
Segundo informações da revista Veja, o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou um apelo da Igreja Universal para se esquivar do pagamento de uma dívida trabalhista avaliada em 7,3 milhões de reais. Curiosamente, o beneficiário é um carpinteiro, a mesma profissão exercida por Jesus Cristo.
O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região foi responsável pela decisão que estabeleceu a relação trabalhista entre o carpinteiro e a igreja.
Informações TBN

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) convocou uma nova manifestação, desta vez no Rio de Janeiro, no próximo dia 21 de abril, feriado nacional de Tiradentes. O ex-chefe do Executivo falou aos seus apoiadores por meio de um vídeo publicado nas redes sociais neste sábado (
– Estou te convidando para uma grande manifestação no Rio de Janeiro, na Praia de Copacabana – convidou.
– Estaremos dando continuidade ao que aconteceu em São Paulo, no dia 25 de fevereiro. Estamos discutindo, levando informações para vocês, juntamente com autoridades e o pastor Silas Malafaia, sobre o nosso Estado Democrático de Direito e, também, falarmos sobre a maior fake news da história do Brasil, que está resumida hoje na minuta de golpe – disse o ex-presidente.
– Vamos lutar pela nossa democracia e nossa liberdade – acrescentou.
Desta vez, o ex-presidente não fez nenhum pedido para que seus apoiadores se recusem a levar cartazes com menções a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como fez quando convocou o ato na Avenida Paulista, em São Paulo, em fevereiro.
Na manifestação de São Paulo, o ex-presidente falou em perseguição e pediu anistia a manifestantes que participaram da invasão à Praça dos Três Poderes, no dia 8 de Janeiro. Bolsonaro também negou liderar uma articulação golpista depois da derrota nas eleições
– Golpe é tanque na rua, é arma, é conspiração. Nada disso foi feito no Brasil. Por que continuam me acusando de golpe? Porque tem uma minuta de decreto de estado de defesa. Golpe usando a Constituição? Deixo claro que estado de sítio começa com presidente convocando conselho da República. Isso foi feito? não – declarou.
*Pleno.News
Foto: Reprodução/ Instagram

