
Foto: Globo
Esta coluna descobriu que não é só nos bastidores do Encontro e com Patrícia Poeta que Manoel Soares tem dado problema… Apresentando o Papo de Segunda, do GNT, o ativista tem causado um climão com o companheiro de programa João Vicente de Castro. Segundo fontes da coluna, os dois não andam se bicando por lá e a situação já está dando o que falar.
Vale pontuar que, como revelamos aqui, a TV Globo bateu o martelo e Manoel Soares já tem data para deixar o Encontro. O apresentador deve sair do matinal da emissora em agosto, quando Patrícia Poeta voltará ao comandado da atração. A jornalista sairá de férias em julho e, no retorno, o ativista se despedirá do programa.
A decisão da emissora se deu após os constantes embates entre Manoel e Patrícia Poeta. A situação já teria ficado insustentável nos bastidores e, depois de tantas reclamações, a Globo tomou a atitude de tirar o apresentador.
Agora, a emissora pode enfrentar um novo problema com o jornalista, dessa vez, no GNT. Importante frisar, também, que um possível retorno de Manoel ao É de Casa já está sendo descartado. Isso porque a equipe do programa, exibido aos sábados, não quer o rapaz de volta, onde ele também já deu muita dor de cabeça.
Metropoles

FOTO: STF
Durante uma sessão da Corte Eleitoral realizada nesta quinta-feira, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, fez uma declaração acerca da emissora Jovem Pan, destacando que ela representa um exemplo de mídia tradicional que se permitiu ser utilizada como um “verdadeiro braço de partido político”.
Moraes ressaltou que a mídia tradicional, incluindo a Jovem Pan, pode ser instrumentalizada e envolver-se em práticas semelhantes às adotadas pelas mídias digitais, contribuindo para a disseminação de desinformação. Segundo o ministro, a Jovem Pan não apenas permitiu que isso acontecesse, mas também buscou ativamente essa instrumentalização.
“É lamentável constatar que a Jovem Pan tenha se deixado utilizar como um verdadeiro braço de partido político”, afirmou Moraes.
Durante a sessão, o plenário do TSE decidiu aplicar uma multa no valor de R$ 10 mil para a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Essa condenação ocorreu devido à vinculação feita por eles, durante o período eleitoral, entre o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva e o assassinato de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André (SP).
Informações TBN

Foto: Pablo Jacob
A prisão do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro esquentou os bastidores da política nas últimas três semanas, principalmente depois de revelado que Mauro Cid pagava as contas pessoais de Michelle Bolsonaro. A polícia considerou suspeita
a movimentação financeira e viu indícios de desvio de recursos públicos no fato de o coronel usar dinheiro vivo para custear despesas como cabeleireiro, gastos médicos e roupas. Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, os celulares do militar também foram apreendidos.
Os investigadores acreditam que da perícia nos aparelhos poderão emergir novas revelações. Na terça-feira 16, o ex-presidente prestou mais um
depoimento à PF — o terceiro nos últimos dois meses. Ele foi interrogado sobre a falsificação de seu cartão de vacinação. Disse, em resumo, que não sabia da fraude, reafirmou que não tomou a vacina e, portanto, não haveria motivo algum para emitir um certificado atestando o contrário.
No dia seguinte, Bolsonaro recebeu VEJA em sua nova residência, localizada num condomínio distante cerca de 15 quilômetros do centro de Brasília. Estava acompanhado da ex-primeira-dama e munido de uma pilha de documentos —
recibos, boletos e cópias de extratos bancários que, segundo Michelle Bolsonaro, mostram que Cid, de fato, pagava as despesas dela, mas o dinheiro usado na operação saia da conta pessoal do então presidente. “Não há nenhum
tostão de dinheiro público ou de qualquer outro lugar”, diz ela. O casal se considera alvo de perseguição. Na linha de raciocínio deles, o cerco ao ex ajudante de ordens seria uma tentativa de envolver o ex-presidente em alguma situação constrangedora. Bolsonaro ressalta que antes de deixar o governo já havia sido advertido sobre a possibilidade de prisão. “Para ter um motivo que
justificasse isso, eu precisaria ter feito pelo menos 10% do que ele fez. E eu fiz 0%”, acrescenta. O “ele” a quem Bolsonaro se refere é o presidente Lula — “uma figura senil e ultrapassada”. O ex-capitão se recusa a pronunciar o nome do atual presidente.
A seguir os principais trechos.
O senhor prestou o terceiro depoimento à Polícia Federal nos
últimos dois meses. Isso não é constrangedor para um expresidente?
O pessoal está vindo para cima de mim com lupa. Eu esperava
perseguição, mas não dessa maneira. Na terça-feira, nem tinha deixado o
prédio da PF ainda e a cópia do meu depoimento já estava na televisão. É um
esculacho. Todo o meu entorno é monitorado desde 2021. Quebraram os sigilos
do coronel Cid para quê? Para chegar a mim.

