
O soldado da Polícia Militar Gleidson não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Geral do Estado (HGE). O militar do Batalhão de Choque foi baleado na cabeça durante uma tentativa de assalto a uma loja de celulares que seria de sua propriedade, no Cidadela, em Salvador, na manhã desta sexta-feira (19).
Gleidson é o oitavo agente de segurança morto este ano em Salvador e Região Metropolitana, segundo o Instituto Fogo Cruzado. Ao todo, 15 agentes de segurança foram baleados nas localidades neste ano.
*Bahia Notícias

Foto: Pathé Films
Asterix, o mais famoso guerreiro da Armórica, norte da antiga Gália, junta-se a Obelix, um tipo que junta força e poderes mágicos para defender sua terra da dominação romana, e nisso já se vão 64 anos. Publicados pela primeira vez em 1959, foram necessárias quatro décadas até que surgisse “Asterix e Obelix contra César” (1999), de Claude Zidi, e agora, em “Asterix e Obelix no Reino do Meio”, dois dos personagens mais longevos e queridos da cultura pop continuam firmes no propósito de manter a distância os romanos, mas estendem suas ambições para muito além da área compreendida entre a península da Bretanha e o território entre os rios Sena e Loire, incluindo-se também uma parte do interior. Guillaume Canet conhece seus protagonistas desde criança, e, talvez por isso, empenha-se tanto por preservar sua natureza épica, criando uma aventura que, na História real, decerto teria sido, no mínimo, improvável.
Roma avança sobre todo o mundo antigo, informa o narrador Gérard Darmon, para em seguida retificar que um vilarejo gaulês resiste à ofensiva de Júlio César (100 a.C. – 44 a.C.): justamente, claro, a aldeia onde Asterix e Obelix zelam por sua vida pacata, caçando os javalis que devoram — este com muito mais frequência que aquele, diga-se — entre hectolitros de cerveja e doses da poção mágica que os distingue dos outros. Aos poucos, Canet dispõe em seu roteiro, escrito em parceria com Julien Hervé e Philippe Mechelen, os detalhes que tratam dos planos do ditador romano acerca da invasão do Reino do Meio, a China, em 50 a.C., depois que So Hi — o nome de quase todos os personagens orientais resultam em trocadilhos ora irônicos, ora fesceninos, às vezes engraçados, às vezes não —, a imperatriz emburrada de Linh-Dan Pham, é destituída e presa no golpe de Estado conduzido pelo príncipe Deng Tsin Quin, de Bun Hay Mean. A princesa Fu Yi, vivida por Julie Chen, consegue escapar aos desmandos do novo déspota e com Tat Han, a ordenança real, de Leanna Chea, chega à Gália, ansiando que seus mais nobres cidadãos ajudem-na a resgatar a mãe e reaver a liderança sobre seu povo.
Na pele de Asterix, Canet desenvolve a contento a ideia central, dando azo também para respiros cômicos de outra natureza, a exemplo das sequências em que o César de Vincent Cassel e Cleópatra (69 a.C.–30 a.C.), a então companheira com quem divide a corte numa união nada idílica, interpretada por uma Marion Cotillard cirurgicamente mordaz — a esse propósito, basta dizer que a soberana do Egito troca o dono do mundo por outro homem, e não é por Marco Antônio (83 a.C.–30 a.C.) —, tecem considerações marcadas por xenofobia, misoginia e ressentimentos de parte a parte, tudo registrado pelo biógrafo do imperador, o afetado Biopix, de José Garcia. As passagens em que contracena com o Obelix de Gilles Lellouche tem lá sua graça, mas o filme dá a impressão de começar mesmo só na metade do segundo ato, quando o vasto elenco reúne-se num campo na movimentada sequência em que o vilão de Cassel sujeitar o Reino do Meio a uma humilhação tanto pior que a infligida por Deng Tsin Quin, mas é contido pelos heróis dos quadrinhos criados por criados pelo roteirista René Goscinny (1926-1977), e Albert Uderzo (1927-2020), responsável por dar a forma com que Asterix e Obelix tornaram-se internacionalmente célebres até hoje. O desfecho, confuso, vale pela paródia da canção-tema de “Dirty Dancing — Ritmo Quente” (1987), de Emile Ardolino (1943-1993), encenado num final feliz crível em se levando em conta a fantasia que perdura por seis décadas, e contando.
Filme: Asterix e Obelix no Reino do Meio
Direção: Guillaume Canet
Ano: 2023
Gêneros: Aventura/Comédia
Nota: 7/10

