
Um homem de 39 anos morreu após entrar em uma cisterna de cerca de 27 metros de profundidade, localizada na propriedade onde ele morava, nesta terça-feira (14), no distrito de Roça do Povo, em Eunápolis, no extremo sul da Bahia.
Segundo o tenente Valdemar Oliveira do Corpo de Bombeiros de Eunápolis, a vítima foi identificada como Gileande Rebouças Almeida. O reservatório estava sem água.
De acordo com a Polícia Civil da cidade, uma testemunha informou que Gileande tentava buscar um celular que havia caído no poço. Ele desceu usando uma corda, mas em determinado momento parou de se comunicar.
A vítima foi retirada da cisterna já sem vida por uma equipe do Corpo de Bombeiros.
O corpo de Gileande foi levado para o Instituto Médico Legal (IML), e a causa da morte ainda é investigada.

A aplicação da vacina BCG, indicada para todas as crianças no primeiro mês de vida, está impossibilitada de ser feita em Feira de Santana devido ao estoque reduzido e a dificuldade em adquirir seringas no mercado. A aplicação desta vacina requer seringa especial, com agulhas mais finas e uma dosagem menor de 0,05ml.
O setor de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) é abastecido pelo Núcleo Regional de Saúde Centro Leste, que aguarda uma nova remessa do Governo Federal – que enfrenta dificuldade em encontrar fornecedores.
Na manhã desta terça-feira (14), o Núcleo Regional de Saúde Centro Leste encaminhou um quantitativo de seringas para o Hospital Municipal Inácia Pinto dos Santos, o Hospital da Mulher, para manter normalizado o fluxo de imunização, porém, a quantidade é insuficiente para atender a demanda dos postos de saúde.
Neste momento, apenas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) – Baraúnas, Cassa, Caseb I e II, Serraria Brasil e Subaé têm uma pequena quantidade de seringa disponível.
Os pais que ainda não vacinaram os bebês podem se dirigir a qualquer uma destas unidades para realizar a aplicação.
A aplicação ocorre nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), das 8h às 16h, obedecendo escala diária, para evitar desperdício de doses.
Confira abaixo o esquema dos locais com aplicação da BCG:
Segunda-feira: UBSs Cassa
Terça-feira: UBSs Serraria Brasil, Caseb I e II;
Quarta-feira: UBSs Cassa, Baraúnas e Subaé;
Quinta-feira: UBSs Serraria Brasil e Caseb I e II.
*SECOM PMFS

Trabalhadores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) denunciaram nesta terça-feira (13) atrasos no pagamento do ticket-refeição, falta de materiais para trabalhar, dentre outras situações recorrentes que, segundo eles, estão tornando o trabalho cada dia mais precarizado.
Um dos funcionários informou, em entrevista ao Acorda Cidade, que desde o mês de janeiro, os trabalhadores do Samu não recebem o vale-refeição e estão com escalas de trabalho excessivas.
“Há três meses não estamos recebendo vale-refeição, desde o mês de janeiro; a escala da gente é exaustiva, nós estamos trabalhando um período de 12 horas, mas fazemos entre 14 e 15 plantões por mês, sem contar que tem dias que não temos sequer esparadrapos para trabalhar dentro das ambulâncias. Tem dias que falta gel, atadura, ou seja, o material básico. E o ex-secretário Marcelo Brito certa feita esteve aqui e disse que só estava faltando papel higiênico no Samu, para vocês terem uma noção do que estamos vivendo”, reclamou.

