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Crédito a pessoas físicas tem taxa média de 61,5% ao ano, diz BC

© Marcello Casal JrAgência Brasil

As Estatísticas Monetárias e de Crédito, divulgadas nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central (BC), indicam que as famílias seguem pressionadas por crédito caro e recorrem ao uso de modalidades de curto prazo, como o cartão de crédito.

Em março, a taxa média de juros do crédito livre às pessoas físicas permaneceu elevada, em 61,5% ao ano, apesar do recuo mensal de 0,4 ponto percentual (p.p).

Com o brasileiro pagando juros tão altos, a inadimplência do crédito total do Sistema Financeiro Nacional (SFN) ficou em 4,3% da carteira em março, com queda de 0,1 p.p. no mês, mas aumento de 1,0 p.p. em 12 meses.

Entre as famílias, a taxa chegou a 5,3%, com avanço de 1,4 p.p. em um ano.

De acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito do BC, o endividamento das famílias brasileiras atingiu 49,9% em fevereiro (aumento de 0,1 p.p. no mês, e de 1,3 p.p. em 12 meses), enquanto o comprometimento da renda com dívidas alcançou 29,7% (alta de 0,2 p.p. no mês e de 1,9 p.p. na comparação anual).

Crédito às famílias segue em expansão

O saldo das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) somou R$ 7,2 trilhões em março, com crescimento de 0,9% no mês.

O crédito às famílias alcançou R$ 4,5 trilhões, com alta mensal de 0,8% e expansão de 10,9% em 12 meses.

No crédito livre destinado às pessoas físicas, o saldo chegou a R$ 2,5 trilhões, avançando 1,1% no mês e 12,3% em relação a março de 2025. O BC destacou o aumento das operações com cartão de crédito à vista, crédito consignado para trabalhadores do setor privado e financiamentos de veículos.

Já o crédito direcionado às famílias — que inclui linhas com recursos e condições definidas por regras específicas — totalizou R$ 2,0 trilhões, com crescimento de 0,5% no mês e 9,3% em 12 meses.

Crédito ampliado alcança R$ 21 trilhões

O crédito ampliado ao setor não financeiro totalizou R$ 21,0 trilhões em março, o equivalente a 162,3% do Produto Interno Bruto (PIB – soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, geralmente em um ano), com leve retração de 0,3% no mês. Em 12 meses, houve crescimento de 11,2%. O crédito ampliado às empresas atingiu R$ 7,1 trilhões, com expansão mensal de 1,5%, impulsionada principalmente pelos títulos privados de dívida, empréstimos externos e operações do SFN.

Fonte: agência Brasil.


com César Oliveira
tema: crise no Supremo Tribunal Federal


Mandados de prisão e busca foram cumpridos após denúncias e exames periciais

Imagem ilustrativa: Divulgação / Ascom-PCBA

Um homem, de 48 anos, contratado pelo município para prestar serviços na unidade, foi preso no domingo (26), no bairro São Gotardo, em Bom Jesus da Lapa, por suspeita de envolvimento nos crimes de estupro e corrupção passiva contra duas detentas da unidade de custódia do município.

A prisão ocorreu após investigações iniciadas a partir de denúncias, oitivas das vítimas e exames periciais, que reuniram indícios de autoria e materialidade. De acordo com a apuração, os abusos teriam ocorrido ao longo dos últimos três meses, período em que as vítimas estavam custodiadas na unidade.

As diligências apontam que o investigado, que atuava como agente na unidade, teria se aproveitado da função para constranger as detentas a manter relações sexuais. As investigações foram aprofundadas após uma das vítimas relatar o caso ao apresentar mal-estar, o que motivou a comunicação às autoridades.

O mandado de prisão temporária e o mandado de busca e apreensão foram expedidos pelo Poder Judiciário e cumpridos por equipes do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI) e da 24ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Bom Jesus da Lapa).

Durante o cumprimento das medidas judiciais, foram apreendidos aparelhos celulares e dois facões. O investigado foi cientificado de seus direitos constitucionais e conduzido à unidade policial, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis. As investigações seguem em andamento para o completo esclarecimento dos fatos e eventual identificação de outras vítimas.

