
Foto: Flamengo
O Flamengo já estabeleceu um limite financeiro na proposta para renovar com o atacante Bruno Henrique. E não vai igualar a proposta feita pelo Palmeiras em valores. A concessão do clube foi já estudar uma proposta com três anos de contrato para o jogador, atendendo assim um dos pedidos do atacante.
Bruno Henrique é um jogador querido dentro do Flamengo, tanto no departamento de futebol quanto na cúpula do clube. Há uma compreensão de que se trata de um atleta que tem como característica a dedicação e a entrega pelo clube.
Mas o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, já estabeleceu um limite financeiro do que pode ser gasto com o jogador. E há a consciência dentro do clube de que esse valor é inferior ao do Palmeiras.
Pelas informações rubro-negras, a oferta do Palmeiras é de US$ 4,5 milhões de luvas para o atacante e salário de R$ 2 milhões. O contrato seria de três ou quatro anos, segundo apuração do colunista do UOL André Hernan.
A diretoria do Flamengo pensa na proposta a Bruno Henrique como um pacote financeiro inteiro, com todos os custos. O clube estuda, sim, pagar luvas que podem chegar a R$ 15 milhões para manter o jogador.
Negocia-se um aumento, mas não chega aos patamares prometidos pelo Palmeiras. Atualmente, o jogador ganha um valor entre R$ 1,1 milhão e R$ 1,3 milhão.
Todas essas variáveis estão em conversa, mas o valor do pacote não vai ultrapassar o limite estabelecido. Até porque o Flamengo sabe que o dinheiro investido será para o tempo que jogar no clube, sem possibilidade de revenda.
Neste sentido, a diretoria do Flamengo espera do jogador a decisão se quer continuar a jogar no clube nas condições postas.
Informações UOL

Depois de o presidente Lula vetar parcialmente o projeto de lei (PL) que estabelecia o marco temporal nas terras indígenas, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) — conhecida como bancada do agronegócio — informou que vai derrubar os vetos do petista.
“A FPA, constituída por 303 deputados federais e 50 senadores, informa que os vetos realizados pela Presidência serão objeto de derrubada em sessão do Congresso Nacional, respeitados os princípios de representatividade das duas Casas Legislativas, com votos suficientes para a ação”, comunicou em nota a bancada.
O PL do marco temporal foi aprovado pelo Legislativo em 27 de setembro. Seis dias antes, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou a tese de que um território indígena só poderia ser demarcado se houvesse uma comprovação de que o requerente estava no local quando a Constituição Federal foi promulgada, em 5 de outubro de 1988.
Como mostrou Oeste, entre os vetos, Lula rejeitou a tese que determinava a Constituição como o marco temporal. Desse modo, o petista, seguiu o principal entendimento do STF, contrariando o Legislativo.
Além disso, conforme o governo, Lula vetou os pontos que previam a possibilidade de cultivo de produtos transgênicos e de atividades provenientes de garimpo em terras indígenas e um trecho que possibilitaria a construção de rodovias em terras indígenas.
O presidente, porém, sancionou outros trechos da proposta, que definem regras para as demarcações, como:
O Palácio do Planalto informou que ainda vai divulgar na íntegra todos os trechos vetados e sancionados por Lula. Nas redes sociais, o petista informou que vetou “vários” pontos do marco temporal.
Segundo a bancada do agro, eles “não vão assistir e braços cruzados a ineficiência do Estado brasileiro em políticas públicas e em normas que garantam a segurança jurídica e a paz no campo”. “Buscaremos a regulamentação de todas as questões que afetam esse direito no local adequado, no Congresso Nacional”, continuou.
Nas últimas semanas, a frente parlamentar pressionou em obstrução no Congresso contra as “interferências” do STF no Legislativo. Na ocasião, o PL do marco temporal era um dos pontos reivindicados pela FPA.
“A decisão dos dois plenários é soberana e deve ser respeitada pelos demais Poderes da República, em reconhecimento às atribuições definidas na Constituição Federal”, concluiu a bancada do agro. “O Parlamento brasileiro representa a pluralidade da sociedade em sua amplitude de Estados, partidos e de ideais.”
Informações Revista Oeste

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou nesta sexta-feira, 20, que o relatório da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Tributária deve ser apresentado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) e lido na próxima semana. Segundo Pacheco, a votação do texto pelo Senado deve ocorrer em novembro.
“O Senador Eduardo Braga, que é o relator, está finalizando o seu parecer”, declarou o presidente do Senado. “Eu espero que haja a finalização até a próxima semana e que haja uma sessão exclusiva da Comissão de Constituição e Justiça do Senado para a leitura do parecer.”
Pacheco ressaltou que não há problema caso seja necessário adiar a votação do texto, caso Braga precise de mais tempo para analisar as emendas apresentadas ao relatório. Para o chefe do Legislativo, o mais importante é “que haja um parecer bastante refletido em relação a todas as emendas apresentadas”.
“Não haverá problema algum de ter mais alguns dias para que ele possa fazer o melhor parecer possível”, disse Pacheco. “A Reforma Tributária tem sido aguardada há 30 anos, se tiver dois, três dias de tolerância para que o relator possa fazer o seu trabalho, não há problema algum.”

