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Não Candidatos do partido patinam em diferentes estados onde a sigla ainda está no poder

Por Robson Bonin 

Brazilian presidential candidate for the leftist Workers Party (PT) and former President (2003-2010) Luiz Inacio Lula da Silva delivers a speeech during a political rally with leaders of the National Forum of Solidarity Economy and 900 cooperatives from all over the country, in Sao Paulo, Brazil, on September 14, 2022. (Photo by Miguel Schincariol / AFP)
Lula: ex-presidente não transfere seus votos aos candidatos do partido no Nordeste, segundo as pesquisas Miguel Schincariol/AFP

Líder absoluto nas pesquisas eleitorais no Nordeste, Lula não consegue transferir para candidatos do seu partido a popularidade que parece ter junto ao eleitorado da região. Se os levantamentos estiverem corretos, terminadas as eleições, o PT terá perdido influência e poder em diferentes estados nordestinos.

Na Bahia, ACM Neto, do União Brasil, lidera e pode vencer o candidato petista Jerônimo Rodrigues já no primeiro turno.

No Piauí, Sílvio Mendes, do mesmo partido de ACM, tem 43% das intenções de voto contra 29% do petista Rafael Fonteles.

No Ceará, Capitão Wagner, também do União Brasil, tem 36% contra 26% do petista Elmano de Freitas.

Em Pernambuco, onde atuou para matar a candidatura de Marília Arraes, o partido deve ser duramente castigado por ter optado pelo projeto do PSB. Marília lidera com 36% das intenções de voto. Ela trocou o PT pelo Solidariedade para escapar das negociatas dos antigos companheiros que tentaram sufocar sua candidatura.

Em todo o país, o drama petista se repete. Uma coisa, na cabeça do eleitor simpático a Lula, é votar no ex-presidente. Outra coisa é o PT.

Em tempo, o petismo fez quatro governadores no Nordeste na eleição de 2018: Rui Costa (Bahia), Wellington Dias (Piauí), Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte) e Camilo Santana (Ceará).

Informações Veja


Urgente: Pesquisa Brasmarket aponta vitória de Bolsonaro no primeiro turno

Uma nova pesquisa da Brasmarket, divulgada nesta quinta-feira (15), em primeira mão pelo Terra Brasil Notícias, mostra uma vitória no primeiro turno do presidente Jair Bolsonaro (PL).

No levantamento espontâneo, Bolsonaro lidera com 40,2%, enquanto Lula aparece com 28,4%. Na soma dos votos válidos, contando com os demais candidatos, o executivo federal ainda é a maioria e consegue se eleger já no próximo dia 2 de outubro.

Confira os números:

A pesquisa foi feita entre os dias 10 e 14 de setembro, com a confiabilidade de 95%. O método de coleta das informações foi o contato telefônico. Foram feitas 2.400 entrevistas em 504 cidades do Brasil. A margem de erro é de 2%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número: BR-01527/2022.

Informações TBN


Por J. R. Guzzo

De desvario em desvario, transformaram a campanha eleitoral de 2022 numa eleição de ditadura 

Alexandre de Moraes na cerimônia de lacração do sistema das urnas eletrônicas | Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

(Artigo de J. R. Guzzo publicado no jornal Gazeta do Povo em 12 de setembro de 2022)

A justiça eleitoral brasileira se transformou num monstro. Deveria ser uma repartição pública que cuida da organização das eleições e garante a honestidade das apurações, unicamente isso — como em qualquer democracia séria do mundo. Aqui, por força da invasão da vida política por parte do STF, e da vassalagem que o judiciário impôs aos dois outros poderes, passou a mandar na eleição. É uma deformação — os brasileiros foram expulsos do processo eleitoral. Quem decide tudo, hoje, são o TSE, os 27 TREs e o resto do brontossauro burocrático que passou a dar ordens aos partidos, aos candidatos e aos eleitores. De desvario em desvario, transformaram a campanha eleitoral de 2022 numa eleição de ditadura. Seu golpe mais recente foi proibir que o presidente da República mostre em seu programa de televisão as imagens das manifestações-gigante do dia Sete de Setembro em que foram comemorados os 200 anos de independência do Brasil — e nas quais possivelmente mais de 1 milhão de pessoas, em todo o país, foram às ruas prestar apoio à sua candidatura à reeleição.

