
Foi identificado o homem responsável pelo furto da sanfona histórica do renomado grupo musical ‘Os Bambas do Nordeste’ durante o Arraiá do Comércio de Feira de Santana, ocorrido na última quarta-feira (14). A identificação ocorreu por meio da análise das imagens capturadas pelas câmeras de segurança instaladas nas proximidades do evento. De acordo com a polícia, no momento em que o suspeito foi conduzido até a delegacia, ele trajava as mesmas vestimentas utilizadas no dia do delito.
As informações são do site Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias. As imagens registradas pelas câmeras de segurança mostram o momento em que o indivíduo entra no camarim, retorna para pegar uma mochila, volta ao espaço e, em seguida, deixa o local levando consigo a sanfona, presenteada há 50 anos por Luiz Gonzaga a Baio do Acordeon.
O objeto foi recuperado na noite de ontem (16). O suspeito, localizado pelas autoridades policiais negou a autoria do crime, no entanto, as imagens obtidas fornecem evidências substanciais.
Vale ressaltar que o indivíduo em questão é um catador de materiais recicláveis, encontra-se em situação de vulnerabilidade social, sem moradia fixa, e foi conduzido às dependências do Complexo de Delegacias no bairro Sobradinho na noite de ontem. No entanto, devido à inexistência de flagrante delito ou mandado de prisão, o suspeito foi liberado.

Em uma iniciativa para combater e erradicar o analfabetismo na Bahia, foi lançado, neste sábado (17), na Universidade Estadual da Bahia (Uneb), em Salvador, o projeto ‘Sim, Eu Posso’. Resultado da parceria entre a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) e a Uneb, a proposta vai atuar em 16 municípios. Com aulas a partir do mês de julho, serão formadas, em princípio, 300 turmas com jovens, adultos e idosos do campo e das periferias das cidades em situação de vulnerabilidade socioeconômica, totalizando 4.500 alfabetizandos.
A secretária da Educação, Adélia Pinheiro, representou o governador Jerônimo Rodrigues no lançamento e lembrou que a Bahia se destaca com a menor taxa de analfabetismo entre todos os estados do Nordeste, conforme Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), realizada no ano de 2022 e divulgada, recentemente, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Adélia ressaltou que o ‘Sim, Eu Posso!’ é mais uma das estratégias neste sentido.
“O Governo do Estado segue com os esforços para garantir o acesso à educação de qualidade a toda população baiana. Os avanços têm sido possíveis graças a massivos investimentos em obras em novas escolas e passam, também, pela valorização e formação dos educadores. E o ‘Sim, Eu Posso!’ é mais uma demonstração do compromisso do nosso governador Jerônimo com a educação pública e com os baianos e baianas”, afirmou.
A reitora da Uneb, Adriana Marmori, também falou sobre a parceria para que o projeto alcance pessoas em diferentes territórios de identidade da Bahia. “A Uneb, junto com o MST e a SEC, assume o projeto ‘Sim, Eu Posso’ no intuito de garantir o direito à educação para todas as pessoas, não somente da formação das letras e dos números, mas uma formação cidadã e emancipatória para que tenhamos, de fato, uma outra sociedade, primada pela liberdade, equidade social, de direitos garantidos e preservados, e alinhada na defesa ao meio ambiente”, destacou.

Foto: Jonathan Kemper/Unsplash.
Duas semanas depois que os membros do Congresso questionaram o CEO da OpenAI, Sam Altman, sobre o potencial das ferramentas de inteligência artificial para espalhar desinformação, interromper eleições e eliminar empregos, ele e outros do setor vieram a público com uma possibilidade mais grave: um apocalipse da Inteligência Artificial (IA).
Altman, cuja empresa está por trás da ferramenta de chatbot viral ChatGPT, juntou-se ao CEO do Google DeepMind, Demis Hassabis, ao CTO da Microsoft, Kevin Scott, e a dezenas de outros pesquisadores de IA e líderes empresariais na assinatura de uma carta de uma frase no mês passado afirmando: “Mitigando o risco de extinção pela IA deve ser uma prioridade global ao lado de outros riscos em escala social, como pandemias e guerra nuclear”.
O aviso foi amplamente divulgado na imprensa, com alguns sugerindo que mostrava a necessidade de levar esses cenários apocalípticos mais a sério. Mas também destaca uma dinâmica importante no Vale do Silício no momento: os principais executivos de algumas das maiores empresas de tecnologia estão simultaneamente dizendo ao público que a IA tem o potencial de causar a extinção humana, ao mesmo tempo em que correm para investir e implantar essa tecnologia em produtos que atingir bilhões de pessoas.
A dinâmica também ocorreu em outros lugares recentemente. O CEO da Tesla, Elon Musk, por exemplo, disse em uma entrevista na TV em abril que a IA poderia levar à “destruição da civilização”.
Mas ele continua profundamente envolvido com a tecnologia por meio de investimentos em seu amplo império empresarial e disse que quer criar um rival para as ofertas de IA da Microsoft e do Google.

