Com Frei Jorge Rocha
Tema: Expressão ‘estômago de avestruz’
Confira:

Escolas particulares da Bahia estão proibidas de cobrar taxas para a realização de provas de segunda chamada. Para que não seja necessário o pagamento do valor, o aluno deve justificar a falta por motivos de saúde, caso fortuito ou força maior. A decisão do Governo do Estado da Bahia foi divulgada no Diário Oficial desta quarta (06).
De acordo com a Lei nº 14.622, as instituições não devem impedir que os estudantes realizem provas, testes ou outras atividades avaliativas por falta de pagamento, seja prévio, estrito para tal despesa ou mesmo à mensalidade.
O colégio que descumprir a decisão deverá ressarcir o valor cobrado abusivamente. Segundo o texto, o pagamento será em dobro e com correções monetárias.

A estátua em homenagem ao jogador de futebol Daniel Alves foi vandalizada em Juazeiro, no norte da Bahia, nesta quinta-feira (7).
O atleta baiano está preso há quase oito meses em Barcelona, na Espanha, onde é réu pelo crime de agressão sexual. Apesar disso, não há detalhes se o vandalismo tem alguma relação com o crime pelo qual ele é investigado.

Daniel Alves nasceu em Juazeiro, no norte da Bahia. A estátua que o homenageia foi inaugurada na cidade em dezembro de 2020, cerca de um ano antes dele ser preso na Espanha.
A escultura fica no bairro Vaporzinho – Saldanha Marinho, no centro de Juazeiro. Em fotos divulgadas nas redes sociais, a estátua do jogador aparece com um saco plástico preto na cabeça e bastante fita adesiva.
Nas redes sociais, o irmão do atleta, Ney Alves, se pronunciou sobre o caso.
“Passando somente para lembrar que o meu irmão está aguardando o julgamento e a pergunta é: se ele provar inocência? Se ele for absorvido ? Como faremos? Deus nos abençoe e nos proteja”, escreveu.
Segundo a prefeitura da cidade, a própria população retirou o saco plástico e as fitas. Por volta das 16h30 desta quinta, a estátua já estava sem o material. O g1 pediu um posicionamento para a prefeitura e aguardo um retorno.
De acordo com a Polícia Civil, nenhum boletim de ocorrência foi registrado.
*G1

A Polícia Militar da Bahia, através do Comando do Policiamento da Região Leste (CPR-L), deflagrou a 10ª edição da Operação Aeroleste, que ocorrerá nos dias 07 e 08 de setembro. A ação visa fortalecer a prevenção criminal em Feira de Santana, nos bairros com maiores índices de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI).
A operação supervisionada pelo Comando Leste contará com todas modalidades de policiamento e efetivo disponíveis, ressaltando a participação do Comando de Policiamento Especializado (CPE) e do Comando de Policiamento em Missões Especiais (CPME), contando com o apoio aéreo do Grupamento Aéreo da PMBA (Graer), atuando em conjunto com a Rondesp CPR-Leste.

Foto: Reprodução/Redes sociais.
Quase sem ninguém presente. O desfile do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está repercutindo nas redes sociais.
A baixa adesão popular e o traje vermelho usado por Janja, cor que não consta na bandeira do Brasil, são um dos assuntos em alta. Durante o desfile, uma cena também chamou a atenção das pessoas que assistiam a transmissão do evento: o aceno esvaziado.
Em cima do Rolls-Royce, Janja e Lula gesticularam sem visão de público, evidenciando que, na prática, estavam apenas cumprindo protocolos — já que não havia multidão de pessoas para de fato externar cumprimentos.
O aceno vazio, como já esperado, virou chacota nas redes sociais. O registro do momento tem sido compartilhado por críticos e opositores do governo Lula.
Conexão Política

