
Os juízes da Câmara Nacional Eleitoral, da Argentina, fizeram, neste sábado, 18, uma reunião emergencial com os assessores de campanha dos candidatos Sergio Massa (União pela Pátria) e Javier Milei (A Liberdade Avança). O encontro ocorreu em meio às denúncias de fraude no primeiro turno.
De acordo com os magistrados, a convocação teve como objetivo “preservar a convivência democrática” na véspera do segundo turno das eleições presidenciais. Neste domingo, 19, os argentinos irão eleger o seu próximo presidente.
Estiveram presentes à reunião o representante da coligação União pela Pátria, Juan Manuel Olmos, e Karina Milei, da A Liberdade Avança. Karina, que também é irmã do candidato Javier Milei, foi acompanhada do advogado Santiago Viola.
Os juízes Alberto Ricardo Dalla Via e Santiago Hernán Corcuera reiteraram a intenção de “acalmar os ânimos”.

A tensão nas eleições presidenciais na Argentina aumentou depois que a equipe de Milei apresentou, esta semana, um comunicado à Justiça sobre o que chamou de “fraude colossal”.
Os representantes da coalisão A Liberdade Avança alegaram terem recebido informações de que a Gendarmaria Nacional, principal força de segurança do país, com presença militar, teria “alterado o conteúdo das urnas e a documentação para favorecer Massa no primeiro turno, realizado em 22 de outubro”.
A equipe de Massa deixou a reunião com os magistrados divulgando para a imprensa local que os assessores de Milei teriam “recuado”, afirmando “não terem feito uma denúncia formal, mas, sim, uma representação a fim de alertar as autoridades eleitorais sobre coisas que estavam sendo ditas”.
Os assessores peronistas elogiaram o encontro: “Foi uma reunião cordial”. Já os assessores de Milei saíram sem falar com os jornalistas.
Antes da reunião emergencial deste sábado, a equipe de Milei havia atenuado a denúncia no sentido de ter sido uma “representação” e não uma acusação formal.
Essa afirmação levou o ministro da Segurança, Aníbal Fernández, a anunciar que apresentaria uma queixa-crime contra a coalizão de Milei.
Na noite desta sexta-feira, 17, o candidato da direita, o deputado liberal Javier Milei, esteve com a namorada, a atriz Fátima Flores, em um teatro de Buenos Aires para assistir a uma peça. Entre algumas vaias, prevaleceram os aplausos, e o candidato saiu do espetáculo ovacionado pelo público.
Informações Revista Oeste
O multilateralismo é um eufemismo para antiamericanismo, a causa de inteligentes, como a China, para engabelar bobocas, como o Brasil

