
Foto: Lindsay Fox/Pixabay
Passageiros ouviram um estalo e fumaça começou a sair de dentro do bagageiro; a história foi veiculada no portal britânico Mirror
Um cigarro eletrônico explodiu dentro do avião em um voo que ia de Genebra, na Suíça, a Amsterdã, na Holanda, assustando os passageiros. A história foi veiculada no portal britânico Mirror.
Os passageiros do voo ouviram um estalo pouco depois da decolagem, e fumaça começou a sair de dentro do compartimento de bagagem de mão.
Um grupo de passageiros abriu o compartimento e pegou a bolsa na qual o cigarro eletrônico estava, ainda em chamas. A bagagem foi jogada no chão, e as pessoas apagaram o fogo pisando em cima dela, enquanto mais fumaça começa a preencher o avião.
A companhia aérea EasyJet, responsável pelo voo, informou à emissora Radio Television Switzerland (RTS) que “o incidente será objeto de uma investigação formal, de acordo com os procedimentos”.
CNN Brasil

A empresa de ônibus Rosa, que atua no transporte público de Feira de Santana, pode deixar de atuar no município. De acordo com o site Bahia na Política, a empresa ajuizou um pedido de rescisão do contrato de concessão com o poder Executivo, e o documento foi entregue na prefeitura na tarde de ontem (24).
Em entrevista ao Acorda Cidade, na manhã desta quinta-feira (25), o prefeito Colbert Martins informou que ainda não estava sabendo desta decisão, e irá buscar por meios legais, uma nova empresa para atuar na cidade.
“Eu não estive no gabinete ontem a tarde, apesar de ter chegado de Brasília por volta de 12h30, e durante o dia tive várias reuniões e não estive no gabinete. Não tive conhecimento, eu estou tomando conhecimento através de vocês e de Jair Onofre, pessoas que tem muito cuidado e responsabilidade com a informação, portanto, o assunto é verdadeiro, e eu vou acionar o procurador Augusto da Graça Leal para que possamos agir da forma mais rápida possível e se esse é o interesse da empresa, buscar uma nova empresa”, afirmou.
Questionado se a empresa São João poderá assumir as outras linhas que são de responsabilidade da empresa Rosa, o prefeito informou que ainda não possui esta informação.
“Eu não tenho conhecimento, vou consultá-los e evidentemente quando há 3 anos a empresa abandonou quatro linhas por entender que estas linhas eram deficitárias, a empresa São João assumiu estas linhas e até hoje as mantém com dificuldades”, pontuou.

Tem brincadeira nos quatro cantos de Feira nesta sexta, 26. Estudantes, professores e profissionais da Educação Municipal vão encher a cidade com ações em comemoração ao Dia Mundial do Brincar, o ‘Dia B’. Esta é a 8ª edição do movimento promovido pela Secretaria de Educação.
A programação brincante inclui passeios de trenzinho, caminhada e atividades lúdicas para os mais de 55 mil estudantes das 209 escolas municipais. Um grupo de 820 alunos de vinte unidades escolares estará no Centro de Feira de Santana levando a mensagem de conscientização de que brincar é um direito garantido à criança e ao adolescente segundo o artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas.
A partir das 9h, o passeio de trenzinho para as crianças da Educação Infantil de seis escolas inclui no roteiro passagem pelo Mercado de Artes, terminal central de transbordo e o Paço Municipal.
No mesmo horário os estudantes do Ensino Fundamental de quatorze escolas também vão encher o calçadão da Sales Barbosa com muita alegria e diversas brincadeiras, a exemplo de bolas de sabão, cantigas de roda, peteca, bambolê, mamãe sacode, fantasias e muito mais. A concentração da caminhada será no coreto da Praça Eduardo Fróes da Mota.
INCLUSÃO
Já no Centro Municipal Integrado de Educação Inclusiva Colbert Martins da Silva (antigo FTC) os estudantes com deficiência terão a oportunidade de aproveitar o Ginásio Péricles Valadares para uma série de atividades especiais ao longo da manhã e da tarde.