Embora Pacheco não tenha definido uma data específica para a votação em plenário, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira que o texto deve ser votado no início de novembro. Haddad expressou otimismo com o andamento da matéria, destacando que está “além das expectativas”, e que a intenção é promulgar a PEC ainda neste ano.
“É uma reforma que há 40 anos é esperada, e um governo, no seu primeiro ano, conseguir entregar seria realmente um feito muito grande ao Brasil”, destacou o ministro.
Informações Revista Oeste

Foto: Reprodução YouTube
A Polícia Federal,em operação realizada nesta sexta-feira (20), encontrou indícios de que o Exército, além da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), teria contratado o software israelense First Mile, destinado ao monitoramento de opositores do governo Jair Bolsonaro. As evidências foram obtidas durante uma busca e apreensão na sede da Cognyte, em Florianópolis (SC), empresa responsável pelo fornecimento do programa.
Na operação Última Milha, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão, resultando na prisão de dois ex-agentes da Abin. Outros 20 indivíduos, suspeitos de manusear o software de forma inadequada, também estão sob investigação e foram convocados para depor na sede da PF em Brasília.
O software em questão, First Mile,possibilita o rastreamento da localização das pessoas através de metadados das antenas de celular conectadas a torres de telecomunicação, sendo uma das principais ferramentas de vigilância oferecidas pela companhia israelense.
Em nota a OAntagonista, o Exército afirmou que não pode responderqual o propósito da compra do software First Mile, quantas vezes o programa foi usado pela força militar e qual o valor pago:“Prezada jornalista, atendendo à sua solicitação, formulada por meio de mensagem eletrônica, de 20 de outubro de 2023, o Centro de Comunicação Social informa que, em função de previsão legal (Lei n.º 12.527 de 18 de novembro de 2011, em seu artigo 23, incisos V e VIII) não poderá atender à solicitação apresentada”.
Operação da PF
A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (20) uma operação para investigar o uso indevido de sistema de geolocalização de dispositivos móveis por servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
Por determinação do ministroAlexandre de Moraes, do STF, a PF cumpre 25 mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva em quatro estados —São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Goiás— e no Distrito Federal.
Segundo as investigações, servidores da Abin invadirama rede de telefonia reiteradas vezes, com a utilização de um sistema de geolocalização adquirido com recursos públicos.
“Além do uso indevido do sistema, apura-se a atuação de dois servidores da Agência que, em razão da possibilidade de demissão em processo administrativo disciplinar, teriam utilizado o conhecimento sobre o uso indevido do sistema como meio de coerção indireta para evitar a demissão”, afirmou a PF.
Informações TBN

Em entrevista ao jornalista Joilton Freitas, a Psicóloga e coordenadora do curso de Psicologia da UNIFAN, Louise Cristine Santos, falou sobre o Primeiro Congresso de Psicologia da UNIFAN, que ocorrerá no dia 24 de outubro no Cajueiro. A psicóloga também contou sobre diversos assuntos relacionados a psicologia.
Confira o podcast completo:

Na tarde desta quinta-feira (19) a cidade de Coração de Maria recebeu um trator agrícola, através da Associação dos Moradores de Itacava, que servirá na área agrícola da zona rural. A reivindicação foi do deputado estadual Binho Galinha (Patriota), junto ao Governo do Estado e que foi atendido pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT). “Fui bem votado em Coração de Maria e não poderia deixar de atender os pleitos da cidade, que tem uma zona rural forte e precisa do apoio na agricultura familiar. Fizemos a nossa parte e com certeza a população vai ficar alegre, porque estamos dando o anzol e não o peixe a esse povo sofrido”, declarou Binho Galinha.
Foto ilustração: Entrega do trator a Coração de Maria

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil.
A Polícia Federal cumpre, na manhã desta sexta (20), 27 mandados em quatro estados e no Distrito Federal para investigar o uso de sistemas de rastreio de GPS da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). A operação Última Milha investiga a atuação de dois servidores no esquema.
Segundo a PF, dois mandados de prisão preventiva, 25 de busca e apreensão e outras medidas cautelares são cumpridas em São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal e foram emitidos pelo Supremo Tribunal Federal.
Os mandados de prisão preventiva foram cumpridos no Distrito Federal, onde também foram expedidas cinco ordens de afastamento, de acordo com a autoridade.
As investigações da PF apontam que o sistema da Abin voltado à geolocalização de celulares através da rede de telefonia brasileira teria sido invadido reiteradas vezes. E os dois servidores teriam usado o conhecimento destes atos para coagir as chefias para não serem demitidos.
Gazeta do Povo

