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Foto: Elon Musk/X

O presidente da Argentina, Javier Milei, e o bilionário sul-africano Elon Musk se encontraram nesta sexta (12) nos Estados Unidos. Segundo a Presidência argentina, Milei ofereceu ajuda a Musk para lidar com o “conflito” nos âmbitos “judicial e político” no Brasil.

O presidente argentino ofereceu colaboração no conflito que a rede social X enfrenta no Brasil.
Nota enviada à imprensa

Questionada, a assessoria da Casa Rosada respondeu que “o tema é complexo” e não deu detalhes sobre como seria a ajuda.

O governo do país vizinho informou que Milei visitou uma planta industrial da Tesla em Austin, no Texas, empresa que fabrica carros elétricos e pertence a Musk. Eles conversaram ainda sobre “a importância de eliminar as tarefas burocráticas” para investidores e o empresário se comprometeu a realizar em breve, na Argentina, “um grande evento para fomentar as ideias da liberdade”.

“O presidente ratificou o papel dos empresários na sociedade”, diz o texto divulgado na tarde de hoje. “O empresário, por sua vez, comprometeu-se com as ideias de liberdade e com os governos pró-mercado.”

Ambos postaram fotos no X, a rede de Musk. Milei também republicou uma mensagem em que um usuário diz que Musk confirmou que estará na Argentina no segundo semestre para um seminário, entre outras.

Interesses comerciais e afinidades ideológicas

É a primeira vez que ambos se encontram pessoalmente desde que Milei foi eleito, no fim do ano passado. Mas eles já vinham trocando elogios e afagos pelas redes sociais.

Milei havia indicado que quer abrir caminho para que Musk siga investindo na Argentina. A empresa de internet via satélite do sul-africano recebeu autorização para oferecer seus serviços no país sul-americano em março. A Argentina tem uma das matérias-primas mais importantes para os interesses da Tesla, o lítio.

Além dos interesses comerciais, há afinidades ideológicas e um comportamento praticamente de fã de Milei em relação ao Musk, que faz questão de elogiar o empresário em todas as oportunidades públicas.

Em meio ao conflito de Musk com o Judiciário brasileiro, Milei endossa, em posts da rede social X, que o Brasil instituiu com Alexandre de Moraes uma perseguição política e censura de opositores a Lula.

Para o analista político Pablo Semán, Milei não estaria apenas interessado em acordos comerciais com Musk, mas também em se posicionar ideologicamente, voltando a atacar o Brasil e o presidente Lula — que Milei já chamou inúmeras vezes de comunista.

“A direita usa uma estratégia que é a relação direta com Elon Musk, que permite acesso à metadata do X (antigo Twitter), e isso permite, por uma parte, alinhar os algoritmo para uma certa posição [ideológica] e, por outro lado, conhecer a trajetória do sujeito que participa dessa rede social, fazendo campanha certeiras, com o objetivo de cooptar esse sujeito. E aí a direita tem muito mais vatangem”, avaliou.

A Casa Rosada tenta jogar panos quentes e dizer que a opinião pessoal do presidente não interfere na relação dos países, mas fato é que Milei ajuda a produzir entre seus apoiadores, nas redes sociais, uma tensão ainda maior nas relações diplomáticas de Brasil e Argentina.

Informações UOL


CEO da marca de veículos elétricos Tesla, Elon Musk criou em 2019 os satélites Starlink – que no momento transmitem internet para mais de 70 países. Agora, o próximo desafio da empreitada é fornecer acesso online para a estação espacial da empresa Vast, que planeja ser o primeiro empreendimento comercial deste tipo.

A empresa anunciou que seu Haven-1, que pode ser tripulado por até quatro pessoas, estará equipado com terminal Starlink.

Como funcionará a estação

Em 2025, a Vast planeja lançar em órbita a estação espacial em módulo único Haven-1, que tem como finalidade se tornar a primeira a ter fins comerciais. O local terá capacidade para quatro pessoas com suprimentos e os instrumentos necessários.

A Vast anunciou que a estação será equipada com Starlink, para quem estiver abordo conectar dispositivos pessoais ou de trabalho sem fio. O Starlink também irá abastecer sistemas e hardware na estação, incluindo câmeras e instrumentos externos.

Caso funcione, o sistema poderia ser adotado para futuras estações da Vast, que planeja lançar um módulo muito maior em 2028 e, na década de 2030, evoluí-lo para uma estação espacial de gravidade artificial.

As missões tripuladas da Vast serão realizadas usando a espaçonave SpaceX Dragon. O primeiro voo está previsto para agosto de 2025, com o segundo marcado para 2026.

O Starlink possui mais de 6 mil satélites espaciais que fornecem internet para mais de 2 milhões de assinantes em 70 países. O equipamento é usado pelo exército norte-americano e até mesmo na guerra da Ucrânia.

A Vast não divulgou o valor das passagens, porém diz que o preço cobre um treinamento especial de seu pessoal e da SpaceX.

