
Com 13 pontos de 45 disputados, o Bahia entra em campo contra o Corinthians, em duelo direto na briga para se afastar da zona de rebaixamento. O confronto, válido pela 16ª rodada da Série A, está marcado para as 18h30 deste sábado (22), na Arena Fonte Nova.
Para a partida, o técnico Renato Paiva não contará com Kayky, que sofreu lesão ligamentar no joelho, na derrota para o Athletico-PR, e precisará passar por cirurgia. Já Rezende, poupado no mesmo confronto, não deve ser problema para enfrentar o Timão.
O Bahia está na 16ª posição, com 13 pontos – um a mais que o Goiás, time que abre o Z-4. Já o rival Corinthians tem 15 pontos e aparece uma colocação acima na tabela.

O Museu Parque do Saber Dival da Silva Pitombo vai exibir neste sábado (22) o filme “Larry Cat: História do Gato”. A sessão é gratuita e aberta ao público às 15h. O filme tem indicação infanto-juvenil.
Os visitantes devem chegar até 20 minutos antes da exibição. E não precisa de agendamento (exceto escolas) – o Museu abre às 14h.
A animação conta a história de um gato que se aventura no espaço sideral, explorando planetas e galáxias. O passeio se torna um desafio para o gatinho que para não voltar a terra ele precisa convencer ao comandante a permanecer na nave.
A programação continua no próximo sábado (29), com exibição do filme “ABC das estrelas”. Enquanto vêem uma estrela cadente e têm desejo de voar para a lua, três crianças de repente estão numa espaçonave, a observar. Elas visitam o sistema solar e os planetas, onde têm experiências diferentes.
As exibições são uma realização da Prefeitura de Feira de Santana. O Museu é vinculado à Fundação Municipal de Tecnologia da Informação, Telecomunicações e Cultura, Egberto Tavares Costa (Funtitec). A programação dos sábados de agosto será divulgada em breve.
PROGRAMAÇÃO
22/07 – Larry Cat (duração: 30 minutos)
29/07 – ABC das estrelas (duração: 22 minutos)

A Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) lembra que o tráfego de veículos no Tomba foi alterado desta a última segunda-feira (17) devido o andamento da segunda etapa das obras de recuperação e drenagem na região.
Portanto, condutores que trafegam sentido Centro devem seguir pela rua Papa João XXIII e fazer a conversão pela rua Pedro Américo. O mesmo vale para quem vem pela rua Guilherme Azevedo.
O tráfego para veículos leves, sentido avenida Eduardo Fróes da Mota, deve ser feito pela rua Papa João XXIII, com conversão à direita na rua Minas Gerais. Em seguida, conversão à esquerda na rua Leão e curva suave na rua Engenheiro Humberto Matos. Logo após, conversão à direita na rua do Ouvidor.
A alternativa para veículos pesados sentido avenida Eduardo Fróes da Mota é diferente. O condutor deve seguir pela rua Papa João XXIII, com conversão à direita na rua Minas Gerais e entrar à esquerda na avenida Maria Cristina. Logo após, conversão à esquerda na rua do México, em seguida à direita na rua Virgem e, por fim, à esquerda na rua do Ouvidor.

