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Cristiano Ronaldo é a primeira pessoa a alcançar 500 milhões de seguidores no Instagram

O número é mais que o dobro de habitantes do Brasil 

Cristiano Ronaldo, jogador de futebol português, é conhecido por quebrar recordes e, com as redes sociais, não seria diferente. 

Nesta segunda-feira (21/11) a estrela do esporte, conhecido como CR7, se tornou a primeira pessoa do mundo a alcançar a marca de 500 milhões de seguidores na plataforma Instagram. 

O número representa 6% da população mundial e é quase o dobro de habitantes no Brasil. 

O Instagram de Cristiano teve uma explosão de seguidores, segundo o Tribunal OnLinedepois que a campanha da marca de luxo Louis Vuitton, foi veiculada. 

Na peça publicitária, o jogador aparece com Lionel Messi, que hoje conta com 376 milhões de seguidores, jogando xadrez.

Informações TBN


Por Eduardo Cunha/ Poder 360

O debate do chamado teto de gastos tem de ser feito. Já critiquei bastante esse dispositivo em artigos anteriores, como o de 20 de junho de 2022, “O teto de gastos está furado”. Para dar uma noção da situação: o teto estabelece que as despesas do governo federal sejam, a cada ano, corrigidas apenas pela inflação. Despreza-se qualquer outro critério –como, por exemplo, a sua eventual vinculação à arrecadação.

Imaginem só: um trabalhador que ganha 1 salário mínimo por mês é obrigado a seguir um “teto de gastos” por 20 anos, só podendo aumentar suas despesas pela correção inflacionária. Se esse trabalhador melhora de emprego e passa a ganhar 3 ou 4 salários mínimos, ele terá de continuar gastando como se o sua renda fosse de só 1 salário mínimo. Isso tem lógica? Por óbvio que não.

Por isso que, para que se estabeleça um teto de gastos, é necessário vinculá-lo à arrecadação, jamais à inflação. Isso serve para os 2 lados: se a arrecadação cai, obriga-se o corte de despesas. Se a arrecadação aumenta, o teto de gastos sobe na mesma proporção.

O governo de Jair Bolsonaro (PL) conseguiu ter aumento de arrecadação, inclusive com receitas extraordinárias de privatizações e dividendos de estatais, mas não podia gastar isso em função do tal teto, vinculado à correção da inflação. Por essa razão, para aumentar o Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600, teve de aprovar uma emenda constitucional autorizando esse gasto –sem infringir o teto.

Bolsonaro buscou autorização legislativa para gastar o que tinha arrecadado. A exceção no teto de gastos só valia para essa despesa. Por que o presidente não pediu essa mesma autorização para a manutenção do pagamento de R$ 600 em 2023? Simplesmente porque a arrecadação extra já seria usada nos pagamentos de 2022.

Para os pagamentos no ano seguinte, seria necessário buscar uma alternativa junto do Congresso que não fosse apenas pelo aumento do deficit fiscal e da dívida pública. Será que a sociedade iria querer que se programasse esse gasto para o próximo ano, só pelo endividamento do governo? Bolsonaro já estava sendo acusado de ter feito uma ação eleitoreira para os pagamentos de 2022. Se ele já tivesse assegurado os de 2023, que acusação a mídia e o PT (Partido dos Trabalhadores) fariam durante a campanha eleitoral?

Certamente diriam todos que Bolsonaro só pensava na própria reeleição e explodindo as contas públicas, só pensando na sua reeleição. Alguém acha que seria diferente?

EXPLICANDO AS CONTAS

É preciso fazer uma explicação singela para que o leigo em contas públicas consiga entender a situação. Um Orçamento é composto das receitas correntes da arrecadação de tributos e das extraordinárias –que podem vir de algum evento específico, como uma privatização ou bônus de assinatura de concessão de exploração de petróleo. Do outro lado estão as despesas correntes correspondentes, somadas aos gastos em investimentos e às despesas com precatórios judiciais.