Alguns especialistas da indústria de IA dizem que focar a atenção em cenários distantes pode desviar a atenção dos danos mais imediatos que uma nova geração de poderosas ferramentas de IA pode causar a pessoas e comunidades, incluindo espalhar desinformação, perpetuar preconceitos e permitir a discriminação em vários serviços.
“Os motivos pareciam ser mistos”, disse Gary Marcus à CNN, pesquisador de IA e professor emérito da Universidade de Nova York que testemunhou perante legisladores ao lado de Altman no mês passado.
Alguns dos executivos provavelmente estão “genuinamente preocupados com o que desencadearam”, disse ele, mas outros podem estar tentando focar a atenção em “possibilidades abstratas para diminuir as possibilidades mais imediatas”.
Representantes do Google e da OpenAI não responderam imediatamente a um pedido de comentário.
Em um comunicado, um porta-voz da Microsoft disse: “Estamos otimistas sobre o futuro da IA e achamos que os avanços resolverão muito mais desafios do que apresentam, mas também temos sido consistentes em nossa crença de que, quando você cria tecnologias que podem mudar o mundo, você também deve garantir que a tecnologia seja usada com responsabilidade.”
Para Marcus, um autodenominado crítico do hype da IA, “a maior ameaça imediata da IA é a ameaça à democracia da produção em massa de desinformação convincente”.
Ferramentas de IA generativas, como o ChatGPT e o Dall-E da OpenAI, são treinadas em vastos tesouros de dados online para criar trabalhos escritos e imagens atraentes em resposta às solicitações do usuário.
Com essas ferramentas, por exemplo, pode-se rapidamente imitar o estilo ou semelhança de figuras públicas na tentativa de criar campanhas de desinformação.
Em seu depoimento perante o Congresso americano, Altman também disse que o potencial da IA ser usada para manipular os eleitores e direcionar a desinformação estava entre “minhas áreas de maior preocupação”.
Mesmo em casos de uso mais comuns, no entanto, há preocupações. As mesmas ferramentas foram criticadas por oferecer respostas erradas às solicitações do usuário, respostas totalmente “alucinantes” e potencialmente perpetuar preconceitos raciais e de gênero.

Emily Bender, professora da Universidade de Washington e diretora de seu Laboratório de Linguística Computacional, disse à CNN que algumas empresas podem querer desviar a atenção do viés embutido em seus dados e também de reivindicações sobre como seus sistemas são treinados.
Bender citou preocupações de propriedade intelectual com alguns dos dados em que esses sistemas são treinados, bem como alegações de empresas que terceirizam o trabalho de passar por algumas das piores partes dos dados de treinamento para trabalhadores de baixa remuneração no exterior.
“Se o público e os reguladores puderem se concentrar nesses cenários imaginários de ficção científica, talvez essas empresas possam se safar do roubo de dados e das práticas de exploração por mais tempo”, disse Bender à CNN.
Os reguladores podem ser o verdadeiro público-alvo das mensagens apocalípticas da indústria de tecnologia.
Como diz Bender, os executivos estão basicamente dizendo: “’Essa coisa é muito, muito perigosa, e nós somos os únicos que sabemos como controlá-la’”.
A julgar pelo comparecimento de Altman perante o Congresso, essa estratégia pode funcionar. Altman pareceu conquistar Washington ao ecoar as preocupações dos legisladores sobre a IA – uma tecnologia que muitos no Congresso ainda estão tentando entender – e oferecer sugestões de como lidar com isso.
Essa abordagem da regulamentação seria “extremamente problemática”, disse Bender. Isso poderia dar à indústria influência sobre os reguladores encarregados de responsabilizá-la e também deixar de fora as vozes e contribuições de outras pessoas e comunidades que sofrem impactos negativos dessa tecnologia.
“Se os reguladores se orientarem para as pessoas que estão construindo e vendendo a tecnologia como os únicos que poderiam entender isso e, portanto, podem informar como a regulamentação deve funcionar, realmente perderemos”, disse Bender.
Bender disse que tenta, em todas as oportunidades, dizer às pessoas que “essas coisas parecem muito mais inteligentes do que são”.
Como ela disse, isso ocorre porque “somos tão inteligentes quanto somos” e a maneira como entendemos a linguagem, incluindo as respostas da IA, “é na verdade imaginando uma mente por trás disso”.
Por fim, Bender apresentou uma pergunta simples para a indústria de tecnologia sobre IA: “Se eles acreditam honestamente que isso pode estar causando a extinção humana, então por que não parar?”.
Créditos: CNN

