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Defesa solicita liberação para procedimento ainda nesta semana; ex-presidente está em prisão domiciliar desde março

Jair Bolsonaro deixa UTI e é transferido pra unidade semi-intensiva
Cirurgia se tornou necessária devido à falha no tratamento menos invasivo | Foto: Reprodução/YouTube 

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para a realização de uma cirurgia no ombro direito. O pedido foi protocolado na noite desta terça-feira, 21. 

A defesa solicita que a cirurgia seja realizada ainda nesta semana, preferencialmente na próxima sexta-feira, 24, ou no sábado 25. De acordo com a petição, Bolsonaro apresenta dores persistentes e limitação de movimentos, mesmo com o uso contínuo de analgésicos.

Segundo os advogados, o procedimento se tornou necessário diante da falha no tratamento conservador e do agravamento do quadro clínico. Exames, segundo os advogados, identificaram lesões de alto grau no manguito rotador, além de comprometimentos associados, o que levou à indicação cirúrgica por especialista.

Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) internado na UTI do Hospital DFStar, em abril de 2025 | Foto: Jair Messias Bolsonaro/Via Facebook
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) internado na UTI do Hospital DFStar, em abril de 2025 | Foto: Jair Messias Bolsonaro/Via Facebook

“Foi formalmente indicado procedimento cirúrgico para reparação do manguito rotador do ombro direito e das lesões associadas, por via artroscópica”, afirmou a defesa. A técnica utiliza câmeras e é considerada minimamente invasiva.

Os advogados sustentam que a intervenção não decorre de “mera conveniência pessoal”, mas de “necessidade terapêutica concreta, fundada em avaliação técnica especializada”. Ainda conforme o pedido, a manutenção do quadro atual “implica restrição ao direito fundamental à saúde e ao acesso ao tratamento prescrito”.

“Busca-se viabilizar tratamento médico necessário”, diz a solicitação, “com o objetivo de preservar a integridade física, a funcionalidade do membro acometido, a qualidade de vida e a dignidade do requerente”.

imagens globo jair Bolsonaro em prisão domiciliar
Bolsonaro aparece em casa, em Brasília, brincando com cachorros ao lado de Michelle, em imagens aéreas exibidas pela TV Globo, ao ir para a prisão domiciliar | Foto: Reprodução/TV Globo

Médicos apresentaram relatórios de saúde de Bolsonaro ao STF

Anteriormente, em abril, os advogados já haviam encaminhado ao STF relatórios médicos que apontam a necessidade de um novo procedimento. Segundo o fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas, que acompanha Bolsonaro, o ex-presidente apresentava dores no ombro antes mesmo da última alta hospitalar, em 27 de março.

De acordo com o profissional, um dia antes da alta, Bolsonaro passou por avaliação ortopédica, com realização de exames complementares e indicação de cirurgia. 

Desde então, já em prisão domiciliar, o ex-presidente teria evoluído com dor intensa, limitação de movimento — com elevação do braço restrita a 90 graus —, perda de força e assimetria postural, “caracterizada por inferiorização do ombro direito em relação ao esquerdo”.

Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 27 de março, quando deixou o hospital. A medida foi determinada por Moraes por um período inicial de 90 dias. Entre as restrições impostas estão a proibição do uso de celular e o recebimento de visitas.

Informações Revista Oeste


Senador afirma que os R$ 350 milhões despendidos pelo governo federal em hospedagens de luxo no Pará pagariam a construção de 40 UPAs

O senador Flávio Bolsonaro participou de um evento do grupo empresarial Lide, no Hotel Fairmont, em Copacabana, na zona sul do Rio - 19/3/2026 | Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo
O senador Flávio Bolsonaro participou de um evento do grupo empresarial Lide, no Hotel Fairmont, em Copacabana, na zona sul do Rio – 19/3/2026 | Foto: Pedro Kirilos/Estadão Conteúdo

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) classificou como “surreal” o gasto de R$ 350 milhões do governo federal para alugar cruzeiros durante a COP30, realizada no ano passado. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar questionou as prioridades de Luiz Inácio Lula da Silva e o legado do evento para os paraenses. Segundo Flávio, o montante permitiria construir 40 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) com capacidade para atender 450 pessoas por dia cada uma.