Se você precisar fornecer conectividade de Internet contínua de alta velocidade e baixa latência em uma estação espacial em órbita em 2025, o SpaceX Starlink é a única opção” Max Haot, CEO da Vast

“Esperamos que sua posição de liderança em rede e tecnologia continue e acelere ao longo do tempo, e é por isso que estamos entusiasmados por ter a oportunidade de fazer parceria com a SpaceX na implantação de sua primeira conectividade a laser para uma estação espacial.”

Informações TBN


Foto: Divulgação

Relatos históricos, emoção, agradecimentos e projeções futuras marcaram a cerimônia de posse da nova diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Feira de Santana. Em evento realizado no teatro da CDL, na noite desta quinta-feira (11), o empresário Juscelino Brito assumiu a presidência em substituição a Luís Mêrces, que permaneceu no cargo por 8 anos, e agora assume a 1ª vice-presidência. Já a 2ª vice-presidência ficou com Alfredo Falcão, que também já foi presidente.

Entre os presentes estavam o presidente da Federação das Câmara de Dirigentes Lojistas do Estado da Bahia, Pedro Luiz Failla; o presidente do instituto Pensar Feira, Edson Piaggio; além de representantes de outras instituições parceiras como Associação Comercial, Sindicato do Comércio, Centro das Indústrias, Sindicato de Bares e Restaurantes e Fecomércio.

Também autoridades como o prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins; o secretário de Justiça da Bahia, Felipe Freitas, representando o governador Jerônimo Rodrigues; o deputado federal José Neto; os deputados estaduais Pablo Roberto e Robinson Almeida; o vereador Pedro Américo; a diretora do Hospital Geral Clériston Andrade, Cristiana França; e o ex-prefeito José Ronaldo, além de familiares da diretoria e imprensa.

Trajetória de Luís Mercês

Bastante emocionado, Luís Mercês relembrou os desafios das CDL ao longo da sua gestão, sem deixar de agradecer a nenhum dos parceiros por ter ajudado a superá-los. “Durante todos esses anos foram inúmeros desafios. Equilibrar as contas, lutar pela valorização do comércio, atrair novos lojistas. Mas, nenhum foi como a pandemia do COVID-19”, afirmou ressaltando que o trabalho conjunto com as federações, confederações e lojistas foi fundamental para o comércio de Feira passar por essa fase sombria.

Luís destacou ainda que recebeu a CDL já com uma campanha fortalecida que é a Líquida Feira e junto com a equipe conseguiu implantar outras, para ampliar a movimentação do comércio. Como exemplo, a Super Prêmio, Natal de Prêmios e Sorte na Garagem. No total foram 25 campanhas, a entrega de 44 carros e 26 motos e um total de mais de R$ 10 milhões em prêmios.

Entre outros motivos de orgulho da gestão, Luís acrescentou a instituição da CDL Jovem; apoio ao Momento Experiência, com diversos empresários dando testemunho da sua vida; criação da Missão Feira-Brasília, para buscar recursos para a cidade (apenas em 2023, a CDL mobilizou 174 empresários em viagem à Capital Federal, além de representantes da saúde e educação); e a escolha de Juscelino Brito para assumir o posto de presidente: “Escolher o meu sucessor, foi um dos meus grandes feitos. Conheço Brito e sei que ele não descansará enquanto não vê as demandas do comércio atendidas, seja na esfera municipal, estadual ou federal.

Perspectivas de Juscelino Brito

Ao relatar os sentimentos envolvidos no convite para assumir a presidência da CDL, Brito afirmou que o desafio e o compromisso são muito grandes, mas ele está feliz por saber que além de uma trajetória de garra, pode contar com toda uma diretoria que aceitou fazer parte desse novo ciclo. “Tenho certeza que essa responsabilidade está dentro de um contexto que eu tenho toda uma diretoria que disse ‘sim’ e isso nos dá a confiança para enfrentar a responsabilidade muito grande que assumir a CDL depois da gestão de Luís, porque estou ao lado de pessoas competentes, que sei que também vão fazer o seu melhor”, assinalou.

Além da presidência, a nova diretoria está composta por: Marcelo Alexandrino, diretor administrativo; Mauro Ricardo Souza, diretor financeiro; André Mascarenhas, diretor de assuntos Sociais e Culturais; Reinaldo Sirino, diretor de Comunicação e Eventos; Eduardo Borges, diretor de Tecnologia e Inovações; Gabriela Trindade Soares, diretora de Negócios e Operações; e Luís Mercês Júnior, diretor da CDL Jovem.

No Conselho Fiscal: Francisco Orlando Medeiros, Francisco Ricardo Falcão e Raimundo José Mercês. Na suplência: Antôniel Ferreira Júnior, Arivaldo José Pereira, Brarlon Farias, Léo Adriano da Silva e Marco Antônio da Silva. E por fim, na diretoria: Fernando Antônio Silva e Pedro Augusto Costa.