Neste sábado (20), o primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, anunciou, juntamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que iniciará o processo para aprovar a isenção de visto para turistas brasileiros no país.
Os dois mandatários se reuniram neste sábado, por cerca de uma hora, na cidade japonesa de Hiroshima (oeste), para onde Lula viajou para participar de várias sessões como parte da cúpula de líderes do G7, que inclui países emergentes.
Kishida também disse que fará um empréstimo no valor de cerca de 30 bilhões de ienes (cerca de R$ 1,08 bilhão) para apoiar ativamente o sistema de saúde brasileiro e outros setores, e compartilhou sua opinião sobre vários assuntos de cooperação com Lula.
Nesse sentido, concordaram em trabalhar juntos para a cúpula do G20, no próximo ano, da qual o Brasil assumirá a presidência de turno, além de apoiar a presidência do país para sediar a COP30 (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima) em 2025.
Lula e Kishida também trocaram opiniões sobre a situação na Ucrânia e no Leste Asiático e concordaram em fazer uma coordenação no âmbito do Conselho de Segurança das Nações Unidas, do qual ambos são membros não permanentes atualmente.
Também reafirmaram a importância de valores fundamentais como a liberdade e a democracia, e concordaram em trabalhar juntos para manter e fortalecer “uma ordem internacional baseada no estado de direito”.
O Brasil é um dos países convidados a participar de várias das sessões deste G7, que conta com número recorde de participantes, incluindo Índia, Coreia do Sul e Comores, atual presidente da União Africana, em um fórum em que os membros buscam ampliar suas alianças.
Lula participará de três encontros temáticos nos próximos dois dias em que serão discutidos segurança alimentar, mudança climática e fortalecimento do sistema global de saúde.
Aproveitando sua presença em Hiroshima, o presidente também planejou outros encontros bilaterais com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; e o presidente da Indonésia, Joko Widodo.
*EFE

O escritório Campos Thomaz e Meirelles Advogados Associados, que representava o Telegram no Brasil, renunciou a todos os processos do aplicativo no país. Com isso, a empresa ficará sem representante legal no Brasil e, por causa de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes de março de 2022, pode ter o serviço suspenso – na ocasião, o ministro disse que o app deveria contratar um representante no país, sob pena de ser suspenso.
A renúncia foi comunicada por e-mail ao Telegram na terça-feira (16) e começou a ser informada em todos os processos nos quais o aplicativo é parte ainda na noite da quinta-feira (18). Pelo que diz o Código de Processo Civil, os advogados continuarão a ser intimados por até dez dias depois da renúncia aos processos, caso a empresa não contrate outro escritório.
No e-mail, o escritório informou que deixa os processos “por motivos de foro íntimo”. E avisou que a renúncia “abrange todo e qualquer assunto e/ou representação (em qualquer juízo, instância ou tribunal, quaisquer repartições e autoridades públicas federais, estaduais, municipais, autarquias, incluindo quaisquer órgãos da administração pública direta e indireta já autuados, além de atos extraprocessuais praticados)”.
Intimações pessoais O principal motivo para a renúncia foram as intimações pessoais do advogado Alan Thomaz, sócio do Campos Thomaz e Meirelles. Isso fazia com que ele fosse tratado como um representante administrativo do Telegram no Brasil, e não sócio do escritório que defende a empresa em processos judiciais.
Informações Bahia.ba