O saldo entre receitas e despesas e gastos constitui o chamado superavit primário –se as receitas forem superiores às despesas– ou deficit primário –se as despesas e gastos forem mais altos que as receitas.

Também faz parte do Orçamento a previsão para o serviço da dívida, ou as despesas que o governo terá com juros e amortizações previstas para aquele ano. Estas podem ser roladas com emissão de novos títulos da dívida.

Quando o Orçamento prevê superavit primário, isso significa que o saldo positivo será usado para diminuir o custo da dívida. Opostamente, quando o Orçamento prevê deficit primário, isso significa que a dívida terá de ser aumentada para honrar o custo do serviço. Ou seja: o governo terá que emitir novos títulos –se endividar mais– para pagar as amortizações atuais e os juros.

O teto de gastos, por sua vez, visa a conter o aumento de despesas fora da correção inflacionária (sem levar em consideração o aumento das receitas acima da inflação). Na verdade, ele foi feito única e exclusivamente para atender o sistema financeiro, criando uma poupança compulsória para o pagamento dos juros e resgaste dos títulos da dívida pública. Nunca foi para reduzir os impostos pagos pelo cidadão. Foi para atender aos credores do governo.

Técnico do Tesouro Nacional chegaram a sugeriruma proposta de alteração do teto, com a ideia de permitir a correção do limite de gastos pelo aumento da dívida pública. Isso não faz o menor sentido, pois, para ser contida, a dívida tem que ser compensada por um superavit primário, no mínimo, igual aos juros a serem pagos naquele ano.

Para exemplificar: a dívida pública chegará a 76,2% do PIB em 2022, com uma taxa de juros da Selic em 13,75% ao ano. Por um cálculo simples, conclui-se que, sem crescimento do PIB, o governo precisaria de um superavit primário equivalente a 10,48% do PIB só para manter a dívida no mesmo patamar. Esse resultado é um feito jamais alcançado na nossa história, absolutamente inviável.

RECEITAS EXTRAS SUSTENTARAM AUXÍLIO BRASIL

Durante o governo Bolsonaro, por 3 vezes tivemos que excepcionalizar o teto de gastos. Paulo Guedes errou por não enfrentar de vez essa determinação constitucional, criada equivocadamente por Henrique Meirelles (MDB) quando era ministro da Fazenda de Michel Temer (MDB).

A 1ª vez se deu durante a pandemia de covid-19. Uma medida decretando a calamidade pública, aprovada pelo Congresso, excepcionalizou as despesas acima do teto com consequente aumento do deficit e da dívida pública em um montante que beirou os 10% do PIB. A 2ª foi pela chamada PEC dos Precatórios, quando a previsão de aumento de despesas com precatórios judiciais obrigou a aprovação de uma emenda constitucional para adiar parte desses pagamentos. A última foi quando o governo obteve receitas extras, tanto por dividendos de estatais que não estavam previstos no Orçamento quanto por privatizações –notadamente da Eletrobras–, mas não poderia gastar nada disso por conta da restrição do teto.

Esse dinheiro a mais permitiu a aprovação de uma emenda constitucional para aumentar o valor do Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600 até dezembro de 2022. As receitas extraordinárias foram a origem dos recursos para isso. Ou seja: Bolsonaro pagou os R$ 200 a mais sem aumentar a dívida pública em 1 centavo. Mesmo assim, a PEC era chamada de “kamikaze” “eleitoreira”.

O que vem o PT fazer agora? Em vez de mostrar para a sociedade como vai pagar esses R$ 200 a mais –na realidade, R$ 195 a mais–, dizendo, por exemplo, de onde vem o dinheiro, que despesa vai cortar ou qual nova receita buscará, quer simplesmente tirar todo o Auxílio Brasil do teto de gastos –incluindo os R$ 405 já estabelecidos no Orçamento de 2023.