Mais sobre o novo presidente

Um pouco da trajetória de vida de Juscelino Brito foi apresentada aos presentes na cerimônia de posse por Alfredo Falcão. Natural de Amargosa, Brito deu os primeiros passos como empreendedor, já demonstrando grande potencial, naquela cidade. Aos 21 anos se casou e em 1993, quis buscar novos horizontes e mudou-se com a família para Feira de Santana, onde deu início ao que se tornou seu projeto de vida: a Farmácia Brito. Se consolidou e hoje são 19 filiais. “Em uma relação de amizade saudável com Feira de Santana, Brito foi também presidente do Rotary Clube Subaé e diretor comercial da Boa Farma, contribuindo significativamente para a cidade que o acolheu. Seja muito feliz nesse novo desafio, Brito”, desejou Alfredo.

Fotos: Divulgação

Foto: Divulgação


Uri Berliner trabalha como jornalista há 25 anos na prestigiosa rádio pública; relata como pautas identitárias e pró-esquerda passaram a dominar o ambiente profissional da emissora e como isso causa uma perda de confiança por parte do público

Sede da NPR, em Washington D.C.
A “NPR” (National Public Radio) dos EUA está sendo criticada pelo viés de sua cobertura, apontada como muito favorável à esquerda e a temas identitários; acima, placa da sede da empresa, em Washington D.C.

O público interessado na indústria de mídia nos Estados Unidos segue tendo uma discussão intensa sobre como deve ser a orientação do jornalismo profissional no país. Em dezembro de 2023, houve uma grande controvérsia com um ex-editor de Opinião do jornal The New York Times afirmando que o veículo tinha se tornado “iliberal” e se fechado para diferentes pontos de vista não alinhados ao que se costuma chamar, de maneira imprecisa, “pauta progressista”. Agora, em 9 de abril de 2024, um veterano jornalista da prestigiosa emissora NPR relata fatos semelhantes.

O artigo “Eu estou na NPR há 25 anos. Eis como nós perdemos a confiança da América” é de Uri Berliner, profissional premiado e muito respeitado no setor. Ele faz um extenso relato sobre como a emissora de rádio adotou uma política de pautas identitárias e do universo woke depois que o republicano Donald Trump venceu as eleições presidenciais de 2016. O jornalista declara ter sempre votado contra Trump e diz que a mudança da política editorial causou uma perda de confiança do público –e ele dá números a respeito.

O texto de Berliner foi publicado no site Free Press, que fica dentro da plataforma Substack e é administrado pelo jornalista Bari Weiss, ex-editor de opinião do New York Times. Uri Berliner, hoje editor sênior de negócios da NPR, avalia que os norte-americanos não confiam mais na emissora por causa da falta de“diversidade de pontos de vista”.

NPR é a sigla para National Public Radio (em português, Rádio Pública Nacional). Trata-se de uma empresa de comunicação social sem fins lucrativos e mantida com dinheiro estatal (recursos dos pagadores de impostos nos EUA) e com doações diretas de seus ouvintes. A NPRproduz conteúdo que é compartilhado com centenas de emissoras locais norte-americanas. No Brasil, não há veículo de mídia com essa abrangência e com as mesmas características.

Com sede em Washington D.C., a NPR está presente em diversas cidades dos EUA e, até recentemente, era admirada pelo seu tom equilibrado. Mas, segundo Berliner, o ambiente de trabalho se transformou depois da eleição de Trump. “Não existe mais um espírito de mente aberta [na emissora]”, declarou o jornalista.

Segundo Berliner, em fevereiro de 2024 a “equipe de insights de audiência” da rádio enviou um e-mail anunciando com orgulho que a emissora havia obtido “uma pontuação de confiança mais alta do que a da ‘CNN’ ou do ‘The New York Times’. Mas a pesquisa da Harris Poll não é nada tranquilizadora. Descobriu que ‘3 em cada 10 entrevistados do público familiarizado com a NPR disseram que a associavam à característica ‘confiável’. Somente em um mundo no qual a credibilidade da mídia implodiu completamente uma pontuação de 3 em 10 como confiável seria algo para se orgulhar”.

No artigo, o jornalista também fala da mudança do perfil dos profissionais da NPR. Em maio de 2021, na Redação em Washington, sede da emissora, havia 87 eleitores registrados como democratas e zero como republicanos. Nos EUA, diferentemente do Brasil, quando alguém decide votar, é possível informar com qual partido se identifica. “Quando sugeri que tínhamos um problema de diversidade, a resposta não foi hostil. Foi pior. Houve profunda indiferença”, escreveu Berliner.

Em 2011, a audiência da NPR tinha uma certa inclinação à esquerda no espectro político, mas em geral refletia o que se observava na população norte-americana em geral: 26% dos ouvintes se descreviam como conservadores, 23% como de centro e 37% como liberais (como os norte-americanos às vezes se referem a quem é de esquerda).

