
O Sindicato dos Médicos do Estado da Bahia (Sindimed) convocou os médicos que trabalham nas unidades de saúde de Feira de Santana geridas pelas empresas Imaps e IGI para uma assembleia que será realizada na noite desta segunda-feira (17), de forma online, pela plataforma Meet.
A assembleia discutirá a situação dos médicos e deliberará sobre as estratégias a serem adotadas pela entidade.
O Sindimed informou que seus representantes participaram de duas audiências, nos dias 12 e 14 deste mês, junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT), em busca de uma solução para pagamento dos honorários médicos em atraso.
Nas duas oportunidades, o Sindimet apresentou como proposta, o pagamento direto aos médicos, por meio da cessão de crédito. Embora a proposta tenha sido recepcionada pela Procuradora do Trabalho que conduz as negociações, os institutos (IMAPS e IGI), segundo o sindicato, não concordaram.
Uma nova audiência de mediação foi remarcada pelo MPT para o dia 26 de abril.
*Acorda Cidade

Após três anos sem ser realizada, a Micareta de Feira está de volta e os foliões já estão se preparando para a festa que se estende de 20 a 23 de abril. No entanto, é importante lembrar que, no meio à diversão, é preciso ter cuidado com a alimentação e o consumo de bebidas alcoólicas para evitar intoxicação alimentar e alcoólica.
Segundo o médico endoscopista Victor Galvão, a intoxicação alimentar é uma das principais preocupações em eventos como este. “As infecções gastrointestinais podem ocorrer devido ao consumo de alimentos mal higienizados ou preparados em condições precárias de tratamento e manipulação”, alerta o médico.
Para evitar esse problema, o médico recomenda que os foliões se certifiquem de que os alimentos que estão consumindo estão bem cozidos e frescos. “Além disso, é importante verificar se os estabelecimentos que estão vendendo alimentos possuem as condições adequadas de higiene, como utensílios limpos e alimentos armazenados corretamente”, acrescenta Victor Galvão.
Outra preocupação é com o consumo de bebidas alcoólicas, que pode levar a uma intoxicação alcoólica. “A ingestão excessiva de álcool pode levar a sintomas como náuseas, vômitos, dor de cabeça, tontura e desidratação”, explica.
Para evitar esse problema, o médico recomenda que os foliões bebam com moderação e se hidratem bem. “É importante intercalar o consumo de bebidas alcoólicas com água ou sucos naturais para manter o corpo hidratado”, orienta Galvão.
Além disso, o médico alerta para o risco de misturar diferentes tipos de bebidas alcoólicas. “Isso pode dificultar a absorção do álcool pelo organismo e aumentar a chance de intoxicação”, afirma.
Em caso de sintomas de intoxicação alimentar ou alcoólica, Galvão recomenda procurar um médico imediatamente. “Os sintomas variam de uma simples náusea a outros mais graves e, em alguns casos, podem ser procedimentos específicos, como a reidratação intravenosa”, conclui o médico.
*Fonte: Assessoria de Imprensa*

Foto: Montagem/Reprodução.
O Papa Francisco classificou neste domingo (16) como ofensivas e infundadas aquilo que chamou de insinuações por parte do irmão de uma estudante do Vaticano que desapareceu há 40 anos, em um caso supostamente envolvendo o ex-papa João Paulo II.
Emanuela Orlandi, filha de um porteiro do Vaticano, não voltou para casa em 22 de junho de 1983 após uma aula de música em Roma.
Ela tinha 15 anos na época e morava com a família dentro do Vaticano. Seu desaparecimento é um dos mistérios mais antigos da Itália.
O caso teve um novo capítulo na última terça-feira (11), quando o irmão dela, Pietro, se encontrou com o promotor-chefe do Vaticano, Alessandro Diddi, a quem Francisco deu liberdade para investigar o caso.