Qual é a importância do Brasil na política internacional? A não ser para basbaques da imprensa nativa, nenhuma. Somos um fazendão com proprietários e capatazes muito toscos, dos quais Lula expressa a média geral de ignorância em praticamente tudo, assim como todos os outros que nos governaram, à exceção de FHC. O que esperar de gente que foge de museu, biblioteca e laboratório? Esperteza em alguns negócios, sim; projeto de país moderno e visão internacional clara, zero.
Seria salutar se reconhecêssemos a nossa insignificância e não levássemos a sério essas invenções saídas da cachola de economistas de bancos e de professores universitários. Uma invenção é o Brics; a outra é o Sul Global.
Dos Brics, os únicos países que realmente importam são a China e a Índia. O mesmo ocorre com o Sul Global. Sem as economias e o poderio militar de ambos, só resta a classe média baixa a que o Brasil pertence. A China já uma superpotência; a Índia não demorará a sê-lo. O Brics e o Sul Global são invenções que servem principalmente à China, com a Índia tirando a sua casquinha.
É ótimo para os chineses vender a ideia de que eles fazem parte de um grupo de nações com a aspiração de mudar a correlação de forças — estou soando marxista — em uma realidade que já não comportaria mais a hegemonia dos Estados Unidos, patati, patatá. Parece mais legítimo perseguir o seu objetivo desse modo, com o discurso do multilateralismo.
O multilateralismo é uma balela, um eufemismo para antiamericanismo, a não-causa de que os inteligentes lançam mão para engabelar os bobocas e fazê-los de fantoches. A China só está interessada nela própria, em expandir a sua influência em todos os continentes. Veja-se o encontro entre Xi Jiping e Joe Biden, que ocorreu nesta semana, em São Franciso. Eles decidiram retomar os contatos diretos entre os respectivos comandos militares, interrompidos desde a última crise em torno da independência de Taiwan, e amainar a guerra comercial entre os dois países responsáveis por cerca de 40% do PIB mundial. Estava ruim para ambos, mas em especial para a China.
Enquanto Lula acredita na historieta de que a China está prestes a desbancar o dólar como a moeda dominante nas trocas internacionais e de que os Estados Unidos experimentam declínio irreversível, a China corre atrás de investimentos americanos, que diminuíram drasticamente nos últimos anos. Dólares, portanto.
Xi Jinping precisa de dólares para readquirir o ritmo de crescimento pré-pandemia e, assim, interromper a grave crise no setor imobiliário, fundamental na economia chinesa, bem como gerar empregos para milhões de jovens qualificados que estão desocupados e sem perspectivas. Também precisa que os Estados Unidos voltem a exportar tecnologia de ponta, sem a qual a indústria da China perde competitividade.
As relações entre China e Estados Unidos serão sempre tensas, ora mais, ora menos, como é natural que aconteça entre duas superpotências. Mas, à diferença do que ocorria com os russos, que nunca tiveram uma grande economia, emparedados pelo socialismo e pela a sua incompetência atávica, há vários interesses mútuos em jogo nas relações comerciais e financeiras de Pequim e Washington. Quando visitei a China, já faz 15 anos, impressionou-me o grau de interdependência com os Estados Unidos.
De lá para cá, essa interdependência aumentou exponencialmente. Em 2022, o comércio bilateral de chineses e americanos, mesmo abalado pelas relações diplomáticas difíceis e por um contexto pós-Covid complicado, chegou a US$ 760 bilhões de dólares. Para se ter ideia, as exportações e importações entre China e Brasil atingiram US$ 150,5 bilhões no período. E mais: quase 80% do que as empresas americanas instaladas na China produzem é destinado ao mercado interno chinês.
Ninguém em Washington ignora como Pequim utiliza espertamente o Brics e o Sul Global para firmar-se como o outro protagonista em uma ordem bipolar, não multilateral. A frase dita por Xi Jiping a Joe Biden não poderia ser mais reveladora: “O mundo é grande o suficiente para que ambos os nossos países tenham sucesso”. O fazendão de Lula e assemelhados não tem a menor importância e poderia deixar de fazer papel de fantoche de chinês nas relações internacionais.
Informações Metrópoles

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reagiu ao fato de o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ser alvo de uma investigação de um suposto crime de “importunação intencional” a uma baleia-jubarte em São Sebastião, Litoral Norte de São Paulo.
Em seu perfil no Instagram, o parlamentar compartilhou a matéria publicada pelo Pleno.News, com uma breve legenda:
– Tudo pela democracia e pacificação do Brasil.
A postagem, feita na madrugada deste sábado (18), já conta com quase 17 mi comentários. Eduardo possui 5,3 milhões de seguidores na rede social.
Ver essa foto no Instagram
Uma publicação compartilhada por Eduardo Bolsonaro (@bolsonarosp)
As reações foram as mais diversas. Muitos internautas consideraram a pauta absurda a ponto de acharem se tratar de uma piada.
No entanto, de fato, Ministério Público Federal em São Paulo decidiu acompanhar a investigação da Polícia Federal sobre suposto crime, em junho deste ano.
O inquérito foi aberto com base em vídeo que mostra um homem pilotando um jet ski e se aproximando do grande cetáceo, que pode atingir 15 metros de comprimento e pesar até 30 toneladas. A suspeita da Procuradoria é a de que Bolsonaro seria o condutor do veículo aquático que ficou muito perto do mamífero.
A portaria de instauração de procedimento administrativo de acompanhamento da Procuradoria foi publicada nesta sexta-feira (17), no Diário Oficial do Ministério Público Federal.
Informações TBN