E a brincadeira não para por aí! Todas as unidades da Educação Pública Municipal vão desenvolver internamente atividades lúdicas e divertidas para a comunidade escolar. Tudo estará compartilhado através das redes sociais na hashtag #DiaMundialDoBrincarEmFeiraDeSantana

Vinte e cinco anos depois de se tornar freira, Selma Teixeira, 51, decidiu dar um novo rumo para a sua vida: deixar o celibato. A decisão ocorreu após ela passar por um tratamento cardíaco e uma cirurgia bariátrica — ela chegou a pesar 148 quilos. Durante as consultas de rotina, a ex-freira conheceu uma médica que se tornou sua amiga e, um tempo depois, chegou a beijá-la — fazendo com que Selma repensasse o seu futuro.
A Universa, ela conta sua história.
“Meu nome é Selma Teixeira, mas já fui Chiara Letícia. Já estive com três papas e o último deles, o papa Francisco, me escreveu uma carta com votos de um casamento feliz. Não será possível atender ao desejo dele e a decisão não é minha, é da igreja.
Sou uma ex-freira, ex-madre superiora, que abandonou os votos de castidade, pobreza, obediência, clausura e o mais alto posto que uma mulher pode alcançar na igreja católica por causa do meu coração.
Primeiro, porque ele deu sinais de pane. Segundo, porque me apaixonei por uma das pessoas que salvou a minha vida. A paixão arrebatadora foi o apagar das luzes de 25 anos de dedicação exclusiva à igreja.
Eu vivi no celibato e no enclausuramento por quase três décadas, mas isso não significa que a minha vida até aqui não tenha sido movimentada.
Nasci na cidade de Piracicaba, no interior de São Paulo, e foi por uma inquietação e uma vontade imensa de contribuir para a comunidade humana que dei início ao que, na igreja, chamamos de vida consagrada. Isso, aos 18 anos.
Como sempre fui muito idealista, comecei por buscar uma ordem que tivesse um trabalho social, principalmente com mulheres em situação de risco. Isso porque, desde cedo, eu me incomodava com o afastamento das mulheres nas posições de importância na igreja.
Foi aí que eu cheguei às irmãs carmelitas teresianas, uma ordem instalada na cidade de Jundiaí, também no interior de São Paulo. Elas tinham um trabalho externo importante justamente com meninas e mulheres em situação de risco.
Mas eu fui além quando, nas minhas formações, tive contato mais profundo com a vida de Santa Clara e São Francisco de Assis. Eu entendi que o que me consumia internamente era não ter encontrado, até aquele momento, a minha forma religiosa de expressão e soube, através do conhecimento, que queria viver como eles viveram, e decidi que seria pobre, livre e casta, como eles foram.
Eu não sabia que seria tão difícil.
Me transferi, diante dessa escolha, para a ordem das irmãs clarissas, na cidade de Colatina, no Espírito Santo e em 1º de setembro de 2002 fiz os votos perpétuos e me tornei a irmã Chiara Letícia da Mãe de Deus. Fui Chiara até meus 47 anos.

Foi minha atuação com as irmãs clarissas em Colatina que abriu as portas para que, anos mais tarde, eu me tornasse uma madre superiora.
No Espírito Santo, eu assumi a responsabilidade pela formação das freiras, fui membro do conselho da comunidade e estive à frente da retomada das obras do mosteiro, que estavam paralisadas por falta de recursos.
Primeira obra concluída com sucesso. Em 2008, as irmãs clarissas decidiram pela criação de uma nova formação, a de Nossa Senhora das Alegrias, na cidade de Araputanga, no interior do Mato Grosso. Foi ali, depois de 14 anos na vida religiosa, que me tornei madre superiora e estive de novo à frente da captação de recursos para a construção do segundo mosteiro da minha vida.
Como freira e madre superiora, segui religiosamente todos os ritos do mosteiro e da clausura. Jejum e orações na madrugada estavam entre esses ritos.
Em 25 anos como freira, trabalhei com gestão de pessoas, gestão de recursos, estudei teologia, filosofia, psicologia e história, mas em entidades que não são reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC) e que, portanto, não contam para o meu currículo como uma civil.
Eu ainda tenho muitas questões com a igreja, porque a gestão ainda é carregada de machismo. A redução do papel da mulher e a questão do patriarcado na igreja sempre me afetou, por isso sempre procurei por ordens que valorizavam a vida feminina.
Se eu fosse um padre, certamente seria um doutor em teologia, pelo menos, mas como mulher, a falta de reconhecimento por toda instrução que a gente adquire empobrece muito a vida consagrada feminina.none
Desde que me tornei freira, estive algumas vezes no Vaticano e me encontrei com os três últimos papas: João Paulo 2º, Bento 16 e Francisco. Foram experiências que eu, como uma menina do interior, jamais poderia conceber.