As evidências de que seu ex-ajudante de ordens falsificou
certificados de vacinação parecem bem nítidas. Ao que tudo indica,
alguém fez besteira. Não estou batendo o martelo. Da minha parte não tem
problema nenhum. Eu não precisava de vacina para entrar nos EUA. A minha
filha também não precisava de nada. Estão investigando essas fraudes de 2022,
tudo bem. Mas ninguém está investigando aquela outra que aconteceu em
Desde que assumi, sou acusado de tentar dar um golpe. O que eu fiz desde o
começo, e arranjei inimizade por causa disso, foi repetir que “nós temos que
jogar dentro das quatro linhas”. Muitos diziam que “os caras lá estão fora das
quatro linhas”. Em muitos casos, estavam mesmo.
E quais seriam as consequências de se tomar uma medida de força? Como ficaria o Brasil perante
o mundo?
Resposta: o país iria acabar, virar uma Venezuela mais rápido do que o PT conseguiria com a desgraça econômica que se está pintando no horizonte.
Então tinha mesmo gente no entorno do senhor que acreditava na hipótese de golpe. Se tem alguém, ao meu conhecimento não chegou.
Falavam em tom de desabafo. Quando teve o caso do Ramagem (Alexandre
Ramagem na indicação para a direção da Polícia Federal), por exemplo, em que o STF impediu a posse dele, alguns, mais nervosos, diziam: “Pô, tem que peitar, fazer isso”.
Quem defendia uma medida mais dura? Ninguém defendia, era desabafo
de alguns, fora do gabinete. Eles estavam revoltados com essa situação de
interferências no Executivo. Eu recebia em média uma ação por semana do
Supremo Tribunal Federal. Mas isso foi antes das eleições.
Essa perseguição que o senhor alega seria promovida pelo STF ou
por algum ministro em particular? Não quero polemizar nessa área. Está
acontecendo uma conscientização no Brasil e não é só em relação ao meu caso.
Eu não quero botar lenha na fogueira. Tem gente de várias formações
criticando o que está acontecendo. Não precisa ser muito inteligente para saber
de onde vem o problema.
O senhor tem receio de ser preso?
Não há motivos para isso. Mas é bom
não esquecer o que aconteceu na Bolívia. A ex-presidente Jeanine Áñez assumiu quando o Evo Morales fugiu para a Argentina. Depois, o outro lado voltou ao poder, ela foi presa e condenada a dez anos de cadeia. Acusação: atos antidemocráticos. Não preciso explicar mais.
Está sugerindo que algo similar pode acontecer no Brasil?
Para ter algum motivo que justificasse isso, eu precisaria ter feito pelo menos 10% doque ele fez. E eu fiz 0%. Algumas pessoas importantes, não vou dizer os nomes.
VEJA

