
Na manhã do último domingo (26), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) resgatou 10 espécies de aves silvestres durante uma fiscalização de rotina no quilômetro 452 da BR-116, no município de Antônio Cardoso.
As aves são popularmente conhecidas como papa-capim. Segundo a inspetora da PRF, Lívia Marcelino, os animais eram transportados no interior de um carro de passeio.
Durante a inspeção no veículo, a equipe verificou que apenas uma das 10 aves possuía anilha de identificação. Os outros nove animais não apresentavam qualquer sinal de registro ou marcação legal.
Ao Acorda Cidade, a inspetora explicou a importância da identificação dos animais para evitar contrabando.
“A anilha é que esse anel metálico é inviolável, colocado na pata da ave logo nos primeiros dias de vida. Ela funciona como um CPF do animal, contendo dados que permitem rastrear sua origem legal em criadores autorizados pelo Ibama ou órgão estadual competente. O animal anilhado, quando o registro está em dia e o transportador possui a guia de trânsito, é legal. O animal sem anilha, que é ausente além desse acessório, ou a presença de anilha com sinal de adulteração caracteriza o animal como fruto de tráfico ou captura ilegal da natureza, o que impossibilita a comprovação de sua procedência”, explicou a inspetora.

Vale reforçar que a retirada de aves silvestres do seu habitat natural é crime ambiental fundamentado pela Lei nº 9.605/1998 e compromete o equilíbrio do ecossistema.
“O papa-capim, embora comum em algumas regiões, desempenha um papel ecológico vital na dispersão de sementes e no controle de populações de insetos.”
Os animais resgatados foram encaminhados para o Inema (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos), onde devem passar por avaliação e receber os cuidados necessários antes da possibilidade de serem reintroduzidos à natureza.
Já o condutor do veículo assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), comprometendo-se a responder perante a justiça pelos crimes contra fauna e transporte regular de espécie silvestre.
Informações Acorda Cidade

Jair Bolsonaro completou nesta segunda-feira, 27, o primeiro mês de sua prisão domiciliar humanitária. O ex-presidente só recebeu o benefício do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), depois de ser internado em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) por uma broncopneumonia em março. Antes disso, o magistrado tratava a possibilidade como um privilégio em vez de uma necessidade médica de Bolsonaro Agora, a defesa do político de 71 anos tenta liberar uma cirurgia para corrigir uma lesão no ombro direito.
Os advogados enviaram o pedido ao STF na última terça-feira, 21. A equipe médica pretendia internar Bolsonaro na sexta-feira 24, para realizar o procedimento no sábado. Moraes, no entanto, enviou o caso para análise da Procuradoria-Geral da República (PGR) na quinta-feira 23. O órgão deu parecer favorável logo que recebeu a solicitação, mas o prazo para a operação pretendida venceu.
A equipe do cardiologista Brasil Caiado diagnosticou uma lesão no manguito rotador, conjunto de músculos que firma o ombro. O problema causa fraqueza e dores intensas, principalmente no período noturno. O ex-presidente segue em repouso enquanto aguarda o despacho final de Moraes para marcar a nova data do procedimento cirúrgico.
O benefício da prisão domiciliar dura 90 dias. Alexandre de Moraes fará uma nova análise do quadro de saúde de Bolsonaro logo que o período terminar para decidir se mantém ou não o ex-presidente fora da cadeia. O político cumpre a pena em regime especial devido à idade e ao histórico médico recente.
No Congresso Nacional, parlamentares da oposição tentam ajudar o ex-mandatário por meio da lei de dosimetria. O grupo quer derrubar o veto do presidente Lula ao projeto. Caso os congressistas consigam a vitória, a punição total de Bolsonaro pode diminuir. Por enquanto, o foco da defesa continua sendo a recuperação física do ex-presidente em Brasília.
Informações Revista Oeste