Foto: Reprodução/O Globo.
Seria uma temeridade a primeira-dama, Janja Lula da Silva, assinar o documento emitido depois do encontro “Unidos pela paz na Palestina”, promovido pela primeira-dama da Turquia, Emine Erdogan, em Istambul. Janja enviou um vídeo para se fazer presente na reunião entre cônjuges de uma quinzena de líderes mundiais, na tentativa de fazer um apelo humanitário em nome da população da Faixa de Gaza (ela e a venezuelana Cilia Flores, mulher do ditador Nicolás Maduro, eram as únicas não muçulmanas).
O vídeo de Janja, depois publicado nas redes sociais, já se revela inadequado. “Esta é uma iniciativa inspiradora que nos convoca a unir nossas vozes por Gaza, pelo povo palestino e pela humanidade”, afirmou. “De acordo com a ONU, 70% das vítimas palestinas do conflito de Gaza são mulheres e crianças. Jamais imaginei que, no século XXI, depois da Segunda Guerra e de todos os seus horrores, teríamos de assistir ao massacre de bebês, de crianças e de jovens.”
Nenhuma palavra sobre os atentados do Hamas em 7 de outubro, cuja selvageria despertou a reação israelense. Nenhuma palavra sobre os três brasileiros vítimas dos terroristas — dois deles numa festa. Nem sobre os bebês mortos nos ataques ou sobre os mais de 200 reféns até hoje mantidos em poder do grupo terrorista. Em vez disso, um paralelo sem cabimento entre as ações de Israel e a barbárie nazista na Segunda Guerra, de teor ofensivo à memória das vítimas do Holocausto. Se o vídeo tivesse mencionado os horrores do Hamas, teria sido aceito?
É evidente que as mortes de civis em Gaza precisam parar, em especial as de jovens, mulheres e crianças. Todas elas são lamentáveis. É urgente o estabelecimento de corredores humanitários e interrupções nos combates que permitam a passagem de auxílio médico e alimentos, objeto da resolução tomada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas nesta semana. Janja diz que “o diálogo deve prevalecer sobre as armas”, mas omite — ou não sabe — que organizações terroristas não dialogam, matam.
Se no vídeo ela já revela uma preferência incompatível com a posição da diplomacia brasileira, assinar o documento seria temerário. Nem tanto pelo que o texto diz, mas pelo que não diz: a barbárie dos ataques do Hamas. Não é coincidência. O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, considera o Hamas um “movimento de resistência” legítimo e, depois dos atentados, chegou a receber em Ancara seu líder, Ismail Hanyeh, sem jamais ter condenado os atos de terrorismo.
A política externa do Brasil deve ser liderada pelo Itamaraty, sob o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Primeiras-damas e primeiros-cavalheiros são bem-vindos em ações em prol de seus países, e Janja tem se destacado positivamente em algumas áreas. Mas precisam ter cautela para não interferir em princípios e interesses diplomáticos de suas nações. Janja deveria saber disso.
Créditos: O Globo.