Segundo ela, por conta da fala do dono do SBT, ela sofreu com reações de colegas, família e amigos e foi colocada em situações vexatórias e humilhantes. A situação teria sido agravada pelo fato de que o conteúdo permaneceu disponível na página da emissora no Youtube.
O SBT tentou argumentar que os comentários de Silvio Santos eram vagos e não citavam diretamente o nome da coreógrafa e que, por isso, não justificavam a indenização por dano moral.
O Tribunal Superior do Trabalho considerou, no entanto, que o apresentou corroborou a objetificação do corpo feminino e reforçou estereótipos de gênero ao avaliar a mulher por sua “beleza e juventude”.
“Ao traçar um comparativo de ordem física entre a reclamante e a nova coreógrafa contratada, o apresentador de TV indubitavelmente reduziu, em rede nacional, mais de uma década de serviços prestados à emissora a atributos de ordem física”, diz a decisão.
Informações Splash UOL

A jornalista Rachel Sheherazade foi expulsa do reality show A Fazenda 15, da Record TV, nesta quinta-feira (19), devido a uma briga com Jenny Miranda. A cena que levou a direção a tomar a decisão foi transmitida no programa à noite. Na atração, a emissora exibiu as cenas completas da briga que levou ao caso considerado pela produção do programa como uma agressão.
A discussão começou quando a fazendeira da semana, Jenny Miranda, passou as obrigações para os peões. Na vez de Rachel, a atividade delegada seria a de cuidar das ovelhas, função que a jornalista se negou a fazer, justificando que ficou com o lixo na semana anterior e estava cansada.
Segundo a jornalista justificou, pelas regras do programa, quando o peão recusa uma tarefa, o fazendeiro é obrigado a fazer para que o grupo não receba punição. Com a recusa, a briga se estendeu para a cozinha no decorrer do dia com um bate-boca entre as duas.
– Eu boto quem eu quiser, eu sou a fazendeira, meu bem – disparou Jenny durante a discussão.
A recusa de Rachel gerou discussões com o restante dos peões, Márcia Fu chegou a se oferecer para cumprir a função para evitar problemas, mas a punição coletiva veio mesmo assim, com 48 horas sem gás na sede. Com a punição, a briga generalizada piorou, Jenny chamou Sheherazade de prepotente.
– Se você tivesse sido humilde, eu teria trocado – disse Jenny, se referindo à função delegada para a jornalista.
Após a discussão, Jenny e Márcia foram até a área das ovelhas para cuidar dos animais e encontraram Lucas e Sheherazade no local.
– Você não desceu, eu estou fazendo com ele hoje, amanhã você decide outra pessoa para fazer – disse Rachel, que abordou não estar em condições físicas de fazer as funções.
A briga continuou e o auge foi atingido quando ambas começaram a gritar uma com a outra e Rachel estendeu a mão no rosto de Jenny, atitude colocada pela produção do programa como agressão.
– Eu fiz assim para ela não partir para cima de mim (…). Eu tenho uma imagem, tenho uma profissão e tenho história – justificou Rachel.
Ao contrário da jornalista, Jenny disse ter sido agredida.
– Ela meteu a mão na minha boca – disse já dentro da casa.
Horas depois, Rachel entrou no closet e não retornou, o que fez com que os peões sentissem falta dela. O anúncio da saída da jornalista foi transmitido aos participantes do programa por um comunicado logo depois.
– Conforme a página 26 do Manual de Sobrevivência, são proibidas atitudes que podem colocar em risco a integridade física de outros, sejam eles do elenco ou da produção do programa – iniciou a nota.
Na sequência, foi informado que Rachel estava fora do jogo e pedido que os demais peões arrumassem as malas da jornalista. Com a expulsão, a roça da semana foi cancelada, liberando André, Kally e Nadja da berlinda e de uma possível saída do programa.
*AE

A Força Aérea Brasileira (FAB), que tinha encerrado a primeira fase da Operação Voltando em Paz, anunciou que mais uma aeronave vai decolar do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio, para buscar brasileiros em Israel.
O avião KC-30 (Airbus A330 200) deve partir às 17h (horário de Brasília) desta sexta-feira, 20, em voo direto para Tel-Aviv, capital israelense. O retorno está previsto para a madrugada da segunda-feira 23, também no Galeão.
Até agora, o FAB fez seis voos trazendo 1.135 passageiros e 35 animais de estimação de Israel. O governo federal começou o resgate em 10 de outubro, depois que o Hamas fez um ataque-surpresa a Israel, em 7 de outubro. Os terroristas assassinaram centenas de civis. Na sequência, o governo israelense declarou guerra à organização terrorista que faz os ataques a partir da Faixa de Gaza, na fronteira com Israel.

Embora Israel esteja facilitando a saída de estrangeiros, Gaza, controlada pelo Hamas, tem dificultado esse procedimento. Um acordo entre Egito e Israel permite a saída de estrangeiros pela cidade de Rafah, na fronteira egípcia, mas Gaza não tem autorizado a saída de qualquer pessoa.
No caso brasileiro, um avião espera no Cairo, capital do Egito, autorização para tirar os brasileiros da Faixa de Gaza. Segundo o governo, são 32 pessoas (22 brasileiros e dez palestinos) que aguardam em Rafah para embarcar para o Brasil.
Outra aeronave da FAB, o KC-390 Millennium, está em Roma e atua como reserva. Caso não seja acionada para o Egito, a aeronave será deslocada para resgatar brasileiros que estão em Israel querendo voltar ao Brasil.
Informações Revista Oeste