Mayane Sant’Ana / Ascom-PCBA


  • O “Código do Cliente” passa a ser “Número da Unidade Consumidora” a partir de julho de 2026
  • Atualização será automática, segue padrão nacional da ANEEL e não exige nenhuma ação do consumidor

A partir de julho deste ano, os clientes da Neoenergia Coelba passarão a identificar, na conta de energia, uma mudança importante no campo hoje conhecido como o “Código do Cliente”. O número passará a ser apresentado como “Número da Unidade Consumidora”. O item “código de instalação” também deixa de existir na fatura de energia. As mudanças seguem um padrão nacional definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para todas as distribuidoras do país.

A atualização será feita automaticamente e não exige nenhuma ação do consumidor. O novo “Número da Unidade Consumidora” estará localizado no canto superior direito da fatura, no mesmo espaço em que hoje aparece o “Código do Cliente”.

A padronização segue a Resolução Normativa nº 1.095/2024 da ANEEL, que estabelece um modelo nacional para identificação das instalações de consumo de energia elétrica. O objetivo é tornar a identificação do contrato mais simples, unificando o formato em todo o setor elétrico, facilitando a integração de sistemas, a análise de dados e a comunicação entre os agentes do setor, além de ampliar a rastreabilidade, a segurança e a eficiência operacional no relacionamento com os consumidores.

Entre as principais vantagens da padronização estão a facilitação no processo de coleta e inserção do número da unidade consumidora no Cadastro Único pelas prefeituras municipais, o que auxiliará na concessão da Tarifa Social para famílias de baixa renda. Além disso, a medida simplificará os processos de atendimento ao cliente e agilizará a resolução de demandas relacionadas ao fornecimento de energia.

Padrão nacional de identificação
O Número da Unidade Consumidora é inalterável, e passa a ser vinculado ao imóvel e não mais ao consumidor. Essa mudança garante maior confiabilidade. Cada endereço terá um número próprio, utilizado para consultas, solicitações, emissão de fatura e atendimento nos canais da distribuidora. Com a nova padronização, o código passará a ter 15 dígitos, em um formato único definido nacionalmente pela ANEEL.
A mudança será aplicada a todas as unidades consumidoras, inclusive aquelas com fornecimento suspenso ou desligado. Segundo a ANEEL, a padronização contribui para evitar duplicidades, facilitar o atendimento e tornar o sistema mais seguro e transparente.

Transição de um ano
Mesmo com a mudança, os clientes poderão continuar acessando normalmente os canais de atendimento da Neoenergia Coelba. Durante o período de transição, que será de 12 meses, será possível utilizar tanto o número antigo, identificado como Código do Cliente, quanto o novo Número da Unidade Consumidora para acessar os serviços da distribuidora. Após esse período, o novo número de 15 dígitos passará a ser o identificador oficial da unidade consumidora.

A Neoenergia Coelba reforça que a atualização faz parte de uma determinação nacional da ANEEL e será implantada de forma gradual, com comunicação contínua aos consumidores para garantir uma transição simples, segura e sem impactos no atendimento.

Com informações da assessoria de Comunicação.


Prefeitos que aderiram ao projeto ‘Município Seguro’ receberão selo da Instituição durante encontro

Foto: internet

O Ministério Público do Estado da Bahia reúne, no próximo dia 28 deste mês, prefeitos de diversos municípios baianos para debater e fomentar a implementação de políticas na área de segurança pública. O primeiro ‘Encontro Estadual do Projeto Município Seguro’ acontecerá na sede do MPBA, no CAB, e será aberto, às 14h, pelo procurador-geral de Justiça Pedro Maia. Também estarão presentes o secretário de Segurança Pública, Marcelo Werner; o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Felipe Freitas, o presidente da União dos Prefeitos da Bahia (UPB), Wilson Cardoso e a presidente em exercício da União dos Vereadores da Bahia.