Os dados que motivaram a reação do senador partiram de um documento da Casa Civil obtido pelo portal Metrópoles. O relatório detalha o processo de contratação de navios das empresas Costa Cruzeiros e MSC Cruzeiros para hospedar delegações em Belém, logo que a capital paraense sediou a conferência do clima da ONU em novembro de 2025.

Triangulação e empresas envolvidas

A Secretaria Especial da COP30 utilizou a Embratur para intermediar o negócio. A agência contratou a Qualitours Agência de Viagens e Turismo Ltda por exatamente R$ 350.240.506,46 para viabilizar as acomodações flutuantes. O governo justificou a despesa milionária devido ao déficit de leitos em Belém e à necessidade de cumprir acordos internacionais para sediar o evento.

SURREAL!!! E ainda tem gente achando que lula está preocupado com os pobres.

Qual o legado da COP30 para o povo do Pará? 

Com R$ 350 milhões dava pra construir 40 UPAs para atender até 450 pessoas por dia!

Mas não foram construídas, lula torrou alugando cruzeiros.

Via… pic.twitter.com/MjKBiPYOZd— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) April 22, 2026

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A empresa Qualitours pertence à holding BeFly, de Marcelo Cohen, empresário que possui ligações com fundos do Banco Master. Cohen também é apontado como sócio do banqueiro Daniel Vorcaro em um hotel de luxo em Campos do Jordão. Flávio Bolsonaro rebateu a justificativa oficial e afirmou que o governo “torrou” dinheiro público enquanto ignora as necessidades dos mais pobres.

Para a oposição, o gasto evidencia uma desconexão entre o discurso ambiental e a gestão financeira do país. Flávio Bolsonaro encerrou sua crítica reforçando que o investimento em saúde traria um benefício real e duradouro ao Estado, ao contrário do aluguel temporário das embarcações.

Informações Revista Oeste


Eduardo Bolsonaro e Lula Fotos: Reprodução

Nesta terça-feira (21), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro reagiu às declarações do presidente Lula (PT) sobre aplicar “reciprocidade” aos Estados Unidos após a ordem para que um delegado da Polícia Federal deixe o país.

A fala de Lula ocorreu depois que autoridades americanas determinaram a saída do delegado Marcelo Ivo de Carvalho do território dos EUA. O governo norte-americano alegou tentativa de contornar procedimentos formais de extradição e de estender ações políticas ao país.
Em resposta, Eduardo Bolsonaro criticou o governo brasileiro e disse que houve abuso por parte de autoridades ligadas ao Palácio do Planalto e ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

– Sim Lula, houve abuso, mas houve abuso dos brasileiros que estavam sob suas ordens e ordens do Alexandre de Moraes, fazendo nos Estados Unidos o mesmo que eles fazem no Brasil. Mas aqui, a terra da liberdade, farol da democracia, a banda não toca dessa maneira – declarou o ex-parlamentar.

O parlamentar também afirmou que houve tentativa de levar o ex-deputado Alexandre Ramagem ao Brasil de forma irregular e acusou autoridades brasileiras de enganar autoridades americanas.

– Então, vocês tentaram pegar na mão grande o Ramagem e levar para o Brasil, ludibriando, enganando, dando um jeitinho brasileiro para cima das autoridades americanas. Foi isso que aconteceu – explicou Eduardo.

Na sequência, Eduardo disse que o diretor-geral da Polícia Federal, André Rodrigues, teria mentido ao citar cooperação internacional no caso.

– E aí não só você caiu do cavalo, como também o André Rodrigues, que estava mentindo quando falou em cooperação entre as autoridades no combate ao crime internacional, como se o Ramagem fosse uma pessoa criminosa.

