
Se o confinamento da pandemia fez os reality shows bombarem, o ano de 2022 ficou marcado pela volta ao mundo cão, inclusive nas produções audiovisuais. Documentários e séries inspiradas em crimes reais tomaram conta do streaming, e o público revisitou casos sangrentos do passado, como o assassinato de Daniella Perez (1970-1992) e a violência policial entre os anos de 1970 e 1990, retratada na série Rota 66 – A Polícia que Mata.
Além de casos brasileiros, crimes como os mostrados em O Golpista do Tinder e Inventing Anna, ambos da Netflix, exploraram a obsessão por fazer parte da alta sociedade. Os trambiqueiros das duas séries alcançam seus objetivos à custa da boa-fé de suas vítimas.
Os crimes revisitados que mais chamaram a atenção em 2022 são também os mais chocantes. Em Dahmer: Um Canibal Americano, a Netflix colocou luz nos 17 assassinatos cometidos por Jeffrey Lionel Dahmer (1960-1994) entre 1978 e 1991. Apesar de jorrar sangue na tela, a série fez um sucesso estrondoso ao atingir 1 bilhão de horas vistas em 60 dias. A marca se iguala à da quarta temporada de Stranger Things e da primeira de Round 6.
Confira sete séries sobre casos reais que foram destaque em 2022:
O documentário de quase duas horas conta a história de um grupo de mulheres que se une a jornalistas para se vingar de Shimon Hayut, vigarista israelense que se aproveitou do aplicativo de namoro para dar golpe e roubar dinheiro de suas vítimas usando uma identidade falsa.
A produção lançada em fevereiro virou hit e se tornou a primeira atração do gênero a ficar em primeiro lugar entre os mais vistos apenas seis dias após entrar na plataforma. A repercussão mundial foi tanta que o Tinder se pronunciou sobre o assunto e informou que já havia banido o perfil do golpista em 2019.
Assista ao trailer de O Golpista do Tinder:
Primeira minissérie da Netflix criada por Shonda Rhimes, Inventando Anna é protagonizada por Julia Garner (Ozark) na pele de Anna Delvey, vigarista que roubou milhões de magnatas de Nova York (EUA). Seus golpes mirabolantes surpreenderiam até Shimon Hayut.
Infiltrada na alta sociedade de Nova York, uma das mais importantes e conservadoras do mundo, Anna passou quatro anos fingindo ser uma herdeira alemã. Considerada um prodígio para a sua idade, a jovem enganou magnatas e investidores para criar uma espécie de galeria de arte, e um clube restrito, intitulada Fundação Anna Delvey.
Na época em que foi presa, Anna devia mais de US$ 200 mil (R$ 1 bilhão) a bancos, hotéis luxuosos e até mesmo uma companhia de jatos privados. Sua lábia incontestável a levava a todos os lugares, sempre acompanhada de amigos poderosos, ricos e influenciadores.
Assista ao trailer de Inventando Anna:
O assassinato da atriz Daniella Perez por seu colega de trabalho Guilherme de Pádua (1969-2022) ficou marcado pela cobertura exaustiva da imprensa e por ter elementos dignos de um um folhetim. Mas a trama foi devastadora para Gloria Perez, autora e mãe da vítima.
A série da HBO Max lançada em julho deste ano apresenta versão de Gloria da tragédia. Pacto Brutal volta aos anos de 1992 e 1993 para recontar todos os passos da tragédia, desde os últimos dias em que Daniella Perez viveu até detalhes sórdidos do assassinato e do julgamento de Guilherme de Pádua e Paula Thomaz, os assassinos condenados.
Na noite de 28 de dezembro de 1992, Daniella estava voltando para casa após as gravações da novela quando seu carro foi fechado pelo de Pádua, que estava acompanhado por sua mulher, Paula Thomaz. Após desmaiar com um soco do ator, Daniella foi levada pelos dois para um matagal na zona oeste do Rio de Janeiro, onde foi morta com 18 punhaladas no peito.
Pacto Brutal não poupa os telespectadores do horror: muitas fotos do cadáver de Daniella são exibidas, além de cenas de amigos e familiares dela chorando aos pés do corpo inerte no matagal.