O ROMBO PROPOSTO PELO PT

O governo eleito quer mais do que retirar do teto de gastos os R$ 195 necessários para complementar e atingir a promessa que todos fizeram para o ano de 2023, de manter os R$ 600 mensais de benefício para cada uma das cerca de 20 milhões de famílias. Quer que a totalidade dos gastos com o programa seja excluída da regra. Mais ainda: os R$ 600 seriam acrescidos de um gasto de R$ 150 por mês para cada criança –o que dá a bagatela de R$ 175 bilhões ao ano. E ainda buscam retirar receitas extraordinárias, que poderiam chegar a R$ 23 bilhões ao ano.

Todas essas excepcionalizações, na prática, significam um perdão para gastar R$ 198 bilhões por ano além do teto, sem que haja uma receita correspondente, no mínimo pelos 4 anos de mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Isso corresponderia a aumentar a dívida pública em R$ 800 bilhões no seu mandato, acrescido dos juros desses recursos ao longo desse período. No final, o rombo poderia chegar a mais de R$ 1,2 trilhão.

Isso não fere só o teto de gastos, mas também a chamada “regra de ouro”, do artigo 167 da Constituição. A regra impede que o governo se endivide além do necessário para as despesas de capital, ou seja, as despesas da própria dívida.

Só essa despesa aumentará em 20% a nossa dívida pública, que estava em R$ 5,75 trilhões em setembro. Com os juros e a rolagem da própria dívida, o endividamento do governo deve chegar a 100% do PIB ainda no mandato de Lula. Bancos já estão publicando estudos com essa projeção.

Isso também reduziria a nada o Congresso eleito em 2022. A Casa não teria mais o que votar, já que Lula teria a licença constitucional para fazer a sua gastança sem precisar criar qualquer receita para bancar isso. A proposta do partido ainda libera a parcela já prevista no Orçamento, de R$ 405 mensais, para a gestão fazer politicagem de novos gastos e perpetuar o PT no poder.

Lula teria autorização para pagar a totalidade do Auxílio Brasil de R$ 600 mensais, acrescido dos R$ 150 por cada criança das famílias incluídas no programa, e ficaria com o valor correspondente aos R$ 405 mensais já previstos no Orçamento de 2023. Com as devidas receitas alocadas para o pagamento, teria cerca de R$ 100 bilhões ao ano para gastar como quisesse, fora os R$ 23 bilhões de receitas extraordinárias.

O atual Congresso não pode aprovar essa vergonha, essa gastança irresponsável de dinheiro público. Uma coisa é mudar ou excepcionalizar o teto de gastos, o que poderia ser feito inclusive para a totalidade pedida pelo novo governo, desde que tivesse a respectiva receita correspondente. Bastava inserir no texto que a excepcionalização do teto de gastos implicaria na manutenção da respectiva meta fiscal, ou só poderia se dar com a geração de receitas correspondentes.

Estão tentando passar para a sociedade que o teto de gastos impede esse aumento do Auxílio Brasil. O teto só é a restrição legal de hoje para expandir a despesa acima da inflação. Superar essa restrição não faz nascer no chão dinheiro para pagar a despesa.

A mídia está ajudando a enganar a população. Se Bolsonaro tivesse ganho a eleição e propusesse isso, não teria dessa mídia a menor aceitação para tal. Todos iriam dizer que Bolsonaro seria irresponsável. Na verdade, o irresponsável é Lula.

Alguém já pensou no impacto que isso terá na taxa de juros? O mercado vai passar a exigir mais juros para rolar a dívida pública, pois não tem clareza de como essa dívida poderá ser paga depois. E o impacto sobre o crescimento?

Estão certos alguns líderes que dizem que devemos aprovar apenas o necessário para pagar os R$ 600 mensais –ou seja, R$ 195 por mês a mais– e apenas para o ano de 2023. Assim, o novo Congresso, ao se deparar com a situação, poderá escolher entre manter a irresponsabilidade fiscal, criar receitas para bancar esse pagamento ou revisar o programa para conter essa despesa.

