
Javier Milei, economista da direita radical, venceu o segundo turno nas eleições presidenciais argentinas, realizadas neste domingo (19). O resultado foi informado por volta de 20h20 da Dirección Nacional Electoral da Argentina. Com 95% dos votos apurados às 21h, Milei tinha 55,78% dos votos.
Milei foi declarado vencedor das eleições presidenciais da Argentina por volta de 20h20 deste domingo. A apuração dos votos seguia em curso, mas, com cerca de 90% dos votos apurados na altura, Milei já estava matematicamente eleito.
Às 21h, 95,3% dos votos já estavam apurados. Milei registrava 55,78%, contra 44,21% de Sergio Massa.
A larga diferença entre os candidatos, de mais de 10 pontos percentuais, surpreendeu observadores eleitorais. Pesquisas de intenção de voto mostravam uma distância menor entre os candidatos. Assessor de Milei declarou ao UOL que a equipe do presidente eleito não esperava uma vantagem tão grande.
No primeiro turno, Milei havia ficado atrás de Massa. Mas um terço dos eleitores argentinos haviam votado em outros candidatos e eram considerados cruciais para definir o resultado deste domingo.
Em comparação com o primeiro turno, Milei conquistou mais de 6 milhões de votos a mais, um acréscimo de mais de 70%. No primeiro turno, teve 7,88 milhões. No segundo, com pouco mais de 95% dos votos computados, 13,95 milhões.
Já Massa aumentou sua votação em cerca de 1,4 milhão de voto, ganho de menos de 15%. Conquistou 9,6 milhões de votos no primeiro turno. No segundo, pouco mais de 11 milhões, faltando cerca de 5% dos votos para apurar.
Os números mostram que a maior parte dos eleitores que não votaram em nenhum dos dois candidatos no primeiro turno optou por Milei no segundo.Continua após a publicidade
O candidato Sergio Massa, atual ministro da Economia da Argentina e peronista do União pela Pátria, reconheceu a derrota antes do anúncio oficial do resultado pela Dirección Nacional Electoral da Argentina.
Às 20h40, Lula, presidente brasileiro, parabenizou o eleito na Argentina: “Desejo boa sorte e êxito ao novo governo. A Argentina é um grande país e merece todo o nosso respeito.


O novo presidente da Argentina é considerado um outsider na política. Foi eleito deputado federal em 2021 e ficou conhecido por participações em talk shows.Continua após a publicidade
Milei se declara “anarcocapitalista”, corrente ultraliberal que defende privatizações e ausência do Estado.
Uma de suas propostas polêmicas é dolarizar a economia e abandonar o desvalorizado peso argentino. Já falou em fechar o Banco Central e facilitar a posse de armas de fogo para a população. Chamou as mudanças climáticas de “farsas da esquerda” e considera a educação sexual como uma manobra para destruir a família.


