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Foto: Reprodução

Jair Bolsonaro foi internado às pressas no AdventHealth Celebration, hospital nas imediações de Orlando, na Flórida. Assessores informam que o ex-presidente sentiu fortes dores abdominais, quadro semelhante ao de novembro quando passou por exames no Hospital das Forças Armadas, em Brasília.

Bolsonaro já foi internado ao menos 7 vezes desde que foi esfaqueado por Adélio Bispo durante a primeira campanha presidencial, em 2018. O ex-presidente, que tem histórico de suboclusão intestinal, já teve recomendação de nova cirurgia para tratar uma hérnia.

Fonte: O Antagonista


Foto: Reprodução

Após o assassinato de três detentos do Conjunto Penal de Feira de Santana (VEJA), entre a noite de sábado (7) e a madrugada de domingo (8), 25 presos foram transferidos da unidade feirense para o Presídio de segurança máxima, em Serrinha.

Segundo o diretor do Presídio de Feira, José Freitas, a mudança foi realizada após o registro de grupos rivais na unidade do pavilhão 8, que resultou na morte dos três detentos, que eram integrantes de uma facção criminosa.

As vítimas foram identificadas como Júlio César da Silva Rocha, de 31 anos; Everson Avelino de Jesus, de 23; e Marcos Antônio Vitória Nunes, de 32. De acordo com o boletim policial, Júlio César e Antônio tiveram suas cabeças decapitadas.

“Os autores dos crimes utilizaram cordão de nylon para matar os detentos; já o terceiro foi asfixiado”, disse Freitas, em entrevista ao repórter Denivaldo Costa, no programa Subaé Notícias. Ele também ressaltou que o banho de sol foi suspenso durante o domingo, após os assassinatos que ocorreram entre sexta e sábado em Feira de Santana.

O coordenador da Polícia Civil de Feira de Santana, delegado Roberto Leal, informou que todos os detentos negam participação nos crimes. Ainda de acordo com o delegado, “as mortes fora do Presídio, desde o dia 5 deste ano, acabaram refletindo diretamente nos assassinatos dentro da unidade prisional”.

(Com informações e foto do repórter Denivaldo Costa, Blog Central de Polícia).


Ministro diz que armas e documentos do gabinete do GSI foram roubados durante invasão

Os manifestantes que invadiram o Palácio do Planalto durante uma manifestação, neste domingo (8), roubaram armas letais e não letais do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Além disso, munições e documentos foram levados. A informação foi divulgada pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Paulo Pimenta.

Pimenta mostrou maletas vazias que, segundo ele, guardavam o armamento da segurança presidencial. Durante a tarde, um grupo de pessoas que não aceitam a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022 furou o bloqueio policial e invadiu os prédios do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto.

Informações TBN


AGORA: Lula convoca governadores para reunião de emergência

O presidente Lula (PT) convocou os 27 governadores de estados e do Distrito Federal para uma reunião de emergência em Brasília nesta segunda-feira (9). Prefeitos de capitais também estão sendo convidados para o evento.

O objetivo é tratar dos atos que ocorreram ontem em Brasília e resultaram na depredação dos prédios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal (STF).

O petista decretou intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal até 31 de janeiro.

Informações TBN


Manifestantes tocam fogo e fecham Marginal Tietê, em São Paulo; VEJA VÍDEO

Por volta das 5h40 desta segunda-feira, 9, manifestantes bloquearam a Marginal do Tietê, em São Paulo, na altura da Ponte dos Remédios. A interdição foi feita com objetos e pneus em chamas. As três vias sentido capital foram interditadas, mas a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e o Corpo de Bombeiros conseguiu realizar uma limpeza para liberar o fluxo de veículos após uma hora e meio de ato. Segundo a polícia, não é possível dizer que a manifestações foi direcionada politicamente, como a que ocorreu em Brasília no último domingo, 8.