Depois de falar com Diddi por mais de oito horas, Pietro Orlandi apareceu em um programa de televisão no qual reproduziu parte de uma gravação em áudio com a voz de um homem que, segundo Orlandi, fazia parte de uma facção do crime organizado que a mídia italiana há décadas especula que pode ter estado envolvida no desaparecimento de sua irmã.
A voz do suposto gângster dizia que mais de 40 anos atrás meninas foram trazidas ao Vaticano para serem molestadas e que o Papa João Paulo sabia disso.
Orlandi então disse: “Dizem-me que Wojtyla (sobrenome do papa João Paulo II) costumava sair à noite com dois monsenhores poloneses e certamente não era para abençoar casas”.
Os comentários causaram um grande mal-estar e foram condenados por autoridades do Vaticano nos últimos dias. Neste domingo, o próprio papa falou sobre o tema em seu discurso diante de cerca de 20 mil pessoas na Praça de São Pedro.
“Certo de interpretar os sentimentos dos fiéis de todo o mundo, dirijo um pensamento de gratidão à memória de São João Paulo II, nestes dias objeto de insinuações ofensivas e infundadas”, disse Francisco.
A multidão, em sua maioria italiana, irrompeu em aplausos.
No sábado, o promotor-chefe do Vaticano convocou a advogada de Pietro Orlandi, Laura Sgro. O Vaticano disse que ela invocou sigilo advogado-cliente. Sgro disse à Reuters neste domingo que João Paulo não foi mencionado em sua conversa com Diddi, acrescentando em uma mensagem de texto: “Eu nunca questionei a santidade de João Paulo II”.
Orlandi disse à Reuters neste domingo por telefone que era “correto que Francisco defendesse João Paulo II”. Orlandi ainda acrescentou que durante a aparição na televisão ele “repetiu o que os outros haviam dito. Certamente não vi sozinho”.
O diretor editorial do Vaticano, Andrea Tornielli, condenou os comentários de Orlandi e os chamou de difamação “desprezível” contra a honra do pontífice, que liderou a Igreja Católica de 1978 a 2005 e foi declarado santo em 2014.
Créditos: G1

A direção de jornalismo da GloboNews informou que seus repórteres passarão a ser seus próprios operadores de câmera, utilizando o celular para filmar eles mesmos durante as passagens ao vivo.
Para isso, eles serão treinados a utilizar o chamado “Kit Mojo”, que já foi adotado em algumas ocasiões pela CNN Brasil e a Jovem Pan.
No comunicado, a GloboNews afirmou que a prática será cada vez mais comum, mas que haverá a contratação de cinegrafistas “quando necessário”.
– Toda a Globo usa o chamado Kit Mojo, uma tecnologia móvel que usa celulares. Recentemente, muitos repórteres chegaram a Brasília para trabalhar em pontos de vivo fixos. Houve reunião para apresentar a tecnologia a eles, que será acrescentada aos pontos de vivo fixos já existentes – diz a nota da empresa, segundo informações do colunista Paulo Cappelli.
REPERCUSSÃO
A decisão rendeu o que falar na internet após o advogado Dayvson Moura fotografar uma jornalista usando o kit e defender que o novo método não pode ser normalizado.
– Gente, isso não pode ser normalizado no jornalismo. A jornalista agora tem que ser operadora de câmera e repórter ao mesmo tempo? – questionou.
Para muitos internautas, a nova medida afetará a qualidade da reportagem, além de prejudicar o trabalho do repórter. Há, por outro lado, aqueles que defenderam a medida.
– Precarização da profissão – avaliou um usuário do Twitter.
– Existem tantas outras profissões que ganham menos e fazem muito mais coisas ao mesmo tempo. Não vejo qual o problema dela segurar um celular e um microfone ao mesmo tempo – defendeu outro.
– Jornalista nunca foi só jornalista. Quem trabalha com isso sabe o que estou falando. A mídia é muito ingrata – opinou mais um.
