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Fotos:Reginaldo Cavalcante

O público compareceu e abrilhantou o São João em Feira de Santana. Foram três dias de festas em Maria Quitéria (São José) e Tiquaruçu. Em Jaguara, o arrasta-pé esquentou o público em dois dias. O Feira Cidade Forró levou a alegria, o clima acolhedor e festivo aos distritos. E não para aí. Tem mais forró no São Pedro.

“Tivemos atrações que resgataram o tradicional forró arrasta-pé com artistas regionais e do cenário nacional. A presença das famílias foi marcante, assim como das quadrilhas juninas que levaram brilho e beleza aos festejos. O prefeito Colbert Filho não mediu esforços para fazer um belo São João”, afirma o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Jairo Carneiro Filho.

De acordo com o titular da Secel, diversas secretarias estiveram envolvidas na organização da festa. “Assim como no São João, o São Pedro promete ser animado. Estamos trabalhando para o sucesso do Feira Cidade Forró”.

O São Pedro vai ser realizado nos dias 30 de junho e 1º de julho, nos distritos de Humildes, Jaíba, Bonfim de Feira e no povoado de Morrinhos em Jaguara. A grade de atrações será divulgada em breve no site oficial (feiracidadeforro.ba.gov.br).


Fotos: Thiago Paixão

Com uma relação construída na base do acolhimento, afeto e respeito, o Consultório na Rua, programa da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde, atende 512 pessoas em situação de vulnerabilidade em Feira de Santana.

Com uma equipe multidisciplinar, composta por médico, enfermeira, técnica de enfermagem, assistente social e psicólogo, que fazem a busca ativa e atendimento itinerante nas ruas da cidade.

Patricia de Jesus, de 41 anos, é acompanhada pelo Consultório na Rua, e a cada visita é um motivo de alegria.

“Eles são bem cuidadosos comigo, sempre preocupados com minha saúde e me ajudam com algumas marcações de consultas. Quando preciso de algum remédio eles trazem. Eu até brinco que todos são meus médicos particulares pela qualidade do serviço que eles oferecem”, salientou. 

De acordo com Ritze Viegas, médico do Consultório na Rua, a relação de acolhimento facilita no atendimento de qualidade do serviço.

“Muitos destes pacientes têm dificuldades em ter acesso aos postos de saúde, e estamos sempre aqui oferecendo estes serviços para eles. Realizamos marcações de consulta e exames, testes rápidos e entrega de medicamentos”, destacou.


iStock
Imagem: iStock

O negacionista é aquele que simplesmente não aceita uma ideia, a validade ou a verdade de algo ou de um fato, apesar de evidências ou argumentos que o comprovem, mesmo que seja apresentado, por exemplo, por uma comunidade científica, acadêmica ou filosófica. Trata-se de rejeitar, recusar-se a admitir e a reconhecer determinada questão.

O negacionismo está presente em diferentes esferas da nossa vida, inclusive quando falamos de saúde. Nesses casos, a negação pode ser vista como uma estratégia psicológica de enfrentamento, a escolha de negar a realidade para escapar de uma situação desconfortável.

Podemos fazer isso ao negligenciar ou minimizar fatores de risco, manter hábitos que sabemos ser prejudiciais, ignorar sintomas, evitar consultas e exames, fingir não notar dores e alterações no funcionamento do corpo. Mas quais são as consequências e os riscos de tais atitudes?

“Logo passa!”

Sabe quando o corpo dá sinais de que algo não anda bem? De maneira geral, percebemos o alerta enviado, mas nem sempre damos a devida atenção.

Não é difícil ouvir histórias de quem deixou um quadro se agravar por acreditar que não era nada sério ou o problema se resolveria sozinho, sem buscar um especialista para investigar o que estava acontecendo. Quando nos referimos aos indivíduos mais novos então, essa situação pode ser ainda mais corriqueira.

Muitas das doenças que atingem o sistema cardiovascular são mais frequentes depois da quinta ou sexta década de vida, entretanto nem por isso os jovens estão livres de descobrir um problema cardíaco.

Vemos de forma recorrente casos na mídia de atletas, esportistas, celebridades que antes mesmo dos 30 anos apresentaram alguma disfunção ou evento envolvendo o coração, como sopros, arritmias, cardiopatias congênitas, insuficiência cardíaca e infarto.

De modo geral, as doenças cardiovasculares, quando não detectadas cedo, durante a gestação ou nos primeiros anos de vida, apresentam sintomas no decorrer da vida. E quanto antes são diagnosticadas e tratadas, mais chances temos de evitar sequelas ou complicações graves.none

Por isso, é de extrema importância ter essa percepção das mensagens que o corpo nos dá. Com as doenças do coração, esse alerta precisa ser ainda mais respeitado.

O coração nem sempre pode esperar

O coração é considerado uma máquina perfeita: executa o bombeamento de cerca de 100 mil contrações por dia, fazendo o sangue circular pelo organismo para manter a vitalidade de todos os órgãos e tecidos.

E como uma máquina, para garantir seu bom funcionamento, precisa que todas as peças e engrenagens estejam trabalhando.

Quando alguma delas para ou apresenta falhas, interfere em seu desempenho e pode provocar uma pane generalizada.

Assim, uma doença que não é devidamente tratada pode se agravar e trazer consequências. No caso de um infarto, elas podem ser até fatais. Diante de um ataque do coração, quanto mais rápido for iniciado o atendimento médico, menor será o tempo para o restabelecimento do fluxo de sangue, assim como os danos ao miocárdio e células do músculo cardíaco, com possibilidade de recuperação completa.

Esteja atento

O fato é que os sintomas de anomalias envolvendo o coração e até de um ataque cardíaco nem sempre são óbvios, claros e fáceis de associar com questões relacionadas ao órgão, mas se percebidos, não devem jamais ser ignorados. Muito além das dores no peito, outros indícios podem sinalizar que tem alguma coisa errada com a saúde cardiovascular.

O simples controle dos batimentos e suas variações podem identificar desde adaptações fisiológicas até disfunções, permitindo tratar e tomar as medidas necessárias. Limitações físicas atípicas também devem servir como alerta.

Uma pessoa na faixa de 20 ou 30 anos que não consegue acompanhar os amigos em atividades diárias ou na prática de esportes, precisa ficar atenta.

Cansaço excessivo e fora do normal, falta de ar, palpitações, dor torácica e nas costas, sensação de pressão ou aperto no peito e pescoço, incômodo na mandíbula e no estômago, suor frio, náusea ou tontura, aceleração ou diminuição repentina dos batimentos, tudo isso poderá caracterizar problemas no coração, principalmente quando desencadeados pelo esforço, situações de ansiedade e estresse bem como quando há fatores de risco envolvidos.

“Mas e se eu nunca senti nada disso, devo me preocupar?”

Esperar que um sintoma se manifeste pode ser tarde quando falamos do coração. Isso porque eventos graves —e até fatais— podem não dar qualquer indício até que efetivamente aconteçam, como o infarto do miocárdio.

Por isso, para saber se há ameaças é necessário investigar, acompanhar e manter os cuidados ao longo de toda a vida. Agir proativamente quando o assunto é a saúde cardiovascular pode ser determinante no agravamento ou surgimento de doenças.

Segundo a OMS, aproximadamente 80% das mortes por doenças cardíacas no mundo seriam evitadas com mudanças de comportamento, a adoção de um estilo de vida mais saudável e o monitoramento de fatores de risco, entre eles o colesterol, diabetes, obesidade e pressão arterial.

A importância do check-up

Seja por imprudência, teimosia ou medo de identificar um problema e ter de enfrentar longos tratamentos, basta pensar na ideia de fazer um check-up que muitos fogem de imediato —diversas pesquisas apontam que os homens costumam ser mais negacionistas nesse sentido do que as mulheres.

O fato é que fazer um check-up cardiológico é essencial em qualquer fase da vida. Atualmente, em função da qualidade e ritmo de vida que temos, do estresse e desafios do dia a dia, a prevenção deve ser iniciada mais cedo.

A orientação é que a primeira avaliação seja feita a partir dos 30 anos em pessoas com casos de eventos cardiológicos na família (quando não existe nenhum indício para realizá-la antes).

Na ausência de fatores de risco, sintomas e histórico familiar, esse acompanhamento, para as mulheres, deve começar entre 35 e 40 anos, e para os homens, a partir dos 35 anos —com reavaliações anuais.

Para aqueles que já têm algum diagnóstico de cardiopatia ou problema no coração, a recomendação é uma visita ao médico especialista de 6 em 6 meses (ou até menos, dependendo do indicado pelo profissional que faz o acompanhamento do caso).

Outro grupo que precisa desse monitoramento semestral é dos hipertensos, diabéticos e pessoas que têm o colesterol elevado.

Cuidado com a automedicação

O negacionismo em relação aos exames de rotina costuma vir acompanhado do hábito da automedicação. Geralmente, assim que um sintoma aparece, é prático e cômodo recorrer a uma busca na internet, parentes e amigos. Porém, a atitude pode ser arriscada tanto por causa de possíveis efeitos colaterais quanto por “mascarar” um distúrbio grave.