Foto: Kaio Lakaio/VEJA.
Horas depois de o deputado federal André Fufuca (PP-MA) ser confirmado como o novo ministro do Esporte do governo Lula, o senador Ciro Nogueira, presidente do seu partido e ex-chefe da Casa Civil do governo Bolsonaro, foi às redes sociais atacar o presidente pela falta de “povo” no desfile de 7 de Setembro, em Brasília. Para Ciro, “o rei está nu”.
“O 7/9 é um retrato do Lula 3: o presidente desfilou para ninguém, foi aplaudido pelos áulicos de sempre e vai dizer que foi tudo ótimo. Só um detalhe: KD O POVO NO 7/9, Lula? O rei está nu. Sem povo, só com o aplauso da companheirada de aluguel”, escreveu Nogueira nas redes sociais, compartilhando um vídeo com um comentário feito na transmissão da Jovem Pan.
“7 de Setembro sem Jair Bolsonaro é como a Fórmula 1 sem Airton Senna. Fica um vazio…”, escreveu, em mensagem enviada ao Radar.
VEJA/Radar

Foto: Anderson Scardoelli/Revista Oeste.
Um dia normal. Assim foi o 7 de Setembro deste ano na Avenida Paulista, cartão postal da cidade de São Paulo.
Em 2023, o 7 de Setembro na Avenida Paulista seguiu como um dia útil qualquer. A via nem sequer chegou a ter o tráfego totalmente interrompido para carros e ônibus. Até as 15 horas desta quinta-feira, 7, apenas uma faixa de rolamento em cada um dos sentidos havia sido reservada para ciclistas.
Nesta tarde, a reportagem de Oeste percorreu a Paulista em quase toda a sua extensão, cerca de 2,7 km, da Praça Oswaldo Cruz até o cruzamento com a Rua da Consolação. Por todo o percurso, uma constante: pouco movimento — tanto de carros e ônibus quanto de ciclistas e transeuntes.
No vão do Museu de Arte Moderna de São Paulo (Masp), nenhuma manifestação de cunho patriótico ou político-partidária, diferentemente de anos anteriores. No local, pessoas em situação de rua dividam espaço com a turma que formou fila para acompanhar as exposições em cartaz no Masp.

Barracas de pessoas em situação de rua e grupo na fila para entrar no Masp | Foto: Anderson Scardoelli/Revista Oeste
Pouco movimento também nas proximidades das três estações de metrô que cortam a Paulista — Brigadeiro, Trianon Masp e Consolação. Nos cruzamentos com a Rua Augusta e a Avenida Brigadeiro Luís Antônio, mais traços de dia normal, com (poucos) carros e ônibus seguindo seus trajetos.
Nenhum movimento organizado pela esquerda teve vez na Avenida Paulista neste feriado. Enquanto isso, nas proximidades de saídas da estação Trianon Masp, dois trios elétricos ecoavam os discursos de grupos que apresentaram criticas contra o atual Presidente da República. O cartaz “fora, Lula” foi, inclusive, estendido no canteiro central da via.
Nas proximidades da estação Brigadeiro do metrô, uma ocorrência policial marcou a tarde deste feriado do Dia da Independência. Um homem arrancou o colar de uma mulher. O ladrão, contudo, não se deu bem. Policiais de prontidão iniciaram a perseguição e renderam o criminoso, que, algemado, foi posto no camburão.

Policiais rendem homem que arrancou colar de mulher (de blusa laranja e de costas) | Foto: Anderson Scardoelli/Revista Oeste
A vítima, que conseguiu recuperar o colar, mas “ganhou” um arranhão no pescoço, recebeu orientação de como registrar o boletim de ocorrência. Neste 7 de Setembro, a Avenida Paulista teve mais um dia normal.
Revista Oeste