Informações Pleno News
Ex-presidente também criticou presença de líder do MST na comitiva de Lula na China

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) usou seu Twitter, neste domingo (16), para condenar as ações de Lula (PT) no campo da política externa e classificá-las como “vexame”. O ex-mandatário se refere, principalmente, ao fato do petista ter feito acusação de que os Estados Unidos incentivam a guerra na Ucrânia.
– Da China o cara acusa os EUA de incentivar a guerra. Diz também que o conflito, no momento só está interessando a Putin e a Zelensky – disse.
Bolsonaro também criticou a presença de João Pedro Stédile na comitiva de Lula à China, por se tratar de um dos líderes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, incentivador de invasões de terras no Brasil.
– Lula, Dilma e Stedile, juntos, mais um vexame para a política externa brasileira – concluiu.
Os principais jornais norte-americanos, Washington Post, Wall Street Journal e The New York Times, criticaram as colocações de Lula após encontro com Xi Jinping.
Na quinta-feira (13), o Washington Post publicou um artigo advertindo que a viagem de Lula à China ocorre “em um momento em que as relações entre Washington e Pequim se tornam cada vez mais tensas”, e lamentou dizendo que o ocidente esperava que Lula fosse um parceiro, mas deixa claro que possui seus próprios interesses.
Informações Pleno News

Foto: Getty Images via BBC.
Em um porão isolado da Universidade do Sul da Dinamarca, uma das maiores do país, há fileiras e mais fileiras de prateleiras com milhares de baldes brancos numerados. Em cada um deles, preservado em formol, existe um cérebro humano. São 9.479 no total.
Os cérebros foram retirados durante autópsias de pacientes que morreram em institutos psiquiátricos de todo o país ao longo de quatro décadas, até a década de 1980. Estima-se que seja a maior coleção desse tipo no mundo.
No entanto, os cérebros foram preservados sem o consentimento prévio dos pacientes ou de seus parentes próximos, gerando um longo debate nacional sobre o que fazer com tamanha quantidade de órgãos humanos.
Na década de 1990, o Conselho de Ética dinamarquês determinou que os tecidos poderiam ser usados para pesquisas científicas, e é nesse sentido que funciona o banco de cérebros da universidade da cidade de Odense.
Alguns especialistas dizem que, ao longo dos anos, a coleção facilitou o estudo de muitas doenças, incluindo demência e depressão. Mas sua existência também trouxe à tona o debate sobre o estigma da doença mental e a falta de direitos dos pacientes em épocas passadas.
A coleção começou em 1945, após a Segunda Guerra Mundial, com cérebros removidos de pacientes com transtornos mentais que morreram em instituições psiquiátricas em diferentes partes da Dinamarca.
Originalmente, os órgãos eram mantidos no Hospital Psiquiátrico Risskov em Aarhaus, onde funcionava o Instituto de Patologia Cerebral.
Após as autópsias, os médicos removiam o órgão antes de enterrar o cadáver em cemitérios próximos. Eles examinavam o cérebro e faziam anotações detalhadas.
“Todos esses cérebros estão muito bem documentados”, disse Martin Wirenfeldt Nielsen, patologista e atual diretor da coleção de cérebros da Universidade do Sul da Dinamarca, em Odense, à BBC News Mundo, serviço de notícias em espanhol da BBC.
“Sabemos quem eram os pacientes, onde nasceram e quando morreram. Também temos seus diagnósticos e relatórios de exames neuropatológicos (post mortem)”, explica Nielsen.
Muitos dos pacientes estiveram em hospitais psiquiátricos durante grande parte de suas vidas. Assim, além dos relatórios detalhados do patologista, os cientistas têm também o histórico médico de quase metade dos pacientes.
“Temos muitos metadados. Podemos documentar muito do trabalho que os médicos fizeram no paciente naquela época, além de termos o cérebro agora”, diz Nielsen.