O deputado também criticou a atuação de agentes brasileiros no exterior e voltou a acusar perseguição política.

– Não havia autorização para esse cachorrinho do Moraes fazer nos Estados Unidos o que ele fazia aí no Brasil, de perseguir presos políticos. Viva a democracia, viva a liberdade, nós venceremos – concluiu.

ENTENDA O CASO
O governo dos Estados Unidos ordenou nesta segunda-feira (20) que o delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho deixe o país. O comunicado foi divulgado pelo Escritório para Assuntos do Hemisfério Ocidental.

Segundo a nota, nenhum estrangeiro pode manipular o sistema de imigração americano para contornar pedidos formais de extradição ou ampliar perseguições políticas em território dos EUA.

Carvalho atuava em Miami desde março de 2023 em cooperação com o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE), com missão prevista até agosto. A decisão ocorreu após a prisão de Alexandre Ramagem em Orlando, no dia 13 de abril, por questões migratórias.

O ex-deputado foi liberado dois dias depois e agradeceu publicamente à gestão do presidente Donald Trump pela liberação administrativa.

Informações Pleno News


Caso envolve declarações do ex-deputado sobre Tabata Amaral (PSB-SP); ministro segue Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou para condenar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro por suposta difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP). O voto foi registrado nesta terça-feira, 21. 

O julgamento em plenário virtual começou na última sexta-feira, 17, e segue até o dia 28 de abril, em plenário virtual. Moraes é relator do processo movido pela deputada federal. O ministro votou pela condenação de Eduardo por difamação.

No voto, o magistrado fixou a pena em um ano de prisão em regime aberto e o pagamento de multa de mais de R$ 126 mil. O relator também rejeitou os argumentos da defesa do ex-deputado.

Além de Flávio Dino e Alexandre de Moraes, Cármen Lucia também votou a favor da condenação. Ao contrário de outras ações penais, essa tramita no plenário virtual da Corte (e não da Primeira Turma), e a votação envolve todos os ministros. Ainda faltam sete votos para o fim do julgamento. Com seis, há maioria. 

O processo contra Eduardo por suposta difamação

O caso em questão analisa publicações de 2021 do ex-parlamentar que citavam Tabata. Na ocasião, o então deputado afirmou que ela teria elaborado um projeto de lei com o objetivo de beneficiar terceiros de forma ilícita.

Eduardo teria vinculado a proposta de Tabata à atuação do empresário Jorge Paulo Lemann. Na publicação, ele sugeriu que o projeto atenderia a interesses da empresa Procter & Gamble, fabricante de produtos de higiene.

O PL citado trata da distribuição de absorventes em espaços públicos. Eduardo afirmou que a iniciativa teria relação direta com o financiamento da campanha de Tabata. A deputada negou as acusações.

Informações Revista Oeste


Ministro pediu que ex-governador seja incluído no inquérito das fake news

Ministro Gilmar Mendes Foto: Carlos Moura/SCO/STF

Os parlamentares da oposição na Câmara dos Deputados anunciaram, nesta segunda-feira (20), que vão ingressar com um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

A iniciativa é liderada pelo deputado federal Gilberto Silva (PL-PA) após o magistrado solicitar a inclusão do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), no inquérito das fake news.

Nesta segunda, Gilmar enviou uma representação ao ministro Alexandre de Moraes pedindo a investigação de Zema por compartilhar em suas redes sociais um vídeo ironizando ministros da Corte.

Em nota também divulgada nas redes, Gilberto Silva afirma que a oposição está preocupada de que a investigação de Zema, que é pré-candidato à presidência, abra “um precedente grave”.

– Um ex-chefe do Poder Executivo estadual passa a ser alvo de investigação por expressar opinião política. A crítica institucional, elemento essencial da democracia, passa a ser tratada como infração – escreve Gilberto.

Gilmar solicitou a investigação de Zema após o ex-governador compartilhar um vídeo retratando uma conversa entre dois bonecos, caracterizados por desenhos de fantoches, que representariam Dias Toffoli e Gilmar Mendes.