Na ocasião, o MPBA entregará o selo “Compromisso por um Município Seguro” aos gestores que já aderiram à iniciativa, reconhecendo o engajamento das administrações municipais na consolidação de políticas públicas mais eficientes. O presidente da UPB, Wilson Cardoso, destacou a importância da parceria institucional para o fortalecimento das políticas públicas nos municípios. “Quando o Ministério Público e a UPB se unem, é certeza de que o sucesso será garantido. Foi assim com a educação, quando tivemos avanços na alfabetização na idade certa, e também no enfrentamento aos altos cachês cobrados por bandas nos festejos juninos. E será assim também com o programa ‘Município Seguro’, iniciativa que já conta com a adesão de 59 municípios”, destacou.

A programação contará com a apresentação do projeto ‘Município Seguro’, que será feita pelo coordenador do Centro de Apoio Operacional de Segurança Pública e Defesa Social (Ceosp), promotor de Justiça Hugo Casciano de Sant’Anna, e pelo coordenador do Grupo de Atuação Especial de Segurança Pública (Geosp), Igor Clóvis Silva Miranda. O secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, fará o lançamento da Escuta Social para elaboração do novo Plano Estratégico da Segurança Pública 2034. Já o diretor executivo do Instituto Cidade Segura, Alberto Koppittke, abordará o papel dos municípios no Sistema Único de Segurança Pública. O evento reunirá prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais, procuradores, presidentes de câmaras, vereadores e técnicos das gestões locais, além de membros e servidores do MPBA e representantes da UPB e UVB-BA.

O promotor de Justiça Hugo Casciano de Sant’Anna ressaltou que “a segurança pública deve ser compreendida para além da atuação repressiva, incorporando ações de prevenção e promoção de direitos fundamentais, como educação, convivência familiar e proteção de grupos vulneráveis, além de iniciativas voltadas ao bom uso dos espaços públicos, como melhoria da iluminação pública, da pavimentação urbana e videomonitoramento das vias. O ‘Município Seguro’ busca fomentar políticas integradas capazes de impactar diretamente na redução da violência”.

O projeto Município Seguro está em andamento em 373 municípios baianos, sendo que em 59 deles os gestores formalizaram a adesão e assumiram o compromisso de implementar os instrumentos previstos na Lei nº 13.675/2018. A iniciativa visa sensibilizar gestores e orientar a adoção de instrumentos previstos na Lei nº 13.675/2018, que instituiu o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), reforçando o papel estratégico dos municípios na construção de ações integradas de prevenção e enfrentamento à violência.

Com informações da assessoria de comunicação.


Comissão Pastoral da Terra apresenta dados sobre conflitos em 2025

Foto: © Bruno Mancinelle | Casa de Governo

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) lançou, nesta segunda-feira (27), a 40ª edição do relatório Conflitos no Campo BrasilHouve uma queda de 28% nas ocorrências: foram 1.593 em 2025, contra 2.207 em 2024. Porém, os assassinatos de trabalhadores e de povos da terra, das águas e das florestas dobraram: passaram de 13 para 26 vítimas no ano passado.

Assassinatos e casos de trabalho escravo no campo aumentam no país. Foto: CPT/Divulgação
Conflitos no campo no país – CPT/Divulgação

A maior parte dos assassinatos aconteceu na Amazônia Legal. Foram 16 casos, distribuídos entre os estados do Pará (sete), Rondônia (sete) e Amazonas (dois).

“Esses números revelam o avanço de um projeto histórico de expansão colonial e capitalista sobre a Amazônia, que continua atingindo e transformando os povos e territórios inteiros em alvos de expropriação e extermínio”, analisa a integrante da Articulação das CPTs da Amazônia Larissa Rodrigues.

Ela também atribui esse quadro ao fortalecimento do “consórcio entre grilagem, crime organizado, setores do Estado, além de setores privados, que atuam juntos para atingir terras públicas e áreas protegidas”.

O relatório mostra que os fazendeiros são os principais agentes envolvidos nos assassinatos. Dos 26 casos, eles foram responsáveis por 20, seja na condição de mandantes ou de executores.

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Outros registros de violência que também tiveram crescimento de 2024 para 2025 foram as prisões (de 71 para 111), casos de humilhação (de cinco para 142) e cárcere privado (de um para 105).