O presidente da República cumpriu agenda no Pará neste sábado (17). Luiz Inácio Lula da Silva (PT) desembarcou na base aérea de Belém por volta das 19h30 de sexta-feira e foi recebido por políticos paraenses, incluindo o governador Helder Barbalho (MDB) e o prefeito de Belém Edmilson Rodrigues (PSOL).
Na manhã de sábado, o presidente embarcou de helicóptero, por volta de 9h, para o município de Abaetetuba, na região nordeste, onde fez a entrega de 222 casas populares do programa “Minha Casa Minha Vida” no Residencial Angelin.
Um vídeo que circula na internet mostra uma série de vaias durante o evento. Presente à solenidade, Helder Barbalho pegou o microfone para tentar amenizar as manifestações:
“Hoje não é dia de hostilizar ninguém. É dia de festa em prol do povo de Abaetetuba”, pediu. “Peço ao povo de Abaetetuba, educado, gentil e civilizado, que ouça a prefeita e que façamos uma festa para comemorar esse momento”, emendou.
Veja o vídeo a seguir:
Informações TBN

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.
Abraham Weintraub, ex-ministro da Educação durante o governo Jair Bolsonaro, disparou nas redes sociais contra o ex-chefe.
Em publicação no Twitter, ele afirmou:
“Após tudo o que já foi revelado, hoje não há inocentes no PL do Valdemar, não existe bolsonarista vítima. Todos são cúmplices! Todos são coniventes! O bolsonarismo é uma lepra!”
No tuíte, Weintraub publicou o print de uma matéria sobre a possível expulsão do tenente-coronel Mauro Cid do Exército.
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Segundo Bela Megale, do jornal O Globo, a revelação das novas conversas golpistas no celular do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro aumentaram as chances de o coronel ser expulso do Exército.
Créditos: O Antagonista.