Difícil imaginar a perda do nosso melhor amigo de quatro patas, mas o fato é que o animal de estimação vive bem menos do que os seres humanos. E quando a morte deles acontece, com a sua inclusão cada vez maior em nossas vidas como membro da família, vivenciar o luto e ter de cuidar dos trâmites de destinação do corpo se torna algo muito doloroso.
Sabe-se que é necessário tempo para absorver essa dor e também para todo o processo burocrático de destinação do corpo. O Projeto de Lei 221/23, que tramita na Câmara dos Deputados, se aprovado, deve mudar a forma de passar por esse período, já que permitirá ao funcionário a ausência do serviço por um dia, em caso de falecimento de cachorro ou gato, sem que seja descontado do salário.
A ideia é que seja inserida a medida na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que já justifica a ausência do empregado por dois dias, sem prejuízo do salário, em alguns casos de falecimento, como a de irmão, cônjuge, pais, filhos ou pessoa que, declarada em sua carteira de trabalho e previdência social, seja seu dependente.
Apesar de o projeto ser específico para as duas espécies (cães e gatos), se aprovado, talvez seja possível um entendimento que outros animais possam ser considerados para o que o tutor obtenha o benefício. Mas, por enquanto, não há no texto algo mais amplo.
“Não há referência, por exemplo, a palavra pet ou bichos de estimação. Embora o projeto não permita uma interpretação extensiva, é possível que a jurisprudência da Justiça do Trabalho se posicione para ampliar o leque de bichos de estimação”, explica o advogado Arnaldo Barros Neto, especialista em Direito do Trabalho e sócio do escritório Martorelli Advogados.
Segundo ele, apesar de ser uma medida de uma pauta em evidência e importante, traz pontos preocupantes, que talvez precise de ajustes. “O projeto não exige nenhuma comprovação de propriedade do animal, mas apenas do seu óbito. Isso pode dar azo a iniciativas de oportunistas, criando uma situação de difícil controle pelas empresas”, explica.
No Projeto de Lei, a morte do cão ou do gato deve ser comprovada por atestado de óbito, emitido pelo médico-veterinário. Além disso, o benefício está limitado a três afastamentos por ano.
A medida também esclarece que o tutor deve entrar em contato com uma clínica veterinária ou com o centro de zoonose da cidade para fazer a incineração. Atitude de destinação correta para o corpo do pet para que mantenha a saúde pública. Pois não se deve enterrar o animal no quintal, visto que a decomposição do corpo libera substâncias que podem contaminar o solo, lençol freático e poços artesianos.
O projeto foi apresentado no dia 2 de fevereiro de 2023 e deverá passar pelas comissões internas da Câmara dos Deputados, como, por exemplo, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que é responsável pela análise da constitucionalidade. Além disso, ser encaminhado para revisão pelo Senado Federal. Não há como prever em quanto tempo ele poderá ser sancionado (ou não).
O advogado Arnaldo Barros Neto alerta que “é possível que o projeto seja encarado como um desestímulo ao investimento na economia, haja vista o ônus gerado ao empregador sem qualquer contrapartida”.
Informações TBN

Foto: José Cruz/Agência Brasil
O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) pediu à Justiçaa quebra de sigilo de dados e a remoção do perfil de Jean Wyllys no Twitter.A medida vem após declarações dele contra o governador do estado, Eduardo Leite (PSDB).
No último dia 14 de julho,Jean Wyllyspostou críticas à decisão do governador de manter as escolas cívico-militares no estado. Disse se tratar de uma“homofobia internalizada”.
“Que governadores héteros de direita e extrema-direita fizessem isso já era esperado. Mas de um gay…? Se bem que gays com homofobia internalizada em geral desenvolvem libido e fetiches em relação ao autoritarismo e aos uniformes; se for branco e rico então… Tá feio, bee!”, escreveu.
Leite respondeu também nas redes, onde afirmou “lamentar a ignorância do deputado”. O governador também acionou o Ministério Público Federal pelo que considerou “um ataque homofóbico”.
O Antagonista

O jornal OEstado de S. Paulocriticou abertamente o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino. De acordo com oEstadão, o integrante do governo Lula adota postura que prejudica a relação entre os Poderes e vai contra o que consta na Constituição.
Para criticar Dino, a publicação ressalta a importância do Ministério da Justiça. Conforme entendimento do jornal, a pasta tem a responsabilidade de defender a ordem jurídica, os direitos políticos e as garantias constitucionais. Nesse sentido, o veículo de comunicação reforça: o órgão tem grande responsabilidade no cenário da democracia do país. Avalia-se, no entanto, que Dino não tem ido nesse caminho.
“Tem-se visto, no entanto, a situação oposta”, afirma oEstadão, em editorial, texto que representa a opinião de uma empresa de comunicação, publicado neste sábado, 22. “Em vez de contribuir para uma compreensão mais serena e técnica dos temas envolvendo oSupremo Tribunal Federal (STF), o ministro da Justiça, Flávio Dino, tem contribuído para acentuar tensões políticas”, prossegue o jornal.
“Sua atuação recente tem alimentado a equivocada impressão do Judiciário como uma grande arena político-partidária, na qual o importante seria apoiar os partidários, não raro à revelia da lei”, afirma, nesse sentido, oEstadãoao se referir a Dino.