Em 2023, o quadro mudou. Só 11% dos ouvintes da NPR se diziam muito ou um pouco conservadores, 21% eram de centro e 67% eram muito ou um pouco liberais. “Não estávamos perdendo apenas os conservadores; também estávamos perdendo moderados e liberais tradicionais. Não existe mais um espírito de mente aberta na NPR e agora, previsivelmente, não temos um público que reflita a América”, escreveu Berliner.

AS PAUTAS E A IDEOLOGIA

“Há um consenso tácito sobre as reportagens que devemos fazer e como elas devem ser enquadradas. É simples: uma história após a outra sobre casos de suposto racismo, transfobia, sinais do apocalipse climático, Israel fazendo algo ruim e a terrível ameaça das políticas republicanas. É quase como uma linha de montagem”, relata Berliner.

Prevalece nas escolhas de assuntos que serão abordados uma rígida política sobre linguagem. A NPR tem um documento interno, por exemplo, chamado “Transgender Coverage Guidance”(guia de cobertura [sobre] transgêneros). Nessa cartilha, os jornalistas são desestimulados a usar o termo “sexo biológico”. A mentalidade editorial geral, diz Berliner, estimula o que ele classifica como “pautas bizarras”. Por exemplo, reportagens sobre a banda The Beatles e ou a respeito de nomes de pássaros levantam a possibilidade de haver aí temas “racialmente problemáticos”. Há também material que estimula a divisão da sociedade em nível “alarmante”, como justificar saques no comércio, afirmar que notícias relatando crimes são racistas ou sugerir que norte-americanos descendentes de asiáticos contrários a ações afirmativas são manipulados por pessoas conservadoras brancas.

A seguir, 3 casos abordados pela NPR nos últimos anos e, segundo o relato de Berliner, como a emissora pendeu sempre para uma visão mais à esquerda no encaminhamento das pautas:

Donald Trump e Rússia – “Rumores persistentes de que a campanha de Trump conspirou com a Rússia durante as eleições [de 2016] tornaram-se uma atração que impulsionou as reportagens. Na ‘NPR’, atrelamos o nosso carro ao antagonista mais visível de Trump, o deputado [democrata] Adam Schiff [eleito pela Califórnia e de perfil liberal].

“Schiff, que era o principal democrata no Comitê de Inteligência da Câmara, tornou-se o braço orientador da ‘NPR’, a sua musa sempre presente. Pelas minhas contas, os apresentadores da ‘NPR’ entrevistaram Schiff 25 vezes sobre Trump e a Rússia. Durante muitas dessas conversas, Schiff aludiu a supostas evidências de conluio. Os pontos apresentados por Schiff tornaram-se o alvo das reportagens da ‘NPR’.

“Mas quando o relatório Mueller não encontrou provas críveis de conluio, a cobertura da ‘NPR’ foi notavelmente escassa. O Russiagate desapareceu silenciosamente da nossa programação”.

“Uma coisa é perder o foco e perder uma história importante. Infelizmente, isso acontece. Você segue pistas erradas, é enganado por fontes em que confia, está emocionalmente envolvido em uma narrativa e pedaços de indícios circunstanciais nunca se somam. É ruim estragar uma grande história.

“Mas o que que pior é fingir que nada aconteceu, seguir em frente sem ‘mea culpas’, sem autorreflexão. Especialmente quando se espera elevados padrões de transparência por parte de figuras públicas e instituições, mas não se pratica esses padrões. É isso que destrói a confiança e gera cinismo em relação à mídia”.

O laptop de Hunter Biden – “Em outubro de 2020, o ‘New York Post’ publicou uma reportagem explosiva sobre o laptop que Hunter Biden [filho de Joe Biden, então ainda candidato democrata a presidente] abandonou em uma loja de informática em Delaware. O equipamento continha e-mails sobre seus sórdidos negócios. Faltando apenas algumas semanas para a eleição, a ‘NPR’ fez vista grossa. Eis como o editor-chefe de notícias da ‘NPR’ na época explicou sua avaliação sobre aquela informação: ‘Não queremos perder nosso tempo com notícias que não são realmente notícias, e não queremos desperdiçar o tempo dos ouvintes e leitores com histórias que são apenas pura distração’. 

“Mas não foi uma pura distração nem um produto da desinformação russa, como sugeriram dezenas de antigos e atuais agentes do serviço secreto [dos EUA]. O laptop pertencia a Hunter Biden. Seu conteúdo revelou sua conexão com o mundo corrupto do tráfico de influência multimilionário e suas possíveis implicações para seu pai.

“O conteúdo do laptop tinha valor de notícia. Mas o instinto jornalístico atemporal de seguir uma história quente foi reprimido. Durante uma reunião com colegas, ouvi um dos melhores e mais imparciais jornalistas da NPR dizer que era bom não darmos cobertura para aquele assunto porque poderia ajudar Trump.

“Quando os fatos essenciais da reportagem do ‘New York Post’ foram confirmados e os e-mails verificados de forma independente, cerca de um ano e meio depois, poderíamos ter confessado o nosso erro de avaliação. Mas, tal como o conluio da Rússia, não fizemos a difícil escolha da transparência. 

