pedras, Lula teve 52.183 votos, ou 50,5% do total. Bolsonaro obteve 42.626 votos no primeiro turno, ou 41,2% dos votos válidos – uma diferença de aproximadamente 10 pontos percentuais.
O Complexo do Alemão, por sua vez, é dividido em duas zonas eleitorais: Bonsucesso e Del Castilho. Em ambas, houve vitória do petista: Lula teve 66.840 votos na soma das duas seções, cerca de 51% dos votos. Bolsonaro conseguiu 53.538 votos, cerca de 39% nas duas regiões – uma diferença de 14 pontos percentuais.
O Antagonista