O novo Congresso deve se deparar também com a reformulação definitiva do teto de gastos. Ainda, fazer uma reforma tributária para tentar resolver os desiquilíbrios fiscais dos entes federados ou buscar soluções dentro dos seus compromissos com quem os elegeu para administrar a situação. O que não dá é o velho Congresso dar um “cheque em branco” para uma gastança de R$ 1,2 trilhão para um governo que foi eleito dizendo que respeitaria a responsabilidade fiscal, embora Lula tenha fugido do debate sobre economia durante a campanha.

Lula chegou a dizer: “Vai cair a Bolsa, vai aumentar o dólar? Paciência”. Disse ainda que terá meta de inflação e de crescimento para o país, como se pudéssemos conter a inflação ou criar crescimento só pela vontade ou por decreto do presidente da República. É uma agressão à economia.

O RETORNO DA IRRESPONSABILIDADE FISCAL

Na transição de Lula, assistimos à presença dos mesmos atores, cuja irresponsabilidade fiscal levou ao impeachment de Dilma Rousseff (PT). Alguns, pelo barulho que já causaram, até saíram de fininho. Os atores das pedaladas e editores dos decretos de execução orçamentária que implicaram na execução de despesas sem amparo na lei orçamentária, razão do impeachment, estão lá bem à vontade para repetir os mesmos erros. Já tentaram, no passado, estabelecer metas de crescimento e conter a inflação de forma artificial, pedalando os gastos. Lula vai continuar essa política antiga do PT?

O problema é que, para chegar ao destino do impeachment pela irresponsabilidade fiscal, o PT levou 13 anos no poder. Agora, ao que tudo indica, estão fazendo força para atingir a meta da irresponsabilidade fiscal bem mais rápido. Com essa PEC da gastança, tentam legitimar o apoio do Congresso à irresponsabilidade fiscal, o que serviria de escudo para um novo impeachment.

Será que o Congresso será conivente com essa irresponsabilidade no tamanho proposto? Lula só precisa responder uma pergunta, até agora ignorada por sua equipe: de onde virá o dinheiro?

Sem isso, entretanto, Lula conseguirá rapidamente unificar do país à sua maneira. A frase dita pelo ministro Barroso, dos eleitores de Bolsonaro serem uns manés, está bem errada. Sem entrar no mérito da gíria de malandro “perdeu” e o seu real significado e sem querer amolar ninguém, temo que, com a gastança que Lula quer promover, não são os eleitores de Bolsonaro, mas todos os eleitores –inclusive os que não foram votar e os que não têm idade para isso, os maiores prejudicados– são manés. Alguns mirins. Inclusive ele, o Barroso.

Como somos todos manés, essa PEC deveria levar o nosso nome: a PEC dos manés. E, se ela for aprovada como Lula está propondo, simplesmente vamos todos “perder”, no sentido da pura malandragem da rua.

Que Deus tenha misericórdia dessa nação!

Informações Poder 360


O prefeito Colbert Filho participa nesta terça-feira (22), às 11h30, de uma live sobre soluções em mobilidade urbana. Além do chefe do Executivo Municipal são convidados também os prefeitos de Salvador, Bruno Reis, e de Vitória da Conquista, Sheila Lemos.

Com o tema “Como as cidades podem pautar as soluções nacionais em 2023”, os gestores da capital e das duas maiores cidades do interior da Bahia vão falar das experiências e desafios em seus respectivos municípios, além de transcorrer como deverá ser a atuação municipal no encaminhamento e sugestões de soluções para o transporte coletivo urbano.

Esta é a 19ª edição do AntpCafé que tem como âncora o vice-presidente da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), o engenheiro Claudio Frederico. O mediador é o jornalista Alexandre Pelegi, do Diário do Transporte.

FÓRUM DE MOBILIDADE URBANA

Enquanto isso, nesta segunda-feira (21) acontece o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Mobilidade Urbana, em Salvador. O secretário de Transportes e Trânsito de Feira de Santana, Saulo Figueiredo, está presente. O gestor municipal vai falar sobre a aplicação dos recursos da emenda constitucional 123 na cidade.