“A alta dos casos de humilhação e cárcere, por exemplo, se dá pela ação arbitrária da Polícia Militar do estado de Rondônia, que, em novembro de 2025, no contexto da Operação Godos, interrompeu uma reunião pública com cerca de 100 famílias sem terra, despejadas de seus acampamentos, e servidores do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar”, analisa o documentalista do Centro de Documentação Dom Tomás Balduino (Cedoc/CPT) Gustavo Arruda.

“O aumento dos casos de prisões também se dá por conta de ações pontuais da força do Estado sobre comunidades. É reflexo da polícia do estado da Bahia, que prendeu cerca de 24 povos originários da Terra Indígena (TI) Barra Velha; e da Polícia Militar de Rondônia, que realizou diversas operações de perseguição a integrantes da Liga dos Camponeses Pobres (LCP)”, complementa.

Violência

Quando considerados todos os tipos de conflitos, a violência por terra tem o maior percentual (75% ou 1.186 casos), seguida por conflitos trabalhistas (10% ou 159), conflitos pela água (9% ou 148), e acampamentos, ocupações e retomadas (6% ou 100).

Os principais casos de violência na terra foram: contaminação por agrotóxicos (127 casos), invasão (193) e pistolagem (113). As principais vítimas foram os povos indígenas (258 ocorrências), seguidos por posseiros (248), quilombolas (244) e povos sem-terra (153).

Os fazendeiros representam a categoria que mais causou violência no eixo terra (515 casos), seguidos por empresários (180), governo federal (114) e governos estaduais (85).

Os principais casos de conflito pela água envolveram a resistência do povo do campo contra destruição ou poluição (1034), não cumprimento de procedimentos legais (754), diminuição do acesso à água (425) e contaminação por agrotóxico (129).

Os indígenas foram as principais vítimas nos conflitos por água (42 ocorrências), seguidos dos quilombolas (24), pequenos agricultores (20) e os ribeirinhos (17).

Os principais agentes causadores de violências no eixo água foram: mineradoras (34), empresários (29), garimpeiros (26), fazendeiros (23) e usinas hidrelétricas (nove).

Trabalho escravo

O relatório da CPT indica que houve aumento de 5% nos casos de trabalho escravo ou análogo à escravidão (foram 159 em 2025) e de 23% no total de trabalhadores resgatados nesta condição (1.991).

Os pesquisadores destacam a construção de uma usina no município de Porto Alegre do Norte (MT): 586 pessoas foram resgatadas. Elas eram aliciadas nas regiões Norte e Nordeste do país, obrigadas a dormir em quartos precários e superlotados, tinham alimentação precária e sofriam com ausência frequente de água e de energia.

As atividades econômicas com mais trabalhadores resgatados são: construção de usina (586), lavouras (479), cana-de-açúcar (253), mineração (170) e pecuária (154). Segundo a CPT, são setores que historicamente concentram os maiores registros de trabalho escravo, com destaque recorrente para as lavouras e a pecuária.

Assassinatos e casos de trabalho escravo no campo aumentam no país. Foto: CPT/Divulgação
Trabalho escravo no campo – CPT/Divulgação

Plataforma Socioambiental

A CPT lançou nesta segunda-feira, em parceria com o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), o Observatório Socioambiental, iniciativa da sociedade civil que reúne dados sistematizados entre 1980 e 2023 sobre violações de direitos humanos, desmatamento e expansão da agricultura industrial no Brasil.

Segundo os organizadores, dados de diferentes fontes estarão reunidos, cruzados e disponibilizados em um ambiente digital interativo, que permitirá visualizar, de forma segmentada, por estados e municípios, a relação direta entre o avanço da produção de commodities e os conflitos socioambientais no país.

Fonte: agência brasil


O Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de Santana, emitiu um alerta à população nesta semana diante da queda crítica nos estoques de sangue. Segundo a unidade, o tipo O negativo, considerado universal em situações de emergência, está zerado, comprometendo o atendimento a pacientes em estado grave.

De acordo com a coordenação da Agência Transfusional do hospital, a situação é considerada delicada e exige mobilização imediata da comunidade. “A ausência desse tipo sanguíneo impacta diretamente os atendimentos de urgência, especialmente em casos de acidentes e cirurgias emergenciais”, destaca a unidade.

O hospital também reforça o pedido de apoio aos veículos de comunicação para ampliar o alcance do apelo e estimular a doação nos próximos dias.