Nem Record nem SBT. Vai demorar algum tempo para Fausto Silva voltar à TV. De saída da Band, o apresentador disse com exclusividade ao Notícias da TV que, depois de se arriscar em um programa diário em um horário antes ocupado por pastor evangélico, está cansado e quer dar um tempo de televisão.
“Vou parar um bom tempo. Programa diário é desgastante. [A Band] Dava traço e consegui média de 3,5 pontos num horário complicado”, lamenta o apresentador.
Faustão anunciou aos diretores de seu programa na Band, na última quarta-feira (17), que está deixando a emissora depois de um ano e meio de tentativas de levantar o ibope e atrair anunciantes. Na próxima semana, ele deve gravar material que abastecerá o Faustão na Band até meados de julho.
Eu tô na hora de dar uma descansada, uma parada, principalmente curtir os amigos, curtir a família. Estava num ritmo muito acelerado. Esse negócio de [programa] todo dia, todo dia, embora se grave só três vezes por semana, na verdade você fica envolvido a semana inteira.
Desde que o fim da parceria entre Faustão e a Band foi anunciada, especulou-se que ele estaria em negociações até avançadas com SBT e Record. De fato há interesse dessas emissoras em ter Faustão, já existiram conversas, porém não foi por causa de convite dessas emissoras que Faustão está deixando a Band. O motivo é mesmo a baixa audiência (na faixa dos 2,5 pontos) na Grande São Paulo, e o faturamento deficitário.
Aos 73 anos e depois de três décadas como o maior salário da televisão brasileira, Fausto tem investido em seu filho, João Guilherme Silva, como sucessor. Promoveu o novato e Anne Lottermann a coapresentadores do Faustão na Band. Deixa no ar a expectativa de que os dois continuem na TV.
“Foi uma decisão [a ruptura com a Band] muito serena. A bola agora continua com o João, com a Anne, enfim, [vou] abrir espaço para os novos, os jovens”, disse ao Notícias da TV.
Ainda não há sinais de que os “herdeiros” vão continuar na Band. João Guilherme e Anne devem tocar o Faustão na Band até emissora lançar uma nova programação para ocupar o horário, no segundo semestre.
O encerramento da segunda passagem de Faustão pela Band foi acertado em comum acordo. O contrato será simplesmente rescindido, sem pagamento de multa.
Faustão acertou sua volta à Band em maio de 2021, após negociar com a Globo que o Domingão do Faustão (1989-2021) ficaria no ar somente até dezembro daquele ano, ao final de 32 temporadas. A Globo, contudo, não gostou de Fausto ter vazado que iria para a Band e resolveu antecipar sua saída. Ele foi substituído Tiago Leifert e, depois, por Luciano Huck.
O Faustão na Band enfrentou crise nos bastidores logo após seu início, em 17 de janeiro de 2022. O bom desempenho na estreia, com picos de 9,9 pontos, não se confirmou nos dias seguintes. A falta de anunciantes obrigou a produção a fazer cortes, que não pouparam nem a irmã do apresentador, Leonor Corrêa, uma das diretoras do programa.
No fim do ano passado, a Band dispensou todas as bailarinas que estavam no tradicional Balé do Faustão.
Neste ano, o programa criou novos quadros e investiu mais em notícias para tentar levantar a audiência. Em abril, fez pilotos de game shows semanais, como o Jogo da Adivinhação e o Jogo da Sedução, remontagem de um quadro utilizado pelo apresentador em 2001 no extinto Domingão do Faustão. Os quadros, contudo, não foram ao ar.
Informações Notícias da Tv UOL

Palocci, durante 35ª Fase da Lava Jato: ele deve R$ 2,3 mi. Foto: Giuliano Gomes/Folhapress
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), atendendo a um pedido do Ministério Público Federal (MPF), cancelou duas decisões do juiz Eduardo Appio em favor do ex-ministro Antonio Palocci nesta sexta-feira (19).
O tribunal de segunda instância suspendeu uma audiência sobre “excessos e erros” da Operação Lava Jato na qual Palocci seria ouvido. A liberação de R$ 35 milhões de uma conta relacionada ao ex-ministro também acabou cancelada.
O MPF alegou que a conta estaria ligada a uma ação penal e já foi transferida para a Justiça Eleitoral do Distrito Federal. Os procuradores alegaram também a incompetência da 13ª Vara de Curitiba.
Créditos: O Antagonista.