Ainda assim, outros dois pontos de trânsito foram bloqueados nesta segunda em São Paulo, na Rodovia Régis Bittencourt, próximo ao quilômetro 289, em Embu das Artes; e na Ponte do Piqueri, no bairro da Lapa, zona oeste da capital paulista. Ainda no domingo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) se pronunciou sobre os atos antidemocráticos em Brasília, afirmando que não irá permitir que o mesmo ocorra em São Paulo.

Veja o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/CnMTnA_hMFy/?utm_source=ig_embed&ig_rid=90217708-58b0-4c93-837a-cd9caceed506&ig_mid=A0D172A3-C781-4346-8707-744AB853EF4D

Jovem Pan


Moraes disse que o afastamento de Ibaneis se justifica diante do cometimento de crimes | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil 

A decisão de Moraes ocorreu no âmbito de um pedido do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) de inserir Rocha no inquérito dos supostos atos antidemocráticos. Segundo Moraes, os protestos tiveram a anuência de Rocha.

“A escalada violenta dos atos criminosos resultou na invasão dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, com depredação do patrimônio público, conforme amplamente noticiado pela imprensa nacional, circunstâncias que somente poderiam ocorrer com a anuência, e até participação efetiva, das autoridades competentes pela segurança pública e inteligência, uma vez que a organização das supostas manifestações era fato notório e sabido”, observou Moraes, na ação.

Moraes disse que o afastamento de Ibaneis se justifica diante do cometimento dos seguintes crimes: atos preparatórios de terrorismo, associação criminosa, dano, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado.

Com a ordem emitida na madrugada desta segunda-feira, 9, a vice de Ibaneis Rocha, Celina Leão, assume o governo interinamente.

Informações Revista Oeste


Leia em ordem cronológica tudo o que ocorreu em Brasília neste domingo e veja as imagens

Manifestações extremistas em Brasília Foto: EFE/ Andre Borges

Mais uma manifestação contra o processo eleitoral que deu vitória a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estava marcada para acontecer neste domingo (8), no Distrito Federal. O ato político foi divulgado com antecedência, ganhou corpo nas redes sociais e autoridades e forças de segurança tomaram ciência e chegaram a isolar a Esplanada dos Ministérios para o fluxo de veículos.

Um convite para a manifestação na Esplanada começou a circular na internet desde a última quarta-feira (4) e participantes da ação prometeram ocupar as ruas do Distrito Federal por 72 horas.

Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto
Imagens da manifestação em Brasília com invasão do Congresso, STF e Planalto / Foto: EFE/ Andre Borges
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Na manhã deste domingo (8), algo que parecia surpreender o governo do Distrito Federal e os responsáveis pela segurança pública do local aconteceu: a chegada de mais de 100 ônibus lotados, trazendo cerca de 4 mil manifestantes.

Eles se dirigiram à praça dos Três Poderes e por representarem um número expressivo, se encorajaram e furaram a barreira policial, onde conseguiram subir a rampa do Congresso Nacional e adentrar às dependências internas do Senado Federal e da Câmara dos Deputados.

Em seguida, de maneira ligeira e quase simultânea, tomaram também as dependências do Palácio do Planalto e do Supremo Tribunal Federal.

Revoltados, quebraram vidraças, provocaram pequenos focos de incêndio, destruíram obras de arte e depredaram as repartições públicas onde os Três Poderes da República estão instalados.

A imprensa mostrava ao país e ao mundo a situação política que acometeu o Brasil e brevemente as autoridades iniciaram uma reação coletiva. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) exonerou imediatamente seu secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, enquanto a Advocacia Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) sua prisão em flagrante.

O presidente da República, Lula (PT), estava em Araraquara, interior de São Paulo, dando suporte à cidade em função das chuvas que castigaram o município. De lá, ele fez um anúncio decretando intervenção federal na segurança do Distrito Federal. A medida terá validade até 31 de janeiro.