É a pior agressão imposta até agora pelo TSE à liberdade, à igualdade e à limpeza das eleições de outubro; não há sinais de que seja a última. Os novos comissários-gerais da ordem política brasileira, simplesmente, decidiram que o presidente não tem o direito de mostrar, nos programas do horário político, os vídeos de manifestações públicas feitas em seu próprio favor — em atenção, mais uma vez, às exigências feitas pelo candidato adversário. A alegação é demente: a população foi para a praça pública festejar a independência do Brasil, e as imagens de sua maciça presença nas ruas não podem ser usadas para se fazer “propaganda eleitoral”. Mas as pessoas que saíram de casa no Sete de Setembro, com bandeiras do Brasil e vestidas de verde-amarelo, foram às comemorações com a expressa e óbvia intenção de dizer que vão votar em Jair Bolsonaro para um novo mandato. Como, agora, proibir que se mostre isso — algo perfeitamente legal e já visto por milhões de pessoas? É direito constitucional dos cidadãos brasileiros votarem em quem quiserem e expressarem publicamente a sua preferência — por que, então, o TSE proíbe a exibição de imagens que comprovam a existência de multidões dispostas a votar no presidente?

A mesma justiça eleitoral, no tempo do regime militar, não deixava os candidatos dizerem nada no programa político da televisão; só podiam mostrar um retratinho de si próprios, dentro dos exatos centímetros e milímetros fixados pelas autoridades, mais o seu número e partido, e fim de conversa. O povo não tinha nada de ficar sabendo o que o candidato tinha a dizer — como TSE de hoje acha que o povo não tem nada de ficar olhando para imagens que os comissários não gostam. No regime militar, ao menos, havia mais igualdade — o retratinho era igual para todo mundo. Hoje só o presidente é proibido de fazer isso e aquilo, e mais isso e mais aquilo; a cada cinco minutos os advogados do seu principal, ou único competidor, exigem que Bolsonaro se cale, enquanto ele próprio continua dizendo e mostrando tudo o que quer, com a plena aprovação do TSE. Neste último episódio, lembram os métodos da antiga ditadura comunista da Rússia, que mandava apagar todas as imagens que não aprovava – apagar fisicamente, raspando fotografias e filmes. Agora, estão apagando imagens que todo mundo já viu.

O ex-presidente Lula, num dos mais rancorosos insultos que já dirigiu à toda a população brasileira que não vota nele, disse que as manifestações do Sete de Setembro pareciam uma reunião da Ku Klux Klan, a sociedade secreta que se tornou símbolo mundial do racismo. O ministro Luís Roberto Barroso, por sua vez, disse que a presença do povo na rua serviria para se calcular quantos fascistas existem no Brasil; o apoio ao presidente, para ele, é um crime político. Das ofensas, agora, passa-se à pior das hipocrisias. Se tudo não passou de uma reunião racista de fascistas da KKK, porque toda a ânsia enraivecida, então, em proibir que esse fracasso da candidatura Bolsonaro apareça no programa eleitoral? Porque esconder algo que, segundo a candidatura Lula, deu errado para o adversário? Se deu errado, e é coisa do mal, a manifestação em seu favor teria de ser exibida ao máximo, não é mesmo? É claro que não se trata de nada disso. Lula, que não consegue juntar ninguém a seu favor para uma demonstração de massas, quer esconder o sucesso do presidente no Sete de Setembro — e o TSE, ao aceitar essa nova imposição, parece fazer mais um esforço para dar a impressão de que não vai agir com limpeza na eleição de outubro.

Informações Revista Oeste


LONDON, ENGLAND – OCTOBER 03: Lucas Moura of Tottenham Hotspur celebrates after scoring a goal to make it 2-1 during the Premier League match between Tottenham Hotspur and Aston Villa at Tottenham Hotspur Stadium on October 3, 2021 in London, England. (Photo by James Williamson – AMA/Getty Images)

O meio-campista Lucas Moura, do Tottenham, voltou a apoiar publicamente a candidatura de Jair Bolsonaro (PL). Quatro anos depois de ter declarado voto no então candidato do PSL nas eleições de 2018, o ex-São Paulo reafirmou sua posição com relação ao atual presidente. A declaração foi dada em entrevista ao podcast ‘Cara a Tapa’, de Rica Perrone.