Na porta de um atacadista, Ana e sua filha seguram um pacote com 40 rolos de papel higiênico, um carrinho de feira e três ecobags cheias de produtos, enquanto esperam um motorista de aplicativo. É a segunda vez que a cena se repete em poucas semanas. Agora, elas contam com estoque de compras para três ou quatro meses – e pelo menos quanto aos produtos básicos, conseguirão se proteger da disparada de preços que os argentinos esperam após as eleições presidenciais de domingo (19).
Nas sacolas, há produtos de limpeza e de higiene pessoal, leite, bolachas e salgadinhos. “Teria comprado também papel toalha, mas estava em falta”, conta Ana. Ela começou a frequentar o atacadista há um ano, diante da alta dos preços – a inflação argentina é de quase 143% em 12 meses. “Estou sempre fazendo contas e conheço bem a realidade, é a maneira de me proteger”, diz.
Muitos argentinos adquiriram o hábito de comprar mais do que precisam para a semana ou o mês, em uma tentativa de serem mais rápidos do que o avanço dos preços. Para Guillermo Oliveto, especialista em consumo, humor social e marcas, a ideia de “economizar consumindo” responde ao cenário de incerteza em que o país está imerso, além da brusca perda de poder aquisitivo.
“A sensação é de que não se deixa para amanhã o que pode ser comprado hoje, porque amanhã vai ser mais caro e talvez nem queiram te vender”. (Guillermo Oliveto, especialista em consumo).
No dia seguinte às eleições primárias de agosto, quando o ultradireitista Javier Milei teve mais votos do que políticos tradicionais do país, o governo desvalorizou o peso em 22%, o dólar disparou no mercado paralelo, os preços foram remarcados e o abastecimento de certos produtos foi interrompido por alguns dias. Como resultado, a inflação passou de 12% em agosto e setembro.
A população, acostumada a impactos bruscos na economia após resultados eleitorais surpreendentes, correu para lojas e supermercados para se resguardar para o primeiro turno, realizado em 22 de outubro. Agora, compra o que consegue pensando no segundo.
Para conter a disparada do dólar no mercado paralelo, o câmbio oficial ficou congelado desde agosto. Além disso, antes e depois do primeiro turno, o governo levou a cabo fiscalizações em casas de câmbio ilegais para evitar especulações durante o processo eleitoral.
Agora, a estratégia para minimizar o impacto na cotação do peso após o pleito de domingo, começaram a ser realizadas “micro-desvalorizações” diárias, iniciadas nesta quarta (15), até chegar a uma desvalorização de 3% por mês.
A ansiedade, no entanto, paira no ar. “Diante da sensação de que alguma coisa grave vá acontecer, a população enche o freezer e a despensa. Uns compram óleo de cozinha, outros carne, vinho, massa, arroz. Quem consegue compra televisores ou passagens aéreas”, diz Oliveto. “Como é muito difícil economizar, é melhor gastar agora. Por isso, as compras em ‘modo bunker’”.
Com a queda do poder aquisitivo da população e a dificuldade de ter acesso a propriedades, automóveis ou realizar viagens ao exterior, o argentino consome o que consegue. Em 2017, o salário médio no país era de US$ 1.800; hoje, ronda US$ 400, considerando a cotação do mercado paralelo.
Devido ao efeito “act now”, o consumo não caiu, avalia Santiago Manoukian, chefe de research da consultoria Ecolatina. Apesar da perda de poder de compra e do crescimento da pobreza, que chegou a 40% no primeiro semestre, as políticas públicas de distribuição de renda – incrementadas pelo ministro da Economia e candidato Sergio Massa após as primárias – e a urgência de se livrar rapidamente dos pesos, antes que percam valor, ajudaram a manter a atividade econômica.
Já do ponto de vista da oferta, segundo Manoukian, o ritmo permaneceu porque o governo “forçou” empresas importadoras a recorrer a créditos comerciais, que aumentaram em US$ 13 bilhões em 2023. Para o especialista, é um problema.
“Os níveis de pagamentos pendentes geram o risco de que [os importadores] parem de receber mercadorias. Os fornecedores estão pedindo pagamentos de dívidas para somente depois reestabelecer os negócios”. (Santiago Manoukian, chefe de research da Ecolatina).
Devido à falta de dólares no Banco Central, o governo argentino apertou o cerco contra as importações. De janeiro a setembro, as importações argentinas caíram 10,1% em relação ao ano anterior. Segundo Manoukian, o governo argentino também pagou parte das importações e da dívida privada com empréstimos da ordem de US$ 11,5 bilhões da China.
O contexto é ruim, mas a previsão da Ecolatina é de que a atividade econômica caia somente 1,5% neste ano.
A sensação de que os “pesos queimam” nas mãos também leva o argentino a formar “estoques de bem-estar e prazer”. Segundo Oliveto, em um contexto de impacto psicológico gerado pela longa quarentena no país durante a pandemia, somado à incerteza econômica, o consumo atua como um “ansiolítico”.
Não à toa, shows internacionais recentes no país tiveram todos os ingressos vendidos (como os três de Taylor Swift nos últimos dias e os dez do Coldplay no ano passado), estádios de futebol estão sempre cheios, há recordes de presença em teatros e o turismo interno se intensifica.
“Primeiro as pessoas estocam bens, alimentos. Depois saem sábado à noite, vão ao bar, comem uma pizza com amigos para esquecer a realidade. É a construção de bolhas de bem estar, e é transversal entre as classes sociais. Alguns comem em restaurante de luxo, outros fazem piquenique ao lado da estrada”, pontua.
“Há muito medo do que pode acontecer depois das eleições, ganhe quem ganhar. Por isso, a sociedade está na defensiva e nessa situação de estocar bens e bons momentos”. (Guillermo Oliveto, especialista em consumo).
Facundo Kelemen é dono do Mengano, um reconhecido restaurante de Palermo, em Buenos Aires, com capacidade para 40 comensais – que lota em plena terça-feira. Como os fornecedores reajustam os preços, ele costuma fazer correções mensais nos pratos. Por isso, o cardápio físico já não apresenta valores (só o digital).
Apesar do contexto econômico, a prosperidade do local já faz com que ele planeje a abertura de um bar. “Estamos indo bem e temos que aproveitar. É preciso continuar”, diz.
Para iniciar o novo empreendimento, porém, ele precisa esperar a incerteza sobre o que acontecerá com os preços a partir da semana que vem passar. “Há várias semanas pedimos orçamentos para construtoras e não enviam. Ninguém quer se arriscar”.
Fonte: InfoMoney.

