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Senador diz a Lewandowski que STF participa de “caos” e “censura”

Ministro defende decisão de manter direitos políticos de Dilma após cassação e afirma que Supremo se pauta pela Constituição

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) e o ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), protagonizaram um debate sobre a atuação da Corte nesta 2ª feira (21.nov.2022).

O congressista disse haver “invasão de competência” do Poder Judiciário sobre o Legislativo e o Executivo. Lewandowski respondeu que o STF tem se pautado “rigorosamente” pelas competências assinaladas pela Constituição.

Girão pediu a palavra na comissão do Senado responsável por atualizar a Lei do Impeachment, presidida por Lewandowski, e afirmou que o Supremo tem parcela de responsabilidade no “caos” e na “censura” sob os quais, segundo o senador, a sociedade brasileira vive atualmente.

“Começou lá atrás no processo de impeachment da Dilma Rousseff, que o senhor estava coordenando no plenário do Senado Federal. No meu modo de entender houve uma violação à Constituição [na decisão de cassar o mandato, mas manter os direitos políticos da ex-presidente]”, disse Girão.

Desde o 2º turno das eleições, milhares de apoiadores do atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), reúnem-se em frente a quartéis militares e, de forma intermitente, bloqueiam rodovias como forma de contestar a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Pedem “intervenção federal” –inclusive sobre o STF.

“Acredito que o diálogo como o senhor está fazendo, vindo a esta Casa, dando exemplo, é muito importante para que a gente possa construir um canal para buscar uma harmonia, uma verdadeira independência entre os poderes”, disse Girão.

Ele integra uma ala do Senado que critica publicamente os inquéritos das fake news e dos chamados atos antidemocráticos no Supremo e as decisões de ministros dentro desses processos, que atingiram empresários e congressistas que apoiam Bolsonaro, como o deputado Daniel Silveira (PTB-RJ).

Além de afirmar que a atuação do STF está dentro do que estabelece a Constituição, Lewandowski também disse que a decisão, em 2016, de aprovar o impeachment de Dilma e manter seus direitos políticos foi “soberanamente” tomada pelo Senado. O ministro presidiu o processo.

“Sei que a sociedade brasileira está dividida sobre esse assunto, mas penso que a história julgará a decisão da Casa Alta do Congresso Nacional”, declarou.

LEI DO IMPEACHMENT
A comissão do Senado que reúne advogados, juízes e professores de Direito para atualizar a Lei do Impeachment fez nesta 2ª feira a última reunião. O relatório final foi aprovado, mas está pendente de ajustes discutidos oralmente.

Instituída pelo presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem a tarefa de entregar um anteprojeto reformulando a lei.

O presidente do colegiado é Lewandowski. A relatora é Fabiane Pereira de Oliveira, assessora do gabinete do ministro no Supremo.

Segundo Lewandowski, o objetivo da comissão é atualizar a Lei 1.079 de 1950 em relação à Constituição de 1988.

Ele disse que há autoridades que não estão contempladas no texto, mas, segundo a interpretação da comissão, podem ser enquadradas em eventual cometimento de crime de responsabilidade.

Citou, como exemplos, os integrantes do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público), o advogado geral da União, magistrados de um modo geral, e integrantes dos tribunais de contas, tanto da União quanto de Estados e municípios.

“Mais do que isso, nós incorporamos ao texto toda a evolução processual e procedimental dos 2 últimos julgamentos do impeachment que houve, do [ex-presidente Fernando] Collor e da presidente Dilma”, afirmou Lewandowski ao Poder360.


Oficiais da ativa do Exército criticam censura do TSE, atacam PT, Moraes, Alckmin e Lula

Contas no Twitter de um coronel e três generais da ativa fizeram as publicações durante a campanha eleitoral e depois da eleição do petista; um deles acusou ‘Xandão’ de favorecer o ‘Chuchu’; iniciativa contraria regra das Forças Armadas

Caro leitor,

não foram só os comandantes das Forças Armadas que se manifestaram sobre os protestos contra a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), as urnas eletrônicas e as decisões judiciais que excluíram das redes sociais perfis de bolsonaristas que questionaram sem provas apenas o resultado da eleição presidencial. Outros militares da ativa voltaram a fazer ou compartilhar publicações de caráter político-partidário em redes sociais.