Com vendas de mais de 1 milhão de unidades por dia, a Paçoquita é o maior sucesso de público do Grupo Santa Helena. Hoje existem diferentes versões da paçoca: com chocolate, com aveia e até uma versão “esporte”, com 24% de whey protein. Saiba como a empresa surgiu e os números da gigante do amendoim.
A Santa Helena foi fundada em março de 1942, em Ribeirão Preto (SP), por José Marques Telles. Com a ajuda de três de seus filhos e poucos equipamentos, a empresa fazia doces para serem vendidos por ambulantes.
A venda de doces para pequenos comerciantes foi a principal atividade da empresa por décadas. A Santa Helena cresceu e ganhou estrutura ao longo do tempo. Em 1982, é inaugurada uma nova fábrica, com foco em produtos à base de amendoim.
Em 1982 acontece o “pulo do gato” da Santa Helena, quando é lançada a Paçoquita. Nos últimos 40 anos o doce se tornou referência no mercado e hoje é encontrado em diferentes versões: com chocolate, diet, com aveia, a versão cremosa. Há até uma versão “esporte”, com 24% de whey protein e o cappuccino Paçoquita.
A Paçoquita é muito querida e amada pelos brasileiros, com mais de 1 milhão de unidades comercializadas diariamente.
Thiago Leal, gerente corporativo de inovação e novos negócios
A Paçoquita original é feita com apenas três ingredientes: amendoim, sal e açúcar. A empresa diz controlar todas as etapas de produção e distribuição, desde o plantio do amendoim até a chegada do doce aos pontos de venda.
É durante as festas juninas que a Paçoquita tem seu pico de vendas. Segundo a Santa Helena, as vendas no período costumam ser 20% maiores que no restante do ano.
Ao todo, a empresa conta com mais de 150 produtos. A produção inclui as marcas Paçoquita, Mendorato, Amindus, Crokíssimo, Troféu e a linha Cuida Bem, de itens saudáveis.
Com a Paçoquia, a Santa Helena alcançou a liderança do segmento de doces e confeitos à base de amendoim. A empresa responde por quase 25% dos alimentos à base de amendoim consumidos no Brasil.
O Grupo Santa Helena é formado pelas empresas Santa Helena Alimentos e Terranuts, unidade beneficiadora de amendoim. O grupo fechou 2022 com receita líquida de R$ 870 milhões, crescimento superior a 30% sobre 2021. A receita líquida de exportação do grupo atingiu R$ 200 milhões, com crescimento superior a 35% sobre 2021.
As exportações também são importantes. A receita líquida com exportações em 2022 foi de R$ 200 milhões, crescimento de 35% sobre o resultado de 2021. Atualmente, a companhia exporta para mais de 15 países, entre eles Argentina, EUA e Japão.
Ainda há espaço para o crescimento do mercado de amendoim brasileiro. Segundo a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas), entre julho de 2020 e junho de 2021, houve um aumento de 8,6% no consumo de produtos industrializados feitos com amendoim. O brasileiro consome, em média, 1,1 kg da leguminosa por ano —isso mesmo, o amendoim é um legume com origem no continente americano.
As exportações são outra possibilidade de expansão para o amendoim brasileiro.Segundo a Abicab, o Brasil é reconhecido pela qualidade e segurança de sua produção de amendoim.
Aproximadamente 70% do amendoim in natura colhido no país é destinado ao mercado externo. Ele é vendido para mais de 90 países, sendo que Rússia e Argélia são os principais destinos, respondendo por aproximadamente 34% e 14% das exportações brasileiras, respectivamente.
Por causa da demanda, a produção brasileira de amendoim passou de 346,8 mil toneladas na safra 2014-15 para cerca de de 895 mil toneladas na safra 2022-23, segundo dados da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). O crescimento de 157,5% em oito anos mostra o potencial do mercado, afirma o economista Ronaldo Pagliotto.
Informações UOL
Segundo pesquisa com 700 brasileiros realizada pela Preply, sotaque mais inconfundível do país é o fluminense.
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Praça Liberdade, em Belo Horizonte (imagem ilustrativa) — Foto: iStock
Depois de ser eleito o sotaque mais atraente do Brasil, o “jeitim” mineiro de falar foi considerado agora o mais charmoso e cativante do país. O “mineirês” também está entre os sotaques mais inconfundíveis e desejados.
A conclusão é de uma pesquisa realizada pela Preply, plataforma online de aulas particulares, com 700 brasileiros de todas as regiões.
Para a empresa, o charme do sotaque de Minas Gerais pode estar associado “à maneira ‘cantada’ como os mineiros costumam conversar, assim como à mania constante de recorrer aos diminutivos”.
O sotaque baiano ficou em segundo lugar no ranking dos mais charmosos, seguido pelo fluminense. Veja a lista completa:
Os sotaques mais charmosos do Brasil
| Posição | Sotaque | Pontuação |
| 1 | Mineiro | 10 |
| 2 | Baiano | 8.6 |
| 3 | Fluminense | 8.3 |
| 4 | Gaúcho | 7.4 |
| 5 | Paulista | 6.2 |
| 6 | Pernambucano | 5.2 |
| 7 | Catarinense | 4.8 |
| 8 | Cearense | 4.5 |
Quando o assunto é sotaque mais cativante, o mineiro e o baiano também ficam em primeiro e segundo lugares. Mas quem completa o pódio, na terceira posição, é o sotaque cearense.
Os sotaques mais cativantes do Brasil
| Posição | Sotaque | Pontuação |
| 1 | Mineiro | 10 |
| 2 | Baiano | 8.5 |
| 3 | Cearense | 5.2 |
| 4 | Fluminense | 5 |
| 5 | Pernambucano | 4.3 |
| 6 | Gaúcho | 3.8 |
| 7 | Catarinense | 3.4 |
| 8 | Paulista | 3.1 |
A pesquisa também perguntou aos entrevistados sobre os sotaques mais inconfundíveis do Brasil. O grande campeão nessa categoria foi o jeito fluminense de falar. Em seguida vêm os sotaques baiano e mineiro.
Os sotaques mais inconfundíveis do Brasil
| Posição | Sotaque | Pontuação |
| 1 | Fluminense | 10 |
| 2 | Baiano | 8.8 |
| 3 | Mineiro | 7.4 |
| 4 | Gaúcho | 6.9 |
| 5 | Paulista | 5.8 |
| 6 | Cearense | 4.2 |
| 7 | Pernambucano | 3.4 |
| 8 | Catarinense | 2.6 |
Se você tivesse a chance de mudar seu próprio jeito de falar, você faria isso? E que outro sotaque escolheria? A maioria dos brasileiros ouvidos pela pesquisa adotaria a pronúncia fluminense.
Na sequência dos sotaques mais desejados, estão o mineiro e o gaúcho.
Sotaques que os brasileiros teriam se pudessem escolher
| Posição | Sotaque | Pontuação |
| 1 | Fluminense | 10 |
| 2 | Mineiro | 9.8 |
| 3 | Gaúcho | 8 |
| 4 | Baiano | 7.3 |
| 5 | Catarinense | 5.5 |
| 6 | Paulista | 5.4 |
| 7 | Pernambucano | 3.3 |
| 8 | Cearense | 2.2 |