O comparecimento às urnas foi baixo, de 76%, segundo a Dirección Nacional Electoral da Argentina. É menos do que o registrado em eleições anteriores e também abaixo do que o visto no primeiro turno (77%).
No primeiro turno, Massa havia ficado em primeiro lugar, com 36,68% dos votos. Milei, em segundo, teve 29,98%.
A terceira colocada no primeiro turno, Patrícia Bullrich, havia declarado apoio em Milei para o segundo turno. Foi um apoio importante, já que Patrícia obteve um número expressivo de votos: 23,83%. Essa fatia do eleitorado era considerada decisiva para o resultado deste domingo.
O resultado divulgado neste domingo é provisório. A apuração oficial dos votos — em cédulas de papel — só começará a ser feita 48h após o fim das eleições.
O órgão responsável pelas eleições, a Dirección Nacional Electoral, explica que, neste domingo, a contagem de votos anunciada é baseada na somatória do resultado transmitido por cada seção eleitoral, que faz as primeiras contagem das cédulas de votação. Já para o resultado oficial, haverá a contagem de todas as cédulas pela Justiça Eleitoral, que proclamará o vencedor.
Essa foi a segunda vez na história da Argentina que a decisão sobre o novo presidente foi decidida em segundo turno. A primeira foi 2015, quando Mauricio Macri derrotou o candidato peronista Daniel Scioli.
Antes do anúncio oficial, Massa disse que os resultados “não são os que esperávamos” e disse que já conversou com Milei: “Para parabenizá-lo e desejar-lhe boa sorte, porque é o presidente que a maioria dos argentinos elegeu para os próximos quatro anos”, disse.
Os argentinos escolheram outro caminho. A partir de amanhã, a tarefa de dar certezas e transmitir garantias sobre o funcionamento social, político e econômico é responsabilidade do presidente eleito. Esperamos que o faça
Sergio Massa
Uma multidão esperou Milei em seu local de votação, um colégio eleitoral no bairro de Almagro, em Buenos Aires. Apesar do aparato de segurança, houve confusão na saída do candidato do local de votação.
Vizinhos do bairro, apoiadores de Massa, gritaram dos edifícios e das ruas “Milei, você é a ditadura”. Em debate entre os candidatos no primeiro turno, Milei colocou em dúvida o número de desaparecidos na ditadura Argentina.
Um desses vizinhos jogou ovos em direção ao carro onde estava Milei.
A militância de Milei reagiu com insultos. Também cantaram: “Massa, lixo, você é a ditadura”, em uma inversão do slogan que marcou a campanha dos adversários do agora eleito presidente da Argentina.
Informações UOL

Foto: Reprodução/Diário do RN.
A possibilidade de os aplicativos de bancos tradicionais, como Itaú e Bradesco, deixarem de existir está em discussão devido a uma proposta do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. A proposta visa a unificação do acesso às instituições financeiras por meio do conceito chamado Open Finance. Entender o que está por trás dessa mudança é crucial para os usuários que dependem dessas plataformas para suas operações diárias.
De acordo com Campos Neto, o Open Finance introduzirá um sistema que permitirá o compartilhamento de informações financeiras, eliminando a necessidade de os usuários vincularem vários aplicativos de diferentes bancos à tecnologia. A visão é que, em algum momento, um aplicativo agregador integrará todas as contas financeiras dos usuários por meio do Open Finance.
Em outubro, o Banco Central deu início a uma nova fase do Open Finance, que possibilitou aos usuários compartilhar informações de investimentos em fundos, renda fixa e renda variável com as instituições participantes. Conhecido também como Open Investment, essa etapa permite que as instituições financeiras ofereçam produtos e serviços mais adequados, facilitando diretamente o gerenciamento financeiro dos clientes.
A proposta levanta a questão de como os aplicativos de bancos tradicionais se adaptarão a essa mudança e se oferecerão vantagens aos usuários do Open Finance. Até o momento, não há informações concretas sobre isso, mas a ideia é que a unificação do acesso beneficie brasileiros que possuem contas em diferentes bancos, centralizando todas as informações em um único lugar.
A proposta do governo pode trazer benefícios significativos para os usuários, especialmente para aqueles que possuem contas em diversos bancos. A centralização das contas em um único aplicativo agregador pode simplificar o gerenciamento financeiro, eliminando a necessidade de acessar vários aplicativos individualmente.
Isso pode ser particularmente útil para pessoas que enfrentam dificuldades em navegar por dispositivos móveis. A divisão dos bancos em aplicativos individuais muitas vezes resulta em esquecimento de atualizações, causando lentidão nos servidores e erros ocasionais.
Embora a proposta ainda esteja em discussão, é importante que os usuários estejam atentos às futuras atualizações e mudanças no cenário bancário digital. A unificação dos aplicativos de bancos é uma proposta ambiciosa que poderá redefinir a forma como interagimos com nossas instituições financeiras no ambiente digital.
Fonte: Catraca Livre.