Muitas das histórias que vivi seriam inimagináveis para a mesma menina lá do início dos anos 90.
A peça que meu coração pregou foi mais uma dessas. Com 148 quilos e 1 metro e 58 centímetros de altura, ele começou a bater de forma desenfreada e me vi vítima de episódios de pressão alta. Depois de começar o tratamento cardíaco, fui submetida a uma cirurgia bariátrica e ali, minha vida mudou mais uma vez.
Eu já percebia, na época, que meu tempo na clausura, toda a doação para a igreja e comunidade estavam chegando ao fim, que eu já tinha contribuído o suficiente. Pode não ser suficiente para as outras pessoas, mas foi suficiente para mim. A nossa história é transitória, a minha história com Deus também poderia ser dinâmica.none
Durante o meu tratamento, fui acompanhada por uma médica que se tornou minha amiga. Eu sentia muita gratidão por ela ter sido uma das profissionais que salvou a minha vida e como tínhamos um gosto musical semelhante, em uma das minhas viagens, comprei um box do compositor clássico francês Claude Debussy e dei de presente para ela.
Em um dos meus exames, cheguei no consultório e ela tinha colocado Debussy para tocar. Foi nesse dia que ela me deu um beijo.
Ela me deu um beijo inesperado e eu, claro, não correspondi. Demorei muito tempo para perceber que tinha me ligado afetivamente a ela. Eu resolvi um problema de saúde, mas ganhei um problema afetivo.none
Fiquei confusa e, como eu tinha direito a uma licença de três anos, decidi pedir afastamento por um ano para refletir e dar continuidade ao meu tratamento em São Paulo.
Eu poderia ter usado a igreja e esse período sabático até me decidir sobre a minha relação, mas não é da minha índole. Eu convivi com muitas pessoas que eu considero santas e que me marcam até hoje, que estavam ali pelo mesmo propósito que tive até aquele momento. Por isso, optei por interromper a minha licença.
Decidi pedir o que a igreja chama de exclaustração definitiva, que é a anulação dos votos de castidade, obediência, pobreza e clausura. Só há uma pessoa que poderia me dispensar do meu cargo de madre superiora: o papa.
Primeiro, escrevi uma carta para a madre superiora do mosteiro mãe, que juntou outros documentos da minha vida religiosa e encaminhou tudo ao Vaticano.
Na carta de retorno, o papa Francisco me agradeceu pelos anos de dedicação à vida religiosa e à igreja católica, disse que estava rezando para que eu fosse feliz e que daquele momento em diante eu estava totalmente desligada dos votos, que poderia ter novas relações e até contrair matrimônio.
Eu me casei, mas não foi o único e tradicional casamento abençoado pela igreja católica. Tampouco me casei com a médica que me roubou o beijo que foi decisivo para o fim do meu tempo como madre superiora.
Como uma mulher que ficou 25 anos dentro de uma instituição que tinha normas e leis traçadas, eu não queria aquilo novamente. Eu sabia que, assumindo o relacionamento com uma pessoa que estava completamente estável, eu apenas trocaria de papel, trocaria de caixa, e liberdade era algo que eu tinha acabado de conquistar.
Hoje me considero uma pessoa melhor e a teologia e filosofia são parte disso. Minha relação com a igreja mudou, mas a minha fé em Deus e em Nossa Senhora continua inabalável.
Liberada da vida religiosa, voltei a Piracicaba e tive um relacionamento com essa médica por seis meses. Depois disso, realizei o sonho de viajar para o Chile com uma sobrinha e com essa mesma sobrinha comprei um bar.

Fomos imensamente felizes, fizemos amigos que estarão com a gente pelo resto das nossas vidas, bebemos tanto quanto nossos clientes e fechamos na pandemia.
Depois disso, trabalhei na melhor padaria da cidade e a minha profissão mais recente é a de motorista de aplicativo.
Eu gosto muito de dirigir. De tudo o que eu fiz até agora, dirigir é o trabalho com o qual eu mais me identifico. Eu sempre gostei, em todos os meus papéis, do contato com as pessoas, e tenho encontrado pessoas fascinantes enquanto estou ao volante.
Conheci minha esposa em outubro e estamos casadas desde fevereiro.