Assista ao trailer de Pacto Brutal:
Com Evan Peters no papel de Jeffrey Dahmer, a série entrou no catálogo da Netflix em setembro. O ponto de partida é a prisão do serial killer em 1991. O espectador viaja no tempo até quando o criminoso ainda era um feto –a mãe dele teve vários problemas e tomava remédios durante a gestação.
As rejeições na infância, o desejo de fazer lobotomia nas vítimas, a carência afetiva, a homossexualidade e a culpa do pai impressionam tanto quanto os assassinatos. Ao todo, Dahmer matou 17 homens em rituais que contavam com estupro e canibalismo.
Confira o trailer de Dahmer: Um Canibal Americano:
A série baseada no livro homônimo de Caco Barcellostem Humberto Carrão no papel no jornalista. A cada episódio a obra mostra como policiais matavam por prazer. Pessoas eram assassinadas e descartadas como se fossem objetos.
O livro retrata histórias reais chocantes de violência policial ocorrida entre os anos de 1970 e 1990. Em geral, os agentes de segurança pública deixavam os cadáveres sem documentos para que não fossem identificados. As dores dos entes queridos e a busca por justiça estão entre os traços fortes das histórias contadas.
Confira o trailer de Rota 66:
Valmir Salaro é o principal personagem do documentário. O repórter revive seu maior fantasma na profissão. Foi ele que deu o furo (jargão jornalístico para a informação dada em primeira mão) sobre a então investigação que se mostrou um erro.
O caso Escola Base é considerado um dos maiores erros da história da imprensa brasileira. Em março de 1994, o casal Icushiro Shimada e Maria Aparecida Shimada, proprietários da escola, a professora Paula Milhim Alvarenga e o seu marido, o motorista Maurício Monteiro de Alvarenga, foram injustamente acusados de abuso sexual contra alunos de quatro anos.
Em consequência da revolta da opinião pública, a escola foi obrigada a encerrar suas atividades logo em seguida. Quando o caso veio à tona, pessoas revoltadas chegaram a quebrar as dependências e a tentar linchar os acusados.
Assista ao trailer de Escola Base:
Lançado em novembro, o documentário conta a história de vida de Flordelis dos Santos de Souza, a pastora e cantora que foi eleita deputada federal pelo Rio de Janeiro, mas se viu envolvida no assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo. O crime ocorreu em junho de 2019, e desde o início a religiosa foi apontada como uma das principais suspeitas de ser a mandante.
Antes de tudo desmoronar, Flordelis era conhecida por suas obras de caridade, a maior delas dentro de sua própria família. A ex-deputada se gabava de ter adotado mais de 50 filhos, o que deu a ela a fama de heroína da favela do Jacarezinho, no subúrbio do Rio de Janeiro.
A pastora foi julgada em dezembro, depois do lançamento do documentário, que ganhou um episódio bônus para contar o desfecho do caso. Flordelis foi condenada a 50 anos de prisão.
Assista ao trailer de Flordelis:
O podcast jornalístico criado pelo repórter Chico Felitti virou uma febre em julho. A “casa abandonada” retratada nos episódios chegou a virar atração turística, causando aglomeração em frente ao imóvel que fica no bairro do Higienópolis, em São Paulo.
A reportagem coloca luz no caso de Margarida Bonetti, que foi acusada de ter mantido sua então empregada doméstica em condições análogas à escravidão. Ela e o marido, René Bonetti, moravam nos Estados Unidos e tinham uma empregada brasileira, que nunca recebeu salário no período em que trabalhou lá.
O FBI investigou o caso durante dois anos e constatou que a funcionária sofreu diversos maus-tratos de Margarida, como ter seu cabelo puxado pela dona da casa até sair sangue e ter vivido com um tumor do tamanho de uma bola de futebol durante anos, sem ter recebido qualquer assistência dos patrões.
René Bonetti foi julgado e condenado a seis anos de prisão nos Estados Unidos, os quais ele já cumpriu e hoje vive livre. Margarida não chegou a ser julgada: fugiu de volta para o Brasil em 1998 e desde então vivia reclusa na casa de Higienópolis. Pelos sistema judiciário brasileiro, o caso dela prescreveu.