O arquivamento de cérebros parou em 1982, quando a Universidade de Aarhaus se mudou para um novo prédio e não havia orçamento para abrigar a coleção. Em estado de abandono, chegou-se a cogitar a destruição de todo o material biológico. Mas em uma “operação de resgate”, a Universidade do Sul da Dinamarca, em Odense, concordou em abrigar o acervo.
Por cinco anos, Nielsen foi diretor da coleção. Embora tivesse uma noção vaga, ele desconhecia a magnitude completa do arquivo. “Quando eu vi pela primeira vez, fiquei realmente surpreso.”
Embora sua existência nunca tenha sido um segredo e tenha sido objeto de rumores ocasionais, a coleção incomum não fazia parte da consciência coletiva dinamarquesa, até que o plano de mudança para a universidade em Odense a expôs completamente.
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Knud Kristensen era presidente da Associação Nacional de Saúde Mental da Dinamarca na época da polêmica sobre a coleção de cérebros — Foto: CORTESIA: KNUD KRISTENSEN.
Um grande debate público — com a participação de grupos políticos, religiosos e científicos — foi feito sobre ética e a forma como se conserva restos humanos, e também sobre os direitos dos pacientes. O povo dinamarquês deparou-se com algo que mantinha à margem: os transtornos mentais.
“Havia um estigma tão grande em torno dos transtornos mentais que ninguém que tinha um irmão, irmã, pai ou mãe em uma ala psiquiátrica sequer os mencionava”, diz Knud Kristensen, ex-presidente da Associação Nacional de Saúde Psiquiátrica.
“Naquela época, os pacientes ficavam internados a vida toda. Não havia tratamento, então eles ficavam lá, talvez trabalhando no jardim, na cozinha ou outras coisas. Eles morriam ali e eram enterrados no cemitério do hospital”, disse ele à BBC News Mundo.
Os pacientes psiquiátricos tinham poucos direitos. Eles poderiam receber tratamento para um caso específico sem qualquer tipo de aprovação.
Kristensen comentou que era muito provável que os parentes dos pacientes nem soubessem que seus cérebros estavam sendo preservados e disse que muitos dos cérebros da coleção apresentam sinais de lobotomia.
“Um tratamento ruim, com base no que sabemos hoje, mas bastante normal naquela época.”
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Nas décadas de 1930 e 1940, a lobotomia era um procedimento que podia ser realizado sem o consentimento dos pacientes ou de seus familiares. Hoje é considerado brutal e desumano — Foto: Getty images via BBC.
Quando Kristensen era presidente da associação, ele estava envolvido na decisão do que fazer com os cérebros — uma polêmica que passou por vários estágios de discussão.
A principal suposição era de que os órgãos haviam sido coletados sem o consentimento dos pacientes e de seus familiares e, portanto, do ponto de vista ético, não era aconselhável manter a coleção.
Então eles discutiram destruir os materiais ou mesmo enterrá-los ao lado dos pacientes a quem correspondiam. Mas não havia como identificar os túmulos de todos e até foi proposto fazer um enterro em massa de todos os cérebros em um só lugar.
Depois de vários anos, o Conselho de Ética da Dinamarca decidiu que era eticamente aceitável que eles fossem usados para pesquisa científica sem o consentimento das famílias. A associação concordou.
“Foi dito: ‘Fizemos uma coisa muito imoral ao coletar os cérebros, mas como os temos, também seria imoral destruir a coleção e não usá-la para fins de pesquisa’”, diz Kristensen.
A coleção de cérebros e toda a sua documentação estão disponíveis, com certas restrições, para qualquer pesquisador que apresente um projeto relevante. Isso inclui cientistas internacionais, embora eles tenham que submeter seus projetos a um comitê de avaliação e trabalhar em conjunto com cientistas dinamarqueses.
“Minha principal preocupação é que, sempre que uma pesquisa científica é aprovada, haja garantias de que o projeto seja executado de maneira ética”, diz Kristensen.