De acordo com o trabalhador, também são constantes os atrasos no pagamento dos salários. Além disso, os nomes dos servidores foram retirados do cartão aonde era depositado o valor do ticket-refeição mensalmente e os saldos zerados.
“Recebemos pela prefeitura o salário, agora o vale-refeição nós recebíamos em papel, passou para um cartão no nosso nome, depois tiraram nossos nomes e colocaram da Secretaria de Saúde, e suspenderam. Além disso, quem tinha saldo no cartão do vale-refeição ainda foi zerado, eles tiraram o resto que tinha. Entre outras coisas que estamos passando”, descreveu.
Outro técnico do Samu, que também preferiu não se identificar por medo de represália dentro do órgão, disse que a prefeitura mandou distribuir marmitas para os trabalhadores no horário de meio-dia, mas quem trabalha à noite não tem direito à alimentação.
“A prefeitura não fornece a alimentação para quem trabalha no plantão da noite, que é um plantão de 12 horas. No período da noite temos que trazer de casa para se alimentar”, acrescentou.
Outro técnico do Samu relatou que quando os trabalhadores buscam ajuda dentro do órgão para pedir melhorias não conseguem apoio.
“A situação daqui é precária e a gente não tem a quem recorrer. Quando a gente procura uma pessoa para resolver a gente não consegue, ninguém que dê uma solução. É só cobrança e muita pressão em cima, e quando a gente precisa de uma pessoa para dar apoio não conseguimos. Estamos com o ticket-refeição atrasado, trabalhando sem material, como esparadrapo, luva, e até medicação”, contou.
Ambulâncias paradas
Outro problema denunciado pelos trabalhadores é a precariedade de algumas ambulâncias, enquanto veículos novos que foram entregues recentemente pelo município estão parados e sem uso dentro da garagem.
“O nosso município, recentemente, recebeu cinco ambulâncias novas. Nós temos ambulâncias com 12 anos de uso, estamos trabalhando nelas, e as cinco novas estão recolhidas na garagem, não deram a providência de legalizar os veículos, transferir para o município e colocar no seguro para a gente rodar. Tem mais de 30 dias que essas ambulâncias chegaram a Feira de Santana e estão na divisão de veículos guardadas. Estão dizendo que elas estão servindo à população, mas é mentira, pois não estão”, apontou o trabalhador.
O Acorda Cidade entrou em contato com a coordenadora do Samu, Maísa Macedo, e ainda aguarda o retorno.
Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade.

O comércio de Feira de Santana está autorizado a funcionar no feriado nacional de Tiradentes, comemorado em 21 de abril. Nesta mesma data também estará em andamento o 2º dia oficial da Micareta 2023.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Antônio Cedraz, o dia 21 de abril não está entre os feriados municipais decretados por lei, mas sim nacionais, e, conforme negociado na Convenção Coletiva, as lojas poderão abrir normalmente.
“O dia 21 de abril já foi negociado na Convenção Coletiva e será aberto o comércio, mediante pagamento ou não da questão do Carnaval. A questão é o sábado, onde o sindicato deve nos procurar para ver se haverá acordo ou não de fechar. No domingo de Micareta, acredito que o comércio nunca abriu, com exceção dos bairros, e de qualquer maneira precisamos ver que o comerciário também precisa se divertir, e no domingo é preciso que as pessoas com suas famílias vão curtir um pouco a Micareta”, afirmou Antônio Cedraz.
Segundo ele, o comércio de bairro é independente, e os supermercados estão liberados para funcionar no domingo de Micareta. Já no dia 21, os proprietários que abriram no Carnaval e decidirem funcionar no feriado de Tiradentes terão que pagar a compensação pelo dia trabalhado aos funcionários.
“Aqueles que fizeram acordo com o sindicato de fechar no Carnaval, para abrir no dia 21, eles não irão pagar essa compensação, que é de R$ 75 ou R$ 82, a depender do número de funcionários. Mas aqueles que abriram no Carnaval na base da aventura vão ter que pagar o abono. Eu acho que o sábado e o domingo deveria ser fechado para o pessoal se divertir na festa, já que muitos no carnaval foram prejudicados. A gente está aberto a negociar, não vamos fechar as porteiras, ninguém é dono da razão.”
O presidente do sindicato disse ainda que irá averiguar com o setor jurídico a questão da lei nº 2299 de 2001, no artigo 1º, inciso 2.
“Essa lei estabelece que sejam acordados entre os sindicatos patronal e liberal as condições de funcionamento em horários excepcionais, e o artigo 2 da mesma lei fixa como proibido o funcionamento durante o período dos festejos da Micareta, a partir das 14h de sexta-feira até o domingo, voltando a funcionar na segunda-feira. Mas eles dizem que esta lei já está caduca, então tem essa dúvida aí, e vamos consultar nosso jurídico. Vamos sentar com o sindicato patronal para chegarmos a uma posição equilibrada”, reiterou.
Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade.