Foto: Lucyenne Landim/O TEMPO Brasília.
Ambulantes que foram à Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), para tentar vender adereços com estampas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o desfile do 7 de Setembro relataram à reportagem de O TEMPO que os resultados não foram como esperado. Houve quem chegou a ter prejuízo, como Taís Neres, que saiu de Águas Lindas (GO), distante cerca de 50 km do centro da capital federal, para vender mil chaveiros.
“A gente veio vender água e chaveirinho com o rosto do Lula e o desenho de Brasília. Quase não vendemos. Acho que vendemos uns 20 só. Trouxemos mil”, contou sobre os chaveiros, vendidos a R$ 10 cada. Ela contou que houve procura maior pelo item com a estampa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“A procura maior foi pelo do Bolsonaro. Muita gente preferindo do Bolsonaro e não do Lula, mas a gente infelizmente não fez. Fizemos só do Lula. [Em um próximo evento], é trazer o do Bolsonaro, aí vende”, disse a vendedora, que foi à Esplanada fazer negócio junto a um primo.
Gabriel Henrique saiu de Novo Gama (GO), região do entorno distante cerca de 40 km do centro do DF, foi à Esplanada com um estoque de camisetas (R$ 35 cada) e bonés (R$ 35) com a estampa de Lula e bandeiras do Brasil (R$ 90), mas também não teve o lucro esperado.
“Não foi o que eu esperava, mas deu para tirar o dia. Eu acho que vendi de dez a 12 camisetas. Eu queria vender pelo menos umas 20. E deu para estourar só no final, depois que acabou, porque eu não estava vendendo nada. Mas valeu”, disse, contando ainda que também presenciou apoiadores de Bolsonaro. “Uma galera que eu ofereci [itens] do Lula ficou indignada dizendo que não gosta, mas veio pela celebração do 7 de Setembro”, afirmou.
O faturamento do dia na Esplanada foi melhor para Luís Carlos, que também estendeu no local camisetas com o rosto de Lula e bandeiras do Brasil. “Não foi o esperado, mas foi razoável. Por quem está falando que não vendeu nada, foi melhor para mim, não posso reclamar. Com certeza deu pra tirar lucro, ganhei o dia de hoje”, relatou.
O vendedor que mora em Ceilândia, a cerca de 30 km da Esplanada, contou que também foi abordado por uma mulher à procura de itens de Jair Bolsonaro. “Ela perguntou se a bandeira era do Bolsonaro, mas eu respondi que o verde e amarelo é do Brasil e que a bandeira não é partidária. Aí ela não quis e foi embora”, afirmou.
Jornal O Tempo

Foto: Reprodução/Twitter.
Em vídeo que circula nas redes sociais, imagens mostram soldados do exército servindo cachorro-quente para as pessoas que foram ao desfile de 7 de Setembro na Esplanada.
“Antes era pão com mortadela, agora é cachorro-quente. Tô todo lambuzado.”, disse o homem.
Vídeo: Francisco Mello Oficial.
Informações TBN

A arquibancada reservada ao primeiro escalão do governo federal e a militares de alta patente no 7 de Setembro reuniu uma série de autoridades, entre elas, os presidentes Rodrigo Pacheco, Lula e Rosa Weber. Um convidado, contudo, não compareceu: Arthur Lira.
Lira trocou o desfile militar pelo descanso em Alagoas, sua base eleitoral. Durante a eleição do ano passado, Lira apoiou Bolsonaro. No governo Lula, pessoas próximas ao presidente da Câmara se tornaram alvo da Polícia Federal.publicidade
Depois do evento, Lula e a primeira-dama Janja embarcarão para Nova Déli, capital da Índia, para participar da 18ª Cúpula do G20, grupo que reúne as nações mais desenvolvidas do mundo. No evento, o Brasil será anunciado oficialmente, pela primeira vez, como o próximo país a assumir a presidência do G20.

Lula manteve a viagem, mesmo diante da situação catastrófica enfrentada pelo Rio Grande do Sul. O governo gaúcho disse que o Estado contabiliza “cenário de guerra” diante das recentes chuvas e enchentes provocadas a partir da passagem de um ciclone extratropical no último fim de semana. Até o momento, as autoridades confirmaram 37 mortes. Além disso, há nove desaparecidos.
Informações Revista Oeste