Publicação na conta do Twitter do coronel Horita com crítica ao ministro Moraes
Publicação na conta do Twitter do coronel Horita com crítica ao ministro Moraes 

Um dos mais ativos é o coronel Alberto Ono Horita, que comandou o 20.º Batalhão de Logística Paraquedista do Exército, foi adido militar nos Emirados Árabes e hoje dirige o Colégio Militar de Curitiba. Em 2019, quando o general Edson Leal Pujol fez publicar portaria na qual disciplinava o uso das redes sociais, o coronel Horita mantinha uma conta no Twitter com seu sobrenome. Ali – conforme o Estadãorevelou – ele publicou o que seria a diferença entre um petista e um membro do PSOL: “Dê para eles um pouco de capim. Quem fumar é do PSOL e quem comer é do PT”.

Em outra publicação, o militar escreveu: “Se diploma fosse prova de inteligência, não teríamos professores gritando ‘Lula livre’” – o petista ainda estava preso na época. Desde então, sua conta no Twitter registrava pouquíssimas publicações. Tudo mudou no dia 17 de setembro. Na conta do coronel, agora sob o nome de Patriota_PQD (abreviação de paraquedista), aparece naquele dia uma mensagem compartilhada sobre uma bolsonarista infiltrada em uma manifestação do “nine”. Nine é uma alusão a Lula, que teve um dedo amputado em uma prensa quando era torneiro mecânico.

Seguem-se 13 publicações de caráter político-partidário até o dia 30 de outubro, quando a conta do coronel registra o seguinte desabafo: “Vergonha! A mentira prevalece! O crime compensa! Esse é o Brasil!” No dia seguinte à derrota de Bolsonaro, o coronel retuitou uma publicação com a foto de Jair Bolsonaro, onde se lê: “Jair Bolsonaro é um líder espetacular, independente do que aconteça, devemos respeitá-lo por resgatar nosso patriotismo e nos dar a chance de lutar. Obrigado, capitão”.

Conta do coronel Horita compartilhou publicação na qual diz que as eleições no Brasil foram roubadas
Conta do coronel Horita compartilhou publicação na qual diz que as eleições no Brasil foram roubadas 

Nos dias seguintes, foram mais 39 publicações onde o presidente eleito e futuro comandante em chefe da Forças Armadas é chamado de “ladrão” e “descondenado” e nas quais se propagam acusações sem provas de fraude nas urnas eletrônicas e ofensas aos ministros do Supremo Gilmar MendesLuís Roberto Barrosoe Alexandre de Moraes. Contra este último, a conta do coronel afirma ao compartilhar um vídeo sobre as urnas: “Que beleza Xandão! Fez tudo para colocar seu amigo Chuchu!!!!” Xandão é uma referência a Moraes e Chuchu ao vice-presidente eleito Geraldo Alckmin.

Neste fim de semana, o paraquedista compartilhou publicação do pastor Silas Malafaia sobre fraudes em urnas eletrônicas e outra com uma suposta certidão da Justiça Federal na qual constaria que o presidente eleito responde a diversos processos. Por fim, diz que as eleições foram roubadas. Tudo isso mostra que, de fato, quem se acha no direito de aplaudir, no dia seguinte pode pensar que tem o direito de vaiar. O coronel deve dar explicações sobre as tais publicações – esta coluna tentou localizá-lo, mas não conseguiu.

O perfil do coronel não foi o único no Exército que fez publicações ou compartilhou publicações críticas às decisões de Moraes durante o período eleitoral. O comandante de uma Divisão de Exército retuitou um artigo assinado pelo comentarista Paulo Figueiredo Junior, no qual dizia explicitar “censura sob a qual o Brasil vive”. Era 24 de outubro. O mesmo fez outro general de divisão, subchefe de uma estrutura militar em Brasília, ao compartilhar outra publicação de Figueiredo Filho sobre a “censura” à rádio Jovem Pan. Era 20 de outubro.

O TSE havia derrubado contas de políticos bolsonaristas na internet porque supostamente divulgaram fake news contra as urnas eletrônicas em um momento em que as pesquisas eleitorais indicavam a vitória de Lula no segundo turno. A Corte ainda agira contra a rádio Jovem Pan, impondo multa a seus comentaristas caso voltassem a usar termos como “descondenado” ou “ladrão” para se referir ao candidato petista.