OEstadãodeu como exemplo uma recente declaração de Flávio Dino. Na visão do jornal, o ministro de Lula errou ao defender como possível crime contra o estado democrático de direito a suposta agressão ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no aeroporto de Roma (Itália). “Misturar a proteção do Estado e a proteção das autoridades significaria transformar a Lei de Defesa do Estado Democrático de Direito (Lei 14.197/2021) numa reedição da Lei de Segurança Nacional.”
“Mas não foi esse o único caso em que, sob pretexto de defender o STF, o ministro da Justiça abandonou o prudente distanciamento institucional, envolvendo-se em questões de duvidosa constitucionalidade”, reforça, dessa forma, oEstadão.
“Flávio Dino utilizou sua conta no Twitter para dizer que a diligência de busca e apreensão na residência da família envolvida em confusão em Roma com o ministro Alexandre de Moraes ‘se justifica pelos indícios de crimes já perpetrados’ e que ‘tais indícios são adensados pela multiplicidade de versões ofertadas pelos investigados’. E completou: ‘Sobre a proporcionalidade da medida, sublinho que passou da hora de naturalizar absurdos’”, exemplifica o jornal.
A íntegra do editorial doEstadãosobre Flávio Dino está disponível aqui.

A farmacêutica Johnson & Johnson foi condenada a pagar US$ 18,8 milhões (aproximadamente R$ 90 mi) a um morador da Califórnia, nos Estados Unidos, que alega que o talco produzido pela marca foi o causador de um câncer raro que ele enfrenta. A decisão do júri do tribunal estadual de Oakland saiu na terça-feira 18, segundo o portal britânico Daily Mail.
Emory Hernandez Valadez, de 24 anos, sofre de um tipo raro de mesotelioma, um tumor do tecido que reveste os pulmões, o estômago, o coração e outros órgãos. Ele afirma que a forte exposição ao talco da Johnson & Johnson a longo prazo, desde a infância, foi o que ocasionou o desenvolvimento da doença, causada pela inalação de amianto tóxico.
O júri então decidiu que Valadez tinha direito a US$ 18,8 milhões em danos devido as contas médicas pagas para o tratamento da doença, além dos danos pela dor e sofrimento causado. Um pedido de falência da empresa, que congelou litígios, pode fazer com que leve anos até o pagamento ser efetivamente pago, mas o juiz autorizou que o julgamento prosseguisse dada a doença terminal de Valadez, que faz com que ele tenha uma expectativa baixa de vida, conforme o Daily Mail.
O talco é um mineral extraído da terra. A forma natural pode conter quantidades pequenas de amianto, uma fibra mineral natural que pode causar câncer se uma pessoa for exposta a ele de forma constante.

A Johnson & Johnson nega que seus produtos de talco sejam prejudiciais e sustenta que eles não contêm amianto cancerígeno. Em abril deste ano, a empresa disse que concordava em pagar US$ 8,9 bilhões para resolver todos os processos vinculados aos seus produtos em base de talco, na expectativa de resolver as demandas de mais de 60 mil pessoas. Este foi o primeiro julgamento sobre os produtos que a empresa enfrenta em quase dois anos.
Revista Oeste, com informações da Agência Estado