Foto: Divulgação
Na próxima semana, será aberto — e concluído — um importante capítulo da longa e arrastada disputa familiar pela herança de R$ 1 bilhão deixada pelo apresentador Gugu Liberato, que morreu, aos 60 anos, em 2019, após sofrer um acidente doméstico em casa, em Orlando, nos Estados Unidos. Entre segunda (22) e quarta-feira (24), a Justiça de São Paulo determinará, enfim, se Rose Miriam Souza di Matteo mantinha, com o comunicador, uma relação possível de ser configurada como união estável.
Mãe dos três filhos de Gugu Liberato — as gêmeas Marina e Sofia, de 19 anos, e o jovem João Augusto, de 21 —, Rose Miriam não tem seu nome mencionado no testamento deixado pelo apresentador. No documento, elaborado em 2011, o comunicador destinou o patrimônio avaliado em R$ 1 bilhão da seguinte maneira:
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/6/y/Hcps1LRmuReC5hdM84TA/guguu.webp)
Gugu Liberato e família: da esquerda para a direita, João Augusto, Miriam, Sofia, o apresentador e Marina — Foto: Reprodução
Bible prophecies are coming true!!
visit watchpostblog.com/ to learn more
>
No mesmo dia em que assinou (e, portanto, ratificou) o documento — poucas horas após o enterro do apresentador —, Rose Miriam acionou o advogado Nelson Willians, dono do maior escritório de advocacia da América Latina, para contestar a maneira como a herança seria partilhada. A intenção era comprovar diante da Justiça que ela mantinha uma união estável com Gugu e pleitear, assim, ao menos 50% do valor total da fortuna. A outra metade seria destinada aos três filhos.
Desde então, iniciou-se uma guerra particular entre a família. Advogados que representam os bens de Gugu Liberato rebatem Rose Miriam e alegam que o comunicador deixou para ela, em vida, uma mansão em Alphaville, em São Paulo — avaliada em R$ 6 milhões —, além de US$ 500 mil oriundos de investimentos. Rose, no entanto, bate o pé e se dedica a um incansável périplo judicial para que ela seja uma das inventariantes do testamento, sob a justificativa de que passou duas décadas vivendo ao lado do apresentador.
Em meio ao conflito, os filhos se dividiram. De um lado, as gêmeas Marina e Sofia — que foram emancipadas para que pudessem tomar decisões judiciais por si mesmas — apoiam a mãe. As duas, aliás, já estão no Brasil para prestar depoimento, na próxima semana, a favor do reconhecimento da união estável dos pais. De outro lado, o primogênito João Augusto afirma que as irmãs estão sendo “manipuladas” como parte de uma “aventura fantasiosa” movida pela própria mãe. O rapaz defende a tia Aparecida Liberato, a quem Gugu determinou a função de inventariante de seus bens.
A decisão da Justiça de São Paulo, na próxima quarta-feira (24), definirá, enfim, o rumo do patrimônio deixado pelo apresentador. “Todos os elementos comprovam que Rose e Gugu mantinham uma relação pública, notória, duradoura, contínua e com objetivo de constituir família”, argumenta o advogado Nelson Willians, defensor de Rose Miriam. João Augusto reforça a opinião da tia e insiste que a divisão de bens determinada pelo pai é “incontestável”, pois representa um desejo do próprio. E mais: o jovem lamenta, em meio à celeuma, que tenha que se defender “dos desacertos causados infelizmente pela minha mãe e sua família”, como sublinha.
Em entrevista ao “Fantástico”, veiculada em fevereiro de 2020, a mãe de Gugu, dona Maria do Céu, de 90 anos, incrementou a discussão ao dizer que seu filho e Rose Miriam “nunca tiveram nada”. Carlos Regina e Dilermando Cigagna, advogados da família Liberato, validam a declaração de Maria do Céu e afirmam que não havia união estável entre Rose e Gugu.
Na mesma reportagem, Nelson Wilians, advogado de Rose, rebateu a colocação e reforçou que sua cliente era “a mulher, a esposa, a companheira” de Gugu — e que somente após a morte do apresentador teria surgido “essa história de que ela era uma amiga”.
O Globo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes pediu destaque e suspendeu temporariamente o julgamento que discute a legalidade da revista íntima em presídios. Com a medida, solicitada nesta sexta-feira, 19, o placar da sessão é zerado e o caso é remetido para análise no plenário físico da Suprema Corte, com debates sobre o entendimento dos casos entre os magistrados.
Até então, o julgamento acontecia por meio do plenário virtual, formato em que os ministros apenas depositam seus votos no sistema eletrônico da Corte, não havendo debates. publicidade
O Supremo julga se a prática viola os princípios da dignidade da pessoa humana e da proteção à intimidade. Outro ponto que deve ser decidido pela turma do STF é se podem ser considerados para eventual responsabilização objetos encontrados por meio da revista íntima, como drogas ou outros objetos.

Pela manhã, seis dos dez atuais ministros do STF votaram para considerar inconstitucional a revista íntima a visitantes em presídios e invalidar provas — como drogas ou celulares. No entanto, o ministro André Mendonça atualizou o voto no julgamento da ação.
De acordo com o gabinete do ministro, houve um erro de lançamento do voto no sistema eletrônico, que foi corrigido. Agora, Mendonça acompanha a divergência aberta pelo ministro Alexandre de Moraes.
Moraes segue no sentido de uma tese que a revista íntima para a entrada em presídios seria excepcional, justificada para cada caso específico e tendo a concordância dos visitantes.
O recurso começou a ser julgado em outubro de 2020 no STF. Foi retomado no plenário virtual no último dia 12. Agora, não há data para o caso ser recomeçado.
Informações Revista Oeste

