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Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

Os comerciantes da Rua Barão do Rio Branco, em Feira de Santana, estão assustados com a frequência de arrombamentos e furtos que seus comércios estão vivenciando nos últimos meses.

Nesta segunda-feira (9), a comerciante Andreia Trabuco relatou ao Acorda Cidade que sua loja foi arrombada duas vezes no ano passado e mais uma vez nesta semana.

“A gente não tem uma noção sobre o horário em que os arrombamentos acontecem, mas a gente imagina que seja durante a madrugada, porque inclusive percebemos que eles acenderam alguns materiais aqui e a gente acredita que seja para gerar uma claridade maior na loja, para eles conseguirem pegar algo a mais”, descreveu.

Foto: Arquivo Pessoal (Reprodução)

Andreia trabalha com o conserto de impressoras e observou que algumas ferramentas de trabalho foram roubadas.

“Eles levaram algumas ferramentas novas que tinham sido compradas. E isso dificulta bastante, porque são ferramentas do dia a dia. Além de ser um prejuízo acaba atrasando o nosso serviço”, lamentou.

A comerciante contou ao Acorda Cidade que a sua loja não é a única que está sofrendo com os arrombamentos e a falta de segurança.

“A gente tem um grupo com os comerciantes daqui da rua, porque a gente paga um serviço de segurança privada, e nesse grupo a gente sempre tá conversando sobre os atos que acontecem por aqui. Recentemente teve uma loja de celulares que novamente sofreu com uma tentativa de arrombamento e outras lojas aqui que a gente não pode citar o nome, mas já teve outras vítimas como nós aqui também”, informou a comerciante.

Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade.


Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Os funcionários da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Queimadinha, em Feira de Santana, restringiram os atendimentos na manhã desta terça-feira (10), devido à falta de pagamento.De acordo com um funcionário que atua na área de serviços gerais, além do pagamento referente ao mês de dezembro estar atrasado, as férias estão vencidas há seis meses.

“A situação aqui é que todos os funcionários estão com as férias vencidas. Tem funcionários aqui sem receber há pelo menos dois meses, e a empresa não passa nenhuma informação, mas continuamos trabalhando aqui. As minhas férias, por exemplo, estão vencidas há seis meses, e a versão da empresa é que não tem dinheiro para pagar”, relatou.

Outra funcionária da UPA, que atua na área da recepção, informou à reportagem do Acorda Cidade que os pacientes estão sendo atendidos e após a triagem é verificado o grau de prioridade.

“Eu trabalho aqui desde quando esta unidade foi inaugurada, mas a situação está igual para todo mundo. Os funcionários estão sem receber, férias vencidas, e a gente fica aqui sem saber o que fazer. Os pacientes quando chegam aqui, são atendidos, passam pela triagem, e só depois é verificado o grau de prioridade para o atendimento, ainda mais agora com a outra UPA da Mangabeira fechada, então as pessoas estão se deslocando para cá”, contou.

A empresa que administra a UPA é a Insaúde.

Em entrevista ao Programa Acorda Cidade, na manhã desta terça-feira (10), o prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, informou que irá verificar o que está motivando os atrasos dos salários.

“Esta empresa está totalmente em dias, e pelo que estou vendo, a reclamação é com relação aos salários que realmente deveria ter sido feito até o 5º dia útil, isso é uma obrigação. Todos os recursos foram pagos em dias, agora vamos verificar o que está acontecendo com a empresa, que vem inclusive mantendo um nível de regularidade razoável, mas de qualquer forma, não é possível ter estes atrasos”, informou.

Ainda segundo o gestor municipal, a prefeitura obriga que a empresa faça o pagamento.

“Existe o contrato que obriga a empresa a fazer o pagamento, e só depois a prefeitura faz o ressarcimento deste pagamento. Então até um determinado dia do mês, a empresa nos apresenta uma nota, a prefeitura tem um prazo de 10 dias para verificar se essa nota efetivamente é real, se foi aplicada, e assim, faz o ressarcimento”, explicou.

Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade


“Vou pedir a expulsão dele e acho que ele tem que ser investigado”, disse o senador

Renan Calheiros Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O senador Renan Calheiros disse que vai pedir que o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, seja expulso do MDB. A medida deve ser tomada nas próximas horas por meio de um documento protocolado no partido. As informações são do site O Antagonista.