Hoje eu sou uma pessoa que tem tatuagem, que adora uma cerveja, apaixonada e casada com a Priscila, que é uma companheira para a vida. Tenho certeza que Deus está feliz comigo, porque ele sabe que estou realizando o que eu queria realizar.none
Eu nunca senti que Deus me abandonou porque saí da vida religiosa ou porque estou em pecado, vivendo com uma mulher que me completa. Passei 25 anos da minha vida na clausura, não é tão difícil imaginar por que eu quero expandir. Viver livre, leve e solta.

Informações Universa UOL

A cantora Tina Turner, que morreu hoje aos 83 anos, nasceu nos Estados Unidos, mas renunciou à cidadania americana em 2013, segundo o jornal Washington Post.
Ela vivia na Suíça há quase três décadas, casou-se com o produtor musical alemão Erwin Bach e obteve a nacionalidade suíça.
Em uma declaração de renúncia voluntária à cidadania americana, Turner afirmou não ter fortes vínculos com os Estados Unidos, com exceção de sua família, e que também não tinha planos de residir nos Estados Unidos no futuro.
Tina Turner morava em Kusnacht, na Suíça.
No começo de 2022, ela e o marido, Erwin Bach, compraram uma nova casa nas redondezas do Lago Zurique. Na época, eles disseram que o espaço seria utilizado como um “novo retiro de fim de semana”.
A casa está avaliada em U$ 76 milhões (o equivalente a R$ 375,9 milhões).
O imóvel abrange mais de 22 mil metros quadrados.
Local tem lagoa privada, riacho, piscina e deck para barcos.
A cantora se relacionava com Erwin Bachdesde 1995.
O casal oficializou a união em 2013 com uma cerimônia civil e uma celebração budista.
Na época, Tina renunciou à cidadania americana e obteve a nacionalidade suíça.
Antes de Erwin, ela foi casada com o músico Ike Turner, que morreu em 2007 após uma overdose de cocaína.
Tina e Ike se separaram em 1987, após um relacionamento marcado por brigas e violência.
Informações Splash UOL
Mãe dos três filhos do apresentador, Rose Miriam ficou de fora do testamento e briga na Justiça para ter direito a 50% da herança. Testamento deixado por Gugu dá 75% dos bens aos filhos e 25% a cinco sobrinhos. Rose chegou a ser questionada sobre vida íntima.
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— Foto: Arquivo pessoal
Um aumento nas buscas relacionadas à vida pessoal de Gugu Liberato foi percebida no Google desde que a herança do apresentador, morto em 2019 nos Estados Unidos, voltou a ser discutida na 9ª Vara de Família e Sucessões do foro Central de São Paulo nesta semana.
A família dividida, as intimidades expostas, as audiências adiadas, as manifestações nas redes sociais de envolvidos, as especulações do público, e o fato de o processo estar sob segredo de Justiça, marcam o caso.
Feito em 2011, o testamento não incluiu Rose e distribuiu a herança, avaliada em R$ 1 bilhão, da seguinte forma:
Rose não aparece no testamento e, segundo “O Globo”, só assinou documento abrindo mão da herança porque estava sob efeito de remédios, com um “quadro delirante”.
Gugu repassava em vida US$ 10 mil mensais para que Rose Miriam cobrisse despesas pessoais e da casa da família em Orlando, nos Estados Unidos. Em 2021, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou que o valor deveria ser mantido e pago pelo espólio do apresentador.
Rose alega que a quantia não foi paga de maneira correta e cobra os valores. Ela também pede que a Justiça reconheça sua união estável com Gugu ao longo dos 20 anos em que viveram juntos.
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Gugu Liberato e Rose — Foto: Reprodução/TV Globo
Caso fique comprovada a relação estável de Rose com o apresentador, ela terá direito a metade da herança. Os outros 50% ficariam com os três filhos. Os cinco sobrinhos citados no testamento deixado por Gugu deixariam de ter direito ao patrimônio.
Rose Miriam e as filhas Marina e Sofia são representadas pelo advogado Nelson Wilians, enquanto a irmã do apresentador, Aparecida Liberato, e o filho João Augusto são representados pelo advogado Dilermando Cigagna.
Procurado, Cigagna disse que não comenta o caso. Wilians comentou brevemente que “as gêmeas Marina e Sofia sempre estiveram ao lado da mãe na busca dela pelo reconhecimento de união estável na Justiça”.