O show da cantora Taylor Swift que seria apresentado neste sábado (18) foi adiado. A informação foi passada pela própria artista por meio das redes sociais.
No comunicado, a norte-americana diz que tomou a decisão de cancelar o show por conta do calor que atinge a capital fluminense.
– Estou escrevendo isso no meu camarim no estádio. Foi tomada a decisão de adiar o show desta noite devido às temperaturas extremas no Rio. A segurança e o bem-estar dos meus fãs, colegas artistas e equipe técnica devem e sempre estarão em primeiro lugar – disse Taylor.
O prefeito Eduardo Paes comentou sobre o cancelamento do show e disse que a apresentação da artista deve acontecer na próxima segunda-feira (20).
Informações Pleno News

Foto: Reprodução/X @FlavioBolsonaro.
A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o governo federal por conta dos incêndios no Pantanal. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, os focos de queimadas são decorrentes de 3 raios que atingiram o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Dorochê e uma propriedade particular próxima, no norte do Estado de Mato Grosso, em 21 de outubro. O fogo já devastou 27.000 hectares no parque e 23.000, na reserva.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou em seu perfil no X (ex-Twitter) que “nos últimos 4 anos a grande mídia” atribuiu ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) “qualquer queimada nos planetas do sistema solar”. E completou: “Em 2023, com o Pantanal em chamas, a culpa é do #lulaNero”, disse.
Foto: Reprodução/X.
Carla Zambelli (PL-SP), deputada federal, também criticou o presidente. “Cadê o Lula, que ia ‘salvar o meio ambiente’? Cadê Marina [Silva, ministra do Meio Ambiente], os artistas e lacradores que atacaram Bolsonaro tão injustamente?”, questionou a congressista na rede social. Além do Pantanal, Zambelli também mencionou os focos de incêndios no Amazonas. “Manaus segue encoberta pela fumaça”, disse. E perguntou: “Cadê o escândalo dos ‘defensores do meio ambiente que passaram anos atacando Bolsonaro’”?.
Foto: Reprodução/X.
Leia outras manifestações sobre o Pantanal:
MBL (Movimento Brasil Livre):
Foto: Reprodução/X.
Mario Frias (PL-SP), deputado federal:
Foto: Reprodução/X.
Informações TBN

Um homem está desaparecido no mar do sul da Bahia, após a embarcação do tipo “catraia”, onde estava, naufragar. O acidente aconteceu na manhã deste sábado (18), em uma região conhecida como Maranguá, nas proximidades da cidade de Camamu.
De acordo com apuração da Marinha, havia três tripulantes a bordo da embarcação que transportava materiais de construção. Dois homens conseguiram nadar até a margem e foram resgatados. No entanto, o terceiro ocupante da embarcação está desaparecido.
Logo após o incidente, equipes de Busca e Salvamento (SAR) da Marinha, que já estava na região, foi acionada e passou a dar suporte à operação de buscas com embarcação e uma moto aquática.
A Marinha afirmou ainda que o fato também foi divulgado à comunidade aquaviária local, que está auxiliando nas buscas.
G1