No vídeo, Toffoli telefona para Gilmar e pede a ele que anule as quebras de sigilo de sua empresa, aprovada na CPI do Crime Organizado do Senado. Com um diálogo marcado por ironias e caricaturas, Gilmar responde que anularia as quebras e pede em troca uma cortesia no resort Tayayá, no qual Toffoli possuía participação acionária.

A sátira se baseia no fato de que Gilmar Mendes efetivamente proferiu decisão anulando as quebras de sigilo da Maridt. Essa é a empresa de Toffoli e dos irmãos do ministro que recebeu aportes de um fundo de investimento ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro.

Na representação enviada a Moraes, Gilmar escreveu que o vídeo “vilipendia não apenas a honra e a imagem deste Supremo Tribunal Federal, como também da minha própria pessoa”.

Moraes, relator do inquérito das fake news, pediu uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de decidir sobre a inclusão de Zema no inquérito.

Para que um ministro do STF sofra impeachment no Brasil, é necessário que seja acusado de crime de responsabilidade, como abuso de poder, conduta incompatível com a honra do cargo ou atuação político-partidária.

A denúncia pode ser apresentada por qualquer cidadão, mas só avança se o presidente do Senado Federal aceitar o pedido. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tem resistido a aceitar qualquer um dos pedidos.

Caso seja aceito, o processo é iniciado, e inclui análise, defesa do acusado e, ao final, julgamento pelo próprio Senado, sendo necessária a aprovação de dois terços dos senadores para a condenação e perda do cargo.

*AE


“Pessoas constroem mitos falsos para justificar posturas irresponsáveis”, disse o presidente

Luiz Inácio Lula da Silva Foto: EFE/EPA/HANNIBAL HANSCHKE

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) colocou em dúvida nesta segunda-feira (20) que o Irã esteja tentando fabricar armas nucleares e defendeu a reforma do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) para evitar mais guerras.

– Em 2016 ressurgiu a velha história de que o Irã está preparando uma bomba atômica. Não dou crédito. Assim como não dei crédito quando alegaram, em relação ao Iraque, que Saddam Hussein tinha armas nucleares – disse Lula em entrevista coletiva em Hannover ao lado do chanceler alemão, Friedrich Merz, após as terceiras consultas governamentais entre os dois países.

– De vez em quando as pessoas constroem mitos falsos para justificar posturas que são irreconhecíveis e irresponsáveis. O mundo não precisava disso. O mundo não precisa disso. O mundo precisa de mais diálogo, mais conversa, mais multilateralismo – acrescentou.

Lula alegou ser injustificável que, em nível global, tenham sido gastos no ano passado 2,7 trilhões de dólares em armas e em conflitos quando há milhões de pessoas que morrem de fome, fogem de guerras ou carecem de água potável e escolas.

Nesse contexto, defendeu a reforma do Conselho de Segurança da ONU, que não pode ser nem um “monopólio” nem o “privilégio de cinco pessoas que não se preocupam com a paz”, em alusão aos membros permanentes – Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido – com direito a veto.

– Precisamos que participem mais países. Por que não participa a Alemanha? Por que não participa o Brasil? Por que não participa a Índia? Por que não participa o Japão? Por que não participa um país como a Nigéria, com 240 milhões de pessoas? – questionou Lula.

O presidente argumentou que, ou “lutamos para mudar a carta da ONU, mudar o estatuto da ONU e garantir uma renovação”, ou caso contrário “seguiremos a bordo deste barco à deriva, sem ninguém no comando”, em um mundo no qual “as guerras são ditadas pelas decisões unilaterais dos que têm armas”.

Por sua vez, o chanceler alemão lamentou que, com o novo fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã, após o recrudescimento das tensões com os Estados Unidos neste fim de semana, os preços do petróleo tenham disparado novamente.