Uma pesquisa do Nexus, encomendada pelo BTG Pactual e divulgada nesta segunda-feira, 27, mostra um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em cenários de primeiro turno e em eventual segundo turno nas eleições presidenciais de 2026.
Conforme a pesquisa, Lula ficaria com 46% dos votos, e Flávio, com 45%. A pesquisa também avaliou cenários com Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais, e Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás.
Veja os cenários de segundo turno:
Cenário 1
Cenário 2
Cenário 3
Em dois cenários de primeiro turno, Lula tem vantagem numérica sobre Flávio e, em outra simulação, há empate técnico. Nos três cenários de primeiro turno, Lula registra 41%, enquanto Flávio Bolsonaro tem 38% em um deles, e 36% em dois. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais, o que indica o empate técnico em uma simulação.
Também foram incluídos na pesquisa os nomes de Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza) e Aldo Rebelo (DC).
Veja os dados:
Cenário 1
Cenário 2
Cenário 3
A pesquisa entrevistou 2.028 eleitores por telefone entre 24 e 26 de abril, em todos os Estados e no Distrito Federal, com margem de erro de 2 pontos porcentuais, nível de confiança de 95% e registro BR-01075/2026 no Tribunal Superior Eleitoral.
Conforme a pesquisa Nexus, a avaliação do governo, 14% classificaram como ótimo, 19% como bom, o que perfaz um porcentual favorável de 33%, ante 43% que avaliam a gestão negativamente (8% consideram o governo ruim e 35% o avaliam como péssimo). Ao todo, 23% consideram a administração petista regular. O porcentual de entrevistados que não responderam ficou em 1%.
A aprovação do trabalho de Lula é de 46%, um ponto superior à rodada anterior, enquanto a desaprovação caiu de 51% para 49%. Aqueles que não souberam avaliar ou não responderam variaram de 4% para 5%.
A pesquisa mostrou que a rejeição a Lula oscilou de 49% para 48%, enquanto Flávio Bolsonaro manteve 48%. O potencial de voto para Lula e Flávio permaneceu em 50% e 48%, respectivamente.
Informações Revista Oeste

Na última quarta-feira (22), os partidos PT, PV e PCdoB acionaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir a suspensão de perfis nas redes sociais ligados à personagem “Dona Maria”. O conteúdo usa inteligência artificial para criticar o governo e figuras da esquerda.
Os perfis estão ativos em plataformas como Instagram, TikTok, Facebook, YouTube e X. Segundo a ação, a personagem é apresentada como uma mulher idosa e negra criada por IA, mas nem sempre há aviso claro sobre isso.
A federação argumenta que o conteúdo pode induzir o público a erro. Para os partidos, as publicações podem ser interpretadas como se fossem feitas por uma pessoa real.
– Se trata de clara ferramenta de propaganda política, utilizada consciente e deliberadamente por determinada pessoa desconhecida para, sob o anonimato, publicar inverdades, descontextualizações, praticar crimes contra a honra, ao tempo que se mostra elogiosa com determinadas figuras políticas de outro espectro político – diz o documento.
De acordo com a representação, o perfil divulga informações consideradas falsas ou fora de contexto. Entre os exemplos citados está a alegação de uma suposta tributação para catadores de latinha.
Os partidos também pedem que o TSE determine medidas para evitar a replicação do conteúdo. Além disso, solicitam que as plataformas forneçam dados para identificar os responsáveis pelas contas.
Outro ponto levantado é o possível uso comercial do perfil. Segundo o documento, o administrador teria recebido propostas para monetizar o conteúdo, incluindo parcerias com empresas.
O criador da página, Daniel Cristiano, reagiu à ação nas redes sociais. Ele criticou a iniciativa dos partidos.
– Isso é desespero – disse o criador.
Uma das contas no Instagram reúne mais de 730 mil seguidores. Já no YouTube, o canal soma mais de 28 mil inscritos.
Informações Pleno News

A atriz Cássia Kis, de 68 anos, foi acusada de transfobia por uma mulher trans em um banheiro do BarraShopping, na zona oeste do Rio de Janeiro. A denúncia foi feita por Roberta Santana, de 25 anos, em publicação nas redes sociais.
Segundo Roberta, que trabalha no local, o episódio começou enquanto ela aguardava na fila do banheiro feminino. Ela relatou ter sido alvo de falas ofensivas atribuídas à atriz.
– Ouvi coisas absurdas, entrei em uma das cabines e, ao sair, ela continuava falando coisas horríveis, e questionando minha presença no banheiro com uma das funcionárias – disse Roberta.
A jovem afirmou que se sentiu constrangida durante a situação. De acordo com o relato, as falas seguiram mesmo após ela sair da cabine.
– Ouvi ela dizer que o Brasil estava perdido porque tinha homem no banheiro, que não tinha uma placa ali autorizando minha entrada, coisas absurdas e deploráveis – afirmou.
Roberta também disse que decidiu gravar o ocorrido. Em vídeo divulgado, é possível ver uma discussão entre ela e uma mulher que seria a atriz, embora o rosto não apareça de forma clara.
Na gravação, as duas discutem sobre o uso do banheiro. A mulher apontada como Cássia Kis nega a acusação.
– Eu tenho uma vagina. […] Eu não vou no banheiro dos homens – disse a mulher no vídeo.
– Problema é seu. Mas eu frequento aqui porque eu sou uma mulher trans – respondeu Roberta.
Até o momento, Cássia Kis não se pronunciou sobre o caso.
Informações Pleno News