“Sou um cara conservador, de direita, que defende os princípios cristãos, família… E acho que não tem como fugir. Primeiro que não vejo nenhum candidato ideal, estamos longe disso, mas não temos como negar que Bolsonaro é um cara que mais se aproxima do que acredito, da ideologia que eu acho que é correta para o nosso país”, declarou o jogador.

Na sequência, Lucas fez críticas ao ex-presidente Lula, principal adversário de Bolsonaro no pleito deste ano. “O outro lado, Lula defende praticamente tudo que sou contra. Ideologia de esquerda, socialismo, no mais alto nível o comunismo. Então é um retrocesso, acho que não tem nada diferente entre nazismo e comunismo e acho que não podemos voltar nesse retrocesso. Sem contar os casos de corrupção”, opinou. A informação é do Portal UOL.

O ex-jogador do São Paulo acrescentou que tem que votar “em quem mais se aproxima” de suas convicções, embora afirme que não concorda inteiramente com Bolsonaro. “Discordo de várias coisas que ele faz e fala, tenho muitas críticas a fazer. Mas defender Lula acho que é praticamente impossível. Tenho que ir em quem eu acho que mais se aproxima”, completou.

Repetindo 2018

Ao ser questionado por Rica Perrone sobre seu posicionamento político, Lucas começou relembrando das últimas eleições. “Não tenho problema [em falar], a minha opinião política é muito clara, acho que todo mundo já sabe”, introduziu. “Tomei muita porrada em 2018 quando eu nem me posicionei claramente, só curti alguns posts aqui e ali e já veio porrada”, continuou.

Na ocasião, o jogador usou o Twitter para se posicionar a favor de Bolsonaro depois que o então candidato sofreu o atentado em Juiz de Fora. O apoio declarado repercutiu na Inglaterra e fez com que o Tottenham atuasse para blindá-lo.

“A gente vive em uma democracia e as diferenças de ideias contribuem para a gente crescer. Vivíamos um momento em que não era tão necessário a gente se meter nisso, até porque não tínhamos redes sociais, não sabíamos como era. Hoje não, é diferente, somos bem informados”, disse.

Informações TBN


Candidato à Vice-Presidência da República disse que o julgamento do petista foi ‘parcial’ 

Lula e Alckmin, lado a lado

O ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), candidato à Vice-Presidência da República nas eleições de outubro, usou as redes sociais nesta sexta-feira, 9, para dizer que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi preso “injustamente”, em um julgamento “parcial”.

https://twitter.com/geraldoalckmin/status/1568286107615248387?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1568286107615248387%7Ctwgr%5E4804140b6e5a8a648dbe22454963f39abb8a38fa%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fpolitica%2Feleicoes-2022%2Fem-propaganda-alckmin-afirma-que-lula-foi-preso-injustamente%2F

Em vídeo publicado no Twitter, Alckmin diz que antigas declarações suas estão sendo instrumentalizadas pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). “Muito cuidado”, alertou o ex-tucano. “Nesta eleição, antigas falas minhas estão sendo usadas por Bolsonaro para confundir o povo. Naquela época, muitos de nós fomos iludidos por um julgamento que a própria Justiça anulou, porque foi parcial e suspeito. Hoje, está provado que Lula foi preso injustamente.”

Alckmin disse que, agora, é Bolsonaro que precisa “explicar” a compra de 51 imóveis com “dinheiro vivo”.

Alckmin, Lula e a volta à cena do crime

Na quarta-feira 7, o ex-governador protocolou, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), uma ação que visa a proibir Bolsonaro de mencionar suas antigas declarações contra Lula. Em discurso no 7 de Setembro, o chefe do Executivo disse que o PT quer “voltar à cena do crime”, repetindo uma afirmação de Alckmin em uma convenção do PSDB realizada em 2017.