A origem do vírus da covid-19 – “A política também se intrometeu na cobertura da ‘NPR’ sobre a Covid, principalmente nas reportagens sobre a origem da pandemia. 

“Um dos aspectos mais sombrios do jornalismo da Covid é a rapidez com que ele adotou linhas narrativas ideológicas. Por exemplo, houve o ‘Team Natural Origin’ (apoiando a hipótese de que o vírus veio de um mercado de animais selvagens em Wuhan, na China). E do outro lado teve o ‘Team Lab Leak’, que defendia a ideia de que o vírus escapou de um laboratório de Wuhan.

“A teoria do vazamento de laboratório recebeu tratamento severo quase imediatamente, rejeitada como racista ou como uma teoria da conspiração de direita. Anthony Fauci e o ex-chefe do NIH, Francis Collins, representando o sistema de saúde pública, foram os seus críticos mais notáveis. E isso foi suficiente para a ‘NPR’. Nós os tornamos membros fervorosos do ‘Team Natural Origin’, declarando até que o vazamento do laboratório havia sido desmascarado pelos cientistas.

“Mas não foi esse o caso.

“Quando surgiu a notícia de um vírus misterioso em Wuhan, vários virologistas importantes suspeitaram imediatamente que ele poderia ter vazado de um laboratório que conduzia experimentos com coronavírus de morcegos. Isto aconteceu em janeiro de 2020, durante momentos mais calmos antes de a pandemia ter sido declarada e antes de o medo se espalhar e a política se intrometer.

“Os relatórios sobre um possível vazamento de laboratório logo se tornaram radioativos. Fauci e Collins aparentemente encorajaram a publicação em março de um influente artigo científico ‘The Proximal Origin of SARS-CoV-2’. Seus autores escreveram que não acreditavam que ‘qualquer tipo de cenário baseado em laboratório fosse plausível’.

Mas a hipótese do vazamento no laboratório não morreu. E é compreensível que tenha sido assim. Em privado, até mesmo alguns dos cientistas que escreveram o artigo rejeitando-o tinham um tom diferente. Um dos autores, Andrew Rambaut, biólogo evolucionista da Universidade de Edimburgo, escreveu aos seus colegas: ‘Eu literalmente alterno dia após dia pensando se foi um vazamento de laboratório ou natural’.

“Ao longo da pandemia, vários jornalistas investigativos apresentaram argumentos convincentes, se não conclusivos, sobre o vazamento do laboratório. Mas na ‘NPR’ não estávamos dispostos a desistir ou mesmo a fugir na ponta dos pés diante da insistência com que apoiamos a história da origem natural. Não cedemos quando o Departamento de Energia –a agência federal com maior experiência em laboratórios e investigação biológica– concluiu, embora com pouca confiança, que um vazamento do laboratório era a explicação mais provável para o surgimento do vírus.

“Em vez disso, na nossa cobertura sobre o assunto, em 28 de fevereiro de 2023, afirmamoscom confiança que ‘as provas científicas apontam esmagadoramente para uma origem natural do vírus’.

“Quando perguntaram a um colega da nossa editoria de ciência por que desprezavam tanto a teoria do vazamento no laboratório, a resposta foi estranha. O colega comparou-a ao argumento infundado da administração Bush de que o Iraque tinha armas de destruição em massa, aparentemente querendo dizer que não seríamos enganados novamente. Mas esses 2 eventos não estavam nem remotamente relacionados. Mais uma vez, a política apagou a curiosidade e a independência que deveriam ter impulsionado o nosso trabalho”. 

NPR DIZ AOS OUVINTES O QUE PENSAR

Berliner relata que quando se encontra ocasionalmente com alguém e se apresenta como jornalista da emissora em que trabalha, costumava ouvir: “Eu amo a NPR!”. Ele diz que isso ainda acontece, mas a conversa tem ficado um pouco diferente. “Após o inicial ‘Eu amo a NPR’, há uma pausa e a pessoa reconhece: ‘Não ouço tanto quanto antes’. Ou, com algum desgosto: ‘O que está acontecendo? Por que a NPR está me dizendo o que pensar?’ ”.

No final de seu artigo, o jornalista conclui dizendo que deseja sorte à nova CEO da NPR, Katherine Maher, nomeada em janeiro de 2024. “Estarei torcendo por ela. É um trabalho difícil. Sua primeira regra poderia ser bastante simples: não diga às pessoas como pensar”.

RESPOSTA DA NPR

O artigo publicado por Berliner na 3ª feira (9.abr.2024), que atua como editor sênior de negócios na NPR, desagradou a equipe editorial da emissora.

Em um comunicado interno, a editora-chefe da NPR, Edith Chapin, afirmou discordar “fortemente” da avaliação de Berliner. Defendeu o trabalho “excepcional” da empresa e falou sobre a importância da inclusão em toda a equipe, nas fontes e na cobertura geral.