– Vou pedir a expulsão dele e acho que ele tem que ser investigado. O Senado vai criar comissões parlamentares de inquérito a exemplo do parlamento norte-americano [na ocasião da invasão do Capitólio] para apurar o que aconteceu – afirmou Calheiros.

Ele deve falar com o presidente da sigla, Baleia Rossi, mas destacou que o pedido não depende da conversa.

– Essa decisão não depende de conversa.

Por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, Ibaneis está afastado do cargo.

Ibaneis Rocha está afastado do cargo por determinação do ministro do Supremo, Alexandre de Moraes.

Renan já desembarcou em Brasília.

Informações Pleno News


“Faz o L”: Governo Lula tem 10 trapalhadas em 10 dias; VEJA

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) completa 10 dias nesta terça-feira (10.jan.2023). Em um curto período, o petista e sua equipe acumularam 10 situações embaraçosas e decisões com risco de reputação para a atual gestão – embora muito fique agora em 2º plano por causa dos atos extremistas em Brasília no último domingo (8).

É comum o vaivém de decisões e declarações em início de governo. Mas a frequência surpreende no início do 3º mandato de Lula. Ainda mais porque não há a desculpa da inexperiência do presidente e vários dos ministros escolhidos pelo petista já chefiaram pastas antes.

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DECISÕES DESFEITAS

  • imposto de combustíveis – a ideia era retomar a cobrança a partir de 1º de janeiro. Mas houve receio de alta de preços nos postos e o efeito disso. A isenção de PIS/Cofins foi renovada, em uma derrota política de Fernando Haddad (Fazenda);
  • regulação do saneamento – medida provisória tirou o tema da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico). O mercado reagiu mal. O governo disse que a medida será discutida.

GAFES INTERNACIONAIS

  • audiências canceladas – Lula deixou de atender em 2 de janeiro de 2023 representantes de 6 países que vieram à posse por “falta de tempo” –a delegação do Timor Leste foi recebida no dia seguinte, já a de Angola esperou e insistiu, mas não se reuniu com o presidente;
  • moeda do Mercosul – o embaixador da Argentina disse que trabalhará no tema com o Brasil. Jornalistas perguntaram ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre o tema. Ele negou e se irritou.

RECUO EM DECLARAÇÕES

  • Previdência – Carlos Lupi disse ser preciso discutir a reforma de 2019. Rui Costa o desautorizou;
  • saque-aniversário do FGTS – Luiz Marinho falou em acabar com esse mecanismo de acesso ao FGTS. Recuou e falou que a ideia será discutida;
  • preços de combustíveis – Jean Paul Prates disse que a Petrobras se ajustaria às diretrizes do governo. Depois disse que a estatal não intervirá em preços.

PROPOSTA ARRISCADA

  • o ministro Rui Costa (Casa Civil) disse na 5ª feira (5.jan) ao jornal Valor Econômico que o governo havia discutido naquele dia a conversão de multas de construtoras em acordos de leniência por obras. Analistas avaliam que isso poderá associar o governo a empresas condenadas por corrupção.

SEGURANÇA PÚBLICA

  • 8 de Janeiro – o ministro Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública) anunciou no sábado (7.jan) que havia autorizado o uso da Força Nacional em Brasília; àquela altura já se sabia que um número significativo de manifestantes contrários aos resultados das eleições estavam concentrados na capital federal. O governo Lula não verificou se tinha contingente para 1) proteger Planalto, Congresso e STF, e 2) bloquear os acessos à Esplanada. Com a invasão dos extremistas, não houve plano B.

DANIELA CARNEIRO

  • Ministério do Turismo – a deputada federal Daniela do Waguinho (União Brasil) foi anunciada como ministra do Turismo em 29 de dezembro de 2022; entrou como cota do União Brasil;
  • mudança de nome – no início de janeiro de 2023, ela mudou seu nome público para Daniela Carneiro; Waguinho é seu marido e prefeito de Belford Roxo;
  • conexão com a milícia – dias depois da posse, imagens da ministra com acusados de integrar milícias no RJ passaram a circular na web e foram amplamente divulgadas por veículos de mídia;
  • Daniela tem respaldo – o presidente do União Brasil, Luciano Bivar, e o governo Lula, por meio de Rui Costa (Casa Civil), saíram em defesa da ministra. O ministro disse que não há “nada relevante e substantivo” que justifique uma preocupação.