Merz reiterou, por isso, seu apelo ao Irã para que cesse as hostilidades, também contra Israel e os países do Golfo, embora tenha também pedido aos EUA para “buscarem caminhos para uma solução negociada, uma solução diplomática”, enquanto se aguarda a retoma das conversas de paz em Islamabad.

– Tudo isso coloca em perigo agora mesmo o desenvolvimento econômico do mundo inteiro e pode levar a uma desestabilização política adicional, além do Oriente Médio – alertou.

*EFE


Decisão de Ana Paula Matos ocorre após o afastamento da sigla do grupo de oposição liderado por ACM Neto, pré-candidato ao governo da Bahia

Ana Paula Matos  Crédito: Adam Vidal/Secom

A vice-prefeita de Salvador, Ana Paula Matos, oficializou sua saída do PDT e anunciou sua filiação ao União Brasil. A mudança ocorre em meio ao reposicionamento do PDT no cenário político baiano, especialmente após o afastamento da sigla do grupo de oposição liderado pelo pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto.

De acordo com a vice-prefeita, o movimento foi previamente alinhado com as direções nacional e estadual do partido, durante reunião realizada em Brasília. O encontro contou com a presença do presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, e do dirigente estadual, Félix Mendonça. Segundo Ana Paula, todo o processo foi conduzido com respeito, transparência e diálogo. Ela estava no PDT desde 2020.

Em nota, a gestora agradeceu ao PDT pela trajetória construída ao longo dos últimos anos. “Sou grata ao partido pela confiança, pelo espaço de diálogo e pelas experiências que contribuíram para minha caminhada política. Fui indicada pelo partido a ser candidata a vice-presidente da República e, por duas vezes, vice-prefeita de Salvador. Tenho carinho e respeito por Carlos Lupi, Félix Mendonça e todos os amigos e amigas do PDT. Me reuni primeiramente com Félix em Salvador, e em seguida fomos à Brasília conversar com Lupi, tudo foi feito com muito diálogo”, afirmou.

Ana Paula destacou ainda que a decisão está diretamente ligada ao grupo político do qual faz parte na Bahia. “Tenho lado na gestão política do estado, que é o lado de ACM Neto, que revolucionou Salvador quando foi prefeito e que, junto com Bruno Reis, me deu a oportunidade de mostrar meu trabalho. Estarei contribuindo com muita dedicação na construção da pré-campanha de ACM Neto ao governo do estado”, declarou.

Correio da Bahia


Nesta quinta-feira (16), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), falou sobre a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência e disse acreditar que ele pode vencer no primeiro turno. Para ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está sofrendo um “derretimento gradual” nas pesquisas de intenção de voto.

O assunto foi abordado durante coletiva de imprensa.

– Eu confio na candidatura do Flávio, a candidatura está sendo extremamente bem sucedida. […] Eu tenho certeza que o Flávio será o próximo presidente da República do Brasil. E olhe lá se essa eleição não terminar no primeiro turno – apontou.

Tarcísio também criticou a ação aberta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra Flávio por uma publicação feita contra Lula. A decisão de Moraes atendeu a um pedido feito pela Polícia Federal (PF) que contou com aval da Procuradoria-Geral da República (PGR).

– A crítica política não pode ser objeto de sanção, não pode ser objeto de coação, porque senão você tira a liberdade de expressão, e a gente não pode permitir que um lado possa fazer determinadas coisas e os outros não – disse.

*Pleno.News
Foto: EFE/Sebastião Moreira


Jason Miller afirma que Moraes e Lula estão usando o Judiciário como arma contra adversários

Jason Miller, conselheiro político de Donald Trump: apoio a Flávio Bolsonaro | Foto: Reprodução/Instagram
Conselheiro é crítico do STF e defende eleição de Flávio | Foto: Reprodução/Instagram 

Conselheiro do presidente dos Estados Unidos,Donald Trump, Jason Miller, questionou, em publicação nas redes sociais, o inquérito aberto pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Alexandre de Moraes contra o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

No X, Miller afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Moraes estão seguindo os passos do ex-presidente norte-americano Joe Biden. Segundo ele, os brasileiros tentam usar o Judiciário como arma contra adversários. 