“Nenhum dos nossos trabalhos está acima de ser avaliado ou criticado. Devemos ter discussões vigorosas na Redação sobre como servimos ao público como um todo”, escreveu.

Berliner não comentou diretamente a publicação da carta nas redes sociais, mas repostou no X (ex-Twitter) opiniões de leitores da NPR e colegas de profissão.

ELOGIO REPUBLICANO

O empresário Vivek Ramaswamy, que se candidatou à indicação republicana para a eleição presidencial de novembro deste ano, publicou em seu perfil no X que discorda de Berliner em “vários assuntos”, mas que o “respeita” por vir a público falar dos “fracassos”da emissora pública.

Informações Poder 360


Jogador assinou contrato com o Esquadrão até o fim de 2024, com opção de renovação por mais uma temporada

Foto: Tiago Caldas/EC Bahia

O Bahia anunciou o meia Carlos de Pena como novo reforço do time. O uruguaio, de 32 anos, já iniciou os treinamentos no CT Evaristo de Macedo. O uruguaio assinou contrato com o Esquadrão até o fim de 2024, com opção de renovação por mais uma temporada.

Carlos de Pena foi revelado pelo Nacional, do Uruguai, mas fez boa parte da carreira na Europa, onde passou por Inglaterra, Espanha e Ucrânia. Em 2022, ele acertou com o Internacional e iniciou a sua passagem pelo futebol brasileiro.

O atleta defendeu as cores do Internacional por dois anos. Foram mais de 100 partidas oficiais, com 11 gols e 14 assistências.
De Pena, de 32 anos, iniciou a carreira profissional no Nacional, do Uruguai, onde também conquistou o título nacional de 2015. Logo em seguida construiu uma vida no futebol europeu.

O novo atleta do Esquadrão defendeu o Real Oviedo, da Espanha, o Middlesbrough, da Inglaterra, e o Dínamo de Kiev.

Na Ucrânia, em três temporadas, Carlos María de Peña Bonino conquistou títulos como a Copa da Ucrânia (2020) e o Campeonato Ucraniano (2021).

Foram mais de 100 atuações, com 19 gols e 18 assistências.

Informações Bahia.ba


São necessários apoio de no mínimo 257 deputados e 41 senadores para que o veto seja derrubado

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

Lideranças do Congresso Nacional dão como certa a derrubada do veto do presidente Lula (PT) ao ponto central do projeto que acaba com as saídas temporárias de presos, aprovado pelos parlamentares neste ano.

Segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, o presidente manteve as saidinhas para que os detentos possam visitar familiares em datas comemorativas. O anúncio foi feito nesta quinta (11) pelo ministro Ricardo Lewandowski, no Palácio do Planalto.

“Estamos sugerindo ao presidente da República, e certamente ele acatará, por motivos humanitários e também constitucionais, preservar apenas e tão somente a possibilidade do preso que está em regime semiaberto visitar a família”, disse o ministro.

Líderes da Câmara dos Deputados e do Senado afirmaram à reportagem que o veto será derrubado em sessão do Congresso sem grandes dificuldades.

Para que isso aconteça, é necessária a maioria absoluta dos votos em cada uma das Casas —ou seja, no mínimo, 257 deputados e 41 senadores precisam votar a favor da derrubada do veto.

Um representante do centrão diz ainda que não será preciso fazer uma grande articulação, já que o fim da saída temporária dos presos é um tema que tem apoio da grande maioria dos parlamentares, sobretudo em ano de eleições municipais.

O PL foi aprovado na Câmara em março de forma simbólica (quando não há contabilização de votos), com empenho de políticos como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que chegou a se reunir com bancadas partidárias para tratar do tema e com o próprio presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).

No Senado, apenas dois senadores foram a favor de manter as saidinhas: Cid Gomes (PSB-CE) e Rogério Carvalho (PT-SE). O então líder do PT, Fabiano Contarato (ES), votou a favor do projeto —aprovado com 62 dos 81 votos.

A saída temporária é um direito concedido há quase quatro décadas pela Justiça a presos do sistema semiaberto que já tenham cumprido ao menos um sexto da pena, no caso de réu primário, e um quarto da pena, em caso de reincidência, entre outros requisitos.

Líderes da Câmara afirmam também que já era esperado que o petista vetaria isso, por se tratar de um tema caro à sua base e militância. Eles dizem que o próprio Executivo já deve ter precificado essa derrubada do veto.

Informações Bahia.ba


Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Muita gente diz que o uso frequente de bonés provoca queda de cabelo. Se você é adepto deste tipo de chapéu, pode manter o hábito.

Embora muitas pessoas acreditam que o uso abafa o couro cabeludo e enfraquece os fios, isso não é verdade.

“O uso de boné pode levar, no máximo, a uma alopecia por tração ou traumática. A possibilidade de isso acontecer é muito pequena, apenas se a pessoa pressionasse muito o boné contra a cabeça e usasse”, afirma o dermatologista Marcos Kawasaki, de São Paulo.

Esses casos, porém, são extremamente raros. A alopecia por tração ocorre mais frequentemente em pessoas que usam tranças (pelo processo de tensão dos fios), coques ou prendem perucas e próteses capilares nos fios.

O que causa a calvície

As principais causas da calvície são herança genética, alterações hormonais e transtornos emocionais. A queda de cabelo também pode ocorrer devido a hipotireoidismo e anemia.

Em homens, o excesso de testosterona pode alterar o funcionamento dos folículos pilosos – bolsa onde fica a raiz dos fios. Em excesso, o hormônio deixa o pelo mais fino, curto e menos pigmentado.

Fonte: Metrópoles


Foto: André Bueno/Divulgação/CMSP

Cinco alvos da Operação Fim da Linha, que investiga suspeitas de envolvimento de duas empresas de ônibus de São Paulo com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), fizeram doações de campanha ao diretório municipal do antigo DEM. Esse diretório era controlado pelo presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite (União Brasil), e a um ex-vereador do PT nas eleições de 2020. Os políticos afirmam que as doações foram declaradas e não há irregularidades.

Entre os doadores investigados pelo Ministério Público (MP) estão o presidente da Transwolff, Luiz Carlos Efigênio Pacheco, conhecido como “Pandora”, e o diretor da Cooperpam, Robson Flares Lopes Pontes, ambos presos preventivamente em 9 de abril. O MP acusa as duas empresas de participarem de um esquema de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas na capital paulista. Outra empresa envolvida é a UPBus. Todas as empresas foram alvo de intervenção pela Prefeitura de São Paulo.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), “Pandora” doou R$ 75 mil para a campanha de reeleição do vereador Antonio Donato (PT), atualmente deputado estadual em São Paulo. Em 2016, Donato também recebeu uma doação de R$ 10 mil de Jeová Santos da Silva, outro denunciado pelo MP. Donato é um dos coordenadores de campanha do pré-candidato a prefeito Guilherme Boulos (Psol), que tem o apoio do PT.

Donato declarou que as doações foram feitas legalmente e registradas na Justiça Eleitoral. Ele também afirmou que não estava ciente de nenhum problema com a Justiça envolvendo os doadores na época das doações.

Outros investigados doaram para o diretório municipal do Democratas, que posteriormente se fundiu com o PSL para formar o União Brasil. O diretório era presidido por Milton Leite, atual presidente da Câmara Municipal de São Paulo e um dos principais aliados do prefeito Ricardo Nunes (MDB). O DEM da cidade de São Paulo recebeu R$ 50 mil de Moisés Gomes Pinto e R$ 40 mil de Cícero de Oliveira, sócios da Transwolff, que estão sendo investigados pelo MP e foram afastados da diretoria da empresa por ordem judicial.

Milton Leite também afirmou, em nota, que todas as doações ao partido foram feitas legalmente e declaradas à Justiça Eleitoral, que julgou as contas regulares.

O DEM também recebeu R$ 60 mil de Edimar Martins Silva, suspeito de ser uma espécie de “laranja” da empresa na suposta organização criminosa. Apesar de não aparecer na lista dos 29 denunciados pela Promotoria, Edimar teve os bens bloqueados. Outras pessoas associadas à Transwolff doaram ao partido, mas não foram citadas diretamente na denúncia do MP. Considerando todas essas doações, o DEM recebeu R$ 210 mil.

A análise da prestação de contas do DEM ao TSE mostra que os recursos dessas doações foram direcionados para alguns candidatos específicos. Um deles é o vereador Adilson Amadeu (União Brasil), que recebeu R$ 50 mil de Moisés Gomes Pinto. Amadeu afirmou que as doações foram encaminhadas pelo partido de forma indireta e respeitaram a legislação vigente.

Marcelo Elias Cury, jornalista, também recebeu recursos de Robson Pontes, da Cooperpam, e de Edimar Martins Silva. Cury concorreu como “Xerife Marcelo Cury” nas eleições, mas não foi localizado para comentar.

O presidente da Câmara, Milton Leite, recebeu R$ 300 mil do diretório municipal do DEM, mas a verba foi declarada como proveniente do fundo partidário. Sandra Tadeu (PL) também recebeu R$ 115 mil da representação do partido na cidade. Além deles, o partido também elegeu Ricardo Teixeira e Eli Corrêa (União Brasil) nas eleições.

Informações TBN


Funcionário é responsável por comercializar produtos e serviços, prestar atendimento ao público e realizar operações bancárias, entre outras atividades. Salário inicial é de R$ 3,7 mil.

O concurso da Caixa Econômica Federal vai preencher mais de 4 mil vagas de Técnico Bancário Novo — Foto: Divulgação/Caixa Econômica Federal

O concurso da Caixa Econômica Federal vai preencher mais de 4 mil vagas de Técnico Bancário Novo — Foto: Divulgação/Caixa Econômica Federal 

Mais de 1,2 milhão de candidatos farão as provas do próximo concurso da Caixa Econômica Federal, previsto para 26 de maio. Desse total, 89% dos inscritos – 1.072.983 – vão disputar o cargo de técnico bancário novo (geral), que tem 2 mil oportunidades. 