As doações devem ser realizadas no Hemoba de Feira de Santana, localizado na Avenida Presidente Dutra, no cruzamento com a Avenida Maria Quitéria, em frente à TV Subaé. No momento da doação, é necessário informar que o sangue será destinado ao HGCA.

Quem pode doar

Podem ser doadores pessoas entre 16 e 69 anos — sendo que menores de 18 anos precisam de autorização dos responsáveis —, com peso acima de 50 quilos, em boas condições de saúde e devidamente alimentadas.

O HGCA ressalta que o procedimento é seguro, rápido e fundamental para salvar vidas. A participação da população é considerada essencial para a manutenção dos atendimentos hospitalares.

Serviço

Doação de sangue – Hemoba Feira de Santana
Endereço: Avenida Presidente Dutra, cruzamento com a Avenida Maria Quitéria (em frente à TV Subaé)
Horário: consultar a unidade

Mais informações podem ser obtidas diretamente com o Hemoba.


Aconteceu neste domingo (26) a primeira edição da Lavagem da Fraga Maia, em Feira de Santana. O evento reuniu famílias, músicos, organizadores e a comunidade em uma tarde marcada por alegria, música e valorização da cultura popular.

Com programação voltada para todos os públicos, a iniciativa trouxe o clima das tradicionais lavagens do interior baiano para uma das avenidas mais movimentadas da cidade, promovendo lazer e integração social.

O músico Antônio Carlos destacou a expectativa para a estreia do evento e a oportunidade de apresentar o trabalho ao público. “A expectativa foi muito grande. A gente já vem trabalhando há alguns anos e hoje é uma oportunidade de mostrar mais uma vez o nosso trabalho aqui nessa primeira lavagem”, afirmou.

Segundo ele, a proposta é levar diversidade musical e animação. “Muito axé, muito samba, um pouquinho de cada coisa. A gente trabalha com músicas animadas, a chamada ‘baranga da alegria’, para levar diversão ao público”, explicou, ressaltando também a participação popular com carro-pipa e interação nas ruas.

Representando o poder público, o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Cristiano Lôbo, enfatizou o caráter familiar do evento. “Uma tarde de calor, muita alegria, famílias participando aqui na primeira lavagem da Fraga Maia. É um momento de lazer para crianças, adultos e idosos”, pontuou.

Ele também destacou a importância de fortalecer tradições culturais no município. “Feira de Santana já possui diversas lavagens ao longo do ano, em bairros e distritos. A população gosta muito desses momentos, com música, entretenimento e manifestações típicas do nosso carnaval de rua”, acrescentou.

O vereador Galeguinho, um dos idealizadores da iniciativa, ressaltou o objetivo de resgatar tradições e consolidar o evento no calendário local. “Esse é um projeto em família, junto com a Prefeitura de Feira de Santana. A gente quer resgatar os antigos carnavais e ver o povo na rua, com crianças e famílias participando”, afirmou.

Ele também reforçou a intenção de continuidade. “A ideia é que essa seja a primeira de muitas lavagens, que se torne uma tradição aqui na Fraga Maia”, disse.

O evento também contou com a presença de moradores e visitantes, que aprovaram a iniciativa. A empresária Lara destacou a experiência positiva. “É a primeira vez que eu venho e estou me sentindo incrível. Está tudo muito organizado e animado. É como um carnaval fora de época, algo maravilhoso para as pessoas curtirem”, avaliou.

Entre o público, crianças também marcaram presença, reforçando o caráter familiar da festa, muitas acompanhadas de parentes e aproveitando a programação ao longo da tarde.

Com carro-pipa, músicas de chão e a participação ativa do público nas ruas, a Lavagem da Fraga Maia estreou já com adesão popular e clima de tradição. A presença de famílias, crianças e grupos musicais ao longo da avenida sinaliza que a iniciativa chega com potencial para se firmar no calendário cultural da cidade.