Um professor de filosofia do Colégio Estadual Artur Oliveira, localizado em Juazeiro, no norte da Bahia, foi afastado temporariamente de suas funções após tirar a roupa e ficar completamente nu diante dos alunos. O episódio ocorreu na última quarta-feira (23), durante uma aula da Educação de Jovens e Adultos (EJA).
As informações sobre o ocorrido e os relatos da comunidade escolar foram obtidos pelo g1. Segundo uma estudante de 23 anos, embora esta tenha sido a primeira vez que o docente se expôs fisicamente, ele já demonstrava condutas impróprias anteriormente, focando aulas em temas de cunho sexual fora do currículo previsto.
A direção da unidade de ensino teria sinalizado aos alunos que medidas mais rígidas não haviam sido tomadas anteriormente devido à existência de um suposto laudo médico atestando problemas de saúde mental do profissional. Questionada, a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC) confirmou o afastamento e informou que a Corregedoria da pasta irá apurar o caso para adotar as providências cabíveis.
Em nota oficial, a SEC declarou que disponibilizará acompanhamento psicológico para os estudantes afetados e reiterou o compromisso com a manutenção de um ambiente escolar seguro e saudável. Até o momento, não foram detalhados os termos do processo administrativo que investigará a conduta do professor.
Informações Bahia.ba

Baianos com mais de 18 anos de idade e em situação regular com a Justiça Eleitoral que desejarem atuar de forma voluntária como mesários nas eleições deste ano podem se inscrever pelo Portal do Mesário no site do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). Após análise da inscrição, o eleitor será convocado para treinamento e atuação.
O que faz um mesário
A mesa receptora de votos é composta por um presidente, dois mesários, dois secretários e um suplente. No domingo de eleição, essa equipe é responsável por identificar eleitores, operar a urna eletrônica, registrar ocorrências, garantir o sigilo do voto, abrir e encerrar a votação, entre outras tarefas.
Como fazer parte da mesa receptora
Para se inscrever, basta o Portal do Mesário no site do TRE, pelo aplicativo e-Título ou comparecer presencialmente no cartório eleitoral. A ficha de inscrição será analisada pelo cartório eleitoral para verificar se existe vaga na sua seção eleitoral, no mesmo local, ou ainda em um local de votação próximo.
Benefícios
Quem trabalha nas eleições pode adquirir os seguintes benefícios:
os dias trabalhados podem contar como horas complementares em cursos universitários;
em caso de empate em concurso público, pode ter vantagem para o desempate (se estiver previsto no edital);
no dia da eleição, recebe auxílio-alimentação no valor de R$ 65 por turno trabalhado;
tem direito a dois dias de folga por cada dia trabalhado e ao concluir o treinamento, sem perder o salário.
Informações Metro1

Transações financeiras envolvendo a Multipar, empresa ligada à família de Daniel Vorcaro, movimentaram mais de R$ 1 bilhão entre 2020 e 2025, conforme relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
A análise aponta que quase todo esse dinheiro circulou apenas entre empresas e pessoas associadas ao grupo do ex-banqueiro e do Banco Master, o que sugere uma possível tentativa de ocultação patrimonial, conforme revelou o jornal Folha de S.Paulo.
De acordo com os dados, cerca de 93% do valor movimentado pela Multipar foi destinado ou proveniente de companhias, holdings e fundos de investimento conectados à família Vorcaro ou ao Banco Master.
Entre os destinatários, destaca-se o próprio banco, que recebeu R$ 5,8 milhões da holding.
No período analisado, a Multipar realizou aproximadamente 10 mil operações financeiras com mais de 30 empresas relacionadas ao grupo. O relatório do Coaf cita expressamente movimentos entre empresas do mesmo grupo econômico, o que pode indicar uso de contas como canal de passagem para recursos.
Entre as empresas envolvidas está o fundo GFS, administrado pela Reag, gestora responsável por fundos suspeitos de inflar artificialmente ativos do Banco Master. O GFS recebeu R$ 47 milhões da Multipar e repassou R$ 15 milhões à holding.
O documento também destaca a relação da Multipar com a Hebron Participações, principal parceira financeira e também uma holding não financeira, com Henrique Vorcaro e outra holdingcomo sócios. A Hebron transferiu R$ 419,2 milhões para a Multipar em mais de mil transações e recebeu R$ 104,3 milhões de volta em 352 operações.
Outro nome recorrente nas investigações é a Alliance Participações, envolvida em um suposto esquema de venda de ativos ambientais inflacionados. A Alliance comprou uma fazenda no Amazonas, fez projeto de estoques de carbono e vendeu papéis com valores elevados para a Global Carbon e Golden Green, usadas para aumentar o patrimônio de fundos geridos pela Reag.
O padrão de repasse entre Multipar e Alliance Participações repete o modelo de circulação de recursos entre empresas do mesmo grupo. A Multipar transferiu R$ 51,4 milhões para a Alliance, que devolveu R$ 27,1 milhões. Ambas têm o mesmo quadro societário e atuam no mesmo segmento.
Segundo o relatório, a Multipar também fez transferências milionárias para contas de membros da família Vorcaro. Henrique Vorcaro recebeu R$ 14,7 milhões, devolvendo R$ 1,4 milhão; Natália Vorcaro recebeu R$ 6,4 milhões e repassou R$ 1,9 milhão. A mãe de Daniel, Aline Vorcaro, também aparece nas operações, direta ou indiretamente.
O advogado Eugênio Pacelli, em nome de Henrique Vorcaro, afirmou que “todas as movimentações financeiras do grupo Multipar são devidamente contabilizadas, lícitas e transparentes”. Pacelli também criticou a divulgação de trechos de documentos sigilosos, dizendo que “é inaceitável e causa indignação a divulgação seletiva de trechos de documentos sigilosos, prática que distorce o contexto, compromete a lisura dos fatos, afronta diretamente princípios éticos e legais e representa uma verdadeira ameaça ao processo legal”.
Informações Revista Oeste