A TV Gazeta ingressou com um pedido dentro do processo de recuperação judicial para exigir que a Globo renove o contrato de retransmissão da emissora em Alagoas e assim “evite a falência” do conglomerado de comunicação do ex-presidente Fernando Collor, que está mergulhado em dívidas e é investigado por fraudes. O pedido da Gazeta foi feito no dia 8 de novembro, e a resposta da Globo foi anexada ao processo no dia 17, obtida com exclusividade por UOL.
A Globo informou à TV Gazeta, no último dia 4 de outubro, que vai encerrar no fim do ano a parceria de 48 anos com o grupo alagoano. A alegação é de que Collor foi condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) porque usou a TV Gazeta em um esquema de corrupção. A TV Gazeta já está em recuperação judicial desde 2019.
O contrato com a Gazeta termina no dia 31 de dezembro, e a partir de 1º de janeiro de 2024 a Globo terá (caso não haja decisão judicial contrária) uma nova empresa afiliada em Alagoas: o grupo Asa Branca, que já é parceira da TV carioca para retransmissão em Caruaru (PE).
O pedido de renovação compulsória será analisado pelo juiz Léo Dennisson Bezerra de Almeida, da 10ª Vara Cível da Capital de Alagoas. As duas empresas não se manifestaram sobre o caso, que tramita em sigilo.
Em resposta nesta sexta-feira ao pedido da TV Gazeta na Justiça, a qual a coluna teve acesso, a Globo chama a empresa de Collor de “covarde” por fazer um pedido dentro do processo de recuperação judicial, já que o grupo carioca não é credor e não tem relação com a ação.
Com toda a franqueza, é covarde a conduta da TV Gazeta. Por não ter se preparado para o término da relação contratual, da qual era indubitavelmente conhecedora há meses, vem agora utilizar argumentos de terror, de prejuízo a funcionários ou ao soerguimento da empresa, como se fosse a Globo (e não ela própria) a responsável pelas consequências do término da relação.
Resposta da Globo à Justiça
Alega ainda que o foro estabelecido para dirimir questões seria do Rio de Janeiro, não de Alagoas.
Nas alegações à Justiça para não renovar o contrato, a Globo diz que manter a parceria geraria “gravíssimo dano reputacional” ao grupo, já que Collor e o diretor da OAM (Organização Arnon de Mello) foram condenados pelo STF por corrupção usando a emissora.
A Globo não deseja mais permanecer associada à TV Gazeta quando é público e notório que um de seus sócios e seu principal executivo foram condenados pela mais alta corte do país pelo cometimento de crimes, em cuja execução, segundo a decisão do STF, a própria TV Gazeta teria sido utilizada. A manutenção dessa associação contratual traria gravíssimos prejuízos à Globo, maculando sua boa imagem junto à sociedade brasileira.
Resposta da Globo à Justiça
Sem mandato após 16 anos, Collor foi condenado pelo STF a uma pena de 8 anos e 2 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em maio, mas ainda não foi preso.

Em seu pedido, a Gazeta alega que foi pega de surpresa, que existiam “numerosos motivos que a levaram a acreditar que a relação com a Globo estaria mantida por minimamente mais cinco anos” e que não haveria “qualquer justificativa plausível” para findarem a parceria.
Além disso, cita que fez R$ 28 milhões investimentos na TV desde 2010 e que o fim da relação traria gravíssimo dano financeiro ao grupo inteiro, levando a um eventual encerramento de atividades da OAM —que ainda reúne sites, jornal e rádios.
A manutenção da relação contratual é necessária, uma vez que 85% do faturamento das recuperandas dela provém e, caso a medida cautelar reste infrutífera, as recuperandas estão sujeitas à falência.
TV Gazeta em pedido judicial
Outro ponto citado pela TV alagoana é que a Globo “jamais havia demonstrado o seu desinteresse na transmissão da sua rede pela TV Gazeta ou, minimamente, a advertiu de qualquer descumprimento contratual.”