Informações Revista Oeste


As ruas falaram, mais uma vez, e sua voz esteve mais forte do que nunca neste 7 de Setembro

Foto: Carlos Santtos/FotoArena/Estadão Conteúdo 

Bolsonaro participou das manifestações do 7 de Setembro

As ruas falaram, mais uma vez, e sua voz esteve mais forte do que nunca. Multidões se manifestaram, em cidades de todo o país, com um recado óbvio neste dia Sete de Setembro: querem a reeleição do presidente da República nas eleições de outubro. A festa foi da independência, e dos 200 anos de independência do Brasil, mas nunca houve dúvida nenhuma a respeito de que lado está a massa verde-amarela que lotou as principais avenidas e praças brasileiras, numa das maiores manifestações públicas que já se viu em tempo recente. Foi um ato político, e a massa declarou que está do lado de Jair Bolsonaro — por mais incômodo que seja admitir isso. É o exato contrário do que dizem as pesquisas de intenção de voto. É o contrário da “Carta aos Brasileiros” do dia “11 de agosto”. É o contrário do que querem as classes intelectuais, a mídia e o STF — ou o seu “tribunal” eleitoral, que faz os mais extraordinários esforços para ganhar a eleição no horário de propaganda política, na repressão às redes sociais e no controle do material de campanha. Proíbe o máximo que pode nas ações do candidato que declararam inimigo; permite o máximo que pode nas ações dos seus adversários.

Manifestação de rua é uma coisa. Urna no dia da eleição é outra. Não há, necessariamente, uma relação de causa e efeito entre as duas coisas — o resultado das eleições de outubro será o que for decidido por 156 milhões de eleitores brasileiros com o seu voto, daqui a vinte das. Mas é perfeitamente inútil fingir que não aconteceu nada neste dia Sete de Setembro — ou vir com teorias negacionistas para esconder que o único beneficiário das demonstrações que levaram a massa para a rua é o presidente da República, e não os seus adversários. Foi inútil, da mesma forma, a campanha de terror dos últimos dias, prevendo ou garantindo que os “bolsonaristas” iriam provocar todo o tipo de violência na rua; era muito mais seguro ficar em casa, mesmo porque, segundo a campanha, quem fosse às manifestações poderia estar violando alguma lei do ministro Alexandre de  Moraes, ou coisa parecida. Não pegou, também, a espantosa ideia de que comemorar o Sete de Setembro seria um ato “antidemocrático”. No fim, centenas de milhares de pessoas foram para a praça pública no Brasil inteiro e não se quebrou uma única vidraça, nem se jogou uma única pedra ou se tocou fogo em nada. Para que serviu a palhaçada de colocar atiradores de elite em volta da Praça dos Três Poderes, em Brasília? Do que adiantou cercar o prédio do STF com um aparato de segurança ridículo, como se fosse uma casamata sitiada por tropa inimiga? De que adiantaram as ameaças e as análises dos “cientistas políticos”?

Informações Revista Oeste


Malvino Salvador deu declarações durante entrevista a um podcast, nesta segunda-feira

Malvino Salvador Foto: Reprodução/ Print de vídeo YouTube Cara a Tapa

O ator Malvino Salvador, que trabalhou na TV Globo por quase 20 anos, criticou o jornalismo da emissora e revelou voto no presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele deu declarações durante entrevista ao podcast Cara a Tapa, de Rica Perrone, na segunda-feira (5).

Salvador afirmou que anda decepcionado com o jornalismo da Globo. Ele disse que o jornalismo tem que ser isento.

– A Rede Globo tem uma história fantástica em relação a todo este tempo que ela esteve (no ar). O brasileiro foi crescendo assistindo às novelas e ao jornalismo do canal. Eu, hoje, tenho que admitir que eu ando um pouco decepcionado com o jornalismo. Eu falo de peito aberto: eu acho que o jornalismo tem que ser isento. Não pode tomar lado de maneira alguma. Quem tem que formar a consciência é a pessoa, que tem que ter acesso aos dois lados da moeda. Eu não estou vendo isso, sinceramente. Eu não tenho medo de dizer. A Globo é nota 10, mas eu acho que ela pode rever. Na parte da dramaturgia é brilhante, mas o jornalismo é que me decepcionou um pouco. Fico triste. Ela é uma das maiores emissoras do mundo. É um orgulho grande dizer isso. Ela prima pela excelência, mas não tem que ter viés ideológico, principalmente no jornalismo. Tem que ter o máximo de isenção possível – falou.