As forças de segurança disponíveis no Distrito Federal se mobilizaram, reforçaram seu efetivo e com auxílio da cavalaria conseguiram pôr fim aos atos extremos e efetuaram mais de 200 prisões e a apreensão de mais de 40 ônibus até a noite deste domingo (8), segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.

A presidente do STF, ministra Rosa Weber chamou os manifestantes de “terroristas” e garantiu que o tribunal se empenhará para que todos os envolvidos nestas ações sejam julgados e punidos.

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), repudiou o que chamou de “atos antidemocráticos” e pediu que os envolvidos sofram “o rigor da lei com urgência”.

Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, afirmou que agirão “com rigor para preservar a liberdade, a democracia e o respeito à Constituição”. E se mostrou disposto a trabalhar em conjunto com os demais Poderes.

– Eu me coloco à disposição de todos os Chefes de Poderes para fazermos uma reunião para deixar absolutamente
inquestionável que os três Poderes estão mais unidos do que nunca a favor da Democracia – concluiu o deputado.

Em seu Twitter, o atual presidente da República, Lula (PT), aproveitou a oportunidade para atribuir a responsabilidade das manifestações radicais ao seu principal oponente político, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

– Aproveitaram o silêncio do domingo, quando ainda estamos montando o governo, para fazer o que fizeram. E vocês sabem que existem vários discursos do ex-presidente estimulando isso. E isso também é responsabilidade dele e dos partidos que sustentaram ele – disparou o petista.



Informações Pleno News


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), perplexa com as graves e violentas ocorrências em Brasília (DF), manifestou-se neste domingo, 8 de janeiro, pelo seu canal no Twitter, sobre os atos antidemocráticos e de vândalos que invadiram e destruíram os prédios públicos, que simbolicamente representam o Estado brasileiro: a sedes do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e o Palácio do Planalto.

A presidência da CNBB pede serenidade, paz e o imediato cessar dos ataques criminosos ao Estado Democrático de Direito. “Estes ataques devem ser imediatamente contidos e seus organizadores e participantes responsabilizados com os rigores da lei. Os cidadãos e a democracia precisam ser protegidos”, disse a mensagem.


“Não admitiremos isso em SP”, diz Tarcísio de Freitas após invasões e depredações no DF

Foto: Mônica Andrade/Governo do Estado de SP.

O Governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas, aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro, usou suas redes sociais para criticar os atos que aconteceram neste domingo (8) em Brasília.

“Para que o Brasil possa caminhar, o debate deve ser o de ideias e a oposição deve ser responsável, apontando direções”, diz o primeiro trecho da publicação.

De acordo com o governador, manifestações “perdem a legitimidade e a razão a partir do momento em que há violência, depredação ou cerceamento de direitos.”

Manifestantes furaram um bloqueio, entraram na Esplanada e invadiram o Congresso Nacional, em Brasília, na tarde deste domingo (8).

Os manifestantes conseguiram invadir o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) e o Palácio do Planalto. Há registros de depredação nas sedes dos três Poderes.

À CNN, o STF informou que a equipe de segurança do Supremo e da tropa de choque conseguiu retomar o prédio. Há registros de pessoas detidas na garagem.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decretou intervenção federal no DF, de acordo com anúncio realizado à imprensa na noite deste domingo.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou em publicação no Twitter que conversou há pouco, por telefone, com o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, com quem está em contato permanente.

Créditos: CNN Brasil.


Lira pede reunião entre chefes dos Poderes após atos em Brasília
Foto: Hugo Barreto/Metrópoles.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira(PP-AL), pediu, neste domingo (8/1), que os chefes dos Três Poderes façam uma reunião para debater as providências a serem tomadas sobre os atos que ocorrem em Brasília.

Lira disse estar “à disposição” para fazer a reunião e “deixar absolutamente inquestionável que os três Poderes estão mais unidos do que nunca a favor da democracia”.

Créditos: Metrópoles.