O Acorda Cidade conversou com exclusividade com a jovem de 26 anos, Dilmara de Santana Peixinho, esposa do empresário Marcos Edilho Pereira Marinho, que foi brutalmente assassinado a tiros na tarde do último domingo (12), em um restaurante na Avenida Fraga Maia em Feira de Santana.
Ela trabalha com segurança eletrônica e revelou que conheceu o marido pela internet em dezembro de 2020, e oficializaram o casamento há cerca de um ano em um cartório.

“Eu conheci Marcos através do Instagram. Apareceu como uma sugestão de amizade, eu o adicionei, e nunca tinha falado com ele. Um dia eu o vi cantando, aí eu mandei um bom dia, daí ele respondeu: bom dia, moça bonita. Pronto! Nesse moça bonita ele pediu meu WhatsApp, a gente começou a conversar. Isso foi em dezembro de 2020. A gente se conheceu, e foi tudo muito diferente, tanto que com um mês a gente já estava morando junto. Ele deixou o apartamento dele e veio morar comigo numa quitinete, na Lagoa Salgada. Ele era separado da esposa, mas não tinha finalizado ainda, e foi muito difícil no começo por causa da esposa, filhos, mas a nossa relação sempre foi muito intensa. Todo mundo que via a gente falava da gente, porque a gente se amava muito. Depois nós resolvemos alugar essa casa aqui, a gente arrumou do nosso jeitinho, adotamos um cachorro, e viemos pra cá em março do ano passado. Dois dias depois a gente casou no cartório”, recordou Dilmara em entrevista ao repórter Ed Santos, do Acorda Cidade.
Rotina

Emocionada, ela disse que pensa em sair da casa onde eles viviam porque escolheram o imóvel e a decoração juntos, fato que a faz lembrar dele em cada cômodo da residência.
“Minha vida vai mudar toda. Eu não quero mais ficar nesta casa porque a gente escolheu tudo juntos e tudo aqui tem um pedacinho dele. Não tenho condição de ficar aqui porque tudo aqui me faz lembrar dele”, declarou emocionada.
Dilmara também falou sobre a rotina deles e de sua relação com os filhos dele, com a ex-mulher.
“A gente vivia intensamente. Ele trabalhava, eu trabalhava, tínhamos nosso momento de curtição, a gente gostava de beber, ele gostava de dançar, a gente gostava de ir para o interior. Os filhos dele começaram a frequentar a nossa casa em abril do ano passado, quando a mãe permitiu que os meninos viessem pra cá. Eles ficavam aqui, a gente saia juntos para comer pizza, MCDonald ‘s… Marcos era uma pessoa muito carinhosa comigo, eu nunca fui tão amada na minha vida como fui nestes dois anos. Ele viu algo em mim que eu não enxergava. Não chegamos a ter filhos juntos. Eu saía às 8h para trabalhar, deixava o café dele pronto, ele sentava a mesa com Toby (o cachorro), se arrumava entre 9 e 10h, os stories dele era sempre ele cantando, indo para o trabalho, e ia para Charmant. Às vezes ele pedia a marmita dele fitness. E chegava aqui às 18h e íamos malhar juntos aqui no bairro mesmo”, contou.
O dia do crime