As publicações dos generais, no entanto, não teriam caráter partidário explícito nem a crítica à decisão judicial estava relacionada ao Ministério da Defesa. Ambos podem dizer que expressavam preocupações com a manutenção das liberdades constitucionais – um sentimento compartilhado pela maioria dos oficiais generais da ativa e da reserva. O primeiro general não se identifica como militar nem usa farda na foto de perfil – o segundo se diz militar, sem exibir o posto. Os dois ficam no limite de uma manifestação política, ainda que seus críticos possam classificar como “inconveniente” ou “impróprio” o compartilhamento de tais publicações.

Retuite de general da ativa contra a censura à rádio Jovem Pan
Retuite de general da ativa contra a censura à rádio Jovem Pan 

Um pouco além daquelas são as registradas no perfil de um terceiro general de divisão, um engenheiro militar. Ele compartilhou várias publicações em solidariedade à rádio Jovem Pan. Em uma delas, no entanto, o texto descamba para uma manifestação partidária. Trata-se de um tuíte feito pelo comentarista Rodrigo Constantino: “Um bom teste para todos os comentaristas compartilharem essa imagem. Quem se recusar veste mais a camisa do PT do que a da JP”. A publicação é de 19 de outubro.

Em 4 de novembro, o general fez mais uma publicação em que citava o partido do presidente eleito. A manchete dizia: “PT quer mudar diretrizes das Forças Armadas, admite Genoíno”. E, no dia 15, o general republicou o último tuíte do general Eduardo Villas Bôas, ex-comandante do Exército, no qual o militar defende os manifestantes que ocupam as frentes de quartéis e critica a imprensa por, supostamente, não dar a cobertura esperada aos fatos. O general é uma das 56 pessoas seguidas pelo perfil de Villas Bôas no Twitter.

No caso das críticas às decisões que censuraram perfis na internet, os generais se adiantaram ao sentimento expresso em nota oficial divulgada pelos comandantes das Forças Armadas. Mas estes evitaram críticas diretas ao futuro presidente e ao seu partido, assim como ao resultado das eleições, embora tenham defendido a legalidade dos protestos. Quando o Grande Mudo fala, ele é o coro de muitas vozes.

Mas há riscos. No fim de semana, os manifestantes atacaram a tiros o posto de uma concessionária de uma estrada em Mato Grosso. O local foi incendiado. Trata-se do sexto episódio grave de violência envolvendo os protestos. A Justiça expediu mandado de prisão contra um dos acusados de promover as arruaças. Essa escalada mostra que a leniência com a baderna pode trazer consequências graves para a ordem pública.

Em 19 de agosto de 2006, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, compareceu a cerimônia na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende, sul fluminense.
Em 19 de agosto de 2006, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, compareceu a cerimônia na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende, sul fluminense.  

Se é verdade que certas expressões não devem frequentar o linguajar de um magistrado, elas também não podem sair da boca de um oficial da ativa do Exército Brasileiro. É impensável chamar publicamente o futuro chefe de “nine” ou “ladrão”. Ou acusar um ministro do STF de ajeitar as coisas para o Chuchu. Um oficial deve saber que seu ato pode lustrar ou deslustrar a imagem do Exército. Esta não é uma instituição só dos 58 milhões de brasileiros que votaram em Bolsonaro, mas também dos 60 milhões que escolheram Lula.

É preciso lembrar que a preservação da higidez das instituições é tarefa de todos os seus integrantes e não apenas do comandante? Ou de que isso serve para oficiais, magistrados, procuradores, jornalistas, empresários; enfim, para todos os que sabem que ninguém está acima da lei? Houve uma eleição no Brasil. Goste-se ou não do resultado. Quem ganhou, governa; e quem perdeu fiscaliza o futuro governo. Em 2026, haverá nova eleição. Assim é nas democracias.

Estadão


Ato ocorreu nesta segunda-feira, antes da partida contra a Inglaterra

Em sinal de protesto, jogadores do Irã não cantam hino do país Foto: EFE/EPA/Rolex dela Pena

Nesta segunda-feira (21), jogadores da seleção do Irã não cantaram o hino de seu país antes da partida contra a Inglaterra, pelo grupo B da Copa do Mundo do Catar. O ato foi um aparente apoio aos protestos contra o recente assassinato da jovem Mahsa Amini e a situação repressiva no país dos atletas.

Os protestos, especialmente na capital, Teerã, são dirigidos ao regime iraniano após o assassinato de Amini, de 22 anos, que em setembro foi presa e agredida pela polícia por não respeitar o código de vestuário iraniano por não usar o véu islâmico corretamente.