Além de Saulo Figueiredo, o fórum sobre mobilidade urbana também terá a participação de secretários de várias cidades do país, a exemplo dos estados de São Paulo, Pará, Sergipe e Rio Grande do Sul.

Outros temas a serem abordados no decorrer do dia são “Cidades Lideres em Eletromobilidade”, “Regulamentação de Aplicativo de Transporte de Passageiros: Experiência” e a proposta do projeto de lei para criação do marco legal do transporte público.

*Secom


Lula é internado e passa por cirurgia às pressas; VEJA BOLETIM MÉDICO

presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT)foi internado no domingo (20) no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, para a retirada de uma lesão na garganta. A informação foi publicada inicialmente pela jornalista da Folha de S.Paulo, Mônica Bergamo.

O procedimento realizado pelo petista foi bem sucedido e ele recebeu alta nesta segunda-feira (21).

Exames de rotina teriam apontado uma inflamação das cordas vocais do presidente eleito e uma leucoplasia na laringe. Segundo a jornalista, ficou comprovada a “completa remissão do tumor diagnostIcado em 2011”.

De acordo com informações da TV Globo, o procedimento foi realizado por uma equipe coordenada por Roberto Kalil, médico de Lula. A lesão teria sido diagnosticada antes mesmo da viagem ao Egito.

Confira o boletim médico divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês, na manhã desta segunda:

O Presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva deu entrada ontem, no Hospital Sírio- Libanês, para a realização de uma laringoscopia para retirada de leucoplasia da prega vocal esquerda. O procedimento mostrou ausência de neoplasia.

Ele teve alta hoje, às 7h45, e foi acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo Prof. Dr. Roberto Kalil Filho, Dr. Artur Katz, Dr. Rubens Brito, Dr. Rui Imamura e Dr. Luiz Paulo Kowalski.

Informações TBN


O petista já acordou com seus amigos o retorno da contribuição sindical obrigatória

Lula Foto: EFE/ Fernando Bizerra

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocou na equipe de transição de governo alguns sindicalistas que trabalharão para fazer com que a contribuição sindical volte a ser obrigatória.

Desde 2017 esse valor, descontado em folha do trabalhador, deixou de ser obrigatório, dando a opção do empregado autorizar ou não o pagamento que representa um dia seu de trabalho.

O retorno do imposto, porém, pode vir com outro nome. A revista Veja ouviu algumas pessoas que estão trabalhando no novo governo com uma proposta de “taxa negocial”.

Os sindicatos realizarão assembleias com poucos sindicalizados para decidir a questão e assim fazer com que a cobrança – nos mesmos moldes da contribuição sindical – volte a ser descontada em folha dos trabalhadores da categoria.

Se for retomada, os trabalhadores pagarão anualmente R$ 4 bilhões para os sindicatos.

LULA DEFENDEU IMPOSTO SINDICAL
Em abril deste ano, antes do início oficial da campanha eleitoral, Lula esteve na CUT, em São Paulo, onde defendeu o retorno obrigatório das contribuições que ele chamou de “financiamento solidário e democrático da estrutura sindical”.

– O que a gente quer é que seja determinado, por lei, que os trabalhadores e a assembleia livre e soberana decidam qual é a contribuição dos filiados de um sindicato. E as centrais sindicais e as assembleias livre e soberana decidam qual é a contribuição do sindicato para a entidade.

As contribuições obrigatórias representavam 98% da arrecadação dos sindicatos.

Informações Pleno News


Copa do Mundo 2022: confira os jogos de hoje (21) e onde assistir

Confira onde assistir ao vivo aos jogos de futebol e qual horário jogam hoje, segunda, 21 de novembro (21/11). Copa do Mundo 2022 compõe a programação do dia.