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Marina, filha de Gugu, chega ao Fórum acompanhada do advogado — Foto: Divulgação
Ainda não se sabe. A Justiça adiou dois dias de audiências previstas para terça (23) e quarta-feira (24), depois de ouvir as gêmeas na segunda (22). O juiz da 9ª Vara de Família e Sucessões do foro Central, que analisa o pedido de união estável, remarcou as sessões para junho sob alegação de que a medida foi tomada para que todas as testemunhas sejam ouvidas.
Após a morte, o chefe de cozinha Thiago Salvático alegou ter se relacionado com Gugu e que os dois eram companheiros. A mesma 9ª Vara da Família e Sucessões da Justiça de São Paulo considerou que os dois eram amigos e julgou o caso como extinto “sem exame de mérito”. Cabe recurso.
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Gugu e Thiago em viagem — Foto: Reprodução
Na segunda-feira (22), as filhas gêmeas de Gugu, Marina e Sofia, participaram da primeira audiência e se posicionaram a favor da mãe. Elas moram nos Estados Unidos e desembarcaram em São Paulo na sexta-feira (19) passada. Após as primeiras oitivas, Marina publicou uma foto nos Stories visitando os estúdios da GGP Produções, fundados em 1999 pelo apresentador e empresário. “Muito bom voltar a esse lugar que nosso pai construiu com tanto carinho e que ele tanto gostava. Amei e pretendo voltar muitas vezes”, escreveu no seu perfil.
Presente na audiência, João Augusto Liberado negou que ficou em silêncio em depoimento à Justiça de forma proposital. “Não é verdade que preferi ficar calado durante a audiência, não me manifestei porque não era o momento de me ouvir”, escreveu no seu perfil no Instagram após meses afastado da rede social.
O que aconteceu depois foi uma sequência de informações desencontradas. Perguntas direcionadas à Rose pela defesa de Aparecida Liberato, irmã de Gugu, começaram a circular sem confirmação de nenhum dos lados.
O g1 confirmou que Dilermando Cigagna, advogado que defende os interesses de Aparecida e João, perguntou à Rose detalhes da sua vida íntima com Gugu. A pergunta foi reprovada pelo juiz do caso, José Walter Chacon Cardoso.
“Não é impertinente, mas é constrangedor. Porque eu não sei quando o meu pai…” diz uma voz que é interrompida por outra: “Posso responder? Eu quero!”.
Informações G1

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, pediu que os países façam as “reformas necessárias” para suportar uma próxima pandemia. Ele fez a advertência na segunda-feira 22, durante a assembleia anual da OMS.
“Se não fizermos as mudanças que precisam ser feitas, quem fará?”, perguntou Tedros, semanas depois de a organização decretar o fim da emergência global para a pandemia de covid-19. “E se não fizermos agora, quando?”publicidade
O chefe da OMS disse que tais medidas precisam ser tomadas com celeridade, porque a próxima pandemia está fadada a “bater à porta”. “Não podemos empurrar com a barriga”, advertiu Tedros.

A Assembleia Mundial da Saúde coincide com o 75º aniversário da OMS. O evento terá duração de dez dias.
Os 194 Estados membros da OMS negociam reformas nas regras que fixam suas obrigações no caso de uma ameaça internacional de saúde. Os países também trabalham para elaborar um tratado pandêmico mais amplo, o que deve ser consolidado em 2024. “Um compromisso desta geração é importante, porque é esta geração que experimentou quão terrível um pequeno vírus pode ser”, disse Tedros.
O diretor-geral da OMS também avaliou o estágio da covid-19 no mundo. “Permanece a ameaça do surgimento de outra variante, que pode causar novos surtos de doenças e mortes”, alertou. “A ameaça de outro patógeno emergente com potencial ainda mais mortal continua. As pandemias estão longe de ser a única ameaça que enfrentamos. Em um mundo de crises sobrepostas e convergentes, uma arquitetura eficaz para a preparação e para a resposta a emergências de saúde deve abordar emergências de todos os tipos.”
Informações Revista Oeste

Os advogados que atuam na defesa de Jair Bolsonaro (PL-RJ) informaram à coluna que decidiram entregar para a PF (Polícia Federal), de modo voluntário, os extratos bancários da conta pessoal do ex-presidente relativos aos últimos 48 meses, ou seja, desde 2019.