O assassinato, a violência à qual a jovem foi submetida, além das mentiras do governo iraniano sobre o caso, elevaram a ira da população por causa dos abusos que as mulheres sofrem no país.

O técnico do Irã, o português Carlos Queiroz, afirmou que seus jogadores “estavam livres” para protestar se quisessem. Os jogadores não cantaram e foram aplaudidos pelos torcedores iranianos presentes no Estádio Internacional Khalifa, em Doha.

*EFE


Segundo mãe do rapaz, teste foi incentivado por comunidade de fãs do mangá “Suicide Boy”

Camila Antonieta ao lado do filho, Otávio Henrique Foto: Arquivo Pessoal

O depoimento de uma mãe em luto chamou a atenção nas redes sociais após ela compartilhar um alerta sobre os perigos da internet para crianças e adolescentes. Camila Antonieta relatou que seu filho, Otávio Henrique, morreu na última quinta-feira (17) ao tentar reproduzir um desafio de enforcamento, incentivado por uma comunidade virtual.

– Dia 17/11/2022 o dia que perdi meu menino, perdi meu grande amor para a maldade da internet. Dia que não vou me perdoar por ter saído de casa. Dia o qual não consegui abraçar e nem despedir do meu filho. Dia que não consegui falar um eu te amo mais uma vez – lamentou.

De acordo com ela, Otávio acompanhava uma comunidade baseada em um mangá chamado Suicide Boy, que conta a história de um rapaz que testa vários métodos suicidas. Incentivado pela narrativa, o adolescente topou um desafio:

– Meu filho acreditou que seria capaz de ter êxito no teste da corda no pescoço o qual ele teria que aguentar 20 segundos, ele se arriscou e criou todo ambiente. O que ele não sabia que isso acabaria com sua vida. Meu filho amarrou um fio HDMI no guarda-roupa e fez a “forca”, se arriscou, escorregou e não conseguiu manter a consciência, e logo perdeu a vida – contou.

Antonieta fez um apelo para os pais ficarem alertas ao conteúdo que seus filhos estão consumindo.

– Peço a vocês, mães e pais, para olharem os computadores de seus filhos diariamente, olhem as revistas, livros, conversas, desenhos. Não deixem eles tanto tempo no computador assistindo vídeos ou jogando jogos que podem gerar algum distúrbio. Mães e pais, fiquem mais próximos de seus filhos. Abracem, beijem, mantenham conversas durante o dia. Se façam presentes – pediu.

Informações Pleno News


Uma doença que inflama o cérebro das ovelhas pode ser a causa do fenômeno

Ovelhas da região da Mongólia andam em círculo Foto: Reprodução

Um vídeo curioso circula pelas redes sociais mostrando ovelhas de uma fazenda na cidade de Baotou, na Mongólia, China, andando em círculos.

Segundo informações, os animais passaram 12 dias caminhando em círculos gerando um grande mistério que ganhou versões diversas entre os internautas.

A dona do rebanho, identificada como Miao, disse que tudo começou com uma única ovelha que, sem motivo aparente, começou a repetir esse movimento. Logo, parte das demais ovelhas passaram a fazer o mesmo.

SEM EXPLICAÇÕES
Entre tantas suposições do que teria gerado esse fenômeno misterioso há quem aponte que a causa seria uma doença chamada listeriose.

De origem alimentar, o problema inflama um lado do cérebro e faz com que as ovelhas se comportem de maneira estranha. Desorientadas, elas passam a andar em círculos.

O canal Rural citou um caso semelhante registrado em East Sussex, no sudeste da Inglaterra, em 2021; mas nesse caso, a forma como o cuidador distribuía a ração, foi o que levou as ovelhas a andarem em círculos.


Informações Pleno News


A venda do Paxlovid (nirmatrelvir + ritonavir), utilizado no tratamento da covid-19, para farmácias e hospitais particulares do país foi aprovada, hoje (21), em Brasília, por unanimidade, pela diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa).

A decisão “levou em consideração a venda do medicamento ao mercado privado em outros países com autoridades internacionais de referência, como Estados Unidos e Canadá”, informou a Anvisa, em nota. O texto acrescenta que “a medida também considerou o cenário epidemiológico atual, com a circulação das novas subvariantes da Ômicron e o aumento de casos da doença no país”.