Familiares e amigos do metalúrgico Jacivaldo Pereira Gomes, 44 anos, realizaram mais uma manifestação em busca de justiça. Ele foi assassinado na última quarta-feira, dia 15 de novembro, com um tiro no abdômen, após colidir seu veículo na traseira de ooutro.
A manifestação ocorreu na tarde deste sábado (18), em frente à Lagoa Grande, na Avenida Eduardo Fróes da Mota (Anel de Contorno), em Feira de Santana, no mesmo lugar onde o crime aconteceu. Conforme divulgado aqui no Acorda Cidade, na sexta-feira (17) eles realizaram o primeiro protesto, em frente à delegacia, momentos antes do acusado do crime, um odontólogo, se apresentar à polícia.

Muitas pessoas participaram do ato vestidas de branco e segurando balões e cartazes. Uma das filhas da vítima, bastante abalada, disse que não quer vingança, mas sim justiça.
“Minha irmã de 8 anos falou por favor não atire no meu pai. Mas você estava indo para a igreja não foi? Amém! Essa dor que eu estou sentindo eu não desejo nem para você que fez isso. Se você tiver filho ou filha eu não desejo que seu filho ou que sua filha passem por isso em hipótese alguma. Eu que estou passando por isso, e que presenciei eu não desejo nem pra você. Não quero vingança, eu quero justiça”, declarou.
Diversos discursos, orações e mensagens de protesto foram proferidas durante a manifestação repleta de comoção e dor.
“Temos uma família aqui injustiçada, Feira de Santana, arrasada. Todos choram. Hoje nós não queríamos estar aqui. Hoje nós queríamos estar com nosso primo, nosso irmão, o pai de família. Esse pai trabalhador. Hoje nós queríamos estar com ele desfrutando do seu sonho que era comprar uma chácara para fazer festa com a sua família. A gente está aqui mostrando para vocês a realidade de um homem que diz que vai pra uma missa, a caminho da casa do Senhor. Como é que uma pessoa que está indo a caminho da casa do Senhor faz uma coisa dessa com um pai de família? A pergunta que não quer calar. Nós queremos justiça”, declarou em público através do carro de som, uma das participantes do protesto.
Fonte: Acorda Cidade

Aconteceu na noite da última quinta-feira (16), na sede da Associação Comercial de Feira de Santana, a reunião com a direção do conselho deliberativo do Fluminense de Feira e os conselheiros em dia com suas obrigações estatutárias onde foi formada a comissão que comandará as eleições gerais no tricolor feirense para o mandato do triênio 2024/2026.
Na reunião ficou definido que a comissão será formada pelo advogado e diretor jurídico do Clube, Tiago Matos, como presidente da comissão e mais os conselheiros Joseval Costa e Miguel Boaventura estes membros.
A comissão será composta por três membros e terá como principal função coordenar o processo eleitoral, que deverá acontecer no mais tardar na primeira quinzena do mês de dezembro. Após o planejamento dos trabalhos, o edital de convocação deverá ser divulgado com os critérios necessários para que os associados possam participar das eleições que definirão os novos membros da direção executiva e o conselho deliberativo, que a partir desta gestão passam a ter um mandato de três anos, com direito a uma reeleição, conforme o novo estatuto do clube homologado após aprovação da assembleia geral no ano passado.
Segundo o presidente do Conselho Deliberativo, Allan Victor Ribeiro, a comissão está bem servida com os nomes postos. “Dispensa comentários para os nomes apresentados e aprovados pelo conselho. Tenho certeza que farão um excelente trabalho, trazendo uma transparência que todo pleito eleitoral exige. Assim que a comissão iniciar os trabalhos juntamente com o planejamento será lançado o edital de convocação com todos os critérios bem definidos para o pleito eleitoral”, afirmou.
Com a comissão formada e restando a convocação da assembleia geral, fica a expectativa para saber se o atual presidente José Francisco Pinto, Zé Chico, irá se pronunciar confirmando ou não a sua candidatura a mais um mandato no tricolor feirense do sertão.