Informações Notícias da TV

O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a Lei 14.513, de 2022, que amplia de 15 de outubro para 30 de novembro de 2022 o prazo final para o encaminhamento de projetos de lei de abertura de créditos suplementares e especiais ao Congresso Nacional. O chefe do Poder Executivo barrou, no entanto, uma série de dispositivos incluídos no texto original (PLN 39/2022) por senadores e deputados. Entre outras medidas, esses pontos permitiam que recursos não empenhados em anos anteriores fossem executados ao longo de 2023.
Um dos dispositivos vetados autorizava o Palácio do Planalto a utilizar recursos originalmente classificados como RP-9 na Lei Orçamentária Anual, mas que foram reclassificados como RP-2 por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). As despesas identificadas como RP-9 são oriundas das emendas do relator-geral do Orçamento, enquanto as RP-2 são despesas primárias discricionárias. Segundo a mensagem de veto encaminhada ao Congresso, o dispositivo“incorre em vício de inconstitucionalidade” por tratar de “matéria estranha” ao projeto de lei original.
Jair Bolsonaro vetou ainda um inciso que estendia até 31 de dezembro de 2023 a validade de restos a pagar inscritos em 2019 e 2020 relativos a contratos, convênios, acordos ou ajustes de vigência plurianual. Segundo o Palácio do Planalto, a matéria é inconstitucional e deveria ser tratada em um projeto de lei complementar. “Tal situação modificaria regra de caráter permanente, ao não considerar a periodicidade anual que o Orçamento público deve guardar”, argumenta o presidente da República. Ainda segundo a mensagem de veto, a manutenção do texto aprovado pelo Congresso poderia “impor dificuldades operacionais” à Secretaria do Tesouro Nacional (STN).
Outro ponto vetado autorizava a execução de restos a pagar não processados por inadequação de fontes, desde que resultantes de créditos adicionais aprovados no último quadrimestre do ano. Pelo texto aprovado pelos parlamentares, a STN deveria indicar uma nova fonte de recursos com saldo suficiente.
Segundo o presidente da República, a proposição viola a Constituição Federal, que proíbe “a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários ou adicionais”. Além disso, de acordo com a mensagem de veto, a matéria contraria o interesse público e regras do processo orçamentário, como a realização de despesa sem prévia autorização nos créditos orçamentários ou adicionais e o princípio da anualidade orçamentária.
O Palácio do Planalto barrou ainda um artigo que autorizava o ajuste de contratos firmados em 2019 e 2020 para mudar a localidade de execução de uma obra. O dispositivo aprovado pelo Congresso permitia essa flexibilização desde que fossem mantidas as características originais da obra e que a mudança fosse autorizada pelo gestor máximo do órgão concedente.
Segundo a mensagem de veto, o texto “contraria o disposto na regulamentação que rege as transferências voluntárias por meio de convênios e de contratos de repasse, por haver expressa proibição de alteração do objeto pactuado e vedação expressa de reformulação do projeto, inclusive de alteração do local de intervenção”. “Em que pese o dispositivoprever que a autorização estaria condicionada à manutenção das características da obra pactuada, sem deixar evidentes os elementos a serem levados em consideração na avaliação, gera insegurança jurídica e não se mostra aceitável, a exemplo de uma alteração no local de execução de obra, contratada no ano de 2020, resultar na necessidade de alterações no planejamento da contratação, a afetar os elementos caracterizadores do próprio objetooriginalmente licitado e contratado”, justifica o Poder Executivo.
*Com informações de Agência Senado

O deputado estadual Angelo Almeida (PSB) teve seu nome confirmado como futuro secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE). Em coletiva de imprensa, nesta quarta-feira (28), o governador eleito Jerônimo Rodrigues anunciou o nome do parlamentar.Angelo Almeida é o terceiro nome de Feira de Santana anunciado no secretariado de Jerônimo. Além dele, outros dois feirenses já haviam sido anunciados na equipe do próximo governo: Felipe Freitas, como secretário de Justiça e Direitos Humanos; e Roberta Santana, como secretária de Saúde (saiba mais).Almeida foi eleito vereador de Feira de Santana pelo PT entre 2009 a 2012. Suplente, PSB, nos anos 2015-2019, assumiu o mandato em janeiro de 2017 e permanceu até abril de 2018, em decorrência do afastamento do deputado João Bonfim.Reassumiu o mandato de deputado na vaga de Luiza Maia, em maio 2018. Empossado em novembro de 2020 em substituição ao Dep. Targino Machado (DEM), que teve perda de mandato declarada pelo TSE. Angelo foi eleito no pleito do último dia 2 de outubro com 59.841 mil votos.