Leo Lins, 40, foi proibido pela Justiça de São Paulo de fazer piadas com minorias, o que o levou a remover seu último show de comédia, “Perturbador”, do YouTube. Caso não o fizesse, ele teria que pagar R$ 10 mil para cada dia de descumprimento da ordem
A juíza Gina Fonseca Corrêa proibiu o humorista de produzir, distribuir ou manter no ar “conteúdo depreciativo ou humilhante a qualquer categoria considerada minoria ou vulnerável”. Ela cita como proibidos conteúdos “em razão de raça, cor, etnia, religião, cultura, origem, procedência nacional ou regional, orientação sexual ou de gênero, condição de pessoa com deficiência ou idosa, crianças, adolescentes e mulheres”.
No show removido após a decisão, Leo Lins ironiza temas como abuso sexual, zoofilia, racismo, pedofilia e gordofobia. As piadas também citam pessoas famosas e incluem comentários jocosos a respeito de crimes e tragédias, como o incêndio na Boate Kiss. Leo Lins disse, através da sua defesa, ver a medida cautelar como censura. Ele diz que está preparando as “medidas cabíveis” para questionar a decisão. Em decisão, juíza disse não ver censura e argumentou estar limitando falas que representam transgressões às leis. “É dever dos poderes democraticamente constituídos estancar qualquer agressão à ordem constitucional brasileira”, escreveu a magistrada.
O que Leo Lins diz no show excluído do YouTube: Leo Lins faz piadas com situações previstas como crimes no Código Penal. Com os devidos cuidados para não reproduzir o conteúdo sensível, Splash reuniu algumas para exemplificar o tom do material retirado do ar:
Zoofilia: “Perder a virgindade é mais fácil, basta alcançar a bunda da vaca.” Nota da edição: Segundo a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, é crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, com pena de detenção de três meses a um ano, e multa. Abuso sexual: “Se alguém fala ‘um estupro’ é pesado. ‘Um estuprito’, é divertido. ‘Um estuprito?”.
Nota da edição: O crime de estupro está previsto no art. 213 do Código Penal, na redação dada pela Lei nº 12.015/2019, com pena inicial de seis a dez anos, podendo chegar a 12 anos em caso de lesão corporal e a 30 anos de reclusão em caso de morte. A lei também prevê punição para a divulgação de cena de estupro, no art. 218-C, com pena de um a cinco anos de reclusão. Racismo: “Na época da escravidão já nascia empregado e também achava ruim.”.
Nota da edição: O crime de racismo está previsto na Lei n. 7.716/1989. Consiste em atingir uma coletividade indeterminada de indivíduos, discriminando toda a integralidade de uma raça. É inafiançável e imprescritível. A Lei nº 14.532, de 11 de janeiro de 2023, equiparou o crime de injúria racial, que consiste em ofender a honra de alguém valendo-se de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem, ao crime de racismo. A nova lei também prevê que crimes previstos nela “terão as penas aumentadas de 1/3 até a metade quando ocorrerem em contexto ou com intuito de descontração, diversão ou recreação.”.
Fonte: UOL Notícias

Após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar o mandato do deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR), o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, afirmou, nesta quarta-feira (17), que a democracia no Brasil está em seu “pior momento”.
– Estou indignado com o que está acontecendo no Brasil. Nossa democracia vive, certamente, seu pior momento – lamentou.
A cassação de Dallagnol tem sido um dos assuntos mais comentados pela oposição do governo, nesta semana.
A presença de Eduardo Ribeiro, que se identifica nas redes sociais como “defensor da liberdade, da democracia e das instituições”, está confirmada no ato em apoio a Dallagnol, que irá ocorrer no próximo domingo (21) em frente à sede do Ministério Público Federal (MPF), em Brasília (DF).
As informações são do Antagonista.