Dilmara detalhou durante a entrevista ao Acorda Cidade como foram os últimos momentos com o marido. No dia do crime a mãe dele o chamou para almoçar, mas ele resolveu ir para o restaurante.
“A gente acordou mais tarde, era um domingo, saímos pela manhã de carro, a gente pegou a moto que estava na garagem do escritório dele, e fomos comer um pastel com caldo de cana. Lembro que ele até colocou um áudio de Bolsonaro. Aí a gente foi pra casa, ele deixou eu pilotar a moto, coisa que ele nunca deixou. A gente entrou em casa, assistimos uma série que a gente já estava vendo, e depois a gente tomou banho e fomos comer a carne de porco (no restaurante onde ocorreu o crime). Antes de sairmos, a mãe dele ligou e chamou ele para almoçar lá. Ele disse que não ia porque queria comer carne de porco, porque iria fazer tatuagem. Ele queria encher o braço de tatuagem”, recordou.
A última foto

“A gente chegou ao restaurante, pedimos a cerveja que a gente gosta, pedimos tripa, até postei stories com ele. Aí a gente fechou a conta, ele estava digitando no celular, me deu o cartão e falou: amor paga a conta. Eu paguei a conta, ele me deu a bolsa dele. Como a gente estava de moto é ruim pra ele levar, e eu levo no meio. Ele me deu a bolsa, me deu capacete e eu coloquei na cabeça, e saí. Só que ele ficou parado lá na frente. Não fui pegar a moto, a moto estava do lado de um carro. Aí eu tirei o capacete, olhei pra ele, chamei ele, vamos embora amor, vamos”
“Tirei uma foto dele lá fora, porque eu sempre gostei de tirar foto do meu marido. Estávamos saindo do restaurante já. Tirei a última foto de Marcos, guardei meu celular na bolsa, e foi muito rápido. O carro parou, e eu só vi as portas abrirem e as pontas das armas. Veio na minha cabeça: é um assalto. Mas já foram atirando nele. Marcos caiu no chão e eles saíram”, detalhou Dilmara ao Acorda Cidade.
A jovem informou que entrou em desespero ao ver o estado em que ficou o marido. Ele foi alvejado por disparos de calibre 12 e teve o rosto desfigurado. Ela disse ao Acorda Cidade que não conseguiu ver quem eram os atiradores porque estavam encapuzados e que o veículo tinha vidros muito escuros.
“Quando eu vi a situação que ele ficou eu entrei em pânico total, fiquei muito desesperada, muito. Eles estavam com brucutu, o carro todo fumê, não dava para ver nada dentro do carro. E logo em seguida chegou uma viatura. Desse dia pra cá eu penso que é mentira, que ele vai chegar de uma viagem, de uma visita a um cliente como ele sempre fazia. É muito difícil para mim e para a família, ninguém aceita isso. Marcos não fazia mal a ninguém”, declarou.
Os negócios

Dilmara revelou que não pretende seguir com os negócios de Marcos Marinho, e falou um pouco sobre o que ele fazia.
“Não vou tocar os negócios dele. Marcos trabalhava com uma coisa muito específica, que na América Latina (que eu saiba) só ele fazia. Ele fazia processamento de dados jurídicos, ele dava uma reputação nova na internet, conseguia matérias positivas, removia matérias negativas que as pessoas não queriam com seus nomes, era uma coisa que só ele sabia fazer. Ele sempre postava isso no Instagram, a vida de Marcos sempre foi uma vida aberta”.
Marcos postava muitas fotos no Instagram, que demonstravam o sucesso de seus negócios. Na rede social ele descrevia em seu perfil como CEO do Grupo Start Holding, uma empresa de consultoria de negócios, que prestava serviços de gerenciamento de reputação, marketing e remoção de conteúdos na internet, além de produção de press releases e atuação com engajamento orgânico. Em seu perfil social, ele tinha um milhão de seguidores. O perfil da empresa tem mais de 20 mil.
Ostentação

“O povo fala em ostentação. Eu não sei o que é isso: ostentar. Ele tem uma casa legal, tem um escritório que ele batalhou por 15 anos pra ter, tem os carros que ele sempre sonhou ter, mas ele não era de ostentar. Marcos chegava em casa e comia arroz e pronto. Eu sou do interior, Marcos ia pra roça, comia tripa. Ele conquistou aos poucos tudo o que ele tinha”, declarou.
A Polícia Civil está investigando a autoria e a motivação do assassinato. Dilmara contou ao Acorda Cidade que ainda vai prestar depoimento.
Andrea Trindade com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade

O empresário Marcos Edilho Pereira Marinho, de 39 anos, que foi morto a tiros no domingo (12), em frente a um restaurante, em Feira de Santana, tinha postado mensagem aos fãs afirmando que a pensão e a divisão de bens estava definida, horas antes de ser assassinado.
Marinho, que tinha mais de um milhão de seguidores, escreveu nos stories:
– Agora, eu posso tudo. Pensão definida e bens divididos. Posso até tomar dois caldos de cana. Pensando até em comprar uma máquina para moer cana – disse nas redes sociais. Horas depois, ele estaria morto.
Bandidos fortemente armados chegaram em um veículo Fiat Toro, atiraram contra o empresário, acertando a cabeça, o tórax e o abdômen. Eles fugiram em seguida
Marinho era CEO do Grupo Start Holding e costumava ostentar uma vida de luxo nas redes sociais. Na hora do crime, ele estava ao lado da atual companheira.
Ele deixou filhos gêmeos de 9 anos.
A Polícia Civil investiga a autoria e a motivação para o crime.
Veja o vídeo:
Informações Jornal da Cidade

A Rússia está sendo acusada de usar uma arma cruel na guerra da Ucrânia. Segundo o Daily Mail, bombas de termite foram lançadas sobre Vuhledar, na região de Donetsk.
Termite é uma mistura de metais como alumínio e óxido de ferro que pode ser usada como arma incendiária. Esse tipo de explosivo é capaz provocar grandes incêndios e destruir equipamentos militares, assim como derreter a carne humana e queimar até os ossos devido a alta temperatura que pode chegar.
De acordo com o The Sun, jornalistas respeitados na Ucrânia compartilharam vídeos do que seria o ataque russo com as bombas incendiárias.
Horrível chuva de termite dos foguetes incendiários russos Grad 9M22S. Termite queima a 3.000 ºC. As tropas da Ucrânia estão enfrentando algumas das armas mais selvagens e bárbaras já inventadas. Não há desculpa para não fornecer rapidamente armas para revidar.
Euan MacDonald, jornalista
Mais sobre a bomba de termite:
De acordo com o The Moscow Times, oficiais ucranianos acusaram a Rússia de ter usado uma arma semelhante em março do ano passado. Na ocasião, teriam sido lançadas bombas de fósforo branco sobre a Ilha das Serpentes, no Mar Negro. Os russos negaram.
Em contato com o oxigênio, o fósforo branco entra em combustão instantânea e queima a altas temperaturas. Apesar de não ter como objetivo principal matar, a substância química pode causar:
A ONG Human Rights Watch (HRW) descreveu a bomba de termite como uma das “mais cruéis” do arsenal da Rússia, afirmando que ela causa “sofrimento humano imediato e vitalício”.
A Convenção da ONU sobre Armas Convencionais, assinada por 113 países, incluindo Rússia e Ucrânia, proíbe o uso de armas incendiárias em áreas civis. O fósforo e o termite se enquadrariam nesse protocolo.
Informações UOL