Poder360


Câmara aprova intervenção federal na segurança pública do DF

A Câmara confirmou em plenário a intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal decretada pelo presidente Lula. A decisão foi uma resposta aos atos antidemocráticos ocorridos neste domingo em Brasília.

A votação foi simbólica, mas as bancadas do Novo e PL liberaram o voto para posterior registro contrário. O texto segue agora para o Senado Federal e será votado às 11h desta terça-feira.

O relator da proposta, o deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), afirmou que se trata de medida “amarga”, mas “necessária e proporcional” em face dos fatos tão graves ocorridos.

Arthur Lira, presidente da Câmara, também se manifestou nesse sentido.

“A profanação do templo da democracia e o inaceitável vandalismo que aconteceram ontem na Praça dos Três Poderes são condenáveis sob todos os pontos de vista e merecem uma apuração rigorosa. As punições devem vir pelas mãos da Justiça com uma dosimetria que considere não só os danos ao patrimônio público como o simbolismo de um atentado simultâneo aos palácios que representam os poderes da nossa República”, disse Lira.

“Os autores que atentaram contra nossa democracia representam uma minoria que recorreu a atos absurdos e abomináveis. Nenhum de nós se sente representado pela desordem de ontem, independente de seus pontos de vista políticos, partidários e ideológicos”, acrescentou.

Com a intervenção federal, a União passa a ser responsável pelo comando da Polícia Civil e Militar no Distrito Federal por um período de 30 dias.

Informações Revista Oeste


Renan Calheiros encaminhou o pedido ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão do ex-presidente Jair Bolsonaro no inquérito inconstitucional que apura os chamados atos antidemocráticos, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Calheiros também solicitou que a Corte ordene o retorno de Bolsonaro ao Brasil em até 72 horas e seja preso caso se recuse a cumprir a determinação.

O requerimento foi encaminhado ao STF depois das manifestações que ocorreram em Brasília, no domingo 8. No documento, o parlamentar argumentou que teria sido Bolsonaro — que está nos Estados Unidos desde 30 de dezembro — quem incitou a ação dos manifestantes. “Não há dúvidas de que os atos terroristas lamentáveis foram a colheita da conduta golpista plantada por Jair Messias Bolsonaro durante toda sua vida pública”, alegou Calheiros.

PDT também aciona STF contra Bolsonaro

O Partido Democrático Trabalhista (PDT), que integra o governo Lula, também entrou com notícia-crime na Procuradoria-Geral da República (PGR) para responsabilizar Bolsonaro pelos “atos de vandalismo” que ocorreram às sedes dos Três Poderes. A legenda ainda pede o retorno imediato do ex-presidente ao país e que entregue o passaporte.

Pedido de CPI

Parlamentares de oposição a Jair Bolsonaro articularam um pedido de abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para responsabilizar o ex-presidente pelas manifestações em Brasília. Na segunda-feira 9, os senadores obtiveram as assinaturas necessárias para protocolar o requerimento no Senado. Renan Calheiros, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Soraya Thronicke (União Brasil-MS) encabeçam o pedido.

Informações Revista Oeste


Foto: Alberto Maraux/SSP Bahia

Cumprindo determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) desmontou acampamentos de bolsonaristas antidemocráticos. A ação simultânea foi realizada nas cidades de Salvador, Alagoinhas e Feira de Santana, na tarde desta segunda-feira (9).

Coordenada pelo Comando de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar, guarnições do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Choque, do Batalhão Especializado em Policiamento de Eventos (Bepe), do Águia e da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) foram até o bairro da Mouraria e iniciaram o processo de negociação. Seis toldos, cadeiras, banheiros químicos e isopores, que davam suporte aos radicais de extrema direita, foram removidos.

Equipes de negociação do Bope dialogam com os radicais para evitar aglomeração na porta do Quartel General da 6ª Região.

Foto: Paulo José/ Acorda Cidade | A frente do 35º BI em Feira de Santana já foi desocupado

Fonte: Acorda Cidade


Foto: Paulo José/Acorda Cidade

O vereador Ivamberg Lima (PT) deu entrada no Ministério Público (MP) na tarde desta segunda-feira (9), em uma ação contra o município de Feira de Santana por permitir o fechamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Mangabeira.Em entrevista ao Acorda Cidade, o vereador afirmou que esteve na unidade de Saúde e não constatou nenhuma irregularidade que a Secretaria Municipal de Saúde alegou.