Cada cérebro é preservado em um balde de formol. O tecido adicional retirado durante a autópsia é envolto em blocos de parafina. Os cientistas conservaram muitas das placas de microscopia originais que foram feitas na época.
Nielsen não apenas gerencia a coleção, mas orienta os pesquisadores sobre o melhor uso do material, aplicando novas técnicas de biologia molecular para examinar mudanças no DNA do cérebro.
“Este é um excelente recurso científico e muito útil se você quiser saber mais sobre transtornos mentais”, diz Nielsen.
Para o diretor do acervo, o fato de os cientistas terem decidido ficar com os cérebros dos pacientes tantos anos atrás foi uma decisão “genial” para as futuras gerações de pesquisadores. “Talvez daqui a muito tempo, talvez 50 anos ou mais, alguém apareça e saiba mais sobre o cérebro do que nós.”
Knud Kristensen concorda que a coleção tem potencial para novas descobertas sobre transtornos mentais.
“Uma das grandes vantagens é que existem cérebros tão antigos que foram removidos de pacientes que não receberam drogas antipsicóticas (porque elas não existiam)”, disse Kristensen. “Isso significa que você pode fazer uma comparação desses cérebros antigos com cérebros novos para ver que mudanças essas drogas causam (no órgão).”
No entanto, ele diz que a coleção não está sendo muito utilizada. “A pesquisa custa muito dinheiro e a maioria dos estudos psiquiátricos é financiada pela indústria farmacêutica, cujo principal interesse é o desenvolvimento de novas drogas, e não a descoberta das razões que causam os transtornos mentais.”
Nielsen afirma que vários projetos para estudar doenças como demência e depressão estão em andamento. Até agora, entretanto, eles ainda não produziram resultados que possam ser considerados “revolucionários”.
“Mas eles já estão começando a surgir. Esses projetos exigem um compromisso de longo prazo, e isso significa vários anos até que haja resultados”, completa.
“O grande valor desta coleção é o seu tamanho”, diz Nielsen. “É único, porque, se quisermos investigar, por exemplo, uma doença tão complicada como a esquizofrenia, não precisamos nos limitar a poucos cérebros. Podemos contar com cem, 500, até mil cérebros para o mesmo projeto — o que nos permite ver as variações e o tipo de dano ao cérebro que, de outra forma, passariam despercebidos.”
Créditos: G1/BBC.

O Bahia estreou com derrota na Série A do Brasileiro 2023. Na noite deste sábado (15), o Tricolor perdeu para o Red Bull Bragantino por 2 a 1, de virada, no Nabi Abi Chedid, pela primeira rodada. Everaldo abriu o placar para o time baiano no primeiro tempo, mas Bruninho e Eduardo Sasha anotaram para os paulistas na etapa complementar.
No próximo dia 24, na outra segunda-feira, às 20h, o time baiano tenta a reabilitação e marcar seus primeiros pontos no Brasileiro diante do Botafogo, na Arena Fonte Nova, pela segunda rodada.
O JOGO
Logo com dois minutos de bola rolando, Léo Realpe e Jacaré se chocaram quando o atleta do Tricolor invadia a área. A partida ficou interrompida para atendimento médico ao defensor do Massa Bruta que ficou caído no gramado e recomeçou aos quatro. No entanto, o árbitro Maguielson Lima Barbosa assinalou falta a favor do time baiano. Cauly cobrou, mas a bola ficou na barreira e a defesa paulista afastou o perigo.