Copa do Mundo 2022 – Jogos de hoje, 21

  • 10h – Inglaterra x Irã – Globo, SporTV, FIFA+
  • 13h – Senegal x Holanda – Globo, SporTV, FIFA+, Canal do Casimiro (Youtube)
  • 16h – Estados Unidos x Gales – Globo, SporTV (1 e 2) e FIFA+

Informações TBN


Deliberar sobre temas do dia a dia da advocacia e discutir demandas que fortalecem a advocacia de cada região do estado. Estes foram alguns dos temas discutidos durante o Colégio de Presidentes de Subseções da OAB da Bahia realizado em Ilhéus, Bahia, na última quinta (17) e na sexta (18).

De acordo com a presidente da OAB Seccional Bahia, Daniela Andrade Borges, o evento foi uma grande oportunidade para que a seccional e os presidentes de subseções construíssem juntos as ações e políticas em prol da classe.

O presidente da OAB Subseção Feira de Santana, Raphael Pitombo, participou do evento e evidenciou a importância de encontros como esse para traçar medidas a serem adotadas pela instituição ao longo da gestão.

“Muito importante reunir todos os presidentes de subseções para alinhar ações e compartilhar os impasses de cada subseção, a fim de que todas elas atuem de forma coesa e alinhada. Eventos dessa magnitude rendem vários frutos”, afirma.


PT quer controle de principal comissão da Câmara para apoiar Lira

Os conchavos e as trocas para comandar o país já começaram. Para não colocar um concorrente próprio na eleição à Presidência da Casa, os deputados do Partido dos Trabalhadores (PT), marcaram uma reunião com Arthur Lira (PP) para discutir o controle da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). 

A reunião acontecerá na próxima terça-feira (22/11) e, em troca, apoiam Lira para a recondução da presidência da Câmara dos Deputados. 

Sem um candidato apoiado pelo PT, o caminho fica livre para a reeleição dele. 

De acordo com o Estadão, a ideia é formar um bloco para discutir a distribuição das chefias de comissões e espaço na mesa diretora até com partidos de oposição a Lula, sem a necessidade de alinhamento após o início do governo.

Informações TBN


Foto: Reprodução/Twitter.

O presidente da França, Emmanuel Macron, foi esbofeteado na última sexta-feira 18, depois de um evento público. Ao se aproximar de um grupo de mulheres, com meia dúzia de seguranças ao seu lado, Macron leva um tapa no rosto, de uma das mulheres.

Imediatamente os seguranças partem para cima da agressora, contendo-a, no chão, de acordo com um vídeo publicado neste fim de semana nas redes sociais.

Em junho de 2021, Macron tinha sido esbofeteado por um homem em uma fila de recepção depois de uma visita a um colégio em Valence, no sudeste da França.

Nessa ocasião, Macron foi imediatamente afastado por um segurança. O agressor foi condenado a quatro meses de prisão.

Eleito em 2017, o presidente francês, que se reelegeu com pouca margem de vantagem em abril deste ano, já foi hostilizado outras vezes, além dos dois tapas.

Antes de se tornar presidente, em junho de 2016, quando era ministro da Economia, foi atingido com ovos em Montreuil. Enfrentou o mesmo tipo de ataque, em Paris, em março de 2017, quando era candidato ao governo francês, e em setembro de 2021, foi novamente atingido com ovos, em Lyon.

Em abril de 2022, num subúrbio de Paris, o presidente da França foi alvo de tomates, que não o atingiram.

Créditos: Revista Oeste


Neste domingo (20/11), vídeos circularam nas redes sociais insinuando que a retirada das urnas teria relação com suposta fraude nas eleições

urnas recolhidas em são paulo

Vídeos que mostram a retirada de urnas urnas eletrônicas em um prédio no Centro de São Paulomovimentaram as redes sociais de bolsonaristas neste domingo (20/11). As imagens exibem os equipamentos, em caixas, sendo colocados dentro de caminhões. Em uma gravação, o autor diz “estranhar” a movimentação.