Na resposta, a Globo refuta as alegações e diz que encaminhou a informação oficial 90 dias antes do fim do contrato, como mandam os termos, para “registrar que não havia interesse em prorrogar a parceria, de modo que o término do prazo regular de vigência do Contrato, em 31.12.2023, representará o fim da relação comercial entre as partes”.
Sobre os investimentos feitos, diz que boa parte deles foi feito para uma migração de sinal analógico para digital, que era uma “obrigação legal”, “sob pena de descumprimento das normas federais impostas a qualquer emissora de televisão”.
[Foram] gastos com bens necessários para viabilizar a prestação dos serviços de qualquer radiodifusora, e que permanecem (e permanecerão) integrados ao seu próprio patrimônio, independentemente do término do Contrato com a Globo.
Resposta da Globo à Justiça
No caso, os advogados da Globo voltam a criticar a TV Gazeta pela retórica.
Mais uma vez, ela vem com argumentos contrários aos atos anteriormente praticados, em uma atitude desleal, com o objeto de impressionar e pressionar esse Poder Judiciário a lhe conceder uma condição comercial que jamais foi negociada entre as partes, o que, por óbvio, não se pode admitir.
Resposta da Globo à Justiça
A gestão das empresas do grupo de Collor foi questionada em vários momentos da recuperação judicial, que renegociou R$ 64 milhões débitos com credores.
Ao longo dos anos, só em “empréstimos” da TV aos sócios (todos da família), foram R$ 125 milhões, que nunca foram pagos, deixando de lado quitação de verbas trabalhistas e fornecedores. O valor, por exemplo, é quase o dobro do valor devido aos credores.

Isso foi gerando, ao longo dos anos, uma grande dívida, e a OAM pediu recuperação judicial em 2019. O plano de pagamento apresentado por ela foi aprovado por credores em julho de 2022, mas que não foi homologada pela Justiça por questionamentos legais.
Credores da área trabalhista denunciaram irregularidades na votação, como uma suposta “compra de votos.” Isso levou a Justiça a sugerir abertura de inquérito policial para investigar eventual crime falimentar.
O MP alegou, em parecer, que as empresas da OAM fizeram novos “empréstimos” aos sóciosdurante o período da recuperação —o que é vetado— em um valor total de R$ 6,4 milhões. A Polícia Civil ainda não informou sobre o inquérito pedido para investigar o caso.
Informações UOL

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse na sexta-feira 17 que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita poderes do Supremo Tribunal Federal (STF) pode ser votada na próxima terça-feira, 21. O projeto impede que decisões tomadas por um único ministro suspendam a vigência de leis ou atos dos presidentes da República, do Senado e da Câmara dos Deputados.
A PEC também define um prazo de seis meses, prorrogável por mais quatro, para a concessão de pedidos de vista, que são quando os ministros pedem mais tempo para analisar determinada ação. O tempo de análise passa a ser coletivo. Ou seja, quando um ministro solicitar tempo extra para analisar um processo em julgamento, todos os outros terão direito à vista.
No fim do ano passado, houve uma alteração na regra. Os pedidos passaram a ter o prazo máximo de três meses. Esgotado o período, o processo volta de forma automática ao plenário da Suprema Corte. Apresentada em 2021 por um grupo de senadores encabeçado por Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), a proposta faz parte de uma ofensiva do Congresso Nacional em meio a tensão entre o Legislativo e a Corte.
Antes de ir à votação, a PEC que limita os poderes de ministros do STF passou por quatro sessões onde foi discutida. A última ocorrerá na terça-feira. Então ela estará apta para ser votada pelo plenário do Senado, afirmou Pacheco. Caberá aos líderes partidários a decisão de inclui-la na ordem do dia de votação.