O filho caçula do presidente Lula, Luís Cláudio Lula da Silva, acusado de agredir física, verbal e psicologicamente a ex-companheira, nega todas as acusações feitas contra ele. O empresário teria um relacionamento de dois anos com a vítima, que prestou depoimento nesta sexta-feira (5) acompanhada de escolta policial.
Segundo informações do portal UOL, Luís Cláudio disse que “jamais agrediria” a vítima e que, “desde o término do relacionamento, em janeiro deste ano, sempre fui muito atencioso com ela”. “Nunca chamei ela destes nomes todos que ela diz. Vou provar minha inocência”.
No depoimento, a vítima alegou que Luis Cláudio deu “uma cotovelada na barriga” dela “em uma das brigas no final de janeiro deste ano”, e que recebia ameaças e ofensas constantes dele, sendo chamada de “doente mental”, “vagabunda” e “louca”.
Em defesa, o filho do presidente da República alega que chegou a receber uma cesta de café da manhã de Natália após a data da suposta agressão e que ela planejava fazer uma festa surpresa a ele. Ordens da juíza Joanna Palmieri Abdallah, do Foro da Casa da Mulher Brasileira, proíbem o contato e a aproximação de Luis Cláudio com a vítima.
“Se eu a tivesse agredido de alguma forma, tivesse machucado, você acha que ela teria mandado um presente para mim no dia do meu aniversário?, disse Luís Cláudio. “Ela me mandou uma cesta cheia de comida, com mensagem e tudo. Como uma pessoa que foi agredida, tem esse tipo de reação?”, afirmou.
Em nota, a defesa de Luís Cláudio negou as acusações e disse que processará a ex-companheira.
“Tomamos conhecimento das fantasiosas declarações que teriam sido proferidas pela médica, atribuindo ao nosso cliente inverídicas e fantasiosas agressões, cujas mentiras são enquadráveis nos tipos dos delitos de calúnia, injúria e difamação, além de responder por reparação por danos morais, motivos pelos quais serão tomadas as medidas legais pertinentes”, disse a advogada, Carmen Tannuri.
*Metro1
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Se você depende dos benefícios do INSS, uma ótima notícia acaba de chegar: o calendário de pagamentos para 2024 já está disponível. Esta informação é crucial para milhões de brasileiros que contam com esses recursos para o seu dia a dia. Entender como verificar essas datas e como o sistema de pagamentos opera pode facilitar muito a sua vida.
O INSS planeja seus pagamentos em lotes para garantir que todos os beneficiários recebam seus auxílios de maneira eficiente. A divisão é feita com base no valor do benefício e no último número do benefício, excluindo o dígito verificador. Esse método possibilita que os pagamentos sejam realizados de forma rápida, evitando longas filas em agências bancárias.
Identificar o último número do seu benefício permite que você saiba exatamente quando será feito o seu pagamento. Para isso, o INSS disponibiliza um calendário que pode ser acessado tanto pelo site oficial quanto pelo aplicativo Meu INSS. Além disso, essas plataformas fornecem um extrato detalhado dos pagamentos.
No mês de abril, as datas de pagamento para os beneficiários foram divulgadas e estão organizadas da seguinte maneira:
Para quem recebe um salário mínimo:
Benefício final 1 – 24 de abril;
Benefício final 2 – 25 de abril;
Benefício final 3 – 26 de abril;
Benefício final 4 – 29 de abril;
Benefício final 5 – 30 de abril;
Benefício final 6 – 02 de maio;
Benefício final 7 – 03 de maio;
Benefício final 8 – 06 de maio;
Benefício final 9 – 07 de maio;
Benefício final 0 – 08 de maio;
Para quem recebe acima do salário mínimo até o teto do INSS:
Benefício final 1 e 6 – 02 de maio;
Benefício final 2 e 7 – 03 de maio;
Benefício final 3 e 8 – 06 de maio;
Benefício final 4 e 9 – 07 de maio;
Benefício final 5 e 0 – 08 de maio.
Acessar o Meu INSS é simples, basta seguir estes passos:
Acesse o site oficial ou baixe o aplicativo Meu INSS;
Use sua conta gov.br para entrar ou crie uma se necessário;
Explore os serviços disponíveis, como consulta a extratos de pagamentos;
Mantenha suas informações de contato atualizadas para receber notificações importantes.
Quem tem direito aos benefícios do INSS?
Todos os beneficiários de aposentadorias, pensões, auxílios-doença e benefícios assistenciais estão incluídos no cronograma de pagamentos do INSS. Isso significa que independente do tipo de benefício, existe uma data especificada para o seu recebimento.
*Terra Brasil Notícias