A agência autoriza o fornecimento do medicamento para o mercado privado, com a rotulagem e bula em português de Portugal e em espanhol. A agência também aprovou a ampliação da validade do medicamento de 12 meses para 18 meses.

A venda em farmácias deve ser feita sob prescrição médica, com dispensa e orientação pelo farmacêutico ao paciente sobre o uso correto do medicamento. A autorização da Anvisa prevê ainda que o fabricante deve manter e priorizar o abastecimento para o programa do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a diretora relatora, Meiruze Freitas, a venda no mercado privado irá aumentar a facilidade de acesso ao tratamento da Covid-19, visto que o remédio deve ser tomado dentro de cinco dias após o início dos sintomas da doença.

“O diagnóstico precoce e o tratamento ambulatorial, quando necessários, são importantes para evitar a progressão da doença para casos graves”, afirmou a diretora. Ela reiterou que o tratamento não substitui a vacinação, que “continua sendo a melhor estratégia para evitar a Covid-19, as hospitalizações e os óbitos”, acrescentou Meiruze.  

Sobre o remédio
O Paxlovid, usado no tratamento da covid-19, teve seu uso emergencial aprovado no Brasil em 30 de março deste ano. Composto por comprimidos de nirmatrelvir e ritonavir embalados e administrados juntos, o medicamento é indicado para o tratamento da doença em adultos que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado de progressão para covid-19 grave. O medicamento é de uso adulto, com venda sob prescrição médica.

Como usar
O Paxlovid é composto por comprimidos de nirmatrelvir e ritonavir embalados juntos, que também devem ser administrados juntos. A posologia recomendada é de 300 mg de nirmatrelvir (dois comprimidos de 150 mg) com 100 mg de ritonavir (um comprimido de 100 mg), todos tomados juntos por via oral, duas vezes ao dia, durante cinco dias. O medicamento deve ser administrado, assim que possível, após o resultado positivo do teste diagnóstico para o Sars-CoV-2 e avaliação médica, e no prazo de cinco dias após o início dos sintomas.

Orientação
O medicamento deve ser dispensado exclusivamente pelo farmacêutico, que deve informar ao usuário que o remédio é de uso individual e exclusivo ao paciente que passou por avaliação médica e que recebeu a prescrição.

Portanto, o Paxlovid não deve ser usado por pessoas sem a devida avaliação médica. Cumpre ao farmacêutico também proceder as demais orientações quanto à posologia, ao modo de uso e interações, ou seja, informações quanto ao uso correto do medicamento.

Restrições
Segundo a Anvisa, o Paxlovid não está autorizado para tratamento de pacientes que requerem hospitalização devido a manifestações graves ou críticas da Covid-19. Também não está autorizado para profilaxia pré ou pós-exposição para prevenção da infecção pelo novo coronavírus.  O remédio não está autorizado para uso por mais de cinco dias.

Além disso, como não há dados do uso do Paxlovid em mulheres grávidas, recomenda-se que seja evitada a gravidez durante o tratamento com o medicamento e, como medida preventiva, até sete dias após o término do tratamento. O Paxlovid não é recomendado para pacientes com insuficiência renal grave ou com falha renal, uma vez que a dose para essa população ainda não foi estabelecida. 

*Agência Brasil


As paisagens naturais do distrito de Humildes foram fotografadas pelos estudantes (do 6º ao 9º ano) da Escola Municipal Geraldo Dias de Souza. Para valorizar a produção, a escola vai realizar um concurso fotográfico nesta quarta-feira, 23, às 9h. O evento acontece no auditório da unidade.

As trintas melhores fotografias serão premiadas. Um dos prêmios, para o 1º e 2º lugar, é uma tela arrematada em um leilão de artes. A seleção dos finalistas fica por conta de renomados fotógrafos e repórteres fotográficos de Feira de Santana, que serão os jurados.

Os registros fotográficos foram desenvolvidos durante as aulas de artes. O professor Reginaldo da Silva Santos, idealizador do projeto, contou que tudo começou com rodas de conversa e oficinas de fotografia com o celular. Além da matéria de artes, o projeto multidisciplinar envolve componentes curriculares de história, geografia, língua portuguesa e ciências da natureza.

“Esta foi uma forma de despertar a consciência dos estudantes para a proteção das riquezas naturais do distrito e incentivar a produção fotográfica enquanto registro da história e da memória da comunidade”, destacou o professor.