O vídeo de jovens treinando a resistência do abdome com um pneu viralizou nas redes sociais. No registro, um instrutor passa pelos alunos deitados no chão e joga com força o objeto na barriga deles.
Práticas assim aumentariam a resistência abdominal para que a pessoa não sinta tanto impacto ao levar um soco. Nos comentários, porém, muitas pessoas ficaram chocadas e questionaram sobre os riscos.
VivaBem conversou com dois especialistas que afirmaram desconhecer eficácia no método, além de alertar sobre os riscos —tanto para atletas quanto para quem pratica as lutas por hobby.
Antonio Dias, presidente da CBLAM (Confederação Brasileira de Lutas e Artes Marciais) e que atua no ramo há 56 anos, afirma que atividades com impacto intenso na região, como o caso do pneu, não são o padrão para o fortalecimento de abdome.
Eu sei que cada um tem a sua metodologia, só que, a meu ver, eu entendo isso como uma coisa absurda. Há várias faixas etárias no vídeo, e o emprego de força para um adulto é o mesmo para um adolescente. O fato de o material ser de borracha não ameniza o impacto, ainda que tivesse alguém ali com a parte muscular muito bem definida. Antônio Dias, presidente da CBLAM
Em geral, os treinos de fortalecimento abdominal para atletas envolvem:
“[O vídeo] pode trazer uma imagem muito negativa e macular a imagem das artes marciais, porque, quando as pessoas veem uma coisa dessas, a tendência é generalizar”, afirma Dias.
O risco de lesionar órgãos internos é um perigo de exercícios como o do vídeo, segundo o pesquisador em lutas Leonardo Vidal Andreato, doutor em ciências do movimento humano pela Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina) e professor da UEM (Universidade Estadual do Amazonas). “Tem que preparar o lutador, mas você não pode expor o corpo dele o tempo todo.”
Muitos dos impactos podem aparecer a longo prazo, pontua o pesquisador. É o caso das sequelas cognitivas associadas às pancadas na cabeça, por exemplo.
Situações assim servem para conscientizar a pessoa que tem interesse de ser praticante sobre a importância de se informar e procurar bons instrutores para realizar uma atividade com orientação profissional. Leonardo Vidal Andreato, educador físico e pesquisador em lutas.
Informações Viva Bem UOL
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Pela primeira vez em mais de três décadas, inflação anual na Argentina passou de 100% — Foto: Agustin Marcarian/Reuters
A inflação da Argentina chegou a 102,5% no acumulado em um ano, informou o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC) do país nesta terça-feira (14).
Essa é a primeira vez em mais de 30 anos que o índice de preços do país supera a barreira de três dígitos, atingindo o maior patamar desde setembro de 1991.
A alta mensal foi de 6,6%, registrada em fevereiro. Nos dois primeiros meses de 2023, a inflação argentina acumulou um avanço de 13,1%.
O país já vinha enfrentando um cenário de juros muito altos. Nos 12 meses encerrados em 2022, o índice de preços atingiu os 94,8%.
“Os dados de inflação de fevereiro são, sem dúvida, muito ruins. Em especial, em fevereiro o impacto da carne foi muito forte, que subiu 19,5% devido à forte estiagem que estamos passando”, afirmou, em comunicado, o secretário de Política Econômica da Argentina, Gabriel Rubinstein.
Esta reportagem está em atualização.
Informações G1

Uma modelo alagoana que morava nos Estados Unidos foi morta na Califórnia. Há mais de um mês, parentes tentam trazer o corpo dela para o Brasil.
O custo para trazer o corpo da mulher de volta ao Brasil é de R$ 75 mil, dinheiro que a família, natural de Penedo, no interior de Alagoas, não tem.
Perguntei ao consulado de Los Angeles se tinha algum meio da gente trazer o corpo dela sem ter custo para a família. Eles falaram que sim e que eu tinha que entrar em contato com o governo brasileiro para trazer o corpo. Entrei em contato com o Itamaraty e eles falaram que não era com eles
Cleane Firmiano, irmã de Gleise
A irmã de Gleise afirmou que as versões que a polícia deu à família divergem. Primeiro, eles informaram que a modelo não tinha atirado contra eles, ficando apenas com a arma em mãos no momento da abordagem, mas, após a repercussão que a história tomou, teriam mudado a narrativa.
Agora eles estão alegando que ela atirou nele [policial] com arma de fogo e eles revidaram com um taser [arma de choque]. Só que não existe isso, de uma pessoa apontar ou chegar a disparar uma arma de fogo contra policiais americanos e eles revidarem com arma de choque. A gente está querendo muito que isso seja esclarecido.
Cleane Firmiano, irmã da vítima
Ao UOL, o Itamaraty afirmou que presta a “assistência cabível” à família da jovem e negou que tenha responsabilidade no traslado do corpo.
Não há previsão regulamentar e orçamentária para o pagamento do traslado com recursos públicos.
Itamaraty, em nota
Informações UOL