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, concedeu entrevista ao Estadão, nesta quinta-feira (18), onde discorreu sobre a cassação do mandato de deputado federal do ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol (Podemos-PR) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na opinião de Marco Aurélio, a condenação é resultado de um plano de vingança, que primeiro atingiu a Operação Lava Jato, e, agora, busca punir os seus protagonistas. E alertou, citando Machado de Assis, que um dia “o chicote muda de mão”.
Sobre uma possível cassação do mandato de senador do ex-juiz da Lava Jato, Sergio Moro (União Brasil-PR), o ex-ministro se mostrou bem realista, dado o atual cenário brasileiro.
– A essa altura nós estamos, passo a passo, ficando perplexos. Eu não estaria dormindo bem no lugar do Moro – disse.
Com uma vasta experiência jurídica, mais de três décadas como ministro do STF e presidente do TSE por três períodos diferentes, Marco Aurélio se mostra decepcionado com o rumo do Judiciário no Brasil e, principalmente, com o julgamento envolvendo a cassação do mandato de Dallagnol.
– Aonde vamos parar? Algo realmente impensável. O que me assusta é a hegemonia: foi unânime. E um julgamento combinado, pelo visto, porque foi muito célere – observou.
– Como é que não houve divergência? Se lá eu estivesse, seria o chato.
O jurista acredita que está em curso um processo de desmonte das articulações criadas para combater a corrupção no Brasil.
-Basta você parar pra ver quem está aplaudindo essa decisão. Aí, você vê que a coisa é triste. Se confirma o que o então senador Jucá disse lá atrás, quando começou Mensalão, a Lava Jato, que era preciso “estancar a sangria”. Qual a sangria? Do combate à corrupção? Eu quero que ela aja, que ela ocorra. Nós precisamos realmente afastar do cenário o sentimento de impunidade – denunciou.
Pleno News

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), intimou o senador Marcos do Val (Podemos-ES) para depor sobre os atos de 8 de janeiro. O parlamentar, porém, ironizou a intimação e acusou o magistrado de tentar fazê-lo desistir de integrar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigará as invasões às sedes dos Três Poderes.
– Olha o sistema trabalhando. Eu passei de testemunha para investigado. Isso é um movimento para tentar me intimidar, para dizer que se eu continuar, estarei ferrado. Mas isso não me abala! Dane-se! – declarou.
Do Val mostrou um email enviado pela secretaria do Congresso Nacional com o nome de todos os integrantes da CPMI, inclusive o nome do provável presidente que irá liderar os trabalhos. Na verdade, a votação deve ser feita pelos integrantes da Comissão.
O governo terá a maioria das vagas, o que já pode indicar como as investigações seguirão. Na lista de senadores, o nome dele não aparece. Por isso, acredita que há um trabalho nos bastidores para impedir que ele participe.
O parlamentar disse que tem os principais documentos para apontar os rumos das investigações e, por esse motivo, o governo não tem interesse em permitir que ele trabalhe.
– O sistema é pesado! Muito mais do que vocês imaginam – completou.
*Pleno News

Nesta quinta-feira (18), o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) negou que pretenda renunciar ao seu posto na Casa Legislativa a fim de se adiantar a uma possível cassação de seu mandato. O ex-juiz da Lava Jato se pronunciou após o colunista do portal IG, Daniel Cesar, ter afirmado que ele teria contatado aliados nos Estados Unidos em busca de trabalho.
– Isso é totalmente fake – declarou o ex-magistrado em contato com a revista Oeste.
Desde a cassação de Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato, ventilam-se temores de que Moro poderia ser o próximo. Um dos que se expressaram nesse sentido foi o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello.
– A essa altura nós estamos, passo a passo, ficando perplexos. Eu não estaria dormindo bem no lugar do Moro. Onde vamos parar? (…) Enterraram a Lava Jato, agora querem fazer a mesma coisa com os protagonistas – declarou Marco Aurélio.
Ao se pronunciar sobre a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo Dallagnol, Moro afirmou no Twitter ter recebido a notícia com “muita tristeza”.
– É com muita tristeza que recebo a informação da cassação do mandato de deputado federal do Deltan Dallagnol. Estou estarrecido por ver fora do Parlamento uma voz honesta na política, que sempre esteve em busca de melhorias para o povo brasileiro. Perde a política. Minha solidariedade aos eleitores do Paraná e aos cidadãos do Brasil – assinalou.
Entenda a decisão que cassou o mandato de Dallagnol aqui.
*Pleno News