O jogo seguia sem grandes emoções, mas com o ex-Bahia Juninho Capixaba infernizando o lado direito da defesa do Tricolor. No levantamento do lateral para a área buscando Alerrandro, que estava sozinho e conseguiu alcançar, enquanto Marcos Felipe saiu do gol para tentar cortar, porém a bola passou e saiu pela linha de fundo aos 11 minutos. O Esquadrão de Aço esboçou uma resposta com Ademir aos 14. O atacante limpou na entrada da área pela direita e próximo à linha de fundo ao receber bola de Thaciano, mas finalizou nas mãos de Lucão. No minuto seguinte, Chávez foi lançado por Thaciano, mas acabou se embolando com um marcador e não conseguiu finalizar na cara do gol.
Aos 29 minutos, Gabriel Xavier deixou a torcida do Tricolor de cabelo em pé. Lançamento na grande área, o defensor cortou errado e a bola sobrou com Bruninho que finalizou à queima-roupa, mas Marcos Felipe fez a defesa, salvando o time baiano. Pressão do Massa Bruta e três minutos depois, Jadsom descolou belo passe para Bruninho que invadiu a área em velocidade passando por dois e cruzou para o miolo, mas Gabriel Xavier afastou o perigo. O jogo voltou a ser paralisado novamente por causa de Leo Realpe. O local do choque com Jacaré voltou a incomodar o defensor que caiu no gramado e acabou sendo substituído por Eduardo Santos aos 34.
O goleiro Marcos Felipe fez uma grande defesa aos 42 minutos. Nacho Laquintana recebeu na entrada da grande área, pelo lado direito, e soltou uma bomba para a boa intervenção do arqueiro do Tricolor.
Everaldo abre o placar para o Tricolor
O Bahia abriu o placar aos 44 minutos com Everaldo. A jogada começou numa cobrança de falta pelo lado esquerdo do ataque, Cauly tocou curto para Yago Felipe que levantou a bola na linha de fundo, Thaciano matou no peito cortando o marcador e cruzou para o miolo da área para o centroavante estufar as redes. Red Bull Bragantino 0x1 Bahia
Segundo tempo
O Bahia voltou com a mesma formação do primeiro tempo. Em desvantagem no placar, o Massa Bruta fez duas alterações ao sacar Jadsom e Talisson para as entradas de Lucas Evangelista e Henry Mosquera.
No primeiro minuto do reinício da partida, a torcida paulista pediu pênalti no corte do zagueiro Kanu, mandando a bola para a linha de fundo ao se intrometer num cruzamento. Porém, o VAR sequer mandou o árbitro Maguielson Lima Barbosa rever a jogada que não teve nenhuma mão na ação do defensor do Tricolor.
A primeira boa ação do Tricolor na etapa complementar aconteceu aos seis minutos. Everaldo fez boa abertura com Cauly na entrada da área. O meia cruzou para Ademir, que chegou na bola, mas o zagueiro Natan fez o corte.
Bruninho deixa tudo igual para o Massa Bruta
O Red Bull Bragantino chegou à igualdade no placar com um golaço de Bruninho aos oito minutos. Em falha clamorosa da defesa do Tricolor, Yago Felipe cortou mal e Bruninho aproveitou, invadiu a área, driblou Marcos Felipe, cortou Rezende e, com o gol vazio, empurrou para o fundo das redes. Red Bull Bragantino 1×1 Bahia
Aos 12 minutos, Marcos Felipe fez outra grande defesa ao defender o chute firme de Nacho Laquintana.
O Tricolor desperdiçou uma grande oportunidade aos 21 minutos. Ademir foi lançado e disparou em velocidade ficando cara a cara com Lucão. O atacante finalizou em cima do goleiro que fez grande intervenção e evitou o segundo gol baiano.
Eduardo Sasha vira para o Massa Bruta
O Red Bull Bragantino virou o placar com Eduardo Sasha aos 24 minutos. Na falha da defesa baiana, Mosquera tabelou com Sasha, recebeu na frente e finalizou, mas Marcos Felipe fez a defesa. A bola subiu, resvalou na trave e o centroavante empurrou para o gol. Red Bull Bragantino 2×1 Bahia
O Bahia perdeu outra grande oportunidade de deixar tudo igual aos 31 minutos. Cauly fez boa jogada pela esquerda e cruzou na medida para Jacaré, que livre, acabou errando a cabeçada e mandou para fora. Na pressão do Tricolor, Jacaré cruzou e o defensor do Massa Bruto tentou cortar, mas acabou mandando contra o patrimônio, mas Lucão fez grande defesa e tocou para fora.