Uma mulher não identificada foi detida em Balneário Camboriú, Santa Catarina, após andar de topless na avenida da orla da praia. O caso foi registrado como ato obsceno pela Polícia Civil e ela foi liberada após prestar depoimento.
A prática de tomar sol sem a parte de cima do biquíni, com os seios à mostra, não é um crime específico no Brasil. Mas, mesmo assim, pode levar à prisão.
A atitude pode ser entendida como ato obsceno, que é um crime tipificado pelo artigo 233 no Código Penal. A pena pode ser de detenção, de três meses a um ano, ou multa.
O artigo 233, no entanto, não explica exatamente o que é um ato obsceno. Sendo assim, fica a cargo do agente público a interpretação de cada caso. E, se esse episódio virar uma ação criminal, caberá ao juiz definir se vai ou não entender o topless como um ato obsceno.
Nos casos em que um agente público entende o topless como um ato obsceno, a abordagem deve ser feita de forma pacífica, assim como a condução até a delegacia, se for o caso.
O Projeto de Lei 190/22, do deputado Paulo Ramos (PDT-RJ), propõe a liberação do topless no Brasil. O texto propõe uma alteração no Código Penal para deixar claro que a exposição do corpo humano acima da linha da cintura em qualquer ambiente público não deve ser considerada ato obsceno.
Parlamentar cita casos de abordagens de mulheres pela prática de topless. Segundo o site da Câmara dos Deputados, Paulo Ramos afirma que o Código Penal “existe para resguardar o pudor público e não para constranger mulheres no exercício de sua cidadania.”
Antes de ser votado pelo Plenário, o projeto deve ser analisado pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Informações Universa UOL

Fotos: Luis Gustavo Bandeira Simas/divulgação
Quem nunca viveu a experiência de chegar ao escritório para mais um dia de trabalho e após encontrar um colega gripado, viu gradativamente diversos funcionários apresentarem sintomas de gripe? O cenário, que parece corriqueiro, tem um responsável “silencioso”, o aparelho de ar condicionado, item fundamental para trazer conforto térmico ao ambiente de trabalho, mas que também pode atuar como um dos principais disseminadores de vírus, no nosso convívio diário.
Esse tipo de situação ocorre pois ao ser ligado, o aparelho puxa o ar do ambiente, resfria e o redistribui no ambiente. Se o ar estiver contaminado com vírus, o sistema de ar condicionado pode espalhar esses vírus para outras partes do ambiente, é o que aponta o empresário Loyola Neto, responsável pela SALVAR, startup que criou um equipamento de proteção coletiva que elimina fungos, vírus e bactérias presentes no ambiente interno refrigerado.
“Em geral as pessoas se enganam achando que o ar do condicionador vem de fora, porém, na prática o aparelho apenas refrigera aquele ar que já está ali no ambiente. Um exemplo disso é o caso de odores no cômodo, até que a fonte do odor seja removida, ele vai permanecer circulando ali”, explica Loyola.
![]() |
| Loyola Neto, CEO da SALVAR |
Além dos surtos de contaminação, a falta de uma manutenção adequada dos aparelhos também pode provocar o acúmulo de poeira, ácaros e bactérias, que podem desencadear problemas respiratórios, como asma, rinite, bronquite e outras doenças pulmonares. Isso sem contar o agravamento de doenças pré-existentes como asma e rinite após a exposição ao ar contaminado dos condicionadores.
“Foi pensando nisso, que criamos um filtro que bloqueia a recirculação de fungos, vírus e bactérias, garantindo uma maior qualidade do ar e a segurança para saúde de quem trabalha naquele local”, completa.
Inovação
O filtro EPC Antiviral da SALVAR é uma tecnologia inteiramente desenvolvida na Bahia e tem a capacidade de reduzir 99,999% da carga viral, incluindo o coronavírus presentes em ambientes fechados. O produto serve pra qualquer tipo de ambiente, como escolas, farmácias, clínicas, hotéis, hospitais, restaurantes, etc.
A inovação foi patenteada em parceria com SENAI Cimatec e passou por testes em quatro laboratórios independentes. “Hoje estudos apontam que em um ambiente fechado, um indivíduo infectado pode contaminar até 54 pessoas. Prova disso são surtos que vemos após festas como o carnaval”, explica.
![]() |
| Loyola Neto, Pedro Dantas e Genilson Brito, da SALVAR |
Com empresas cada vez mais preocupadas com os impactos provocados pelo afastamento de funcionários, o filtro desenvolvido pela SALVAR tem sido um grande aliado. “Temos diversas instituições que tem utilizado o nosso filtro com excelentes resultados no dia a dia, a exemplo do SEBRAE, Fieb, Faeb, Senar, Fecomércio, além de estarmos em fase de implantação na Bahiagás e Embasa”, aponta. “A saúde da empresa passa pela saúde dos seus funcionários, por isso acredito que a tendência é ter uma busca cada vez maior por um ar de qualidade no ambiente de trabalho”, comenta.
Para conhecer mais sobre o filtro EPC Antiviral, acesse: https://salv-ar.com/.
Informações Correio