Fonte: Site De olho na cidade

Atenção Básica é a principal porta de acesso dos usuários ao SUS
A Rede Municipal de Atenção Primária à Saúde de Feira de Santana realizou 2.193.417 atendimentos entre o período de janeiro e novembro deste ano. A Atenção Básica é a principal porta de acesso dos usuários ao Sistema Único de Saúde (SUS), através das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família.
O serviço mais solicitado foi a visita domiciliar com médico e enfermeiro nas residências dos pacientes acamados ou com dificuldade de locomoção. No total, foram 1.279.489 atendimentos. Em seguida, vêm o atendimento individual (310.095) e procedimentos individualizados (300.628) realizados na própria unidade.
“Todos os serviços realizados nas unidades são essenciais para a população. Os pacientes são acolhidos e acompanhados pelo Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), que realiza ações educativas para as famílias e atendimentos com educador físico, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta, assistente social e entre outras especialidades”, destacou Helen Costa, chefe da Atenção Primária à Saúde.
Feira de Santana possui 7 UBSs e 103 USFs que atendem de segunda a sexta-feira. As unidades vinculadas ao programa Saúde na Hora, tem funcionamento ampliado das 8h às 21h. São elas: Campo Limpo I, V e VI; Liberdade I, II e III; Queimadinha I, II e III; Parque Ipê I, II e III; Videiras I, II e III; Rua Nova II, III e Barroquinha.
Fonte: ASCOM

O presidente Jair Bolsonaro (PL) sancionou, com veto, o Projeto de Lei de Conversão (PLV), aprovado pelo Senado em novembro deste ano, que aumenta para 45% a margem de crédito consignado para servidores públicos federais. A medida foi publicada nesta 4ª feira (28.dez) no Diário Oficial da União (DOU).
Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, o texto prevê que os servidores “poderão autorizar a consignação em folha de pagamento em favor de terceiros, a critério da Administração e com reposição de custos, não podendo exceder 45% da remuneração mensal, sendo 5% destinados exclusivamente para amortização de despesas contraídas por cartão de crédito ou para a utilização com a finalidade de saque por meio de cartão crédito”.
O PLV também estabelece em 45% a margem consignável do soldo ou benefício previdenciário de prestações de operações de crédito concedidas a servidores públicos inativos, militares das Forças Armadas, militares do Distrito Federal, militares da inatividade remunerada das Forças Armadas, do Distrito Federal e dos ex-Territórios Federais, empregados públicos da administração direta, autárquica e fundacional, e pensionistas de servidores e de militares das Forças Armadas, do Distrito Federal e dos ex-Territórios Federais. Isso para quando leis ou regulamentos locais não definirem uma margem maior.
O dispositivo vetado por Bolsonaro determinava que 5% das consignações facultativas fossem reservados para a amortização de despesas contraídas por meio de cartão consignado de benefício ou para uso visando a sacar com cartão consignado. O presidente optou pelo veto ao consultar ministérios. De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência da República, o dispositivo contrariava o interesse público, pois “a criação de percentual adicional exclusivo para determinadas modalidades de crédito não é recomendável, pois promoveria distorções na alocação de crédito na economia nacional, com potencial para aumentar o custo de crédito de operações com livre destinação de recursos”.
O governo justificou o veto ainda dizendo que” a medida poderia restringir a decisão dos interessados em acessar linhas de crédito mais convenientes, de acordo com suas preferências pessoais, o que teria o efeito de reduzir o nível de satisfação individual e aumentar a burocracia de operacionalização do programa, com maiores custos ao consumidor final”. “Do mesmo modo, ao estabelecer o aumento da margem consignável para quarenta e cinco por cento, entende-se que o servidor já possui o benefício de cinco por cento para facultar as consignações, o que dispensa a inclusão da nova modalidade por meio de cartão consignado de benefício”, complementa.