Já a respeito de Bolsonaro, o ator disse que o chefe do executivo “tem boas intenções, mas fez escolhas erradas”.

– Bolsonaro tem boas intenções, mas faz algumas escolhas erradas, principalmente na forma de se comunicar. Nem todo governo é sempre assertivo ou errado, mas eu encaro ele (Bolsonaro) com boas intenções. Acho que ele está sendo massacrado pela mídia de uma forma desonesta. Deveria ter espaço pra se mostrar também o que faz de bom. Mas tem erros ali também como ministérios que deveriam ser melhores vistos, como a Cultura, que deveria ter um olhar diferenciado e não entrar em guerra. O Ministério da Educação também precisava ser diferente – apontou.

Informações Pleno News


Lula tem sua maior rejeição em uma disputa presidencial, aponta pesquisa

Instituto Datafolha aferiu que 39% dos eleitores não votariam de jeito nenhum no petista nas eleições deste ano

O ex-presidiário e candidato ao Palácio do Planalto Luiz Inácio Lula da Silva (PT)está com a sua maior rejeição entre os eleitores em uma disputa presidencial, aponta pesquisa elaborada pelo Datafolha e divulgada nesta quinta-feira (1º).

A parcela dos eleitores que não votariam de jeito nenhum em Lula, que era de 33% em maio e passou a 37% em agosto, aumentou agora para 39%.

De acordo com o instituto, considerando todas as eleições que o petista disputou desde 1989, a rejeição até então a mais alta já registrada nas cinco vezes em que disputou o Palácio do Planalto era a de 1994.

Em 1994, Lula tinha rejeição de 38% em pesquisa realizada entre 29 e 30 de agosto e perdeu a disputa para Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no 1º turno. Em 1989, ele teve 29% de rejeição na véspera da votação. Já em 1998, o petista, também vencido por FHC, tinha rejeição de 35%.

O levantamento foi feito entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro. Foram ouvidas 5.734 pessoas, em 285 cidades. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00433/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. 

Informações TBN


Foto: Reprodução/Twitter

Um homem foi detido nesta quinta-feira (1°), em Buenos Aires, depois de tentar atirar na vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, nos arredores de sua casa, quando acontecia uma vigília em seu apoio. A informação foi confirmada à imprensa do país pelo ministro da Segurança, Aníbal Fernández.

Imagens feitas pela emissora de televisão C5N registraram o momento em que uma pessoa saca uma arma de fogo em frente ao rosto da ex-presidente. O homem foi identificado como Fernando André Sabag Montiel, um brasileiro de 35 anos.

– Uma pessoa indicada por pessoas próximas mostra uma arma e é detida pelo pessoal da segurança. Eles o afastam, a arma é encontrada. Agora a situação tem que ser analisada pelo nosso pessoal científico para avaliar os vestígios e a capacidade e disposição que tinha essa pessoa – declarou o ministro da Segurança à emissora.
Segundo relataram fontes oficiais do Ministério da Segurança à agência EFE, membros da Polícia Federal Argentina, responsável pela segurança da vice-presidente, foram alertados por manifestantes que estavam no local que “um homem estaria armado entre eles”.

No último dia 22 de agosto, um procurador solicitou 12 anos de prisão para Cristina por um caso de suposta corrupção e, desde então, grupos a favor e contra a ex-presidente se manifestaram nas ruas de Buenos Aires.

*Com informações EFE


“Desculpa esfarrapada”: Lula diz que vai ficar um mês sem falar para acabar com rouquidão

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou sobre a rouquidão na voz. O petista esteve em encontro com artistas e profissionais da cultura, nesta quinta-feira (1), em Belém.

“Eu vou ser curto porque toda hora que eu levanto a Janja [esposa de Lula] fala: economiza a voz, economiza a voz”, afirmou o ex-presidente.

Lula discursou por aproximadamente 35 minutos no Theatro da Paz, símbolo da capital paraense. O petista afirmou que precisa “ficar sem falar por um mês”. 

Informações TBN

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