Falhas graves no esquema de segurança marcaram o jantar de gala do presidente Donald Trump, realizado na noite de ontem, no Hotel Hilton, em Washington D.C.
Além de Trump, participavam do evento o vice dele, J. D. Vance, a primeira-dama Melania e outras autoridades do primeiro escalão.
Todos precisaram sair às pressas, depois de disparos terem sido efetuados próximo dali.
O FBI, que investiga o ataque, revelou o nome do atirador: Cole Allen, professor de 31 anos. Amanhã, um tribunal federal vai acusá-lo formalmente.
Conforme as investigações, Allen mora na Califórnia, mas estava hospedado no Hilton. No momento da abordagem, ele portava uma espingarda, uma pistola e facas. Os agentes, porém, conseguiram impedir que ele entrasse no local exato da cerimônia.
Durante a ação, Allen atingiu um segurança, que passa bem, em virtude de um colete a prova de balas.
A CBS News noticiou que Allen confessou a intenção de balear membros do governo Trump.
Ele responderá por uso de arma de fogo em crime violento e agressão a agente federal com arma perigosa, informou a procuradora Jeanine Pirro.
Durante a madrugada, o FBI realizou buscas em uma residência ligada a Allen e, por enquanto, considera que ele seja “lobo solitário”.
Em pronunciamento na Casa Branca, Trump descreveu o ocorrido como “um momento traumático” e destacou a ação rápida dos agentes.
“Era um barulho muito alto e estava muito de longe”, declarou o presidente. “Melania percebeu rapidamente que havia algo errado. (…) Quero agradecer, claro, à primeira-dama. Foi um momento traumático também para ela, muitas coisas acontecendo ali em cima, muito rapidamente no palco, mas o tempo de reação foi muito bom.”
Trump declarou não ter certeza se o ataque teve motivação política, mas acredita que era o alvo, ao lembrar que sofreu duas tentativas de assassinato em dois anos. “Ser presidente é uma profissão perigosa”, disse.
O evento anual de correspondentes, que reuniu centenas de convidados, foi adiado por até 30 dias.
Informações Revista Oeste
Ministro entra no lugar de Cármen Lúcia

© Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) marcou para o dia 12 de maio a posse do ministro Nunes Marques no cargo de presidente da corte eleitoral.

Nunes Marques vai assumir o comando do TSE após o fim do mandato da atual presidente, ministra Cármen Lúcia, que completará período de dois anos à frente do tribunal.
A escolha do presidente do tribunal ocorre por antiguidade entre os ministros que também compõem o Supremo Tribunal Federal (STF). O vice-presidente será o ministro André Mendonça.
Natural de Teresina, Nunes Marques tem 53 anos de idade e foi indicado ao Supremo, em 2020, pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para ocupar a vaga deixada pelo ministro Celso de Mello.
Antes de chegar ao Supremo, atuou como desembargador do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, sediado em Brasília.
Foi advogado por cerca de 15 anos e juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Piauí.
O TSE é composto por sete ministros, sendo três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República, além dos respectivos substitutos.
Agência Brasil