*Secom


Com César Oliveira

Tema: O silêncio de Bolsonaro


O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) inicia nesta semana entrevistas com candidatos para comandar a Petrobras, e o governador da Bahia, Rui Costa (PT), é uma opção para chefiar a estatal, segundo a agência Reuters.

De acordo com a agência, Lula, que toma posse em 1º de janeiro, já sinalizou planos para uma reforma na empresa. O presidente quer investir em energia renovável, refinarias, geração de empregos e desenvolvimento econômico regional do tipo que fez da Petrobras uma gigante da energia, durante a presidência de Lula de 2003 a 2010.

Além de Rui Costa, são cotados para chefiar a Petrobras: senador Jean Paul Prates, e Magda Chambriard, ex-chefe do regulador de petróleo e gás da Associação Nacional da Petrobras (ANP), que já trabalhou na Petrobras.

Lula pode levar de dois a quatro meses para decidir novo conselho da estatal. Isso porque as regras da empresa exigirão pelo menos 45 dias para verificação, aprovação do conselho e votação dos acionistas sobre o membro que será o próximo executivo-chefe. No entanto, esse cronograma exigiria que o atual CEO Caio Paes de Andrade renunciasse em 1º de janeiro. Seu mandato termina tecnicamente em abril.

*Metro1


O ministro da Educação, Victor Godoy, afirmou, durante a apresentação do balanço do Enem 2022 (Exame Nacional do Ensino Médio) na manhã desta segunda-feira (21), que dados da base do exame de edições anteriores teriam sido inflados. A suspeita faz parte de uma investigação do TCU (Tribunal de Contas da União), que segue sob sigilo.

A informação foi dada por Godoy ao ser questionado sobre a queda do número de inscritos na edição deste ano, quando 3,4 milhões se inscreveram — o segundo menor número desde 2006.

O ministro, no entanto, não entrou em detalhes da apuração do TCU nem apresentou indícios ou dados que justificassem sua afirmação. Ele também apontou a pandemia como “uma das possíveis causas para a redução do número de participantes”.

Questionado sobre algumas questões da prova de caráter mais social e com assuntos criticados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) ao longo de seu mandato, o ministro disse que “o estudante não pode ser filtrado por sua visão de mundo e eles devem ser avaliados com relação aos seus conhecimentos”.

Godoy afirmou que não houve interferência no Enem. “É um processo que não cabe intervenção, nenhum de nós tem acesso à prova, tudo é elaborado no ambiente seguro do Inep e só determinadas pessoas têm acesso a ela para garantir a isonomia do exame”, assegurou.

Com relação à taxa de abstenção, conforme divulgado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), responsável pela execução e aplicação das provas, 2,3 milhões de estudantes participaram das duas provas. “Taxa de abstenção semelhante à de edições anteriores, antes da pandemia”, justificou o ministro.

O primeiro dia do exame teve abstenção de 27,9%, e, no segundo dia, 31,9% dos inscritos faltaram.

A modalidade digital teve menor número de inscritos e maior taxa de abstenção. “Estamos estudando por que o digital não pegou. Um dos fatores é que 70% dos inscritos do Enem digital são isentos, mas o fato é que o exame ainda não deslanchou. Essa é a missão do Inep para os próximos anos: trazer mais atratividade para essa modalidade”, disse o chefe da Educação.

O Enem 2022 teve 5.126 participantes eliminados por não cumprirem os critérios do edital, como usar equipamentos eletrônicos ou sair do local de exame antes do tempo mínimo determinado. Até o momento, 193 pessoas foram afetadas por problemas logísticos.

O gabarito oficial e os cadernos de questões serão divulgados na próxima quarta-feira (23) às 18h. A reaplicação do exame para pessoas que estavam com doenças infectocontagiosas e para as pessoas privadas de liberdade, modalidade Enem PPL, será nos dias 10 e 11 de janeiro. O resultado deve ser divulgado no dia 13 de fevereiro de 2023.

Enem 2022
O Enem 2022 foi realizado nos últimos dois domingos, 13 e 20 de novembro. Esta edição contou com 3,4 milhões de inscritos, o segundo menor número de participantes desde 2006 e a presença de 2,4 milhões de participantes.

A primeira prova apresentou 90 questões de linguagens e ciências humanas (história, geografia, sociologia e filosofia). O tema da redação deste ano foi “Desafios para a valorização de comunidades e povos tradicionais no Brasil”, muito elogiado por professores.

*R7