Ziraldo, o criador de “O Menino Maluquinho”, morreu neste sábado, aos 91 anos. A informação foi confirmada a Splash por familiares. O cartunista morreu dormindo em seu apartamento no bairro da Lagoa, na Zona Sul do Rio, depois das 14h de hoje (6).
“Ele teve um AVC faz um tempo e já estava com a saúde frágil, estava bem fraquinho”, disse Cecília, cunhada de Ziraldo, casada com Zelio, irmão do cartunista, a Splash. “Ele estava em casa e faleceu agora de tarde, pouco depois das duas da tarde”.
Ziraldo nasceu em Caratinga, Minas Gerais, em 24 de outubro de 1932.
Começou sua carreira em 1954, na “Folha da Manhã” (hoje, Folha de São Paulo), com uma coluna de humor. Se formou em Direito, em 1957, na Faculdade de Direito de Minas Gerais.
Casou-se em 1958, com Vilma Gontijo, com quem teve três filhos.
Ziraldo começou a ganhar fama nacional com os trabalhos na revista O Cruzeiro e Jornal do Brasil.
Lançou em 1960 a revista em quadrinhos “Turma do Pererê”, a primeira história em quadrinhos a cores produzida no Brasil. A obra também foi o primeiro gibi brasileiro feito por um só autor.
A história foi cancelada após o início da ditadura militar, voltando nos anos 70.
Lançou em 1980 sua obra mais famosa, “O Menino Maluquinho”.
O Menino Maluquinho, seu maior sucesso, já vendeu mais de 4,1 milhões de exemplares. Com mais de 200 livros publicados, Ziraldo tem diversos outros best-sellers, como “Uma Professora Muito Maluquinha”, “Menina Nina”, “O Bichinho da Maçã” e “O Planeta Lilás.”
O cartunista foi homenageado em 2018 na CCXP, evento de cultura pop que acontece em São Paulo, no Artist’s Alley, o espaço dedicado a quadrinistas e ilustradores.
Durante o regime militar, Ziraldo foi um dos fundadores do “O Pasquim”, que fazia oposição ao regime.
Ele foi preso e levado para o Forte de Copabacana um dia após a promulgação do AI-5.
Em setembro de 2018, Ziraldo foi internado no Hospital Pró-Cardíaco no Rio de Janeiro após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC). Seu estado de saúde, na ocasião, era considerado grave.
Em outubro, ele recebeu alta da instituição e, três dias depois, ele já aparecia na web, em um vídeo no qual pedia voto para Fernando Haddad (PT), nas eleições presidenciais.
Em 2005 ele se filiou ao recém-criado Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e desenhou o logo da agremiação.
Informações UOL
O prefeito Colbert Martins Filho nomeou novos secretários para assumir três pastas do governo municipal. O decreto foi publicado em edição do Diário Oficial Eletrônico deste sábado, 6.
O secretário de Desenvolvimento Social, Denilton Brito, assume interina e cumulativamente o cargo de secretário de Serviços Públicos. Enquanto a assessora do prefeito, Eliane Cerqueira ocupará também de forma interina e cumulativa o cargo de secretária de Políticas para Mulheres.
Ainda conforme o decreto, a Fundação Egberto Costa tem novo diretor-presidente interino. O secretário extraordinário de Tecnologia, Agostinho Fróes da Motta, assume interina e cumulativamente os cargos.
As exonerações dos antigos gestores, a pedido, foi publicada em edição do Diário Oficial Eletrônico na sexta-feira (5). Desta forma, Eli Ribeiro, Gerusa Sampaio e Marcos Lima deixaram os cargos.
*Secom/PMFS

Elon Musk questionou publicamente, na madrugada deste sábado (6) o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre qual a necessidade “de tanta censura no Brasil”.
A publicação que pegou os internautas de surpresa foi em resposta a um post de Moraes em janeiro deste ano na rede socil X, da quel Musk é o dono. O ministro estava parabenizando Ricardo Lewandowski pelo novo cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública.

– Por que você está determinando tanta censura no Brasil? – escreveu Musk na publicação de Moraes.
O comentário de Musk veio logo após as revelações do jornalista americano Michael Shellenberger sobre uma série de conteúdos que expõem ações de Moraes e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Esta não foi a primeira vez que Elon Musk comentou sobre a política brasileira. A última, inclusive, foi bastante recente: no dia 21 março. Na ocasião, o bilionário reagiu a uma publicação sobre o caso da professora aposentada Iraci Nagoshi, de 71 anos, que foi condenada pelo STF a cumprir 14 anos de pena após participação nos atos do 8 de janeiro.
– Preocupante – comentou Musk.
*Pleno.News
Foto: EFE/Ulises Ruiz Basurto

O prazo para filiação partidária de quem concorrerá às eleições municipais de 2024 termina neste sábado (6). Prefeitos, vice-prefeitos e vereadores devem estar filiados ao partido em que pretendem disputar a eleição até seis meses antes do primeiro turno, que acontece em outubro. Caso o candidato não esteja filiado a um partido político, ele perde a elegibilidade, já que, seguindo o que diz a legislação eleitoral brasileira, candidaturas independentes não são autorizadas.
Os vereadores, prefeitos e vice-prefeitos também devem cumprir outros critérios como ter domicílio eleitoral na cidade em que deseja ser eleito, ter nacionalidade brasileira, ter direitos políticos pleno e estar inscrito como eleitor. Além disso, só poderá disputar a candidatura para prefeito e vice quem tiver no mínimo 21 anos, enquanto os vereadores devem ser maiores de 18 anos.
Este sábado (6) também é a data limite para governadores, prefeitos e o presidente da República, que desejem concorrer a outros cargos nas eleições municipais deste ano, renunciem dos atuais mandatos.
As eleições municipais de 2024 acontecerão no dia 6 de outubro, com possível segundo turno marcado para 27 do mesmo mês. Até o dia 8 de maio brasileiros a partir dos 16 anos podem tirar o título de eleitor ou regularizar o documento.
*Metro1
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Policiais do Equador invadiram a Embaixada do México em Quito e prenderam, nessa sexta-feira (5/4), o ex-vice-presidente equatoriano Jorge Glas (foto em destaque). Ele foi condenado a 6 anos de prisão por corrupção em um caso que envolve a Odebrecht e tinha recebido asilo político do governo mexicano.
A invasão causou reação imediata do presidente do México, López Obrador. Ele anunciou, na madrugada deste sábado (6/4), que suspendeu as relações diplomáticas com o Equador.
O ex-vice-presidente recebeu asilo político do México e estava na embaixada desde dezembro do ano passado. Ele alega ser vítima de uma “perseguição” da Procuradoria-Geral do Equador.
Pelas redes sociais, Obrador disse ter sido informado da invasão pela Secretaria de Relações Exteriores. Ele afirmou ainda que o caso é uma violação do direito internacional e da soberania do México.
“Instruí o nosso chanceler a emitir uma declaração sobre este ato autoritário, proceder legalmente e declarar imediatamente a suspensão das relações diplomáticas com o governo do Equador”, escreveu López Obrador.
Veja o comunicado de Obrador:

A Convenção de Viena sobre relações diplomáticas, publicada em 1961, prevê que os locais de missões de um país dentro de um outro — como embaixadas e consulados — são considerados invioláveis. Equador e México aderiram à regra ainda na década de 1960.
Considerado culpado de receber propina da construtora Odebrecht em troca da concessão de contratos governamentais, Jorge Glas foi condenado a 6 anos de prisão em 2017.
Crise diplomática
Equador e México vivem uma crise diplomática, que se agravou recentemente. Na última quinta-feira (4/4), a embaixadora do México no país foi declarada “persona non grata” após o governo afirmar que o presidente mexicano fez comentários “infelizes” sobre as eleições equatorianas de 2023.
Nessa sexta, um contragolpe. O governo do México anunciou que tinha concedido asilo político a Glas.
Informações Metrópoles

O Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) acionou o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para garantir a “implementação imediata” do reajuste dos benefícios (auxílio-alimentação, per capita da saúde complementar e assistência pré-escolar) proposto pelo governo federal.
Em ofício enviado na segunda-feira (1º/4) à ministra Esther Dweck, servidores disseram “reconhecer” o esforço do governo federal em retirar a trava da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e corrigir benefícios em percentual superior à inflação acumulada desde o último reajuste.
Como mostrado pelo Metrópoles no início da semana, a recomposição nos auxílios segue em negociação. O governo havia proposto que os novos valores passassem a valer a partir de 1º de maio, mas o martelo ainda não foi batido.
Agora, diante da ausência de previsão de aumento salarial, a estratégia dos servidores mudou. Sem nenhuma garantia de correção, eles começaram a demandar que o reajuste nos benefícios — único sinalizado até agora — seja aplicado já a partir de abril.
Há uma brecha que permitiria recomposição para os funcionários do Executivo federal neste ano, mas as expectativas são baixas.
Uma fonte do Ministério da Fazenda afirmou à reportagem, em caráter reservado, que é “praticamente impossível” aumento para o funcionalismo em 2024. Ainda assim, apenas em maio o governo dará resposta final sobre a possibilidade residual de reajuste, que, mesmo se ocorrer, será pequeno.
Do outro lado da mesa de negociação, entidades que representam os servidores demandam recomposição entre 7% e 10%, a depender do acordo firmado pelas categorias.
Com R$ 1 bilhão reservado no Orçamento de 2024 já para este fim, o MGI sugeriu o seguinte:
O Ministério da Gestão informou que a proposta foi apresentada ainda no ano passado e formalizada em 28 de fevereiro, durante debate da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP), principal fórum de encontro entre governo e funcionalismo. A próxima reunião da Mesa está prevista para junho.
Servidores cobram que, até o fim de 2026, seja feita a equiparação desses benefícios em relação aos valores praticados pelos poderes Legislativo e Judiciário.
“Reafirmamos nossa total insatisfação com a intenção de congelar salários em 2024, razão pela qual seguiremos mobilizados a fim de garantir recursos para recomposição ainda neste exercício”, afirmou o presidente do Fonacate, Rudinei Marques.
Informações Metrópoles