A PEC faz parte de um conjunto de proposições cuja tramitação ganhou força nas últimas semanas em razão de um conflito de competências entre o Legislativo e o Judiciário. Alguns parlamentares julgam que os ministros do STF têm atuado de forma a invalidar leis aprovadas no Congresso.
O caso mais citado é o do marco temporal das terras indígenas, em que Congresso e Supremo tomaram caminhos diversos. O Legislativo endossou a tese de que só podem ser demarcadas reservas em terras já ocupadas na data de promulgação da Constituição de 1988. Em julgamento, STF rejeitou esse entendimento.
Na segunda-feira passada, os ministros Luís Roberto Barroso, presidente do STF, e Gilmar Mendes, decano da Corte, criticaram outra PEC, que dá ao Congresso poder para anular decisões do Supremo transitadas em julgado. Eles disseram que a regra remete a mecanismo presente na Constituição de 1937, redigida pela ditadura de Getúlio Vargas
Revista Oeste, com informações da Agência Estado e do jornal O Estado de S. Paulo

Um estudo conduzido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) revelou, pela primeira vez, indícios de um clima árido no Norte da Bahia. Durante o período de 1990 a 2020, a extensão dessa área alcançou 5,7 mil quilômetros quadrados.
Pesquisadores dessas entidades vinculadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) também observaram um aumento do clima semiárido em diversas regiões do país. A cada década, as áreas semiáridas crescem a uma taxa média superior a 75 mil quilômetros quadrados, concentrando-se principalmente no Nordeste e no norte de Minas Gerais, conforme indicado no estudo.
Exceto pela região Sul e pelo litoral dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, a tendência de aumento da aridez é evidente em todo o país. Os pesquisadores destacam que esse processo está associado ao fenômeno do aquecimento global, conforme descrito na nota técnica.
Metro1

Um aplicativo voltado para o ciclista chegar de forma mais segura ao seu destino, o Movesafe, foi a proposta vencedora do Hackathon promovido pela Prefeitura de Feira de Santana. A equipe campeã, a Warr, desenvolveu a proposta em uma maratona de mais de 30 horas de trabalho ininterrupto e competiu com mais 13 grupos que atuam na programação de softwares e aplicativos para buscar soluções, exclusivamente, para a mobilidade urbana.
O resultado foi anunciado neste domingo (19), no auditório do SESI – unidade Jardim Cruzeiro. Os prêmios foram entregues pelo secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Wilson Falcão, pelo coordenador da unidade de projetos especiais do Sebrae, Antônio Carlos Borges Júnior, e por Breno Caires, CEO da Conexa e HUB Feira.
Ao utilizar o aplicativo, o ciclista terá a disposição opções de rotas com alertas em tempo real sobre o trânsito, apontando as ciclovias existentes, vias com maior volume de carros e motos, alerta de ruas perigosas e condições climáticas.
O mapa acompanha o ciclista durante o percurso e dispõe de timer para uso em modalidades esportivas. Ainda, oferece aos motoristas e motociclistas que utilizarem a plataforma alertas de vias com maior volume de ciclistas.
Um dos integrantes da equipe, William Costa, explica que a proposta apresentada prevê ainda o fornecimento de dados coletados através do aplicativo para a Prefeitura, apontando quais vias tem maior demanda de implantação de ciclovia.
A equipe vencedora recebeu R$ 4 mil; tablets para cada integrante; um curso Empretec para uma pessoa da equipe; duas mentorias com o Sebrae, conforme fase estrutural do projeto; e acesso a mentorias no HUB Feira.
“Destaco o engajamento do prefeito Colbert Martins que incentiva soluções inovadoras e tecnológicas para o município. Encerramos este evento com a proposta sugerida pelo prefeito dos participantes desta edição escolherem o tema do próximo Hackathon”, afirma o secretário Wilson Falcão.
SEGUNDO E TERCEIRO LUGARES
Em segundo lugar, a equipe Empreendedores desenvolveu um aplicativo de estacionamento inteligente que faz a reserva de vagas em estacionamentos particulares e apresenta o perfil da empresa, assim como valores e formas de pagamento. O aplicativo intitulado “ViAí” indica através do sistema de geolocalização os estacionamentos mais próximos e a possibilidade de vagas, e atende por comando de voz. É voltado para usuários e donos de estacionamento.
A equipe vice-campeã levou um tablet por componente; um curso Empretec para uma pessoa da equipe; duas mentorias com o Sebrae, conforme fase estrutural do projeto; e acesso a mentorias no HUB Feira.
O terceiro lugar, a equipe Pergamo desenvolveu o aplicativo “Trânsito Smart” ao qual propõe filtrar e centralizar as informações de trânsito resultando em um ranking de prioridades por localidades suscetíveis. A proposta é integrar o Fala Feira 156 e o Waze, que já reúnem informações sobre buracos, vias inadequadas e problemas na rua – indicando os locais prioritários para a gestão municipal atuar.
Com uso da inteligência artificial, as informações fornecidas pelos usuários serão reunidas apontando o percentual de risco de acidentes que o bairro ou localidade oferecem.
A equipe ganhou uma diária no Hotel Acalanto com café da manhã incluso para toda a equipe (quartos duplos); curso Empretec para uma pessoa da equipe; duas mentorias com o Sebrae, conforme fase estrutural do projeto; além de acesso a mentorias no HUB Feira.