“Quando soubemos da nota que a secretaria colocou nos meios de comunicação dizendo que a UPA seria fechada, porque estava com baixo atendimento e com problemas na rede elétrica, eu fui pessoalmente constatar o que estava acontecendo. Ao chegar lá, verifiquei que não tinha danos nenhum na parte física, todas as luzes estavam acesas, inclusive a questão do oxigênio, dei a volta no entorno da unidade e quando entrei, tinham três funcionários na recepção sem atender ninguém. Questionei o motivo e eles disseram que a UPA não estava atendendo nenhum paciente e quem chegasse ali iriam encaminhar para outra unidade de Saúde”, afirmou.

De acordo com o vereador, a unidade é responsável por atender os moradores dos bairros da Mangabeira, Conceição e Santo Antônio dos Prazeres, que juntos, somam em torno de 46 mil pacientes.

“A secretaria informou que o fechamento foi devido ao baixo número de procura por parte dos pacientes, isso seria uma piada, mas nós sabemos e constatamos a grande fila de pessoas em portas de unidades, procurando atendimento. Aquela UPA é de urgência e emergência que atende aos bairros da Mangabeira, Conceição e Santo Antônio dos Prazeres, são três bairros populosos daqui de Feira que chegam a ter cerca de 46 mil moradores e todas estas pessoas não serão mais atendidas? Por isso estou aqui no dia de hoje com uma representação junto ao Ministério Público, para que o MP possa acionar a prefeitura e ela dizer o real motivo do fechamento, porque se for questão de reforma, eu não vejo necessidade de suspender total atendimento, queremos que abra imediatamente para que os serviços voltem a funcionar”, destacou.

Ainda segundo Ivamberg Lima, o problema pode está sendo causado por falta de gestão, já que a suplementação foi aprovada no intuito dos funcionários receberem os salários.

“Eles alegaram também que os atendimentos estavam sendo suspensos, porque os funcionários já estavam parando com as atividades, porém aquela UPA é administrada pela IGI [Instituto de Gestão Integrada], mas pelo visto não está sabendo gerir ou não está pagando corretamente aos funcionários. Vimos que há poucos dias, a Câmara aprovou a ordem de suplementação, e foram milhões, a gente sabe que falta de dinheiro, não é? Inclusive, a última vez que conversei com estes profissionais, eles informaram que ainda não tinham recebido o pagamento do mês de novembro, isso não é cabível”, concluiu.

Prefeitura comunica ao Ministério Público fechamento temporário da UPA da Mangabeira

Por meio da Secretaria Municipal de Comunicação, a prefeitura de Feira informou que comunicou ao MP sobre o fechamento. Confira informação na íntegra:

Por meio da Secretaria Municipal de Comunicação, a prefeitura de Feira informou que comunicou ao MP sobre o fechamento. Confira informação na íntegra:

A Secretaria Municipal de Saúde encaminhou para o Ministério Público Estadual um comunicado sobre o fechamento temporário da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do bairro Mangabeira. No documento a SMS esclarece os motivos da decisão e ressalta que a demanda de pacientes está sendo distribuída para outras unidades.

A decisão quanto ao fechamento temporário foi motivada por uma série de fatores, tais como: necessidade de revitalização da unidade, queda da procura por atendimentos pela população e restrição de atendimentos dos médicos da referida unidade. A SMS também informa ao MP que houve um problema no quadro de energia impossibilitando a operação do gerador. A situação interrompeu o funcionamento de equipamentos usados em pacientes, inclusive, dos que estavam aguardando regulação.

A Secretaria de Saúde também relata ao MP que em consequência da baixa procura por atendimento havia na unidade apenas dois pacientes aguardando por regulação. Eles já foram transferidos para o Hospital Geral Clériston Andrade e UPA da Queimadinha. Novas informações serão encaminhadas ao Ministério Público após avaliações técnicas que estão sendo feitas na unidade.

Na manhã desta segunda-feira (09), a unidade recebeu visitas técnicas da secretária de Saúde, Cristiane Campos; da chefe da Vigilância Sanitária, Maria Cristina Rosa; e do superintendente de Operações e Manutenção da Prefeitura, João Vianey. Reparos na rede elétrica estavam sendo realizados por técnicos da empresa IGI.