A ideia, segundo a defesa, é mostrar que os pagamentos feitos com dinheiro vivo, a pedido de Michelle, teriam como origem dinheiro que saiu da conta de Bolsonaro.
“A defesa tem absoluta convicção no encontro de centavos entre saídas de recursos e pagamentos de despesas e boletos”, informaram os advogados, por nota. A defesa, porém, ainda não afirmou quando isso será realizado. A expectativa é que seja nos próximos dias. Fábio Wajngarten, ex-secretário da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência) e advogado que atua na defesa de Bolsonaro já tinha mencionado em uma entrevista coletiva, na semana passada, que ofertaria documentos, extratos e contabilidade sobre o caso.
O UOL revelou, em reportagem do colunista Aguirre Talento, que a PF encontrou no telefone celular do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, uma série de cópias de boletos e mensagens que mostram como eram feitos os pedidos para saques em dinheiro vivo e pagamentos para atender a então primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Reportagens do UOL desde a semana passada mostraram que a ordem durante a gestão de Bolsonaro era usar dinheiro vivo para o pagamento dessas despesas da primeira-dama e que Mauro Cid manifestou preocupação que o caso fosse caracterizado como uma “rachadinha”, semelhante à acusação feita contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A PF inclusive detectou depósitos feitos por Mauro Cid para a conta de Michelle. O UOLtambém revelou que uma empresa com contrato na Codevasf fez repasses a um funcionário da Ajudância de Ordens que era responsável por sacar dinheiro vivo para pagar despesas da primeira-dama.
As mensagens eram enviadas a Mauro Cid por duas assessoras dela, Cintia Nogueira e Giselle Carneiro, que costumavam se referir a Michelle como “dama” ou pela sigla “PD”. Cid foi preso no último dia 3 de maio por suspeita de um esquema de fraude em certificados de vacina.
A defesa do ex-presidente e da ex-primeira-dama afirma que as despesas de Michelle Bolsonaro eram custeadas com recursos da conta pessoal de Bolsonaro. A PF apura se existiu desvio de recursos públicos.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou a quebra do sigilo telemático de Cid após a investigação do vazamento de um inquérito do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). As conversas estavam salvas na nuvem de seu aparelho celular. Após constatar a suspeita de desvios de recursos públicos, Moraes também autorizou a quebra do sigilo bancário de Cid e de outros funcionários do Planalto.
A PF encontrou, nos primeiros diálogos analisados, um conjunto de 13 comprovantes de depósitos em dinheiro vivo feitos por Cid na conta de Michelle entre março e agosto de 2021, que totalizaram R$ 21.500. A investigação agora analisa as quebras de sigilo bancário para identificar as transações entre 2019 e 2022, durante toda a gestão de Bolsonaro.
Na análise inicial, a PF identificou dez solicitações de saques em dinheiro vivo feitas pelas assessoras de Michelle a Mauro Cid entre março e outubro de 2021, totalizando cerca de R$ 5.600.
Nos diálogos, as assessoras da então primeira-dama ordenam pagamentos para serviços prestados a ela, como costureira, podóloga e até mesmo um veterinário. Também pedem depósitos mensais para Rosimary Carneiro, que era titular do cartão de crédito usado pela então primeira-dama, e para familiares de Michelle.
Informações UOL

As medidas que enfraquecem o Ministério do Meio Ambiente e minam os compromissos do Brasil na questão climática ameaçam também abalar a estratégia de inserção internacional do país.
Diplomatas e atores políticos brasileiros, argentinos e europeus consultados pelo UOL afirmam que, se confirmada a guinada no Brasil em temas relacionados à questão climática, as possibilidades de que o tratado comercial com a UE avance ficam ainda mais distantes.
Além de um abalo no acordo, existem temores de que recursos prometidos para o Fundo Amazônia ou a cooperação bilateral possam ser afetados ou pelo menos questionados pelos parceiros estrangeiros. A própria posição de debilidade de Marina Silva como ministra de Meio Ambiente é considerada já no exterior como um fator a ser considerado em eventuais conversas sobre os compromissos do novo governo brasileiro.
Se o governo Lula indicou que quer sediar uma Cúpula da Amazônia em agosto e ainda receber a Conferência da ONU sobre o Clima, em 2025, os acontecimentos nos últimos dias acenderam um alerta entre diplomatas e governos estrangeiros.