Pesquisadores dos Estados Unidos desconfiam que pacotes de droga jogados no mar estejam afetando a vida marinha, em específico, a do tubarão, um dos maiores predadores do mar.
Correntes marítimas já carregaram mais de 6.000 toneladas de cocaína do oceano para a costa da Flórida, segundo dados da Guarda Costeira dos Estados Unidos.
A maior parte da droga é descartada no mar por traficantes que tentam fugir das autoridades durante o transporte dos ilícitos.
O biólogo marinho Tom Hird e a cientista ambiental Tracy Fanara decidiram analisar o impacto dessas drogas no documentário “Cocaine Sharks” (tubarões da cocaína, em tradução livre).
Para a produção, os dois pesquisadores acompanharam a vida marinha e tentaram identificar como a cocaína e outras drogas descartadas no mar afetam os animais.
Durante mergulhos, os pesquisadores notaram o “comportamento estranho” de espécies de tubarão.
Um deles, um tubarão-cabeça-de-martelo, espécie que geralmente tem medo de pessoas, se aproximou do grupo nadando de forma “desequilibrada”.
Outro, um tubarão-cinzento, foi visto nadando em círculos e com o olhar fixado para um ponto no qual não havia nada.Continua após a publicidade
Fora do mar, os cientistas também jogaram pacotes semelhantes aos da droga para ver qual seria o comportamento dos animais em relação a eles.
Na ocasião, os animais se aproximaram e atacaram o pacote imediatamente com mordidas. Um dos tubarões chegou a levar uma embalagem com ele.
Apesar dos experimentos e da desconfiança, os pesquisadores não conseguiram detectar o que a droga poderia causar aos animais nem comprovar por amostras biológicas tal consumo.
A história mais profunda aqui é a forma como os químicos, fármacos e a drogas ilícitas estão entrando nas nossas vias marítimas, nos nossos oceanos, e quais efeitos eles podem causar nesses ecossistemas tão delicados.
Tom Hird, ao jornal Science Today
Informações UOL

A gestão de Rui Costa (PT) como governador ficou marcada pela explosão de mortes praticadas por policiais na Bahia. Chefe do Executivo entre 2015 e 2022, ele viu as mortes por membros das forças de segurança saltarem 313% e baterem recorde no ano passado, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Isso contrasta com promessa de campanha do presidente Lula.
Rui Costa é hoje ministro da Casa Civil e um dos mais próximos interlocutores de Lula.
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Durante sua gestão na Bahia, fez declarações defendendo as polícias em episódios de morte, o que vai na contramão de promessa de campanha do presidente, que propôs o combate à violência policial e à perseguição a jovens negros.
Procurados, o ministro e o Planalto não se manifestaram até a publicação desta reportagem.
Há na Bahia uma articulação político-jurídica de não deixar responsabilizar a Polícia Militar. Eles têm um acordo de letalidade, que vem apresentando um resultado que, para nós, é de um genocídio.
Wagner Moreira, coordenador do grupo Ideas e articulador do Fórum Popular de Segurança Pública do Nordeste
Segundo ele, os movimentos sociais que lutam contra a violência policial denunciaram em várias ocasiões Rui e sua gestão pela falta de ações para reduzir a letalidade e pela falta de transparência dos dados.
O governo Rui Costa implementou um controle social da população preta por meio da força. Não existe política pública de segurança na Bahia. A polícia está solta, matando para dar uma falsa proteção à elite, mas ela não encontra respostas positivas nos resultados.”
As polícias da Bahia mataram 1.464 pessoas em intervenções oficiais em 2022, o que representa 22,7% do total das 6.430 mortes das polícias no ano passado no país. O estado não informa número de policiais mortos em confronto.Continua após a publicidade
Pela primeira vez no histórico de dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado na quinta (20), a polícia da Bahia aparece como a que mais matou pessoas em intervenções, tomando o lugar que nos anos anteriores sempre foi do Rio de Janeiro.
Em 2015, quando Rui assumiu, o número de mortes por intervenções policiais na Bahia havia sido bem menor: 354.
A Bahia também tem 11 das 20 cidades com maiores taxas de homicídios.
Em seu plano de governo, Lula prometeu “amplo conjunto de políticas públicas” para combater, entre outros problemas, “a política atual de genocídio e perseguição à juventude negra, com superencarceramento, e que combatam a violência policial”.Continua após a publicidade
É imprescindível a implementação de um amplo conjunto de políticas públicas de promoção da igualdade racial e de combate ao racismo estrutural, indissociáveis do enfrentamento da pobreza, da fome e das desigualdades, que garantam ações afirmativas para a população negra e o seu desenvolvimento integral nas mais diversas áreas. Construiremos políticas que combatam e revertam a política atual de genocídio e a perseguição à juventude negra.
Proposta de governo apresentada em 2022 pela chapa de Lula e Alckmin