O número de baianos desempregados voltou a aumentar nos três primeiros meses deste ano. Com isso a Bahia se manteve como o estado com o maior índice de desemprego do País, com taxa de 14,4%, contra a média nacional de 8,8%, segundo aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Esta é a quinta vez seguida que a Bahia lidera o ranking nacional de desempregados na amostragem trimestral realizada pelo IBGE, tendo taxa de desocupação superior aos 13,5% verificada nos três últimos meses de 2022.
Para o deputado estadual Alan Sanches (União Brasil), líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), essa recorrência expõe a ausência de uma política sólida e responsável para geração de empregos.
“Nos últimos anos a gente vê muito discurso bonito, mas não vê ações concretas. Os governos do PT fazem um verdadeiro estelionato eleitoral. Dizem na campanha que vão cuidar de gente, mas não executam nenhuma política eficaz para estimular a geração de empregos no estado. Veja a indústria, por exemplo, que há muitos anos não tem nenhum estímulo, o que faz muitas empresas deixarem a Bahia ou desistiram de investir aqui”, diz Alan Sanches.
“A Ford foi embora por falta de competência do governo do Estado, que até hoje não conseguiu colocar uma empresa sequer para restabelecer os postos de trabalho que a Bahia perdeu. Ou seja, é um governo que fala muito, mas na hora H não faz nada”, acrescenta.
Na contramão da Bahia, outros estados apresentaram índices bem abaixo da média nacional, como Rondônia (3,2%), Santa Catarina (3,8%) e Mato Grosso (4,5%). Junto com a Bahia no pódio dos piores resultados estão Pernambuco (14,1%) e Amapá (12,2%).
“A gente vê outros estados apresentando resultados tão diferentes e fica se perguntando por que a Bahia, que é uma das maiores unidades da federação, ainda tem índices tão vergonhosos”, completa Alan Sanches.
Informações Informe Baiano

A Polícia Civil de Feira de Santana está apurando uma suposta agressão sofrida por um idoso de 70 anos, por policiais militares no Conjunto Fraternidade em Feira de Santana.
Familiares prestaram queixa ontem (17) na delegacia, informando que o homem que tem problemas mentais foi agredido por uma guarnição, quando os PMs foram até a sua residência em busca de uma informação com a esposa.
A delegada Ludmila Vilas Boas e Santos, titular da 1ª Delegacia, que investiga o caso, disse ao Acorda Cidade que recebeu a informação de que o idoso está internado no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), mas não tem mais detalhes sobre o seu estado de saúde.
A reportagem apurou junto aos familiares do homem que ele sofreu traumatismo craniano.
De acordo com a delegada, a informação passada a Polícia Civil foi de que os policiais foram até a residência do idoso solicitar uma informação, mas esta nem chegou a ser passada. Rapidamente a situação saiu de controle, ele teria desacatado os PMs, o que resultou na agressão.
“Estamos coletando informações, testemunhas para confirmar se houve essa versão, ou se houve outra. Não podemos adiantar detalhes, pois a investigação é preliminar e as informações ainda são poucas. Vamos ver se de fato se essa versão se confirma e qual seria a guarnição. Se a versão apresentada pela família for crível, serão processados criminalmente a depender do grau de lesão apresentada pela vítima e encaminhado os procedimentos a Corregedoria Geral da Secretaria de Segurança Pública (SSP).
A reportagem do Acorda Cidade solicitou a Assessoria de Comunicação do Comando de Policiamento Regional Leste (CPRL) um retorno sobre a situação. O Comando de Policiamento Regional Leste, através da 65ª CIPM enviou a seguinte nota:
Concernente ao fato ocorrido por volta 17h30, do dia 16 de maio de 2023, no Bairro Fraternidade, com o Sr. Antônio Araújo, 70 anos, o comando da 65ª CIPM já tem ciência dos fatos e instaurou uma Sindicância para apuração.
No momento em que convida algum familiar do Sr. Antônio Araújo a vir na sede da 65ª CIPM para, se assim desejar, prestar a queixa na Corregedoria Setorial desta unidade.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade