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Durante visita à América Latina, Bill Nelson afirmou que o documento será feito por especialistas e cientistas.

Diretor da Nasa, Bill Nelson, durante visita ao Brasil em 24 de julho de 2023 — Foto: Adriano Machado/REUTERS

Diretor da Nasa, Bill Nelson, durante visita ao Brasil em 24 de julho de 2023 — Foto: Adriano Machado/REUTERS 

O diretor da Nasa Bill Nelson disse durante uma visita oficial à Argentina nesta quinta-feira (27) que a agência espacial norte-americana irá divulgar em agosto um documento sobre os recentes relatos de “provas extraterrestres”. 

A fala veio depois que um repórter o questionou sobre a fala de David Grusch, um ex-funcionário de inteligência dos EUA. Na quinta-feira ele disse que os Estados Unidos teriam encontrado material biológico não humano durante pesquisas com OVNI’s. 

“Esperem até o mês que vem para terem sua resposta”, afirmou Bill Nelson, que estava na Casa Rosada após reunião com o presidente Alberto Fernández.

“Decidi como chefe da NASA, já que existem tantas suspeitas sobre alienígenas, que nomearia um comitê de cientistas muito ilustres”, disse Bill. 

Ele está em uma missão para conversar com os países da América do Sul em busca de apoio para o Acordo de Artemis. 

A Nasa pretende lançar mais quatro satélites ao espaço para estudar a via Láctea e fazer uma nova visita tripulada à Lua em 2025. 

Informações G1


”Jamais passaria a faixa para alguém com o passado do atual presidente”, dispara Bolsonaro em entrevista; VEJA VÍDEO

”Jamais passaria a faixa para alguém com o passado do atual presidente”, dispara Bolsonaro em entrevista; VEJA VÍDEO

Foto: João Pedro Moreira/O Antagonista.

Em trecho da entrevista que Bolsonaro consedeu a Crusoé, o ex-presidente fala motivo pelo qual não passou a faixa para Lula. Veja vídeo:

Fonte: O Antagonista.


França 2 x 1 Brasil - Gols do jogo - Copa do Mundo 2023

Seleção brasileira enfrenta a Jamaica às 7h da quarta-feira, pela terceira e última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo feminina

Le Sommer anunciou o perigo ao saltar sozinha na área para cabecear a bola na direção das redes e, depois da primeira tentativa frustrada, a segunda atingiu a meta. Ali, abriu o placar de mais uma vitória da França sobre o Brasil na Copa do Mundo feminina. Debinha ainda conseguiu buscar o empate, mas a capitã Renard cabeceou para selar o 2 a 1 no fim. Agora, a seleção brasileira precisará vencer a Jamaica para garantir a classificação às oitavas de final no Grupo F.

França 2 x 1 Brasil – Melhores momentos – Copa do Mundo 2023 

O resultado necessário para a seleção brasileira dependia do confronto entre Panamá x Jamaica, que aconteceu às 9h30 deste sábado e terminou com vitória jamaicana por 1 a 0. 

Diante disso, o Brasil agora precisará vencer as jamaicanas na rodada final, na quarta-feira, para garantir a classificação às oitavas – enquanto a Jamaica joga apenas por um empate para avançar. 

A seleção de Pia Sundhage ainda pode se classificar com um empate, mas em uma combinação improvável. A França teria que perder o seu jogo para o Panamá, seleção estreante e que foi goleada pelo Brasil e perdeu para as jamaicanas. Esse cenário elimina as francesas. 

Debinha marca para o Brasil contra a França pela Copa do Mundo feminina — Foto: Justin Setterfield/Getty Images 

O jogo entre Brasil e Jamaica acontece às 7h da quarta-feira, no estádio Melbourne Rectangular. A Seleção está com três pontos, conquistados na vitória no jogo de estreia, contra o Panamá, mas agora em terceiro lugar do grupo – ao ser ultrapassado pela França e pela própria Jamaica. 

França 2 x 1 Brasil – Gols do jogo – Copa do Mundo 2023

Informações G1


Após a segunda Cúpula Rússia-África, Vladimir Putin e o Presidente da União Africana, Azali Assoumani, fizeram declarações à mídia | Foto: Divulgação 

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou a assinatura de acordos de cooperação militar com mais de 40 países da África.

Na sexta-feira 28, último dia da cúpula Rússia-África em São Petersburgo, Putin garantiu os acordos militares depois de prometer a doação de até 50 mil toneladas de grãos a aliados um dia antes. publicidade

Segundo Putin, “uma ampla gama de armas e equipamentos de defesa” será fornecida, alguns com entrega gratuita.

“A fim de fortalecer as capacidades de defesa dos países do continente, estamos desenvolvendo a cooperação nas esferas militar e técnico-militar”, disse Putin na cúpula, destacando que as nações poderão participar de exercícios militares em território russo para se familiarizar com armamentos de nova geração.

Rússia quer ampliar influência na África

Na última edição da cúpula, em 2019, a Rússia já havia assinado contratos de cooperação militar no valor de US$ 10 bilhões (R$ 47 bilhões). Sistemas de defesa aérea do consórcio militar russo Almaz-Antéi também foram expostos aos líderes na ocasião.

Graças ao apoio do Kremlin, alguns países africanos abdicaram da aliança que tinham com a França — que possui um longo histórico de colonização no continente — em favor de Moscou.

Desde 2020, ano seguinte ao fórum Rússia-África, quatro países sob influência russa sofreram golpes militares: Mali, Burkina Faso, Guiné e, nesta semana, o Níger, último aliado do Ocidente no Sahel.

A promessa de Putin ocorre após o fim do acordo de exportação de grãos do Mar Negro, que foi costurado pela ONU e Turquia para que a Ucrânia pudesse exportar grãos. Após o fim do acordo, existia um temor pela disparada dos preços dos alimentos.

“Nos próximos meses poderemos garantir remessas gratuitas de 25 mil a 50 mil toneladas de grãos para Burkina Faso, Zimbábue, Mali, Somália, República Centro-Africana e Eritreia”, disse ele, em um discurso transmitido pela televisão russa.

Desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, alguns países africanos têm apoiado Putin nas Nações Unidas, recebido seus enviados e navios de guerra e oferecido controle de ativos lucrativos, como uma mina de ouro na República Centro-Africana que, estimam autoridades dos Estados Unidos, contém uma reserva de US$ 1 bilhão do minério.

Informações Revista Oeste


Quase 7 milhões de brasileiros pediram o benefício nos 12 meses terminados em junho, maior patamar desde a pandemia de Covid. Taxa de desemprego caiu a 8% nesta sexta-feira, mas foi puxada pelo trabalho informal.

Carteira de Trabalho — Foto: Reprodução

Carteira de Trabalho — Foto: Reprodução 

Desde o primeiro trimestre de 2021, o mercado de trabalho brasileiro teve uma sequência de boas notícias. A taxa de desocupação do país caiu de 14,9% naquele período para 8% neste segundo trimestre de 2023, como mostrou nesta sexta-feira (28) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

O indicador, contudo, deixa escapar alguns alertas dentro do mercado formal de trabalho, que já mostra um momento de desaceleração. Um levantamento da LCA Consultores aponta que os pedidos de seguro-desemprego nos últimos 12 meses terminados em junho chegaram a quase 7 milhões, o maior desde o meio da pandemia de Covid e ultrapassando a média observada entre 2018 e 2019. 

O biênio foi escolhido como modelo pelo economista Bruno Imaizumi, da LCA, porque reflete o momento de acomodação do mercado após a crise de 2015 e 2016. O país oscilava na casa dos 6,5 milhões de pedidos em 12 meses até a chegada da pandemia. 

Dali em diante, houve um estouro para 7,2 milhões de pedidos, que foram estancados com o programa de preservação de empregos, lançado pelo governo federal. Em meados de 2021, porém, os pedidos voltaram a subir com o fim do período de estabilidade dos funcionários que tiveram contratos suspensos ou redução de salários. 

É uma mostra de que as empresas estão sofrendo para criar vagas de qualidade. Isso passa pela redução de demanda e pelo crédito apertado por conta dos juros altos. O empresário repensa investimentos e o quadro de funcionários. 

— Bruno Imaizumi, economista da LCA Consultores. 

“É um mercado de trabalho bastante resiliente, que permanece criando vagas, mas em desaceleração”, prossegue o especialista. 

A dúvida daqui em diante é se os números continuarão em trajetória de subida. O que tranquilizaria os receios de Imaizumi seria uma nova estabilização dos pedidos em patamar mais alto, por conta do aumento da ocupação. 

Parece um cenário mais improvável ao analisar outros números adjacentes do mercado de trabalho. Nos últimos anos, junto da melhora da ocupação houve recordes de informalidade, que passaram dos 40% em vários trimestres desde então. 

Falando especificamente sobre o mercado de trabalho formal, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam para uma formação menor de vagas formais no país. 

A economia brasileira gerou 157,19 mil empregos com carteira assinada em junho deste ano. De acordo com o Ministério do Trabalho, 1,02 milhão de vagas formais foram criadas no país nos seis primeiros meses deste ano. 

número representa um recuo de 26,3% na comparação com o mesmo período de 2022, quando foram criados 1,38 milhão de empregos com carteira assinada. 

Outra questão: as perspectivas de crescimento econômico, motor para investimentos, também não são esperançosas.

Apesar de um primeiro trimestre surpreendente do PIB brasileiro, a expectativa dos economistas é de que o agronegócio não repita a performance da supersafra do início de 2023 e que os demais setores não tenham motores para um crescimento robusto. 

Os pedidos de seguro-desemprego são muito olhados em países desenvolvidos, porque o mercado é mais formalizado, mas esse é um termômetro de como as empresas estão vendo a economia hoje. 

— Bruno Imaizumi, economista da LCA Consultores. 

A esperança do governo federal é reverter esse sentimento cauteloso dos empresários por meio de melhoras no ambiente econômico. Na agenda, estão a aprovação definitiva do arcabouço fiscal, o encaminhamento da reforma tributária e, eventualmente, a redução da taxa básica de juros.

Na próxima semana, começa o mês de agosto. O fim do recesso parlamentar e a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve reduzir a Selic pela primeira vez em dois anos, serão acompanhados de perto pelos tomadores de decisão.

Informações G1


Número de ocorrências registradas entre 2021 e 2022 representa quase metade do total dos últimos 10 anos. Maioria dos casos envolve crianças de até 9 anos.

Equipamento monitora batimentos cardíacos de paciente — Foto: GETTY IMAGES

Equipamento monitora batimentos cardíacos de paciente — Foto: GETTY IMAGES 

Os casos de ataque cardíaco entre crianças e jovens de até 19 anos dispararam na região de Campinas (SP) nos últimos dois anos. É o que mostram dados do Ministério da Saúde, divulgados por meio da plataforma DataSUS e apurados pelo g1. 

Entre janeiro de 2021 e dezembro de 2022 foram 29 internações pela condição, formalmente chamada de infarto agudo do miocárdio. O número representa quase metade do total registrado desde o início de 2013. Neste ano, até maio, já foram duas ocorrências. 

Infarto entre crianças e jovens de até 19 anos por ano

Levantamento mostra que o índice disparou nos últimos dois anos

O levantamento inclui números de 16 municípios (confira abaixo) e considera atendimentos realizados tanto pela rede pública, quanto privada. Somando toda a série histórica, que começa em 2007, foram 80 ocorrências

Com relação ao perfil das vítimas de todo o período, 55 eram crianças de até 9 anos e 56 eram do sexo masculino. Além disso, embora os dados sejam alarmantes, a taxa de mortalidade é baixa: foram apenas três em 16 anos. 

Infarto entre crianças e jovens de até 19 anos por cidade

CIDADECASOS 
Águas de Lindoia
Americana
Campinas34 
Espírito Santo do Pinhal
Hortolândia10 
Indaiatuba
Jaguariúna
Mogi Guaçu
Mogi Mirim
Monte Mor
Morungaba
Paulínia
Santo Antônio do Jardim
Sumaré
Valinhos
Vinhedo1

No início da semana, a notícia de que Bronny James, o filho de 18 anos do astro da NBA Lebron James, sofreu uma parada cardíaca enquanto treinava com o time de basquete da Universidade do Sul da Califórnia levantou mais uma vez o alerta para a incidência de infarto entre os jovens. 

Infarto, parada cardíaca e acidente cerebral vascular, juntos, compõem a principal causa de morte em todo o mundo. No Brasil, os casos de infartos registrados por mês mais que dobrou nos últimos 15 anos, e a média mensal de internações decorrentes subiu quase 160% no mesmo período. 

Bronny James, filho mais velho do astro da NBA LeBron James — Foto: Gary A. Vasquez/USA Today Sports via Reuters/Arquivo

Bronny James, filho mais velho do astro da NBA LeBron James — Foto: Gary A. Vasquez/USA Today Sports via Reuters/Arquivo 

O aumento alarmante e repentino, que coincide com a pandemia da Covid-19, pode estar relacionado aos maus hábitos, que acabaram sendo reforçados nesse período. De acordo com a cardiologista Elaine dos Reis Coutinho da PUC Campinas, a falta de atenção à saúde, o sedentarismo e a má alimentação têm um peso importante nesse cenário. 

❤️ Confira o que ela diz sobre o assunto:

  • 💊 Falta de cuidado com a saúde: “na pandemia a gente não se cuidou como deveria, do ponto de vista médico. A gente viu que, durante a pandemia, os consultórios ficaram muito vazios. A gente teve uma com uma ocupação bem menor, uma frequência bem menor de paciente do que está acontecendo agora”.

“Agora o consultório está lotado de pacientes querendo retomar o check-up. Quer dizer, foram dois ou três anos sem se cuidar”.

  • 💪 Sem atividades físicas: “Nos últimos anos a qualidade de vida, em termos de estilo de vida, ficou muito pior. Menos de 50% das pessoas faz atividade física. Tem alguns dados que chegam a 70% entre jovens. Pra ter como referência, criança e adolescente deveriam fazer algo em torno de 90 minutos por dia de atividade moderada. Na prática isso não acontece”.
  • 🍕 Alimentação perigosa: “e na pandemia a pessoa ficou enclausurada, o que aumentou o consumo, especialmente de alimentos que dão prazer, como é o caso dos carboidratos, ultraprocessados, ricos em gordura. De fato, existem dados mostrando que o peso das pessoas aumentou nesses dois ou três últimos anos e que o sobrepeso é um fator de risco”.
  • 😢 Emocional abalado: “outro fator importante é o da saúde emocional. A incidência de alteração de estresse, distúrbio de comportamento de ansiedade, depressão, também afetam. Na pandemia a gente falava que, quem não estava com Covid, estava com alguma doença relacionada ao emocional. Isso também afeta e pode levar ao infarto”.

Check-up em todas as idades

Diferente do que é ensinado, Elaine diz que o check-up é fundamental em todas as fases da vida, inclusive nas crianças. Acompanhar as condições de saúde é o primeiro passo para tratar ou prevenir doenças no futuro. “Hoje a Sociedade Brasileira de Cardio recomenda que as crianças e adolescentes também tenham um rastreamento universal”. 

“Isto é, que seja feito o monitoramento do colesterol a partir dos 10 anos. Isso pede mais atenção ainda quando a criança tem familiares com doenças cardíacas. Nesse caso, a partir dos 2 anos tem indicação de alguns exames”.

Informações G1


Fotos: Danielly Freitas

Os agentes de endemias de Feira de Santana realizaram 761.581 visitas entre janeiro e junho deste ano. Durante o trabalho, são feitas orientações aos moradores, é verificado os possíveis locais de foco e aplicado o larvicida para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti- causador da dengue, zika e chikungunya.

Desse total de contatos feitos, 3.101 amostras de focos foram coletadas. Segundo a coordenadora do Centro Municipal de Referência em Endemias, são visitadas, em média, 7.800 casas por dia.

“O programa de combate à dengue tem 146 localidades cadastradas com 474 microáreas. Dessa forma, o trabalho é intensificado nos pontos onde há registro do aumento de notificações da doença. Nos lugares com casos positivos é feito um trabalho focal, bloqueio com inseticida em um raio de 100m da residência do paciente e ações educativas para a comunidade”, frisou.

O agente de endemias, Raimundo Mauro, conta que a primeira análise da visita é direcionada às áreas externas da casa, a exemplo de quintais, varandas e laterais. Após essa vistoria, é observado os cômodos internos e feita as orientações aos moradores.

“A nossa visita é padronizada. Então, aos nossos olhos, nada passa despercebido. Neste período de chuva, ficamos atentos às calhas, bicas, caixa d’água que podem estar fechadas de maneira irregular. A maioria dos focos que encontramos estão nos lixos, latas, sacolas e copos descartáveis”, pontuou.

Valdilene Santos, moradora do Caseb, enfatiza que adota todos os cuidados para não deixar água parada. Neste ano, o bairro já soma 26 casos confirmados da doença.

É importante que cada um faça a sua parte, a minha eu tô fazendo. Deixo minhas plantas com terra, não deixo garrafa virada para cima nem balde com água no quintal. Aqui, tudo é tampado”, ressaltou. 


Em Feira de Santana, 18 pessoas aguardam transferência para uma unidade hospitalar nesta sexta-feira (28). As vagas são disponibilizadas pelo Sistema de Regulação do Governo do Estado. 

Do total, 9 pacientes esperam na UPA Queimadinha, 4 na UPA Mangabeira e os outros 5 nas policlínicas municipais: Tomba (2), Parque Ipê (2) e George Américo (1).

Entre os casos que chamam a atenção está o de um homem de 36 anos com pneumonia bacteriana que está há uma semana na UPA Queimadinha e um idoso de 82 anos, na Policlínica do George Américo, que sofreu acidente vascular cerebral (AVC) e está há 10 dias esperando remoção para uma unidade de alta complexidade.

REGULAÇÃO ESTADUAL

O Sistema de Regulação Estadual é uma ferramenta do Governo do Estado que disponibiliza vagas em unidades públicas hospitalares conforme critério de gravidade e não proximidade, visando a democratização do acesso.

Para isso, o paciente atendido em uma unidade de urgência e emergência é avaliado e submetido a exames laboratoriais ou de imagem, de acordo com as condições clínicas.

Se comprovada a necessidade de assistência hospitalar, os profissionais da unidade solicitam a regulação no sistema para que o paciente tenha a assistência adequada.


Feira de Santana vai sediar neste sábado (29) a primeira reunião do ano do Fórum Baiano LGBT. O evento reunirá ativistas de vários municípios do estado e representantes das secretarias dos governos municipal e estadual no Museu de Arte Contemporânea (MAC) das 9h às 17h.

Durante o encontro os participantes vão discutir e planejar ações diversas e aplicação das políticas públicas para a população LGBTQIAPN+ da Bahia. É previsto que mais de 10 cidades estejam representadas por ativistas no evento.

A iniciativa é uma realização do Grupo Respeito e União pela Diversidade (GRUD) e do Fórum Baiano LGBT com apoio da Prefeitura de Feira de Santana por meio da Divisão de Promoção dos Direitos das Minorias da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres.

FÓRUM LGBT

O Fórum Baiano LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) é uma entidade que reúne grupos de todo o estado que lutam por direitos humanos e por direito à livre orientação sexual e identidade de gênero.


O Hospitais Santa Izabel e da Bahia seguem atendendo via Planserv, plano de saúde dos servidores públicos estaduais. Nesta semana, beneficiários subiram o tom e fizeram críticas ao serviço prestado através do plano.

Na visão do Hospital da Bahia, a relação continua vigente, já que o Planserv seria um “parceiro estratégico”. Apenas no mês de julho, o hospital já realizou, aos beneficiários do plano, 3.390 atendimentos na Unidade de Emergência, além de 280 procedimentos cirúrgicos e 74 procedimentos em hemodinâmica, atualmente estão 137 pacientes internados.

“O regime temporário de contingência de atendimentos na Emergência está relacionado a melhorias estruturais, considerando o bem-estar dos nossos pacientes e em oferecer uma assistência cada vez melhor a eles”, defendeu por meio de nota.

Já o Santa Izabel teve, até a última quarta-feira (26), 700 pacientes do Planserv internados, 272 pacientes submetidos a cirurgia, outros 100 fizeram procedimentos hemodinâmicos, 5.407 realizaram exames e 3.200 pacientes foram atendidos no pronto atendimento.  

“Mesmo com a forte demanda, o Hospital Santa Izabel tem hoje internado e recebendo assistência segura e qualificada 150 pacientes beneficiários do Plano de Saúde do Servidor Público Estadual (Planserv). Ainda que temos feito sucessivas ampliações de leitos e reforçado nossa equipe multiprofissional, mesmo assim, em determinados momentos, a alta demanda por nossos serviços tem ocupado toda a nossa capacidade de leitos instalados”, justificou o Santa Izabel em nota.

Metro1