*Secom


O governo libera nesta segunda-feira (27) mais um lote de pagamento referente ao dinheiro esquecido no antigo Fundo PIS/Pasep. Nesta etapa, recebem os trabalhadores que solicitaram o ressarcimento até 31 de março. Quem fizer o pedido até quinta-feira (30) será incluído no próximo pagamento, previsto para 25 de maio. Os valores são corrigidos pela inflação e variam conforme o tempo de trabalho e a remuneração recebida no período em que o fundo estava ativo.

Como consultar:

O primeiro passo é acessar o site oficial Repis Cidadão ou abrir o aplicativo do FGTS no celular;
Em seguida, o usuário deve entrar com a conta gov.br, que precisa estar nos níveis prata ou ouro para permitir o acesso completo às informações;
Depois do login, é necessário informar o CPF e a senha cadastrada no sistema do governo;
O sistema solicita o número do NIS, que é o mesmo do PIS e identifica o trabalhador em programas sociais e registros trabalhistas;
Com os dados confirmados, basta selecionar a opção de consulta para que a plataforma faça a verificação automática;
Caso exista saldo disponível, o próprio sistema apresenta o resultado e orienta o cidadão sobre como prosseguir com o pedido de ressarcimento.
Origem do fundo e diferença para o abono atual

O antigo PIS foi criado em 1970 para trabalhadores do setor privado, enquanto o Pasep surgiu para servidores públicos. Em 1975, os dois programas foram unificados no Fundo PIS-Pasep, que funcionou até 1988. Depois disso, foi substituído pelo modelo atual de abono salarial. Em 2020, os valores não sacados foram transferidos ao FGTS e, mais tarde, ao Tesouro Nacional. Desde então, o governo abriu a possibilidade de resgate para quem ainda possui saldo esquecido.

Quem pode receber e valor médio disponível

Segundo o governo, o valor médio liberado é de cerca de R$ 2,8 mil por pessoa, mas pode variar bastante. Isso depende do tempo de serviço e do salário recebido no período em que o fundo ainda estava ativo. Todos os valores já foram atualizados pela inflação antes da liberação.

Como solicitar o ressarcimento e documentos exigidos

O pedido pode ser feito em uma agência da Caixa Econômica Federal ou pelo aplicativo do FGTS. No app, o usuário deve acessar a área de ressarcimento do PIS/Pasep e seguir as instruções para envio dos dados. O titular precisa apenas de um documento oficial de identificação. Já no caso de herdeiros, é necessário apresentar documentos que comprovem o direito ao saque, como certidão de dependentes, declaração do órgão responsável ou autorização judicial ou escritura pública com concordância dos sucessores.

Pagamento e prazo final para saque

Após a solicitação, a Caixa analisa o pedido e envia as informações ao Ministério da Fazenda. Se aprovado, o valor é depositado em conta bancária na Caixa ou em poupança social digital. O calendário de pagamento define as datas de liberação. Caso o dinheiro não seja solicitado até setembro de 2028, ele será incorporado de forma definitiva ao Tesouro Nacional, sem possibilidade de resgate.

*Metro1
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil


Pacientes devem interromper uso e buscar orientação médica

Anvisa determina retirada de remédios para tosse com clobutinol

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a retirada completa de medicamentos com clobutinol do mercado brasileiro. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (27) e tem aplicação imediata.

A decisão abrange todas as etapas relacionadas a esses produtos, incluindo produção, importação, distribuição, venda, divulgação e uso. Na avaliação do órgão, os possíveis efeitos adversos superam qualquer benefício terapêutico, o que motivou a proibição.

De acordo com a agência, a medida foi baseada em análise técnica da área de farmacovigilância, que apontou riscos significativos à saúde. Entre os principais problemas identificados está a possibilidade de arritmias cardíacas graves, associadas ao prolongamento do intervalo QT, alteração elétrica no coração que pode causar desmaios e até morte súbita.

O clobutinol é um princípio ativo presente principalmente em medicamentos para tosse, como xaropes e outros produtos indicados para aliviar sintomas respiratórios. Com a nova regra, esses itens deixam de ser comercializados e utilizados no país.

A orientação é que pacientes que faziam uso desse tipo de medicamento interrompam o tratamento e busquem orientação médica para a substituição por alternativas seguras. A Anvisa informou que a determinação vale para todos os produtos com a substância, independentemente da marca ou fabricante.

Informações Metro1