Foi assassinado no início da tarde deste domingo (19), Joedson Santos de Carvalho, de 23 anos. Ele foi morto com vários tiros na calçada de um bar na Rua Tupirama, no bairro Parque Ipê, em Feira de Santana.
Ao Acorda Cidade, a delegada Daniele Matias informou que o jovem estava com mais duas pessoas, e que eram todos desconhecidos no local.

“Segundo informações, não é conhecido desse local. Estava aqui em um bar, muito provavelmente no horário de almoço. Segundo informações, o pessoal disse que provavelmente ele trabalhou em alguma obra aqui perto. Estava juntamente com mais duas pessoas no bar, que também não são conhecidas do pessoal aqui”, informou.
A vítima estava bastante ferida e havia várias cápsulas de arma de fogo no chão, provavelmente, segundo a delegada, de ponto 40 e calibre 9 milímetros.“Eles estavam bebendo no momento. A gente percebe inclusive aqui na mesa uma garrafa de cerveja e os copos. As cadeiras foram quebradas por conta dos disparos, provavelmente. E as duas testemunhas que estavam com ele correram no momento”, informou a delegada ao Acorda Cidade.
O crime foi praticado por homens em um veículo branco, semelhante ao dos autores do homicídio no bairro Queimadinha, praticado momentos antes. A polícia vai investigar se os dois casos estão relacionados.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade

Foto: Alessandro Dantas.
Nos últimos dias, uma série de declarações e ações têm levantado preocupações sobre a liberdade de imprensa no Brasil. A mais recente envolve a presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffman, que utilizou as redes sociais para fazer denúncias sérias sobre o jornal Estadão e a concessão de uma rádio. Segundo Gleisi, há uma denúncia de que o Estadão tenha forçado um jornalista a criar a narrativa da ” Dama do Tráfico”. Essa situação acende um alerta sobre as possíveis tentativas de calar a imprensa e restringir a liberdade de expressão, algo que só ocorre em regimes autoritários.
No caso em questão, Gleisi Hoffman insinuou que a concessão da rádio obrigava uma postura mais favorável ao governo, o que representaria uma clara tentativa de censura. Além disso, utilizou uma denúncia não confirmada do Ministério Público do Trabalho do Distrito Federal para embasar suas alegações, o que levanta dúvidas sobre sua veracidade.
É importante ressaltar que a imprensa livre desempenha um papel fundamental em uma sociedade democrática. Os meios de comunicação têm a responsabilidade de informar a população de forma imparcial e questionar as autoridades quando necessário. Tentativas de ameaçar ou censurar a imprensa colocam em risco não apenas o direito dos jornalistas de fazer seu trabalho, mas também o direito dos cidadãos de se manterem informados.
A rede X fez um alerta que a denúncia apresentada por Gleisi Hoffman acerca do Estadão pode ser falsa.
Informações TBN