A carreira é a mais cobiçada de todo o concurso, com uma concorrência de 536 candidatos por vaga. 

O processo seletivo da Caixa também possui 2 mil oportunidades para técnico bancário novo específico para a área de TI (tecnologia da informação), mas um número bem menor de pessoas –117.252 – se inscreveu para o cargo. 

As duas carreiras são de nível médio e têm remuneração inicial de R$ 3.762, para uma jornada de trabalho de seis horas diárias, que totalizam 30 horas semanais. 

Elas também têm as mesmas atribuições, de acordo com o edital. No entanto, o cargo de TI vai exigir mais conhecimentos específicos na prova e tem vagas em menos cidades, o que pode explicar a diferença no número de inscritos.

O que faz um técnico bancário novo? 👩🏽‍💻

Conforme a descrição do edital, o técnico bancário novo é responsável pela execução de atividades bancárias, como a comercialização de produtos e serviços, prestação de atendimento, além da realização de negócios e atividades administrativas. 

O profissional ainda precisa ter responsabilidade pelo sigilo das informaçõesa que tem acesso no uso de suas atribuições, com foco no alcance dos objetivos estatutários e estratégicos da Caixa. 

O edital prevê que os aprovados terão como principais responsabilidades: 

  1. Prestar atendimento ao público, realizar negócios e comercializar produtos e serviços;
  2. Identificar clientes, verificando a autenticidade de documentos, assinaturas e impressões digitais, quando realizada capacitação específica; 
  3. Efetuar atividades administrativas e operações bancárias, utilizando equipamentos e ferramentas tecnológicas; 
  4. Elaborar, redigir e conferir documentos e correspondências em geral; 
  5. Inserir e consultar dados em sistemas operacionais informatizados e outros aplicativos relacionados com suas atividades, assim como auxiliar em sua manutenção e aperfeiçoamento; 
  6. Efetuar cálculos diversos e controles numéricos; 
  7. Identificar e apontar oportunidades de melhorias nos processos em que atua; 
  8. Executar outras atividades inerentes ao conteúdo ocupacional do cargo.

Onde os aprovados vão trabalhar? 📍

  • Os candidatos deveriam selecionar um polo de trabalho no momento da inscrição no concurso, mas não poderiam escolher uma cidade ou unidade específica da Caixa dentro dele (veja a tabela abaixo).
  • Após as provas, os candidatos aprovados vão estar em duas listas de classificação: por polo e por macropolo. Quem for selecionado para um cargo dentro do polo que escolheu, mas não aceitar tomar posse na unidade indicada pela Caixa, será excluído do concurso.
  • A Caixa também poderá convocar uma pessoa para assumir uma vaga num polo diferente do qual ela escolheu, se não houver candidatos para preenchê-la. Nesse caso, será usada a ordem de classificação por macropolo.
  • Se o candidato aceitar a vaga no polo diferente, será excluído da lista do seu polo original de opção. Se não, será excluído da classificação por macropolo, mas mantido na do polo que escolheu.

Navegue pela tabela abaixo para ver os cargos disponíveis em cada região e os locais de prova.

O concurso da Caixa ainda está oferecendo 50 de nível superior, com salários iniciais de até R$ 14.915. Veja: 

  • Médico do trabalho (28 vagas, sendo 5 para cadastro reserva) – salário de R$ 11.186
  • Engenheiro de segurança do trabalho (22 vagas, sendo 5 para cadastro reserva) – salário de R$ 14.915

Informações G1


Foto: Divulgação/Polícia Civil

Três pessoas foram presas na quinta-feira (11), durante o cumprimendo de mandados em pousadas usadas para distribuição de drogas em Feira de Santana, cidade a cerca de 100 km de Salvador. Quatro estabelecimentos que venderiam os entorpecentes durante a micareta da cidade foram alvos da operação “Pré-Micareta Infernalis Taberna”, realizada pelas polícias Civil e Militar.

Segundo a Polícia Civil, investigações apontaram que as pousadas, que ficam próximas ao Circuito Maneca Ferreira (espaço da festa), eram usadas como ponto de vendas de drogas que seriam comercializadas no evento, entre 18 e 21 de abril.

Durante a ação, dois mandados de prisão contra uma dupla suspeita de lesão corporal seguido de morte, ocorrido em janeiro de 2023, motivado por disputa de drogas, foram cumpridos.

Conforme o titular da 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Feira de Santana), delegado Yves Correa, os investigados integram um grupo responsável por vender drogas naquela região.

Outros três mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Uma pessoa foi presa em flagrante com porções de entorpecentes.

A ação contou com a participação de integrantes da 1ª Coorpin, CATIs Sede e Sertão, DTE, Decarga, DRFR e DHPP de Feira, Rondesp Leste, Cipe Leste, 64ª CIPM e Esquadrão Asa Branca.

G1