Ao Metrópoles, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) confirmou o transporte e esclareceu se tratar de 24 mil urnas eletrônicas modelo 2009 que obtiveram uma “antecipação de baixa patrimonial”, uma vez que o TRE-SP recebeu, no início do ano, 44.880 novas máquinas modelo 2020 para utilização. A informação também foi confirmada ao portal pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Portanto, as urnas transportadas neste domingo não foram usadas em nenhum dos turnos das eleições de 2022. Neste domingo, foram retiradas cerca de 10 mil máquinas deste lote já inutilizado. O restante será recolhido no próximo dia 27/11.

As urnas, modelo 2009, estavam armazenadas pelo tribunal, de forma temporária, no prédio que aparece nas imagens, localizado na rua Líbero Badaró. Em 7 de novembro, via ofício, o TRE definiu que o transporte ocorreria em três domingos do mês de novembro (13, 20 e 27), “em razão das restrições de circulação de caminhões no centro da cidade”.

“Essas urnas 2009, que, repise-se, por ocasião das eleições já estavam armazenadas para baixa, foram objeto das filmagens deste domingo”, destaca a nota do TRE-SP (leia a íntegra abaixo).

Veja o documento que comprova a determinação de recolhimento e as datas determinadas:

Contas de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro(PL) tentaram, ao longo do dia, criar uma correlação entre o episódio e a fala de Valdemar Costa Neto de sábado (19/11), em que o presidente do partido afirma que apresentará ao TSE uma denúncia que comprovaria “problemas em urnas eletrônicas” fabricadas antes de 2020. No entanto, o pedido do TRE-SP para remoção das urnas de 2009 foi feito no dia 7/11, portanto, antes da fala de Valdemar.

Veja as imagens:

https://www.youtube.com/watch?v=TmlOez1KT5k
https://youtube.com/watch?v=JMxdEpYYmPY
https://www.youtube.com/watch?v=QHltNCCsXYQ

Leia a íntegra da nota do TRE-SP:

“Em razão do recebimento, por parte deste TRE/SP, de 44.880 urnas modelo 2020 para as eleições deste ano, a Secretaria de Tecnologia da Informação viu por bem recolher 24.445 urnas eletrônicas modelo 2009, para baixa patrimonial. Estas urnas modelo 2009 foram armazenadas temporariamente no prédio de propriedade deste Tribunal, na Rua Líbero Badaró.

Com vistas a liberação, ainda que parcial, do espaço do prédio da Libero Badaró, este Tribunal obteve a antecipação da retirada de 10.000 urnas por parte do TSE, por meio de sua transportadora Rodoviária, o que se convencionou ocorrer nos domingos 13, 20 e 27 em razão das restrições de circulação de caminhões no Centro da Cidade. Tal fato foi comunicado à CET. E tratado no processo SEI 0042560-15.2022.6.26.8000.

Essas urnas 2009, que, repise-se, por ocasião das eleições já estavam armazenadas para baixa, foram objeto das filmagens deste domingo”.

Processo de descarte das urnas

De acordo com o TSE, a vida útil das urnas eletrônicas é de cerca de 10 anos e seis eleições. O descarte é feito de forma “ecologicamente correta”, por meio de licitação.

O processo é auditado no local por servidores da corte. “A vencedora do certame assume o compromisso de seguir um rigoroso protocolo de segurança. Ao fim do processo, deverá apresentar um relatório final ao TSE”, esclarece o tribunal.

Veja a explicação do TSE sobre o descarte das máquinas:

“As urnas eletrônicas são recolhidas, desmontadas e têm os materiais descaracterizados, ou seja, moídos ou quebrados em pequenas partes. Os suprimentos são separados por tipo: metal, plástico, placas leves (com mais probabilidade de ter metais nobres), placas pesadas (com menor valor de mercado), borracha e outros. Quase todo o equipamento é reciclado. Algumas empresas contratam cooperativas de reciclagem que geram diversos produtos.

Por questões ambientais e em prol da segurança do processo eleitoral, a empresa ganhadora da licitação deve comprovar que tais materiais foram efetivamente usados para reciclagem.”

Informações Metrópoles