A Secretaria-Geral da Presidência da República classificou a sanção do PLV como “de grande importância”. O motivo, disse, é que possibilitará um incremento do acesso ao crédito, ajudará a reduzir os efeitos da crise econômica e permitira que a economia do Brasil volte a crescer.
Fonte: Terra Brasil Notícias

A gasolina pode ser encontrada nos postos por R$ 5,27, valor médio com recuo de 1,06% em dezembro na comparação com o mês anterior, mostra o IPTL (Índice de Preços Ticket Log). Essa é a quinta baixa mensal consecutiva do combustível. Desde a primeira redução, no mês de julho, quando a média era de R$ 6,50, a queda já alcançou 19%. O etanol, por outro lado, apresentou alta neste mês e encerrou o período com preço médio de R$ 4,31, um incremento de 0,61% ante novembro.
“Ainda que o etanol esteja 22% mais barato do que a gasolina, quando analisamos o custo por quilômetro rodado, essa última continua sendo mais vantajosa em todos os estados do Brasil, com exceção de Mato Grosso, onde o etanol custa R$ 0,45 por quilômetro, enquanto a gasolina sai por R$ 0,47, considerando desempenhos médios de 8,5 km/l para etanol e 11,5 km/l para gasolina”, diz Douglas Pina, diretor-geral de mobilidade da Edenred Brasil.
Na análise por região, o Norte se destacou, com as médias mais altas para os dois combustíveis. Apesar do recuo de 0,47%, a gasolina foi encontrada a R$ 5,45 nos postos locais, enquanto o preço médio registrado para o etanol foi de R$ 4,61, após a redução de 0,3% em comparação a novembro.
Com a queda de 0,31% no último mês, o Sudeste é a região com a gasolina mais barata do país, a R$ 5,10. Já o etanol estava mais em conta no Centro-Oeste: mesmo com a alta de 0,84%, o valor médio do combustível nessa região é de R$ 3,97.
No recorte por estados, Roraima foi o que apresentou os maiores valores do Brasil para os dois combustíveis. O etanol, com média de R$ 5,15, teve redução de 3,56% no último mês, e a gasolina aumentou 0,19% no estado, onde é encontrada por R$ 5,89, em média.
Entre os combustíveis mais baratos do país estão a gasolina do Amazonas, a R$ 4,85, após redução de 4,26%, e o etanol da Paraíba, que, apesar do aumento de 4,05%, registrou média de preço de R$ 3,77.
Ao comparar as variações de alta e baixa por estado, o IPTL destaca a Paraíba com o maior aumento para o etanol. O combustível teve acréscimo de 4,05% no estado e passou de R$ 3,62 para R$ 3,77.
Para a gasolina, o maior incremento, de 3,04%, aconteceu no Amapá, com médias que foram de R$ 5,17 para R$ 5,32. Com relação à redução, a registrada em Roraima, de 3,56%, foi a menor do Brasil para o etanol, enquanto para a gasolina a maior queda, de 6,06%, aconteceu na Bahia, onde o combustível passou de R$ 5,67 para R$ 5,33.
“De acordo com o último levantamento da Ticket Log, apesar de o etanol ter a média de preço mais vantajosa em apenas um estado, por ser produzido a partir da cana-de-açúcar ou do milho, esse combustível é capaz de reduzir consideravelmente as emissões de gases responsáveis pelas mudanças climáticas e, por esse motivo, é considerado ecologicamente mais viável”, afirma Pina.
Fonte: Terra Brasil Noticias
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O Brasil criou em novembro 135.495 postos de trabalho formal, segundo as Estatísticas Mensais do Emprego Formal do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgadas hoje (28), em Brasília.

O resultado positivo de novembro decorre do total de 1,748 milhão de admissões, ante 1,612 milhão de demissões. No ano, o saldo até novembro é de 2,466 milhões de empregos formais criados. O estoque total de carteiras assinadas no país chegou a 43,144 milhões.
O grupamento de atividade econômica que mais gerou vagas em novembro foi o comércio: 105.969 novos postos de trabalho. Nos serviços, foram 92.213 empregos criados. Houve queda, contudo, na indústria, que perdeu 25.707 vagas, devido a uma pressão negativa do setor sucroalcooleiro, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego.