O Tricolor tentou o empate com Cauly aos 45. O meia dominou na entrada da área e bateu forte, mas o bem posicionado Lucão encaixou.
Red Bull Bragantino 2×1 Bahia
*Bahia Notícias

O trabalhador de uma fábrica de cimento morreu na tarde deste sábado (15), em Porto Seguro, após cair em uma máquina trituradora.
De acordo com o site Radar News, Noel Nascimento do Espírito Santos, de 28 anos, ficou preso às ferragens e teve múltiplas fraturas pelo corpo.
Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros foram acionados e levaram cerca de uma hora para retirar a vítima do equimamento. O trabalhador foi socorrido para o Hospital Luís Eduardo Magalhães, porém não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Civil vai abrir um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente de trabalho.

A Secretaria de Políticas para Mulheres estará no Circuito da Micareta, do dia 20 a 23 de abril de 2023 (de quinta-feira a domingo),das 18h as 2h, com o Observatório Municipal de Direitos Humanos. Um projeto que já aconteceu nos anos anteriores, mas em especial, esse será o primeiro ano que iremos abordar a assistência, proteção e defesa de mulheres vítimas de violência no circuito e no entorno da festa, em parceria com a Ronda Maria da Penha. Na quarta-feira (19) que antecede a micareta será feito um trabalho de divulgação sobre o Observatório de Direitos Humanos.
O Observatório será instalado no estacionamento dos correios. A estrutura será dividida em 04 salas para atendimento psicossocial e duas salas para as equipes de trabalho.
O Observatório tem como objetivo atender, mapear e registrar dados relativos a qualquer tipo de violência de gênero, raçial, LGBTQI+ na micareta.
Posteriormente, estes indicadores irão colaborar e permitir a implementação de políticas públicas para promoção da igualdade racial, violência contra mulher e homofobia, além da valorização da diversidade .
O Observatório se configura numa ampliação das políticas para as mulheres, igualdade racial e minorias. A partir do momento que temos um diagnóstico claro e profissional nossos serviços podem ser ampliados, por exemplo, pela primeira vez a Prefeitura de Feira de Santana, através da Secretaria de Política para Mulheres, em parceria com a Ronda Maria da Penha estará acolhendo toda e qualquer mulher vítima de violência. Seja doméstica, familiar ou de gênero, no circuito e mediações.
As informações são da Secom de Feira de Santana

O Secretário Estadual de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, esteve na manhã deste sábado (15), em Feira de Santana, para acompanhar a operação de retirada dos pacientes psiquiátricos que estavam morando em um centro de acolhimento irregular localizado no bairro Santa Mônica II.
A operação teve início esta semana após denúncias anônimas. Ontem (14), a Polícia Federal, em parceria com órgãos municipais, a Polícia Militar e a Polícia Civil, constatou a presença de 46 pacientes na unidade principal, e mais 12 pessoas em outra unidade localizada em outra rua. O proprietário foi encaminhado à delegacia para adoção das medidas cabíveis.

Em entrevista ao Acorda Cidade, o secretário Felipe Freitas esclareceu que o espaço funcionava de modo clandestino.
“Aqui é um espaço clandestino, e as nossas equipes estão acompanhando desde o começo da semana essa operação de fiscalização deste espaço. Eu vim aqui no sentido de prestar o apoio para proceder ao fechamento do lugar. A gente está com a operação em curso, se trata de uma ação bastante complexa, que envolve múltiplos atores, e o governo do estado está encaminhando as demandas junto com a prefeitura, através da Assistência Social, para reinserção das pessoas que precisam às suas famílias e as demandas de quem precisa ficar internado ou ser atendido pelo sistema de saúde mental da rede municipal, que são os Caps (Centros de Apoio Psicossociais)”, informou.