A secretária de Saúde, Cristiane Campos, observa que a UPA da Queimadinha e as oito policlínicas municipais tem condições de atender satisfatoriamente a demanda oriunda da UPA da Mangabeira. Ela acrescenta que a lotação nas demais unidades é uma consequência da morosidade do sistema de regulação do estado.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade


Foto: Divulgação/Secom

Todos os estabelecimentos de ensino da rede privada de Feira de Santana estarão recebendo, a partir desta segunda-feira (9), a notificação da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-FSA) acerca da lista de material escolar. A recomendação do órgão junto as escolas particulares visa assegurar os direitos dos consumidores e o cumprimento da legislação federal. O Procon está solicitando informações das unidades de ensino sobre todos os procedimentos relativos a volta as aulas. A lista de material escolar é o aspecto que mais preocupa do órgão.

“Deixamos sempre claro que material que é de uso coletivo não pode ser exigido do consumidor, visto que estes custos já devem estar inclusos no cálculo das mensalidades, explica do superintendente do Procon de Feira de Santana, Maurício Carvalho.

A lista de itens proibidos e permitidos, elaborada pelo Procon/FSA, está disponível para conhecimento dos consumidores. A relação foi elaborada com base na Lei Federal 9.870/99, e em conformidade com o Procon Bahia. Além da proibição de exigência de material de uso coletivo, o superintendente também observa que as escolas não devem exigir marcas ou indicar fornecedores na lista de material escolar.

“Exceto no que se refere a livros e apostilas. Também é vedada a inclusão de itens sem vínculo direto com as atividades pedagógicas desenvolvidas no processo de aprendizagem”, acrescenta.

Maurício explica ainda que assim que as escolas forem notificadas elas terão cinco dias para fornecerem as informações. “Nós estaremos checando e havendo alguma discordância, alguma situação que venha a ferir o direito do consumidor, o Procon estará agindo. Lavrando, se necessário, os autos de constatação para que os estabelecimentos sejam punidos se estiverem em desacordo com o que estabelece a legislação”, pontua. 

O superintendente ressalta também que os consumidores que se sentirem lesados devem formalizar denúncia ao órgão de forma online ou presencialmente. “Pode ser feito através do aplicativo Procon Feira de Santana ou presencialmente na rua Castro Alves, sede do órgão, ou no Shopping Cidade das Compras, onde temos uma unidade avançada de atendimento”, completa.

As informações são da Secretaria de Comunicação Social


Emissora teria promovido ‘conteúdo desinformativo’

A Jovem Pan está na mira do MPF

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um inquérito civil nesta segunda-feira, 9, contra a emissora de rádio e televisão Jovem Pan. A empresa teria disseminado conteúdo “desinformativo” sobre o funcionamento das instituições brasileiras, com potencial para incitar “atos antidemocráticos”.

A investigação baseia-se em um levantamento feito nos últimos meses. A emissora também teria veiculado “notícias falsas” e promovido “comentários abusivos” durante sua programação.

Entre as justificativas citadas pelo MPF, está a cobertura das manifestações ocorridas em Brasília no domingo 8. Segundo o Ministério Público, os comentaristas da Jovem Pan “minimizaram o teor de ruptura institucional dos atos e tentaram justificar as motivações dos criminosos que invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes”.

As declarações dos jornalistas Alexandre Garcia, Paulo Figueiredo e Rodrigo Constantino foram citadas como exemplos de falas consideradas ofensivas aos “Poderes da República”. Outros nomes também foram mencionados no informativo do inquérito.

O MPF considerou que vários programas veiculados pela Jovem Pan possuem declarações com “potencial efeito de incitação a atos violentos no país”. Entre elas, as críticas sobre a lisura do processo eleitoral de 2022, que terminou com a eleição do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva.

Ordens do inquérito

O MPF pediu que a Jovem Pan forneça as informações detalhadas sobre sua programação e sobre os dados pessoais dos apresentadores e dos comentaristas dos programas Jovem Pan NewsMorning ShowOs Pingos nos Is 3 em 1 em até 15 dias corridos.

O YouTube também foi informado que deve preservar na íntegra todo o material publicado pela Jovem Pan desde 2022 até hoje e comunicar, no prazo máximo de 30 dias, a relação completa de conteúdos deletados e com visualização restringida pela emissora.

Vídeos que foram alvos de moderação direta do YouTube ao longo do ano passado deverão ser especificados, e os motivos do controle explicados pela plataforma.

Procurada por Oeste, a Jovem Pan não se posicionou até a publicação desta reportagem.

Informações Revista Oeste