Renata Francine Rodrigues da Silva, filha do cantor Luiz Carlos da Silva, vocalista do Raça Negra, está processando o pai por danos morais. Segundo Renata, Luiz Carlos foi incluído na certidão da filha após determinação da Justiça, o cantor não compareceu a nove exames de paternidade.
A mulher é fruto de um relacionamento de dois anos entre Carlos e a mãe de Renata. Porém, ele não aceitava a gravidez e teria até mesmo sugerido um aborto, segundo ela.
Renata Francine pede R$ 40 mil por danos morais contra Luiz Carlos. O processo está no TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e corre desde o final de 2022.
Ela alega que o pai nunca prestou assistência financeira ou afetiva, conforme publicou a coluna de Fabia Oliveira no Metrópoles.
Renata é mãe de uma menina com paralisia cerebral e pediu ajuda a Luiz Carlos, que é o avô da criança. Segunda Renata, o cantor se limitou a conseguir uma cadeira de rodas para a neta depois de muita insistência.
Na época, Luiz Carlos teria acusado a filha de ser mentirosa, interesseira e querer “sugar seu dinheiro”. Renata se sentiu humilhada e constrangida, e decidiu ajuizar ação.
Luiz Carlos não reconheceu a paternidade de Renata logo de cara. Além de ter demorado alguns anos para registrá-la, ele tentou ficar com a guarda dela e se recusava a fazer exame de DNA. Essas informações estariam nos autos do processo, de acordo com a coluna.
Por meio de nota, o jurídico do cantor Luiz Carlos declarou não ter conhecimento do processo.
“Até o momento o cantor Luiz Carlos não foi citado. Assim que isso acontecer, ele prontamente dará sua versão dos fatos”, declarou.
Informações UOL

Foto: Joilson Marconne/CBF.
Não foi uma atuação fantástica, mas também não houve sustos. Em amistoso na Espanha, a Seleção Brasileira venceu Guiné por 4 x 1 neste sábado (17/6) no Estádio Cornella-El Prat, casa do Espanyol de Barcelona.
Com gols de Joelinton — que fez seu primeiro jogo com a camisa da Seleção —, Rodrygo, Éder Militão e Vinícius Júnior, o Brasil venceu pela primeira vez em 2023. O atacante Guirassy marcou pela seleção de Guiné.
Veja os melhores momentos abaixo:
Com informações: Metrópoles.

O prefeito de Itararatim, Fábio Gusmão, subiu ao palco do São João do município na noite desta sexta-feira (16), durante o show do cantor Zezo. A sua participação chamou ainda mais atenção porque o gestor estava, aparentemente, embriagado. As informações são do site Políticos do Sul da Bahia, parceiro do Bahia Notícias.
O cantor precisou solicitar um auxílio à primeira-dama para retirá-lo do palco e permitir a sequência do show. “Primeira-dama, chamei ele aí se não povo vai jogar pedra em mim”, brincou o cantor. O prefeito, que também estava com um microfone na mão, apresentou a fala meio “embolada”.
Ao final da sua ‘participação’, ele agradeceu ao cantor e explicou que sua voz não estava saindo direito: “esta parecendo Lula conversando”. Em seguida, ele finalizou dizendo “arregaça, arregaça aí que o povo ta gostando”.
*Bahia Notícias