Foto: Getty Images.
Altas fontes da Unión por la Patria disseram ao Clarín que o candidato Javier Milei vence o segundo turno. Falam de uma derrota clara para Sergio Massa.
Enquanto no bunker do Unión por la Patria já se fala em derrota. Sergio Massa falará antes de serem conhecidos os primeiros resultados oficiais.
No entanto, os primeiros resultados oficiais serão conhecidos às 21h.
*Texto traduzido a partir do original.
Fonte: Clarín.
‘Jornal não censura ninguém; ao contrário, é censurado. Quem censura é a polícia, com a qual a esquerda radical brasileira vive hoje um caso de amor’

(J. R. Guzzo, publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 19 de novembro de 2023)
Desde que iniciou o seu terceiro mandato na Presidência da República, Lula vem fazendo tudo o que pode para sabotar qualquer tentativa mais séria de se criar uma atmosfera de paz política e social no Brasil. É como se a paz fosse um problema. O nível de tensão baixou? Então é preciso fazer com que ele suba de novo — este parece ser o único ambiente em que o presidente consegue funcionar, pelo menos nas suas declarações ao público em geral. O fato é que, em seus quase onze meses de governo, raramente perdeu uma oportunidade de fabricar tensão, agredir alguém e tentar jogar os brasileiros uns contra os outros. Até hoje não estendeu a mão para ninguém — ao contrário, insulta o tempo todo os adversários. Para ele, são sempre “fascistas”.
[Lula] tomou o lado dos terroristas do Hamas contra Israel, a quem seus ministros acusam de “genocídio”J. R. Guzzo
Durante meses seguidos, acusou o presidente do Banco Central de ser uma espécie de criminoso econômico, responsável por todos os problemas que o seu governo não sabe resolver. Acusou de “fascista” uma “parte” (não disse qual) do agronegócio, o único setor da econômica brasileira que funciona. Atiça o Norte contra o Sul, os trabalhadores contra as empresas, o “povo” contra o “mercado”. Quer briga, até mesmo, com o seu próprio governo — diante da possiblidade de um pouco de sossego na economia, com as promessas de respeito ao teto de gastos públicos, anunciou que não vai respeitar os limites pretendidos pelo ministro da Fazenda. Tomou o lado dos terroristas do Hamas contra Israel, a quem seus ministros acusam de “genocídio”. Agora, enfim, resolveu declarar guerra à imprensa.

O ataque foi feito pela presidente do seu partido — como sempre, segundo o procedimento-padrão de Lula, se algo der errado a culpa vai ser dela. Depois de acusar os jornais Estadão e O Globo de “arrogância” e antes de chamar seus proprietários de “mesquinhos”, a dirigente do PT disse que ambos querem “censurar o presidente Lula”. Como assim? Jornal não censura ninguém; ao contrário, é censurado. Quem censura é a polícia, com a qual a esquerda radical brasileira vive hoje um caso de amor. Só fala, a propósito, de inquérito, denúncia, delação, prisão, processo, condenação. É uma falsificação maciça da realidade, ao mesmo tempo, chamar de “arrogância” a pura e simples manifestação de um ponto de vista por parte dos dois jornais. O que ela quer — editoriais que repitam a sua opinião? Se não for assim não pode?
A decisão de agredir a imprensa é uma evidência a mais de que o único compromisso para valer de Lula e do PT (além de passar o resto da vida às custas do Tesouro Nacional) é ficar, sempre, contra a liberdade. Como o Hamas, não conseguem sobreviver se há paz.
Informações Revista Oeste