Uma das vítimas de uma mudança na postura do Brasil seria o acordo comercial com a Europa. O governo de Jair Bolsonaro fechou o entendimento com a UE em 2019. Mas, para que fosse finalizado e ratificado, os europeus exigiam que sua administração desse provas de que estava disposta a lidar com o desmatamento. Como Bolsonaro foi na direção oposta, o acordo foi congelado, enquanto os europeus esperavam o fim de seu governo.
Uma nova esperança apareceu quando Lula assumiu compromissos públicos de fazer uma profunda mudança na questão ambiental brasileira. Mas os atritos começaram uma vez mais com os europeus depois que Bruxelas apresentou, em abril, uma proposta de acordo no qual o Brasil assumiria novos compromissos que iriam para além do Acordo de Paris.
O Itamaraty considerou a proposta como inadequada e alertou que aquilo não poderia ser a base de uma nova negociação.
Mas um dos argumentos do governo Lula era de que essas exigências não seriam necessárias, já que a nova administração estava empenhada na proteção ambiental e na queda do desmatamento.
Na avaliação de diplomatas, portanto, se o Congresso aprovar o enfraquecimento da capacidade do estado em lidar com a questão ambiental, são os próprios negociadores brasileiros que ficam sem argumentos nas conversas com os europeus. “Estamos correndo o risco de ver sepultado o acordo”, admitiu um deles.
Para os europeus, por outro lado, sem garantias de que há uma mudança real na postura do Brasil, não há espaço para se pensar em assinar um acordo.
O especialista em política internacional, Carlos Rittl, acredita que os europeus deveriam ter ficado atentos com o Congresso e as eventuais barganhas que poderiam existir. Segundo ele, a UE deveria ter alertado que “retrocessos poderiam levar o “impulso Lula” em favor de um acordo comercial para o buraco”.
A própria ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, alertou que esse poderia ser um dos impactos internacionais das medidas adotadas no Brasil.
“Não basta a credibilidade do presidente Lula, ou da ministra do Meio Ambiente. O mundo vai olhar para o arcabouço legal e ver que a estrutura do governo não é a que ganhou as eleições, é a estrutura do governo que perdeu. Isso vai fechar todas as nossas portas”, disse, em audiência na Comissão de Meio Ambiente da Câmara.
Segundo ela, as mudanças podem colocar em xeque o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, uma vez que os europeus vêm tentando impor restrições ambientais firmes para a assinatura do termo”, disse. Ela chamou ainda de “desserviço” “qualquer tentativa de desmontar o sistema ambiental brasileiro”.
Dentro do Itamaraty, uma parcela dos embaixadores acredita que Lula precisa voltar a focar no tema ambiental, como carta de inserção do Brasil no mundo. E não em seu envolvimento numa suposta tentativa de facilitar um eventual acordo entre Ucrânia e Rússia.
Segundo diplomatas envolvidos na negociação, o Brasil ainda está entregando “de bandeja” aos protecionistas europeus justificativas plausíveis para não querer um acordo. Em diferentes partes da UE, o setor agrícola tenta frear a abertura de mercados, em um processo que existe desde o ano 2000.
“Mas, agora, contam com um poderoso escudo ambiental”, alertou um negociador. “São oportunistas. Mas quem vai argumentar contra a proteção da floresta?”.
Para negociadores envolvidos no processo, a situação no Congresso brasileiro adiciona mais um complicador a um acordo que já estava sendo “bombardeado por todos os lados”.
Informações UOL

Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo
A Câmara dos Deputados vota na noite desta quarta-feira quatro destaques ao arcabouço fiscal, cujo texto principal foi aprovado na véspera. São sugestões de alterações feitas pelo PL para alterar o projeto de lei. A proposta foi aprovada por 372 votos a favor e 108 contra.
Na primeira votação, a Câmara manteve o artigo que artigo que estabelece que o descumprimento da meta fiscal não configura infração à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), desde que o gestor tenha tomado medidas como o contingenciamento (bloqueio preventivo de gastos) e os gatilhos de contenção de despesas.
As metas fiscais anuais serão definidas no começo de cada governo. Ela é calculada pela diferença entre receitas e despesas. O governo Lula tem como meta zerar o déficit em 2024, gerar um superávit de 0,5% do PIB em 2025 e 1% do PIB em 2026.
O Globo