Houve queda também na construção, com menos 18.769 postos, e na agropecuária, que teve redução de 18.211 trabalhadores formais.
O resultado ficou positivo também em quatro das cinco regiões do país. O Sudeste abriu o maior número de vagas, com saldo positivo de 84.164, seguido por Nordeste (29.213), Sul (20.750) e Norte (3.055). Houve queda de 773 postos de trabalho no Centro-Oeste.
Fonte: Agência Brasil

Fiscais da Secretaria Municipal de Meio Ambiente estiveram na manhã de ontem (27) na localidade da Formiga, no distrito de Maria Quitéria (São José), para investigar um areal clandestino – não possui licença para exploração, o que configura crime ambiental.
Segundo o diretor de Licenciamento Ambiental, Humberto Alves, que comandou a operação, o rastreamento por satélite identificou a movimentação no local. A situação foi descoberta através de denúncia anônima pelo Fala Feira 156. O relatório do caso foi encaminhado para a Polícia Federal.
“A exploração ilegal coloca a área sob risco de erosão do solo porque danifica as propriedades naturais e também pode prejudicar a flora e fauna local”, explica.
O crime é previsto no artigo 2 da Lei Nº 8.176/1991 que proíbe a exploração matéria-prima sem autorização legal ou em desacordo com as obrigações impostas, sob pena de detenção de um a cinco anos e multa. O Código Ambiental Municipal, conforme o artigo 212 da Lei Complementar Nº 120/2018, afirma que atividades de extração mineral consideradas de impacto local só podem ser realizadas sob licenciamento ambiental.
De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Antônio Carlos Coelho, agora a Polícia Federal vai instaurar inquérito, onde serão realizadas investigações.
“A população que souber de casos de exploração ilegal ou qualquer outro dano ambiental pode denunciar anonimamente através do número 156”, orienta o secretário.
Fonte: ASCOM Prefeitura

O governador eleito Jerônimo Rodrigues (PT) confirmou, na tarde desta quarta-feira (28), que o atual secretário de Comunicação, André Curvello, será mantido na pasta. Além dele, o petista anunciou o nome de outros cinco integrantes da sua equipe.
Jerônimo Rodrigues afirmou que os demais secretários serão divulgados na tarde desta quinta-feira (29). Faltam ainda os chefes das seguintes pastas: Administração (Saeb), Segurança Pública (SSP), Planejamento (Seplan) e Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).
Confira os nomes anunciados nesta quarta-feira:
– Comunicação (Secom) – André Curvello (cota pessoal)
– Desenvolvimento Econômico (SDE) – Ângelo Almeida (PSB)
– Desenvolvimento Urbano (Sedur) – Jusmari Oliveira (PSD)
– Política para as Mulheres (SPM) – Elisângela dos Santos Araújo (PT)
– Cultura (Secult) – Bruno Monteiro (assessor do senador Jaques Wagner)
– Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre) – Davidson Magalhães (PCdoB)
Com a nomeação de Ângelo Almeida, a suplente Fabíola Mansur (PSB) vai assumir a cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). O governador eleito também anunciou a indígena Patrícia Pataxó como superintendente de Políticas para os Povos indígenas. O cargo será vinculado à Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi), que será chefiada por Ângela Guimarães.
Confira os nomes que foram divulgados na semana passada:
– Casa Civil: Afonso Florence
– Secretaria de Relações Institucionais (Serin): Luiz Caetano
– Saúde (Sesab): Roberta Santana
– Educação (SEC): Adélia Pinheiro
– Justiça e Diretos Humanos (SJDH): Felipe Freitas
– Assistência e Desenvolvimento Social (Seades): Fabya Reis
– Infraestrutura (Seinfra): Sérgio Brito
– Fazenda (Sefaz): Manoel Vitório
– Agricultura (Seagri): Tum
– Turismo (Setur): Maurício Bacelar
– Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi): Ângela Guimarães
– Meio Ambiente (Sema): Eduardo Sodré Martins
– Desenvolvimento Rural (SDR): Osni Cardoso
– Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS): Larissa Gomes Moraes
– Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap): José Antônio Maia Gonçalves
Fonte: Metro1