Felipe Freitas ponderou que compreende as dificuldades das famílias neste momento por terem que receber novamente em seus lares os parentes com problemas de saúde mental, porém é preciso seguir as orientações governamentais.
“Certamente, eu entendo as dificuldades das famílias, mas a orientação é que o sistema municipal de saúde preste o apoio necessário para quem tem demandas de atendimento ambulatorial. As pessoas que não estão sendo internadas são aquelas que não possuem prescrição. Alguns já foram reinseridos às suas famílias. Estamos em meio a esta operação e vamos aguardar o que o sistema de Justiça vai decidir em relação a este espaço. O governo do estado apoia esses pacientes através da Secretaria Estadual de Saúde, com as medidas de média e alta complexidade de saúde mental. Além disso, a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos acompanha as instituições de longa permanência, atendimento a pessoas idosas e pessoas com deficiência, para prestar o tipo de atendimento e apoio, para que a prefeitura municipal possa fazer o atendimento de atenção básica”, esclareceu.

Um dos familiares chamados ao espaço, na manhã de hoje, foi Edmilson dos Santos Cerqueira, 35 anos, que trabalha como auxiliar de produção. Ele tem um irmão de 28 anos que estava residindo no centro de acolhimento há cerca de 4 anos.
Em entrevista ao Acorda Cidade, ele relatou que o irmão passou a morar no espaço devido à agressividade e após tentar tirar a vida dos familiares em casa.
“Ele veio parar aqui devido à agressividade, dava ataques e a gente levava para o Hospital Lopes Rodrigues e lá mandavam levar para casa. Às vezes, passava 15 dias e depois ia para casa. E aí teve uma situação em que ele tentou matar meu pai e me matar. Minha mãe nem posso falar sobre o que ela já sofreu. Hoje ela só tem uma perna, é cadeirante, mora sozinha, e já sofreu muito de ele a empurrar na rua. Não aceita que ninguém dê a medicação, é bastante agressivo, e a medicação dele não faz mais efeito, é injeção, e assim mesmo ele tem crises.”Conforme Edmilson dos Santos, a família não tem condições de permanecer com o parente em casa.
“Não temos condições nenhuma de cuidar. Como é que minha mãe cadeirante e diabética, com pressão alta, todos os problemas que ela tem, vai ficar com uma pessoa assim em casa? É arriscado acontecer uma tragédia, um assassinato, porque do jeito que ele é agressivo pode pegar uma faca, faz tudo. Se você ver na rua, é um cara normal, mas dentro de casa quer matar os familiares”, contou.
Sem saída, a família manteve o paciente internado na casa de acolhimento, que recebia um salário mínimo pela estadia e alimentação.
“Aqui a gente pagava um salário mínimo, a gente vinha visitar ele final de semana, mas não entrava no quarto por questão de segurança. Ficávamos aqui na frente e trazíamos algumas coisas para ele, como lanches diferentes, que ele gostava e às vezes ele pedia alguma coisa e a gente trazia, também roupas que precisava, medicação, exames, que tudo isso é por fora. A gente pagava o salário só por questão de alimentação normal e a estadia, que ele tem o BPC (Benefício de Prestação Continuada). Ele fazia o acompanhamento no Caps, mas quando tinha as crises, a gente chamava a Samu, que vinha com o apoio da Guarda Municipal, levava ele e às vezes ficava internado e às vezes mandava para casa. Não temos condições nenhuma de levar para casa, até porque recebemos a informação semana passada que ele agrediu um rapaz, e a gente não sabe o que esperar de uma pessoa dessa, não tem como dormir com uma pessoa dessa dentro de casa.”
*Acorda Cidade