A Bahia é um reduto eleitoral importante do PT e, principalmente, do presidente Lula. Na última eleição, Lula só perdeu para Jair Bolsonaro (PL) em dois dos 417 municípios do estado.
Jerônimo Rodrigues (PT) é o atual governador e parece que vai seguir a linha do seu antecessor.
Em nota divulgada anteontem, a Secretaria de Segurança Pública alegou que não contabiliza os dados de mortes violentas quando a polícia mata “criminosos”.
A SSP destaca ainda que não coloca o homicídio, latrocínio ou lesão dolosa seguida de morte praticado contra um inocente na mesma contagem dos homicidas, traficantes, estupradores, assaltantes, entre outros criminosos, mortos em confrontos durante ações policiais.
Nota da Secretaria de Segurança Pública da BahiaContinua após a publicidade
Disse ainda que “aqueles criminosos que atacam as forças de segurança receberão resposta proporcional e dentro da legalidade”.
Certamente a disposição do governador anterior [Rui Costa] de incentivar essa ótica ostensiva da tropa influencia no comportamento. Vemos que 35% da violência armada em Salvador e região metropolitana é provocada em ações policiais.
Dudu Ribeiro, da Iniciativa Negra por uma nova Política sobre Drogas
O principal ponto para entender essa explosão de mortes é o apoio ou inação do governo com as polícias, explicam especialistas em segurança pública.
Em 2015, uma chacina tirou a vida de 12 jovens numa pobre região de Salvador chamada Cabula. Todos mortos por policiais. Na época governador da Bahia, o hoje ministro Rui Costa definiu o episódio como uma partida de futebol: “É como um artilheiro em frente ao gol”, disse.Continua após a publicidade
A grande contradição é ele estar num partido que defende direitos humanos, que colocou a redução da letalidade e controle da força como objetivo deste mandato. É completamente contraditório. Como governador, não só pregava, mas fez, ao longo de oito anos, com que as polícias baianas se tornassem a primeira [que mais mata] em número absolutos.
Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública

No ano passado, outra chacina deixou marcas e matou Alexandre dos Reis, 20, filho de Silvana dos Santos, 42.
A chacina da Gamboa, como ficou conhecida, ocorreu em 1º de março. Ela conta que o filho foi levado para uma casa abandonada antes de ser morto.Continua após a publicidade
A polícia já tinha matado outros dois, e levou meu filho ainda vivo. Eu cheguei lá e me apresentei como mãe dele. Eles me destrataram e apontaram a arma para a minha cabeça. Quando virei, eles dispararam três tiros contra meu filho.
Silvana dos Santos, mãe de jovem morto pela polícia da Bahia
Ela e outras mães e moradores da comunidade lutam até hoje por Justiça. O caso está ainda na fase judicial, à espera do julgamento dos PMs envolvidos.
Eu me sinto até hoje desprotegida. O policial é uma pessoa que deveria me proteger, não me matar. Se a polícia matou meu filho, ela me matou também.”
Informações UOL

Entre janeiro e junho deste ano, 131 pessoas morreram aguardando a regulação em Feira de Santana. Nesta quinta-feira (20), 22 pessoas esperaram a transferência para uma unidade hospitalar, através das vagas disponibilizadas pelo Sistema do Governo do Estado.
Conforme os dados da Secretaria Municipal de Saúde, o mês com mais mortes registradas foi junho (33). A maioria dos pacientes que evoluíram para óbito na fila da regulação possuía histórico de acidente vascular cerebral, pneumonia ou algum tipo de doença cardiovascular.
Na cidade, a demora para transferência tem contribuído com a sobrecarga de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Policlínicas Municipais. Na última sexta-feira (14), a UPA da Queimadinha, que possui a capacidade de 14 leitos, encontrava-se com uma demanda mais que a esperada, contando com 18 pacientes, que tinham quadros clínicos como infarto e acidente vascular cerebral, aguardando transferência para um hospital do Estado.
No momento, entre os casos que chamam a atenção está o de um idoso com erisipela- infecção nas pernas- que completou duas semanas na fila e uma mulher que sofreu acidente vascular cerebral (AVC) e está há nove dias esperando remoção para uma unidade de alta complexidade.
Além disso, a delonga expõe os pacientes a uma espera exaustiva por tratamento adequado. Em maio, uma paciente que sofreu infarto chegou a ficar 25 dias na Policlínica da Rua Nova. Já no mês de junho, um adolescente de 16 anos com derrame pleural aguardou 14 dias na UPA Queimadinha.
*O Protagonista FSA