How is this ok???

Lula and his @STF_oficial buddy @Alexandre de Moraes are trying to run the “Joe Biden” judicial weaponization playbook against @FlavioBolsonaro! 🤯 https://t.co/8OkcL68VQn— Jason Miller (@JasonMiller) April 16, 2026

“Como isso é aceitável?”, afirmou o conselheiro de Trump, ao divulgar a informação do inquérito aberto contra Flávio. “Lula e seu parceiro do STF, Alexandre de Moraes, estão tentando executar o manual de ‘Joe Biden’ de judicialização.”

OMoraes determinou, nesta quarta-feira, 15, a abertura de uma investigação contra Flávio por suposta calúnia contra Lula. O indiciamento ocorre meses antes das eleições gerais deste ano e no momento em que pesquisas mostram o senador liberal à frente do petista.

De acordo com o documento, a investigação responde a um pedido da Polícia Federal e da Procuradoria Geral da União. Flávio teria feito publicação onde associa o presidente ao ex-ditador Nicolas Maduro, da Venezuela, e a crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Conselheiro de Trump é crítico do STF e defende eleição de Flávio

Jason Miller foi uma peça-chave durante a campanha do presidente dos EUA, Donald Trump, em 2016. Em 2020, ele foi chamado para atuar na nova a campanha presidencial do norte-americano.

Em 2026, ele tem mostrado amplo apoio à candidatura de Flávio às eleições que ocorrem em outubro no Brasil. O conselheiro norte-americano tem defendido o ex-presidente Jair Bolsonaro e se manifestado contra as decisões do STF.

No instagram, Miller tem feito posts em que Moraes aparece atrás das grades. Anteriormente, o conselheiro afirmou que “os Estados Unidos não negociam com terroristas” ao responder falas de Moraes sobre soberania nacional em julgamento de Bolsonaro e outros sete réus.

Informações Revista Oeste


Petista critica sanções econômicas, cobra fim do direito de veto na ONU e questiona autoridade de Washington

Trump e Lula se reúnem à margem da 47ª cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) em Kuala Lumpur, Malásia - 26/10/2025 | Foto: Evelyn Hockstein/Reuters
Trump e Lula se reúnem à margem da 47ª cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) em Kuala Lumpur, Malásia – 26/10/2025 | Foto: Evelyn Hockstein/Reuters

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disparou críticas contra o mandatário norte-americano, Donald Trump, em entrevista ao jornal El País. O petista afirmou que Trump “está jogando um jogo muito errado” ao basear sua influência apenas em força militar, econômica e tecnológica. Para Lula, o uso desse poder gera problemas internos para os próprios Estados Unidos, citando o aumento do preço dos combustíveis logo que Washington decidiu atacar o Irã.

O brasileiro também contestou as tarifas impostas pelos EUA ao Brasil no ano passado. Lula declarou ter ficado “impressionado” com a falsidade dos argumentos utilizados pelo republicano para aplicar as barreiras comerciais. Ele revelou ter dito a Trump que dois homens de 80 anos deveriam manter um diálogo maduro, independentemente de divergências ideológicas.

Críticas às Nações Unidas

A reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas voltou ao centro do discurso presidencial. Lula classificou a estrutura atual das Nações Unidas como obsoleta e afirmou que a geopolítica de 1945 perdeu a validade em 2026. Ele defendeu abertamente o fim do direito de veto concedido aos membros permanentes do conselho, alegando que o órgão responsável por manter a paz hoje promove conflitos.

Lula descreveu o cenário global como um “navio à deriva” e alertou que um terceiro confronto mundial superaria em dez vezes a destruição da Segunda Guerra. Segundo o presidente, os “senhores da paz” se transformaram em “senhores das guerras”, citando os Estados Unidos e a Rússia como exemplos de membros do conselho envolvidos diretamente em embates armados.

Informações Revista Oeste

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