A informação imprecisa pode ser mais barata e rápida, porém, ilusória e prejudicial, capaz de expor a saúde do coração ao risco de eventos fatais. Toda medicação deve sempre ser orientada por um profissional, de forma individualizada, considerando condições de saúde, possíveis fatores de risco e predisposição genética para algumas doenças.

A negação após um choque

Negar um fato por um curto período pode até ser um mecanismo de enfrentamento, um tempo para nos ajustarmos a uma questão dolorosa e estressante. Às vezes, se algo chocante ou angustiante acontece, uma fase de negação é útil para dar a mente a oportunidade de absorver inconscientemente as informações ou a nova realidade em um ritmo que não nos levará a um colapso psicológico.

Por exemplo, ao receber o diagnóstico da doença arterial coronariana ou após sofrer um ataque cardíaco ou uma cirurgia no coração é normal ter sentimentos como choque, negação, culpa, raiva, medo e tristeza.

O paciente pode tentar evitar qualquer coisa que leve a pensar sobre a doença, entre consultas, medicamentos e mudanças de hábitos.

Muitos necessitam de tempo e apoio para se acostumar com o cenário que exigirá cuidados pelo resto da vida.

A negação nesses casos pode ser um mecanismo de defesa usado para reduzir a ansiedade. Isso é normal, necessário e até considerado saudável. Passa a ser um problema quando se prolonga e afeta o tratamento.

Rotina de cuidados

A ideia de que a prevenção deve ser iniciada aos 40 anos é coisa do passado. Os cuidados com a saúde do coração têm de se estender durante toda a vida.

Se você tem 20, 30 anos e nunca notou nenhum sintoma, mantenha seu check-up sempre em dia.

Não deixe para procurar um médico apenas quando sentir algo muito errado.

Algumas doenças são descobertas sem querer, mas em fase inicial, o que aumenta a chance de tratamento e de recuperação mais rápida.

Informações Viva Bem UOL


O presidente esteve em nove países nos cinco primeiros meses do ano

bolsa avião
O presidente Lula e a primeira-dama Janja desembarcam em Buenos Aires, em janeiro | Foto: Ricardo Stuckert/PR)

Nas seis viagens internacionais a nove países feitas nos cinco primeiros meses do ano, o governo Lula gastou apenas com hospedagem o montante de R$ 7,3 milhões, segundo informações repassadas pelo Ministério das Relações Exteriores à Folha de S.Paulo.

O montante se refere aos gastos com hotéis de Lula e Janja e de toda a comitiva presidencial. O valor, no entanto, não inclui a última viagem de Lula, à Itália e à França, e não considera gastos com aluguel de carros nem contratação de intérpretes, por exemplo.publicidade

Nas viagens aos nove países nesses cinco primeiros meses de governo, o presidente ficou em hotéis luxuosos, de alto padrão, custeados com recursos públicos.

Apenas nos Estados Unidos e nos Emirados Árabes a acomodação de Lula foi custeada pelos governos anfitriões. No EUA, o presidente ficou hospedado na Blair House, residência oficial do governo norte-americano destinada a chefes de Estado que visitam o país. Em Abu Dhabi, o governo local custeou a hospedagem de Lula no luxuoso Emirates Palace Mandarin Oriental.

O maior gasto da comitiva presidencial nas viagens foi na China — R$ 1,8 milhão em hospedagem para uma viagem de quatro dias, em abril. Tanto em Xangai quanto em Pequim, Lula ficou em hotéis de alto padrão: o Fairmont Peace Hotel, na primeira cidade, e o St. Regis, na capital chinesa.

Na comitiva de Lula, estavam o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), cinco governadores, oito ministros de Estado e 26 parlamentares, além de empresários. Até mesmo João Pedro Stédile, líder do MST, que fazia o “Abril Vermelho” no Brasil, invadindo propriedades rurais, foi à viagem ao país oriental.

Na China, Lula foi à posse de Dilma Rousseff (PT) na presidência Banco dos Brics e visitou o ditador chinês, Xi Jinping. O Itamaraty afirma que a viagem faz parte da reaproximação com o país governado pelo Partido Comunista Chinês (PCC), já que no governo de Jair Bolsonaro a relação entre os dois países ficou estremecida.

Bolsonaro era um crítico das ditaduras comunistas e cortou relações, por exemplo, com a Venezuela, comandada pelo ditador Nicolás Maduro, com quem Lula já reatou relações.  

Lula e Janja
Lula e Janja na viagem à China | Foto: Reprodução/Twitter

Viagens de Lula à Europa e à América Latina

As outras viagens com os maiores gastos com hospedagem foram para Reino Unido (R$ 1,4 milhão), Portugal (R$ 1 milhão) e Espanha (R$ 815 mil). Lula esteve em Londres em maio para a cerimônia de coração do rei Charles III.

A viagem com o menor gasto de hospedagem para a comitiva brasileira foi a de Montevidéu. Lula chegou ao Uruguai na manhã de 25 de janeiro e não pernoitou na cidade. Depois de um encontro com o presidente Luis Lacalle Pou, voltou ao Brasil no mesmo dia. Mesmo assim, a comitiva teve gastos de hospedagem de R$ 59 mil.

Na Argentina, a comitiva presidente gastou R$ 716 mil com hospedagem durante a viagem de quatro dias em janeiro. Nessa viagem, a comitiva brasileira também gastou R$ 338 mil com diárias pagas a servidores, R$ 498 mil com aluguéis de veículos e R$ 25 mil com contratação de intérpretes, além de outros gastos.

Em nota à Folha, o Itamaraty diz que o objetivo das viagens “é não só recuperar a imagem do país no exterior, como também restabelecer as relações comerciais com parceiros importantes, o que resulta na atração de investimentos estrangeiros em áreas estratégicas que contribuem diretamente para recuperação da capacidade do mercado interno brasileiro, impulsionando a geração de emprego e renda”.

Nos encontros com os outros chefes de Estado, Lula tenta se colocar como candidato a mediador do processo de paz para encerrar a guerra entre Rússia e Ucrânia. Mas, até agora, tem sido alvo de críticas por suas declarações a favor de Vladimir Putin, que ordenou a invasão ao país vizinho em fevereiro. Na última viagem à Europa, o jornal francês Libération chamou o presidente brasileiro de “decepção” e “inimigo do Ocidente”.

Informações Revista Oeste


Embaixada do Brasil na Rússia faz alerta aos brasileiros 

Foto: Reprodução 

A orientação para quem vive em território russo é evitar deslocamentos e aglomerações

Embaixada do Brasil na Rússia recomendou que os brasileiros que vivem em território russo evitem aglomerações públicas e deslocamentos desnecessários. Também indicou estar acompanhando atentamente os recentes acontecimentos no país.

“A embaixada do Brasil em Moscou acompanha atentamente os recentes acontecimentos na Rússia e pede que seus nacionais sigam as orientações e medidas de segurança difundidas pelas autoridades locais por meios oficiais”, explicou.

“Sugere-se, ainda, que sejam evitadas aglomerações públicas e deslocamentos desnecessários”, informou a Embaixada brasileira, em comunicado publicado nas redes sociais.

Rebelião do grupo Wagner na Rússia

O grupo mercenário Wagner iniciou uma rebelião na sexta-feira 23 contra o exército russo. O objetivo dos embates é destituir o comando militar do país.

Yevgeny Prigozhin, chefe da milícia, afirmou que os líderes militares russos atacaram uma de suas localizações militares. Ele também acusou as tropas de Moscou de matarem uma “grande quantidade” de soldados de suas forças.

O governo russo emitiu um comunicado em que declara que as afirmações de Prigozhin “não correspondem à realidade e são uma provocação informativa”.

No sábado 24, os mercenários suspenderam os ataques à Rússia depois de o ditador de Belarus, Alexander Lukashenko, entrar em cena para mediar um acordo de cessar-fogo entre o presidente Vladimir Putin e o chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin.

Segundo Belarus, Prigozhin concordou em recuar, por ora, inclusive com caças a caminho de Moscou, de modo a também evitar “um banho de sangue”. 

Revista Oeste


Núcleo de Bolsonaro acionará OEA contra Moraes, diz colunista

Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

Acusação contra o ministro será de perseguição ao ex-chefe do Executivo

O núcleo do ex-presidente Jair Bolsonaro(PL) vai ingressar com uma representação na Organização dos Estados Americanos (OEA) contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A acusação contra o magistrado será de suposta perseguição ao ex-chefe do Executivo. A informação foi publicada pelo colunista Paulo Cappelli, do site Metrópoles.

Segundo o jornalista, o texto da representação ainda está em fase de elaboração, mas já acumula centenas de páginas. No documento, a denúncia será baseada não em um ato específico do ministro, mas em um conjunto de fatores que serão utilizados para reforçar a tese.

Ao final, o objetivo é que, antes de ser protocolada na OEA, a representação seja assinada por dezenas de parlamentares apoiadores do ex-presidente. A intenção do movimento é levar ao âmbito internacional as críticas sobre a atuação de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal.

Atualmente, a OEA reúne os 35 estados independentes das Américas e constitui o principal fórum governamental político, jurídico e social da região. Além disso, a organização concedeu o status de observador permanente a 70 estados e à União Europeia (EU).

Pleno News


Jake Leal, de Feira de Santana, pediu ajuda aos 3,3 milhões de seguidores para tentar localizar Edileide Leal.

Influenciadora digital agradece apoio ao pedir ajuda para encontrar mãe desaparecida

Após fazer um apelo emocionado para encontrar a mãe desaparecida há dois meses, a influenciadora digital e ex-BBB Jakeline Leal, de Feira de Santana, a cerca de 100 km de Salvador, revelou que tem recebido trotes sobre o desparecimento. 

“Infelizmente ainda não tenho nenhum retorno verídico de onde ela está. Tem muita gente mandando suposições, passando trotes, infelizmente. Mas eu vou mantendo vocês atualizados, todo mundo que está preocupado, que está compartilhando esse momento difícil comigo”, desabafou a ex-participante do BBB 12. 

Com mãe desaparecida há dois meses, ex-BBB revela trotes — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Com mãe desaparecida há dois meses, ex-BBB revela trotes — Foto: Reprodução/Redes Sociais 

Jake Leal, como é conhecida nas redes sociais, pediu ajuda aos 3,3 milhões de seguidores e divulgou a foto de Edileide Leal, para que possa ser compartilhada. Segundo ela, Edileide tem transtornos psiquiátricos. 

“Minha mãe tem depressão e bipolaridade, e ela fugiu de casa hoje faz dois meses. Meu pai já tentou encontrar ela, minha família já tentou encontrar ela, postando em redes sociais, em programas de tv”, disse. 

Ex-BBB Jake Leal chora e revela que a mãe está desaparecida 

Jakeline afirmou que o pai dela pediu que a situação não fosse exposta pela filha nas redes, para evitar “trotes ou pessoas oportunistas”. “Mas eu não estou mais conseguindo conviver com isso. Não aguento mais fingir que está tudo bem”, disse, aos prantos. 

“Tem gente dizendo que só apareci agora para falar de minha mãe, mas a gente já está procurando desde o primeiro dia que ela desapareceu. Minha família pediu para não tornar a situação pública através do meu Instagram para evitar ataques, para evitar trotes, evitar o que está acontecendo agora”, disse Jakeline, acrescentando que o caso foi comunicado às autoridades policiais. 

O g1 procurou a Polícia Civil, que informou que o boletim de ocorrência foi registrado na 1ª Delegacia Territorial de Feira de Santana e que investiga o desaparecimento de Edileide Sena Leal, de 61 anos, registrado no dia 26 de abril. 

Edileide Leal está desaparecida há dois meses — Foto: Reprodução/Redes sociais

Edileide Leal está desaparecida há dois meses — Foto: Reprodução/Redes sociais

Informações G1


Imagem: Adriano Machado/Reuters


Ocupando cargos públicos nas últimas duas décadas, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), construiu uma rede de empresas que englobam bens que valem ao menos R$ 79,1 milhões, segundo levantamento patrimonial feito pelo UOL.

Em termos reais, o valor dos ativos que estão no nome dele e das suas empresas em registros públicos —principalmente imóveis— cresceu 30 vezes desde 2006, quando ele se candidatou pela primeira vez a deputado.

A maior parte do crescimento ocorreu enquanto ele exercia cargos eletivos ou de confiança em Minas Gerais, sua base eleitoral, e Brasília. Silveira chegou ao governo Lula com o apoio de Rodrigo Pacheco (PSD), presidente do Senado, e Gilberto Kassab (PSD), secretário de Governo no estado de São Paulo. Antes de entrar na política, ele era delegado da Polícia Civil de Minas Gerais.

  • Nos últimos anos, o político e firmas em nome dele passaram a ser donos de quatro casas de alto padrão em praias exclusivas do litoral baiano. Os imóveis estão à venda por R$ 43,5 milhões.
  • Ele e as empresas também são donos de três fazendas em Minas Gerais, quartos e vagas de garagem em um hotel e mais de uma centena de lotes em condomínios, entre outros ativos.
  • A maior parte dos bens está no nome de empresas controladas pelo ministro e, por isso, não aparece na declaração de bens informada ao TSE. Isso não é ilegal, mas dificulta para o eleitor saber qual é o verdadeiro patrimônio do agente público.
  • Ao UOL ele disse que o seu patrimônio é fruto de mais de “30 anos de atuação como empresário”.
  • O levantamento tem como base 1.254 documentos públicos, obtidos em cartórios de notas e de imóveis de três estados, juntas comerciais, prefeituras e tribunais de Justiça. Alguns endereços foram visitados pessoalmente.
  • A conta que totalizou em R$ 79,1 milhões o patrimônio do ministro é conservadora. Isso porque ficaram fora imóveis que constam em nome de empresas de Silveira em cartório de imóveis, mas que têm coproprietários em cadastros de prefeituras municipais, o que indica um processo de venda a prazo. Eles somam pelo menos R$ 27,2 milhões.
  • O patrimônio construído pelo ministro em propriedades rurais –como gado, resultado de colheitas e o preço atualizado do hectare– também não foi considerado.

Em alguns casos, o levantamento indica o uso pessoal por parte de Silveira de bens que estão no nome de empresas, como as casas na Bahia e as fazendas em Minas. A residência do ministro em Belo Horizonte, por exemplo, está no nome de uma firma de consultoria.

Quando foi eleito pela primeira vez, em 2006, para o cargo de deputado federal por Minas Gerais, Silveira e suas empresas reuniam bens na ordem de R$ 1,035 milhão (ou R$ 2,6 milhões, em valores atualizados pelo IPCA), segundo o TSE e informações de cartórios de imóveis.

O político, que tem por hábito apresentar-se publicamente como servidor público, dizia ter atuado na construção civil quando era um jovem de “vinte e poucos anos” —ele nunca divulgou que manteve a atividade empresarial após ter entrado na política.

Imagem: Arte/UOL

A maior fatia de seu patrimônio não foi declarada ao TSE nas últimas eleições porque está vinculada a sua holding patrimonial, a Solidez Participações. Ter uma holding não é ilegal —em geral, utiliza-se deste mecanismo para um melhor planejamento tributário ou de sucessão.

A Solidez é detentora de cotas de empresas de construção, agropecuária e consultoria que são propriedade indireta de Silveira e administradas formalmente por um primo do político.

A legislação eleitoral permite que um candidato deixe de divulgar estes ativos. Ou seja, a lei não obriga o detalhamento de imóveis e outros bens vinculados a empresas que estão em seu nome.

Pé na areia

Entre os bens atuais do político estão pouco mais de uma centena de lotes e imóveis em Minas Gerais e Bahia, aplicações financeiras, empréstimos oferecidos a terceiros e até dinheiro em espécie. No caso de imóveis, o levantamento considera valores registrados de compra em cartório, registrados em anúncios publicitários de venda, valor venal estimado por prefeituras e, em alguns casos, atualizados com preços de mercado.

A atualização de valores de imóveis no levantamento do UOL considerou, quando possível, a média de valores aplicados recentemente em operações de venda em um mesmo edifício ou loteamento. São operações realizadas pelas próprias empresas do ministro. A metodologia detalhada está disponível aqui.

Entram na conta também quatro casas de alto padrão, três delas “pé na areia” na praia de Guarajuba, no município de Camaçari, no disputado litoral norte da Bahia, a menos de uma hora de Salvador.

Uma das casas de Alexandre Silveira (PSD)Imagem: Reprodução

Elas são frequentadas pelo político, sua família e amigos, e estão à venda por R$ 43,5 milhões. A mais luxuosa, à venda por R$ 14 milhões, tem dois andares, piscina com cascata, hidro, sete suítes e está à beira-mar.

Uma das casas, na praia de Guarajuba, foi comprada em 2016 por R$ 1,25 milhão, conforme a declaração ao TSE. O mesmo imóvel está anunciado para venda atualmente por R$ 7,5 milhões.

Outra parte relevante do patrimônio é composta por 113 terrenos em loteamentos adquiridos ou construídos pelo político ao longo dos anos nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte e na região de Ipatinga. Esses bens somam pelo menos R$ 17,7 milhões.

Alexandre Silveira participa de reunião da Comissão de Constituição e Justiça em dezembro - Adriano Machado/Reuters - Adriano Machado/Reuters
Alexandre Silveira participa de reunião da Comissão de Constituição e Justiça em dezembro Imagem: Adriano Machado/Reuters

Uma outra empresa do ministro possui oito apartamentos e 54 vagas de garagem de um hotel construído na Pampulha, região turística da capital mineira, que valem pelo menos R$ 2,5 milhões.

Na fazenda em Açucena, no Vale do Aço, berço político de Silveira, há plantações de eucalipto cuja produção futura já foi vendida a uma empresa de celulose, acordo registrado em cédulas de produto rural com valor fiscal de R$ 4,6 milhões. O político fez nos últimos anos pedidos de autorização de supressão vegetal para realização de plantio e criação de gado na propriedade de Diamantina.

Entidades e especialistas em transparência pública criticam a omissão de dados na declaração ao TSE por entenderem que a construção do patrimônio desses agentes deveria ser submetida ao escrutínio público.

Silveira declarou ao tribunal eleitoral ser dono de ações da empresa Solidez e de uma franqueadora de cartões de benefícios em saúde, que ele diz não ter dado certo.

Após participar de um jantar com empresários organizado no final de maio pelo grupo Esfera, em São Paulo, o ministro foi questionado pela reportagem sobre como foi possível construir um patrimônio de cerca de R$ 80 milhões após entrar na política.

Tudo o que eu tenho está no meu Imposto de Renda e está declarado na Justiça Eleitoral, conforme determina a legislação vigente. Quem faz vida pública há mais de 20 anos tem que ter seu patrimônio todo na Justiça Eleitoral none

Ministro Alexandre Silveira

A reportagem, então, lembrou ao ministro que ele declarou no ano passado ao TSE ter um patrimônio de menos de R$ 9 milhões.

“Meu patrimônio é todo declarado, não tenho uma prata fora do meu Imposto de Renda, seja da pessoa física ou jurídica”, insistiu.

Posteriormente, em manifestação por escrito, o ministro informou que já tinha um patrimônio de 44 bens quando iniciou sua carreira na polícia, em 1998. Ele enviou uma relação de terrenos, lotes e apartamentos avaliados, na época, em R$ 1,04 milhão (R$ 4,7 milhões, em valores corrigidos).

A reportagem apurou que quase todos já estavam vendidos oito anos depois, no ano de sua primeira eleição.

Empreendedor discreto

A holding familiar, as construtoras e a consultoria de Silveira funcionam em um mesmo endereço: duas salas sem placas de identificação, em um prédio comercial na região da Pampulha, em Belo Horizonte (MG).

Em biografias de canais oficiais dos cargos que ocupou e em peças da última campanha eleitoral, Silveira é apresentado como um ex-delegado de polícia do interior de Minas Gerais que migrou para a política no início dos anos 2000.

Não há menção à continuidade de sua atuação como empresário no ramo imobiliário depois da sua entrada na política, atuação que se dá por meio de diferentes empresas, algumas delas em sociedade com outros parentes.

A ausência é notada em seu canal no YouTube, onde Silveira destaca sua trajetória como funcionário público e ex-delegado em parte das 13 horas e 50 minutos de vídeos de campanha eleitoral e entrevistas.

Negócios em família

A holding patrimonial do ministro controla sozinha a maior parte das empresas que detêm este patrimônio.Imagem: Gabriela Biló/Folhapress

A empresa foi fundada em julho de 2012 por Alexandre Silveira, detentor de 2,1 milhões de cotas. Os filhos, que tinham 15 e 19 anos na época, também são sócios fundadores, detentores de 200 cotas, cada um.

Posteriormente, em 2013, Silveira transformou a empresa em uma S.A. (sociedade anônima), e reorganizou o capital sem alterá-lo numericamente, repassando 75% das cotas para a mulher e os dois filhos.

Uma parte dos bens do político está na empresa CAS —Construtora Ambientalmente Sustentável, com 80% das ações controladas por ele. A família de um tio, Cláudio Magalhães, detém 20% da empresa.

Neste último caso, o levantamento do UOL considerou valores de bens proporcionais à participação societária do ministro na empresa de construção.

Entre 2004 e 2005, no primeiro mandato do presidente Lula (PT), ele foi diretor-geral do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre).

Na primeira metade de sua carreira política (2006-2015), o primo Eunilson Silveira atuou como administrador das empresas de Alexandre em negócios imobiliários.

Na segunda metade (de 2016 aos dias atuais), este lugar passou a ser ocupado por outro primo, Athos Silveira, atualmente administrador das empresas de Silveira e detentor de pequena participação nelas —entre 0,5% e 1%.

Por essa razão, o nome do ministro quase nunca é mencionado nos registros cartoriais.

“Alexandria”

No início dos anos 2010, Silveira era secretário estadual de Gestão Metropolitana de Minas, durante o governo de Antonio Anastasia (PSDB) e encabeçava a articulação em torno da construção de um loteamento em área de 5 milhões de metros quadrados, entre Caratinga e Ipatinga, no Vale do Aço, reduto político de Silveira.

Oficialmente batizado como Parques do Vale, o empreendimento ficou conhecido na cidade por outro nome, graças à atuação do político a seu favor: Alexandria.

Silveira defendia o empreendimento em entrevistas e admitiu ter intermediado os primeiros encontros entre proprietários —os sócios da construtora Egesa— e políticos responsáveis por destravar as obras —entre eles, o então governador de Minas, Antonio Anastasia (PSDB), segundo noticiou a imprensa na época.

Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira - Gabriela Biló/Folhapress - Gabriela Biló/Folhapress
Ministro de Minas e Energia, Alexandre SilveiraImagem: Gabriela Biló/Folhapress

Depois disso, duas empresas de Silveira fizeram negócios com a empresa que é dona do loteamento.

Por meio de sua consultoria, a Conasteca, Silveira pagou R$ 800 mil por dois lotes de quase 10 mil metros quadrados, cada, em 2013, de acordo com documentos oficiais. Naquela data, a prefeitura de Caratinga atribuía a cada imóvel um valor fiscal de cerca de R$ 1,5 milhão.

Por meio da CAS, empresa que detém em sociedade com a família de um tio, o político recebeu outros 40 lotes que, em 2013, valiam R$ 9,6 milhões, como pagamento por serviços contratados à empresa de Silveira.

Atolada em dívidas, nos anos seguintes a Egesa cedeu a fundos de investimentos a sua carteira de crédito de vendas de lotes no empreendimento. Em troca, quitou dívidas bancárias.

A empresa de Silveira buscou o Judiciário para cobrar da Egesa a conclusão de obras de infraestrutura no condomínio, que julgava serem de sua responsabilidade. A empreiteira, por sua vez, considerava que o papel caberia aos fundos que assumiram seus direitos no empreendimento.

Após a celebração de um acordo da empresa de Silveira com os fundos, o processo foi extinto.

Um dos lotes adquiridos pela Conasteca por R$ 400 mil em 2013 foi vendido em 2019 por R$ 1,7 milhão.

Empresas do ministro ainda são donas de 39 lotes no empreendimento.

Informações UOL


Depois de críticas, Johns Hopkins se pronunciou

significado lésbica
De acordo com a instituição, a mudança se deu para acompanhar as novas transformações de gênero, que agora abarcam os ‘não binários’ | Foto: Foto: Divulgação/Agência Brasil 

A Universidade Johns Hopkins causou polêmica nas redes sociais e na imprensa, depois de dar um novo significado à palavra “lésbica”. Segundo o “Glossário LGBT+” da faculdade, a pessoa que escolhe essa orientação sexual é uma “não-homem atraída por outro não-homem”. Estranhou-se o fato de a palavra “mulher” ter sido removida.

Ao responder às críticas de internautas e jornalistas, a Johns Hopkins justificou o novo significado da palavra lésbica. De acordo com a instituição, a mudança se deu para acompanhar as novas transformações de gênero, que agora abarcam os “não binários”.publicidade

Em virtude da enxurrada de críticas, inclusive da autora dos livros Harry Potter, J.K. Rowling, a universidade tirou o glossário do ar e informou que o documento está “em análise”. No Twitter, internautas acusaram a Johns Hopkins de “misoginia” e “preconceito”.

harry potter
Foto: Divulgação/Flickr

“Homem: nenhuma definição necessária”, escreveu J.K. “Não-homem (anteriormente conhecido como mulher): um ser definível apenas por referência ao masculino. Uma ausência, um vácuo onde não há masculinidade.”

Megan Christin, diretora de um departamento da universidade, se manifestou a respeito. “O Glossário LGBT+ serve como uma introdução à gama de identidades e termos usados ​​nas comunidades LGBTQ e não pretende servir como respostas definitivas sobre como todas as pessoas entendem ou usam esses termos”, disse, em nota. “Embora o glossário seja um recurso publicado no site do Escritório de Diversidade e Inclusão da Universidade Johns Hopkins, as definições não foram revisadas ou aprovadas pela direção.”

Informações Revista Oeste


Acusado de ter fugido do Brasil, Deltan chegou de viagem dos Estados Unidos

Deltan Dallagnol Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Acusado de ter “fugido” do Brasil, após postar uma foto em suas redes sociais embarcando para os Estados Unidos, no último domingo (18), o deputado federal cassado, Deltan Dallagnol (Podemos-PR), está de volta ao seu país e já chegou “causando”.

Ele publicou em seu Twitter, neste domingo (25), uma mensagem com uma foto em frente à aeronave.

– Para tristeza da esquerda histérica, eu voltei – disse o ex-procurador da Lava Jato.

Na imagem, ele também escreveu que na volta ao Brasil se surpreendeu por não ter ninguém da “esquerda democrática” para lhe prender no aeroporto em razão de seu grande crime: “prender seus corruptos de estimação”.

Informações Pleno News